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Arquivo da Categoria História

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012 Goleiros, História, Seleção Brasileira | 11:41

Os números da grandiosa carreira do goleiro Marcos

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Um dos maiores goleiros da história do futebol brasileiro, Marcos anunciou sua despedida ontem, após 20 anos de carreira. Goleiro que marcou época com títulos importantes e amor à camisa, Marcos fez história no Palmeiras, desde sua estreia como profissional, em 1992. Pela Seleção Brasileira, apesar de jogar apenas 29 vezes, Marcos deixou seu nome gravado entre os maiores goleiros. Em 2002, o jogador foi titular em todos os sete jogos e figura importantíssima na conquista da Copa do Mundo.  Heroi na conquista da Copa Libertadores de 1999, o goleiro entrou para lista dos 10 jogadores que mais atuaram pelo Palmeiras.

Marcos Roberto Silveira Reis
4/8/1973 (38 anos), nasceu em Oriente (SP)
1,93 m, 93 kg
Carreira: Palmeiras: 1992-2011 (532 jogos, 681 gols sofridos) e Seleção Brasileira: 1999 a 2005 (29 jogos, 24 gols sofridos).
Veja aqui a lista de todos os jogos do goleiro Marcos.
Títulos: Copa do Mundo (2002), Copa das Confederações (2005), Copa América (1999), Copa Libertadores (1999), Copa Mercosul (1998), Copa do Brasil (1998), Copa dos Campeões (2000), Torneio Rio-São Paulo (2000), Campeonato Paulista (1996 e 2008) e Brasileiro da Série B (2003)

Curiosidades: Dos 532 jogos pelo Palmeiras, as competições que mais atuou foram: Brasileiro (202 jogos), Paulistão (132 jogos), Copa Libertadores (57 jogos) e Copa do Brasil (36 jogos). Marcos é o jogador que mais vezes atuou no estádio Parque Antártica, com 212 jogos (Ademir da Guia é o segundo, com 184). 

Jogadores que mais defenderam o Palmeiras:

Jogador Posição Partidas Período
Ademir da Guia Meia 901 1962-1977
Leão Goleiro 617 1968-78 e 1984-86
Dudu Volante 609 1964-1976
Waldemar Fiúme Meia 601 1941-1958
Valdemar Carabina Zagueiro 584 1954-1966
Luís Pereira Zagueiro 568 1968-74 e 1981-84
Marcos Goleiro 532 1992-2011
Djalma Santos Lateral-direito 498 1959-1968
Nei Atacante 488 1972-1980
Valdir Goleiro 482 1958-1969

.

Com 532 jogos disputados pelo Palmeiras, Marcos só não jogou mais vezes do que Leão, que fez 617 jogos, entre os goleiros que já defenderam o Palmeiras na história.

Os goleiros que mais jogaram pelo Palmeiras:

Pos. Goleiro Jogos
Leão 617
Marcos 532
Valdir de Moraes 480
Velloso 455
Oberdan 351
Sérgio 337
Gilmar 287
Primo 170
Jurandyr 133
10º Nascimento 130
11º Zetti 100
12º Diego Cavalieri 95

.

Desde 1996, quando efetivamente começou a jogar pelo Palmeiras, Marcos disputou 16 temporadas, com uma média de 33 jogos por ano. Marcado por uma carreira repleta de lesões, Marcos só pode disputar praticamente seis temporadas inteiras. Veja o desempenho de Marcos ano a ano pelo Palmeiras:

Ano Jogos
1992 1
1996 18
1997 11
1998 11
1999 60
2000 39
2001 39
2002 41
2003 46
2004 19
2005 41
2006 14
2007 14
2008 60
2009 55
2010 36
2011 27

.

