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	<title>Buela de Capotón</title>
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		<title>Quem não perde não ganha</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 11:30:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juanpolanco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com um empate em 0 x 0 contra o Paraguai, a Holanda acaba de terminar 2009, ano anterior à Copa do Mundo, invicta: ganhou seis jogos e empatou cinco. E, no entanto, procure por aí algum idealista disposto a apostar tudo o que tem nos holandeses como campeões do mundo. Nem Johan Cruyff.
Acontece que, ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com um empate em 0 x 0 contra o Paraguai, a Holanda acaba de terminar 2009, ano anterior à Copa do Mundo, invicta: ganhou seis jogos e empatou cinco. E, no entanto, procure por aí algum idealista disposto a apostar tudo o que tem nos holandeses como campeões do mundo. Nem Johan Cruyff.</p>
<p>Acontece que, ao jogar tanta bola num momento que não importa – ou que importa, claro, mas que quando a Copa chegar nós diremos que não -  a Holanda já começou a escrever o argumento que todo mundo tem preparado <em>a priori </em>para comentar a eliminação do time: eles sempre jogam muita bola, mas na hora H (H de Holanda?) acabam perdendo.</p>
<p>A história e os argumentos são parecidos para se falar da Espanha e, no entanto, quase todo mundo (e aqui me incluo) tem os espanhóis lado a lado com o Brasil como favoritos para o titulo na África do Sul no ano que vem. E por quê?  Porque o time da Espanha é melhor que o da Holanda? Sim. Porque eles acabaram com seu complexo de vira-lata ao vencer a Euro 2008? Também.</p>
<p>Mas, além disso, porque os espanhóis deveriam estar contando números de uma série invicta, mas não estão. A Copa das Confederações foi mais ensaio para a <em>Furia </em>do que para a organização da Copa. A seleção espanhola já viveu, com um ano de antecedência, o “jogar como nunca e perder como sempre” que, hoje, estaria fazendo sombra a todos os prognósticos caso a equipe estivesse invicta até hoje. Sem os números, os motivos para a Espanha ser favorita ao título mundial são Casillas, Cesc, Iniesta, Xavi, Villa e Torres. E é aí que o time começa a ser pergioso de verdade.</p>
<p><strong>País, basco<br />
</strong>Essa semana de amistosos, que viu a Espanha bater a Argentina por 2 x 1 em casa e a Áustria por 5 x 1 em Viena, serviu para um princípio de reconciliação histórica: o parlamento do Pais Basco aprovou iniciativas para que a província volte a receber jogos da seleção – coisa que não acontece há 42 anos.</p>
<p><strong>Tolerância zero<br />
</strong>Bom saber que nosso STJD não tem dormido em trabalho, porque a concorrência na briga para tomar a decisão mais duvidosa do ano vem de todos os lados. Em Madri, o Atlético foi, sim, multado pelo fato de o técnico do Real, Manuel Pellegrini, ter tomado uma pedrada no rosto durante o clássico disputado no Vicente Calderón. Vai ter de abrir o cofre (ou a moedeira?) e pagar&#8230; 150 euros!</p>
<p><em>Coluna publicada por Medida Provisória no Jornal Placar de 19 de novembro</em></p>
