2006 fevereiro | Game Girl
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Arquivo de fevereiro, 2006

21/02/2006 - 18:23

Quer saber TUDO sobre games? Clique aqui!

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Que maravilha viver neste mundo globalizado, onde basta dar um “google” – imagine que hoje google virou sinônimo das palavras buscas e/ou pesquisa – em qualquer assunto para que um rio de informações saltem da modesta tela do computador.

Nada de bibliotecas empoeiradas – quem tem rinite alérgica agradece – ou documentos caindo aos pedaços, desatualizados e deteriorados pelo tempo. Com o advento da World Wide Web, a maravilhosa rede de computadores, se tornar perito em qualquer assunto especifico virou moleza.

Mas como filtrar esse mundo de informações, jogadas sem censura alguma, a qualquer curioso de plantão? Taí o mapa do tesouro. Para não cair nas “lendas da internet” (quem se lembra daquela que dizia que o msn se tornaria um serviço pago?) é preciso muito cuidado na hora de assinar embaixo de qualquer notícia, documento ou estudo. E isso se estende também ao games, evidentemente.

Para não cair de gaiato e sair mandando spams e mensagens via IM para toda a lista de amigos a respeito do último lançamento para Playstation 3 (alguns juram que o amigo no Japão já adquiriu um console; é sério!), basta utilizar como referência os melhores sites de games da web. Ficou curioso? Veja a lista abaixo e se delicie!

GameSpot: Sim, sou suspeita para falar. O GameSpot, do grupo de mídia CNET, é um oásis na rede. Considerado um dos melhores sites totalmente direcionados a cultura gamer, o conteúdo é divino, bem escrito, apuradíssimo e de altíssima qualidade. Lá você encontra de tudo: matérias, previews, podcastings, vídeos reviews, colunistas geniais. Vale MUITO a pena conferir.Vai lá e veja com seus próprios cliques.

GameFAQs: Também do grupo CNET (olha o monopólio norte-americano), o site reúne todos os cheat codes do mundo. Não há jogo difícil ou fase intransponível para quem conhece o GameFAQs. Duvida? Clique aqui e tire suas próprias conclusões.

The Escapist: A melhor revista digital de games sem a menor sombra de dúvidas. A linguagem, muito voltada ao conceito do novo jornalismo, dá um gás àqueles que já se cansaram de termos técnicos, comuns em textos sobre assuntos relacionados a jogos eletrônicos. Clique aqui e pegue – de graça – a sua. Dica: baixe TODAS as edições. As matérias são sempre maravilhosas.

Joystiq: Isso mesmo. Esse é com “q” e não com “ck”, como de costume. Esse MEGA blog traz tudo, absolutamente tudo sobre games. Desde dados de mercado até curiosidades bizarras, passando por coberturas de eventos a boatos, alguma vezes, um tanto quanto estranhos. E detalhe: o “bichinho” é atualizadíssimo. Conheça o Joystiq, você não irá se arrepender!

Guardian Unlimited- Gamesblog: E não foi que os games ocuparam lugar de destaque na edição online do conceituado jornal inglês “The Guardian”? O blog, atualizado diariamente, traz noticiais e artigos de opinião muito legais para quem se amarra em cultura gamer. Dá uma passadinha por e deixe um comentário.

Enfim, isso é só um pouco (um pouquinho mesmo) do que podemos achar na rede. Quando sobrar um tempinho, coloco mais algumas dicas bacanas para quem curte passar algumas horinhas imerso em um mundo de mentira (muito mais legal do que esse de verdade com shows do Franz Ferdinand e do U2 lotados). Buááá!

bmezine.com

Coisas de Joystiq, sabe?

Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria Tags:
14/02/2006 - 22:15

Happy Valentine’s Day

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Hoje é comemorado na América do Norte o Valentine’s Day, algo como o nosso dia dos namorados. E exatamente para entrar na onda de romance que decidi, no post de hoje, lembrar, não de todos, mas dos principais casais dos games.

E não vá pensando você que a onda da “paixonite” começou com Final Fantasy e suas apresentações dignas, não de uma, mas de várias lágrimas. Desde que os games são games que o amor corre solto entre pixels e fases, lutas e finais felizes. Basta pegar o Mario e sua doce Princesa Peach como exemplo. O baixinho bigodudo bom de briga sempre dedicou suas mais incríveis manobras em pró de sua querida princesinha.

O clima “ploft-ploft” também invadiu o mais clássico de todos os jogos: o PacMan. A bolinha amarela comedora de bolachas ganhou um par à altura e desde que conheceu sua Ms.PacMan passou a olhar os fantasmas espertalhões com outros olhos.