Pênaltis e Libertadores
Goleiro que mais atuou pelo Palmeiras na história da Libertadores (57 jogos), Marcos foi campeão em 1999, vice em 2000, semifinalista em 2001 e ainda chegou nas quartas de final (2009) e nas oitavas de final (2007). Nessas cinco edições, Marcos participou de nove disputas por pênaltis, saindo vencedor em sete delas. Dos 42 pênaltis cobrados sobre o Marcos, 10 foram defendidos e sete foram chutados para fora. No geral, em toda a sua carreira, Marcos defendeu 33 pênaltis.

Marcos em disputas por pênaltis em Libertadores:
1999 – Quartas-de-final
Palmeiras 4 x 2 Corinthians (defendeu 1 cobrança; 1 foi para fora)

1999 – Final
Palmeiras 4 x 3 Deportivo Cali-COL (2 foram para fora)

2000 – Oitavas-de-final
Palmeiras 3 x 2 Peñarol-URU (defendeu 2 cobranças; 1 foi para fora)

2000 – Semifinal
Palmeiras 5 x 4 Corinthians (defendeu 1 cobrança)

2000 – Final
Palmeiras 2 x 4 Boca Juniors-ARG

2001 – Oitavas-de-final
Palmeiras 5 x 3 São Caetano (1 foi para fora)

2001 – Quartas-de-final
Palmeiras 4 x 3 Cruzeiro (defendeu 3 cobranças; 1 foi para fora)

2001 – Semifinal
Palmeiras 2 x 3 Boca Juniors-ARG (1 foi para fora)

2009 – Oitavas-de-final
Palmeiras 3 x 1 Sport (defendeu 3 cobranças)


Notas relacionadas:

  1. Ceni ou Marcos, quem é melhor na Libertadores?
  2. Ceni: o maior goleiro da história? Nos números, sim…
  3. Curiosidades sobre os 500 jogos do goleiro Marcos
Autor: Rodolfo Rodrigues Tags: , , ,

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012 História | 11:15

O chinês Chen Zhizhao e 33 gringos que já atuaram pelo Corinthians

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O Corinthians formalizou a contratação do meia-atacante Chen Zhizhao. O jogador, de 23 anos, chega como uma estratégia de marketing do clube paulista, que visa fortalecer sua marca no mercado asiático. Quando entrar em campo, o chinês será o 34º gringo a vestir a camisa do Corinthians desde 1910. Até hoje, apenas três jogadores da Ásia já atuaram pelo clube: o meia Hashimoto, em 1994, além dos libaneses Nasi Felippe, o Amendoim, em 1929, e Adnan Abou-Rizk, meia, em 1965.

Os sul-americanos são maioria entre os estrangeiros que já passaram pelo Corinthians. Só da Argentina são nove jogadores, sendo sete nos últimos dez anos. Entre eles, o atacante Tevez, maior contratação da história do clube (20 milhões de dólares em 2005).

Confira abaixo a lista dos 33 estrangeiros que já vestiram a camisa do Corinthians:

Argentina (9)
Buttice (goleiro, 1974)
Hector Rodolfo Viera (centroavante, 1976)
Fernando Horácio Ávalos (zagueiro, 2001)
Javier Mascherano (volante, 2005)
Carlos Alberto Tevez (atacante, 2005,)
Sebastián Enrique Domínguez “Sebá” (zagueiro, 2005)
Germán Gustavo Herrera (atacante, 2008)
Sergio Escudero (zagueiro, 2009)
Matías Adrián Defederico (meia, 2010)

Uruguai (6)
Armando Graham Bell (zagueiro, 1943)
Martín Artigas Taborda de Olivera (zagueiro, 1979)
Daniel Ángel González Puga (zagueiro, 1982)
Hugo Eduardo de León Rodrigues (zagueiro, 1985)
Santiago Martín Silva Olivera (atacante, 2002)
Alberto Martín Acosta (atacante, 2008)

Paraguai (3)
Juan Carlo Villamayor Medina (lateral-direito, 1996)
Carlos Alberto Gamarra Pavón (zagueiro, 1998)
Edgar Gabriel Balbuena Adorno (lateral-direito, 2009)

