Eliminatorias | God Save the ball

Publicidade

Posts com a Tag eliminatorias

domingo, 5 de junho de 2011 Inglaterra, Treinadores | 01:17

Arquiteto dos próprios problemas

Compartilhe: Twitter

Capello dorme no ponto e ignora o óbvio de novo

O título é, originalmente, um comentário do editor-chefe de futebol da BBC, Phil McNulty, sobre Fabio Capello. A imprensa inglesa decreta: o maior culpado pelo empate por 2 a 2 entre Inglaterra e Suíça em Wembley é o treinador italiano. A prévia da partida de ontem já ressaltava que Ashley Young é o melhor jogador da seleção em 2011. Mesmo assim, ele foi relegado ao banco por Capello, que preferiu James Milner, de temporada fraca.

A mesma BBC qualificou a escolha como um “engano”. O Telegraph falou em “aberração tática”. The Sun e Daily Mirror publicaram matérias completas sobre Young, que, ao mudar o jogo depois do intervalo, provou que deveria ter atuado desde o começo, quando a Suíça foi dominante. O primeiro também fez pouco caso da desculpa de Capello, o calor. O treinador associou o clima ao cansaço de seus atletas, um repeteco adaptado da justificativa para o fracasso na Copa.

Conversa fiada à parte, até parece papo de mau perdedor essa obsessão por Ashley Young. Mas não é. Era claro que, para compensar o meio-campo numeroso e técnico dos suíços, a Inglaterra precisaria da agressividade do principal jogador do Aston Villa, que foi muito bem contra Dinamarca, Gales e Gana, até então os três compromissos do ano. O segundo tempo quase perfeito dele, com direito a golaço, confirmou isso.

Quem acompanha o Manchester City sabe que Milner, que impressionou a Inglaterra quando centralizado no Aston Villa, foi um ponta burocrático na temporada. Ao negar a Young a chance de seguir como titular, Capello mostra que está perdido e ignora o óbvio, como na convocação para a Copa. As inclusões de Wright-Phillips e Heskey e o status de reserva de Hart (falhou ontem, mas é o melhor goleiro inglês há dois anos) eram absurdos bem antes de a Inglaterra cair na África.

É válida a preocupação com a parte física, que faz o técnico pensar em ajustes na preparação para a Euro (se a Inglaterra chegar lá) em relação ao que foi feito no ano passado. Afinal, o time de fato pregou no fim. Mas esconder suas confusas escalações atrás do cômodo argumento de cansaço pega mal para quem não tem crédito há um bom tempo. A Inglaterra não vence em Wembley há quatro jogos, a pior sequência em 30 anos. A imprensa avisa. Desta vez, Montenegro perdoou.

Autor: Daniel Leite Tags: , , , , , , , , , ,

sexta-feira, 25 de março de 2011 Inglaterra | 15:06

O País de Bale

Compartilhe: Twitter

Bale marcou o único gol galês nas Eliminatórias. A ausência e a dependência dele fizeram muita gente falar em Giggs. De novo

É impossível dissociar o futebol galês do inglês. O avanço de Cardiff e Swansea, as decisões recentes no Millennium Stadium e a presença em ligas inglesas de 24 dos 25 selecionados pelo técnico Gary Speed aproximam ainda mais os dois países. No entanto, o encontro de amanhã deve trazer à tona diferenças importantes.

Neste sábado, ao meio-dia, o País de Gales recebe a Inglaterra em Cardiff, pelas Eliminatórias da Euro. Apesar da derrapada dos Three Lions contra os surpreendentes líderes montenegrinos, o desespero está concentrado no lado dos Dragons. Sem Bale, sem Giggs e sem ponto, Gales tenta acabar com uma sequência que já tem três derrotas. Mas dá?

O messias Bale seria fundamental para explorar o lado mais frágil da defesa inglesa. Lesionado, o único galês que seria titular da Inglaterra está fora. Daí houve um clamor popular – até jornalístico, diria – por Giggs. Hoje com 37 anos, ele abandonou a seleção há quatro. Speed resistiu e, desta vez, não o chamou de volta. Giggs até apareceu no treino, mas se limitará a comentar o clássico pela Sky Sports, dizem.

Sobram a Gales Ramsey, feito capitão após apenas 11 jogos pela seleção, e os atacantes Bellamy, Morison e Church, que têm dado o recado na segunda divisão inglesa. O principal nome da defesa é James Collins, do Aston Villa. Speed não tem um líder técnico em grande forma – Ramsey, de volta à escalação do Arsenal há seis dias, ainda tenta retomar os trilhos após dois empréstimos.

