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Posts com a Tag Alex Ferguson

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011 Copas Europeias, Man Utd | 20:54

Deschamps está certo

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O também goleiro John O'Shea é símbolo de um Manchester United dedicado e vencedor

“Talvez esse Manchester United tenha um pouco menos de fantasia do que no passado”, sentenciou Didier Deschamps, técnico do Olympique de Marselha. Embora tenha admitido que os Red Devils ainda são muito perigosos, o treinador vice-campeão europeu em 2004 não hesitou em soltar essa antes de enfrentar Alex Ferguson. O fato é que a análise de Deschamps, baseada no jogo minimalista dos ingleses, teve sua validade comprovada há pouco, no empate por 0 a 0 no Vélodrome.

Quando falamos em fantasia, quase toda comparação que se faça com o United dos anos 90 será ingrata. Afinal, a força motriz daquele time era um meio-campo com Beckham, Scholes, Roy Keane e Giggs, quatro dos grandes jogadores do clube em todos os tempos. A formação inicial de hoje, um tanto diferente da habitual, teve Carrick, Gibson e Fletcher.

Aliás, ainda bem que havia o escocês para compensar as pobres atuações dos dois primeiros. O próprio Carrick admitiu que a equipe não passou a bola direito. Isso se deve muito a ele e Gibson. O irlandês, aconselhado por Giovanni Trapattoni (seu treinador na seleção irlandesa) a deixar o Manchester United, não é o novo Scholes.

É também importante entender a cabeça de Ferguson em grandes jogos. O tímido 4-3-3, com Rooney longe do gol, é mais uma mostra de que ele prioriza a defesa nessas circunstâncias. Mesmo com ótimos zagueiros – e Smalling está nesse bolo -, se tiver de escolher entre explorar uma deficiência e anular uma virtude, ele certamente ficará com a segunda opção. Por exemplo, Ferguson prescindiu de Rafael, que poderia encher a paciência de Heinze, em benefício de O’Shea, que teve de conter Ayew.

Sim, boring, boring United. Mas também vencedor. O próprio Deschamps deixou claro que o seu Olympique de Marselha de 1993, por quem foi campeão europeu como jogador, não era o mais legal dos times. Ainda que antes do pleno retorno de Antonio Valencia, a tendência é que, com equilíbrio, Nani, Rooney e Berbatov liquidem a fatura. O que não pode acontecer é uma excessiva retração. Em marcha lenta após abrir ótima vantagem, o Manchester United caiu diante do Bayern no ano passado e cavou a ausência de clubes ingleses nas semifinais da Champions. Desta vez, se ousar um pouco em casa, Ferguson deve contribuir para levar pelo menos três da Premier League às quartas.

Le Blog du Foot, de Bruno Pessa, repercute aqui o empate na perspectiva dos franceses.

Autor: Daniel Leite Tags: , , , , , , , , , , , ,

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011 Copas Europeias, Curiosidades, Man Utd | 00:36

Teatro dos pesadelos

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Nossa tendência a mitificar aqueles que se despedem pode superestimar a contribuição de um jogador ao futebol. Mas, a Ronaldo, não há homenagem que seja excessiva. Por isso, relembro uma das mais espetaculares atuações do melhor atacante de sua geração. Em 23 de abril de 2003, o Old Trafford se levantou para aplaudir o responsável pela eliminação do Manchester United na Champions League. O Real Madrid do Fenômeno ganhou o primeiro jogo daquela quarta-de-final por 3 a 1. Na volta, em Manchester, um sensacional hat-trick de Ronaldo inutilizou a vitória dos Red Devils por 4 a 3. Divirta-se:

Autor: Daniel Leite Tags: , , , , , , , , , , , ,

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011 Championship, Man Utd, Premier League | 14:15

Invencibilidade decorativa

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Com o ótimo triunfo por 3 a 1 sobre o Aston Villa em Old Trafford, o Manchester United igualou o próprio recorde de invencibilidade da liga: 29 jogos. Após a derrota para o Chelsea, em abril do ano passado, foram 19 vitórias e dez empates. O United da temporada anterior perdeu sete vezes. O desta temporada tem mais 14 jogos para se tornar o terceiro campeão inglês invicto da história.