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		<title>Time A+ ou time A</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 11:44:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juanpolanco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já disse aqui outra vez que a Copa do Rei só pode ter algum interesse para os times grandes com um sucesso no fim da temporada &#8211; quando pode salvar o ano (como o do Valencia em 2008) ou fazer a coroa virar tríplice (como a do Barcelona em 2009). Ou, também, com um fracasso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já disse aqui outra vez que a Copa do Rei só pode ter algum interesse para os times grandes com um sucesso no fim da temporada &#8211; quando pode salvar o ano (como o do Valencia em 2008) ou fazer a coroa virar tríplice (como a do Barcelona em 2009). Ou, também, com um fracasso tremendo no começo dela: quando, apesar de ninguém ligar para a competição, fica impossível para a natureza humana ignorar que um elenco milionário foi derrubado por um punhado de semi-amadores – como aconteceu esta semana com o Real Madrid pelo segundo ano consecutivo.</p>
<p>Numa situação dessas, então, não teria sido melhor Manuel Pellegrini simplesmente esquecer suas estrelas e colocar para atuar na Copa um Real Madrid assumidamente reserva e humilde? Para pelo menos deixar claro, em caso de desastre, que foi tudo só porque o clube não está nem aí? Acho que sim e acho que o chileno também pensa assim.</p>
<p>Acontece que o jeito atacadista e megalomaníaco como este Real Madrid foi montado simplesmente já não permite mais isso. É impossível formar uma equipe titular sem, no mínimo, nove jogadores consagrados. Ou nove jogadores cujos salários estão na classe A+ do futebol.</p>
<p>Veja o elenco do Madrid e me diga alguém que não cause impacto ao estar envolvido num grande fracasso. Drenthe, talvez? Granero? Dudek, se você quiser? Ou só o terceiro goleiro Adán? O Barcelona, enquanto isso, se por um lado obviamente também tem um elenco badalado e milionário, ao menos é capaz de escalar como titulares, nas mesmas semanas em que o rival perdeu para o Alcorcón, gente como Pedro, Jeffren, Gai Assulin e Jonathan dos Santos. Aí a diferença.</p>
<p>Ah, sim, a outra diferença é que o Barcelona ganhou sua eliminatória por um total de 7 x 0. Mas essa é outra história.</p>
<p><strong><br />
Boi de piranha<br />
</strong>Pellegrini, como terceira opção que foi, chegou ao clube sabendo: ou tudo dava certo e de cara a equipe ganhava e jogava bem, ou não haveria muito pudor em demiti-lo durante esse período de adaptação. Porque quem quer que chegue – e já há até favoritos: Michael Laudrup e Luis Aragonés – vai no mínimo herdar uma equipe mais madura e acostumada a jogar junta.</p>
<p><strong>Custo x benefício<br />
</strong>No verão de 2005, o Sevilla gastou 10,5 milhões de euros para contratar uma dupla de ataque nova: Luís Fabiano, vindo do Porto, e Frédéric Kanouté, do Tottenham. Desde então, os dois marcaram 179 gols. Para igualar essa rentabilidade, a dupla Kaká e Cristiano Ronaldo (que, fazer o quê?, virou base de comparação para tudo) precisará anotar&#8230; 2685 vezes. Não que essa seja a conta certa a se fazer, mas é no mínimo curiosa.</p>
<p><em>Coluna publicada a contragosto no Jornal Placar de 13 de novembro de 2009</em></p>
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		<title>Sans souci</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 17:05:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juanpolanco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na imprensa madridista/florentinista, o ideal é continuar cercando de culpa Manuel Pellegrini, que é o mais facilmente descartável, mas por enquanto parece que há mais mérito do que qualquer outra coisa no trabalho do chileno.
Porque o Real Madrid de Pellegrini ainda não encontrou sua fórmula, o que é normal, mas pelo menos parece dar sinais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na <a href="http://www.marca.com/2009/11/08/diario_marca/1257673250.html">imprensa madridista/florentinista</a>, o ideal é continuar cercando de culpa Manuel Pellegrini, que é o mais facilmente descartável, mas por enquanto parece que há mais mérito do que qualquer outra coisa no trabalho do chileno.</p>