É pouco. A tendência é a Inglaterra controlar as ações e, com Wilshere e Lampard acionando os wingers, fazer funcionar a possível parceria Rooney-Carroll. Os galeses exploram a rivalidade (com direito a hino na impopular língua local) para tentar impor aos ingleses um improvável fracasso doméstico do nível da derrota para a Irlanda do Norte em 2005.

O SporTV 2 e a RedeTV! prometem transmitir o jogo.

Vale lembrar que John Terry está de volta à capitania.

Às avessas
A família Glazer, proprietária do Manchester United, não é lá muito popular. Entretanto, nada justifica o que teria feito o torcedor Thomas McKenna, acusado de “roubar” e publicar informações sobre 400 clientes corporativos do clube. Por isso, os Red Devils movem um processo contra McKenna, que reedita Ashley Cole na linha anarquista de exploração de clubes de futebol.

Autor: Daniel Leite Tags: , , , , , , , , , , ,

quinta-feira, 19 de novembro de 2009 Sem categoria | 15:02

A MÃO DO HENRY

Compartilhe: Twitter

Este blog gostaria de expressar aqui sua solidariedade à nação vizinha com relação ao erro do árbitro e auxiliar suecos.

Se existem duas coisas que eu gostaria de ver banidas do futebol, essas coisas são erros de juiz e briga de torcida.

A briga de torcida, admito, é uma coisa mais complicada por ser um problema social. Envolve outras instâncias. Já erros de arbitragem seriam  reduzidos com a implantação da ajuda da TV. Coisa simples. Um quarto árbiro com uma telinha numa salinha fechada sem pressão de ninguém fica assistindo o replay e, enquanto os jogadores reclamam com o juiz, ele dá seu veredito pelo rádio. Acredito até que já seja assim, ainda que de forma não-ofical, em alguns jogos.

Mas enfim, só fico pensando como estão se sentindo os milhões de torcedores irlandeses ao ver e rever a grotesca ajeitada de mão de Thierry Henry. Fico imaginando se acontecesse com a gente. Meu Deus!

Abaixo, The Sun, L’Equipe e Irish Independent: heartbreaking.

19IN001.ps

Autor: rogerioandrade Tags: , , , , ,

quinta-feira, 15 de outubro de 2009 Sem categoria | 00:49

WELL DONE, ENGLAND

Compartilhe: Twitter

58637137
Olha o estilo!

A Inglaterra fez ontem o que o Brasil não conseguiu. Classificada, disputou o último jogo das Eliminatórias contra uma seleção fraca e sem aspirações e venceu bem: 3 x 0. O técnico Fabio Capello, os jogadores e os 77.000 torcedores presentes ao estádio de Wembley (com 13.000 lugares vazios) foram embora para casa satisfeitos.

A Inglaterra foi a campo sem Rooney e Gerrard (machucados) e com seis mudanças no time que perdeu para a Ucrânia - classificada para a repescagem depois de bater Andorra. Abaixo, a escalação e, em parênteses, as notas do The Times:

- Foster (6)
- Johnson (6), Ferdinand (6), Terry (6), Bridge (6)
- Barry (6), Lampard (6), Lennon (6), Wright-Phillips (8)
- Crouch (7), Agbonlahor (6)

Subs: David Beckham (7) (por Lennon, 59min), Carlton Cole (6) (por Agbonlahor, 66), James Milner (por Bridge, 78).

58637063
Novo visual do Becks! (fotos Getty Images)

Na escalação da Bielorrússia, o único dos “ovs” que vale a pena mencionar é o Shitov, por motivos óbvios.

Como vocês já devem ter lido, Peter Crouch marcou duas vezes e Wright Phillips uma. Foi o 16o gol de Crouch nos 17 jogos que começou como titular, quase um gol por partida. Impressionante! No total, contando as vezes que saiu do banco, são 18 gols em 35 jogos.

O nosso colega do iG Maurício “Lucky Bastard” Teixeira assistiu a partida in loco e conta mais detalhes sobre o ambiente em Wembley no Blog de Bola. Tem até uma gravação dos alto-falantes do estádio anunciando o lineup inglês. Dá uma olhada lá.

