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sábado, 26 de março de 2011 Inglaterra | 15:03

Soberania em Cardiff

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Coisas que Scott Parker faz por você

Em 15 minutos, a Inglaterra venceu o País de Gales por 2 a 0 em Cardiff. O tranquilo resultado alinhou os ingleses a Montenegro na liderança de um grupo em que apenas os dois parecem lutar por vaga direta na Euro 2012. Gales, por sua vez, continua sem pontuar.

Capello inovou ao escalar um meio-campo forte e cerebral, com Parker, Wilshere e Lampard. À frente, jogaram Young e Rooney abertos e Bent como referência. Um 4-3-3, que, com o avanço de Wishere e Lampard, virava um sufocante 4-1-4-1.

Premiado por conta da incrível temporada, Parker (foto: Wales Online) lidou com o capitão Ramsey e os raros ataques galeses e permitiu que todos os outros se adiantassem para marcar a saída de um adversário sem saída. Era a chave para a vitória e para um segundo tempo mais sonolento, apenas para administrar o resultado. Eis as notas inglesas:

Hart, 6 – Quase sem precisar intervir, passou no teste de concentração
Glen Johnson, 7 – Foi sólido e fez um lançamento espetacular para Ashley Young criar o segundo gol
Dawson, 6.5 – Um escorregão foi a única mancha numa exibição tranquila
Terry – 7.5 – Ótimo jogo do novo velho capitão. Sua ousadia foi fundamental na abertura do placar
Ashley Cole, 7 – Bem nas arrancadas ao ataque e sem problemas na defesa
Parker, 8 – Segurou tudo atrás, viabilizou a marcação sufocante e ainda participou de ações ofensivas
Wilshere, 8 – Mais um jogo notável dele. Mesmo com todo mundo em forma, tem de ser titular
Lampard, 6.5 – Foi frio no pênalti e no jogo. Atuação correta, mas nada que tenha impressionado
Ashley Young, 8.5 – Man of the Match. Arrumou o pênalti, criou o segundo gol e atazanou o pobre Danny Collins
Bent, 7 – Fez seu trabalho. O terceiro gol nos últimos três jogos com a seleção solidifica seu lugar cativo no grupo. A briga com Carroll, ainda fora de forma, promete
Rooney, 6.5 – Sacrificado na ponta esquerda, correu bastante, recebeu cartão e está fora contra a Suíça em junho
Milner, 5.5 – Entrou na vaga de Rooney a 20 minutos do fim e nada acrescentou
Downing, 6.5 – Em dez minutos, quase transformou uma grande jogada no terceiro gol
Jagielka (entrou aos 88′), sem nota

Autor: Daniel Leite Tags: , , , , , , ,

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011 Copas Europeias, Debates | 22:40

Incompatíveis?

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Um dos grandes debates atuais no futebol inglês é a suposta incompatibilidade entre Drogba e Fernando Torres. A constante presença do marfinense no banco ainda não foi completamente esclarecida: rodízio, má fase, ou o campo é pequeno demais para ele e o espanhol? Hoje, na ótima vitória do Chelsea sobre o Copenhague, os dois jogaram simultaneamente por 20 minutos. Até pela vitória garantida, pouco tempo para avaliar. Certo é que, apesar de Torres ter melhorado, o atacante dos Blues em melhor forma é mesmo Anelka, autor de dois gols. Não significa que tenha de ser titular, mas que não pode simplesmente ser descartado em benefício de uma dupla promissora.

É quase inacreditável que esses dois tenham representado um problema por tanto tempo

Parece claro que, se Drogba tiver tempo, os dois vão se acertar e dar essa opção a Carlo Ancelotti. O esquema de hoje, um 4-4-2 simples com Ramires e Malouda abertos, é mais uma alternativa para torná-los compatíveis. Recentemente, outros treinadores do futebol inglês também tiveram de buscar soluções para que seus melhores jogadores pudessem ser mais bem aproveitados. Vamos relembrar alguns casos:

Gerrard e Lampard (Inglaterra). Sem dúvida, o mais famoso dos dilemas. O debate se intensificou após a seleção fracassar nas Eliminatórias para a Euro 2008, quando Steve McClaren fez os dois craques parecerem jogadores comuns. Depois, Fabio Capello até encontrou uma solução. Mandou Gerrard para a esquerda e deixou Lampard e Barry no meio. Antes da Copa, com o capitão do Liverpool por vezes se deslocando à faixa central e abrindo espaço a Ashley Cole, deu muito certo. Na África do Sul, com Barry fora de forma, o esquema não teve muitas chances.

