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segunda-feira, 14 de março de 2011 Arsenal, Curiosidades, Jogadores | 21:38

Mexeu no vespeiro

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Lehmann e Almunia se cumprimentam na final da Champions de 2006: tempo em que Don-Don jogava no Andaraí

A contratação de Jens Lehmann pelo Arsenal parece questão de tempo. Quando a BBC anuncia o acerto iminente, a tendência é o negócio se confirmar, até pela pública intenção do goleiro. Aos 41 anos, o alemão deve abandonar a vida de aposentado e atender ao chamado de Arsène Wenger, que se viu sem alternativas a Almunia. Os poloneses Fabianski e Szczesny não retornam tão cedo. Mannone foi emprestado ao Hull City e poderia ser chamado de volta, mas também está lesionado.

Em cinco anos de casa, Lehmann conquistou a Premier League de forma invicta em 2004, a FA Cup em 2005 e, como protagonista, uma inédita vaga na final da Champions em 2006. A história no clube é de sucesso, e a relação com Wenger, muito boa. Se de fato acertar, Lehmann será o segundo jogador recontratado pelo técnico no Arsenal. O primeiro foi o zagueiro Sol Campbell, que, na temporada passada, chegou como opção a Gallas e Vermaelen.

Tecnicamente, não dá para fazer tantas ressalvas. A temporada final no Arsenal e o risco de resgatar a carreira após nove meses sugerem o contrário, mas Lehmann deve ter algum tempo de treinamento, é ídolo e aparece como um paliativo “de confiança”. O problema é o vestiário. Embora tenha a experiência de um tempo bom para o clube, o goleiro desenvolveu um relacionamento bem difícil com Manuel Almunia. No último ano do alemão no Emirates, os dois disputaram posição e trocaram farpas regularmente.

O titular Lehmann começou 2007-08 falhando e se lesionou logo em agosto. Almunia entrou em seu lugar e, incrivelmente, foi bem. Era o estopim. Veja a compilação de frases dos meses seguintes. O levantamento é do Arsenal FC Blog:

Quem volta: o Lehmann de raiz, que adora uma confusão, ou alguém disposto a buscar o título?

Lehmann, a 6/9: “Só não volto se ele (Almunia) for um superman e pegar tudo”

Lehmann, a 9/9: “Ouvi Almunia dizer que merece o número 1, mas até agora ele não ganhou sequer um jogo importante para o Arsenal”

Almunia, a 27/9: “Sou o número 1 agora e me vejo como o melhor goleiro. Este é o meu momento e não vou deixá-lo escapar”

Lehmann, a 13/10: “Ele diz que é o melhor, mas só joga porque eu me lesionei. Acho esses comentários desrespeitosos”

Em abril de 2008, Almunia, que realmente virou a primeira opção de Wenger, admitiu a situação extrema. “Eu sei que ele me odeia. Nós nem sequer conversamos. Mas não me importo mais. Trabalho sempre com Mannone e Fabianski, que são melhores que ele”, revelou ao Guardian.

A titularidade do espanhol e o mau relacionamento levaram o alemão ao Stuttgart. Sem a convivência diária, tudo ficou mais tranquilo. Lehmann até elogiou Almunia algumas vezes. Hoje, já manifestou a intenção de ajudar o antigo desafeto, que obviamente será o titular. Há quem diga que pior do que ‘tá não fica, mas o jovem James Shea, que já treinou com a seleção inglesa e ficou no banco contra o Manchester United, poderia cobrir a lacuna e evitar um trololó desnecessário.

Autor: Daniel Leite Tags: , , , , , , , , ,

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011 Arsenal, Copas Europeias | 21:35

O Arsenal não é mais o mesmo

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Quem foi ao Emirates saiu de lá com a sensação de que muita coisa mudou em relação a 2010. Não se trata de uma pobre comparação entre a vitória de hoje e o empate da temporada passada. O Barcelona fez de novo o Arsenal se sentir visitante na própria casa em boa parte do encontro, mas o abismo entre os dois na posse de bola (61% para os blaugranas) diz muito apenas sobre o primeiro tempo. Na metade final do segundo, quando os Gunners já dominavam ligeiramente as ações, Arsène Wenger mudou ao recuar Nasri e Fàbregas para abrir espaço a mais jogadores de ataque. Com uma ajudinha de Pep Guardiola, que decidiu trocar Villa por Keita, conseguiu o inimaginável: sufocar o Barça e virar o jogo em cinco minutos.

