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Posts com a Tag carlo ancelotti

segunda-feira, 2 de maio de 2011 Chelsea, Man Utd, Premier League | 01:17

Flashback

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Nas duas últimas visitas a Old Trafford, Drogba foi reserva e marcou. De novo, Ancelotti?

A vitória do Arsenal (que chega a 67 pontos) sobre o Manchester United (73) reservou uma inesperada decisão à 36ª rodada da Premier League. No próximo domingo, o Chelsea (70) vai a Old Trafford podendo roubar a liderança com um triunfo mínimo.

Mesmo que os Blues travem os Red Devils, o Arsenal seguirá longe demais do título. O United não deve fazer menos que quatro pontos contra Blackburn e Blackpool, os dois últimos adversários. Como se diz na Inglaterra, é uma corrida de dois cavalos.

O United é favorito à taça. O Chelsea se apoia na temporada passada, quando assumiu a primeira posição em Old Trafford. A vitória por 2 a 1 na 33ª rodada de 2009-10 levou os londrinos a 74 pontos, dois a mais que os mancunianos, vantagem decisiva para o título.

Em 3 de abril de 2010, Carlo Ancelotti foi a Manchester com um time mais frágil em relação ao que tem à disposição agora. Paulo Ferreira, Alex, Zhirkov, Deco e Joe Cole, autor do primeiro gol, começaram o jogo. Se Ancelotti repetir a escalação da vitória contra o Tottenham, ocupam essas vagas Ivanovic, David Luiz, Ashley Cole, Essien e Drogba.

No jogo da temporada passada, por sinal, Drogba foi estranhamente preterido, entrou no segundo tempo e decidiu. A ocasião representa tanto para o técnico italiano – uma espécie de clímax de seu trabalho em Stamford Bridge –, que ele tentou emular na Champions o sistema que deu certo naquele dia: 4-3-3 e seu artilheiro marfinense no banco, um engano.

Os Red Devils, invictos em casa nesta temporada, também tinham mais problemas há um ano. Rooney estava lesionado, Gary Neville foi titular, não havia Chicharito para capitalizar a pressão no fim do jogo, e Berbatov ficou isolado até a entrada de Macheda, que fez o gol do time. A desvantagem em relação àquela partida é a possível ausência de Fletcher, em fase final de recuperação.

Apesar do primeiro tempo no Emirates, o United vive seu melhor momento na temporada. O Chelsea também. A despeito da eliminação na Champions, os 25 pontos em nove rodadas impressionam e ressuscitam um ano que parecia perdido. Lampard melhorou tanto, que até ganhou contra Gomes o gol que lhe roubaram na Copa. O confronto tende ao equilíbrio, o que favorece o atual líder.

Vitória do Chelsea não seria definitiva
Se o Chelsea vencer por um gol, chegará aos mesmos 73 pontos do Manchester United e ficará com 39 de saldo contra 37 do concorrente. Os últimos adversários dos Blues são Newcastle (casa) e Everton (fora). Os Red Devils enfrentam Blackburn (fora) e Blackpool (casa), oponentes que podem jogar suas vidas na elite, porém mais sujeitos a goleadas.

Seleção da rodada
Szczesny (Arsenal); Zabaleta (Man City), Koscielny (Arsenal), Terry (Chelsea), Baines (Everton); Mulumbu (WBA), Modric (Tottenham); Simon Davies (Fulham), Ramsey (Arsenal), Olsson (Blackburn); Kuyt (Liverpool).

Autor: Daniel Leite Tags: , , , , , , , ,

sexta-feira, 1 de abril de 2011 Chelsea, Curiosidades | 13:57

Ancelotti e David Luiz são os melhores de março

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De volta à luta pelo título, o Chelsea dominou um mês atípico

Há 60 dias na Inglaterra, David Luiz recebeu um fantástico reconhecimento. A intensidade, a precisão nos desarmes e os dois gols nos três jogos que disputou em março lhe garantiram o prêmio de Jogador do Mês na Premier League. Houve, na realidade, uma recompensa à ótima forma do Chelsea, que venceu suas três partidas de março, contra Manchester United, Blackpool e Manchester City. Por isso, após tempos difíceis, Carlo Ancelotti foi eleito o Treinador do Mês.

