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07/02/2006 - 02:47

Brincando de James Bond

Vamos jogar limpo! Quem aqui nunca sonhou em ser James Bond? Investigar crimes, vasculhar provas, enfrentar “bandidões”, procurar pistas; ser um investigador, sem dúvida alguma, é uma das profissões que mais habitam o imaginário das crianças, antes mesmo de médico e astronauta.

E foi assim, viajando na mente da molecada, que David Cage escreveu e dirigiu Fahrenheit. Na América o game é conhecido como Índigo Prophecy, um nome bastante diferente se comparado ao de batismo europeu.

O enredo, em sua essência é bastante simples: ele conta a história de um rapaz, que após ser atormentado por forças estranhas, passa a assassinar pessoas. O ato sempre acontece quando Lucas Kane, nome do protagonista, entra em transe, ou seja, ele nunca sabe ao certo o que realmente acontece no momento em que sai de si.

E se a intenção de David Cage era transformar o jogo em um filme interativo, certamente, ele acertou o alvo. Os cortes remetem ao cinema, assim como a história, que segue um roteiro completo com começo, meio e fim.

O game possui um sistema auto-save, ou seja, não é necessário achar qualquer área especifica para salvar o jogo. Todas as características de um filme são absorvidas, desde a sonoplastia, que segue a mesma linha dos longas de suspense, até a tecla “Rec”, exibida no canto direto da tela, como se estivesse sendo gravado todo o gameplay.

Os controles possuem adaptação rápida e a jogabilidade é simples. O tutorial é perfeito: Cage, o diretor, é quem se encarrega de explicar os comandos; um robô é utilizado como “cobaia” durante o treinamento.

Logo de cara você controla Lucas kane, mas depois ficam ao seu dispor Carla Valenti, a investigadora do caso, e Tyler Miles, seu comparsa.

Os botões analógicos são os mais utilizados. Entre uma missão e outra as teclas R1 e L1 também ajudam na performance e são indispensáveis.

Muitos diálogos fazem parte da trama e dão um ar “sério” para a obra. Uma das características principais de Fahrenheit é não estar entre a enorme gama de games de “mata-mata”, tão comuns nos dias de hoje.

Índigo Prophecy, como é conhecido por aqui, foi bastante elogiado pela crítica e chegou a liderar o ranking de jogos mais criativos de 2005, de acordo com veículos de imprensa especializados.

Durante as missões, mini-jogos, ou puzzles para quem preferir, dão o ar da graça e exigem total concentração. O sistema lembra o Genius, clássico brinquedo da década de 80. O objetivo é acertar o lado no qual determinada cor brilha. Em um primeiro momento, a mecânica parece ser bastante simples, mas quando a velocidade começa a pegar, garotas “desastradas” como eu sentem uma considerável dificuldade em acertar a cor certa no lugar indicado.

Enfim, experimentem e depois me contem o que acharam!


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Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria Tags:

23 comentários para “Brincando de James Bond”

  1. adriana celly disse:

    eu quero saber como eu jogo esse jogo voce pode me ensinar por favor
    eu te agradeço

  2. Bruna Cáceres disse:

    oi gente eu nunca joguei este jogo mas deve ser legal…bjuss

  3. aninha disse:

    nunca joguel mas deve ser legal

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