Chile (2)
Johnny Herrera (goleiro, 2006)
Cristian Suárez (zagueiro, 2008)

Líbano (2)
Nasi Felippe “Amendoim” (meia, 1929)
Adnan Abou-Rizk (meia, 1965)

Portugal (2)
Casemiro do Amaral (goleiro, 1913)
Laurentino de Mello (meia, 1933)

África do Sul (1)
Mark Frank Williams (atacante, 1996)

Bolívia (1)
Juan Carlos Arce Justiniano (atacante, 2007)

Colômbia (1)
Freddy Eusébio Rincón Valencia (volante, 1997)

Espanha (1)
José Armando Ufarte Ventoso “Espanhol” (atacante, 1961)

Hungria (1)
José Lengyel “Hungarês” (goleiro, 1934)

Itália (1)
Luiz Fabbi Filho (centroavante, 1910)

Japão (1)
Koichi Hashimoto (meia, 1994)

Polônia (1)
Oleska Skorobahaty (atacante, 1965)

Peru (1)
Luis Alberto Ramírez Lucay (meia, 2011)

Notas relacionadas:

  1. Bruno César pode fazer história pelo Corinthians
  2. Jorge Henrique e Neymar próximos dos 100 jogos
  3. Números e curiosidades da campanha do campeão Corinthians
Autor: Rodolfo Rodrigues Tags: ,

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011 Confrontos, História, Mundial de Clubes, Técnicos | 11:32

Muricy leva pequena vantagem sobre Nelsinho Baptista

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Na próxima quarta-feira, dois técnicos brasileiros estarão frente a frente na semifinal do Mundial de Clubes: Muricy Ramalho, pelo Santos, e Nelsinho Baptista, defendendo o Kashiwa Reysol, do Japão. Na curta história da competição, desde 2000, apenas uma vez isso já aconteceu. Em 2000, quando Oswaldo de Oliveira, do Corinthians, foi campeão sobre Antônio Lopes, do Vasco.

Muricy Ramalho e Nelsinho Baptista estão estreando também na competição. Até hoje, os treinadores também nunca se enfrentaram nessa situação de mata-mata. Nos outros confrontos entre eles, Muricy leva pequena vantagem sobre Nelsinho. Em 13 jogos, desde 1997, foram 5 vitórias de Muricy, 4 empates e 4 vitórias de Nelsinho.

No início, Nelsinho chegou a levar vantagem sobre Muricy, com três vitórias e três empates nos primeiros seis jogos. Porém, nos últimos sete jogos, Muricy venceu cinco e perdeu apenas um.

O primeiro confronto entre os dois treinadores aconteceu em fevereiro de 1997, pelo Campeonato Paulista. Muricy, técnico do São Paulo, pegou o Corinthians, de Nelsinho, na primeira fase. O jogo terminou 2 x 2, com gols de Dodô e França, no último minuto, para o São Paulo, e Túlio, duas vezes, para o Corinthians. No mesmo campeonato, os dois treinadores voltaram a se enfrentar. Porém, Muricy estava treinando o Guarani, após ser demitido pelo São Paulo. No segundo jogo, deu Corinthians: 1 x 0. Naquele Paulistão, Nelsinho acabou conquistando o título Paulista.

Em 2005, Muricy conquistou sua primeira vitória sobre Nelsinho. No Brasileirão daquele ano, Nelsinho pegou o Santos no final do Brasileirão, em uma de suas piores campanhas nos últimos tempos. Sem poder jogar na Vila Belmiro, por conta de uma suspensão, o Santos enfrentou o Inter, de Muricy, no Anacleto Campanella, em São Caetano do Sul. Em má fase (no domingo anterior havia perdido do Corinthians por 7 x 1), o Peixe levou de 4 x 0.