O que se vê na foto (Action Images) é comum. Outros três clubes já fizeram a dobradinha na temporada. Di Matteo, que nem está mais no West Bromwich, e Odemwingie foram os melhores de setembro. Em novembro, Coyle e Elmander, do Bolton, levaram os prêmios. Ferguson e Berbatov, do Manchester United, ficaram com os troféus há dois meses. Raridade, aqui, é a presença de um zagueiro. O último a levar o prêmio de Jogador do Mês havia sido Jagielka, do Everton, em fevereiro de 2009. Vale lembrar que março foi um mês atípico. A maioria dos times atuou apenas duas vezes.

Autor: Daniel Leite Tags: , , , , ,

segunda-feira, 7 de março de 2011 Brasileiros, Chelsea, Curiosidades, Jogadores | 14:30

O presente de Chris Cohen a David Luiz

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Chris Cohen é uma figuraça. Não o meia central do Nottingham Forest, mas o humorista inglês que se notabilizou por homenagear e ironizar ícones do futebol local através de paródias musicais. O último foi o zagueiro brasileiro David Luiz, que, pela técnica e o carisma inerente à cabeleira, já conquistou todo mundo no Chelsea. A música está pronta há semanas, mas o videoclipe saiu recentemente. Teve até menção ao irmão capilar Marouane Fellaini, do Everton. Olha só:

Que nunca se diga que a permanente está morta
Porque estamos fascinados com esse seu cabelo
Ao ver a sua técnica, 21 milhões parecem pouco
E Marouane Fellaini agora chora até ficar rouco
Ele nunca terá uma permanente como a sua
David Lui Lui Luiz
Diz para a gente que gosta de jogar no Chelsea

David Lui Lui Luiz
Será que podemos pensar que com você e Terry
Nós nunca vamos tomar um gol novamente?
Será que podemos acreditar que não vai ao salão Trevor Sorbie
Só para dar esse balanço natural ao seu cabelo?
David Lui Lui Luiz
Diz para a gente que gosta de jogar no Chelsea
David Lui Lui Luiz

A homenagem a David Luiz fala sobretudo do cabelo dele. No entanto, Chris Cohen também pode ser muito crítico. Especialmente se a seleção inglesa está envolvida. Por exemplo, quando fracassou nas Eliminatórias para a Euro 2008, o treinador Steve McClaren não foi perdoado.

Parodiando Rihanna, Cohen criticou: 1) O fato de ele ter aberto um guarda-chuva após sofrer dois gols em 14 minutos no jogo decisivo, contra a Croácia; 2) A tática de deixar dez, onze homens atrás da linha da bola; 3) A postura defensiva depois de empatar a partida; 4) Opções como Lescott e Campbell; 5) A decisão de arriscar a condição física de Owen num amistoso; 6) A ausência de um plano B: era bola alta a Crouch e mais nada; 7) Gerrard e Lampard subutilizados. E por aí vai. Para mim, o trabalho mais genial dele até hoje:

Um Chris Cohen mais dócil apareceu no ano passado, após o double do Chelsea de Carlo Ancelotti, homenageado em sotaque italiano:

Se quiser ver mais, confira o canal de Chris Cohen no YouTube ou siga a figura no Twitter.

Autor: Daniel Leite Tags: , , , , , ,

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011 Chelsea, Curiosidades, Debates | 16:29

Inaceitável

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Cole reincide e passa dos limites

Ashley Cole parece ser um sujeito perturbado. Até há pouco, a sociedade não se importava tanto. A saída agitada do Arsenal, as confusões conjugais e as rusgas com seus compatriotas eram problemas dele. Às vezes, do clube. Mas o que o lateral-esquerdo do Chelsea fez na semana passada é o cúmulo da inconsequência. À revelia de todo mundo, ele levou uma pistola de ar ao centro de treinamento. Supostamente sem saber que ela estava carregada, Cole acertou de forma acidental o estudante Tom Cowan, de 22 anos, que passa um período de estágio no clube. Sem dolo, mas com culpa. Tom sofreu algumas escoriações.