Em julho, o clube recebeu Smalling, para se proteger de eventuais crises defensivas, e Chicharito Hernández, com um quê de Solskjaer para gols decisivos, mas logo perdeu o lesionado Valencia até março. O atual United não é claramente melhor que o da temporada passada. É, no entanto, um adversário mais duro de ser batido em circunstâncias difíceis, como em clássicos ou jogos fora de casa. Após 24 rodadas em 2009-10, o time acumulava 53 pontos e cinco derrotas. Hoje, tem um ponto a mais e ainda não perdeu. Os mancunianos mantiveram seu aproveitamento. O Chelsea, campeão em maio por um ponto, tem sido incapaz de fazê-lo.

Ferguson e a preocupação com a simbólica invencibilidade

Das sete derrotas da temporada passada, os Red Devils já escaparam de três em 2010-11: Fulham (fora), Everton (fora) e Aston Villa (casa). Ainda falta enfrentar Chelsea (casa e fora) e Liverpool (fora). O outro revés de 2009-10 aconteceu no Turf Moor, contra o rebaixado Burnley, então comandado por Owen Coyle. Por baixo do pano da invencibilidade, o Manchester United lidera o campeonato com certo conforto. São cinco pontos de vantagem para o Arsenal, nove para o Manchester City e dez para o Chelsea.

A curva de desempenho do time costuma atingir o topo entre dezembro e janeiro, meses mais densos do calendário inglês. Alex Ferguson sabe que precisa de novidades para manter o United forte em todas as vertentes até maio. E começou a investir nisso ao desafiar Rooney a equiparar sua contribuição à de Berbatov. Resultado do trabalho psicológico ou não, o Shrek foi fantástico na vitória sobre o Villa, com duas finalizações clínicas.

O retorno da Champions League em fevereiro deve impor a Ferguson a necessidade de um rodízio mais amplo, viabilizado justamente pela vantagem no campeonato. Com mais de um terço da liga pela frente, não perder significa, meramente, pontuar. Os jogos ainda não são como o memorável encontro entre Arsenal e Leicester City de sete anos atrás. A única finalidade daquela partida, na perspectiva do já campeão Arsenal, invencível por 37 jogos, era não perder. Tudo para fazer mais uma festa.

O Manchester United pode ser campeão inglês invicto. Mas não é hora de tratar um simbolismo como objetivo em uma temporada que ainda precisa ser ganha. Rio Ferdinand, por exemplo, já disse que não se importa. Se o título fosse para quem perde menos, o Liverpool de Rafa Benítez teria levado a liga há dois anos.

Paul Jewell: eternamente um Ram

A casa de Paul Jewell

O Ipswich Town escolheu Paul Jewell para substituir Roy Keane, técnico demitido há pouco menos de um mês. Jewell foi o treinador que levou o Wigan à elite. Em meados de 2007-08, ele assumiu o Derby County, que fazia campanha horrorosa na Premier League. E manteve o padrão: não ganhou nenhum jogo até o fim daquela temporada. Paul conseguiu 12 vitórias após o rebaixamento e ficou no Derby, equipe que comandou em 52 partidas, até dezembro de 2008.

Ontem, Jewell retornou ao Pride Park, estádio do Derby County, para enfrentá-lo pela 29ª rodada do Championship. O Ipswich venceu por 2 a 1: sim, Jewell comemorou uma vitória no Pride Park, fato raríssimo em sua passagem pelos Rams. Pior para o treinador do Derby, Nigel Clough, filho de Brian Clough. “Damned Jewell!”, teriam profanado Nigel e os torcedores locais.