Depois disso, dirigindo o São Paulo, Muricy levou boa vantagem sobre Nelsinho. O único revés foi no Brasileiro de 2007, quando o Corinthians de Nelsinho venceu o São Paulo por 1 x 0, com um gol de Betão. O jogo serviu para quebrar um tabu de 12 jogos sem vitória do Corinthians sobre o rival. Mas naquele ano, o São Paulo, de Muricy, levou o título Brasileiro, enquanto o Corinthians, de Nelsinho, acabou rebaixado.

Confira abaixo todos os jogos entre Muricy Ramalho e Nelsinho Baptista na história:

Data Muricy x Nelsinho Campeonato Estádio
23/2/97 São Paulo 2 x 2 Corinthians Paulista Morumbi
1/5/97 Guarani 0 x 1 Corinthians Paulista Brinco de Ouro
19/7/97 Guarani 2 x 2 Corinthians Brasileiro Brinco de Ouro
21/1/01 Port. Santista 0 x 1 Ponte Preta Paulista Moisés Lucarelli
20/10/02 Figueirense 0 x 1 Goiás Brasileiro Serra Dourada
27/7/03 Internacional 0 x 0 São Caetano Brasileiro Beira Rio
13/11/05 Internacional 4 x 0 Santos Brasileiro A. Campanella
21/1/06 São Paulo 2 x 1 São Caetano Paulista Morumbi
20/5/06 São Paulo 1 x 0 São Caetano Brasileiro Morumbi
17/3/07 São Paulo 1 x 0 Ponte Preta Paulista Morumbi
7/10/07 São Paulo 0 x 1 Corinthians Brasileiro Morumbi
21/6/08 São Paulo 1 x 0 Sport Brasileiro Morumbi
21/9/08 São Paulo 0 x 0 Sport Brasileiro Ilha do Retiro

Notas relacionadas:

  1. Libertadores: tira-teima no duelo Luxemburgo x Nelsinho
  2. Muricy leva vantagem sobre Luxemburgo no confronto direto
  3. Mano e Muricy, um duelo à parte no Brasileirão
Autor: Rodolfo Rodrigues Tags: , , ,

domingo, 4 de dezembro de 2011 Campeonato Brasileiro, História | 22:54

Números e curiosidades da campanha do campeão Corinthians

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Para chegar ao seu quinto título do Brasileirão, o Corinthians teve uma campanha marcada por alguns números relevantes, comprovando sua força na competição e a sua merecida conquista. Time que mais tempo ficou no G4 (37 das 38 rodadas), o alvinegro foi também o que mais tempo liderou a competição (27 rodadas). Com 21 vitórias, o Corinthians foi o time que mais ganhou no Brasileirão de 2011, superando o Fluminense, que teve 20 vitórias. Com apenas 36 gols sofridos, média de 0,95 por partida, a equipe do técnico Tite terminou o campeonato com a defesa menos vazada, superando o rival Palmeiras nesse quesito (levou 39 gols).

Com 71 pontos e 62,3% de aproveitamento, o Corinthians campeão de 2011 não teve uma campanha tão brilhante em relação aos seus títulos anteriores e também aos outros campeões nacionais. Dos cinco títulos brasileiros, a campanha de 2011 supera apenas a do primeiro e suado título de 1990. Confira:

Ano PG J V E D GP GC S MGP MGC
1990 32 25 12 8 5 23 20 3 0,92 0,80
1998 61 32 18 7 7 57 38 19 1,78 1,19
1999 59 29 18 5 6 61 38 23 2,10 1,31
2005 81 42 24 9 9 87 59 28 2,07 1,40
2011 71 38 21 8 9 53 36 17 1,39 0,95

.

Com 29.387 torcedores por jogo, o Corinthians teve a melhor média de público do Brasileirão de 2011. Aliás, pelo segundo ano consecutivo o time paulista atingiu essa marca com a média de 27.446. Além desses dois últimos anos, o Corinthians foi o líder de público nos Brasileiros de 1972, 1976, 1993, 2004 e 2005.