<p>Porque o Real Madrid de Pellegrini ainda não encontrou sua fórmula, o que é normal, mas pelo menos parece dar sinais de ter aprendido algumas coisas interessante a não se fazer – como manter Raúl na equipe titular – e outras tantas a se fazer – como Marcelo e Higuaín jogando de autênticos <em>wingers, </em>o que tem feito bem aos dois e também a Kaká e Benzema.</p>
<p>De uma só tacada, a mudança compensou o desempenho defensivo duvidoso de Marcelo como lateral-esquerdo e o desempenho ofensivo duvidoso de Arbeloa ou Sergio Ramos como laterais-direitos.</p>
<p>Ah, mas e quando Cristiano Ronaldo entrar? Quem sai? Sai Higuaín? E Cristiano vira um ponta-direita e nada mais? Pode ser, pode ser que não. Mas o fato é que o Real Madrid encontrou sim um jeito de jogar bem, como jogou contra o Milan e durante praticamente todo o clássico contra o Atlético, sem a presença do português.  E boa parte do mérito disso é de Manuel Pellegrini.</p>
<p>***</p>
<p>Alguém acharia realmente impossível que o Real Madrid reverta amanhã os 4-0 sofridos diante do Alcorcón? É uma oportunidade enorme, e relativamente fácil, de fazer algo que vai ser inevitavelmente descrito como “milagre”.</p>
<p>Além de Sergio Ramos, lesionado, e de Guti, que vai passar mais uma semana tentando aprender como se pronuncia “Timão” em vez de “Timáo”, Pellegrini também deixou de fora da lista Benzema, Xabi Alonso, Casillas, Metzelder e Drenthe.</p>
<p>***</p>
<p>Quem continua virando xodó nacional porque consegue manter mais uma vez o mesmo nível, apesar de contratar pouco, é o Sevilla: depois da vitória por 3 x 2 sobre o Villarreal, a notícia mais comemorada do dia foi a convocação feita por Vicente Del Bosque para os amistosos contra a Argentina (dia 14, Vicente Calderón) e a Áustria (dia 18, em Viena).</p>
<p>Alem de Álvaro Negredo, que havia estreado na última convocação, para os jogos contra Armênia e Bósnia-Herzegovina, agora os sevillistas têm mais um jogador de seleção: o baixinho Jesús Navas.</p>
<p>Agora que parece ter deixado de ser irregular e meio covardinho (e, se não deixou, Del Bosque tem que descobrir por sua própria conta), é um nome merecidíssimo.</p>
<p>A convocação inteira:</p>
<p><strong>Goleiros:</strong><br />
Iker Casillas (Real Madrid)<br />
José Manuel Reina (Liverpool)<br />
Diego López (Villarreal).</p>
<p><strong>Defensores:</strong><br />
Raúl Albiol (Real Madrid)<br />
Joan Capdevila (Villarreal)<br />
Alvaro Arbeloa (Real Madrid)<br />
Andoni Iraola (Athletic)<br />
Carlos Marchena (Valencia)<br />
Gerard Piqué (Barcelona)<br />
Carles Puyol (Barcelona)<br />
Sergio Ramos (Real Madrid)</p>
<p><strong>Meio-campistas:</strong><br />
Xabi Alonso (Real Madrid)<br />
Sergio Busquets (Barcelona)<br />
Cesc Fábregas (Arsenal)<br />
Xavi Hernández (Barcelona)<br />
Andrés Iniesta (Barcelona)</p>
<p><strong>Atacantes:</strong><br />
Dani Güiza (Fenerbahce)<br />
Pablo Hernández (Valencia)<br />
Juan Manuel Mata (Valencia)<br />
Jesús Navas (Sevilla)<br />
David Silva (Valencia)<br />
Alvaro Negredo (Sevilla)<br />
David Villa (Valencia)</p>
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		<title>Antidoto</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 17:05:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Será que, finalmente, encontrou-se uma maneira de enfrentar o Barcelona?
Ou será que nós ouvimos isso há anos sobre qualquer grande time que, em algum momento – porque sempre acontece em alguns momentos – não consegue furar uma e outra retranca que aparecem pela frente?