Dá filme: O curioso caso de Jack Wilshere, veterano aos 19 anos e um mês

Contudo, ele não chegou lá apenas por ter pensado certo. A substituição-chave (Song por Arshavin) ajudou, mas o Arsenal foi muito mais atuante do que nas quartas do ano passado porque está diferente. Apesar dos recorrentes deslizes, o time desta temporada é forte e chegou mais encorpado ao confronto. Se em 2010 precisou de muita sorte para empatar por 2 a 2 em casa e sucumbiu diante de Messi na Catalunha, desta vez não roubou o favoritismo culé, mas já pode desafiar Guardiola e seus amigos. Por quê?

Porque o Arsenal tem Wilshere, um veterano de 19 anos que acertou todos os (24) passes que arriscou no primeiro tempo. Jack já é um dos melhores volantes do mundo. Ele estava no Bolton enquanto os Gunners caíam no Camp Nou. Hoje, é pura classe e um dos mais importantes fatores na volta dos contra-ataques letais.

Porque van Persie não apenas deixou o Departamento Médico, mas também voltou a ser um atacante de mão cheia, que finaliza bem de qualquer jeito. O gol à Maicon contra a Coreia do Norte prova que o holandês está saudável (bem como Fàbregas) e pegando fogo.

Porque o polonês Wojciech Szczesny, além de ter nome indigesto, parece ser grande goleiro. O que era um equívoco monumental de Wenger (manter o elenco de arqueiros com Almunia, Fabianski e Mannone) acabou, pelas linhas tortas da contusão do compatriota Fabianski, abrindo espaço ao jovem de 20 anos.

Porque o elenco, saudável em sua maioria, oferece mais variáveis a Wenger. Nasri, que começou a temporada à direita, foi deslocado ao outro lado para que Walcott fosse titular. Hoje, ele saiu de lá no segundo tempo e foi centralizado (e recuado) para criar. Avançando no contra-ataque, ajudou a arquitetar o gol de Arshavin. Os três meias, que nem sempre estão na mesma linha, são o ponto forte do esquema.

Porque o time tem mais identidade e caráter. Por exemplo, Clichy bobeou de forma retumbante no gol de Villa ao não acompanhar o movimento da linha de defensores, mas se recuperou ao fazer assistência sensacional a van Persie. O personagem Fàbregas, que apareceu ofensivamente ao iniciar o contra-ataque do segundo gol, foi muito bem cortando bolas lá atrás, especialmente quando Wenger precisou retraí-lo um pouco para abrir o time. O gol da vitória, por sinal, teve assistência do melhor jogador do clube na temporada, Nasri, ao homem que ele relegou ao banco, Arshavin.

E, finalmente, não porque a defesa continua fraca. “Volta, Vermaelen!”, dizem em Londres. Para compensar, o grande zagueiro do Barça, Gerard Piqué, está fora do segundo jogo.

Anyway, fica a imagem de um grande time, ainda sujeito a lapsos, mas que se mostrou pronto para reagir contra o melhor conjunto do mundo. E que vai lutar muito pela ainda difícil classificação.

Autor: Daniel Leite Tags: , , , , , , , , , , , ,

sexta-feira, 2 de abril de 2010 Sem categoria | 16:12

SEM FABREGAS

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Fabregas: contusão deve ter começado no jogo contra o Birmingham (foto AP)

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Diferentemente de Rooney, a situação de Fabregas é mais delicada. Foi constatada uma fissura na(quele osso que era macho e se chamava perônio, mas agora trocou de sexo e se chama) fíbula da perna direita e o espanhol deve ficar de fora de todo o resto da temporada. No entanto, para a Copa do Mundo, Fabregas deverá estar em condições de jogo.

