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terça-feira, 15 de novembro de 2011 Amistosos, Seleção Espanhola, Villa, Xavi | 23:07

Amistosos: Espanha quase passa vexame contra a Costa Rica. Cadê os campeões do mundo?

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David Villa transformou um vexame terrível em um leve fiasco (foto: Reuters)

Alguns dias atrás, o chato Brasil de Mano Menezes ganhou amistoso contra a Costa Rica por 1 a 0, gol de Neymar. Nesta quarta-feira, foi a vez da Espanha enfrentar o selecionado centro-americano. A imprensa europeia esperava estrondosa goleada, uma festa. O roteiro estava pronto: era dia de festejar a 127ª partida de Casillas pela “Fúria”, a celebração do jogador que mais vezes vestiu a camisa vermelha; também era dia de Villa aumentar seu recorde de gols pela equipe, dia da defesa finalmente se ajustar, de espantar de vez a má fase. Só esqueceram de avisar os adversários…

Quando o time de Vicente del Bosque acordou, já estava 2 a 0 para a Costa Rica, inclusive com um falha horrível do goleiro do Real Madrid. A sorte é que o técnico bigodudo tem a sorte/o luxo de ter reservas do quilate de David Silva, que entrou no lugar do inoperante Fábregas, e Cazorla, substituto de um irreconhecível Xavi. O meia-atacante do Manchester City diminuiu a diferença, enquanto o garoto do Málaga cruzou no apagar das luzes para Villa empatar e salvar a Espanha “do ridículo”, como escreveu o jornal “Marca” em seu relato sobre el partido.

O empate serviu para aliviar, mas não pra apagar o fiasco. Tudo bem que o resultado não foi tão horroroso (como a derrota para o Chipre, em 1998), mas o treinador espanhol está demorando demais para colocar a equipe no jeito para a Euro. A defesa, ponto forte na Copa 2010, está batendo cabeça. Sergio Ramos não sabe mais jogar na zaga, e Puyol não tem mais pernas pra correr atrás de moleques como Campbell, da Costa Rica (reparem como o cabeludo cai de maduro no segundo gol). A lateral esquerda é uma interrogação. Nacho Monreal foi testado, mas nem durou a partida inteira…

Depois da burrada, Casillas tenta a defesa. Em vão: Brenes marcou para a Costa Rica (foto: AFP)

O que fazer? Ora, se eu soubesse estava rico e comandando a seleção espanhola! Só me resta palpitar: Sergio Ramos volta para a lateral direita, Piqué faz o miolo de zaga com Albiol (que é reserva do Real Madrid, mas ainda aguenta correr mais que Puyol) e na lateral esquerda… O jeito vai ser naturalizar alguém, porque a fase está terrível. De resto, só resta bater palmas para o ótimo trabalho que o sempre competente Ricardo La Volpe está fazendo à frente da Costa Rica, seleção que deixou de ser saco de pancadas e transformou-se em pedra no sapato de times como Brasil e Espanha. Veja os gols da partida:

Ficha técnica:

Local: Estádio Nacional da Costa Rica, em San José-CRC
Data: 15 de novembro de 2011, terça-feira
Horário: 19h05 (horário de Brasília)
Árbitro: Mauricio Navarro (CAN)
Cartões amarelos: Puyol (ESP)
Público: cerca de 34 mil torcedores

GOLS:
COSTA RICA: Brenes, aos 31, e Campbell, aos 42 minutos do primeiro tempo
ESPANHA: David Silva, aos 38, e Villa, aos 48 minutos do segundo tempo

COSTA RICA: Navas; Salvatierra, Umaña, Miller e Acosta; Oviedo (Hernández), Barrantes (Díaz), Azofeifa (Cubero) e Ruiz (Guevara); Campbell (Parks) e Brenes (López) Técnico: Ricardo La Volpe

ESPANHA: Casillas (Valdés); Arbeloa, Sergio Ramos, Puyol e Nacho Monreal (Fernando Torres); Xabi Alonso (Busquets), Iniesta e Xavi (Cazorla); Fábregas (David Silva), David Villa e Mata (Navas) Técnico: Vicente del Bosque

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Autor: Francisco De Laurentiis Tags: , , ,

sábado, 12 de novembro de 2011 Amistosos, Seleção Espanhola | 17:31

Amistosos: Espanha para na retranca de Capello e perde para a Inglaterra

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Iniesta sofre com a marcação dura de Parker. Baixinhos da Espanha foram travados pelos brucutus ingleses (foto: Getty Images)

Era uma grande chance para a Espanha homenagear Casillas, goleiro que chegou à sua 126ª partida pela “Fúria” e empatou com a lenda Zubizarreta como jogador que mais vezes vestiu a camisa vermelha. Mas a equipe ibérica ficou presa na retranca do mestre Fabio Capello, que sabe como ninguém arrancar vitórias por 1 a 0 na bola parada. E foi justamente esse o placar do amistoso, disputado no lotado Wembley.

O técnico italiano (que deixou de ir ao casamento de seu filho para estar no jogo) montou a zaga inglesa com jogadores de algumas das melhores defesas da Premier League, como Glen Johnson (Liverpool) e Lescott (Manchester City), além de embolar o meio com os brucutus Jones e Parker. Desse jeito, ficou difícil para os endiabrados Xavi, Iniesta e David Silva tramarem algo, deixando o sempre perigoso Villa isolado.

Para piorar a situação da Espanha, Milner levantou, o grosso Bent cabeceou na trave de Casillas e Lampard aproveitou a sobra para empurrar de cabeça para o gol. 1 a 0 arrancado a fórceps, no melhor estilo ítalo-saxão. Depois do castigo, no entanto, a “Fúria” até conseguiu melhorar e perdeu boas chances com Villa (mandou na trave) e principalmente Fábregas, que preferiu tocar ao invés de finalizar. Os companheiros, porém, passaram reto, e o duelo acabou com vitória dos camisas brancas.

Livre, Lampard cabeceia para a vitória (foto: AP)

E assim os espanhóis, atuais campeões do mundo, seguem sem vencer seleções “grandes” após levantarem a taça na África do Sul. Nesse período, apanharam da Argentina (4 a 1, em 07/09/2010), Portugal (4 a 0, em 17/11/2010) e Itália (2 a 1, em 10/08/2011) em amistosos. O próximo jogo dos comandados de Vicente del Bosque será bem mais tranquilo: na terça-feira (15), o time pega a fraca Costa Rica, de quem até o Brasil ganhou outro dia.