Porque é claro que se defender sem pudor é uma opção que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Será que, finalmente, encontrou-se uma maneira de enfrentar o Barcelona?</p>
<p>Ou será que nós ouvimos isso há anos sobre qualquer grande time que, em algum momento – porque sempre acontece em alguns momentos – não consegue furar uma e outra retranca que aparecem pela frente?</p>
<p>Porque é claro que se defender sem pudor é uma opção que pode dar certo diante de um time tão bom de bola como o Barça, principalmente se o seu time tem as características para isso, como tem o Rubin Kazan: defesa forte, gente no meio-campo disciplinada e com fundamento, ataque rápido e perigoso. Mas também é claro que isso não funciona a longo prazo, nem em ocasiões seguidas. Poderia, aliás, nem ter funcionado nesses dois jogos em que a equipe de Guardiola ganhou um ponto só: tanto no Camp Nou quanto ontem os catalães perderam uma batelada de chances de marcar. Às vezes as chances vão ser todas desperdiçadas e pronto, paciência. Só que isso não muda nada com relação ao Barcelona ser o Barcelona e seu futebol de toque de bola ser seu futebol de toque de bola, com tudo de louvável (e as mesmas fragilidades, que não são muitas) que tem tido nos últimos tempos.</p>
<p><strong>Destino<br />
</strong>Kun Agüero, que não vem jogando bem a temporada toda, resolve fazer sua primeira grande partida justo contra o Chelsea, que há tempos mostra interesse em contratá-lo. A partida serve para decretar a eliminação do Atlético da Champions e dos euros que ela traz. Euros que o Atlético, um dos lanternas do Espanhol, também não deve ter ano que vem. Quando vai precisar, portanto&#8230; vender Kun Agüero.</p>
<p><strong>Restam dois<br />
</strong>Agora que Cristiano Ronaldo fica pelo menos mais um mês sem jogar e que está começando a deixar de ser tabu o fato de Raúl ser, sim, reserva, chegou a hora de Benzema e principalmente Kaká acharem o jeito certo de jogar pelo Real Madrid. Contra o Milan, já se viu um pouco disso.<strong> </strong></p>
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		<title>O que tudo sabe e tudo vê</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 13:15:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Poucos cargos são tão interessantes no mundo do futebol como aquele que, há mais de uma década, ocupa Johan Cruyff em Barcelona. Em Barcelona ou na Espanha, ou na Catalunha, ou no Barcelona &#8211; ou em lugar nenhum, pra ser realmente preciso.
Quer dizer, Cruyff tem uma coluna no diário El Periódico de Catalunya, mas ninguém [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Poucos cargos são tão interessantes no mundo do futebol como aquele que, há mais de uma década, ocupa Johan Cruyff em Barcelona. Em Barcelona ou na Espanha, ou na Catalunha, ou no Barcelona &#8211; ou em lugar nenhum, pra ser realmente preciso.</p>
<p>Quer dizer, Cruyff tem uma coluna no diário <em>El Periódico de Catalunya</em>, mas ninguém em sã e catalã consciência ousaria descrevê-lo como “articulista”, porque não é esse o cerne. Aquilo é só uma desculpa semanal e concreta para reafirmar que o mito segue vivo, um pouco como o <a href="http://www.granma.cubaweb.cu/">Granma</a> em Cuba.</p>
<p>O holandês normalmente não escreve nada de novo, mas usa o fato de assinar um texto para continuar tendo uma razão oficial para que as pessoas deem destaque àquilo que ele tem a dizer sobre qualquer coisa – e aqui o termo é usado com precisão &#8211; relacionada ao Barça. Diante de qualquer crise, comemoração ou efervescência política, a primeira pessoa a ser consultada, e aquela cuja opinião é mais reverberada, é sempre Johan Cruyff, apesar de há 13 anos ter deixado o comando do time.</p>
<p>Nesses 13 anos, Cruyff não fez praticamente nada e, ainda assim, continuou sendo uma das figuras mais importantes do clube. Todo mundo dentro do Barça morre de medo daquilo que o holandês possa dizer. Sem ter cargo nenhum, Cruyff esteve por trás, direta ou indiretamente, das chegadas de Louis Van Gaal e Frank Rijkaard e de um bocado de contratações.</p>