Autor: rogerioandrade Tags: , , , , ,

segunda-feira, 12 de outubro de 2009 Sem categoria | 00:03

TRAUMATISMO UCRANIANO

Compartilhe: Twitter

FBL-WC2010-EUR-QUALIFIERS-UKRAINE-ENGLAND
Imagine o que poderia ter feito se não tivesse que sair tão cedo, Lennon (foto AFP)

A derrota inglesa no sábado para a Ucrânia teve um sabor amargo principalmente para o goleiro Green e para o winger (devo chamá-lo de ponta, como antigamente?) AaronLennon. O primeiro foi expulso aos 13′ do 1º tempo e o segundo foi substituído para dar lugar ao goleiro reserva, David James, mas nada de muito traumático já que a vaga inglesa para a Copa já estava assegurada. Também ninguém quebrou a cabeça durante a partida. Mas o título do post é legal, então fica assim mesmo.

Bem, sempre que um time perde uma partida não muito importante alguém vem com aquele papo de “perdeu na hora certa”. No caso da sábado, tal clichê pode, mas não deve ser usado. Principalmente porque Capello entrou em campo com sua força máxima e uma vitória (ou até um empate) aumentaria ainda mais a confiança da equipe, que é um ponto fraco dos ingleses. Capello se preocupa com essa questão e a derrota de ontem foi um golpe.

No entanto, a expulsão de Green  (o primeiro goleiro inglês da história a levar um vermelho) no início tornou a partida muito atípica, com os ingleses atuando mais de 80% do tempo com um jogador a menos. Qualquer avaliação sobre o desempenho da Seleção Inglesa fica comprometido. A maioria dos colunistas ingleses preferiram exaltar a grande partida do time sob condições adversas e o fato de terem perdido pelo placar mínimo tendo ainda chances de chegar ao empate.

Outros preferiram jogar a culpa no mau momento de Ferdinand, na inconstância defensiva de Johnson e na inoperância de Heskey.

Sem dúvida, Capello montou a mais respeitável Seleção Inglesa dos últimos anos, mas o time teve a chance ontem de mostrar que poderia tirar coelhos da cartola e falhou. Qualquer seleção que sonhe com título mundial precisa fazer algum tipo de mágica em algum momento. E os ingleses jogaram apenas como um time comum.

Abaixo, as notas da Seleção Inglesa, segundo o Times (na primeira linha), e segundo o Telegraph (no fim do texto de cada jogador) :

Robert Green (West Ham United) 4/10
Idade 29, convocações 8
A torcida ucraniana jogou fogos em cima dele no início do jogo. Quinze minutos depois, Rio Ferdinand jogou uma granada. O pênalti e o vermelho foram incontestáveis e acabam com a sequência de seis jogos seguidos de Green no gol inglês. (5)

Glen Johnson (Liverpool) 5/10
Idade 25, convocações 19
Bom no ataque, preocupante na defesa. (6)

Rio Ferdinand (Man United) 4/10
Idade 30, convocações 75
Seja por causa das contusões ou pela falta de jogos, Rio está fora de sua melhor forma. Uma bola em suas costas permitiu que Milevskiy sofresse o pênalti que deixou a Inglaterra com dez jogadores. (4)

John Terry (Chelsea) 6/10
Idade 28, convocações 57
O melhor da defesa. (8)

Ashley Cole (Chelsea) 5/10
Idade 28, convocações 77
O lateral está em grande forma, mas não hoje. Perdeu a bola no gol da Ucrânia e depois ainda desviou do goleiro o chute de Nazarenko. (5)

Michael Carrick (Manchester United) 5/10
Idade 28, convocações 20
Com Barry machucado, teve a primeira chance de começar jogando nessas Eliminatórias, mas deu azar pelas circunstâncias da partida. (6)

Aaron Lennon (Tottenham) 6/10
Idade 22, convocações 14
Sacrificado na expulsão de Green. Fez apenas duas jogadas até ser substituído. (6)

Frank Lampard (Chelsea) 7/10
Idade 31, convocações 75
Qualquer que sejam as circunstâncias, Lampard mantém o instinto de atacar. No pior momento inglês do 1º tempo, o Lampard teve uma chance e chutou rente ao poste. (7)

Steven Gerrard (Liverpool) 5/10
Idade 29, convocações 77
Saiu no intervalo com um problema na virilha. (6)

Wayne Rooney (Manchester United) 6/10
Idade 23, convocações 56
Foi negligente ao perder a bola no gol ucraniano, mas tentou se redimir quando deixou Lampard em condições de marcar. Virou meia-direita depois da expulsão de Green. Sua produtividade é admirável. (8)