Há algum problema com a “Fúria”? Mais ou menos. A equipe até venceu 12 de seus 16 jogos pós-Mundial, contra adversários que até têm certo respeito (Colômbia, Chile, Escócia e República Tcheca). Dizem que venceu, mas não convenceu… Ora essa, mas não convenceu nem mesmo na África do Sul, quando levantou o caneco de 1 a 0 em 1 a 0, jogando futebol de resultados. Vale sempre lembrar também a derrota para a Suíça na primeira fase.

Quanto às derrotas para os “grandes”, convém separá-las: o 4 a 1 para a Argentina e o 4 a 0 para Portugal foram feitas em dias que tudo deu certo para os adversários (contra os lusos, por exemplo, até o tenebroso Hélder Postiga fez dois), enquanto as quedas para Itália e Inglaterra foram causadas por lances isolados, até de sorte (como o chute de Aquilani que desviou).

Puyol afasta de cabeleira: Vicente del Bosque está precisando arrumar sua zaga (foto: AFP)

Mas, mesmo separadas, as derrotas têm algo em comum: a zaga da Espanha vem falhando. A formação com Arbeloa na lateral e Sergio Ramos no centro não está dando certo, enquanto Vicente del Bosque ainda não achou um lateral esquerdo. Jordi Alba é esforçado, mas um tanto pior que o campeão mundial Capdevila (que já não era grande coisa). E em um time que joga de maneira bem ofensiva, uma zaga furada é a grande causa de reveses como os que aconteceram nos últimos jogos.

Os “grandes” só voltam a aparecer no calendário em 2012. Em outubro, por exemplo, tem jogo pelas eliminatórias da Copa 2014 contra a França. Até lá, talvez seja melhor a Federação Espanhola pensar em adversários como o Gabão ou Egito para os próximas amistosos. Só por precaução… Veja o gol do jogo, marcado por Lampard:


szólj hozzá: England 1-0 Spain

Ficha técnica:

Local: Estádio de Wembley, em Londres-ING
Data: 12 de novembro de 2011, sábado
Horário: 15h15 (horário de Brasília)
Árbitro: Frank De Bleeckere (BEL)
Cartões amarelos: Milner (ING); Sergio Ramos e Fábregas (ESP)
Público: 87189 torcedores

GOL:
INGLATERRA: Lampard, aos 4 minutos do segundo tempo

INGLATERRA: Hart; Glen Johnson, Lescott, Jagielka e Ashley Cole; Jones (Rodwell), Parker (Walker), Walcott (Downing), Lampard (Barry) e Milner (Adam Johnson); Bent (Welback) Técnico: Fabio Capello

ESPANHA: Casillas (Reina); Arbeloa, Sergio Ramos (Puyol), Piqué e Jordi Alba; Busquets (Fernando Torres), Xabi Alonso, Xavi (Fábregas) e Iniesta (Cazorla); David Silva (Mata) e David Villa Técnico: Vicente del Bosque

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quarta-feira, 12 de outubro de 2011 Eurocopa 2012, Seleção Espanhola | 01:10

Eliminatórias da Euro: Em dia de David Silva, Espanha bate Escócia

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Nem precisava, mas a Espanha venceu mais uma nas eliminatórias da Euro 2012. Com grande atuação de David Silva, que deixou dois gols e uma assistência, os comandados de Vicente del Bosque não deram chances à Escócia e venceram o oitavo jogo em oito disputados na seletiva.

A “Fúria” terminou as eliminatórias com 24 pontos, mais do que escoceses e tchecos (segundos e terceiros, provisoriamente) juntos! O favoritismo para o bi na competição continental fica cada vez maior. Os caras não se cansam de levantar taças! Confira os tentos da partida:

Ficha técnica:

Local: Estádio José Rico Pérez, em Alicante-ESP
Data: 11 de outubro de 2011, terça-feira
Horário: 15h45 (horário de Brasília)
Árbitro: Stefan Johannesson (SUE)
Auxiliares: Stefan Wittberg e Magnus Sjoblom (ambos SUE)
Cartões amarelos: Sergio Ramos (ESP); Morrison, Fletcher e Goodwillie (ESC)
Público: 27559 torcedores

GOLS:
ESPANHA: David Silva, aos 6 e aos 44 minutos do primeiro tempo; David Villa, aos 9 minutos do segundo tempo
ESCÓCIA: Goodwillie, aos 21 minutos do segundo tempo

ESPANHA: Valdés; Sergio Ramos, Puyol (Arbeloa), Piqué e Jordi Alba; Busquets, Cazorla, Xavi (Llorente) e David Silva (Thiago Alcântara); Pedro e David Villa Técnico: Vicente del Bosque

ESCÓCIA: McGregor; Caldwell, Hutton, Berra e Bardsley; Morrison, Fletcher (Cowie), Bannan (Goodwillie) e Adam (Forrest); Naismith e Mackail-Smith Técnico: Craig Levein

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sexta-feira, 7 de outubro de 2011 Eurocopa 2012, Mata, Seleção Espanhola, Xabi Alonso | 17:35

Eliminatórias da Euro: Espanha vence fora e abre 11 pontos de vantagem

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Mata e Cech são companheiros no Chelsea, mas o espanhol não mostrou piedade (foto: AP)

Há cerca de dois meses, Espanha e República Tcheca se enfrentaram na final do Europeu Sub-19. Os ibéricos levaram a melhor, mostrando que a próxima geração vencedora já está preparada. Mas, enquanto os garotos não crescem, os veteranos dão conta do recado contra o mesmo adversário – um verdadeiro freguês.

Nesta sexta-feira, pelas eliminatórias da Euro 2012, a “Fúria” visitou os tchecos e ganhou fácil por 2 a 0, em ritmo de jogo-treino. Mata e Xabi Alonso marcaram os tentos ainda no primeiro tempo, deixando o jogo sonolento na etapa complementar. O time de Vicente del Bosque só tocou a bola até a partida acabar, sendo levemente incomodado pelo adversário de tempos em tempos.