Claro que não podemos esquecer de Link e Zelda, um dos “casais” mais famosos do mundo dos games. Billy Lee e Marian, do Double Dragon, também não podem ficar fora da lista. Para quem não sabe, Marian era tão genial que até o irmão de Lee ficou de quatro pela garota.

Guy, de Final Fight, também caiu na rede e entregou seu coração para a filha de Hagar, enquanto o policial Max Payne quase se enrolou todo ao se apaixonar por Mona Sax.

E a Carla de Indigo Prophecy, coitada. Não só ficou caidinha pelo misterioso Lucas, como engravidou do rapaz. É, alguns games retratam exatamente os conflitos da vida real.

Como para o amor não há limites, gênero e nem preconceitos, Hanna e Rain de Fear Effect Retro Helix merecem destaque. Embora as garotas nunca tenha sido flagradas juntas, o romance sempre existiu, mesmo que sutilmente, entre uma trama e outra.

Eu, particularmente, prefiro os encontros e desencontros de Final Fantasy. Ah, não há como negar: o casal mais lindo de todos os tempos é Tifa e Cloud, do episódio VII. Alguns preferem Rinoa and Squall, do FFVIII, mas não consigo imaginar história mais comovente do que a das crianças que cresceram juntas e se apaixonaram quando adultas. Eu recomendo! Assistam ao filme Final Fantasy VII: Advent Children e vejam o porquê de toda minha admiração pelo “casal 20″ ;-)

Ai, ai, o amor é lindo, não é mesmo?


Final Fantasy VII: Advent Children

Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria Tags:
07/02/2006 - 02:47

Brincando de James Bond

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Vamos jogar limpo! Quem aqui nunca sonhou em ser James Bond? Investigar crimes, vasculhar provas, enfrentar “bandidões”, procurar pistas; ser um investigador, sem dúvida alguma, é uma das profissões que mais habitam o imaginário das crianças, antes mesmo de médico e astronauta.

E foi assim, viajando na mente da molecada, que David Cage escreveu e dirigiu Fahrenheit. Na América o game é conhecido como Índigo Prophecy, um nome bastante diferente se comparado ao de batismo europeu.

O enredo, em sua essência é bastante simples: ele conta a história de um rapaz, que após ser atormentado por forças estranhas, passa a assassinar pessoas. O ato sempre acontece quando Lucas Kane, nome do protagonista, entra em transe, ou seja, ele nunca sabe ao certo o que realmente acontece no momento em que sai de si.

E se a intenção de David Cage era transformar o jogo em um filme interativo, certamente, ele acertou o alvo. Os cortes remetem ao cinema, assim como a história, que segue um roteiro completo com começo, meio e fim.

O game possui um sistema auto-save, ou seja, não é necessário achar qualquer área especifica para salvar o jogo. Todas as características de um filme são absorvidas, desde a sonoplastia, que segue a mesma linha dos longas de suspense, até a tecla “Rec”, exibida no canto direto da tela, como se estivesse sendo gravado todo o gameplay.

Os controles possuem adaptação rápida e a jogabilidade é simples. O tutorial é perfeito: Cage, o diretor, é quem se encarrega de explicar os comandos; um robô é utilizado como “cobaia” durante o treinamento.

Logo de cara você controla Lucas kane, mas depois ficam ao seu dispor Carla Valenti, a investigadora do caso, e Tyler Miles, seu comparsa.

Os botões analógicos são os mais utilizados. Entre uma missão e outra as teclas R1 e L1 também ajudam na performance e são indispensáveis.

Muitos diálogos fazem parte da trama e dão um ar “sério” para a obra. Uma das características principais de Fahrenheit é não estar entre a enorme gama de games de “mata-mata”, tão comuns nos dias de hoje.

Índigo Prophecy, como é conhecido por aqui, foi bastante elogiado pela crítica e chegou a liderar o ranking de jogos mais criativos de 2005, de acordo com veículos de imprensa especializados.

Durante as missões, mini-jogos, ou puzzles para quem preferir, dão o ar da graça e exigem total concentração. O sistema lembra o Genius, clássico brinquedo da década de 80. O objetivo é acertar o lado no qual determinada cor brilha. Em um primeiro momento, a mecânica parece ser bastante simples, mas quando a velocidade começa a pegar, garotas “desastradas” como eu sentem uma considerável dificuldade em acertar a cor certa no lugar indicado.

Enfim, experimentem e depois me contem o que acharam!


Estrelas são estrelas no cinema ou nos games.
Carla Valenti foi “scaneada” pela Playboy no
mês de outubro e levou os apaixonados por…
games a loucura

Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria Tags:
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