Bent, Gyan e Welbeck (Sunderland). Steve Bruce certamente gostou dessa dúvida. Na primeira metade da temporada, ele tinha à disposição três atacantes em boa fase. Mesmo assim, o treinador costumava relegar Gyan ao banco. Como dois dos avançados são leves e podem jogar pelo lado do campo, era estranho que um time médio não utilizasse um deles como titular. Quando recebeu uma chance, o trio funcionou, com o ganês à direita, a revelação do Manchester United à esquerda e Bent como referência. Desse jeito, o Sunderland dominou e venceu o Bolton, com gol de Welbeck, em 18 de dezembro. Um meio-campo tão funcional, que tem os ótimos Cattermole e Henderson, permitia isso. O problema é que durou pouco. Welbeck, que deve retornar ao United para a próxima temporada, lesionou-se e volta só no fim de março. Bent pediu para ser negociado e foi para o Aston Villa.

Van der Vaart (Tottenham). Aqui, uma possível incompatibilidade entre um jogador e um esquema. Quando o meia ofensivo chegou a White Hart Lane, havia quatro bons atacantes no elenco dos Spurs. Era difícil imaginar que Harry Redknapp, um tanto rígido taticamente, fosse abandonar seu tradicional 4-4-2. Onde o ex-madridista jogaria? Na Inglaterra, cogitaram-se várias possibilidades: Bale de volta à lateral esquerda, van der Vaart na meia central (como a certa altura da final da Copa), ou mesmo no ataque. A má fase dos homens de frente não deixou dúvida. Redknapp decidiu fazer um ajuste e jogar com apenas um atacante e van der Vaart vindo de trás, num 4-4-1-1. Tem sido um sucesso.

Mais Champions
Amanhã, na França, Manchester United e Olympique de Marselha também começam a disputar um posto nas quartas-de-final da Champions. Reecontram-se Sir Alex Ferguson e Gabriel Heinze, que teve saída muito turbulenta de Old Trafford. Bruno Pessa, de Le Blog du Foot, fala aqui sobre o confronto.

Autor: Daniel Leite Tags: , , , , , , , , , , , ,

domingo, 4 de abril de 2010 Sem categoria | 20:15

ONE MAN UNITED?

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Dia 16/3, o Chelsea foi eliminado pela Inter. Cinco dias depois perdeu a liderança do Inglês ao empatar com o Blackburn. A fase era negra. Em Old Trafford, era tudo festa. Liderança no Inglês, classificação em cima do Milan e Rooney voando. Well, tudo mudou de novo. O Chelsea retomou a liderança enquanto o rival, além de perder a ponta do Inglês e o jogo de ida da Liga dos Campeões para o Bayern, perdeu também seu melhor jogador. Andam dizendo por lá que o Man United é time de um homem só: o One Man United. Mundo dinâmico, esse!

Manchester United 1 x 2 Chelsea
Apesar do gol da vitória impedido de Drogba, resultado justo. O Chelsea foi mais time no 1º tempo e, embora os Red Devils tenham melhorado no 2º, o time londrino continuou melhor. Sem Rooney, o time de Ferguson mostrou-se com pouco poder ofensivo e viu Joe Cole abrir o placar com um golaço de letra. O gol irregular de Drogba acabou tornando-se fundamental porque Macheda descontou dois minutos depois (sim, foi com o braço, mas foi sem querer e mão sem querer não é falta). Obviamente, o lado vermelho vai reclamar da arbitragem, mas o lado azul pode contra-argumentar que Gary Neville fez pênalti em Anelka (se não engano) - eu acho que foi. Polêmicas à parte, Malouda jogou muito, Anelka foi muito bem e as entradas dos marfineses Kalou e Drogba (será que Dunga assistiu o jogo?) decidiram a partida. Alex entrou jogando na zaga do Chelsea e esteve bem. Tem potencial para ser titular da Seleção Brasileira, mas precisaria jogar com mais freqüência. Bellettão ficou no banco. Será que ele perdeu a posição (de reserva) para o Paulo Ferreira?

