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03/07/2009 - 14:47

Sonho de consumo

Eu nunca fui fã de carro. Adoro dirigir, mas esse negócio de sair por aí procurando vaga para estacionar enche o saco. Legal é na Europa, onde os carros pequenininhos são baratos e você consegue estacioná-los em qualquer canto.

Vejam vocês esses Mini Coopers customizados pelo artista Matt W Moore, de Portland, em parceria com o The Cool Hunter. Fofeletes, não?

Moore esteve no Brasil há algumas semanas para mostrar seu trabalho lá na Livraria POP, em São Paulo. Suas obras são sempre muito simétricas, coloridas e cheias de referências a Pop Art de Andy Warhol. SUCESSO! O portifólio do moço inclui Wired, Citroen, Microsoft, Guardian etc. O rapaz não é fraco, não.

Cem carros fazem parte dessa série. Eu quero!

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Eu sei que este não é um blog veterinário, mas como não vivo sem bichos de estimação, gostaria de incentivar a adoção. A Prefeitura de São Paulo colocou fotinhos de cães e gatos que estão aguardando por um dono lá no Centro de Controle de Zoonoses. Sobrando um tempinho, dê uma olhadinha!

Enviado por: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria Tags relacionadas:
02/07/2009 - 20:30

Entrevista: Maurice Benayoun

Artista francês fala sobre a sua participação em exposição de games

O artista francês Maurice Benayoun, pioneiro na utilização de novas mídias em seus trabalhos, é um dos convidados para a mostra “Gameplay”, evento organizado pelo Itaú Cultural, que começa nesta semana, em São Paulo.

Um dos primeiros “mídia-artista” de sua geração, Benayoun vem ao Brasil com a instalação “World Skin”, de 1997, considerada um marco na história da arte e tecnologia. Suas obras exploram a potencialidade dos meios digitais e já foram premiadas em diversas exposições no mundo inteiro.

Crédito: Christina Rufatto

Milu Villela, Maurice Benayoun e Gilbertto Prado no coquetel de abertura da mostra GamePlay

Conversamos com Benayoun por e-mail, horas antes do coquetel de abertura da mostra “Gameplay”, que aconteceu na última quarta-feira. O bate-papo você confere logo abaixo:

Renata Honorato: Essa é a primeira vez que você vem ao Brasil?

Maurice Benayoun - Estive aqui a primeira vez para o Emoçao Art.ficial, em 2002, como palestrante. Algumas pessoas devem lembrar-se da minha participação quando fingir “ser alguém” e expliquei porque meu trabalho não era sério.

RH: Como a cultura gamer pode contribuir para a arte contemporânea?

MB: Não somente a cultura gamer, mas a exploração de novos caminhos na criação de uma narrativa. Isso já foi visto antes. Assim como o cinema foi a arte dominante no século 20, o videogame será a arte dominante do século 21. Sua nova maneira de contar histórias e sua proposta vanguardista, onde a pessoa atua como um visitante e não um espectador, está começando uma grande mudança na narrativa. Os “serious games” estão introduzindo significado à experiência e criando situações para viver no lugar de objetos para ver. Quando comecei a trabalhar com tecnologias próximas aos games (realidade virtual, imagem e som em tempo real, interação, imersão, dinâmica de espaço e narrativa…) o jornal francês Le Monde chamou a minha obra “Is God Flat?”, de 1994, de “primeiro game metafísico da história”.

RH: Quais tecnologias você usou em “World Skin, a Photo Safari in the Land of War”? Quanto tempo gastou nesse projeto?

MB: A primeira versão foi realizada em uma caverna (um quarto virtual imersivo composto de um cubo com projeções que se moviam) com um computador enorme, o SGI ONYX. O custo desse equipamento, na época, foi de quase US$ 1 milhão. Ele me ajudou a mostrar esse trabalho em vários países do mundo, embora já tivesse exibido o projeto antes mesmo de possuir esse equipamento.

