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24/01/2006 - 01:32

Muito bom, né? (com sotaque japonês)

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Eles dominaram o pedaço. Chegaram de mansinho, como quem não quer nada, e simplesmente viraram referência quando o assunto é games. Não adianta competir. Alguns até conseguem lutar de igual para igual, mas no final, quando a criatividade e a originalidade são colocadas à prova, são os japoneses que saem na frente. Seja pela tecnologia de ponta, seja pela disciplina.

Desde que a Nintendo dominou o mercado de consoles o Japão abriu os olhos para uma nova oportunidade de negócio que, na época, ainda caminhava a passos curtos. Embora o primeiro jogo para computadores tenha sido desenvolvido em 1958, nos Estados Unidos, foi só na década de 80 que eles se tornaram populares a ponto de invadirem, definitivamente, as casas das famílias.

É difícil entender o porquê do Japão se destacar tanto nesse segmento. Muito se deve a cultura, evidentemente, mas outros fatores também influenciaram para o que os games se tornassem tão fortes na terra do sol nascente. Hoje, os jogos eletrônicos ganharam tal espaço que é difícil imaginar a cultura nipônica sem eles.

Recentemente a revista “Made in Japan”, da editora JBC Brasil, comemorou sua edição número 100 listando cem motivos pelos quais amamos o Japão. Entre gueixas, sashimis e bonsais, lá estavam os games, cheios de resplendor e tão importantes quanto qualquer outra expressão cultural. Segundo a revista, o mercado consumidor japonês é tão grande que muitos jogos sequer saem da ilha.

Talvez os jogos eletrônicos tenham feito o caminho inverso do cinema. Enquanto Hollywood exportava filmes para todo o mundo, o Japão aprimorava-se e exportava games. Hoje isso já começou a mudar. Os Estados Unidos têm se mostrado forte e, graças a uma aliada chamada Microsoft, pode mudar completamente o cenário nos próximos anos. E com o cinema não é diferente. Os filmes orientais estão cada vez mais presentes no Ocidente e tem servido de referência à sétima arte mundial. Prova disso foi a capa da revista Bravo!, Editora Abril, do mês de dezembro. A influente publicação dedicou um espaço nada modesto ao “novo cinema do oriente” e chegou a mencionar que as obras vindas do outro lado do mundo são as mais inquietantes e originais da atualidade.

Certamente seria uma loucura colocar aqui, pelo menos, 25% dos games produzidos no Japão que conquistaram os de olhinhos abertos. Faltaria espaço, tempo e saco de vocês, blogueiros, para ler tantos nomes. De qualquer forma alguns jogos recentes merecem destaque:

Winnin Eleven – Konami: A Electronic Arts que me desculpe, mas essa série é incrível mesmo para garotas como eu que ODEIAM futebol.

MogiMogi – Esse jogo é contemporâneo e mostra como originalidade não tem limite. Em MogiMogi itens virtuais são escondidos em um mapa GPS e podem ser adquiridos por meio do celular.

Killer 7 – Capcom: Amado por alguns, odiado por outros. Apesar das opiniões diversas o game merece nossa admiração pela ousada jogablilidade e pelos gráficos diferentes.

Fatal Frame – Tecmo: O que dizer de uma franquia que mistura interação e terror japonês?

Mario Bros – Nintendo: Esse dispensa comentários. Só para lembrar: Super Mario Bros, do NES, foi eleito o melhor jogo de todos os tempos pela revista Electronic Gaming Monthly, em sua edição comemorativa de número 200.

We Love Katamari – Namco: Depois de Katamari Damacy não tinha como ser diferente. Quem jogou afirma: “Nada é tão divertido como rolar uma bola”.

Chulip – Natsume: Esse não chegou aqui e nem deve aparecer tão cedo. O “simulador de beijos” representa muito bem a gama de jogos bizarros típicos do Japão.


Objetivo de Chulip: Beijar, beijar e beijar.
Nada mal, né?

Autor: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria Tags:

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31 comentários para “Muito bom, né? (com sotaque japonês)”

  1. bruna carolina cardo disse:

    oi vc gosta disso

  2. gigica disse:

    oi eu queroro jogar como eu vasso

  3. dani disse:

    todos amam katamari
    let’s roll!

  4. CAROLZINHA disse:

    amei a muito igual a mim

  5. carla disse:

    Eu adorei a sua ideia

  6. Erica disse:

    eu nunca bejei!Mais acho q é´mto bom!

  7. gabi disse:

    amei igual a mim

  8. Karlinha Bonitinha disse:

    BJÁ JÁ É BOM,SE EU JOGÁ ISSO VÔ FIKÁ C/ ÁGUA NA BOCA!!!PÔ ISSO NAUM É RECOMENDADO PARA MIM!NÉ?

  9. nathalia gibbin disse:

    gostei achei interessante mas nada a comentar

  10. marcelo naleto garri disse:

    ghbh dfhdchcçlshy 658454582

  11. hg disse:

    noss q romantico

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