05/11/2009 - 12:30
Assim como havia acontecido em Anfield, o Liverpool levou um gol do Lyon – dessa vez de empate – nos momentos finais do jogo. Agora, os Reds não chegam a precisar de um milagre, mas a situação do time, e consequentemente de Rafa Benitez, é delicadíssima. O gol de Lisandro Lopes no finalzinho da partida (que entrada foi aquela do Kyrgiakos?!) faz com que o Liverpool precise ganhar seus próximos jogos – até aí nada complicado, Debreceni fora e Fiorentina em casa – e torça para que o classificado Lyon arranque algum ponto da Fiorentina (jogo em Florença) na próxima rodada.
Ontem, Rafa Benitez não pode contar com Gerrard, Riera, Kelly, Skrtel, Johnson, Fabio Aurelio, Aquilani e Agger. Torres foi para o sacrifício e esteve apagado. O golaço de Babel parecia consolidar uma vitória heróica. Mas uma pane na defesa nos descontos colocou tudo a perder.

Lucas perde gol, com a camisa "clean" (a França não permite publicidade de bebidas alcóolicas no uniforme) (Getty Images)
SHOW NO EMIRATES
Os meninos de Arsene Wenger deram mais um show no Emirates Stadium. Com um futebol bonito e envolvente golearam o AZ Alkmaar, da Holanda. Fabregas (duas vezes), Nasri (primeiro gol depois que quebrou a perna) e Diaby marcaram. O quarto gol, de Diaby, vai ilustrar bem o que é o futebol do Arsenal hoje: contra-ataque fulminante, troca rápida de passes, calcanhar de Eduardo, e conclusão de Diaby na frente do goleiro.
É realmente uma pena esse time sucumbir em algum momento do mata-mata por causa da “falta de experiência”. Mas a gente sabe isso vai acontecer. Ou será que dessa vez não?
Uma boa frase de Wenger na coletiva: “Isso (a vitória) foi sem Bendtner, Walcott, Vela e Denílson, e com Eduardo e Rosicky no banco. Por isso eu não entendia quando as pessoas me diziam para comprar, comprar, comprar.” Espero que mais para frente alguém não solte um “entendeu por quê?

O Arsenal é assim, até o técnico dá de rosca (foto Getty Images)
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30/10/2009 - 18:46
Amanhã é dia de derby no norte de Londres. Arsenal x Tottenham têm a maior rivalidade da cidade, pelo menos futebolísticamente falando. São 6,5 km separando os dois clubes. No ano passado, o duelo entre os dois clubes proporcionaram um dos melhores jogos da temporada no mundo. Um 4 x 4 inesquecível.
No total de confrontos entre as duas equipes, o Arsenal leva vantagem. São 67 vitórias dos Gunners contra 46 dos Spurs e 50 empates.
Para quem quiser conhecer um pouco mais sobre a história do confronto, a Wikipedia tem uma página sobre ele. Aqui.

Autor: rogerioandrade - Categoria(s): Sem categoria
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29/10/2009 - 11:03
1) Para assistirmos um jogão em plena quarta-feira à tarde.
Arsenal 2 x 1 Liverpool não foi um joguinho morno, não. Embora os dois times tenham entram em campo com seus times completamente desfigurados – o Arsenal com onze mudanças em relação ao time que jogou no final de semana passado e o Liverpool “só” com nove – a partida foi disputada a mil por hora. A média de idade dos Gunners ficou em 22,4 (graças aos veteranos Senderos Silvestre, 32, e Eduardo (!), 26).
2) Para Diego Cavalieri ter uma rara chance de começar jogando.
O ex-goleiro palmeirense se mostrou um pouco inseguro – sinal da falta de ritmo de jogo -, mas não comprometeu. Não teve chance nos dois gols do Arsenal.