Atualização às 19h11min: Gary Neville anunciou a aposentadoria. Parou tarde demais. No entanto, a imagem que deve ser registrada não é a dos últimos anos, de um lateral-direito se arrastando e se revezando com jovens e improvisados. Neville faz parte de um grupo de jogadores que mudou o patamar do Manchester United em escala global. Nunca foi brilhante, mas prestou sólidos e longos serviços aos Red Devils. Na caixa de comentários, o companheiro Roberto Júnior fala mais a respeito do antecessor de Rafael.

Autor: Daniel Leite Tags: , , , ,

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009 Sem categoria | 16:47

DUAS SEMANAS DE FOLGA

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Sir Alex Ferguson admitiu hoje ter se arrependido de ter desistido da FA Cup da temporada 1999/2000, mas acredita que “as duas semanas de folga” em janeiro de 2000 ajudaram a equipe a conquistar o campeonato inglês daquele ano.

Na época, o Manchester United abriu mão de disputar a competição para poder viajar ao Brasil e disputar o 1º Mundial de Clubes da Fifa. A participação do time era um agrado da Federação e Governo ingleses à Fifa com o objetivo de levar a Copa de 2006 para a Terra da Rainha.

O clube foi duramente criticado por meter-se em política e por desvalorizar a competição mais antiga do planeta. Agora Sir Alex Ferguson disse que faria diferente, mas garantiu que a medida ajudou a campanha dos Red Devils no campeonato nacional daquele ano. O título veio com uma margem de 18 pontos de diferença para o segundo colocado.

“A FA (federação inglesa) e o Governo acharam que ao disputar esse torneio ajudaríamos a candidatura da Inglaterra a sede da Copa de 2006. Houve muita crítica injusta – mas foram excelentes duas semanas de folga”

Sir Alex Ferguson

Quem quiser ler a matéria em inglês no The Guardian, clique aqui.

Autor: rogerioandrade Tags: , , , ,

quinta-feira, 13 de agosto de 2009 Sem categoria | 14:15

MANCHESTER UNITED

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Cidade: Manchester
Fundação: 1878 (como Newton Heath L&YR F.C.)
Apelido: The Red Devils
Estádio: Old Trafford
Sir Matt Busby Way, Old Trafford, M16 0RA
Capacidade: 76.180
Tamanho do gramado: 105 x 68 m

Estrelas: Wayne Rooney, Ryan Giggs, Rio Ferdinand, Berbatov, Michael Owen

Fique de olho: Valencia



Brazucas: Anderson, Rafael da Silva e Fabio da Silva

Quem chegou: Antonio Valencia (Wigan) £16m, Gabriel Obertan (Bordeaux) £3m, Michael Owen (Newcastle) grátis

Quem saiu: Cristiano Ronaldo (R Madrid) £80m, Carlos Tevez (Man City) £25m, Fraizer Campbell (Sunderland) £3.5m, Possebon (Braga) empréstimo



Técnico: Alex Ferguson (ESC)

Apostas pagam: 9-4 (2,25-1)

Temporada passada:
Premiership: campeão
FA Cup: semi
Carling Cup: campeão
Liga dos Campeões: vice

Títulos:
Premiership: 18
FA Cup: 11
Copa da Liga: 3
Liga dos Campeões: 3
Recopa: 1

Autor: rogerioandrade Tags: , , , , , , , , , ,

quarta-feira, 8 de julho de 2009 Sem categoria | 09:10

AS VOLTAS DO MUNDO

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Vejam vocês como são as coisas e como o mundo dá voltas. O The Sun resgatou a foto abaixo tirada em agosto de 2003. Sir Alex Ferguson apresentava suas novas aquisições: Kléberson, campeão mundial de 2002, e a promessa Cristiano Ronaldo.

O brasileiro ficou somente dois anos e proporcionou ao Manchester um prejuízo de £3,43 milhões (foi comprado do Atlético Paranaense por £5,93 mi e vendido por £2,5 mi ao Besiktas). Já o português, comprado do Sporting por £12,24 milhões, foi vendido agora ao Real por £80 milhões. Lucro de £67,76 milhões.

