Fim da linha

Contra o Parma de Giovinco, Chivu voltou a fracassar. O romeno é o destaque negativo da terrível fase da Inter
No guia da rodada, este blogueiro disse que os favoritos deveriam confirmar as expectativas para continuar na luta por seus objetivos. De minhas três apostas para o sábado, porém, duas fracassaram. Inter e Roma perderam e deram adeus às pretensões de scudetto e Liga dos Campeões, respectivamente. A atual pentacampeã ficou a oito pontos de distância do líder Milan e o novo time de Thomas DiBenedetto estacionou a quatro pontos da rival Lazio, que tem um jogo a menos.
O fracasso mais “clamoroso”, como dizem os italianos, é o da Inter. A Beneamata perdeu quatro dos últimos cinco jogos que disputou, dois deles pela Serie A, o que tira do time qualquer esperança de alcançar o Milan. A queda para o Parma escancarou os problemas físicos dos jogadores de Leonardo: no lance que gerou o gol de Giovinco, Zanetti, Lúcio e Cambiasso chegaram atrasados; quando Amauri matou o jogo, todo o meio-campo apenas assistiu à jogada.
Em casa, a Roma também passou vergonha. Com a ex-presidente Rosella Sensi ocupando o lugar de sempre no estádio, o time voltou a “romar”: vencia com tranquilidade, teve duas chances de matar o jogo, levou o empate, teve outras duas chances, e levou a virada. Nada como algo tão comum na Era Sensi marcar o início dos anos norte-americanos. Totti, De Rossi, Taddei e Riise foram os poucos a se salvar. Ménez voltou a ser irritante, Pizarro errou mais que o normal e Vucinic foi vaiado pela torcida que habitualmente o adora. Depois da troca societária, chegará a hora de mudar o espírito.