Os caras
Não pude evitar! O orgulho era tanto que foi impossível não publicar as fotinhos aqui.

Eu e Tetsuya Mizuguchi (Lumines e Meteos)

Esq. para a Dir. Jocelyn Auricchio, Hideo Kojima (Metal
Gear), Eu, Amigo “feliz” do Kojima e Bruno Vasone
Não pude evitar! O orgulho era tanto que foi impossível não publicar as fotinhos aqui.

Eu e Tetsuya Mizuguchi (Lumines e Meteos)

Esq. para a Dir. Jocelyn Auricchio, Hideo Kojima (Metal
Gear), Eu, Amigo “feliz” do Kojima e Bruno Vasone
Seria uma falta de respeito deixar “passar batido” a edição número 50 da revista digital The Escapist. Fã assumida da publicação, confesso estar boquiaberta com a sutileza com que o assunto “mulheres e games” foi abordado nesta semana.
Requinte, criatividade e, acima de tudo, bom senso fizeram desta edição uma das minhas prediletas.
Textos escritos em primeira pessoa, argumentos geniais, desdobramentos incríveis e conclusões subentendidas são características comuns desta revista que coloca o jornalismo de games acima de qualquer suspeita.
Ao todo foram seis matérias geniais, todas falando da posição da mulher dentro desse misterioso mercado. Ora como profissionais, ora como jogadoras. A presença da figura feminina ganhou as páginas das mais diversas formas.
Você já parou para pensar na maneira como as mulheres são retratadas dentro dos jogos? E da sua atuação nas empresas que desenvolvem games? E dentro dos MMOs? São muitas vertentes a serem analisadas e discutidas.
Para algumas meninas o fato dos jogos serem, quase que em sua totalidade, direcionados ao público masculino pode não incomodar. Entretanto outras mulheres, com as quais compartilho a opinião, não concordam com a situação.
Assim como sou totalmente contra a “cultura da bunda”, na qual o que importa é ter um corpo escultural e um bom gingado – se é que entendem -, não me sinto confortável ao jogar um game onde mulheres só aparecem como coadjuvantes peitudas e gostosas.
Peraí, sejamos sensatos! Por que uma protagonista feminina não pode ser líder em uma missão? Os machistas dirão que temos uma “Lara Croft” (que cada dia ganha mais curvas e perde roupas), os sexistas dirão que meus argumentos são de uma nata feminista. Entretanto não dá para deixar passar despercebido o fato de personagens mulheres sempre aparecem como “dançarinas de axé” ou “mangá”. Porque quando não somos retratadas como gostosas, ganhamos cara de criança, e isso é bem verdade!
Enfim, fica aberta a discussão.
O que a indústria de games pode fazer para tornar-se mais próxima do público feminino?
“Free tampons in the ladies’ room? Yeah. I went there”, Julianne Greer, Editora Executiva da revista The Escapist.

Girl Power
Crédito / Foto: Reprodução – The Escapist
Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria Tags:Depois da tempestade vem a bonança, já dizia o antigo provérbio. E para a Nintendo não foi diferente.
Após perder mercado para a Sony e ser considerada por alguns como uma empresa de games ultrapassada, eis que surge o renascimento.
Com uma estrela no comando e idéias geniais na cabeça, a empresa japonesa deu a volta por cima e começou 2006 a todo o vapor.
O grande sucesso Nintendo DS, cuja segunda versão, o DS Lite, vendeu 136,500 unidades em apenas dois dias no Japão, se firmou como um produto de sucesso e colocou novamente o nome da multinacional na mídia.
New Super Mario Bros., game para o portátil, alcançou a marca dos 1,25 milhão de cópias em duas semanas e fez ressurgir dos enormes jardins de cogumelo o baixinho bigodudo mais simpático do mundo dos games.
Mas o mais genial é ver como Shigeru “sorridente” Miyamoto passou de ícone gamer para empresário de sucesso. A revista Exame, por exemplo, consagrou o designer como “Steven Spielberg” dos jogos eletrônicos.
Engraçado mesmo foi escutar de uma amiga que cursa Administração que o material, publicado recentemente no site da revista, foi utilizado como referência para um trabalho acadêmico.
E ele não fala inglês. Pelo menos foi o que me contou um amigo que já teve o prazer de conversar com a figura. Segundo o colega, Miyamoto sempre concede entrevistas acompanhado de um intérprete. Demais, não?
Quando recebi a notícia de que cobriria a E3 em Los Angeles a primeira coisa que veio a minha cabeça foi a interjeição: “C******, vou ver o Miyamoto de perto!!!!”. E olha que nunca fui “nintendista” ou qualquer coisa do gênero. Para se ter uma idéia, nem um DS eu tenho.
E chegou o grande dia. Depois de enfrentar um taxista tarado e chegar ao Kodak Theater chorando – essa é uma longa história -, consegui ver – não tão de perto – Miyamoto. Genteeeeeeeeeeeee, ele não é um holograma. O japa (com todo o respeito) é de carne e osso. Fantástico!!!
Tá, tá, tá! Na festa da Nintendo, na qual entrei graças a cara-de-pau de ótimos amigos (viva ao Viliegas!), pude ter certeza de que ELE era real. Quando vi um japonesinho feliz passando junto de seu inseparável amigo “leopardo” (outro dia reservo para o post as “fofocas” do mundo dos games), corri atrás e, como quem não quer nada, esbarrei em seu braço. Tudo bem que ele não respondeu nada que pudesse significar alguma coisa, mas o sorriso em troca do meu “I’m so sorry” valeu a aventura.
Deixando a empolgação “fangirl” de lado, o que é relevante para quem joga e para quem escreve sobre – meu caso – é que após alguns anos de estiagem, chegou a vez da Nintendo botar para quebrar.
Mesmo sem Wii (pelo menos até outubro), a multinacional japonesa vem fazendo uma bela campanha, acertando em cheio o mercado e mostrando para a concorrência que ousadia ainda pode funcionar como uma ótima arma de markleting.