Deu até pena da torcida que foi torcer pela equipe da casa, já que a bola ficou com os espanhóis mais de 60% do tempo, e a ex-república soviética não conseguiu chutar uma bola sequer no gol de Casillas. Com o resultado, a Espanha conquistou sua sétima vitória em sete jogos no grupo I, e abriu 11 pontos de vantagem para a segunda colocada (justamente a seleção tcheca). A “Fúria” já está classificada para tentar defender seu título na Eurocopa da Polônia e Ucrânia, em 2012.

David Silva tenta escapar do violento Hübschmann, que conseguiu ser expulso em um jogo que não teve cartões amarelos (foto: AP)

Em um jogo sem grandes emoções, e até certo ponto maçante (tamanha a superioridade espanhola), a melhor observação a ser feita é a seguinte: a equipe ibéricajogou no estilo Barcelona, com total controle da posse de bola, trocas de passes intermináveis e tentativas de infiltração pelo meio a todo momento. No entanto, a maior parte dos jogadores do 11 inicial era do rival Real Madrid! Cinco, para ser exato: Casillas, Sergio Ramos, Albiol, Arbeloa e Xabi Alonso.

Do Barça, estavam Xavi, Piqué e Busquets (Puyol, Villa e Thiago Alcântara ficaram no banco – os dois primeiros entraram no decorrer do duelo). Uma prova de que del Bosque consegue fazer o time jogar que gosta, mesmo com jogadores que não atuam dessa forma em seus clubes. Treinador bom é outra história, e os espanhóis seguem firmes para o bi da Euro. Veja os gols:

República Tcheca 0 x 1 Espanha - Mata


szólj hozzá: Czech Republic 0-1 Spain

República Tcheca 0 x 2 Espanha - Xabi Alonso


szólj hozzá: Czech Republic 0-2 Spain

Ficha técnica:

Local: Estádio Letná, em Praga-RTC
Data: 07 de outubro de 2011, sexta-feira
Horário: 15h45 (horário de Brasília)
Árbitro: Paolo Tagliavento (ITA)
Auxiliares: Cristiano Copelli e Nicola Nicoletti (ambos ITA)
Cartão vermelho: Hübschmann (RTC)
Público: 17873 torcedores

GOLS:
ESPANHA: Mata, aos 7, e Xabi Alonso, aos 23 minutos do primeiro tempo

REPÚBLICA TCHECA: Cech; Hubnik, Gebreselassie, Sivok e Kadlec; Hübschmann, Pudil, Kolar (Vacek) e Rosicky; Jiracek e Baros (Pekhart) Técnico: Michal Bilek

ESPANHA: Casillas; Sergio Ramos (Puyol), Piqué, Albiol e Arbeloa; Busquets, Xabi Alonso, Xavi (Javi Martínez) e David Silva; Mata e Torres (David Villa) Técnico: Vicente del Bosque

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quarta-feira, 7 de setembro de 2011 Eurocopa 2012, Negredo, Seleção Espanhola, Sergio Ramos, Villa, Xavi | 14:03

Eliminatórias da Euro: Em ritmo de treino, Espanha goleia e se classifica

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Sem surpresas nem sustos, a Espanha cumpriu o script e goleou Liechtenstein por 6 a 0 pelas eliminatórias da Euro 2012. Até demorou um pouco para sair o primeiro gol, mas depois que a porteira abriu, aos 33 do primeiro tempo, foi uma festa. Negredo e David Villa deixaram dois cada, com Sergio Ramos e Xavi completando. Confira os gols da vitória que classificou a Espanha:


szólj hozzá: Spa 6-0 Lie

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sábado, 3 de setembro de 2011 Amistosos, Fábregas, Iniesta, Seleção Espanhola | 21:50

Amistosos: Espanha vira jogo “perdido” contra o Chile

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Chile e Espanha não estavam jogando nem a 20 minutos e já estava 2 a 0 para os sul-americanos. Surpreendente? Sim, claro. A Espanha é campeã mundial, tem uma das melhores equipes do mundo, jogadores entrosados. Mas o Chile não é nenhuma baba. Fez um Mundial da África do Sul razoável, e tem conseguido ótimos resultados nos últimos anos. E, como sempre lembra o sábio, “não tem mais bobo no futebol amigo”.

Mas a Espanha é a Espanha. Ainda é dura de ser batida. No segundo tempo, Iniesta e Fábregas puxaram a reação e comandaram a bela virada para 3 a 2, em um jogão de bola. O recém-contratado do Barcelona, aliás, está jogando o fino, e deve fazer uma temporada espetacular caso consiga se curar das lesões que têm atrapalhado com suas últimas temporadas. Devia ser o ar de Londres… Veja os gols desse belo duelo:

A “Fúria” volta a campo na terça-feira, pelas eliminatórias da Eurocopa 2012, para golear o saco de pancadas Liechtenstein.

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segunda-feira, 15 de agosto de 2011 Seleção Espanhola, Sub-20 | 02:17

Mundial Sub-20: Espanha cai nos pênaltis contra o Brasil

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Em um jogaço de bola, daqueles eletrizantes, o Brasil eliminou a Espanha do Mundial Sub-20. No tempo normal, 1 a 1. Quando a seleção canarinho marcou o 2 a 1 na prorrogação, parecia que o caixão estava fechado. Que nada! Os europeus logo reagiram e levaram o confronto para as penalidades. Aí brilhou a estrela de Gabriel, que pegou os chutes de Amat e Vázquez.

O bom de ver a partida foi ter a certeza de que, tanto do lado brasileiro quanto espanhol, duas gerações formidáveis estão amadurecendo. Em breve, esses talentosos garotos que duelaram pelas quartas de final deste Mundial Sub-20 estarão decidindo jogos para seus clubes e também para suas seleções. Quantos deles estarão na final da Copa do Mundo 2014? E 2018?

Confira os gols da partida e também os pênaltis que definiram a classificação brasileira:

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quarta-feira, 10 de agosto de 2011 Amistosos, Seleção Espanhola | 19:56

Amistosos: Gol ridículo no fim derruba a Espanha

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Valdés acompanha o gol da Itália (foto: EFE)

Jogar fora de casa contra a Itália sempre é muito difícil, mas a desfalcada Espanha ia segurando uma boa  igualdade em Bari: 1 a 1, com tento de Montolivo para a Azzurra e empate de Xabi Alonso para a “Fúria”. Aos 38 minutos do segundo tempo, porém, Aquilani mandou um chute despretensioso de fora da área, a bola desviou na perna de Albiol e matou Victor Valdés.

