26/10/2006 - 21:54

A semana foi difícil e corrida.
MSN: Make war not love
iTunes: People of the Earth – Graham Coxon
PS2: Destroy All Humans 2
Nada como destruir alguns humanos para manter a sanidade mental. E aposto: quem já jogou o título da Pandemic/THQ concorda e assina embaixo.
O jogo não traz nenhuma grande ou importante inovação, mas supera todas as expectativas quando o assunto é humor. Crypto, o alienígena protagonista, é um sarrista de primeira e leva qualquer um aos risos. Não me refiro a risos modestos, mas a gargalhas fenomenais.
Essa segunda edição é bastante parecida com a primeira em diversos aspectos. A genial sonda anal continua disponível e os diálogos estão ainda mais divertidos. Os cenários que ambientam o jogo são outros: na primera versão a história se desenrolava em meados da década de 50 e em Destroy All Humans 2 TUDO – absolutamente tudo – acontece no finalzinho dos anos 60, em 1969 precisamente.
Nas ruas a moda da época. Hippies descolados e placas “No war” ou “Make love not war” são figurantes quase obrigatórios.
Crypto ganhou novas armas, mas o gameplay não sofreu alterações. A mira continua ruim (principalmente para pessoas como eu que não se dão bem em FPS), mas como não é preciso ser rigoroso, acertar os alvos acaba não se tornando uma missão impossível.
Enfim, apesar dos pesares, vale a pena perder algumas horinhas com o game. Eu recomendo!
Passou, mas vale relembrar:
- O beijo homossexual em Bully
- A carta-suicida de um viciado em World Of Warcraft
- A Nintendo mergulhando no universo emo
- O Guitar Hero 2 sendo vendido no Wal-Mart do Arkansas antes mesmo do seu lançamento
- Os 50 “caras” mais importantes dos games
Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria
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14/10/2006 - 15:14

Você já ouviu falar de um tal de Emogame? Pode até parecer piada, mas é fato que existe um jogo na web que “tira uma” com a tal tribo. Confesso que o conheço há alguns anos, desde 2002 quando surgiu a primeira edição, caracterizada no site oficial como “The Original”.
E o joguinho de plataforma é divertido. É claro que Jason Oda, produtor do título, fez questão de acrescentar a sua criação algumas pitadas de humor negro, detalhe este que causou um certo frenesi entre os adeptos e os que não suportam canções tipo “I’m not OK” da emobanda “My Chemical Romance”.
Quando Oda percebeu que a sua idéia estava pegando, ele resolveu expandir a franquia e, nos últimos 4 anos, tem trabalhado em novas versões. Hoje o que quase se tornou uma espécie de série possui quatro títulos (um por ano): Emogame 1 – The Original, Emogame 1.5 – Alkaline Trio Vs. Hell, Emogame 2 – The epic quest continues e o mais recente, Emogame 2.5 – The Anti-Bushgame.
Uma das coisas mais hilárias do jogo é associar os personagens aos respectivos integrantes das bandas. Na primeira versão participam Christopher Carrabba, do Dashborad Confessional, Atom, do Atom and his Package, Conor Oberst, do Bright Eyes, Tim Kasher, do Cursive, Cedric Bixler, do At Drive-in (agora The Mars Volta) e Chuck Ragan, do Hot Water Music.
Há muito tempo não via nada sobre esse webgame até que o Jones Rossi, do G1, publicou uma matéria a respeito. Claro, foi uma enxurrada de links. Só por que confesso que gosto de The Get Up Kids (resquícios dos 16, sabe?) a galera diz que sou emo. Bizarro, nem tenho mais idade para isso. Mas como todo emo diz que não é emo, prefiro ficar quietinha na minha. Hahaha!
Bom, voltando ao papo sério. O jogo é engraçado para quem está na web, à toa, jogando conversa fora com os amigos no MSN. Eu recomendo. E depois, admito, algumas (poucas, adianto) das bandas envolvidas são legais. Não dá para comparar um “finado” At the Drive-in com um atual Panic! at the Disco (com todo o respeito).
Veja abaixo a lista de TODAS as bandas e músicas do tal “emogame”. Divirtam-se!
EMOGAME 1: Dashboard Confessional, Atom and His Package, Mineral, Bright Eyes, Cursive, At the Drive-In, Hot Water Music, Jimmy Eat World, The Anniversary, Sunny Day Real Estate, Reggie and the Full Effect, Rainer Maria, The Get-up Kids, A New Found Glory, Braid, The Get-up Kids “10 Minutes” – Cursive “The Great Decay” – Dashboard Confessional “Drowning” – The Get-Up Kids “Mass Pike” – The Anniversary “D in Detroit”, American Football “5 Silent Miles” – The Promise Ring “SOS Very Emergency”, Hot Water Music “Elektra”, Jimmy Eat World “Bleed American” e Reggie and the Full Effect “Dwarf Invasion”
EMOGAME 1.5: Alkaline Trio, Sparta, Saves the Day, Alkaline Trio “Bloodied Up” – The Anniversary “Shu Shabat” e Hot Water Music “The Sense”
EMOGAME 2: Thursday, Piebald, The Juliana Theory, Bright Eyes, Alkaline Trio, Cursive, Taking Back Sunday, Coheed and Cambria, Rilo Kiley, Further Seems Forever, Texas is the Reason, Straylight Run, Death Cab for Cutie, Brand New, Jawbreaker, Mars Volta, Rites of Spring, The Starting Line, Something Corporate, Saves the Day, Desaparecidos, Minor Threat, Fugazi, Dashboard Confessional, Sunny Day Real Estate, Somthing Corporate “I Want to Save You”, Cursive “The Great Decay” – Cursive “The Martyr”, Reggie and the Full Effect “Apocalypse WOW! ” – American Football “5 Silent Miles”, The Anniversary “Shu Shabat”, The Anniversary “Shu Shabat”, Hot Water Music “The Sense”, Coheed and Cambria “33″ e The Good Life “?”




Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria
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03/10/2006 - 21:53

Já sei! Depois dessa confissão muitos que costumam passar por aqui para tomar um chazinho devem começar a vagar por outras bandas, mas infelizmente – ou felizmente, dependendo do ponto de vista- preciso dizer: eu ODEIO a saga Star Wars.
Não vejo a menor graça. Tirando aquele enorme bicho peludo – como é mesmo o nome dele? Ah, lembrei: Chewbacca! – e o robozinho desastrado (o C-3PO), o resto não faz o menor sentido. Na verdade mesmo acho que o George Lucas devia ter tomado “todas” quando criou a série.
Mas enfim, o intuito desse blog é falar sobre games e não sou eu, a dona do pobre, que vou desvirtuar a coisa. O que quero mesmo é chamar a atenção para o título LEGO Star Wars II – The Original Trilogy.
Gente, esse jogo é genial. Claro que possui alguns “defeitinhos”, mas agora entendo por que o game vendeu tanto no Reino Unido (mais que The Sims 2, se querem saber). Os gráficos são indiscutíveis e a jogabilidade muito bacana. Desta vez foi a versão para PC que me encantou; o primeiro título da franquia só joguei no Playstation 2.
Cinco minutos são suficientes para qualquer um mergulhar de cabeça no universo Star Wars e desencanar de vez de tudo o que acontece ao redor. Cheio de humor, o jogo possui uma linha de aprendizagem curta o que muito agrada pessoas sem paciência – e tempo – como eu. Isso significa que os golpes são bastante intuitivos e respondem muito bem aos comandos (se bem que mesmo jogando no PC não abro mão do meu joystick).
A trilha sonora é muito legal e segue as características da série. Apesar de não ser fã daquele anãozinho orelhudo e verde – Yoda, para alguns -, tenho de confessar que lutar com o sabre de luz é bastante interessante (e nostálgico, diga-se de passagem).
Durante toda a trama você pode escolher muitos personagens. Logo no inicio o time responsável pelas missões é composto por Ben Kenobi, Luke Skywalker, C-3PO e o R2-D2.
O melhor, sem sombra de dúvidas, é o Ben Kenobi. E tudo isso por conta de dois motivos: 1 – ele tem o clássico sabre como arma e 2- ele tem “aquela” fenomenal força do pensamento (perdoem-me se essa força possui algum nome característico).
É indescritível a sensação de chegar perto de algum inimigo, soltar a tal força, e ver o coitado zonzo, zonzo, cheio de estrelinhas em torno da cabeça.
Assim como a franquia X-Men Legends, em LEGO Star Wars II – The Original Trilogy, você anda acompanhado de uma galerinha e precisa escolher determinado personagem para abrir passagens e completar certas missões. O pessoal também te ajuda quando o bicho pega e os tiros comem soltos pelo cenário.
Toda vez que se passa de uma fase, um vídeo é exibido. No geral eles são divertidíssimos, embora não possua diálogos (LEGO não fala, né?). Mas também, confesso, nem é preciso. O humor é tão bem trabalhando nessa franquia que apenas os barulhinhos bizzaros são suficientes para arrancar gargalhadas até dos mais mal-humorados.
Só senti falta de um detalhe: flexibilidade para movimentar a câmera. Sem esse recurso, indispensável em alguns momentos, a visão fica prejudicada e a sensação pouco confortável. Enfim, também não dá para ser perfeito! Com controle de câmera ou sem, LEGO Star Wars II – The Original Trilogy é uma ótima pedida até para os que não curtem a série como eu.

Uma graça, não?
Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria
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