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Posts com a Tag Rio Ferdinand

quinta-feira, 26 de maio de 2011 Barça x United, Copas Europeias, Man Utd | 15:02

Rumo a Wembley: Defesa que ninguém passa

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♫ Amigos para sempre é o que nós iremos ser / na primavera ou em qualquer das estações ♫

Fora de Old Trafford, ninguém passa. Muito por conta de sua defesa, o Manchester United é o único invicto da Liga dos Campeões. O Barcelona, rival da decisão, perdeu uma vez, para o Arsenal no Emirates. O United marcou 18 gols e sofreu quatro, todos em casa. Com quatro gols, o artilheiro é Chicharito, seguido de perto (acredite) por Anderson, autor de três. Giggs tem quatro assistências e lidera o time no quesito.

Ainda que o sorteio da fase de grupos tenha favorecido o United, a campanha não começou bem. E o empate por 0 a 0 nem foi a pior parte do insosso encontro com o Rangers em Manchester. Antonio Valencia teve o tornozelo fraturado e perdeu seis meses da temporada.

O time se recuperou do revés no compromisso mais complicado da chave. A jogada do saudoso Macheda, concluída por Chicharito, garantiu a vitória por 1 a 0 em Valencia. Os espanhóis pressionaram bastante, mas Vidic e Ferdinand já davam sinais de que não cederiam facilmente fora de Old Trafford.

Num intervalo de 12 dias, viriam duas partidas contra o Bursaspor, de alguma forma campeão turco em 2010. Na primeira, em casa, um golaço de Nani garantiu o 1 a 0. O jogo na Turquia foi o mais alternativo da temporada: o confortável triunfo por 3 a 0 teve gols dos flops Obertan e Bébé. Ferguson aproveitou a fragilidade do time de Bursa para preservar vários jogadores.

A classificação foi garantida com a vitória por 1 a 0 sobre o Rangers em Glasgow. Rooney, que passava pela pior fase da carreira pouco depois de ser o melhor jogador da Premier League, marcou, de pênalti, seu primeiro gol pelo clube em três meses. O empate por 1 a 1 com o Valencia em Old Trafford serviu para ratificar a liderança e o goleador Anderson abrir sua contagem na Champions.

O time que chegou mais perto de eliminar o United foi o do simpático argentino aí

Oitavas – Olympique de Marselha
Complicado, o confronto com o campeão francês de 2009-10. Em Marselha, sem Ferdinand, Giggs, Park e Valencia, Ferguson foi bem cauteloso. O lado direito teve O’Shea na defesa e Fletcher no meio para segurar Andre Ayew, filho de Abedi Pelé. Com Gibson a falhar na coordenação do time, o melhor que o jogo poderia oferecer era mesmo um empate por 0 a 0. Na volta, em outra boa exibição da equipe de Heinze, o United contou com Chicharito, que lembrou certo norueguês, para vencer por 2 a 1.

Quartas – Chelsea
A partida em Stamford Bridge foi uma das mais especiais para o clube na temporada. A vitória por 1 a 0 confirmou a boa fase de Rooney, quebrou um tabu que já incomodava muito e deu a Ferguson a certeza de que aquela formação seria a melhor para levá-lo à decisão: Rooney como 10, Hernández titular, Giggs e Carrick no centro e Valencia e Park abertos. E foi assim que o United se classificou contra um Chelsea até mais esperto, mas insuficiente para evitar os 2 a 1 com show de Giggs.

Semifinais – Schalke 04
A confortável classificação dos alemães contra a Internazionale passou longe de se repetir diante da defesa muito mais sólida do United. Em Gelsenkirchen, o Schalke não viu a bola – aliás, só Neuer viu e impediu uma goleada. A vitória por 2 a 0, com gols de Rooney e Giggs, poderia ter sido mais dilatada, mas foi o bastante para concluir que o time chegava a seu melhor momento na temporada. Os 4 a 1 da volta, com direito a brace (dois gols) de Anderson, foram construídos pelos reservas.