A segunda versão utiliza um PC, um projetor estereoscópico, um sistema estéreo 4.0 (quatro canais de áudio onde os alto-falantes são posicionados em quatro cantos de uma sala) - produção de Jean-Baptiste Barrière -, e um sistema que utiliza Wii Remote, webcam e LED (Diodo Emissor de Luz). Máquinas fotográficas SLR (Single-lens reflex) ficam à disposição dos visitantes.

RH: Paris é um ícone das artes na Europa. Como é a cena da arte contemporânea e como os novos artistas têm trabalhado com a tecnologia e a influência da game arte?

MB: Eu acho que a nova geração nasceu com os videogames; eles não se sentem como estranhos nesse novo cenário cultural.

RH: Você está trabalhando em alguma coisa nova?

MB: Eu estou trabalhando em alguns novos projetos. Uns são parte da série “Mechanics of Emotions”. Depois de “Emotional Market”, “Emotion Vending Machine” - que vende as emoções do mundo criando ringtones - e “Still Moving”, eu trabalho agora na “Emotional Forecast”. Estou envolvido também em um projeto de uma rede social e game chamada “Last Life”. Trata-se de uma grande instalação urbana como a “NeORIZON”, exibida em outubro em Xangai. Outro projeto envolve o aumento da realidade de um telescópio sobre o Arco do Triunfo, em Paris.

RH: Quais são suas expectativas para essa mostra brasileira?

MB: Essa é minha primeira exposição na América do Sul. Eu estou contente em conhecer pessoas, a cidade (não o país, ainda) e também estou feliz em ver de perto todos os novos trabalhos que refletem uma visão específica de mundo e do que a arte pode (ou poderia) ser.

Mais: Itaú Culural recebe mostra de game arte

Enviado por: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria Tags relacionadas:
02/07/2009 - 20:10

Arena News e Top 10!

Divirtam-se!!! lol

Top 10 - Jogos para adultos

Arena News

Enviado por: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria Tags relacionadas: ,
30/06/2009 - 18:17

Ícone dos games

Não sei vocês, mas quando ouço a palavra “games” sempre lembro de algum personagem, som, estética etc. Esses ícones acionam alguma tecla mágica no meu cérebro e, automaticamente, me recordo de alguma madrugada passada em claro, tentando fechar um jogo qualquer.

Claro que essa sensação não é só minha e é justamente por isso que o blog de variedades Bspcn.com listou os 5 maiores ícones dos games. Eu concordo com todos e ainda adicionaria mais alguns. Se liga aí:

- Controle do NES


O joystick, em minha opinião, só fica atrás mesmo do controle do Atari. Sua popularidade fez que com que um “emulador” invadisse o cool iPhone. Vocês já viram?

- The Space Invader


Haha! Não há como desvencilhar esse desenho pixelado dos games. Até meu pai sabe do que estou falando quando do ladindo de uma nota há essa ilustração.

- Bloco do Tetris

Taí. Você conhece alguém neste mundão que NUNCA na vida tenha jogado Tetris? Eu não!

- Mario


O Mario, sem dúvida, é o encanador mais famoso do mundo. Tenho certeza que nem Miyamoto desconfiava dessa sua gigantesca popularidade.

- Pacman

Você costumava jogar fliperama ou teve um Atari? Bom, nem preciso dizer nada, né?

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Ícones, segundo a moça aqui:

- Josystick do Atari

Tenho certeza que você já quebrou - ou quase - um controle jogando “Decathlon”.

- Sonic

Sem essa de ignorar o porco-espinho ouriço azul que ficava fulo da vida quando você demorava para jogar. Vocês lembram daquela última fase contra o Dr. Robotnik, né?

- Hadouken

Ah, vai, do que você lembra quando escuta essa palavrinha aí?

- Pong

O primeiro, pai de todos!

- “Desliga isso, por que faz mal para a ‘vista’”


Toda mãe da década de 70/80 usava essa desculpa para fazer seus pimpolhos desligarem o videogame e a TV.

Fui!

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29/06/2009 - 12:13

A nova Lara

Lara Croft é sem dúvida a heroína mais importante dos jogos eletrônicos. Protagonista da franquia “Tomb Raider”, lançada originalmente em 1996, a garota que frequenta há anos o imaginário gamer passou por muitas transformações desde a sua estreia nos videogames.