O que importa agora são os desdobramentos. O lateral já treinou e, de acordo com Carlo Ancelotti, atuará amanhã, contra o Manchester United, em jogo atrasado da Premier League em Stamford Bridge. Cole será multado em € 300 mil (R$ 688 mil), menos do que ele fatura em um mês. No ano passado, Roman Abramovich já havia punido Ashley, daquela vez por envolvimento em escândalo sexual divulgado pelo periódico The Sun. A intenção do proprietário, que descontou metade do salário mensal do defensor, era “preservar a imagem do clube”.

A nova multa não indica preocupação com a imagem, não. Cole é um grande lateral-esquerdo e, apesar das várias derrapadas, em campo e fora dele, foi eleito o melhor jogador da seleção inglesa no ano passado. Tem sido vaiado por todos os torcedores rivais e, ainda assim, faz temporada consistente. No entanto, o aspecto técnico não deveria ser o mais valorizado a uma hora dessas. Tudo bem, é caso de polícia também. O clube faz o que quiser, mas, para recuperar a ordem perdida há muito tempo, não poderia se esconder atrás da multa, solução corriqueira por lá em exemplos bem mais leves. Aliás, o Chelsea já demitiu por menos. Veja só:

2001 (pré-Abramovich) – Terry, Lampard, Gudjohnsen e Jody Morris multados por provocação a turistas norte-americanos em hotel londrino, poucas horas após os ataques terroristas de 11 de setembro

2004 – Adrian Mutu demitido por uso de drogas

2007 – Contrato de José Mourinho rescindido por divergências com Roman Abramovich

2009 – Drogba multado por críticas a Felipão e à diretoria

2010 – Ashley Cole multado por envolvimento em escândalo sexual

2010 – John Terry mantido como capitão após “traição” ao ex-colega Wayne Bridge

2010 – Assistente Ray Wilkins, muito bem aceito pelos jogadores, demitido sem explicação

2011 – Ashley Cole multado por levar pistola de ar ao CT e acertar tiro acidental em estagiário

Autor: Daniel Leite Tags: , , , , , , , ,

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011 Chelsea, Premier League | 00:03

A Liga Europa é logo ali

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O empate por 0 a 0 no Craven Cottage ratificou a boa fase do Fulham e a possibilidade de o Chelsea não chegar à próxima Liga dos Campeões. A dois pontos do Tottenham, os Blues estão na quinta posição e veem ameaçada uma vaga de que não abrem mão desde antes da chegada de Roman Abramovich. Em 2002-03, o Chelsea de Terry, Lampard, Desailly, Zola e Hasselbaink facilitou a vida do investidor russo, oferecendo-lhe de bandeja a oportunidade de disputar a Champions em sua primeira temporada. O de Ancelotti, antes favorito incontestável ao título, dá a Abramovich seu pior momento na Inglaterra.

Torres joga como prefere, e os torcedores "plagiaram" a música que ele ouvia no Liverpool. Mesmo assim, não está à vontade

Há duas temporadas, Felipão, sempre vinculado a um período terrível para o clube, deixou o time a sete pontos do então líder Manchester United. Hoje, o Chelsea está a doze. O aproveitamento que foi de 75% em 2009-10 desabou para 57% após 26 rodadas em 2010-11. O desespero da cúpula, sintetizado pela estranha demissão do auxiliar Ray Wilkins, culminou em contratações pesadas num mercado habitualmente utilizado para reparos.

Apesar do desespero sinalizado, o elenco precisava mesmo de injeções. David Luiz e Fernando Torres já jogam regularmente. A despeito do suposto pênalti em Dempsey (eu não marcaria), desperdiçado pelo ianque, o zagueiro brasileiro causou impacto positivo na Inglaterra. David é firme nos desarmes, participa também das ações ofensivas e, em que pese a péssima experiência no Benfica, mostra a Ancelotti que pode ser deslocado a uma lateral quando necessário. Torres, ao contrário, não parece confiante e, após pouco mais de duas horas de futebol insosso, motiva questionamentos sobre o investimento nele. É muito cedo, mas o começo foi decepcionante para quem não precisou fazer nenhum sacrifício tático.

