Amigos, amigos. Negócios incluídos
O Bari, rebaixado da Serie A, está com dificuldades para pagar salários. O trimestre janeiro-março só foi acertado na quarta-feira. Semana passada, a diretoria pediu para que os jogadores topassem reduzir seus salários pela metade. Só 11 aceitaram: Gillet, Rivas, Álvarez, Parisi, Donati, Galasso, Gazzi, Codrea, Glik, Langella e Andrea Masiello. Uma economia de 2 milhões de euros ao clube.

De malas prontas para a Fiorentina, Barreto perderá um mês de férias
Foram 14 negativas: gente como Almirón, Ghezzal, Raggi, Belmonte e o brasileiro Barreto. Pois o Bari resolveu “agradecê-los”, pressionando para que topem a redução salarial. Quem aceitou a proposta já será liberado para as férias na próxima segunda-feira, depois da última rodada da Serie A. Quem a recusou, terá de treinar todos os dias em pelo menos um turno, até 30 de junho.
Parece piada, mas não é. Claudio Garzelli, diretor geral do Bari, confirmou a ação da equipe e negou que seja o ato seja uma punição. “É a simples observância dos contratos”, ironizou. Quem faltar a estes treinos poderá ser processado e sofrer alguma punição da FIGC, a federação italiana. O atacante húngaro Rudolf, um dos poucos destaques do time na temporada, será o primeiro. Ele já faltou ao treino de ontem e Garzelli anunciou que o clube tomará suas providências.
Talvez seja meio tarde para tomar medidas drásticas, depois do leite derramado. Vocês acham que o clube está agindo corretamente?