Emile Heskey (Aston Villa) 5/10
Idade 31, convocações 57
Começou jogando mais na Seleção Inglesa que no Aston Villa o que mostra que Capello confia mais nele do que Martin O’Neill. Heskey tem dificuldades para marcar gols mesmo quando Rooney está ao seu lado. Sozinho, fica ainda menos perigoso. (7)

Entraram:

David James (no lugar de Lennon, aos 14’): Nada pode fazer no gol e fez duas grandes defesas no 2º tempo. (7)

James Milner (no lugar de Gerrard, intervalo): Deu mais gás aos ingleses e a o time melhorou no segundo tempo (7)

Carlton Cole (no lugar de Heskey, aos 72’) (6)

 

Rooney sentiu a panturrilha depois do jogo e não enfrentará a Bielorrússia na quarta-feira. Gerrard, que saiu machucado no intervalo, permanece com o grupo e pode até jogar.

Autor: rogerioandrade Tags: , , , , , , , , , , , , , ,

quinta-feira, 10 de setembro de 2009 Sem categoria | 00:15

GRAZIE MILLE, MR. CAPELLO

Compartilhe: Twitter


- Pô, seu Capello. Nem sei como lhe agradecer. O senhor quer uma foto minha? (foto AP)

No futebol, cansamos de ver raios caírem duas vezes no mesmo lugar, mas não foi o que aconteceu ontem em Wembley. A Inglaterra destruiu a Croácia e está na Copa do Mundo de 2010. Os fantasmas que assombravam os ingleses não assustaram e até mesmo o sisudo Fabio Capello pode ser visto sorrindo.

Gerrard, Lampard, Rooney e companhia fizeram uma partida irrepreensível e golearam por 5 x 1 – todos os gols desses três jogadores. Walcott, que acabou com a Croácia no jogo de ida com um hat-trick, ficou de fora ontem, mas sua ausência nem foi sentida. Aaron Lennon jogou em seu lugar e foi o grande destaque. O winger dos Spurs sofreu o pênalti do primeiro gol e deu uma assistência açucarada para Gerrard no segundo.


Gerrard: dois gols de cabeça (foto Getty Images)

Na segunda etapa, a Inglaterra continuou marcando o adversário sob pressão e chegou a mais três gols. Assim como era esperado, Eduardo da Silva foi vaiado pela torcida inglesa ao tocar na bola (por causa do mergulho contra o Celtic). Entretanto, ao contrário do que receava o meio-campo Gareth Barry, o atacante não apresentou muito perigo aos ingleses, embora tenha sido o autor do gol croata já com o placar
mostrando 4 x 0.

A atuação dos ingleses:

Rob Green: Trabalhou bem pouco contra o inoperante ataque croata. No gol, deu azar. Fez duas belas defesas, mas Eduardo fez no rebote. 6,5

Glen Johnson: Mais parecido com o Glen Johnson do Liverpool do que aquele do jogo contra a Eslovênia. Bem no ataque e uma assistência. 7

John Terry: Pouco trabalho no jogo. 7

Matthew Upson: Também teve uma noite tranqüila. Não chega a ameaçar a vaga de Ferdinand. 6,5

Ashley Cole: Consistente na lateral. Praticamente não erra. Mas poderia descer mais ao ataque. 7

Frank Lampard: Jogando um pouco fora de sua posição esteve perfeito. Marca, passa e faz gols. 8

Gareth Barry: Sua melhor partida em muito tempo. Esteve em todos os lugares do meio-campo e foi o ponto de equilíbrio do time. Não inventa. 7

Aaron Lennon: Se alguém foi responsável pela noite tranqüila, esse alguém foi Lennon. Sua arrancada acabou em pênalti e um cruzamento perfeito para Gerrard colocou a Inglaterra com dois gols de vantagem. Aí ficou fácil. E continuo bem no resto da partida. 9

Wayne Rooney: Imprevisível e incansável. É perigo constante para qualquer defesa. Fez assistência para Gerrard e ainda ganhou um gol de presente. 8

Steven Gerrard: Um maestro. A classe e a disposição habitual e sempre em favor do time. Dois gols de cabeça. 8,5

Emile Heskey: Dizem que é útil para o time, e pode até ser, mas atacante precisa saber fazer gols. Acho que Cole cumpriria sua função e ainda faria gols. 5,5

Fabio Capello:
100% nas Eliminatórias. Montou um time que se ainda não é temido, certamente, já é respeitado pelas melhores seleções do mundo. 9,5

Substitutos:
Jermain Defoe (no lugar de Heskey): dessa vez não marcou, embora tivesse tido uma chance. 5
David Beckham (no lugar de Lennon): provocou frisson na torcida quando entrou, mas não fez muita coisa. s/n
James Milner (no lugar de Gerrard): jogou pouco. s/n

Quem quiser ver um infográfico legal sobre a campanha inglesa nas Eliminatórias, clique aqui.