Arsenal 1 x 0 Wolverhampton
Ai,Jesus! Gol aos 49’ do 2º tempo, do jeito menos “Arsenal” possível. Chuveirinho na área e gol de cabeça de… Bendtner. Foi um parto para sair esse gol e o goleiro dos Wolves Marcus Hahnemann foi quem dificultou as coisas para os Gunners. Mas no fim, Sagna cruzou na medida para o dinamarquês, que havia entrado no lugar de Eduardo, abrir o placar. Foi o 18º gol nos últimos dez minutos de jogo do time de Wenger. Com a derrota do Man United, o Arsenal volta para a briga. Denilson jogou e foi discreto.

Bolton 0 x 1 Aston Villa
Importante vitória para os Villans. Se as chances por uma vaga na Champions são mínimas, ainda é importante garantir a sexta ou sétima colocação que os levam para a Liga Europa. O gol da vitória veio com Ashley Young.

Portsmouth 0 x 0 Blackburn
Mesmo jogando com dez nos últimos 30 minutos, o time de Avram Grant mostrou novamente brio. Esse mísero pontinho e mais o empate dos Hammers foram suficientes para adiar por uma semana o rebaixamento matemático da equipe.

Stoke City 2 x 0 Hull
O retrospecto do Hull fora de casa é ridículo: 1 vitória em 30 jogos. Mas mesmo assim, pelo que jogaram no 2º tempo, os Tigers mereciam mais sorte. Ainda mais levando-se em conta que Boateng foi nocauteado por um chute de bicicleta de Tuncay e o time de Iain Dowie teve que jogar os últimos 15 minutos com um a menos – quando buscavam o empate, levaram o segundo. Geovanni entrou no 2º tempo, mas não resolveu.

Sunderland 3 x 1 Tottenham 
Foi um belo jogo de futebol, mas isso não consola o torcedor dos Spurs. O time de Londres foi ultrapassado pelo City na briga pela Champions. Gomes pegou dois pênaltis, mas falhou no primeiro gol soltando uma bola no pé de Bent. Darren Bent, por sua vez, jogando contra sua ex-equipe daqual saiu brigado, marcou duas vezes, mas perdeu dois pênaltis. Esse desperdício poderia ter custado caro. Com 2 x 0 no placar (e esses dois pênaltis perdidos), Crouch entrou e descontou de cabeça (fazendo falta no zagueiro, como ele costuma fazer e como os árbitros costumam não marcar). O gol colocou fogo na partida, mas outro substituto, o holandês Zenden, ampliou para o Sunderland. E foi um golaço, de voleio, candidato a gol da temporada.

Burnley 1 x 6 Manchester City
1’01’’, bola na trave de Adam Johnson.
3’01’’, 1 x 0, Adebayor.
4’44’’, 2 x 0, Bellamy
6’20’’, 3 x 0 Tevez.
O massacre durou 6 minutos e o logo após esse terceiro gol, já era possível ver torcedores do Burnley indo embora. Aos, 19’, depois de cobrança de escanteio, Vieira marcou seu primeiro gol pelo clube e, ainda no 1º tempo, Adebayor ampliou. Na 2ª etapa, Kompany ampliou aos 12’ e foi só, o City tirou o pé. Fletcher diminuiu aos 27’. Os Citizens, apesar da inesperada derrota para o Everton em casa, estão com a mão na sonhada vaga da Champions.

