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quinta-feira, 21 de abril de 2011 Curiosidades, Debates | 15:32

Discípulos de Alex Silva

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Entediado naquela tarde, Cole resolveu tuitar

Microfones têm intimidado mais que a internet. A maioria dos atletas evita declarações polêmicas logo após os jogos por conta do poder de alcance da mídia. A muitos deles, porém, tem faltado essa consciência na hora de disparar comentários impróprios a milhares de seguidores no Twitter. Os tuítes impulsivos já viraram hábito na Inglaterra.

Após Danny Gabbidon (que desistiu da rede social) ofender os torcedores de seu West Ham, o também hammer Carlton Cole foi multado ontem pela Football Association. Por algum motivo que foge à compreensão do colunista, Cole já esteve na seleção inglesa. Como não está mais, sentou-se em frente a um computador antes do amistoso contra Gana, em 29 de março.

Em alusão à presença de 20 mil ganeses no estádio, o atacante escreveu esta infeliz mensagem em sua página: “a imigração cercou Wembley. Sabia que era uma armadilha! A única forma de escapar é vestir a camisa da Inglaterra e pintar a bandeira no rosto”. A peripécia, deletada logo em seguida, tirou-lhe 20 mil libras.

Quem também faz o tipo engraçadinho é o goleiro Wojciech Szczesny, do Arsenal. Mais inocente, ele adora provocar os rivais. “É um avião? Não, é só Ashley (Cole) tirando o Chelsea da FA Cup”, reagiu à eliminação dos Blues contra o Everton. Assim, ele se sujeita a contra-ataques na rede social, como após a falha na decisão da Carling Cup, que motivou uma série de revides de torcedores.

A montagem publicada por Babel: o holandês ilustrou a infantilidade de parte da classe

Ryan Babel, vendido ao Hoffenheim em janeiro, foi outro a cutucar um adversário, só que com o perigoso adicional da arbitragem. Na visita do Liverpool ao Manchester United pela FA Cup, Howard Webb assinalou pênalti inexistente em Berbatov, decisivo no resultado. Inconformado, o holandês publicou uma montagem do árbitro com a camisa dos Red Devils e foi multado em 10 mil libras pela FA.

Mesmo com tanta gente pisando na bola, é claro que a hipótese de os clubes proibirem o uso de redes sociais, a menos que o façam em casos específicos, é perturbadora. Afinal, vários atletas de fato capitalizam a possibilidade de aproximação com os fãs. Rio Ferdinand, Kevin Davies, Jack Wilshere e até Robbie Savage são exemplos de bons gestores de suas contas.

O Twitter também serve para apaziguar. Ontem, por exemplo, Cesc Fàbregas realçou a importância de Arsène Wenger em sua carreira. Horas antes, ele havia criticado a política de contratações do treinador. Quando Balotelli, vencedor do prêmio Golden Boy, disse “não conhecer” Wilshere, segundo colocado, o jovem do Arsenal foi perfeito: “parabéns a Balotelli, ainda que ele não me conheça”.

Outro aspecto interessante é a presença de ótimos perfis assumidamente falsos, como o de Lucas e o do técnico Sam Allardyce. Apesar do clima de recreio que pode sugerir, o Twitter tem sido um território perigoso para os ingleses, que têm de afastar a ideia de que estão numa conversa privada. Se prestarem atenção a isso, não há motivo para saírem perdendo nesse nem tão novo mundo.

Autor: Daniel Leite Tags: , , , , , , , , , , ,

terça-feira, 8 de março de 2011 Arsenal, Copas Europeias | 20:25

Os pecados do Arsenal

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Uma fase de grupos desleixada e, de novo, a Champions acaba aí

Irreconhecível, o Arsenal ganhou um gol, uma chance no fim com Bendtner e uma aula de futebol. A queda na Champions diante do Barcelona seria natural, mas se tornou mais dolorosa porque o time simplesmente não fez jus às oportunidades que se apresentaram. Não as de gol, raríssimas, mas as de uma classificação que passou perto de conseguir e longe de merecer. Aqui, alguns dos pecados cometidos:

Presença de Rosicky. Sem Walcott, que, em ótima temporada, seria o cara a puxar os tão necessários contra-ataques, a escalação do tcheco foi a solução tática de Wenger. Ele quis aproveitar Nasri à esquerda para confrontar Daniel Alves e entendeu que o Pequeno Mozart funcionaria melhor que Arshavin pelo outro lado. Rosicky pode ser mais versátil, mas faz temporada quase nula, não tem o mesmo poder de decisão e foi presa fácil para Adriano Correia. Atuação abaixo da linha da mediocridade.