Aliás, não tive tempo de falar sobre o jogo Arsenal 2 x 2 Barcelona. Que jogo, não? Muitos jornalistas disseram que o Barça deveria ter goleado pelas inúmeras chances criadas no 1º tempo, mas o que eu vi foi um empate heróico dos Gunners. Um time que é engolido pelo Barcelona, leva dois gols e, ainda assim, consegue se reerguer e empatar a partida merece elogios.

Fabregas mostrou a raça que tem. Não se importou com o jogo seguinte e nem com a Copa do Mundo. Simplesmente queria jogar – já estava desapontado o suficiente por receber o cartão amarelo que o tirava do jogo de volta. Profissional que é, ao se machucar, deveria sair de campo, deixar sua equipe com dez (as três substituições já haviam sido feitas) e se poupar. Mas se arrastou por mais alguns minutos até o fim do jogo. Esse garoto de apenas 22 anos acumulou mais alguns pontos para se tornar uma lenda dos Gunners.

Theo Walcott, que entrou aos 21’ do 2º tempo e mudou a partida, deu sua visão bem moderna da partida: “Em certos momentos, era como se alguém estivesse controlando os jogadores do Barcelona no Playstation 3. Foi fantástico assistir”.

Gallas e Arshavin, outros dois que saíram machucados da partida, devem ficar de fora por cinco e três semanas respectivamente.

No momento, o Arsenal tem no departamento médico: Aaron Ramsey, Robin Van Persie, Johan Djourou, Kieran Gibbs, Cesc Fabregas, Andrey Arshavin e William Gallas.

HENRY
Foi de arrepiar a recepção de Thierry Henry pela torcida do Arsenal. O francês entrou no 2o tempo e o estádio inteiro não só aplaudiu, mas mostrou faixas e bandeiras em sua homenagem. Ao final da partida, mais aplausos. Henry jogou oito temporadas pelo Arsenal e é o maior artilheiro da história do clube com 226 gols em 369 jogos. Not bad, huh?

Henry: de volta pra casa (foto AP)

Autor: rogerioandrade Tags: , , , , , , ,

domingo, 31 de janeiro de 2010 Sem categoria | 22:54

MAN UNITED FANTÁSTICO

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Rooney, Nani e Park (comemorando o terceiro), os três que balançaram as redes (foto AFP)

Rooney, Nani e Park (comemorando o terceiro), os três que balançaram as redes (foto AFP)

 

A tecnologia 3D não poderia ter escolhido jogo melhor para estrear. Que partida de futebol! Parece que foi um massacre do Manchester United, mas contando as oportunidades de gol de cada equipe deu empate (14 x 14). A pontaria dos Gunners estava péssima. Já o Manchester acabou acertando até quando (Nani) errou (o cruzamento).

E como tem acontecido todo ano, os garotos de Arsene Wenger se encolhem na hora das grandes decisões. Novamente faltou elenco. Sem Van Persie e Eduardo, e com Bendtner ainda sem ritmo de jogo, o time jogou só com o pequeno (em estatura) Arshavin na frente. Como bem lembrou o Dantas nos comentários do post abaixo, Wenger disse no começo da temporada, com o time jogando muito e marcando gols, que não entendia por que as pessoas pediam para ele comprar, comprar… Chegou a hora de dizer: está vendo por quê?

AS CHANCES:

2 – Arshavin chuta para fora

6 – Fletcher cruza, Gallas corta

7– Nani cruza, Song corta

8 -  Escanteio e Denílson quase marca contra. Nasri salva em cima da linha.

12 – Contra-ataque puxado por Arshavin. O russo mesmo chuta para fora.

20- Contra-ataque puxado por Fabregas. Arshavin erra o chute e Fabregas quase consegue dominar para marcar.

26 – Rooney consegue chutar de dentro da área, Almunia defende.

27 – Nani consegue o chute, mas vai para fora.

28 – Nani recebe dentro da área e o chute é bloqueado por Vermaelen.