Diego disputa bola com Bendtner depois de sair mal do gol (foto AP)
3) Para Merida (espanhol, 19 anos, Arsenal) e Insua (argentino, 20, Liverpool) marcarem seus primeiros gols por seus clubes (aliás, dois golaços). O primeiro abriu o placar e o segundo empatou aprtida no 1º tempo.
4) Para Aquilani finalmente estrear pelos Reds.
O italiano entrou aos 21’ do 2º tempo e mostrou que gosta de chegar na frente. Teve uma chance de gol e mandou uma meia bicicleta que, se não pega na mão (acidentalmente) de Senderos, tinha endereço certo.
5) Para Samir Nasri fazer seu primeiro jogo da temporada depois de se recuperar de uma fratura na perna na pré-temporada.
6) Para Bendtner dar alegria a sua torcida.
Foi do dinamarquês o gol da vitória.
E isso só no Arsenal 2 x 1 Liverpool. A rodada de ontem ainda teve:
Manchester City 5 x 1 Scunthorpe United
O clube da 2ª divisão até que se segurou bem até os 38’ do 1º tempo, quando Roque Santa Cruz desempatou a partida e marcou seu primeiro gol com a camisa do City. Depois disso, com o entusiasmo do Scunthorpe minguando, o City fez a festa. Destaques para as atuações de Ireland e Tevez. Gols de Ireland, Santa Cruz, Lescott, Tevez e Michael Johnson (meio campo de 21 anos). O lateral Sylvinho fez sua estreia pelo clube.

Sylvinho fez sua estreia (foto Getty Images)
Chelsea 4 x 0 Bolton
Kalou, Malouda, Deco e Drogba fizeram o placar. Passeio do time londrino. O zagueiro brasileiro Alex voltou depois de uma contusão (com cirurgia) na virilha. Os dois times se enfrentam pelo campeonato no próximo final de semana.
Na terça:
Barnsley 0 x 2 Manchester United
Ferguson colocou em campo um time completamente diferente daquele que perdeu para o Liverpool. Welbeck e Owen marcaram (foi o terceiro de Owen na temporada). Neville foi expulso. Rafael, Fábio e Anderson jogaram. O Barnsley contou com Anderson de Silva, aquele brasileiro que está lá já faz um tempo e que ajudou a eliminar o Liverpool (em Anfield) da FA Cup de dois anos atrás.
Portsmouth 4 x 0 Stoke City
Com campanha ridícula no campeonato inglês, o Pompey vai indo bem na Copa da Liga. O francês Piquionne marcou duas vezes.
Sunderland 0 x 0 Aston Villa
Brad Guzan (reserva do excelente Brad Friedel) defendeu pênalti cobrado por Jones, do Sunderland, aos 40’ do 2º tempo e levou a decisão para as penalidades. Aí Guzan defendeu mais três vezes e deu a classificação ao Aston Villa.
Blackburn Rovers 5 x 2 Peterborough United
Com o jogo 1 x 1, o Peterborough teve um jogador expulso, no finalzinho do 1º tempo. Aí ficou fácil. Até Michel Salgado marcou gol.
Tottenham Hotspur 2 x 0 Everton
Gols de Huddlestone e Robbie Keane eliminaram o Everton. Gomes, mais uma vez, foi titular.
Portanto chegamos às quartas-de-final com Arsenal, Chelsea, Manchester United, Manchester City, Tottenham, Aston Villa, Portsmouth e Blackburn. Not bad, hã?
Autor: rogerioandrade - Categoria(s): Sem categoria
Tags: aquilani, arsenal, carling cup, cavalieri, copa da liga, insua, liverpool, merida, nasri
01/10/2009 - 10:32