“Ausência” de Fàbregas. O capitão resolveu ser firme na coletiva que antecedeu o jogo. Escanteou os boatos de retorno ao Barcelona e pôs a vontade de vencer com o Arsenal acima de tudo. Ficou só no discurso. Cesc não deu nenhuma demonstração de vibração e mal tocou a bola. Quando o fez, entregou-a a Iniesta no lance do primeiro gol blaugrana. Saiu sob vaias no Camp Nou. Não fosse o respeito dos torcedores por ele, teria ouvido o mesmo no Emirates. Pelo menos, assumiu a culpa.

Covardia. O Barcelona tem meio-campo mais criativo que Paulo Barros e retoma a posse de bola com muita facilidade. Portanto, ofereceria a qualquer visitante um papel secundário. Mas nada justifica a apatia ofensiva de um Arsenal que se resumiu a Wilshere e Nasri e não teve sequer a decência de fazer o próprio gol. Esta versão dos Gunners é superior à da temporada passada e, mesmo sem Walcott, tinha a obrigação de contra-atacar e evitar estas goleadas: 19-0 (!) em finalizações, 68%-32% em posse de bola e 724-199 em passes bem-sucedidos.

Infantilidade. Perdão. O Arsenal finalizou, sim. Com o jogo parado, van Persie deu um bico na bola e nas chances de classificação. A impressão é de que a expulsão foi injusta, até pela possibilidade de o holandês realmente não ter escutado o apito do árbitro. Se ouviu, falhou feio ao não se prevenir.

Chororô. Este é um pecado que se anuncia. Wenger só fala em Massimo Busacca, mas deveria se preocupar com uma atuação muito abaixo do potencial do seu time, que passou longe do ótimo comportamento do primeiro jogo. Wilshere, por sua vez, já ironizou o árbitro no Twitter. Tudo bem, van Persie poderia não ter sido expulso, e Koscielny não cometeu pênalti em Pedro. Mas, ao que parece, o Barcelona se classificaria de qualquer maneira. O Arsenal tem o direito de reclamar, mas precisa se dedicar mais à correção das próprias falhas e esquecer um pouco as dos outros para não se enterrar de vez em 2010-11.

Desleixo. Cair diante do Shakhtar em Donetsk é aceitável. Mas a derrota para o Braga, que fez o time perder a primeira posição do grupo para os ucranianos, não foi digerida até hoje. Por isso, apareceu o Barcelona tão precocemente. Ao contrário do Arsenal, Eduardo da Silva vai às quartas.

Fernando Vives trata aqui do lado espanhol do confronto.

Autor: Daniel Leite Tags: , , , , , , , , , ,

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011 Arsenal, Copas Europeias | 21:35

O Arsenal não é mais o mesmo

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Quem foi ao Emirates saiu de lá com a sensação de que muita coisa mudou em relação a 2010. Não se trata de uma pobre comparação entre a vitória de hoje e o empate da temporada passada. O Barcelona fez de novo o Arsenal se sentir visitante na própria casa em boa parte do encontro, mas o abismo entre os dois na posse de bola (61% para os blaugranas) diz muito apenas sobre o primeiro tempo. Na metade final do segundo, quando os Gunners já dominavam ligeiramente as ações, Arsène Wenger mudou ao recuar Nasri e Fàbregas para abrir espaço a mais jogadores de ataque. Com uma ajudinha de Pep Guardiola, que decidiu trocar Villa por Keita, conseguiu o inimaginável: sufocar o Barça e virar o jogo em cinco minutos.

Dá filme: O curioso caso de Jack Wilshere, veterano aos 19 anos e um mês

Contudo, ele não chegou lá apenas por ter pensado certo. A substituição-chave (Song por Arshavin) ajudou, mas o Arsenal foi muito mais atuante do que nas quartas do ano passado porque está diferente. Apesar dos recorrentes deslizes, o time desta temporada é forte e chegou mais encorpado ao confronto. Se em 2010 precisou de muita sorte para empatar por 2 a 2 em casa e sucumbiu diante de Messi na Catalunha, desta vez não roubou o favoritismo culé, mas já pode desafiar Guardiola e seus amigos. Por quê?