HOJE

Birmingham 1 x 1 Liverpool
Oito tentativas e Rafa Benitez nunca ganhou dos Blues de Birmingham em seis anos de Liverpool. Seis tentativas e nenhum dos top 6 da Premier League conseguiu bater a equipe de Alex McLeish jogando no St. Andrews nesta temporada. Todos empataram. No jogo, Gerrard e Torres não estavam bem. O espanhol foi substituído e saiu de cara feia. Já o inglês, mesmo sem desfrutar do melhor de sua forma, fez um golaço e ainda deu um lançamento primoroso no peito de Babel já no final da partida que o holandês não soube concluir. Por pouco que os Reds não levam os três pontos graças a um Gerrard meia-boca.

Fulham 2 x 1 Wigan
De virada, mas é muito tarde para o Fulham querer qualquer coisa. Agora é foco total na Liga Europa.

Everton 2 x 2 West Ham
Yakubu parecia ter decretado a vitória dos Toffees aos 40’ do 2º tempo, mas Ilan, o brasileiro, empatou dois minutos depois tirando os Hammers da zona de rebaixamento. O ex-jogador do Atlético-PR havia entrado aos 33’ do 2º no lugar de Mido que havia perdido um pênalti na 1ª etapa. O West Ham ainda corre sério risco.

Autor: rogerioandrade Tags: , , , ,

domingo, 22 de novembro de 2009 Sem categoria | 15:35

CHELSEA EM DIA DE ARSENAL

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- Viu só, seu Capello?

- Viu só, seu Capello? (foto AP)

Chelsea 4 x 0 Wolverhampton
Mesmo sem ter Lampard, Deco, Ballack, Ricardo Carvalho e Drogba, o Chelsea apresentou um futebol leve, envolvente, cheio de toques bonitos e conseguiu uma goleada sobre os Wolves. Essien foi o dono do jogo, jogando um pouco mais a frente do que costuma, teve liberdade para criar e o time não deixou o time sentir falta de Lampard. No final, com a vitória assegurada, Ancelotti pode colocar em campo três garotos – Kakuta (francês, 18), Nemanja Matic (sérvio, 21) e Fabio Borini (italiano, 18) -, que tiveram atuações muito boas. Deixando um pouco de lado aquele futebol de força e pragmático, o Chelsea teve seu dia de Arsenal.

Kakuta é aquele que gerou a suspensão de duas janelas sem contratações para o Chelsea (punição suspensa até o julgamento final). O garoto francês quase marcou na sua primeira jogada e todas as vezes que tocou na bola algo aconteceu. Segundo Gary Lineker, hoje apresentador da BBC, o garoto tem “alguma coisa”. Destaque também para Joe  Cole, autor do quarto gol. Cole não marcava desde outubro de 2008 e agora fica mais forte na luta por um lugar na Copa de 2010.

O garoto Kakuta estreou mostrando muito talento (foto AP)

O garoto Kakuta estreou mostrando muito talento (foto AP)

Alex ganhou a vaga de Ricardo Carvalho na defesa e Belletti ficou com o lugar de Bosingwa. Foi a 12ª vitória consecutiva em casa (em todas as competições) – um recorde do clube. E um milagre de Cech no primeiro tempo levou a outro recorde do time:  10 jogos consecutivos sem levar gol em Stamford Bridge.

Sunderland 1 x 0 Arsenal
Foi a primeira derrota em 14 jogos dos Gunners, que começaram arrasadores, como sempre. Logo no primeiro ataque, Rosicki quase marcou um daqueles gols típicos do Arsenal de Wenger, com troca de passes de primeira até alguém aparecer na cara do gol, mas depois disso (o goleiro Fulop fez excelente defesa), o Sunderland soube manter os visitantes longe de sua meta. O gol dos Black Cats veio em um escanteio. Depois de uma cabeçada errada de Bent e uma matada errada de Campbell, a bola sobrou novamente para Bent marcar seu nono gol no campeonato.

É cedo para falar, mas será que Van Persie já está fazendo falta? Se Eduardo quiser dar um passo a frente na sua carreira – pessoalmente acredito que ele tenha talento para isso –, essa é a hora. O Arsenal precisa de gols e é o brasileiro-croata que deve marcá-los.