Aí já não tinha mais tempo para nada. Os italianos seguraram o placar e bateram os campeões do mundo por 2 a 1, para felicidade do técnico Cesare Prandelli, que se recuperou da derrota para a Irlanda, em amistoso no mês de junho.

CONFIRA TAMBÉM: Veja as melhores imagens dos amistosos desta quarta

Já o time de Vicente Del Bosque caiu após vitória nos últimos dois amistosos (vitórias sobre Estados Unidos e Venezuela, também em junho), mas tem uma verdadeira baba em seu próximo compromisso: no dia 06 de setembro, pega Liechtenstein, em casa, pelas eliminatórias da Euro. Até lá, o time já deve ter a volta do meia Xavi, que não participou do amistoso por estar contundido.

A esperada estreia Thiago Alcântara pela seleção espanhola acabou acontecendo no segundo tempo (ele entrou no lugar de Iraola), mas a jovem promessa do Barcelona pouco conseguiu produzir. Apesar da derrota, ele disse que “foi tudo inesquecível”. Veja os gols da partida:

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sexta-feira, 5 de agosto de 2011 Seleção Espanhola, Thiago Alcântara | 15:04

Thiago Alcântara é o quinto brasileiro na história da seleção espanhola

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Thiago Alcântara, o menino-prodígio que em pouco tempo passou de “filho do Mazinho” a “El Mago Thiago”, foi convocado pela primeira vez para a seleção espanhola principal. Ele já é cara conhecida nas equipes de base da Roja há muito tempo, mas só agora foi chamado por Vicente Del Bosque para se integrar à turma campeã da Eurocopa 2008 e da Copa do Mundo 2010. O habilidoso meia-atacante fará parte do grupo que vai enfrentar a Itália, em amistoso que vai acontecer na cidade de Bari, justamente onde nasceu.

Thiago Alcântara conquistou recentemente o Europeu Sub-21 pela Espanha (foto: Getty Images)

O jogador multinacional do Barcelona, no entanto, não é o primeiro brasileiro a fazer parte do plantel espanhol. Antes dele, quatro outras figuras jogaram pela “Fúria”. Veja quem foram e um pouco da história de cada um deles:

- Marcos Senna: Paulista, o volante passou por Rio Branco-SP, América-SP, Corinthians e Juventude até desencantar no São Caetano, em 2002, com o vice da Copa Libertadores. Arrumou uma transferência para o Villarreal no mesmo ano, e cresceu junto com o time, que passou a ser respeitado na Espanha. As boas atuações e sua impressionante regularidade fizeram com que fosse convocado para a seleção espanhola em 2006, disputando a Copa do Mundo no mesmo ano. Senna se firmou na equipe e foi campeão da Eurocopa 2008, sendo um dos melhores jogadores da seleção. Acabou não indo para o Mundial da África do Sul, e não tem sido convocado por Vicente Del Bosque.

- Catanha: Pernambucano, o atacante perambulou por equipes pequenas de Brasil, Portugal e Espanha até chegar ao Málaga, em 1998. No clube azul e branco, cansou de fazer gols e ajudou o time a voltar à primeira divisão. Na temporada seguinte, manteve a boa fase e anotou 24 vezes em La Liga, ficando a apenas três da artilharia. O brilho fez com que ele conseguisse passaporte espanhol para atuar pela seleção. Ele disputou três jogos pela “Fúria” (duas partidas foram pelas eliminatórias para a Copa do Mundo de 2002, contra Israel e Áustria), e não marcou gols. Não deixou saudades.

- Donato: Carioca, o zagueiro começou a carreira no Vasco, ganhando três Estaduais (82, 87 e 88). Transferiu-se para o Atlético de Madri, clube pelo qual também fez sucesso (foi bi da Copa do Rei, em 91 e 92). Em seguida, foi para o Deportivo La Coruña, vivendo sua melhor fase, ganhando três Supercopas da Espanha, duas Copas do Rei e um Campeonato Espanhol. Naturalizou-se em 1994 e disputou 12 partidas pela Roja, jogando até mesmo a Eurocopa de 1996.

O polivalente Marcos Senna foi um estrangeiro de sucesso na seleção espanhola (foto: AP)

- Heraldo Bezerra: Gaúcho, o ponta esquerda começou a carreira no Cruzeiro de Porto Alegre. Após boa passagem pelo Newell’s Old Boys, da Argentina, foi para o Atlético de Madri, onde se consagrou, sendo campeão espanhol nas temporadas 72/73 e 76/77, bi da Copa do Rei em 1972 e 1976 e campeão do Mundial Interclubes em 74. O sucesso fez com que se naturalizasse espanhol e fosse convocado para a Roja, estreando em um empate contra a Turquia, em 73. Após a passagem pela Europa, transferiu-se para o Boca Juniors, mas jogou pouco, já que faleceu em um acidente de carro. Tinha apenas 31 anos.

Além dessas feras, outros estrangeiros também representaram a Espanha. Thiago não é nem mesmo o primeiro Alcântara a fazer parte da Roja, veja só! Olha a lista que o jornal “El País” fez (entre parênteses, o ano em que foram convocados pela primeira vez):

Italianos:

- Pier (1994)

Argentinos:

- Arbide (1921)

- Di Stefano (1957)

- Errazquin (1925)

- Gárate (1967)

- Pernía (2006)

- Heredia (1978)

- Pizzi (1994)

- Rial (1955)

- Roberto Martínez (1973)

- Rubén Cano (1977)

- Touriño (1972)

- Valdez (1972)

Alemães:

- Curro Torres (2001)

Suíços:

- Luis Cembranos (2000)

Dinamarqueses:

- Christiansen (1993)

Franceses:

O craque argentino Di Stéfano em treino da seleção espanhola, nos anos 60 (foto: Getty Images)

- Armando (1996)

Cubanos:

- Arencibia (1942)

- Jesús Alonso (1942)

Paraguaios:

- Eulogio Martínez (1959)

- Heriberto Herrera (1957)

- Jara (1966)

Mauritanos:

- Gerardo (1981)

Marroquinos:

- López Ufarte (1977)

- José Luis (1972)

- Ramos (1975)

Húngaros:

- Kubala (1953)

- Puskas (1961)

Uruguaios:

- Santamaría (1958)

Filipinos:

- Gálatas (1927)

- Alcántara (1921)

Por ser amistoso, esse jogo contra a Itália não elimina as chances de Thiago Alcântara jogar pela seleção brasileira (precisa ser uma partida oficial). Mas caso o jovem decida jogar pela “Fúria”, você acha que fará falta ao Brasil? Comente!