<p>Pois então, anuncia-se agora que os tempos de figura etérea acabaram e que Johan Cruyff agora tem um cargo: vai voltar a se sentar num banco de reservas, o da seleção de futebol da Catalunha. Para isso, não vai ter salário: não vai cobrar nem um centavo de euro da Federação Catalã de Futebol, que só se compromete a ajudar a fundação que o holandês mantém. E, por outro lado, a julgar pelo retrospecto de seu antecessor Pere Gratacòs, também não deve ter muito trabalho, já que nos últimos três anos a equipe (que não é uma seleção reconhecida pela FIFA, como a Catalunha não é um país reconhecido pela ONU) realizou um total de seis partidas.</p>
<p>Quer dizer, tudo continua como antes só que ainda melhor para o holandês: é um colunista sem ser realmente só um colunista; um político sem precisar fazer política; um dirigente sem ter que dirigir nada e, agora, um treinador que não treina. Tudo que só reforça aquilo que ele realmente é há anos: uma espécie de pastor ou de oráculo que tudo sabe e, por isso, que já basta, não precisa se dar o trabalho de efetivamente executar mais nada.</p>
<p>Nós, daqui de onde os dias têm 24 horas, te invejamos com respeito, Johan.</p>
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		<title>Tempo e dinheiro</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 12:03:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A cada nova temporada, após cada mercado de transferências, sempre chega um momento em que o Real Madrid trata de comprovar que existe uma coisa &#8211; normalmente imprescindível &#8211; que o dinheiro não compra para um time de futebol: tempo. O tempo, no caso, necessário para se formar efetivamente um time, não importa quanto talento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A cada nova temporada, após cada mercado de transferências, sempre chega um momento em que o Real Madrid trata de comprovar que existe uma coisa &#8211; normalmente imprescindível &#8211; que o dinheiro não compra para um time de futebol: tempo. O tempo, no caso, necessário para se formar efetivamente um time, não importa quanto talento esteja disponível.</p>
<p>É, essencialmente, o problema que enfrentam os técnicos das grandes seleções, que quase sempre precisam sobreviver a uma inevitável fase de jogo duvidoso antes de dar cara a uma equipe. Foi essa a maior virtude de Dunga ao longo desses vários períodos de alguns dias em que teve a Seleção na mão. O resultado disso discuta-se quanto quiser, mas o fato é que ele formou de fato um time &#8211; o que não é nada fácil.</p>
<p>O Real Madrid de Manuel Pellegrini ainda não é um time (como ainda não eram a essa mesma altura o de Fabio Capello ou o de Bernd Schuster) e, como não-time, está sujeito a um dia nulo como o da goleada sofrida para o Alcorcón – ainda mais nessa série mais perigosa do que parece de brigas contra bêbados que é a Copa do Rei.</p>
<p>Encontrões como este não têm nada de inéditos e não dizem muito contra Pellegrini. As questões agora são apenas de saber: a) se apesar disso ele sobrevive e b) se em mais algumas semanas consegue chamar o Madrid de seu time – coisa que, nos últimos anos, só quem realmente conseguiu fazer foi Fabio Capello.</p>
<p><strong> Fogo amigo</strong><br />
O pior sinal para Manuel Pellegrini foi o tipo de pressão que recebeu no dia seguinte à derrota para um clube da terceira divisão: o Marca, diário de bordo do presidente Florentino Pérez, já estampou na capa um “fora!”, devidamente acompanhado de editorial explicando que Florentino fez sua parte ao trazer os jogadores e agora falta o técnico fazer a sua.</p>
<p><strong> A fila anda</strong><br />
O assunto, portanto, já surgiu entre a imprensa madridista: quem deveria ser o novo técnico num caso hipotético e distante de que Pellegrini seja demitido? Correm os nomes de Rafa Benitez, Marco Van Basten e Michael Laudrup e também o boato de que o que Florentino gostaria mesmo era que o diretor Jorge Valdano assumisse o banco.</p>
<p><em>Coluna intrepidamente publicada no Jornal Placar de 30 de outubro.</em></p>
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		<title>De segunda</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 22:25:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Se não fosse tão orgulhoso, ou tão dirigente de futebol, o diretor do Atlético de Madri Gil Marin teria simplesmente dito: “é, pois é, se era para jogar mal assim, melhor pegar os 90 milhões de euros e pelo menos ter a desculpa de que perdemos Kun e Forlán”.