Porque o Arsenal tem Wilshere, um veterano de 19 anos que acertou todos os (24) passes que arriscou no primeiro tempo. Jack já é um dos melhores volantes do mundo. Ele estava no Bolton enquanto os Gunners caíam no Camp Nou. Hoje, é pura classe e um dos mais importantes fatores na volta dos contra-ataques letais.

Porque van Persie não apenas deixou o Departamento Médico, mas também voltou a ser um atacante de mão cheia, que finaliza bem de qualquer jeito. O gol à Maicon contra a Coreia do Norte prova que o holandês está saudável (bem como Fàbregas) e pegando fogo.

Porque o polonês Wojciech Szczesny, além de ter nome indigesto, parece ser grande goleiro. O que era um equívoco monumental de Wenger (manter o elenco de arqueiros com Almunia, Fabianski e Mannone) acabou, pelas linhas tortas da contusão do compatriota Fabianski, abrindo espaço ao jovem de 20 anos.

Porque o elenco, saudável em sua maioria, oferece mais variáveis a Wenger. Nasri, que começou a temporada à direita, foi deslocado ao outro lado para que Walcott fosse titular. Hoje, ele saiu de lá no segundo tempo e foi centralizado (e recuado) para criar. Avançando no contra-ataque, ajudou a arquitetar o gol de Arshavin. Os três meias, que nem sempre estão na mesma linha, são o ponto forte do esquema.

Porque o time tem mais identidade e caráter. Por exemplo, Clichy bobeou de forma retumbante no gol de Villa ao não acompanhar o movimento da linha de defensores, mas se recuperou ao fazer assistência sensacional a van Persie. O personagem Fàbregas, que apareceu ofensivamente ao iniciar o contra-ataque do segundo gol, foi muito bem cortando bolas lá atrás, especialmente quando Wenger precisou retraí-lo um pouco para abrir o time. O gol da vitória, por sinal, teve assistência do melhor jogador do clube na temporada, Nasri, ao homem que ele relegou ao banco, Arshavin.

E, finalmente, não porque a defesa continua fraca. “Volta, Vermaelen!”, dizem em Londres. Para compensar, o grande zagueiro do Barça, Gerard Piqué, está fora do segundo jogo.

Anyway, fica a imagem de um grande time, ainda sujeito a lapsos, mas que se mostrou pronto para reagir contra o melhor conjunto do mundo. E que vai lutar muito pela ainda difícil classificação.

Autor: Daniel Leite Tags: , , , , , , , , , , , ,

sexta-feira, 2 de abril de 2010 Sem categoria | 16:12

SEM FABREGAS

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Fabregas: contusão deve ter começado no jogo contra o Birmingham (foto AP)

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Diferentemente de Rooney, a situação de Fabregas é mais delicada. Foi constatada uma fissura na(quele osso que era macho e se chamava perônio, mas agora trocou de sexo e se chama) fíbula da perna direita e o espanhol deve ficar de fora de todo o resto da temporada. No entanto, para a Copa do Mundo, Fabregas deverá estar em condições de jogo.

Aliás, não tive tempo de falar sobre o jogo Arsenal 2 x 2 Barcelona. Que jogo, não? Muitos jornalistas disseram que o Barça deveria ter goleado pelas inúmeras chances criadas no 1º tempo, mas o que eu vi foi um empate heróico dos Gunners. Um time que é engolido pelo Barcelona, leva dois gols e, ainda assim, consegue se reerguer e empatar a partida merece elogios.

Fabregas mostrou a raça que tem. Não se importou com o jogo seguinte e nem com a Copa do Mundo. Simplesmente queria jogar – já estava desapontado o suficiente por receber o cartão amarelo que o tirava do jogo de volta. Profissional que é, ao se machucar, deveria sair de campo, deixar sua equipe com dez (as três substituições já haviam sido feitas) e se poupar. Mas se arrastou por mais alguns minutos até o fim do jogo. Esse garoto de apenas 22 anos acumulou mais alguns pontos para se tornar uma lenda dos Gunners.

Theo Walcott, que entrou aos 21’ do 2º tempo e mudou a partida, deu sua visão bem moderna da partida: “Em certos momentos, era como se alguém estivesse controlando os jogadores do Barcelona no Playstation 3. Foi fantástico assistir”.