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Autor: Francisco De Laurentiis Tags: ,

terça-feira, 2 de agosto de 2011 Seleção Espanhola | 14:35

Espanha proíbe bandeiras regionais

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Técnico Meléndez tira a bandeira azul de Astúrias de seu atleta da Espanha Sub-19 (foto: Reprodução)

A Espanha sagrou-se na última segunda-feira campeã européia Sub-19 (veja os gols da vitória sobre a República Tcheca na final). Na comemoração do título, um fato causou desconforto na Federação Espanhola: o atleta Juan Muñiz aparece com uma bandeira do Principado de Astúrias nos ombros durante os cumprimentos da equipe campeã à vice. A flâmula teve que ser rapidamente retirada pelo técnico Ginés Meléndez, para evitar qualquer tipo de propaganda separatista, causa muito comum no país europeu.

Esse é o novo regulamento da Real Federação Espanhola de Futebol: os atletas podem exibir as “bandeiras regionais” (como da Catalunha, Galícia, País Basco ou Astúrias, por exemplo) enquanto comemoram no gramado, mas a flâmula da Espanha deve ser a única mostrada em uma distribuição de medalhas, no pasillo de cumprimento aos adversários ou quando os jogadores levantam um troféu. “Não vou entrar em polêmicas, são as normas da Federação”, disse Meléndez, após tirar a bandeira de Muñiz.

A bandeira da Espanha passa a ser a única permitida pela Federação do país (foto: EFE)

A medida agradou aos nacionalistas (uma enquete no site do “Marca” mostra que a maioria dos espanhóis é contra os movimentos separatistas), mas despertou a ira de quem quer um país para chamar de seu. Jesús Iglesias, coordenador do partido Izquierda Unida de Astúrias afirmou que a medida da Federação visa “tirar a legitimidade dos movimentos regionais”. O próprio Muñiz, porém, fez pouco caso da situação: “Não dei importância. Não nos falaram nada sobre as bandeiras regionais, mas o técnico fez bem em retirá-la. Não fiquei bravo e até dei um abraço nele depois, no vestiário”.

Vale lembrar que a bandeira de Astúrias foi permitida na comemoração do título da Copa do Mundo 2010 (David Villa e Juan Mata estavam com ela) e da Eurocopa 2008 (Cazorla exibiu), assim como a da Catalunha, frequentemente vistas com jogadores como Xavi e Puyol. Outros atletas, como Arizmendi (nascido em Madrid e atualmente jogador do Getafe), porém, já chegaram até mesmo a usar a bandeira antiga da Espanha, símbolo do nacionalismo e de um país unificado, na contramão das bandeiras regionais.

Xavi e Puyol comemoram o título da Copa do Mundo 2010 com a bandeira da Catalunha (foto: AFP)

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Autor: Francisco De Laurentiis Tags:

segunda-feira, 1 de agosto de 2011 Europeu Sub-19, Seleção Espanhola, Sub-19 | 18:58

Não se cansam de levantar taças…

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Alcácer, o herói do título, levanta a taça (foto: EFE)

Depois de ganhar a Eurocopa, a Copa do Mundo, o Europeu Sub-21 e os Mundiais de peteca, bocha, levantamento de copo e buraco, a seleção espanhola ganhou mais um título. Nesta segunda-feira, a Rojita levantou o caneco do Europeu Sub-19, mostrando que deve continuar como uma das principais forças do futebol mundial nos próximos anos.

O torneio, que aconteceu na Romênia, viu um desfile de jovens talentos espanhóis, como os meias Deulofeu e Sarabia e o atacante Morata, que devem estar na equipe principal dentro de alguns anos. Foi o oitavo título da Espanha nos Europeus Sub-19. “Não nos cansamos de ser campeões”, gabou-se o diário “Marca”.

A final foi difícil, contra uma também talentosa seleção da República Tcheca. A Roja ficou atrás do placar durante praticamente todo o jogo, mas teve força para buscar o empate e levar a partida para a prorrogação. No tempo extra, brilhou a estrela de Alcácer, que saiu do banco para marcar dois e pintar a taça de vermelho. Veja os gols da final:

A campanha espanhola no Europeu Sub-19. Foram quatro vitórias e apenas uma derrota, com dezesseis gols marcados e apenas cinco sofridos. O artilheiro do torneio foi o espanhol Morata, com seis gols.

Primeira fase:
Espanha
4 x 1 Bélgica
Sérvia 0 x 4 Espanha
Turquia 3 x 0 Espanha

Semifinal:
Espanha 5 x 0 Irlanda

Final:
República Tcheca 2 x 3 Espanha

Obs: A Espanha não venceu os Mundiais de peteca, bocha, levantamento de copo e buraco

Notas relacionadas:

  1. Pelas eliminatórias da Euro, Espanha tenta voltar a jogar bem
  2. Lituânia 1 x 3 Espanha – Nada de novo no Báltico
  3. Saldo dos amistosos: Espanha voltou a jogar bola
Autor: Francisco De Laurentiis Tags: , ,

segunda-feira, 13 de junho de 2011 Arnau, Europeu Sub-21, Seleção Espanhola, Sub-21, Thiago Alcântara | 10:53

Thiago Alcântara é o principal jogador espanhol no Europeu sub-21

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O filho de Mazinho foi eleito melhor jogador na estreia espanhola, contra a Inglaterra

Boa parte das atenções futebolísticas deste intervalo entre temporadas na Espanha estão miradas para a Dinamarca, onde ocorre o Campeonato Europeu sub-21.

O torneio, que acontece a cada dois anos, por coincidência ou não tem servido para balizar quais as seleções que vão conseguir bom destaque nas temporadas seguintes no futebol principal.

Por exemplo: a Itália foi campeã europeia sub-21 em 2004 (seria campeã mundial dois anos depois), a Holanda ficaria com a mesma taça em 2006 e 2007 (daria show na Euro 2008 e seria vice-mundial em 2010) e a Alemanha ergueu a taça em 2009 (seria semifinalista da Copa da África do Sul um ano depois).