O time campeão de 2011 também alcançou o recorde de vitórias consecutivas, com sete triunfos seguidos no início do Brasileirão, repetindo a marca de 1999. Ao ficar 10 jogos sem perder no começo desse Brasileiro, o Corinthians teve o seu melhor começo em um Brasileiro, porém, não alcançou o recorde de invencibilidade de 15 jogos, da equipe de 1993.

Com os 38 jogos de 2011, mais os 39 do 5º lugar de 2004 e os 8 jogos do 3º lugar de 2010, Tite é o treinador que mais dirigiu o Corinthians em Brasileiros, com 85 partidas, superando Jorge Vieira, que entre 1980 e 1986, comandou o clube em 63 partidas. Nesses três Brasileiros que treinou o Corinthians, foram 44 vitórias, 24 empates e 17 derrotas, aproveitamento de 61,2%.

O atacante Liédson, com 12 gols, foi o artilheiro do time no Brasileirão. O atacante baiano, aliás, já havia alcançado essa marca pelo clube em 2003, quando foi o principal goleador do Timão com 10 gols. Liédson, porém, ficou longe de alcançar o recordista Luisão (autor de 21 gols em 1999). No entanto, o Levezinho entrou para a lista dos jogadores que já foram duas ou mais vezes artilheiro do Corinthians em Brasileiros, como Sócrates (4 vezes), Neto (4) Casagrande (3), Edmar (2), Marcos Roberto (2) e Marcelinho Carioca (2).

Para conquistar seu 5º Brasileiro, o Corinthians do técnico Tite utilizou 27 jogadores, sendo assim o clube com menos atletas usados na competição. Desses, apenas um saiu (o atacante Edno, que foi campeão da Série B pela Lusa). Outro recorde nessa competição, afinal nenhum outro time perdeu tão pouco jogador no torneio.

Com 30 gols sofridos em 33 jogos, o goleiro Júlio César teve a terceira melhor média de gols sofridos na competição (0,91 gol sofrido por partida), perdendo apenas para Vanderlei, do Coritiba (0,85) e Marcos, do Palmeiras (0,89). O goleiro, aliás, é o único remanescente do grupo campeão Brasileiro de 2005 que jogou em 2011 (Bruno Octávio estava no grupo desse ano, mas não entrou em campo).

Além de Júlio César, outros ex-campeões brasileiros, mas por outros clubes são o lateral-esquerdo Fábio Santos e o meia (campeões em 2006, pelo São Paulo), Adriano (campeão em 2009, pelo Flamengo) e Émerson (também campeão em 2009, pelo Flamengo, e campeão em 2010, pelo Fluminense). O Sheik, aliás, tornou-se o primeiro jogador a faturar o tricampeonato nacional por três clubes diferentes na sequência.

Já o meia Danilo, o volante Paulinho e o atacante Willian foram os jogadores mais utilizados na campanha de 2011. Os três participaram de 36 dos 38 jogos do time na temporada. Confira o resumo de jogos, gols e cartões de cada um dos campeões brasileiros de 2011:

Jogador Posição Jogos Gols Amarelos Vermelhos
1 Júlio César G 33 -30 2 0
30 Renan G 3 -5 0 0
22 Danilo G 2 -1 0 0
2 Alessandro LD 22 0 5 1
18 Weldinho LD 26 0 1 0
3 Chicão Z 22 4 9 0
4 L. Castan Z 35 1 5 2
25 Wallace Z 16 0 0 1
13 Paulo André Z 16 0 4 0
6 Fábio Santos LE 27 0 4 0
33 Ramon LE 9 1 3 0
5 Ralf V 34 1 6 0
8 Paulinho V 36 8 9 0
15 Moradei V 8 0 0 0
21 Edenílson V 25 0 2 1
12 Alex M 28 6 2 0
14 Ramírez M 6 1 1 0
17 Morais M 12 0 0 0
20 Danilo M 36 3 6 0
7 Willian A 36 6 2 0
9 Liédson A 28 12 6 1
23 Jorge Henrique A 31 3 8 0
11 Émerson A 28 6 7 1
10 Adriano A 4 1 1 0
29 Taubaté A 1 0 0 0
19 Elias Oliveira A 4 0 0 0
Edno A 1 0 0 0

a

Notas relacionadas:

  1. Fla pode ser campeão com artilheiro e melhor público
  2. Flamengo tem melhor campanha no ano desde 1979
  3. Corinthians está no G4 em 72 das últimas 73 rodadas do Brasileirão
Autor: Rodolfo Rodrigues Tags: , , ,

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011 Campeonato Brasileiro, História | 12:47

Cruzeiro pode cair após 41 anos na Série A. Veja quem está há mais tempo

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No próximo domingo, o Brasileirão irá definir os outros dois rebaixados para a Série B de 2012, além de Avaí e América-MG. Ceará, Atlético-PR e Cruzeiro lutam para ver quem escapa. Desses três, o Cruzeiro é o único clube que ainda não foi rebaixado. Aliás, a Raposa, ao lado de Flamengo e Internacional, é um dos únicos clubes do país a jogar todas as edições do Brasileiro desde 1971. Já o Atlético-PR, que esteve os últimos 16 anos na Série A, poderá perder seu lugar na elite.

Confira quais são os clubes que estão há mais tempo na primeira divisão do Brasileirão:

41 anos (desde 1971)
Cruzeiro, Flamengo e Internacional

32 anos (desde 1980)
Santos e São Paulo

16 anos (desde 1996)
Atlético-PR

12 anos (desde 2000)
Fluminense

8 anos (desde 2004)
Botafogo e Palmeiras

6 anos (desde 2006)
Grêmio

5 anos (desde 2007)
Atlético-MG

3 anos (desde 2009)
Avaí e Corinthians

2 anos (desde 2010)
Atlético-GO, Ceará e Vasco

1 ano (desde 2011)
América-MG, Bahia, Coritiba e Figuerense

Notas relacionadas:

  1. Quem mais sofreu e quem mais aplicou goleadas em 2009
  2. Cruzeiro é o clube que mais utilizou jogadores no Brasileirão
  3. Atlético-MG pode voltar à Libertadores depois de 10 anos
Autor: Rodolfo Rodrigues Tags: , ,

sexta-feira, 18 de novembro de 2011 Campeonato Brasileiro, Estatísticas, História | 12:33

Corinthians está no G4 em 72 das últimas 73 rodadas do Brasileirão

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Permanecer entre os quatro primeiros colocados do Brasileirão não é tarefa das mais fáceis, tamanho o equilíbrio entre os participantes do campeonato nacional. Nas últimas duas edições, porém, o Corinthians alcançou algo raro nessa era dos pontos corridos. Em 2010, o time paulista ficou todas as 38 rodadas no G4, entre os quatro primeiros colocados. O clube foi líder em 12 rodadas e deixou escapar o título no final. Agora, em 2011, está no G4 desde a segunda rodada, completando assim 72 rodadas entre os quatro primeiros. E já garantido na Libertadores de 2012, provavelmente fechará o campeonato também no G4.

A única rodada em que o time ficou de fora foi na primeira desse ano. Apesar de estrear vencendo o Grêmio, por 2 x 1, o Corinthians terminou a rodada na 6ª colocação, ficando atrás dos adversários no saldo de gols. No Brasileirão de 2011, o alvinegro é o clube que mais rodadas permaneceu na liderança (24 de 34).