Liverpool 2 x 2 Manchester City
Resultado foi ruim para os dois. O Liverpool, agora com apenas uma vitória nos dez últimos jogos, conseguiu o empate com Benayoun depois de levar a virada. Skrtel havia aberto o placar com seu primeiro gol pelo clube. O Man City, por sua vez, completou seu sexto empate seguido. É a primeira vez que isso acontece no clube desde 1913. O recorde de empates consecutivos da Premier League  é sete.

Lucas teve uma chance de ouro para marcar o gol da vitória dos Reds aos 49’ do 2º tempo. Depois de cobrança de escanteio, o brasileiro subiu completamente livre mas errou a cabeçada.

Na semana passada, o Liverpool mandou quatro jogadores para tratamento em clínica em… Belgrado. Glen Johnson, Fábio Aurélio, Benayoun, e Riera foram para a Sérvia fazer tratamento, mas nenhum pode começar jogando (Aurélio e Benayoun entraram no decorrer da partida).

Manchester United 3 x 0 Everton
Massacre do Manchester. 3 x 0 foi pouco. Fletcher foi o nome do jogo com dois gols, sendo um deles com um voleio maravilhoso. O Everton não ofereceu resistência nenhuma. Rafael jogou muito bem na lateral-direita.

Voleio perfeito de Fletcher: impossível para qualquer goleiro (foto AP)

Voleio perfeito de Fletcher: impossível para qualquer goleiro (foto AP)

Birmingham 1 x 0 Fulham
Lee Bowyer (aquele do post abaixo) marcou um belo gol, numa bela jogada iniciada por Mc Fadden. Com isso, acaba a invencibilidade de cinco jogos do Fulham.

Burnley 1 x 1 Aston Villa
O Burnley saiu na frente, teve chances de ampliar e merecia um resultado melhor, mas Emile Heskey resolveu fazer uma coisa que não é muito do seu feitio: marcar gol.

Hull 3 x 3 West Ham
Ambos os times com problemas técnicos dentro de campo e financeiros fora fizeram um primeiro tempo sensacional. Os Hammers abriram 2 x 0 e, ainda nos primeiros 45 minutos, os Tigers viraram a partida. No segundo tempo, com um jogado a mais (Mendy foi expulso), o West Ham chegou ao empate. O árbitro, lá como cá, fez no mínimo três lambanças. Não deu um pênalti para os Hammers. Para o Hull, deu um que não foi e não deu um que foi. Geovanni voltou de suspensão, mas entrou só nos cinco minutos finais. 

Autor: rogerioandrade Tags: , , , , ,

domingo, 8 de novembro de 2009 Sem categoria | 21:04

PARA PEGAR O BRASIL

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Abaixo, os 24 convocados de Capello para enfrentar o Brasil, no próximo dia 14, em Doha (isso mesmo. Nada de Londres, nada de Rio, nem São Paulo. Doha, Catar). Algumas novidades como Gary Cahill, Stephen Warnock, Tom Huddlestone e Darren Bent. Lembrando que Steven Gerrard, Rio Ferdinand, Ashley Cole, David James, Aaron Lennon, Emile Heskey e Carlton Cole estão machucados.

Goalkeepers: Foster (Manchester United), Green (West Ham), Hart (Manchester City)

Defenders: Bridge (Manchester City), Brown (Manchester United), Cahill (Bolton), Johnson (Liverpool), Lescott (Manchester City), Terry (Chelsea), Upson (West Ham), Warnock (Aston Villa)

Midfielders: Barry (Manchester City), Beckham* (Los Angeles Galaxy), Carrick (Manchester United), Huddlestone (Tottenham), Jenas (Tottenham), Lampard (Chelsea), Milner (Aston Villa), Wright-Phillips (Manchester City), Young (Aston Villa)

Forwards: Bent (Sunderland), Crouch (ToEditar posts ‹ Thank God For Football — WordPressttenham), Defoe (Tottenham), Rooney (Manchester United).

*Beckham só vai iria se o LA Galaxy não vencer tivesse vencido o Chivas USA hoje ontem. Mas venceu por 1 x 0.