GOOOL!
32 – Nani marca, sem querer, é verdade, mas depois de fazer uma jogada sensacional. O português se livrou de dois marcadores, driblou Denílson e tentou cruzar, mas a bola tocou na mão de Almunia e entrou.

GOOOL!
36 – Fabregas chuta e Brown salva com Van der Sar batido. Na sequência, contra-ataque fulminante. A defesa roubou a bola de Gallas aos 36:09. Aos, 36:10, Park toca de primeira para Rooney. O atacante gira e aos 36: 14, toca para Nani perto do circulo central. O português dispara, espera Rooney se aproximar e, aos 36:21, rola por entre a zaga para a conclusão do inglês. O chute sai aos 36:22, colocado no canto de Almunia. De uma área a outra em doze segundos! Sensacional! Foi o 100º gol de Rooney na Premier League.

37 – Arshavin perde grande chance dentro da área.

40 – Rooney ganha de Song na raça, cruza e Nani, livre, conclui para fora.

46- Song entra trombando e chuta para fora.

SEGUNDO TEMPO:

49 – Rooney chita de fora da área, Almunia defende.

GOOOL!
51 – Denilson mata errado a bola na intermediária do Manchester aos 51:20. Em toques de primeira, de Carrick, para Rooney, para Carrick, para Park. Novamente doze segundos depois, o coreano faz o terceiro dos Red Devils.

53 – Fabregas chuta de fora da área e a bola passa perto.

56 -  Fabregas de novo da entrada da área. Van der Sar defende.

57 – Song chuta para fácil defesa de Van der Sar

59 – Arshavin cruza de bicicleta, Song mata no peito e chuta para fora. 

63 – Outro chute de Fabregas. Para longe.

74 – Contra-ataque puxado por Rooney. Ele vai sozinho, dribla Eboue e chuta para fora.

GOOOL!
79 – Vermaelen pega o rebote na entrada da área e marca com ajuda de um desvio.

83 – Almunia erra o chutão no pé de Nani, mas o português desperdiça.

85 – Vermaelen vai de novo para a área e consegue o cabeceio. Evra tira em cima da linha.

89 – Outro cruzamento, a bola sobra para Gallas, sozinho dentro da pequena área e o francês manda para fora.

93 – Chance tripla para o Manchester. Valencia decide cruzar em vez de chutar, Berbatov perde o gol, e Rooney pega o rebote mas manda para fora.

JOGO HISTÓRICO
Esse foi o primeiro evento esportivo transmitido em 3D no mundo, mas apenas alguns pubs selecionados de Londres, Manchester e algumas outras cidades do Reino Unido puderam usufruir da nova tecnologia (nova em jogos de futebol, claro). A transmissão fazia parte de um teste da  SkySports, que pretende lançar um canal exclusivo de eventos em 3D até o final do ano. Abaixo, um pub de Londres e as câmeras da Sky.

Britain 3D Soccer Broadcast

BRITAIN SOCCER PREMIER LEAGUE

 

Manchester City 2 x 0 Portsmouth
E no jogo entre o clube mais rico e o mais pobre da Premier League, deu a lógica. No entanto, surpreendentemente, o Portsmouth atuava melhor até Adebayor marcar seu primeiro gol depois do ataque que sua seleção sofreu às vésperas da Copa Africana de Nações. Logo em seguida, Kompany fez 2 x 0 e aí acabou.
 

Adeba não comemorou. E aquele uniforme do James. Que coisa! (foto AP)

Adeba não comemorou. E aquele uniforme do James. Que coisa! (foto AP)

Autor: rogerioandrade Tags: , , , ,

quinta-feira, 1 de outubro de 2009 Sem categoria | 10:32

WENGER, 13 ANOS

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arrival
Wenger em sua chegada ao Highbury, em 1996 (meio Caetano, né?) (foto reuters)

Hoje, ARSENE WENGER completa 13 anos no comando do Arsenal e bate o recorde do clube de permanência no cargo que antes pertencia ao inglês George Allison no longínquo período de 1934 a 1947.