Para mostrar um pouco dessas mudanças, responsáveis pela erotização de um personagem até então pixelado, o fã da Lara Croft “Nicobass” fez uma comparação divertida entre a versão atual e a versão antiga da heroína.

O site/fórum Destructoid, onde as ilustrações de “Nicobass” foram publicadas primeiramente, chegou a chamar a Lara velhinha de “bobble head” (bonecos cabeçudos e caricatos, geralmente encontrados em lojas de souvenir).

Via Destructoid

Enviado por: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria Tags relacionadas:
26/06/2009 - 14:37

Game Over: Michael Jackson

Como todos já sabem (segundo a reportagem do NYT, o triste evento foi um marco na história da internet por conta da tamanha troca de informações), o Rei do Pop Michael Jackson faleceu nessa quinta-feira. O astro, que por conta da fama protagonizou e participou de diversos games, ganhou uma homenagem super bonita no “site-amigo” Gamerview. Passa lá!

Enviado por: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria Tags relacionadas:
26/06/2009 - 14:30

Dinheiro, poder e mulheres

Haha! Okay, embora não concorde com a premissa, vejam esta imagem. D-E-M-A-I-S :-)

Enviado por: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria Tags relacionadas:
25/06/2009 - 17:51

I Got Next

Você consegue imaginar como seria um documentário sobre o game “Street Fighter IV”? Eu não!

Bom, Ian Cofino, o diretor de “I Got Next”, ficaria feliz em saciar nossa feroz curiosidade. O estudante da Purchase College, School of Art and Design, nos Estados Unidos, começou o seu documentário como um projeto de conclusão de curso e, mais tarde, transformou-o em algo muito maior.

O filme, que tem ganhado espaço na mídia por conta do seu assunto “peculiar”, é baseado em torneios reais de “Street Fighter IV” e, segundo o diretor, não pode ser considerado uma obra sobre games e sim sobre pessoas.

A primeira exibição pública de “I Got Next” foi realizada em maio. A estreia do filme acontece na próxima sexta-feira, às 20h00 EST (Eastern Standard Time), na UfragTV.

O site oficial do documentário traz o trailer e também algumas informações adicionais. Dá uma olhada lá!

Enviado por: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria Tags relacionadas:
24/06/2009 - 18:21

Como seria se o Pac-Man tivesse um Twitter?

MUITO bom!

Via Begod

Enviado por: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria Tags relacionadas:
24/06/2009 - 14:46

Videogame Junky

Claro que você aí do outro lado já deve ter escutado alguma coisa sobre o vício em games. O assunto, que vez ou outra invade as páginas dos jornais e, principalmente, os telejornais norte-americanos, rende pano para manga e gera muita discussão entre as empresas desenvolvedoras, que produzem os jogos, e os pais, que ficam preocupados com o tempo que seus filhos passam em frente à TV e computador.

O assunto é sério e cabe aos veículos de comunicação e aos órgãos específicos analisar caso a caso, com responsibilidade, para que os jogos não sejam transformados em vilões. No entanto, o que se vê por aí, é exatamente o contrário. As reportagens têm usado de maneira exacerbada o sensacionalismo e contribuído para que os jogos caiam, sim, no ostracismo da marginalidade.

Okay. Okay. Já chega de papo cabeça por hoje, né? Para dar aquela animada na semana (afinal, meu inferno astral acabou e meu ano, finalmente, começou oficialmente), nada como uma “playlist” divertida com os melhores surtos nervosos envolvendo games. A-D-O-R-O!

Menino “bem louco”, fulo da vida, após sua querida mãe cancelar a conta do “World of Warcraft” (o pior surto nervoso, em minha opinião).

Mesmo nos tempos mais remotos do Game Boy, os surtos nervosos já eram vistos pelos pais com bastante estranhesa.

Um exemplo perfeito de uma reportagem bizarra onde até um suicídio é associado a um jogo: o “Everquest”.

Juro que tentei contar a quantidade de fu#$%, mas me perdi antes mesmo dos 30 segundos.

Enviado por: Renata Honorato - Categoria(s): Sem categoria Tags relacionadas:
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