Porque é justamente isso que Marin diz, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se não fosse tão orgulhoso, ou tão dirigente de futebol, o diretor do Atlético de Madri Gil Marin teria simplesmente dito: “é, pois é, se era para jogar mal assim, melhor pegar os 90 milhões de euros e pelo menos ter a desculpa de que perdemos Kun e Forlán”.</p>
<p>Porque é justamente isso que Marin diz, com outras palavras, na entrevista que deu ao <em>Marca </em>ontem, quando assume: “Tentamos montar nossa equipe ao redor de nossas estrelas. O Chelsea ofereceu 50 milhões pelo Kun e o Real Madrid, 36 milhões por Forlán. Se os dois querem buscar um horizonte novo, o Atlético vai avaliar o caso.” Para depois concluir assumindo que “se for necessário corrigir alguma coisa no mercado de inverno, nós vamos fazê-lo.”</p>
<p>Salvo uma recuperação (que não é impossível) do Atlético sob o comando de Quique Sanchez Flores, o mercado de fim de ano, normalmente dado a um ou outro ajuste sem-graça, pode estar fadado a ter no mínimo um grande negócio.</p>
<p>***</p>
<p>A palavra “crise” começou a aparecer rabiscada nos cantinhos do quadros-negros em Madri e Barcelona depois das derrotas em casa no meio de semana e, então:</p>
<p>- O Real respondeu com um empate contra o Sporting Gijón, que só serviu para alimentar tudo o que já vinha sendo (justa ou injustamente) alimentado, sobretudo a suposta ‘Ronaldodependência’.</p>
<p>- O Barcelona respondeu com um 6 x 1 daqueles que o time da temporada passada adorava aplicar, que só serviu para atestar como Ibrahimovic aprendeu a jogar em catalão e como a queda de Messi tem bem mais a ver com Maradona do que com o próprio Messi.</p>
<p>Será essa a diferença entre um grande time e um conjunto de grandes jogadores que ainda precisa de um bocado de tempo e (ha!) paciência para se tornar um? O que cada um faz quando se vê obrigado a sair do modo automático?</p>
<p>***</p>
<p>Isso, claro, para não falarmos de dificuldades mais prosaicas como a de entender, finalmente, que diabos significa “horário de verão” – uma das resoluções de Guti para 2010.</p>
<p>É que ainda não foi este ano que o mais louro entre os segundos volantes louros do planeta acertou o que fazer com seu iPhone, se adiantar ou atrasar, ou esperar que a atualização fosse feita via satélite: todas versões alegadas por Guti para chegar DUAS HORAS atrasado no treino deste domingo (o que só faz tudo soar duplamente estúpido).</p>
<p>***</p>
<p>Como parecia, o Valencia veio para a temporada reforçado pelo fato de não ter perdido quase ninguém e, com isso, fazer com que uma base bastante razoável tivesse mais uma temporada inteira de entrosamento nas costas. O resultado é que o time é hoje aquilo que deveria ter sido também no ano passado: um rival do Sevilla na condição de perseguidor de Madrid e Barça.</p>
<p>O sucesso passa por uma linha de quatro homens na frente, que cada vez mais se consolida como sendo de Juan Mata, Pablo Hernández, David Silva e David Villa – com Joaquin e Vicente (quando não internado) no banco de reservas.  Os quatro – e principalmente Pablo Hernández, que era o que ainda mais tinha o que provar – caminham seguros para irem à Copa do Mundo.</p>
<p>***</p>
<p>Hernández, aliás, fez o gol da rodada nos 3 x 0 sobre o Almería; um gol que ele admitiu ter sido inspirado noutro anotado por David Villa em 2006, contra o Deportivo. Aqui o golaço de Hernández:</p>
<p><object width="425"><embed src="http://www.youtube.com/v/oRogtLirat8&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=es&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>E aqui o de Villa, de mais longe ainda:</p>
<p><object width="425" height="344"><embed src="http://www.youtube.com/v/LrD24A02VQU&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>O mundo é uma semana</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 12:26:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juanpolanco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Na medida em que a Liga dos Campeões da UEFA deixou de ser simplesmente o torneio que coroa a melhor equipe da Europa para se tornar a razão de ser das terças e quartas-feiras do planeta todo a cada 15 dias, sua capacidade de alterar o status quo cresceu de um jeito assustador.