Arsene Wenger  sucedeu o escocês Bruce Rioch, que havia ficado um ano no cargo entre 1995 e 1996. O diário Evening Standard deu as boas-vindas ao técnico francês com uma manchete que ficou famosa: “Arsene Who?”. Wenger era totalmente desconhecido do público inglês e ao assumir o Arsenal se tornou o primeiro técnico de fora do Reino Unido a dirigir o clube. É também o único técnico não britânico a ganhar um Double (Liga e FA Cup na mesma temporada), feito conseguido duas vezes, em 1998 e 2002.

Wenger sabia que não teria vida fácil na Inglaterra. A pressão seria grande por ser estrangeiro e desconhecido, mas logo no primeiro ano já mostrou seu valor levando o Arsenal à terceira colocação no campeonato, perdendo a vaga da Champions League para o Newcastle no saldo de gols. Entretanto, no ano seguinte, nem o mais fanático torcedor do Arsenal poderia sonhar com o que viria. Os Gunners conquistariam o Double pela primeira vez desde 1971 e Wenger passaria a ser idolatrado pela torcida.

invincible
A taça de 2003/2004, conquistada
sem uma única derrota (foto Reuters)

Wenger, que completará 60 anos no próximo mês, já conquistou três títulos ingleses, incluindo um invicto de 2003-2004, e quatro FA Cups, mas não vê uma taça desde 2005.

Títulos à parte, Wenger será sempre lembrado por ter transformado o “Boring Arsenal”, como sempre foi conhecido o time do norte de Londres, no time que sempre joga um futebol técnico e vistoso, embora nem sempre vença. A política de contratação de jovens talentos também é sua marca registrada.

Abaixo, as melhores contratações do francês:

NICOLAS ANELKA
Comprado por: £500,000
Jogos/gols: 65/23
Vendido por: £22.5 milhões para o Real Madrid

EMMANUEL ADEBAYOR
Comprado por: £3m
Jogos/gols: 104/46
Vendido por: £25 m para o Manchester City

MARC OVERMARS
Comprado por: £7m
Jogos/gols: 100/25
Vendido por: £25m para o Barcelona

KOLO TOURE
Comprado por: £150,000
Jogos/gols: 225/9
Vendido por: £15m para o Man City

PATRICK VIEIRA
Comprado por: £3.5m
Jogos/gols: 279/29
Vendido por: £13.7m para o Juventus

THIERRY HENRY
Comprado por: £10.5m
Jogos/gols: 254/174
Vendido por: £16.1m para o Barcelona

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terça-feira, 11 de agosto de 2009 Sem categoria | 09:01

ARSENAL

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Cidade: Londres
Fundação: 1886
Apelido: The Gunners
Estádio: Emirates Stadium
75 Drayton Park, Islington, N5 1BU
Capacidade: 60.432
Tamanho do gramado: 105 × 68 m

Estrelas: Fabregas, Van Persie, Arshavin, Theo Walcott
 
Fique de olho: Jack Wilshere

Brazucas: Eduardo da Silva e Denílson

Quem chegou: Thomas Vermaelen (Ajax, £10)

Quem saiu: Emmanuel Adebayor (Man City) £25m, Kolo Toure (Man City) £14m, Amaury Bischoff (liberado)

Técnico: Arsene Wenger (FRA)

Apostas pagam: 10-1

Temporada passada:
Premiership: 4º
FA Cup: semifinal
Carling Cup: quartas
Liga dos Campeões: semifinal

Títulos:
Premiership: 13
FA Cup: 10
Copa da Liga: 2
Liga dos Campeões: vice
UEFA Cup: 1
Recopa: 1

 

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segunda-feira, 20 de julho de 2009 Sem categoria | 00:42

ADEBAYOR, ADEBAYOR…

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… give him the ball and he’ll score.

A música vai ser cantada agora pela torcida do Manchester City. O Arsenal vai embolsar a quantia de £25 mi pelo togolês, e este terá seu salário dobrado para £170 mil por semana (R$ 2,3 mi por mês). Levando em conta que na temporada passada ele foi bastante criticado por sua falta de comprometimento com a equipe, parece que a torcida não vai sentir sua falta tanto assim. O problema é que Arsene Wenger já declarou que não vai usar o dinheiro para ir atrás de outro atacante.