Autor: rogerioandrade Tags: , , , , , , , ,

quarta-feira, 9 de setembro de 2009 Sem categoria | 00:32

É MELHOR NÃO CUTUCAR A ONÇA

Compartilhe: Twitter

É hoje, Inglaterra x Croácia. Revanche à vista. Vaga para a Copa também à vista. Mas o volante Gareth Barry não deixou se levar pelo clima de oba-oba e confessou estar preocupado com as vaias que Eduardo da Silva provavelmente ouvirá do torcedor inglês ao tocar na bola. Segundo ele, essas vaias – por causa daquele “mergulho” contra o Celtic – podem “sair pela culatra”. Eduardo pode se sentir mais estimulado a calar o estádio marcando gols. E Barry tem razão. Melhor não provocar a onça.


Eduardo: vaias para ele? (foto Getty Images)


Impossível para um inglês não encarar essa partida como uma revanche da derrota sofrida em novembro de 2007. Na ocasião, os croatas venceram por 3 x 2 (gols de Kranjcar, Olic e Petric) e deixaram os ingleses de fora da Euro2008. O jogo ficou marcado pela presença, no mínimo curiosa, do técnico Steve McClaren segurando um guarda-chuva à beira do gramado durante a partida. Acima, a contra-capa do Daily Mail com o título “Um idiota de guarda-chuva”. Impossível esquecer também o peru do goleiro Scott Carson.

A escalação de 2007:
Carson
Richards, Campbell, Lescott, Bridge
Barry (Beckham)
Wright-Phillips (Defoe), Gerrard, Lampard, Cole (Bent)
Crouch

A Croácia:
Pletikosa
Šimić, R Kovač, Šimunić, Ćorluka
N Kovač, Srna, Modrić, Kranjčar (Pranjić)
Eduardo (Petrić), Olić (Rakitić)

Gols: Niko Kranjčar (8), Ivica Olić (14), Frank Lampard (56 pênalti), Peter Crouch (65) e Mladen Petrić (77).

Um dos melhores jogadores em campo na ocasião, Luka Modric, hoje no Tottenham, não jogará por causa de uma fratura na perna sofrida na semana passada. Dessa vez a situação é mais cômoda. Uma vitória do time de Fabio Capello nessa partida garante a vaga para a Copa do Mundo da África do Sul, mas uma derrota não elimina a equipe. Dias 10 e 14 de outubro, o English Team encerra a participação nas Eliminatórias contra a Ucrânia (fora) e Belarus (em casa). O primeiro colocado se classifica para a Copa. O segundo vai para uma repescagem contra outro segundo de outro grupo. Abaixo a classificação do grupo C:
1) Inglaterra – 21 pontos (em 7 jogos)
2) Croácia – 17 (8)
3) Ucrânia – 14 (7)
4) Belarus – 9 (7)
5) Cazaquistão – 3 (7)
6) Andorra – 0 (8)

 

Autor: rogerioandrade Tags: , , , , ,

quarta-feira, 10 de junho de 2009 Sem categoria | 22:54

FALTAM 3 PONTOS

Compartilhe: Twitter


AUTÓGRAFOS SÓ LÁ FORA. Defoe entrou no intervalo e marcou dois. (foto AFP)

Como bem disse o jornalista que fez o lance-a-lance do The Guardian, Inglaterra x Andorra seria “o jogo mais inútil da história das eliminatórias de Copa”. A Inglaterra teve 84% de posse de bola. Era só uma questão de saber de quanto seria. Foi 6.

OS GOLS:
1 x 0 (4`):
cruzamento/passe lindo de Glen Johnson na cabeça de Rooney

2 x 0 (29`):
Glen Johnson colocou Walcott na linha de fundo, que cruzou para trás e Lampard mandou para as redes, sem problemas.

3 x 0 (39`): Cruzamento perfeito de Glen Johnson – de novo ele – Sem-pulo de Rooney.

4 x 0 (73`): Cruzamento perfeito de…. Glen Johnson. Cabeçada de Jermaine Defoe, que havia entrado no lugar de Rooney.