Kléberson começou jogando apenas 24 vezes e fez dois gols. O tablóide também lembra de outro jogador contratado na mesma época, Djemba-Djemba. O camaronês chegou do Nantes por £3,5 milhões e saiu um ano meio depois para o Aston Villa por apenas £1,5 milhão. Ao ser entrevistado, Djemba reclamou que não teve muitas oportunidades e alfinetou lembrando que, na época, Cristiano Ronaldo era torcedor do Barcelona.

 

Autor: rogerioandrade Tags: , , ,

sábado, 16 de maio de 2009 Sem categoria | 15:08

MANCHESTER UNITED, 18

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Mais um caneco, o terceiro consecutivo no Inglês e também o terceiro da temporada (Premiership, Copa da Liga e Mundial Interclubes) (foto Getty Images)

Como se diz na fórmula-1, foi na ponta dos dedos, mas o Manchester ficou com o 18º título de sua história. Depois de mais de três décadas, o Liverpool já não está sozinho como o maior vencedor do campeonato inglês.

O empate sem gols com o Arsenal era menos do que a torcida presente ao Old Trafford esperava, mas a festa de entrega do troféu compensou a falta de gol.

Fora uma bola na trave que Fabregas acertou aos 39 do 2º tempo, a partida teve poucas emoções. Talvez por isso o torcedor tenha se exaltado tanto quando Alex Ferguson resolveu tirar Carlitos Tevez de campo. Os já tradicionais gritos de “Argentina, Argentina” e “Fergie, Fergie, sign him up” (Ferguson, contrate-o) foram novamente ouvidos. Até algumas vaias aconteceram.


Tevez sai aplaudido: “Contrata, contrata…”, pedia a torcida (foto AFP)

Esse é o 11º título inglês de Alex Ferguson, que assumiu a equipe em novembro de 1986, após a Copa do México onde comandou a Escócia. Na época, o Manchester tinha apenas 7 campeonatos nacionais no currículo, o mesmo número que o Aston Villa tem hoje. No total, esse foi o 24º título (importante) do técnico escocês pelos Red Devils.


Sir Alex Ferguson, lenda viva do Manchester United (foto AP)

OS JOGOS DA RODADA:
> Manchester United 0 x 0 Arsenal
> Middlesbrough 1 x 1 Aston Villa
> Newcastle United 0 x 1 Fulham
> Stoke City 2 x 0 Wigan
> Tottenham Hotspur 2 x 1 Manchester City
> Bolton Wanderers 1 x 1 Hull
> Everton 3 x 1 West Ham

No domingo:
> West Brom 0 x 2 Liverpool
> Chelsea 2 x 0 Blackburn

A BRIGA PELA UEFA
(Liga Europa, na temporada que vem)

Com Aston Villa e Everton garantidos, o surpreendente Fulham deu um passo importante para conquistar seu lugarzinho no torneio continental. A equipe de Londres foi a Newcastle e bateu o desesperado time de Alan Shearer por 1 x 0. Novamente, o herói do Fulham foi o senegalês Diomansy Kamara que marcou o gol da vitória. No jogo passado, o primeiro de Kamara como titular depois de voltar de cirurgia no joelho, o atacante fez dois gols na vitória de 3 x 1 sobre o Aston Villa.

Agora,  somente outro time de Londres tem chances de passar a perna no Fulham, o Tottenham. O time do técnico Harry Redknapp contou com uma certa boa vontade do árbitro para vencer o Man City (que jogou sem Robinho e teve Elano saindo com um problema no olho ainda no 1º tempo). Defoe abriu o placar impedido no 1º tempo e Robbie Keane converteu um pênalti duvidoso, aos 40’ do 2º tempo. O resultado eliminou o City da briga.

Outro que saiu do páreo foi o West Ham, que perdeu para o Everton: 3 x 1. Com Jô sem condições de jogar a final da FA Cup por já ter jogado pelo City, Saha saiu jogando no lugar do brasileiro e fez dois gols (um de pênalti).