A Espanha inicou sua trajetória no Europeu Sub-21 com um empate em 1 a 1 contra a Inglaterra no último domingo. As duas seleções são favoritas na competição. O grande destaque brasileiro é o hispano-italiano-brasileiro Thiago Alcântara, do Barcelona, que é filho do ex-jogador Mazinho, ex-Vasco e Palmeiras, campeão mundial pelo Brasil em 1994. Thiago nasceu na Itália quando Mazinho jogava por lá, mas foi criado na Espanha enquanto seu pai defendia as camisas do Valencia, Celta de Vigo, Elche e Alavés. Acabou adotando a cidadania espanhola e hoje é um dos destaques da categorias de base do Barcelona. Ele foi eleito o melhor em campo contra a Inglaterra. O placar em 1 a 1 teve gols de Ander Herrera, do Athletic Bilbao, e Danny Welback, jogador do Sunderland, que marcou no finalzinho da partida.

Espanha e Inglaterra estão no Grupo B, que também têm República Tcheca e Ucrânia. No Grupo A, aparentemente só baba: Belarus, Suíça, Dinamarca e Islândia. Gigantes como Alemanha, Itália e França estão fora da competição.

Os espanhóis já foram campeões europeus sub-21 em 1986, quando a competição era disputada com uma partida em casa e outra fora, e 1998, na Romênia. O destaque da Fúria neste último título foi o goleiro Francesc Arnau, revelado pelo Barcelona e que há dez anos defende o Málaga. Os mais bem sucedidos jogadores daquele time foram Guti, do Real Madrid, e Juan Carlos Valerón, do La Coruña.

Autor: Fernando Vives Tags: ,

quinta-feira, 9 de junho de 2011 Iraola, Manu del Moral, Negredo, Seleção Espanhola | 09:51

Saldo dos amistosos: Espanha voltou a jogar bola

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EFE/David Fernández

Iraola: aos 29 anos, 1º jogo como titular da Espanha

Já falamos aqui algumas vezes que a seleção espanhola vivia uma grande ressaca após a conquista da Copa do Mundo. Todas as partidas até março deste ano foram marcadas pela apatia. Alguns resultados desagradáveis – derrota por 4 a 1 para a Argentina e de 4 a 0 para Portugal, por exemplo – e umas tantas vitórias magras e completamente sem graça já começavam a preocupar a mídia do país. Pois agora o time de Vicente del Bosque, enfim, acordou e voltou a se mostrar competitivo. Esse é o saldo dos dois últimos amistosos que encerraram o primeiro ano pós-título mundial de La Roja.

Primeiro, a goleada contra os Estados Unidos em Boston. A Espanha voltou a exercer o toque de bola que lhe é peculiar, aliada a uma poderosa capacidade de finalizar. Os norte-americanos ficaram perdidos. Os 4 a 0, com gols de Cazorla (duas vezes), Negredo e Fernando Torres dão o tom de como foi a partida.

Na Venezuela, os rivais sul-americanos não são exatamente uma potência do futebol, mas também não dá mais para dizer que é aquela Vinotinto que conhecemos até os anos 90, sinônimo de goleadas em favor dos adversários. Del Bosque escalou quase um time reserva, uma vez que os jogadores vinham de um fim de temporada particularmente duro para os jogadores de Real Madrid e Barcelona. A vitória por 3 a 0 foi construída com gols de David Villa, Xabi Alonso e Pedro.

Destaques individuais da Espanha:

- O atacante Manu del Moral, do Sevilla, que aos 27 anos foi convocado pela primeira vez para a seleção principal. Foi titular contra os venezuelanos e elogiado por del Bosque.

- O atacante Álvaro Negredo, também do Sevilla, que marcou um belo gol em Boston e foi um dos melhores em campo. As atenções desta virada de temporada estão voltadas para ele: existe a possibilidade de que o Real Madrid o contrate para usá-lo como moeda de troca para ter Sergio Agüero, do Atlético de Madri.

- O lateral-direito Andoni Iraola, que fez boa temporada pelo Athletic Bilbao, que começou como titular contra a Venezuela. Ele já tem 29 anos e havia sido convocado cinco vezes pela seleção espanhola. Em Puerto de la Cruz, começou jogando pela primeira vez.

Veja a lista com todas as partidas da Espanha no pós-Copa 2010:

11 de agosto: México 1 x 1 Espanha (na Cidade do México), gol espanhol de David Villa.

3 de setembro: Liechtenstein 0 x 4 Espanha (em Vaduz) , gols de David Villa, Fernando Torres duas vezes e David Silva.

7 de setembro: Argentina 4 x 1 Espanha (em Buenos Aires), gol espanhol de Fernando Llorente.

8 de outubro: Espanha 3 x 1 Lituânia (em Salamanca), gols de Fernando Llorente duas vezes e David Silva.

12 de outubro: Escócia 2 x 3 Espanha (em Glasgow), gols de Piqué, Iniesta e Llorente.

17 de novembro: Portugal 4 x 0 Espanha (em Lisboa).

9 de fevereiro: Espanha 1 x 0 Colômbia (em Madri), gol de David Silva.

26 de março: Espanha 2 x 1 Rep. Tcheca (em Granada), gols de David Villa.

29 de março: Lituânia 1 x 3 Espanha (em Kaunas), gols de Xavi Hernández, Kijanskas (contra) e Juan Mata.

4 de junho: EUA 0 x 4 Espanha (em Boston), gols de Cazorla (duas vezes), Negredo e Fernando Torres.

7 de junho: Venezuela 0 x 3 Espanha (Em Puerto de la Cruz), gols de David Villa, Xabi Alonso e Pedro.

A Espanha volta a campo pelas eliminatórias da Euro em setembro, quando enfrenta o Liechtenstein em casa, partida na qual deve confirmar sua classificação à competição da Ucrânia e da Polônia em 2012.

Notas relacionadas:

  1. Pelas eliminatórias da Euro, Espanha tenta voltar a jogar bem
  2. Lituânia 1 x 3 Espanha – Nada de novo no Báltico
Autor: Fernando Vives Tags:

terça-feira, 7 de junho de 2011 Seleção Espanhola | 11:05

A zombadinha de Hugo Chavez sobre o amistoso de hoje

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Não poderia ter sido mais tranquilo a apresentação da Espanha no amistoso contra os Estados Unidos em Boston no último sábado. A goleada por 4 a 0 mostrou ótima apresentação de Santi Cazorla, que marcou dois gols, e de Álvaro Negrado (marcou um). Fernando Torres também deixou o dele. Foi a partida na qual a Espanha se mostrou mais segura depois da Copa do Mundo. Mas falemos sobre o desempenho do time de Del Bosque depois da partida de hoje contra a Venezuela, avaliando os dois jogos.