Gallas e Arshavin, outros dois que saíram machucados da partida, devem ficar de fora por cinco e três semanas respectivamente.

No momento, o Arsenal tem no departamento médico: Aaron Ramsey, Robin Van Persie, Johan Djourou, Kieran Gibbs, Cesc Fabregas, Andrey Arshavin e William Gallas.

HENRY
Foi de arrepiar a recepção de Thierry Henry pela torcida do Arsenal. O francês entrou no 2o tempo e o estádio inteiro não só aplaudiu, mas mostrou faixas e bandeiras em sua homenagem. Ao final da partida, mais aplausos. Henry jogou oito temporadas pelo Arsenal e é o maior artilheiro da história do clube com 226 gols em 369 jogos. Not bad, huh?

Henry: de volta pra casa (foto AP)

Autor: rogerioandrade Tags: , , , , , , ,

domingo, 27 de dezembro de 2009 Sem categoria | 23:01

A RODADA DE NATAL

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Rooney: onipresente (foto AP)

Rooney: onipresente (foto AP)

Hull 1 x 3 Manchester United
Show de Rooney:
- 1 x 0: cruzamento de Fletcher, gol dele.
- 1 x 1: recuou uma bola errada para o goleiro e, na seqüencia, Rafael acabou cometendo pênalti.
- 2 x 1: caiu pela direita, cruzoue Dawson marcou contra.
- 3 x 1: caiu pela esquerda, colocou Berbatov na cara do gol para marcar praticamente sem goleiro.

O primeiro tempo foi muito pegado, cheio de faltas e passes errados – parecia jogo do campeonato brasileiro. O garoto brasileiro Rafael, fez bela jogada pelo meio e acabou na cara do gol, mas chutou mal. Logo em seguida, Rooney colocou os Red Devils na frente, injustamente. O empate caberia melhor. Na segunda etapa, o Manchester continuou mal. Os três pontos só vieram porque o Hull não tem ninguém que decide (Geovanni entrou faltando sete minutos) e o Manchester tem Rooney. Taticamente, o jogo foi muito parelho. O árbitro Alan Wiley é aquele que Alex Ferguson rotulou de unfit (fora de forma) dois meses atrás. Coincidência ou não, Beown cometeu um pênalti no 1º tempo (difícil de ver, é verdade) e Evra poderia ter sido expulso na etapa final.

Arsenal 3 x 0 Aston Villa
Show de Fabregas:
- O espanhol começou no banco.
- 12’ do 2º: entrou no lugar de Denilson.
- 20’ do 2º: faz 1 x 0 em cobrança perfeita de falta.
- 36’ do 2º: contra-ataque fulminante, passe de Walcott e o espanhol sai na cara do gol para marcar 2 x 0.
- Na sequência, Fabregas saiu machucado, aparentemente com o mesmo problema na coxa queo afastou dos últimos jogos.
- 46’ do 2º: Diaby fechou o placar com um belo gol.

Cesc Fabregas pode ficar longe dos gramados por três semanas, mas levando em conta que o rival era o Aston Villa, perseguidor direto dos Gunners e time que derrotou Chelsea, Man United e Liverpool nesta temporada, a contusão de certa forma não foi em vão.  

Liverpool 2 x 0 Wolverhampton
Quando a coisa parecia perdida, Gerrard decidiu sacar uma raça de coelho que não costuma sair da sua cartola. Saiu voando, atropelou dois zagueiros e acertou uma cabeçada fulminante (ou seria uma nucada?) para colocar os Reds na frente aos 17’ do 2º. Oito minutos depois, Benayoun ampliou e garantiu os três pontos para alívio de Rafa Benitez.

Manchester City 2 x 0 Stoke
Outra exibição pífia de Robinho. O brasileiro parece pesado e, apesar de não produzir nada, conseguiu concluir umas três vezes a gol. Ao dar lugar a Bellamy, a torcida, já farta das bolas perdidas por Robinho, aplaudiu demais a entrada do galês que quase marcou com poucos minutos em campo. O programa Match of the Day, da BBC, que passa os melhores momentos da rodada, fez uma seleção dos lances bisonhos do ex-santista na partida. E não foram poucos. De resto, a estreia de Mancini no comando do City foi tranquila graças, principalmente, a excelente atuação de Carlitos Tevez (mais uma vez). Shay Given fez mais dois daqueles milagres.