Wenger em sua chegada ao Highbury, em 1996 (meio Caetano, né?) (foto reuters)
Hoje, ARSENE WENGER completa 13 anos no comando do Arsenal e bate o recorde do clube de permanência no cargo que antes pertencia ao inglês George Allison no longínquo período de 1934 a 1947.
Arsene Wenger sucedeu o escocês Bruce Rioch, que havia ficado um ano no cargo entre 1995 e 1996. O diário Evening Standard deu as boas-vindas ao técnico francês com uma manchete que ficou famosa: “Arsene Who?”. Wenger era totalmente desconhecido do público inglês e ao assumir o Arsenal se tornou o primeiro técnico de fora do Reino Unido a dirigir o clube. É também o único técnico não britânico a ganhar um Double (Liga e FA Cup na mesma temporada), feito conseguido duas vezes, em 1998 e 2002.
Wenger sabia que não teria vida fácil na Inglaterra. A pressão seria grande por ser estrangeiro e desconhecido, mas logo no primeiro ano já mostrou seu valor levando o Arsenal à terceira colocação no campeonato, perdendo a vaga da Champions League para o Newcastle no saldo de gols. Entretanto, no ano seguinte, nem o mais fanático torcedor do Arsenal poderia sonhar com o que viria. Os Gunners conquistariam o Double pela primeira vez desde 1971 e Wenger passaria a ser idolatrado pela torcida.

A taça de 2003/2004, conquistada
sem uma única derrota (foto Reuters)
Wenger, que completará 60 anos no próximo mês, já conquistou três títulos ingleses, incluindo um invicto de 2003-2004, e quatro FA Cups, mas não vê uma taça desde 2005.
Títulos à parte, Wenger será sempre lembrado por ter transformado o “Boring Arsenal”, como sempre foi conhecido o time do norte de Londres, no time que sempre joga um futebol técnico e vistoso, embora nem sempre vença. A política de contratação de jovens talentos também é sua marca registrada.
Abaixo, as melhores contratações do francês:
NICOLAS ANELKA
Comprado por: £500,000
Jogos/gols: 65/23
Vendido por: £22.5 milhões para o Real Madrid
EMMANUEL ADEBAYOR
Comprado por: £3m
Jogos/gols: 104/46
Vendido por: £25 m para o Manchester City
MARC OVERMARS
Comprado por: £7m
Jogos/gols: 100/25
Vendido por: £25m para o Barcelona
KOLO TOURE
Comprado por: £150,000
Jogos/gols: 225/9
Vendido por: £15m para o Man City
PATRICK VIEIRA
Comprado por: £3.5m
Jogos/gols: 279/29
Vendido por: £13.7m para o Juventus
THIERRY HENRY
Comprado por: £10.5m
Jogos/gols: 254/174
Vendido por: £16.1m para o Barcelona
Autor: rogerioandrade - Categoria(s): Sem categoria
Tags: arsenal, recorde, wenger
23/09/2009 - 09:07

Highbury, a antiga casa do Arsenal, virou condomínio.
No último final de semana, o The Guardian publicou fotos exclusivas do condomínio de apartamentos que foi construído onde era o Highbury, antigo estádio do Arsenal. Fiquei positivamente surpreso com o que fizeram com o lugar. Ficou sensacional.
Os arquitetos projetaram o condomínio mantendo vários elementos da construção original e é, pelo menos através das fotos, possível ver e sentir a atmosfera do antigo estádio em cada canto. Quem já esteve ali um dia, vendo uma partida, não deixará de reconhecer a antiga casa dos Gunners.
O ideal seria que o estádio continuasse de pé, mas levando em conta que isso não era possível, fizeram um trabalho muito bem feito. Fiquei só imaginando como seria morar ali, abrindo a janela de manhã e olhando para o pedaço de chão (ainda gramado) onde os “Invincibles”, capitaneados por Henry – e com a presença de Edu e Gilberto Silva – fizeram história em 2004 ao vencer o campeonato de forma invicta.
O empreendimento será inaugurado amanhã com a presença de Arsene Wenger. Os apartamentos têm de um a três dormitórios, de 45 a 105m2. Uns têm sacadas menores, outros maiores, alguns são duplex e o preço é a partir de £325 mil (R$ 1 milhão).
Abaixo, algumas fotos do Highbury Square. Se quiser ver mais fotos, vá ao The Guardian clicando aqui. Se quiser saber mais sobre o condomínio, clique aqui. Se comprar um apartamento ali, não esquece de chamar este blogueiro para uma visita.

