O mundo é cor-de-rosa
Quando criança destestava roupas, brinquedos e All Star cor-de-rosa, entretanto preciso confessar que adoraria MUITO ganhar um dos presentinhos abaixo (todos no melhor dos cenários);p







Quando criança destestava roupas, brinquedos e All Star cor-de-rosa, entretanto preciso confessar que adoraria MUITO ganhar um dos presentinhos abaixo (todos no melhor dos cenários);p







Sejamos francos: quem não se amarra em quebrar algumas…regras? Seguir padrões é necessário, sabemos, mas ter de viver dentro de uma forminha de pão é chato para burro.
Sair por aí detonando tudo, cabulando aulas e tratando “carinhosamente” os caminhoneiros que insistem em ficar na sua pista no trânsito, geralmente, não soa muito bem. Daí a necessidade de uma…válvula de escape. E é dessa maneira que encaro os games politicamente incorretos.
Lembro-me bem de quando conheci Manhunt. A primeira reação foi de repulsa, confesso. Ver aquele cara matando todo mundo de maneiras bizarras era “forte” demais para uma garotinha acostumada com The Sims e cia.
Mas enfim, depois de olhar com certa desconfiança, resolvi que deveria “testar” tal façanha: matar alguém com um saco plástico (hahaha). E o pior aconteceu: adorei. Concordo que uma criança não deva jogar esse game, particularmente, mas afirmo que Manhunt é uma excelente distração para “aquelas” segundas.
Ver até que ponto chegaria o sangue-frio de James Earl Cash, protagonista do jogo, virou uma bela diversão até o lançamento de “Grand Theft Auto: San Andreas”. Matar, simplesmente, inimigos com máscaras horrendas de palhaço perdeu a graça. Roubar carros e bater em p…ops, mulheres com maquiagem pouco discreta e saias curtíssimas, se tornou um passatempo MUITO mais interessante.
Foram horas de jogatina. Não terminava nenhuma missão, é bem verdade, mas ver minha mãe entrando no quarto falando em alto e bom tom “Rouba o carro dele!!!”, definitivamente, não tem preço.
GTA para cá, GTA para lá, até que…tchan-tchan-tchantchantchan…chega à redação um SEDEX misterioso. Dentro, nada mais, nada menos, que The Warriors. Ah, desencanei de Los Santos, San Fierro e Las Venturas. Resolvi que deveria encarar as ruas violentas da Nova Iorque da década de 70. E não deu outra. O “politicamente incorreto” conjunto gangue + spray superou todas minhas expectativas. Explorei os becos da metrópole, enganei traficantes (depois de comprar o que quer que seja dos mocinhos, matava-os e pegava minha grana de volta) e fiz a “moral” dos camaradas na cidade.
O tempo passou, nada muito polêmico foi lançado e voltei, meio que sorrateiramente, aos jogos bonitinhos.
Estava feliz, confesso, mas precisava de algo transgressor, diferente e divertido. Mais uma vez, meio de sopetão, li as primeiras notícias de Bully. Uhu! Algo novo estava para nascer.
Especulações surgiram acerca do título, possíveis cancelamentos, proibições, polêmicas, até que…tchan-tchan-tchantchantchan de novo…surge das cinzas o vídeo e a data de lançamento do título. No game, um garoto-problema, daqueles que pentelham as meninas CDF na escola, causa tumultos no colégio onde estuda. Pode até parecer um tema clichê, mas depois de assistir ao trailer, minha vontade de conhecer mais a fundo o game e de poder, mesmo que virtualmente, voltar aos 15 anos cresceu descomunalmente.
Ué! Todos os jogos citados são da mesma publisher? RockStar rules!

Denis – O Pimentinha MODERNO ;p
Aconteceu no último final de semana, no Expo Transamérica, em São Paulo, a primeira edição do Arena Gamer Experience, um dos maiores eventos de games da América Latina.
A feira, promovida pela Messe Frankfurt, deve acontecer ao longo dos próximos 15 anos (uau!) e pode trazer em primeiríssima mão para o Brasil Playstation 3 e Wii – já na edição de 2007.
O AGE, como ficou conhecido, foi bem bacana, mas francamente ficou abaixo das minhas expectativas (pelo menos no que se refere ao público).
Em contrapartida a proposta de misturar diversos entretenimentos em só espaço muito me agradou. Pela primeira vez jogos eletrônicos foram tratados como cultura de verdade.
Nenhuma novidade foi apresentada pelas grandes publishers, entretanto o boato sobre a remota (e bota remota nisso) aparição surpresa do Wii na feira deixou muito nintendista, literalmente, de cabelo em pé. Pena que o provável aconteceu e as especulações não passaram de meras…especulações.
No estande da Nintendo TVs exibiam o vídeo do mestre Miyamoto na coletiva de imprensa pré-E3 da multinacional japonesa, enquanto no estande do Arena Turbo rolavam entrevistas GENIAIS (a gente tem de vender o peixe, né?).
Mas o que mais chamou a atenção de quem desembolsou “30 pilas” para entrar no centro de exposições, certamente, foi o Guitar Hero. Exposto no estande da MTV e da Futuro Comunicação (editora das revistas Nintendo World, EGM Brasil e Super Dicas Playstation), o jogo foi capaz de exteriorizar o artista escondido que cada um tem dentro de si.
Confesso que não tive tempo de conhecer o “brinquedinho” durante a feira, mas corri para tentar entender o que de bom tem esse game. E descobri: tudo.
Mesmo sem saber um acorde, sentir um domínio qualquer sobre a música é simplesmente demais. Pirei!
No começo fiquei toda perdida (como de costume) e joguei no modo “easy”, mas duas músicas depois, ah, duas músicas depois eu já balançava a cabeça e me sentia uma integrante do Franz Ferdinand.
Foi uma pena usar o dual shock ao invés do maravilhoso joystick de guitarra. De qualquer forma, com ou sem o periférico, o game é divertidíssimo.
A mecânica é simples: um braço de guitarra é simulado e bolinhas coloridas vão surgindo (há quem diga que são acordes, mas como não entendo nada de música – só sei ouvi-las e não tocá-las -, prefiro chamá-las de conjunto de bolinhas coloridas). Para cada cor, um botão especifico (L1, L2, R1, R2, x) deve ser pressionado. O modo multiplayer é super bacana, mas somente no modo carreira é possível destravar uma infinidade de novas músicas.
Eu AMEI. Está triste, sem banda, se sentindo sozinho neste mundo e sonhando com a fama (rimou!!)? Bora jogar Guitar Hero!!!
“I love rock’n'roll
So put another dime in the jukebox, baby
I love rock n roll
So come an take your time an dance with me”
I love rock’n'roll – Joan Jett and The Blackhearts – uma das músicas de Guitar Hero

Hey! Ho! Let’s Go