Shigeru Miyamoto
Crédito/foto: Gamasutra
Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria Tags:Sexta-feira começa oficialmente a Copa do Mundo, mas a grande surpresa é que nos games a festa já está rolando há algum tempo.
Tendo em vista a movimentação prevista para esta época, EA e Konami, produtoras de FIFA World Cup e World Soccer Winning Eleven 10, respectivamente, vêm fazendo um “auê” com suas simulações mundo afora desde o inicio do ano.
E o mais engraçado é reparar o favoritismo do Brasil nessas franquias. Em Winning Eleven 10, Zico, ex- jogador brasileiro e atual técnico da seleção japonesa, ganhou posição de rei e aparece na capa do jogo. Mas isso não é só. O ex-meia também é dono da frase em português “Uma jogada pode mudar o mundo” exibida logo no CG (apresentação) do game.
Outra evidência da influência tupiniquim na versão “virtual” do esporte inglês tornou-se óbvia para mim durante a E3. Na revista diária E3 DAILY, distribuída para todos os visitantes da feira, boa parte dos screenshots publicados de FIFA World Cup mostravam a seleção brasileira de alguma maneira.
É uma festa “verde amarelo” sem tamanho. No começo da semana foi divulgada uma nota sobre o jogo da EA na qual o país foi novamente citado. A publisher, utilizando sua engine, simulou uma Copa do Mundo e a final foi entre – adivinhem – Brasil e Republica Tcheca. A surpresa: os tchecos levaram a taça.
E a relação brasileiros e games de futebol não pára por aí. Enquanto a equipe de Parreira não entra em campo literalmente, os jogadores aproveitam para treinar – e de quebra, se divertir – com partidas virtuais.
Ontem a agência “CBF News” publicou uma notícia que falava exatamente sobre o momento de descontração da seleção. Na noite dessa terça-feira toda a equipe resolveu aliviar a tensão “pré-Copa” jogando FIFA (ou Winning Eleven?…tsc). De acordo com a nota, os organizadores do torneio foram o volante Emerson, um viciado em videogame, e o atacante Robinho.
Para alguns essa overdose verde amarela pode até encher o saco, mas para outros o momento não poderia ser mais propício. E falo isso com conhecimento – e estudo – de caso. Quando joguei pela primeira vez o Winning Eleven 10 escolhi, logo de cara, a seleção brasileira. A intenção, claro, era entrar no clima de um jeito ou de outro. E vejam bem: eu ODEIO futebol. Imaginem, agora, aquele cara cuja cueca é do Corinthians!
Anyway, enquanto o Brasil não entra, definitivamente, no mapa de negócios de gigantes multinacionais (entenda-se Sony e Nintendo) e publishers renomadas, vamos nos contentando com screenshots e participação ativa em engines “futebolísticas”. É pouco, concordo, mas melhor que nada, né?

A Copa do Mundo é deles, lá, lá, lá