Aliás, Ancelotti parece mesmo inclinado ao 4-3-1-2. No Cottage, Drogba foi relegado ao banco, e Malouda fez a ligação na maior parte do jogo. A formação não foi suficiente para superar um Fulham mais sólido e confiante do que há um par de meses. Sem marcar nas últimas duas rodadas, o Chelsea, mais leve, até melhorou em relação à derrota para o Liverpool. Mas nem o retorno aos trilhos garante a quarta posição. A disputa por duas vagas na Champions com Manchester City e Tottenham tende a ser dura. Os Blues ainda enfrentam Manchester United (duas vezes), Manchester City, Tottenham e Everton. Mesmo longe de ser simples, a missão precisa ser cumprida. O prejuízo embutido em uma eventual ausência na Champions é incalculável.

Seleção da rodada
Ben Foster (Birmingham); Micah Richards (Manchester City), David Luiz (Chelsea), Michael Dawson (Tottenham), Carlos Salcido (Fulham); Nani (Manchester United), Stuart Holden (Bolton), Jack Wilshere (Arsenal), Niko Kranjcar (Tottenham); Demba Ba (West Ham), Wayne Rooney (Manchester United).

Autor: Daniel Leite Tags: , , , , , , ,

domingo, 6 de fevereiro de 2011 Chelsea, Liverpool, Premier League | 21:33

Dalglish venceu o Chelsea

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Mesmo em sua posição natural, Torres foi tímido e perdeu o duelo contra os três zagueiros do Liverpool. Foto: EFE

O segundo estágio de Kenny Dalglish no Liverpool começou em 2009. Rafa Benítez o convidou a assumir a coordenação das categorias de base e o posto de embaixador do clube. Ele nunca perdeu Anfield de vista, mas passou a frequentar mais o estádio desde o retorno. Dalglish, que também vivia o cotidiano dos Reds, acumulava observações e as guardava consigo. Quando se viu treinador, tinha moral histórica e conhecimento de causa para propor mudanças.

O time inovador a que assistimos em Stamford Bridge já havia ensaiado. O deslocamento de Johnson à esquerda, para cobrir uma posição sem dono e abrir espaço a Kelly na direita, aconteceu logo no segundo jogo de Dalglish, contra o Blackpool. Avançar Raul Meireles também era uma necessidade imediata na visão do novo manager, e ele não demorou a fazê-lo. Na quarta-feira, quando recebeu o Stoke, o Liverpool foi armado com três zagueiros, a mesma estratégia que travou o Chelsea.

Solução conveniente. Ainda sem Suárez totalmente integrado e o lesionado Carroll, Dalglish sabia que precisaria de Gerrard e Meireles trabalhando próximos a Kuyt, isolado à frente. Os três zagueiros permitiriam isso sem afetar o equilíbrio do time. Do outro lado, Ancelotti voltava a armar o meio-campo do Chelsea em losango para viabilizar a estreia de Fernando Torres, a quem preferiu não oferecer a ponta direita. Era um 4-3-1-2, com Mikel protegendo a defesa, Essien e Lampard na meia central e Anelka na ligação.

Os Blues tinham uma artilharia pesada, mas não eram fortes pelos flancos. Dalglish reagiu com um sagaz 3-4-2-1, concentrando suas peças na faixa central, com Meireles e Gerrard à frente de Maxi e Lucas, e dando as alas a Kelly e Johnson. Em atuação monstruosa dos zagueiros do Liverpool e de seus protetores, Torres e Drogba mal tocaram a bola. Quando a defesa do Chelsea falhou (aliás, que jornada para os amigos Cech e Ivanovic, hein?), o avançado Meireles estava lá para marcar seu quarto gol na temporada, todos nos últimos cinco jogos. Além do português, Carragher e Lucas foram particularmente impressionantes. Tachado de ultrapassado até duas semanas atrás, Dalglish venceu o Chelsea do hoje sonolento Fernando Torres.