Birmingham  0 x 0 Chelsea
Primeiro jogo que o Chelsea passa em branco nesta temporada. E poderia ter sido pior. O bandeira anulou um gol legítimo do Birmingham no 1º tempo. Mas apesar do erro da arbitragem, foia excelente atuação de Joe Hart, goleiro do time da casa, que evitou a vitória do time de Londres. E também a trave, que quase foi partida em dois por uma bomba deAlex.

Daniel Sturridge começou jogando pela primeira vez pelo Chelsea e, por coincidência, foi contra o time pelo qual seu tio Simon jogou– seu pai, Michael, também se formou nas categorias de base do clube, mas não conseguiu chegar ao time principal.

Uma curiosidade para deixar os times grandes da Inglaterra com inveja: foi o 7º jogo consecutivo que o técnico do Birmingham, Alex McLeish, manda a campo os mesmos onze jogadores e, com isso, já são dez jogos invictos da equipe azul.

Fulham 0 x 0 Tottenham
Excelente jogo em Craven Cottage. A falta de gols deve ser creditada aos goleiros. O brasileiro Gomes, dos Spurs, parou o bom ataque do Fulham fazendo, pelo menos, quatro defesas bem difíceis. Schwarzer, por sua vez, fez um pequeno milagre defendendo um belo chute de Crouch e o rebote de Jenas. E ainda teve uma bola no travessão de Dempsey para o Fulham. Jogão!

West Ham 2 x 0 Portsmouth
Joguinho ruim mas os Hammers conseguiram o que precisavam: três pontos e dois dias fora da zona de rebaixamento.

Sunderland 1 x 1 Everton
Quarto empate consecutivo dos Toffees graças ao gol de Fellaini a seis minutos do fim. Bent marcou de novo para o Sunderland.

Wigan 1 x 1 Blackburn
Empate não foi bom para ninguém. McCarthy marcou seu primeiro gol da temporada.

Burnley 1 x 1 Bolton
Outro empate ruim para os dois. Matt Taylor fez de falta para o Bolton e Nugent empatou.

Autor: rogerioandrade Tags: , , , ,

segunda-feira, 5 de outubro de 2009 Sem categoria | 10:30

CHELSEA NA PONTA

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Manchester United 2 x 2 Sunderland
Ferdinand salvou o Manchester, mas não o Rio e sim seu irmão Anton, do Sunderland, que botou o pé em uma bola que ia para fora e a colocou dentro do próprio gol. Isso aos 47’ do 2º tempo. Seria a primeira vitória do Sunderland em Old Trafford desde 1968. O primeiro foi de Berbatov,  um golaço. Darren Bent, do Sunderland, marcou seu sétimo gol na temporada.

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Olha o que o Anton fez!!! Jogadores do Sunderland não acreditam no que acabaram de ver (foto Getty Images)

Bolton 2 x 2 Tottenham
Croatas dos Spurs não deixaram o Bolton sair com três pontos. Gardner e Davies marcaram para o time da casa e Kranjcar e Corluka para os visitantes.  Jogo movimentado, principalmente no 2º tempo. Não sou muito chegado em brasucagem, mas estou meio incomodado com o Gomes na reserva do Tottenham. Depois do péssimo início na temporada passada, o goleiro brasileiro se acertou. E agora vai para o banco? Vai perder a vaga na Copa por causa disso.

Burnley 2 x 1 Birmingham
Duelo de caçulas. Burnley continua 100% em Turf Moor. O escocês Steven Fletcher e o camaronês Bikey fizeram os gols dos Clarets. Foi a primeira vez que ambos marcaram pelo clube.

Hull  2 x 1 Wigan Athletic
Vai entender essa Premier League. O Wigan, que jogou muito e venceu o Chelsea na semana passada, agora perde para o Hull. Foi apenas a terceira vitória dos Tigers desde dezembro do ano passado. Geovanni marcou o segundo.

