Brincando de James Bond
Vamos jogar limpo! Quem aqui nunca sonhou em ser James Bond? Investigar crimes, vasculhar provas, enfrentar “bandidões”, procurar pistas; ser um investigador, sem dúvida alguma, é uma das profissões que mais habitam o imaginário das crianças, antes mesmo de médico e astronauta.
E foi assim, viajando na mente da molecada, que David Cage escreveu e dirigiu Fahrenheit. Na América o game é conhecido como Índigo Prophecy, um nome bastante diferente se comparado ao de batismo europeu.
O enredo, em sua essência é bastante simples: ele conta a história de um rapaz, que após ser atormentado por forças estranhas, passa a assassinar pessoas. O ato sempre acontece quando Lucas Kane, nome do protagonista, entra em transe, ou seja, ele nunca sabe ao certo o que realmente acontece no momento em que sai de si.
E se a intenção de David Cage era transformar o jogo em um filme interativo, certamente, ele acertou o alvo. Os cortes remetem ao cinema, assim como a história, que segue um roteiro completo com começo, meio e fim.
O game possui um sistema auto-save, ou seja, não é necessário achar qualquer área especifica para salvar o jogo. Todas as características de um filme são absorvidas, desde a sonoplastia, que segue a mesma linha dos longas de suspense, até a tecla “Rec”, exibida no canto direto da tela, como se estivesse sendo gravado todo o gameplay.
Os controles possuem adaptação rápida e a jogabilidade é simples. O tutorial é perfeito: Cage, o diretor, é quem se encarrega de explicar os comandos; um robô é utilizado como “cobaia” durante o treinamento.
Logo de cara você controla Lucas kane, mas depois ficam ao seu dispor Carla Valenti, a investigadora do caso, e Tyler Miles, seu comparsa.
Os botões analógicos são os mais utilizados. Entre uma missão e outra as teclas R1 e L1 também ajudam na performance e são indispensáveis.
Muitos diálogos fazem parte da trama e dão um ar “sério” para a obra. Uma das características principais de Fahrenheit é não estar entre a enorme gama de games de “mata-mata”, tão comuns nos dias de hoje.
Índigo Prophecy, como é conhecido por aqui, foi bastante elogiado pela crítica e chegou a liderar o ranking de jogos mais criativos de 2005, de acordo com veículos de imprensa especializados.
Durante as missões, mini-jogos, ou puzzles para quem preferir, dão o ar da graça e exigem total concentração. O sistema lembra o Genius, clássico brinquedo da década de 80. O objetivo é acertar o lado no qual determinada cor brilha. Em um primeiro momento, a mecânica parece ser bastante simples, mas quando a velocidade começa a pegar, garotas “desastradas” como eu sentem uma considerável dificuldade em acertar a cor certa no lugar indicado.
Enfim, experimentem e depois me contem o que acharam!

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games a loucura

eu quero saber como eu jogo esse jogo voce pode me ensinar por favor
eu te agradeço
oi gente eu nunca joguei este jogo mas deve ser legal…bjuss
nunca joguel mas deve ser legal