Sem imprudência, o United alcançou sua terceira decisão em quatro anos.

Autor: Daniel Leite Tags: , , , ,

domingo, 8 de maio de 2011 Man Utd, Premier League | 15:15

Por que o United é tão bom em casa

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A contratação da temporada. Alguém discorda?

Em Old Trafford, o Manchester United praticamente assegurou seu 19º título inglês. Não só hoje, mas nos 18 jogos que fez em casa. A decisiva vitória por 2 a 1 sobre o Chelsea foi a 17ª como mandante. O gol de Lampard, apenas o décimo sofrido em seu território: nenhum em primeiro tempo. O único empate veio contra um improvável West Bromwich, que descontou os 2 a 0 da etapa inicial em outubro.

Os 52 pontos de 54 possíveis (96,3%) são seguidos de longe pelos 44 do Chelsea (81,5). Se não cair para o Blackpool na última rodada, o United será pela quinta vez campeão sem perder em Old Trafford e igualará a campanha caseira dos Blues de Mourinho em 2005-06: 18 vitórias e um empate. Abaixo, alguns dos fatores que facilitaram esse domínio do United em seu estádio:

Defesa. Não há parceria que supere Vidic e Ferdinand. O primeiro tempo de hoje teve um ambiente de massacre não por conta do volume dos Blues, até razoável, mas em função da ausência de falhas de um lado e de Ivanovic e David Luiz pisando na bola do outro. É claro que parte do crédito vai para o fenomenal van der Sar e um sistema defensivo de que Carrick (bem) e Giggs (melhor ainda) participam intensamente, mas a dupla é quase perfeita.

Ethos do time. Quando, mesmo controlado pelo City, o Manchester United venceu o dérbi em Old Trafford, a coluna falou do espírito desse time. É difícil demais para qualquer adversário lidar com a atmosfera do OT e a fome de vitória de uma equipe tão homogênea e sobre a qual Ferguson tem total controle. O fato de o elenco mudar pouco, conservando gente experiente que mantém o nível lá em cima, facilita na hora de buscar o resultado num estádio tradicionalmente temido por todo mundo.

Chicharito. Dos 13 gols no campeonato do debutante mexicano, apenas cinco aconteceram em casa. Mas ele tem características absolutamente fundamentais para transformar um resultado desfavorável numa vitória: finalização e posicionamento. Hernández é único para converter uma pressão em bola na rede. No campeonato, quatro gols dele combinaram estes dois fatores: nos vinte minutos finais e decisivo para os três pontos, como há duas rodadas contra o Everton. A contratação do ano.

Berbatov. Sim, Berbatov. Agora reserva, ele ainda é o artilheiro da liga com 21 gols, 17 em Old Trafford. Enquanto Chicharito se ambientava e Rooney brigava internamente e nada acrescentava ao time, Berba dominou o início da temporada. Vale lembrar que o búlgaro não chutou só adversários mortos, como quando marcou cinco vezes nos 7 a 1 sobre o Blackburn. O hat-trick que deu ao United a vitória por 3 a 2 contra o Liverpool é inesquecível.

Autor: Daniel Leite Tags: , , , , , , ,

terça-feira, 26 de abril de 2011 Copas Europeias, Man Utd | 19:09

No topo da temporada

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Valencia arrebenta após seis meses fora e provoca revezamento com Nani

A defesa do Schalke 04, alterada por conta da ausência de Höwedes, limitou-se a um sensacional Manuel Neuer. A resistência só de um homem não anula o brilho da vitória que deixou o Manchester United à beira de Wembley. A inoperância dos alemães, na décima posição da Bundesliga, foi provocada também pela imposição de um time que chega a seu melhor momento na temporada.