É quase como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na medida em que a Liga dos Campeões da UEFA deixou de ser simplesmente o torneio que coroa a melhor equipe da Europa para se tornar a razão de ser das terças e quartas-feiras do planeta todo a cada 15 dias, sua capacidade de alterar o <em>status quo</em> cresceu de um jeito assustador.</p>
<p>É quase como se, comparada com os campeonatos nacionais, a competição europeia fossem os play-offs da NBA – o momento mais curto e decisivo do que a longa e aparentemente desimportante temporada regular; aquilo que Michael Jordan definiu em seu tempo como “a hora em que se separam os homens dos garotos”.</p>
<p>Eu exagero um pouco, como corresponde, mas é fato que aquilo que acontece no meio da semana cada vez mais é capaz de ou sublinhar a situação de um grande clube – como a draga do Atlético de Madri arrasado pelo Chelsea -, ou revertê-la quase imediatamente.</p>
<p>Basta observar os jornais por aí para perceber que, nestes dias pós-rodada da Champions, a impressão geral (mesmo que disfarçada) é que Real Madrid e Barcelona na realidade não são tudo isso, e que vale a pena mesmo é ficar de olho no Sevilla, que desta vez sim vai. Já não interessa nada do que aconteceu antes; quantos Zaragozas você seja capaz de golear ou quanta promessa de <em>dream team </em>existia até as 20h45 da terça ou da quarta-feira. A partir dessa hora é que se define, sem dó, quem é carruagem e quem é abóbora. Pelo menos até dali a duas semanas.</p>
<p><strong>Melhor do mundo<br />
</strong>Por exemplo: a derrota do Barça em casa, por injusta que tenha sido, de repente parece insuflar os argumentos populares para constatar que a) o time já não é uma máquina imbatível e b) que Messi – como todos os que estão às vésperas de ganhar o prêmio – talvez não seja tão melhor do mundo assim.</p>
<p><strong>Melhor da semana<br />
</strong>E o Sevilla, por outro lado, não é essencialmente o mesmo time – bom, mas não excelente &#8211; das últimas temporadas, como todos nós pensávamos. É o time invicto na Champions e ponto. Sébastien Squillacci é um zagueiro como nunca se viu e Álvaro Negredo, a peça que faltava para o ataque.</p>
<p><em>Coluna parece que publicada no Jornal Placar de 23 de outubro de 2009, depois de um período que os fariseus insistem em chamar de sabático.</em></p>
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		<title>Modelo de negócio</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 12:34:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juanpolanco</dc:creator>
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		<category><![CDATA[alala-ô]]></category>
		<category><![CDATA[Atlético]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Placar]]></category>
		<category><![CDATA[más te vale]]></category>
		<category><![CDATA[paca tatu cotia não]]></category>
		<category><![CDATA[Sevilla]]></category>

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		<description><![CDATA[A história é antiga: às vezes é melhor ter a humildade, ou a inteligência, de montar uma boa equipe formada quase só por bons – e não mais do que bons &#8211; jogadores em vez de tentar fazer com que um ou dois craques se juntem a qualquer pangaré que estiver por perto e, desse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A história é antiga: às vezes é melhor ter a humildade, ou a inteligência, de montar uma boa equipe formada quase só por bons – e não mais do que bons &#8211; jogadores em vez de tentar fazer com que um ou dois craques se juntem a qualquer pangaré que estiver por perto e, desse jeito, acabem conseguindo formar uma equipe.</p>
<p>O problema do Atlético de Madri foi que pensou estar contratando um punhado de grandes jogadores quando na verdade contratava só dois: Forlán e Agüero. Então, o que supostamente era um timaço por causa de gente como Simão ou Reyes na verdade se mostrou uma mescla irregular de coadjuvantes tendo que se fingir de protagonistas.</p>
<p>Quando Forlán e Agüero jogam o bastante para compensar a falta de talento no resto do campo, os resultados podem ser bastante razoáveis – como foram na temporada passada. Quando isso não acontecer (e às vezes simplesmente não acontece), a história é esta que estamos vendo agora sem muita surpresa.</p>
<p>É justamente o contrário do que acontece com o Sevilla. Um semi-leigo que olha as escalações dos dois times pode tender a achar o Atlético mais chamativo, mas o fato é que os <em>sevillistas </em>conseguiram montar duas gerações de times muito competitivos sem contratar nenhuma estrela. Luís Fabiano, Daniel Alves, Frédéric Kanouté&#8230; toda essa gente <em>se tornou</em> estrela justamente por jogar bem no Sevilla. É o modelo que todos os 18 times espanhóis extra-Barça e Madrid deveriam aprender a seguir.<strong></strong></p>