A fachada do ex-estádio é tombada pelo patrimônio histórico e não foi alterada


Visão de onde era o centro do gramado


Lugar onde era o banco de reservas do Arsenal.
A árvore foi plantada onde Wenger costumava ficar de pé
(Fotos The Guardian)
Autor: rogerioandrade - Categoria(s): Sem categoria
Tags: arsenal, highbury, highbury square
11/08/2009 - 09:01

Cidade: Londres
Fundação: 1886
Apelido: The Gunners
Estádio: Emirates Stadium
75 Drayton Park, Islington, N5 1BU
Capacidade: 60.432
Tamanho do gramado: 105 × 68 m
Estrelas: Fabregas, Van Persie, Arshavin, Theo Walcott
Fique de olho: Jack Wilshere
Brazucas: Eduardo da Silva e Denílson
Quem chegou: Thomas Vermaelen (Ajax, £10)
Quem saiu: Emmanuel Adebayor (Man City) £25m, Kolo Toure (Man City) £14m, Amaury Bischoff (liberado)
Técnico: Arsene Wenger (FRA)
Apostas pagam: 10-1
Temporada passada:
Premiership: 4º
FA Cup: semifinal
Carling Cup: quartas
Liga dos Campeões: semifinal
Títulos:
Premiership: 13
FA Cup: 10
Copa da Liga: 2
Liga dos Campeões: vice
UEFA Cup: 1
Recopa: 1
Autor: rogerioandrade - Categoria(s): Sem categoria
Tags: arsenal, Arshavin, emirates stadium, Fabregas, Theo Walcott, van persie, wenger
29/04/2009 - 22:56

O que é isso? O’Shea marcando?! (foto AP)
Assim como Petr Cech ontem, hoje foi a vez do goleiro Almunia brilhar. Se não fosse pelo espanhol, o Manchester United poderia ter matado o confronto ainda no primeiro tempo com uma sonora goleada. Na segunda etapa, os Gunners voltaram um pouco melhor e conseguiram equilibrar a partida.
Agora, para o jogo de Londres, o Manchester continua como favorito, mas sabe como é o Arsenal. De repente, eles decidem jogar tudo o que sabem e aí já viu. Se eu tivesse que apostar, colocaria minhas libras nos Gunners.
Vou dar minha cara para bater. Meu palpite para a final:
Barcelona x Arsenal
Alguém quer palpitar?

O herói Almunia quase foi a nocaute depois dessa entrada de Tevez (foto Getty Images)
Autor: rogerioandrade - Categoria(s): Sem categoria
Tags: arsenal, champions league, manchester united
19/04/2009 - 11:07
Walcott abre o placar por volta dos 15′ de jogo para o Arsenal. O Chelsea empata ainda no 1º tempo. E eis que Drogba, a seis minutos do final, faz o gol da vitória para o time azul. Não estou estou falando sobre o jogo de ontem, somente. As duas primeiras frases também se referem a final da Carling Cup de 2007.
Na época, embora a vitória tenha sido do Chelsea, o que mais se comentava era a ótima performance do jovem time do Arsenal e o brilhante futuro que tinham pela frente. Com essa eliminação de ontem da FA Cup, o brilho desse futuro fica adiado um pouco mais. Talvez ainda para esta temporada. O time de Wenger pega o Manchester United pelas semis da Champions League. Tarefa difícil, mas não impossível.
Aliás, por incrível que pareça, a dificuldade em vencer o tradicional torneio inglês hoje é praticamente a mesma de conquistar o maior torneio europeu. Três dos participantes de ambas as semis são os mesmos. A diferença é que a FA Cup tem o Everton e a Champions tem o Barcelona. Pensando bem, é uma baita diferença.
Ontem Wembley viu um confronto de opostos. O Arsenal com um time jovem (média de 23 anos) e um técnico há muito tempo no cargo (aproximadamente 4562 dias). Já a média de idade do Chelsea é de 28 anos e o técnico treina o time há apenas 77 dias. O que isso quer dizer? Bem, com o resultado na mão, podemos dizer que a experiência do Chelsea superou a juventude dos Gunners e possibilitou que um técnico com pouco tempo de casa conseguisse impor sua filosofia, bla, bla, bla… Se a vitória fosse do Arsenal, a explicação seria que Wenger colhe hoje os frutos que plantou há alguns anos, que tem o time na mão, que soube aliar juventude e disciplina tática, blá, blá, blá… A verdade é que o Lampard decidiu o jogo com dois lançamentos precisos para finallizações de Malouda e Drogba, finalizações essas que talvez tivessem desfechos diferentes caso Almunia estivesse no lugar do goleiro polonês Fabianski.