Habitualmente, o United atinge seu auge em dezembro e janeiro, quando a concentração de jogos na Premier League é bem maior. Entre novembro de 2008 e março de 2009, por exemplo, o time conquistou 44 pontos de 48 possíveis no campeonato. No mesmo período, o Liverpool, vice-campeão por quatro pontos, perdeu 15 a mais. O sucesso de Ferguson tem muito a ver com os últimos e os primeiros meses dos anos.

Em 2010-11, porém, o time teve uma quebra de forma em fevereiro e março. No entanto, quando dizemos que o United está em seu melhor momento na temporada, não é apenas uma questão de resultados. A equipe que sobrou na Veltins-Arena mantém o conjunto forte de sempre, mas tem quase todos os jogadores em fase brilhante.

Elogiar a defesa, que não foi vazada fora de casa na Champions, já é pleonasmo. Van der Sar patinou só contra o WBA, em outubro. Apesar do susto recente, Ferdinand está fisicamente mais confiável. O capitão Vidic é uma rocha. Fábio, que passou a ser usado preferencialmente na lateral direita, virou concorrente do irmão. Evra falhou contra o West Ham há três semanas, mas tem passado segurança.

A exceção: Scholes foi eleito o Jogador do Mês em agosto, mas perdeu fôlego

Por não prescindir de Park em jogos decisivos, Ferguson vive um dilema. Valencia perdeu seis meses por lesão, mas voltou melhor do que era. Nani segue em ótima forma e é um dos grandes do time na temporada. Ainda assim, o português ficou no banco nas visitas a Chelsea e Schalke. Um luxo. Com Giggs voando e até Carrick falhando menos, Scholes é o único meio-campista que encerra 2010-11 pior do que começou.

E o que dizer de Rooney? Ele simplesmente inverteu a lógica da temporada passada, quando seu instinto goleador, muito aguçado até março de 2010, desapareceu na reta final por conta de problemas físicos. Nesta, após pedir para sair e se arrastar na primeira metade, ele é o principal jogador da equipe desde fevereiro. Contra o Schalke, foi um show. Mais maduro, Chicharito também é muito decisivo e faz todo mundo esquecer Berbatov.

Se Neuer, que ficou mais caro há pouco, rumar ao United no verão europeu, Ferguson não poderia ter visto um jogo melhor. Não por acaso, com todo mundo tão bem.

Em seu Blog do Alemão, Mário André Monteiro fala do outro lado da semifinal.

Premier League
Ao vencer o Wolverhampton por 3 a 0 em casa, no mesmo horário do confronto da Champions, o Stoke se afastou de vez da luta contra o rebaixamento. Os gols de Jones, Shawcross e Pennant (este, especialmente, em ótimo momento) permitem a Tony Pulis a concentração de forças na decisão da FA Cup. A corrida pela permanência parece restrita a Blackburn, Blackpool, Wigan, Wolves e West Ham.

Autor: Daniel Leite Tags: , , , , , ,

quinta-feira, 21 de abril de 2011 Curiosidades, Debates | 15:32

Discípulos de Alex Silva

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Entediado naquela tarde, Cole resolveu tuitar

Microfones têm intimidado mais que a internet. A maioria dos atletas evita declarações polêmicas logo após os jogos por conta do poder de alcance da mídia. A muitos deles, porém, tem faltado essa consciência na hora de disparar comentários impróprios a milhares de seguidores no Twitter. Os tuítes impulsivos já viraram hábito na Inglaterra.

Após Danny Gabbidon (que desistiu da rede social) ofender os torcedores de seu West Ham, o também hammer Carlton Cole foi multado ontem pela Football Association. Por algum motivo que foge à compreensão do colunista, Cole já esteve na seleção inglesa. Como não está mais, sentou-se em frente a um computador antes do amistoso contra Gana, em 29 de março.

Em alusão à presença de 20 mil ganeses no estádio, o atacante escreveu esta infeliz mensagem em sua página: “a imigração cercou Wembley. Sabia que era uma armadilha! A única forma de escapar é vestir a camisa da Inglaterra e pintar a bandeira no rosto”. A peripécia, deletada logo em seguida, tirou-lhe 20 mil libras.