 

O REBAIXAMENTO

O lanterna West Brom tentou o milagre contra o Liverpool, mas não deu. É o primeiro rebaixado. O time bateu e voltou para a Championship.

O Newcastle, coitado, parece não ter jeito. Depois de conseguir vencer na rodada passada e reverter a situação a ponto de precisar somente de suas forças para se livrar do rebaixamento, o time consegue perder do Fulham em casa. Até o empate teria sido um bom resultado, já que o Hull empatou fora de casa contra o Bolton. Agora, os Magpies precisam vencer o Aston Villa (fora) e torcer por um tropeço do Hull diante do já-campeão-e-com-a-cabeça-totalmente-voltada-para-a-final-da-Champions-League Man United. Se empatarem, só a derrota do Hull salva o Newcastle.

O empate do Boro contra o Aston Villa ainda mantém as chances do time de permanecer na Premiership, mas só matematicamente. Na prática, já era. O time precisa de uma vitória por boa margem de gols contra o West Ham (fora) e torcer por derrotas de Hull e Newcastle.

 

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quinta-feira, 12 de março de 2009 Sem categoria | 00:49

MENOS FÁCIL QUE O ESPERADO

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Cristiano Ronaldo no exato momento em que mata o jogo (foto AFP)

Quem disse que Alex Ferguson não ganharia de José Mourinho? O português havia perdido somente um dos 13 jogos que fez contra o técnico do Manchester United, mas hoje a escrita esteve longe de ser mantida. O Manchester até encontrou certa dificuldade para vencer o líder do campeonato italiano, mas teve o controle do jogo durante o tempo todo. Grande parte desse controle foi conseguido, obviamente, com o gol marcado por Vidic logo aos quatro minutos de jogo. O sérvio subiu muito no escanteio e colocou os Red Devils na frente. A Inter teve chances de empatar, mandou bolas na trave, mas não conseguiu furar a quase intransponível meta de Van der Sar. Também aos 4’, só que do 2o tempo, para deixar tudo mais tranquilo, Rooney – sem dúvida, o atacante mais perigoso do Manchester – cruzou uma bola açucarada na cabeça de Cristiano Ronaldo, que marcou seu primeiro gol nessa Champions League.

O Manchester segue firme rumo à sua Quíntupla Coroa. O que mais confere favoritismo ao time de Ferguson não é exatamente a perfeição de seu futebol, mas o modo que se comporta quando não está bem. Vencer o Manchester quando o time não está lá essas coisas, como hoje, é muito difícil. Batê-los em um dia inspirado, então, fica impossivel. 
 
E no sábado tem Manchester x Liverpool em Old Trafford.

 

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009 Sem categoria | 10:58

UM AGRADÁVEL 0 x 0

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Rooney quase driblou Julio Cesar para marcar (foto AFP)

INTER 0 x 0 MANCHESTER UNITED
Esse foi um dos 0 x 0 mais agradáveis que já vi. O Manchester foi a Milão e jogou melhor que a Inter. Não fosse a excelente perfomance de Julio Cesar, os Red Devils teriam levado para casa uma vitória.
A atuação do Manchester foi tão consistente que Alex Ferguson só mexeu no time uma única vez, a seis minutos do final, colocando Rooney no lugar de Park – mesmo tendo no banco jogadores como Tevez, Scholes e Nani. A substituição quase se mostrou de uma precisão cirúrgica com o atacante inglês tendo uma chance de ouro de marcar a um minuto do final. O bico da chuteira de Julio Cesar, que estava sendo driblado, salvou a Inter.

O empate levou o Manchester United a um recorde de 20 partidas sem derrotas na Champions League. Van der Sar também quebrou um recorde: ele já está a 1.392 minutos sem levar gol em competições top da Europa.

Agora, para se classificar, Alex Ferguson terá que vencer Mourinho no jogo de volta, coisa que só conseguiu uma única vez em 13 tentativas. Ou segurar mais um 0 x 0 e levar nos pênaltis.

 

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