Lampard esteve impecável (foto AP)
Se Frank Lampard se preocupasse em fazer um currículo para sair por aí procurando emprego, certamente o atualizaria com um DVD do jogo de ontem. Como se não bastasse os lançamentos para os dois gols, Lampard foi um gigante no meio campo, marcando e roubando bolas. Merecia ter feito um golzinho.
Hiddink mostrou a sua admiração por Alex e começou o jogo com o brasileiro em vez do (ex?) titular Ricardo Carvalho. E Alex não decepcionou.
O que me surpreendeu foi Arshavin no banco. Como pode um jogador como ele ser desprezado pelo técnico? Mas vendo a escalação dos Gunners também não encontrei um lugar para ele. Não dava para tirar Diaby ou Denilson para colocar o russo. Van Persie, Adebayor, Walcott e Fabregas também não. Portanto…

O romântico Drogba decidiu de novo (foto AFP)

Malouda, nem tão romântico assim, empatou a partida (foto AFP)
GRAMADO
“Quando você constrói um estádio com essa quantidade de dinheiro e, ainda assim, não tem um gramado, é risível. Esse gramado é uma desgraça”, assim Arsene Wenger deu seu parecer sobre o “tapete” de Wembley.
O gramado realmente tem sido ponto fraco do novo estádio. No jogo de ontem, a TV mostrou várias vezes inúmeros tufos de grama descolados. Coincidência ou não, nenhum dos três gols saiu em jogadas totalmente pelo chão. No gol do Arsenal, um sem-pulo Walcott, e nos do Chelsea, dois lançamentos longos de Lampard.
Autor: rogerioandrade - Categoria(s): Sem categoria
Tags: arsenal, Arshavin, chelsea, Drogba, Hiddink, lampard, Malouda, walcott, wenger
17/03/2009 - 21:33

Gallas faz de cabeça impedidaço (foto AP)
O Arsenal entrou em campo para brigar pela última vaga das semifinais da FA Cup que já contava com Chelsea, Man United e Everton classificados. Eduardo da Silva e Almunia (machucados ficaram de fora). Toure, Eboue, Denilson e Nasri começaram no banco.
O time de Londres levou 1 x 0 aos 13’ do 1º tempo graças a uma bola desviada no lateral Djourou, que acabou encobrindo o goleiro Fabianski. Os Gunners foram para cima em busca do empate, pressionaram demais, bola na trave, zagueiro salvando em cima da linha, gols perdidos, até que Bendtner errou um cruzamento que acabou nos pés de Arshavin. O russo rolou para Van Persie empatar aos 29’ do 2º tempo. A pressão continuou até que Gallas conseguiu, a seis minutos do final, o gol que deu vitória ao Arsenal e evitou o replay. A história dessa virada heróica seria linda se Gallas não estivesse completamente impedido no lance do gol.
Depois do gol fiquei torcendo para o Hull empatar. Acho que esses erros grosseiros de arbitragem estragam o futebol. Estamos em 2009 e não em 1871. Já é possível fazer um jogo de futebol sem barbeiragens de árbitros e auxiliares, não? Quando aqueles velhinhos da Fifa vão dar o braço a torcer e autorizar a ajuda eletrônica aos juízes?
Autor: rogerioandrade - Categoria(s): Sem categoria
Tags: arsenal, Arshavin, van persie
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