A propósito, depois de quatro vitórias seguidas (com quatro clean sheets), já podemos dizer que King Kenny fica para a próxima temporada? “A decisão é dos proprietários. Ele é um herói para mim e Gerrard. Se você me pergunta, posso dizer que quero muito que ele permaneça”, disse Jamie Carragher ao site do Liverpool.

O imediatismo venceu o West Bromwich

Roberto Di Matteo foi demitido. O West Bromwich perdeu 13 dos últimos 18 jogos. Desfazer-se do treinador italiano pareceu conveniente ao presidente Jeremy Peace, que alegou buscar a melhor forma de evitar a queda ao Championship. No entanto, quem assiste a um jogo dos Baggies certamente identifica um time bem armado, insinuante (com um Brunt em grande temporada) e capaz de encher a paciência dos grandes.

Di Matteo sempre manteve o WBA fora da zona de rebaixamento e o entrega à beira dela, na 17ª posição. O Blackpool, que só perde há cinco rodadas, não pensa em dispensar Ian Holloway. Peace, ao contrário, copia a fórmula do rebaixado Hull City, que resolveu demitir Phil Brown a dois meses do fim da temporada passada. Uma reedição também do resultado não será surpresa.

Seleção da rodada: Hennesey (Wolves); Walker (Aston Villa), Carragher (Liverpool), Agger (Liverpool), Elokobi (Wolves); McCarthy (Wigan), Lucas (Liverpool), Meireles (Liverpool), Barton (Newcastle); Tévez (Manchester City), Saha (Everton).

Autor: Daniel Leite Tags: , , , , , , ,

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011 Chelsea, Curiosidades | 18:00

Excuse me

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Apesar dos comprometedores meses de novembro e dezembro (quatro vitórias em 12 jogos, por todas as competições), o habitualmente imediatista Roman Abramovich manteve Carlo Ancelotti como treinador do Chelsea. No entanto, em outro aspecto, Carletto foi educadamente removido de seu posto em Stamford Bridge. Na partida entre Chelsea e Arsenal pela FA Cup sub-18, na última quinta-feira, uma torcedora dos Gunners fez valer seu direito de ocupar o lugar estabelecido no ingresso:

Para Ancelotti, tudo terminou bem. Os Blues venceram por 2 a 1, com dois gols da revelação eslovaca Milan Lalkovic.

Dica do Rafael Almeida.

Autor: Daniel Leite Tags: ,

terça-feira, 11 de agosto de 2009 Sem categoria | 23:55

CHELSEA

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Cidade: Londres
Fundação: 1905
Apelido: The Blues
Estádio: Stamford Bridge
Fulham Road, Fulham, SW6 1HS
Capacidade: 42.055
Tamanho do gramado: 103 x 67 m

Estrelas: John Terry, Lampard, Essien, Drogba, Ballack

Fique de olho: Yuri Zhirkov

Brazucas: Deco (naturalizado português), Belletti e Alex

Quem chegou: Yuri Zhirkov (CSKA Moscow) £18m, Daniel Sturridge (Man City) em litígio, Ross Turnbull (Middlesbrough) grátis

Quem saiu: Ben Sahar (Espanyol) £1m, Frank Nouble (West Ham), Jimmy Smith (Leyton Orient) grátis, Franco Di Santo (Blackburn) empréstimo, Slobodan Rajkovic (FC Twente) empréstimo, Lee Sawyer (Southend) empréstimo, Scott Sinclair (Wigan) empréstimo, Tom Taiwo (Carlisle) empréstimo

Técnico: Carlo Ancelotti (ITA)

Apostas pagam: 9-4 (2,25-1)

Temporada passada:
Premiership: 3º
FA Cup: campeão
Carling Cup: 4ª fase
Liga dos Campeões: semifinal

Títulos:
Premiership: 3
FA Cup: 5
Copa da Liga: 4
Liga dos Campeões: vice (2008)
Recopa: 2 (1971 e 1998)

 

Autor: rogerioandrade Tags: , , , , , , , , , ,