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30/03/2006 - 21:51

O que faz um jogo ser tão bom

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Há diversas hipóteses, suposições, indagações e opiniões a considerar quando o assunto é a qualidade de um game. Alguns preferem FPS, outros MMOG; há ainda quem se divirta com um simples webgame. Mas como classificar um jogo como o “melhor do mundo”?

Eu costumo analisar três coisas básicas: gráficos – a primeira impressão é a que fica, não adianta fazer rodeios -, jogabilidade e trilha sonora.

Quem disser que tais preferências pessoais não influenciam na hora de chegar a uma conclusão, desculpe, está mentindo. Não há como negar a predisposição a curtir determinados títulos.

É claro que quando você está fazendo um review de um jogo profissionalmente, outros pontos devem ser destacados. A usabilidade, tantas vezes confundida com a jogabilidade, deve ser analisada, assim como outras particularidades da obra.

Tomemos como exemplo a dona Renata aqui. Sempre olho feio para jogos para PC. O título pode ser promissor, a critica pode jogar baldes de mel, o mundo pode falar bem, entretanto, para mim, basta precisar do teclado para o game já começar em débito.

É uma injustiça com determinados títulos, eu concordo, mas é uma questão de gosto pessoal. É óbvio que quando tenho de fazer reviews de jogos para PC, toda a imparcialidade que aprendi na faculdade de Jornalismo (sic) vem à tona. Bom senso para aceitar que um jogo é bom, indiferente a plataforma que pertence, é o mínimo exigido de um profissional que ganha o pão fazendo isso.

Também não vou negar que, apesar do teclado imprescindível (bah), alguns games me cativaram bastante. A qualidade “do conjunto” não pode ser colocada à prova por um capricho qualquer.

Voltei recentemente a jogar Gof Of War – sei que é uma vergonha não ter terminado esse game ainda, mas trabalhar com jogos implica em não ter tempo para jogar (contraditório ou não, é essa nossa dura realidade) – e percebi que para esse título ser perfeito, basta ser anunciada uma seqüência (ops, isso aconteceu há alguns dias durante a Game Developers Conference).

Tudo em GOW é de altíssima qualidade. Dos gráficos a jogabilidade, passando pelo roteiro e pela refinadíssima trilha sonora, esse jogo enche os olhos até de quem nunca se interessou em mitologia grega. Não foi à toa que o game faturou prêmios e foi aclamado pela critica.

Mas será que God Of War seria tão bom se fosse adaptado para PC? Impossível prever! O que adianto é que alguns títulos têm o pai que merecem.


Kratos, o anti-heroi de God Of War

De louco todo mundo tem um pouco

Você sabia? Kratos pode ser uma farsa! Pelo que tudo indica o verdadeiro “Deus da Guerra” é de carne e osso e pode estar vivendo entre nós. Duvida? Clique aqui e acesse o site Yo soy Kratos.


O verdadeiro, será?

Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria Tags:

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4 comentários para “O que faz um jogo ser tão bom”

  1. Mile disse:

    Mew na boa…esse kra eh mto novo pra ter sido um grande guerreiro de mtos anos atras,de seculos atras.
    Ele,vivendo entre nos?O.o
    na boa…não me convenceu muito,talvez ele quissesse ser o kra, ou senao tem uma personalidade parecida.Mas nao eh ele.
    Se fosse,que q ele estaria fazendo aki agora?

  2. bbb disse:

    vvvvvvv

  3. Geraldo Figueras disse:

    Realmente, God of War é impecável. E já que tá valendo opiniões, até acho que ele faria sucesso no PC, mas para um outro público. Afinal, público de PC tende a ser bem diferente do público dos consoles (e consequentemente, dos portáteis).

  4. Nat disse:

    ois,não é verdade não!!Pelo menos eu acho…Mamdem-me mensagens no meu hotmail,é só colocar o seu e-mail que eu respondo todo final de semana.Estou procurando amigos estou necessitada de alguns.Há e eu odeio o orkut…

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