Quem também faz o tipo engraçadinho é o goleiro Wojciech Szczesny, do Arsenal. Mais inocente, ele adora provocar os rivais. “É um avião? Não, é só Ashley (Cole) tirando o Chelsea da FA Cup”, reagiu à eliminação dos Blues contra o Everton. Assim, ele se sujeita a contra-ataques na rede social, como após a falha na decisão da Carling Cup, que motivou uma série de revides de torcedores.

A montagem publicada por Babel: o holandês ilustrou a infantilidade de parte da classe

Ryan Babel, vendido ao Hoffenheim em janeiro, foi outro a cutucar um adversário, só que com o perigoso adicional da arbitragem. Na visita do Liverpool ao Manchester United pela FA Cup, Howard Webb assinalou pênalti inexistente em Berbatov, decisivo no resultado. Inconformado, o holandês publicou uma montagem do árbitro com a camisa dos Red Devils e foi multado em 10 mil libras pela FA.

Mesmo com tanta gente pisando na bola, é claro que a hipótese de os clubes proibirem o uso de redes sociais, a menos que o façam em casos específicos, é perturbadora. Afinal, vários atletas de fato capitalizam a possibilidade de aproximação com os fãs. Rio Ferdinand, Kevin Davies, Jack Wilshere e até Robbie Savage são exemplos de bons gestores de suas contas.

O Twitter também serve para apaziguar. Ontem, por exemplo, Cesc Fàbregas realçou a importância de Arsène Wenger em sua carreira. Horas antes, ele havia criticado a política de contratações do treinador. Quando Balotelli, vencedor do prêmio Golden Boy, disse “não conhecer” Wilshere, segundo colocado, o jovem do Arsenal foi perfeito: “parabéns a Balotelli, ainda que ele não me conheça”.

Outro aspecto interessante é a presença de ótimos perfis assumidamente falsos, como o de Lucas e o do técnico Sam Allardyce. Apesar do clima de recreio que pode sugerir, o Twitter tem sido um território perigoso para os ingleses, que têm de afastar a ideia de que estão numa conversa privada. Se prestarem atenção a isso, não há motivo para saírem perdendo nesse nem tão novo mundo.

Autor: Daniel Leite Tags: , , , , , , , , , , ,

sábado, 19 de março de 2011 Inglaterra | 22:23

Virou bagunça

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Capello troca de capitão como quem troca de técnico no Brasil

Fabio Capello tomou várias decisões desastradas como técnico da Inglaterra. O italiano, que até merece crédito pelo renascimento de uma seleção em frangalhos após McClaren, deve ser criticado pelo fracasso na Copa. Mas nada, nem ignorar Hart, Young e Adam Johnson ou insistir em Heskey até o próprio atacante desistir de si mesmo, é mais grave que a postura do treinador no assunto capitania. Após um ano de Rio Ferdinand, ele devolve o cargo a John Terry.

Em fevereiro de 2010, o zagueiro do Chelsea perdeu a faixa por conta da traição a Wayne Bridge, que abandonou a seleção. Bridge já estava tecnicamente abaixo de Baines e Warnock, mas houve um barulho enorme em função da escolha do agora lateral do West Ham. A maioria do grupo, pelo que se sabe, queria a manutenção de Terry. Capello ignorou, misturou comportamento social (área em que muita gente da seleção vai mal) com caráter profissional (o que Terry tem de sobra) e confiou a liderança a Ferdinand.

Destituir Terry era uma “decisão irreversível” para o italiano. Como Ferdinand se lesionou, Gerrard assumiu a capitania temporariamente. Foi o menos pior inglês na Copa e, após o fiasco, garantiu a Capello uma vitória psicologicamente fundamental contra a Hungria. Um autêntico líder pelo exemplo. Se fosse para quebrar a hierarquia, aquele seria o momento. Não o fez. Quebra agora. Ferdinand é muito profissional, mas já manifestou sua tristeza por perder o cargo e teria se recusado a conversar com Capello na última terça-feira.