As seleções Vinotinto e La Roja jogam hoje em Puerto de la Cruz, Venezuela. Se não tem muita gente empolgada com o amistoso, coube ao presidente venezuelano Hugo Chavez reter as atenções. Em seu programa na TV chamado “Alô, presidente”, Chavez deu uma zombadinha de leve: “Espanhóis, tremam, que vamos enchê-los de gols”. Veja o vídeo:

Valeu a piada, mas existem mais chances de que o resultado seja exatamente o oposto…

Hugo Chávez já se envolveu em forte polêmica com os espanhóis, mas não foi por motivos futebolísticos. Em uma reunião da Conferência Ibero-Americana de 2007, entre países hipânicos, Chavez começou a criticar o governo anterior de Espanha, de José Enrique Aznar, por este ter apoiado um golpe militar ao seu governo cinco anos antes. O primeiro-ministro espanhol José Luiz Zapatero e o rei da Espanha Juan Carlos se irritaram. O rei soltou um “Por que não te calas?” a Chavez, e a frase repercutiu em todo o mundo. As relações entre Venezuela e Espanha esfriaram depois do episóio. O amistoso de hoje ajuda a reaproximá-los.

Autor: Fernando Vives Tags:

quarta-feira, 1 de junho de 2011 Seleção Espanhola | 15:03

Del Bosque junta os cacos da rivalidade entre Barcelona e Real Madrid

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Blaugranas e merengues treinam juntos novamente. Teremos cicatrizes do duelos recentes?

Apesar de não disputar nenhum campeonato, a seleção espanhola vive um momento importante. É a hora de sabermos se os cinco duelos entre blaugranas e merengues na temporada passada vão deixar sequelas no time do técnico Vicente Del Bosque.

Durante os superclássicos, este blog se fartou de relatar episódios guerras de declarações e ações de bastidores entre as duas partes. Um dos episódios mais graves foi quando o diário Marca, uma espécie de porta-voz do Real Madrid na imprensa espanhola, divulgou que Piqué teria feito uma provocação aos jogadores merengues que remetia à rivalidade entre Espanha e Catalunha. Piqué desmentiu categoricamente, o jornal não se manifestou mais sobre o caso e nada foi provado – lembrando que Piqué é o zagueiro titular da seleção espanhola.

Dirigentes do Real sugeriram que o Barcelona tinha a ajuda da arbitragem. José Mourinho cansou de provocar Pep Guardiola na imprensa, e este começou a revidar nas últimas partidas entre os clubes. Em campo, um ou outro momento de tensão entre jogadores que dividem o mesmo ambiente quando convocados pela Espanha.

Nos últimos meses, Vicente de Bosque e seu antecessor Luis Aragonés andaram demonstrando preocupação sobre um possível racha entre madrilenos e barcelonistas na seleção espanhola. Fernando Hierro, ex-zagueiro do Real Madrid e símbolo da Fúria há alguns anos, seguiu o coro.

A Espanha de Del Bosque faz dois amistosos nos próximos dias. Neste sábado, enfrenta os Estados Unidos em Foxborough, Massachusetts. No dia 7, terça-feira, La Roja enfrenta os venezuelanos em Puerto de la Cruz, Venezuela.

Na terça-feira, Sergio Ramos, defensor do Real, já tentou apaziguar qualquer desavença. “Quando estávamos nos clássicos, representávamos Real Madrid e Barcelona. Mas nada mudou para nós em relação ao grupo da seleção”, disse.

Saberemos se é verdade até a semana que vem. Veja a lista de convocados para os amistosos abaixo. Eles já estão treinando juntos:

Goleiros: Casillas (Real Madrid), Reina (Liverpool), Valdés (Barcelona).
Defensores: Arbeloa (Real Madrid), Albiol (Real Madrid), Sergio Ramos (Real Madrid), Piqué (Barcelona), Marchena (Villarreal), Capdevila (Villarreal), Iraola (Athletic Bilbao).
Meias: Xabi Alonso (Real Madrid), Busquets (Barcelona), Cazorla (Villarreal), Iniesta (Barcelona), Soriano (Villarreal), Valero (Villarreal).

Atacantes: David Villa (Barcelona), David Silva (Manchester City), Llorente (Athletic Bilbao), Fernando Torres (Chelsea), Pedro (Barcelona), Del Moral (Getafe), Negredo (Sevilla).

Xavi Hernández e Carles Puyol, do Barcelona, não estão convocados. O primeiro foi dispensado por cansaço e para que Del Bosque faça experiências no meio-campo. O segundo vai ser operado no joelho, local de sua contusão que o avariou nos últimos meses da temporada.

Autor: Fernando Vives Tags:

terça-feira, 29 de março de 2011 Eurocopa 2012, Llorente, Seleção Espanhola | 19:13

Chamem o roupeiro: momento várzea nas eliminatórias da Euro

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Não era só o campo do estádio de Kaunas, capital da Lituânia, que remetia ao Desafio ao Galo na partida entre os donos da casa e a Espanha nesta terça. Um fato curioso – e, até certo ponto, bizarro – foi o destaque da partida. O atacante Fernando Lloriente  entrou em campo com o uniforme que a seleção espanhola utilizou na Copa do Mundo, cujos detalhes são bem diferentes do atual. Olha só:

Imagem captada da TV pelo site do Marca, de Madrid: Lloriente com a camisa sem a estrela de campeão sobre o distintivo, e com as linhas em amarelo

No mesmo jogo, o meia Javi Martinez com a camisa atual da Espanha, com detalhes em azul ao lado da faixa, diferente da que usou Lloriente

Llorente e Xavi comemoram gol: camisas diferentes

A gente até imagina que esse tipo de coisa acabe acontecendo em alguma modesta competição de clubes, mas nunca com a campeã mundial em plena eliminatórias da Eurocopa. Aguardemos pelas desculpas oficiais e pela bronca da Uefa.

