Muito bom, né? (com sotaque japonês)
Eles dominaram o pedaço. Chegaram de mansinho, como quem não quer nada, e simplesmente viraram referência quando o assunto é games. Não adianta competir. Alguns até conseguem lutar de igual para igual, mas no final, quando a criatividade e a originalidade são colocadas à prova, são os japoneses que saem na frente. Seja pela tecnologia de ponta, seja pela disciplina.
Desde que a Nintendo dominou o mercado de consoles o Japão abriu os olhos para uma nova oportunidade de negócio que, na época, ainda caminhava a passos curtos. Embora o primeiro jogo para computadores tenha sido desenvolvido em 1958, nos Estados Unidos, foi só na década de 80 que eles se tornaram populares a ponto de invadirem, definitivamente, as casas das famílias.
É difícil entender o porquê do Japão se destacar tanto nesse segmento. Muito se deve a cultura, evidentemente, mas outros fatores também influenciaram para o que os games se tornassem tão fortes na terra do sol nascente. Hoje, os jogos eletrônicos ganharam tal espaço que é difícil imaginar a cultura nipônica sem eles.
Recentemente a revista “Made in Japan”, da editora JBC Brasil, comemorou sua edição número 100 listando cem motivos pelos quais amamos o Japão. Entre gueixas, sashimis e bonsais, lá estavam os games, cheios de resplendor e tão importantes quanto qualquer outra expressão cultural. Segundo a revista, o mercado consumidor japonês é tão grande que muitos jogos sequer saem da ilha.
Talvez os jogos eletrônicos tenham feito o caminho inverso do cinema. Enquanto Hollywood exportava filmes para todo o mundo, o Japão aprimorava-se e exportava games. Hoje isso já começou a mudar. Os Estados Unidos têm se mostrado forte e, graças a uma aliada chamada Microsoft, pode mudar completamente o cenário nos próximos anos. E com o cinema não é diferente. Os filmes orientais estão cada vez mais presentes no Ocidente e tem servido de referência à sétima arte mundial. Prova disso foi a capa da revista Bravo!, Editora Abril, do mês de dezembro. A influente publicação dedicou um espaço nada modesto ao “novo cinema do oriente” e chegou a mencionar que as obras vindas do outro lado do mundo são as mais inquietantes e originais da atualidade.
Certamente seria uma loucura colocar aqui, pelo menos, 25% dos games produzidos no Japão que conquistaram os de olhinhos abertos. Faltaria espaço, tempo e saco de vocês, blogueiros, para ler tantos nomes. De qualquer forma alguns jogos recentes merecem destaque:
Winnin Eleven – Konami: A Electronic Arts que me desculpe, mas essa série é incrível mesmo para garotas como eu que ODEIAM futebol.
MogiMogi – Esse jogo é contemporâneo e mostra como originalidade não tem limite. Em MogiMogi itens virtuais são escondidos em um mapa GPS e podem ser adquiridos por meio do celular.
Killer 7 – Capcom: Amado por alguns, odiado por outros. Apesar das opiniões diversas o game merece nossa admiração pela ousada jogablilidade e pelos gráficos diferentes.
Fatal Frame – Tecmo: O que dizer de uma franquia que mistura interação e terror japonês?
Mario Bros – Nintendo: Esse dispensa comentários. Só para lembrar: Super Mario Bros, do NES, foi eleito o melhor jogo de todos os tempos pela revista Electronic Gaming Monthly, em sua edição comemorativa de número 200.
We Love Katamari – Namco: Depois de Katamari Damacy não tinha como ser diferente. Quem jogou afirma: “Nada é tão divertido como rolar uma bola”.
Chulip – Natsume: Esse não chegou aqui e nem deve aparecer tão cedo. O “simulador de beijos” representa muito bem a gama de jogos bizarros típicos do Japão.

Objetivo de Chulip: Beijar, beijar e beijar.
Nada mal, né?

oi vc gosta disso
oi eu queroro jogar como eu vasso
todos amam katamari
let’s roll!
amei a muito igual a mim
Eu adorei a sua ideia
eu nunca bejei!Mais acho q é´mto bom!
amei igual a mim
BJÁ JÁ É BOM,SE EU JOGÁ ISSO VÔ FIKÁ C/ ÁGUA NA BOCA!!!PÔ ISSO NAUM É RECOMENDADO PARA MIM!NÉ?
gostei achei interessante mas nada a comentar
ghbh dfhdchcçlshy 658454582
noss q romantico