Wolverhampton 0 x 1 Portsmouth
Aleluia!! O Portsmouth ganhou a primeira e foi fora de casa. O herói do time da costa sul da Inglaterra foi  Hassan Yebda (que pertence ao Benfica). O gol do argelino marcado logo aos 19’ de jogo interrompeu uma sequência de sete derrotas nos sete primeiros jogos da equipe. Foi o pior início de campeonato de um clube da 1ª divisão desde que o Manchester United perdeu os 12 primeiros jogos do campeonato de 1930/31. Esses primeiros pontos chegaram em um momento extremamente delicado para o Portsmouth. O time não recebeu o salário na quarta-feira  passada – coisa inédita na Inglaterra desde que o Leeds afundou em 2004. O dinheiro (emprestado) deve chegar hoje.

Arsenal 6 x 2 Blackburn
Seis gols, seis jogadores diferentes marcando -  Vermaelen (artilheiro da equipe), Van Persie, Arshavin, Fabregas, Walcott (de volta aos gramados) e Bendtner. Fabregas foi mais dono do time do que nunca, tudo saía de seus pés. O espanhol participou de cinco gols. Thierry Henry nas tribunas viu seu Arsenal dominar o jogo com 65% de posse de bola.

BRITAIN SOCCER PREMIER LEAGUE
Fabregas, o melhor em campo, e Theo Walcott, de volta ao time (foto AP)

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O ídolo Henry foi ao Emirates fazer uma visita,
tomar um chá… (foto Getty Images)

Everton 1 x 1 Stoke City
Os Toffees poderiam ter conseguido a sexta vitória consecutiva. O jogo não era dois mais complicados, mas o time de Liverpool tropeçou. Jô entrou faltando 15 minutos mas não foi feliz.

West Ham  2 x 2 Fulham
Junior Stanislas, dos Hammers, saiu do banco para empatar o derby londrino dois minutos além do tempo regulamentar. Mesmo assim o time da casa saiu vaiado de campo. Cole havia aberto o placar e o Fulham virou a partida mesmo com um jogador a menos desde os 41’ do 1º tempo – Dikgacoi foi expulso. O segundo gol do Fulham contou com a ajuda do goleiro da seleção Robert Green saindo mal do gol. O West Ham ainda não venceu diante de sua torcida no campeonato e está na vice-lanterna com 5 pontos.

Chelsea 2 x 0 Liverpool
Drogba é realmente um jogador ímpar. Ele é chato, chorão, marrento, às vezes até meio desajeitado, só que se você der dois segundos e dois metros para ele, pronto, o estrago está feito. Ontem foi assim. Ele só caía, fingia contusão, errava passes, mas, de repente, recebeu uma bola na esquerda, ajeitou com a direita e, com a canhota, colocou Anelka na cara do gol. Depois, recebeu no bico da grande área, girou em cima de Carragher e colocou para Malouda marcar. Essien jogou demais.
Pelo Liverpool, Gerrard esteve bem apagado. Mascherano parecia ser o dono do jogo, mas acabou perdendo a bola que originou o primeiro gol do Chelsea. Não achei que Lucas foi mal – a imprensa inglesa está caindo de pau em cima dele -, mas ele tem que melhorar bastante para conseguir ficar com uma vaga de titular quando Aquilani estiver pronto. Fabio Aurélio entrou só no final. IInsua está agradando o técnico espanhol.

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Drogba e Malouda comemoraram o segundo gol (foto Getty Images)

Autor: rogerioandrade Tags: , , , , , ,

terça-feira, 11 de agosto de 2009 Sem categoria | 09:01

ARSENAL

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Cidade: Londres
Fundação: 1886
Apelido: The Gunners
Estádio: Emirates Stadium
75 Drayton Park, Islington, N5 1BU
Capacidade: 60.432
Tamanho do gramado: 105 × 68 m

Estrelas: Fabregas, Van Persie, Arshavin, Theo Walcott
 
Fique de olho: Jack Wilshere

Brazucas: Eduardo da Silva e Denílson

Quem chegou: Thomas Vermaelen (Ajax, £10)

Quem saiu: Emmanuel Adebayor (Man City) £25m, Kolo Toure (Man City) £14m, Amaury Bischoff (liberado)

Técnico: Arsene Wenger (FRA)

Apostas pagam: 10-1

Temporada passada:
Premiership: 4º
FA Cup: semifinal
Carling Cup: quartas
Liga dos Campeões: semifinal

Títulos:
Premiership: 13
FA Cup: 10
Copa da Liga: 2
Liga dos Campeões: vice
UEFA Cup: 1
Recopa: 1

 

Autor: rogerioandrade Tags: , , , , , ,