5 x 0 (76`):
falta batida por Beckham, goleiro solta e Defoe faz no rebote.

6 x 0 (81`): Em busca do hat-trick, Defoe escapa pela direita e bate para o gol. O chute é bloqueado e zagueiro e goleiro ficam indecisos. Crouch chega e marca o seu.

Agora, os ingleses pegam a Croåcia (“a revanche”) no dia 9/9. Uma vitória garante matematicamente a equipe na Copa de 2010. Um empate também servirá se a Ucrânia não vencer a Bielorrúsia no mesmo dia.

E A GREVE?
A greve do metrô e trens realmente atrapalhou o público que foi ao Wembley. Foram vendidos 70.000 ingressos, mas apenas 57.897 pessoas compareceram ao jogo. Embora a capacidade do estádio seja de 75.000, a FA decidiu parar de vender assim que percebeu que a greve poderia acontecer.


“Tivemos que andar até Wembley” (foto Getty Images)

Autor: rogerioandrade Tags: , , , , ,

terça-feira, 9 de junho de 2009 Sem categoria | 09:11

PORTÕES FECHADOS EM WEMBLEY

Compartilhe: Twitter

Incrível, mas o jogo Inglaterra x Andorra, que será disputado amanhã no estádio de Wembley, pode ter de ser feito com portões fechados.

Tudo porque o sindicato dos funcionários de metrô e trens está programando uma greve de 48 horas contadas a partir das 18h59 de hoje (horário britânico). As negociações que envolvem salários e postos de trabalho chegaram a um impasse ontem à noite e foram retomadas hoje pela manhã.

Sem o metrô, os organizadores da partida temem pela segurança dos 70.000 torcedores, principalmente na saída do estádio.

O custo estimado pela Federação Inglesa para a devolução do dinheiro dos ingressos é de mais de R$ 5 milhões.

E só por curiosidade, um condutor de metrô em Londres ganha um pouco mais de R$ 10.000 por mês.

 

Autor: rogerioandrade Tags: ,

domingo, 7 de junho de 2009 Sem categoria | 18:29

INGLATERRA 100%

Compartilhe: Twitter

 

A coisa não estava boa para os ingleses até Gareth Barry abrir o placar aos 40’ do 1º tempo. Dando graças a Deus de ir para o vestiário com a vantagem, os ingleses ainda ampliaram a vantagem com Heskey, aos 46’.  Foi apenas o 7º gol em 53 jogos do atacante grandalhão pelo English Team, que não marcava desde a Copa de 2002, contra a Dinamarca.

Se até Heskey havia marcado, o jogo estava ganho. A Inglaterra voltou para o 2º tempo melhor. Em parte porque o preparo físico do time cazaque é de quinta divisão (palavras do próprio técnico do time) e também porque Ostapenko, disparado o melhor jogador da equipe, se machucou ainda no primeiro tempo.

Aos 28′, Rooney ampliou com um golaço, seu 8º gol nas últimas seis partidas – traduzindo, Rooney fez nos últimos seis jogos o que Heskey ainda não conseguiu fazer em 53. E, aos 33′, Lampard converteu pênalti cometido sobre Heskey.

O goleiro do West Ham, Robert Green, começou jogando pela primeira vez. Quando foi exigido, no início da partida, esteve hesitante – como, por exemplo, na saída do gol anulado por impedimento de Ostapenko. Glen Johnson e Barry também começaram mal a partida, mas foram se acertando. Barry fez o primeiro de cabeça e Johnson fez bela jogada no gol de Rooney. O contundido Ferdinand foi substituído por Upson na zaga.

Apesar do placar elástico, não se pode dizer que a Inglaterra fez uma boa exibição. O 2 x 0 do primeiro tempo definitivamente não aconteceria se justiça fosse critério no futebol.

A Inglaterra entrou em campo com:
- Green
- Johnson, Terry, Upson e A. Cole
- Barry, Lampard, Gerrard e Walcott
- Rooney e Heskey

Quarta-feira, o English Team pega Andorra, em Wembley. Convenhamos, mera formalidade.


Golaço de Rooney merece ser visto de dois ângulos (fotos AP e Getty Images)

Agora, é preciso cornetar a várzea que é o Cazaquistão. Nem no Maracanã tem tanta gente dentro de campo. Dá uma olhada nesses dois manés que conseguiram credenciais sabe-se lá como e ficaram tirando fotos ao lado dos jogadores.

e aqui, pior ainda.

Autor: rogerioandrade Tags: , ,

  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. Última