<p><strong>Tem pra todos<br />
<span style="font-weight: normal">Ganhar todo jogo que encontrasse pela frente até que era relativamente previsível, mas o que deve estar surpreendendo o próprio Real Madrid é que os dois, Kaká e Cristiano Ronaldo, já tenham encontrado um jeito de brilhar. Só com isso, metade das dúvidas estão resolvidas.</span></strong></p>
<p><strong>O que vem de baixo me atinge<br />
<span style="font-weight: normal">A diferença com o Barcelona é que, além de ter seus craques sempre brilhando, o time há anos não passa uma temporada sem revelar pelo menos um novo jogador que se torna importante para o time principal. Para 2009/10 já há pelo menos um: Pedro.</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-weight: normal"><em>Coluna saaricamente publicada no Jornal Placar, ou assim acho eu, em 2 de outubro de 2009</em></span></strong></p>
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		<title>Hoje já era</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 11:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juanpolanco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[calvário?]]></category>
		<category><![CDATA[David Villa]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Placar]]></category>
		<category><![CDATA[Lionel Messi]]></category>
		<category><![CDATA[o passado é História]]></category>
		<category><![CDATA[quem vive de passado é a sua ex]]></category>

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		<description><![CDATA[A derrocada quase-histórica da seleção argentina comandada por Diego Armando Maradona parece que pode acabar servindo para oficializar um fenômeno que tem tudo a ver com o futebol – para não ser chato e dizer o mundo – de hoje em dia.
É que, como aconteceu (injustamente, que fique claro) com Cristiano Ronaldo em 2008, é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A derrocada quase-histórica da seleção argentina comandada por Diego Armando Maradona parece que pode acabar servindo para oficializar um fenômeno que tem tudo a ver com o futebol – para não ser chato e dizer o mundo – de hoje em dia.</p>
<p>É que, como aconteceu (injustamente, que fique claro) com Cristiano Ronaldo em 2008, é capaz de que, quando chegue a hora de premiar Lionel Messi como melhor jogador do mundo e Bola de Ouro, já haja gente duvidando que ele <em>realmente </em>seja o maior jogador de futebol do planeta na <em>atualidade</em>.</p>
<p>Porque assim como no final do ano passado Cristiano Ronaldo já havia vivido seu ponto mais meteórico, também Messi, depois de liderar o time do Barcelona que venceu tudo em 2008/09, tem convivido com a fama (injusta, que também fique claro) de sujeito que não resolve quando veste a camisa <em>albiceleste</em>.</p>
<p>E de repente nos deparamos com o argentino respondendo perguntas não sobre sua expectativa de receber o prêmio certo, mas sobre a possibilidade – como se ela de repente tivesse passado a existir – de justamente ficar <em>sem</em> o título de melhor do mundo de 2009.</p>
<p>Parte disso é resultado de a temporada européia terminar seis meses antes do período de entrega de estatuetas, mas também há muito de ansiedade coletiva e de uma memória cada vez mais curta. Acompanhar futebol ainda vai se tornar um exercício extremo de <em>carpe diem</em> ou de niilismo: tudo o que passar, passa, sem deixar rastros sentimentais. Quem quiser relembrar como fulano é realmente bom que se vire procurando vídeos no YouTube.</p>
<p><strong>Dois contra a rapa<br />
</strong>Bem quando alguém ameaçava começar uma frase dizendo que “talvez Real e Barça não disparem tanto assim”, os dois já fazem questão de sequer fingir. Nem um Getafezinho para passar uma rodada na liderança. Nem um Sevilla fingindo que vai disputar de igual para igual.</p>
<p><strong>Um contra a rapa<br />
</strong>David Villa volta frustrado de um verão em que queria ser transferido, reclama de como o Valencia se postou mal e permitiu o empate de 2 x 2 em casa contra o Sporting Gijón e, dois dias depois, marca o único gol numa derrota de 3 x 1 para o Getafe. Alguém consegue imaginar quanta frustração cabe naquela camisa 7?</p>
<p><em>Coluna publicada no Jornal Placar de 25 de setembro, muito embora o colunista se encontra &#8211; ante a falta de termo melhor para definir &#8211; de férias</em></p>
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