"I missed you"

No amistoso contra a Dinamarca, no mês passado, a faixa passou por Lampard, Ashley Cole e Barry. Foi a humilhante confirmação de que Terry, sempre em campo, era carta fora do baralho. O defensor ficou mal e teria comovido Capello. “Eu me aborreci ao ver os jogadores se perguntando: ‘quem é o capitão?’”, contou o treinador. Ele devolve a faixa a Terry porque quer um nome definitivo e aposta na vantagem física dele sobre os outros líderes, que têm jogado pouco. Mas erra porque quebra a promessa, banaliza um cargo importante na Inglaterra e pode ter criado um problema. O argumento de que o novo velho capitão “já foi punido o bastante” é fraco.

Em meio à confusão, Capello convoca a seleção amanhã para o importante duelo pelas Eliminatórias da Euro contra País de Bale (e de Gales) e o amistoso diante de Gana. A Inglaterra vai a Cardiff no próximo sábado antes de se exibir em Wembley no dia 29. Ferdinand e Gerrard, lesionados, estão virtualmente fora.

Autor: Daniel Leite Tags: , , , , , , , , , , ,

sábado, 7 de novembro de 2009 Sem categoria | 12:43

VAI PIZZA AÍ?

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Bom, está cheirando a pizza a punição do Chelsea de duas janelas de transferência sem contratações. A Corte Arbitral do Esporte suspendeu a pena até que o recurso seja julgado. Sendo assim, mais do que poder comprar jogadores livremente em janeiro, o tme inglês pode se planejar. Mesmo que fique duas janelas sem contratar, o impacto será mínimo.

Acho certo que a punição aconteça somente depois que o recurso seja julgado, mas seria mais justo ainda se esse julgamento acontecesse até o final de dezembro. Passando dessa data, o castigo não será eficiente.
 
E é com essa boa notícia que o líder Chelsea encara o vice-líder Manchester United amanhã em Stamford Bridge. A diferença entre eles pode aumentar para cinco pontos. Ou o campeonato pode ganhar novo líder.
 
 
BAIXA
O zagueirão do Man United Rio Ferdinand deve ficar afastado por tempo indeterminado dos gramados para consertar as costas. Desde o Mundial da Fifa, em dezembro, Rio vem sentindo dores e os médicos desconfiam que esse problema esteja relacionado às contusões que ele tem tido na panturrilha, coxa e virilha.

Autor: rogerioandrade Tags: , , , ,

quinta-feira, 13 de agosto de 2009 Sem categoria | 14:15

MANCHESTER UNITED

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Cidade: Manchester
Fundação: 1878 (como Newton Heath L&YR F.C.)
Apelido: The Red Devils
Estádio: Old Trafford
Sir Matt Busby Way, Old Trafford, M16 0RA
Capacidade: 76.180
Tamanho do gramado: 105 x 68 m

Estrelas: Wayne Rooney, Ryan Giggs, Rio Ferdinand, Berbatov, Michael Owen

Fique de olho: Valencia



Brazucas: Anderson, Rafael da Silva e Fabio da Silva

Quem chegou: Antonio Valencia (Wigan) £16m, Gabriel Obertan (Bordeaux) £3m, Michael Owen (Newcastle) grátis

Quem saiu: Cristiano Ronaldo (R Madrid) £80m, Carlos Tevez (Man City) £25m, Fraizer Campbell (Sunderland) £3.5m, Possebon (Braga) empréstimo



Técnico: Alex Ferguson (ESC)

Apostas pagam: 9-4 (2,25-1)

Temporada passada:
Premiership: campeão
FA Cup: semi
Carling Cup: campeão
Liga dos Campeões: vice

Títulos:
Premiership: 18
FA Cup: 11
Copa da Liga: 3
Liga dos Campeões: 3
Recopa: 1

Autor: rogerioandrade Tags: , , , , , , , , , ,