Autor: Fernando Vives Tags:

Eurocopa 2012, Llorente, Seleção Espanhola, Xavi | 19:01

Lituânia 1 x 3 Espanha – Nada de novo no Báltico

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Villa dribla um lituano: classificação espanha bem perto agora

O estado do gramado era lamentável, mas o árbitro francês Laurent Duhamel deu o “habemus jogo” à tarde. Lituânia e Espanha iriam, portanto, enfrentar o frio e o estado deplorável do estádio da cidade de Kaunas, capital da ex-república soviética, pelas eliminatórias da Eurocopa 2012.

A vitória espanhola por 3 a 1 foi o cumprimento da vitória que todo mundo imaginava que fosse ocorrer, mesmo que o técnico Vicente del Bosque tenha poupado alguns titulares. Xavi abriu o marcador, Marius Stankevičius, que joga pelo Valencia, empatou para os lituanos, Kijanskas (contra) e Juan Mata definiram o marcador.

A Espanha volta a campo pelas eliminatórias da Euro somente em setembro, quando enfrenta o Liechtenstein em casa, partida na qual deve confirmar sua classificação à competição da Ucrânia e da Polônia em 2012.

Notas relacionadas:

  1. Pelas eliminatórias da Euro, Espanha tenta voltar a jogar bem
Autor: Fernando Vives Tags: , ,

segunda-feira, 28 de março de 2011 Eurocopa 2012, Seleção Espanhola | 17:51

Lituânia x Espanha: sobrou pro juizão

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O enviado da Uefa ao estádio Dariaus ir Giréno, na capital lituana Kaunas, resolveu não anular nem desanular a partida de amanhã, muito pelo contrário. Espanhóis e até os membros da federação de futebol da Lituânia pensam ser melhor não haver a partida por conta da condição precária do gramado, esgotado por conta do clima invernal que castiga o nordeste da Europa nesse início de primavera.

A decisão se vai haver ou não o jogo amanhã ficará para o árbitro francês Laurent Duhamel antes do jogo. Segundo o emissário da Uefa, Rainer Koch, não há risco aparente de lesão para os jogadores, mas, como a previsão é de mais nevasca nesta madrugada, o negócio é deixar para o juizão decidir antes da partida se o gramado vai aguentar 90 minutos.

O técnico da Espanha Vicente del Bosque, que não é trouxa, deve escalar um time reser pra partida. Primeiro por conta do próprio clima, segundo pela maratona de jogos que os principais jogadores vem fazendo nesta temporada, terceiro porque a Lituânia não é exatamente um bicho papão.

Autor: Fernando Vives Tags:

Eurocopa 2012, Seleção Espanhola | 10:55

Extensão do inverno báltico pode adiar Lituânia x Espanha

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A Lituânia enfrentou a Polônia há três dias no estádio de Kaunas, e o gramado já estava pedindo água

A situação é periclitante no estádio Dariaus ir Giréno, em Kaunas, capital da Lituânia. O local vai ser palco da partida entre os donos da casa e a Espanha, válido pelas eliminatórias da Eurocopa 2012, mas corre sério risco de ser adiado por conta da esticada do inverno que assola a região do Báltico neste início de primavera no hemisfério norte. A previsão de temperatura para o horário da partida de amanhã, que ocorre à noite no horário lituano, é de 5 graus positivos a 5 graus negativos. Mais que isso: espera-se nova nevasca nesta madrugada.

O campo está intratável, reclamam todos os jogadores espanhóis e o técnico espanhol Vicente del Bosque. Segundo o diário Sport, a federação lituana de futebol já meio que entregou pra Deus a situação do gramado, que está cheio de buracos e com grandes trechos de terra no lugar da grama.

Na última sexta-feira, a Lituânia enfrentou a Polônia no mesmo estádio Dariaus ir Giréno (perdeu por 2 a 0, amistoso), e o campo já dava sinais de fadiga.

“Sabemos da dificuldade de se arrumar datas no calendário atual, mas a situação do gramado é muito difícil e eu preferia não jogar nesta terça”, disse Del Bosque, na coletiva de imprensa.

Ainda hoje o delegado da Uefa enviado a Kaunas para avaliar a partida vai decidir se teremos jogo ou não. Teremos novo post aqui no El Pichichi assim que sair a decisão.

Autor: Fernando Vives Tags:

sábado, 26 de março de 2011 Eurocopa 2012, Seleção Espanhola, Villa | 15:21

Noite de Xavi, noite de Villa

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David Villa: maior goleador da história da seleção espanhola

Se Xavi Hernández era o dono da festa ao fazer sua partida de número 100 com a camisa da Espanha, foi o atacante David Villa, seu colega de Barcelona, quem ficou com os louros da vitória sobre a República Tcheca, 2 a 1 de virada. Villa marcou dois tentos e tornou-se isoladamente o maior goleador da história da seleção espanhola, 2 a mais que Raúl Gonzalez, com 46 marcados – curiosamente, Villa virou titular absoluto de La Roja justamente no lugar de Raúl.

É provável que a partida de ontem tenha sido a melhor atuação espanhola desde o fim da Copa do Mundo – com certeza foi a que o time jogou com mais empolgação. Os tchecos abriram o marcador aos 29 minutos de partida, com esse rapaz que tem nome de remédio, o Plasil. No 2º tempo, a reação ocorreu em poucos minutos: Villa marcou aos 23 e, aos 25, Iniesta foi derrubado na área. Villa cobrou o pênalti e finalizou o placar.

A Espanha agora enfrenta a Lituânia em Kaunas, capital do país báltico, nesta terça-feira, 29 de março.

Tudo sobre Espanha x República Tcheca aqui.

Lista dos maiores goleadores da história da seleção da Espanha:

1) David Villa – 46 gols (72 partidas)
2) Raúl Gonzales – 44 gols (102 partidas)
3) Fernando Hierro – 29 gols (89 partidas)
4) Fernando Morientes – 27 gols (47 partidas)
5) Fernando Torres – 26 gols (83 partidas)
6) Emilio Butragueño – 26 gols (69 partidos)
7) Alfredo Di Stefano – 23 gols (31 partidas)
8 ) Julio Salinas – 22 gols (56 partidas)
9) Michel – 21 gols (66 partidas)
10) Telmo Zarra – 20 gols (20 partidas)
Autor: Fernando Vives Tags:

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