- Aí, chefia, tô indo nessa. Te vejo por aí.

O City, por sua vez, já torrou por volta de £80m nessa janela. Agora, além de Adeba, o técnico Mark Hughes conta com um exército de atacantes: Robinho, Bellamy, Bojinov, Benjani, Caicedo e mais os recém-contrados Roque Santa Cruz e Carlitos Tevez.

A boa notícia para os Gunners é a volta de Tomas Rosicky. O meia tcheco estava fora do futebol havia 18 meses e fez seu retorno ao time no último dia 18, em um amistoso contra o Barnet. Wenger confessou que chegou a achar que Rosicky não voltaria mais os futebol de tão complicada que foi sua recuperação da cirurgia no joelho. 

 

Autor: rogerioandrade Tags: , ,

domingo, 19 de abril de 2009 Sem categoria | 11:07

DÉJÀ VU

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Walcott abre o placar por volta dos 15′ de jogo para o Arsenal. O Chelsea empata ainda no 1º tempo. E eis que Drogba, a seis minutos do final, faz o gol da vitória para o time azul. Não estou estou falando sobre o jogo de ontem, somente. As duas primeiras frases também se referem a final da Carling Cup de 2007.

Na época, embora a vitória tenha sido do Chelsea, o que mais se comentava era a ótima performance do jovem time do Arsenal e o brilhante futuro que tinham pela frente. Com essa eliminação de ontem da FA Cup, o brilho desse futuro fica adiado um pouco mais. Talvez ainda para esta temporada. O time de Wenger pega o Manchester United pelas semis da Champions League. Tarefa difícil, mas não impossível.

Aliás, por incrível que pareça, a dificuldade em vencer o tradicional torneio inglês hoje é praticamente a mesma de conquistar o maior torneio europeu. Três dos participantes de ambas as semis são os mesmos. A diferença é que a FA Cup tem o Everton e a Champions tem o Barcelona. Pensando bem, é uma baita diferença.

Ontem Wembley viu um confronto de opostos. O Arsenal com um time jovem (média de 23 anos) e um técnico há muito tempo no cargo (aproximadamente 4562 dias). Já a média de idade do Chelsea é de 28 anos e o técnico treina o time há apenas 77 dias. O que isso quer dizer? Bem, com o resultado na mão, podemos dizer que a experiência do Chelsea superou a juventude dos Gunners e possibilitou que um técnico com pouco tempo de casa conseguisse impor sua filosofia, bla, bla, bla… Se a vitória fosse do Arsenal, a explicação seria que Wenger colhe hoje os frutos que plantou há alguns anos, que  tem o time na mão, que soube aliar juventude e disciplina tática, blá, blá, blá… A verdade é que o Lampard decidiu o jogo com dois lançamentos precisos para finallizações de Malouda e Drogba, finalizações essas que talvez tivessem desfechos diferentes caso Almunia estivesse no lugar do goleiro polonês Fabianski.


Lampard esteve impecável (foto AP)

Se Frank Lampard se preocupasse em fazer um currículo para sair por aí procurando emprego, certamente o atualizaria com um DVD do jogo de ontem. Como se não bastasse os lançamentos para os dois gols, Lampard foi um gigante no meio campo, marcando e roubando bolas. Merecia ter feito um golzinho.

Hiddink mostrou a sua admiração por Alex e começou o jogo com o brasileiro em vez do (ex?) titular Ricardo Carvalho. E Alex não decepcionou.

O que me surpreendeu foi Arshavin no banco. Como pode um jogador como ele ser desprezado pelo técnico? Mas vendo a escalação dos Gunners também não encontrei um lugar para ele. Não dava para tirar Diaby ou Denilson para colocar o russo. Van Persie, Adebayor, Walcott e Fabregas também não. Portanto…


O romântico Drogba decidiu de novo (foto AFP)


Malouda, nem tão romântico assim, empatou a partida (foto AFP)

GRAMADO
“Quando você constrói um estádio com essa quantidade de dinheiro e, ainda assim, não tem um gramado, é risível. Esse gramado é uma desgraça”, assim Arsene Wenger deu seu parecer sobre o  “tapete” de Wembley.