Autor: rogerioandrade Tags: , , , , , , , , ,

domingo, 1 de março de 2009 Sem categoria | 21:49

GOLEADA NOS PÊNALTIS E TÍTULO

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Muitos previam uma goleada do Manchester United sobre o Tottenham na final da Carling Cup, vulgo Copa da Liga por aqui. O que ninguém esperava era que a goleada, de 4 x 1,  viria na disputa de pênaltis. O jogo ficou no 0 x 0 até o final da prorrogação. Agora, o time de Alex Ferguson segue firme em busca da quíntupla coroa (já conquistou o Mundial e a Copa da Liga. A Premiership é quase deles. Ficam faltando FA Cup e Liga dos Campeões).

O título poderia ter vindo ainda no tempo normal se não fosse um pouco de falta de sorte de Cristiano Ronaldo. O português arrancou em diagonal da ponta direita, entrou na área e bateu de esquerda. A bola explodiu na trave esquerda de Gomes e a partida acabou logo em seguida. Seria o gol do título no último suspiro do jogo.


Por contusão, O’Hara ficou fora da final do ano passado em que o Tottenham ganhou (do Chelsea). Hoje, saiu do banco para bater o pênalti e… era melhor ter ficado em casa de novo (foto Reuters)

Nos pênaltis, os reservas O’Hara e Bentley desperdiçaram suas tentativas para os Spurs. A cobrança que deu o título ao Manchester foi do brasileiro Anderson. O grande herói do título foi o goleiro Ben Foster, eterno reserva do Manchester, mas que já chegou a jogar pela seleção inglesa. Foster fez pelo menos duas ótimas defesas durante o jogo e pegou o primeiro pênalti da série, batido por O’Hara.


Ben Foster substitui o poupado Van der Sar à altura (foto AFP)

Do lado do Tottenham, o goleiro Gomes, com exceção de uma saída ruim em cruzamento no segundo tempo, fez uma boa partida e pelo menos uma boa defesa. Mas nos pênaltis, os batedores do Manchester não deram muita chance ao brasileiro.

O Manchester foi a campo sem vários titulares. Rooney (oficialmente com uma virose, mas presente no estádio), Carrick, Fletcher, Berbatov, Van der Sar e Rafael (machucado) nem foram para o banco. Vidic e Giggs foram.

O problema maior do Tottenham para a partida foram os “cup-tieds” (jogadores que já participaram do torneio por outro time), ou seja, Robbie Keane (Liverpool), Wilson Palacios (Wigan), Carlo Cudicini (Chelsea) e Pascal Chimbonda (Sunderland). Frazier Campbell (emprestado pelo Manchester) também não podia jogar. E para piorar, Woodgate foi vetado no aquecimento por causa do tornozelo.


A partida também marcava o duelo entre os dois técnicos mais velhos da Premier League: Alex Ferguson (67) e Harry Redknapp (61). No restrospecto dos títulos do torneio, a vantagem era do time de Londres: 4 títulos (71, 73, 99 e 08) contra 2 (92 e 06) do Manchester. (foto AFP)

As escalações:
Manchester United (4-4-2) Foster; O’Shea (Vidic), Ferdinand, Evans, Evra; Ronaldo, Gibson (Giggs), Scholes, Nani; Welbeck (Anderson), Tevez.
Banco: Kuszczak, Park, Possebon, Eckersley.

Tottenham Hotspur (4-4-2) Gomes; Corluka, King, Dawson, Assou-Ekotto; Lennon (Bentley), Jenas (Bale), Zokora, Modric; Bent, Pavlyuchenko (O’Hara).
Banco: Alnwick, Huddlestone, Gunter, Taarabt

 

ANDERSON: GOL SÓ NOS PÊNALTIS

Acredite se quiser, mas o brasileiro, embora já tenha marcado convertido dois gols de pênaltis em títulos do Manchester United – o primeiro foi na final da Champions League do ano passado, ainda não conseguiu marcar gols com a bola rolando. E olha que Anderson já chegou há um tempinho, em julho de 2007. Tudo quanto é brasileiro já balançou a rede nesse período. Até Rafael da Silva do Manchester, que jogou poucas partidas, e Gilberto do Tottenham, já deixaram suas marcas. Quem sabe dessa vez a porteira se abre para Anderson. (foto AP)

 

Autor: rogerioandrade Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,