O gramado realmente tem sido ponto fraco do novo estádio. No jogo de ontem, a TV mostrou várias vezes inúmeros tufos de grama descolados. Coincidência ou não, nenhum dos três gols saiu em jogadas totalmente pelo chão. No gol do Arsenal, um sem-pulo Walcott, e nos do Chelsea, dois lançamentos longos de Lampard.

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009 Sem categoria | 01:04

PERDER GOL DÁ AZAR

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Van Persie comemorando seu gol ou reclamando de Bendtner (foto AFP)

ARSENAL 1 x 0 ROMA
O árbitro autorizou o início da 2ª etapa. Van Persie e Nasri não perceberam que seu time tinha apenas nove homens em campo e deram a saída. Alguns segundos depois, a dupla de zaga Toure/Gallas saiu do túnel correndo. Toure entrou direto e levou amarelo. Gallas, mais contido, esperou a autorização do juiz na beira do gramado.

Wenger explicou ao final da partida que tudo aconteceu por causa de uma superstição de Toure. O marfinês precisa sempre ser o ÚLTIMO a entrar em campo. Como Gallas estava recebendo cuidados médicos e demorou para colocar a chuteira e as faixas, Toure ficou esperando.

Levando em conta que Toure acabou entrando ANTES de Gallas, e que na segunda etapa, apesar da grande superioridade do Arsenal, o time não conseguiu marcar mais gols, fica comprovada a eficiência da superstição de Toure. É óbvio que se o Gallas tivesse entrado antes de Toure, os Gunners iriam para Roma com uns 4 x 0 na bagagem.

Enfim, o placar foi mínimo, o golzinho de pênalti de Van Persie foi o máximo que o ataque do Arsenal conseguiu fazer - sejamos sinceros, acho que nem pênalti foi. Sem Adebayor e Eduardo, Bendtner foi o encarregado de ajudar Van Persie na frente, aí já viu. O dinamarquês perdeu três gols feitos, um porque matou errado, outro porque chutou errado e outro porque passou em vez de chutar. Eboue também desperdiçou um presentão da defesa da Roma chutando para fora. O time de Wenger poderia (e merecia) ter saído do Emirates com uma vantagem um pouco maior. Não sei não, esse negócio de perder muito gol dá azar.


O Arsenal reinicia a partida com oito na linha (Almunia está fora do vídeo). Toure e Gallas (vestindo a camisa) saem do vestiário apressados

 

Autor: rogerioandrade Tags: , , , , , , ,

domingo, 9 de novembro de 2008 Sem categoria | 00:02

ARSENAL VIVO

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- Merci Beaucoup, Nasri! Você livrou minha cara (foto AFP)

ARSENAL 2 x 1 MANCHESTER UNITED
Jogaço, pra variar. Quando todo mundo pensava que o Arsenal estava morto, eis que o técnico francês Arsene Wenger utiliza os serviços de um compatriota para dar a volta por cima. Obviamente o nome do jogo foi Samir Nasri com seus dois gols. Mas vou dar uma brasucada aqui e destacar a perfomance de Rafael da Silva. Ele entrou no lugar de Gary Neville – aliás, por que não criam um cargo para o Neville na diretoria do Manchester e deixam ele encerrar a carreira em paz? – e jogou como se fosse um Ryan Giggs. Como se não bastasse, ainda marcou o gol da sua equipe. E mais, foi um belíssimo gol. O garoto pegou um rebote, matou no peito e mandou o chute de pé esquerdo, sem defesa para o goleiro do Arsenal. Não sei, não, mas acho que em duas temporadas esse moleque estará em condições de brigar por vaga na lateral da Seleção Brasileira. Pode até disputar a Copa. Denilson também fez um partidaço. O cara é onipresente em campo. Impressionante.

Jogo de gigantes é assim, tem superstar nas tribunas: Bono Vox (foto AP)

Autor: rogerioandrade Tags: , , , ,

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