Nos últimos dois Brasileiros, esses foram os clubes que mais ficaram no G4, em 73 rodadas:

1-Corinthians - 72 rodadas ( (36),  (26),  (8) e  (2))
2-Fluminense - 38 rodadas ( (23),  (7),  (7) e  (1))
3-Botafogo - 28 rodadas ( (-),  (-),  (12) e  (16))
4- São Paulo - 28 rodadas ( (4),  (8),  (14) e  (2))
5-Vasco - 24 rodadas ( (6),  (9),  (3) e  (6))
6-Cruzeiro - 21 rodadas ( (2),  (4),  (13) e  (2))
7-Flamengo - 19 rodadas ( (1),  (9),  (3) e  (6))
8-Internacional - 12 rodadas ( (-),  (-),  (1) e  (11))
9-Santos - 10 rodadas ( (-),  (1),  (3) e  (6))
10-Ceará - 9 rodadas ( (-),  (3),  (3) e  (3))
11-Atlético-MG - 5 rodadas ( (1),  (1),  (-) e  (3))
12-Avaí - 5 rodadas ( (1),  (2),  (1) e  (1))
13-Figueirense - 3 rodadas ( (-),  (-),  (-) e  (3))
14-Grêmio - 3 rodadas ( (-),  (-),  (-) e  (3))
15-Atlético-PR - 1 rodada ( (-),  (-),  (-) e  (1))
16-Palmeiras - 1 rodada ( (-),  (-),  (-) e  (1))

Notas relacionadas:

  1. Corinthians repete erro de 2010, tropeçando em jogos fáceis
  2. Corinthians lidera gols de pênaltis e viradas no Brasileirão
  3. Corinthians é o clube com mais viradas no Brasileirão 2011
Autor: Rodolfo Rodrigues Tags: ,

quinta-feira, 17 de novembro de 2011 Campeonato Brasileiro, História | 00:48

Flu vence o Grêmio no jogo com mais viradas desse Brasileiro

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O Fluminense bateu o Grêmio por 5 x 4, hoje, no Engenhão, e segue vivo na briga pelo título Brasileiro. A vitória do Tricolor carioca sobre o Tricolor gaúcho foi de forma brilhante, num jogo histórico. Desde 1971, poucas foram as vezes em que um jogo teve três viradas (como a de hoje). E somente uma vez contou com mais viradas. Em 2006, o Atlético-PR bateu o Vasco por 6 x 4, num jogo de quatro viradas (Vasco 2 x 1, Atlético-PR 3 x2, Vasco 4 x 3 e Atlético-PR 6 x 4).

Hoje à noite, no primeiro tempo, o Grêmio saiu na frente, o Fluminense empatou e o Grêmio fez 2 x 1 nos minutos finais. No segundo tempo, começaram as viradas. Aos 16 minutos do segundo tempo, Rafael Sóbis fez 3 x 2 para o Flu, na primeira virada do jogo. Pouco depois, com gols aos 29 e aos 30 minutos, o Grêmio virou para 4 x 3. Em seguida, com mais dois gols de Fred, aos 33 e aos 35 minutos, o Flu virou para 5 x 4, na terceira virada desse jogaço. Em apenas seis minutos (dos 29 aos 35), foram 4 gols.

Esse 5 x 4 do Fluminense sobre o Grêmio também iguala o jogo com mais gols nesse Brasileiro, o 5 x 4 do Flamengo sobre o Santos, na Vila Belmiro, no primeiro turno.

Na história do Brasileirão, desde 1971, esses foram os jogos com mais viradas:

Atlético-PR 6 x 4 Vasco (1/10/2006) - 4 viradas
Gols:
Evanílson 9/1 (1 x 0), Ramon 17/1 e Andrade 42/1 (1 x 2); Marcos Aurélio 8/2 e 17/2 (3 x 2), Leandro Amaral 23/2, Andrade 27/2 (3 x 4), Danilo 32/2, Ferreira 34/2 e Pedro Oldoni 45/2 (6x 4)

.

Bahia 4 x 7 Santos (22/10/2003) - 3 viradas
Gols:
Didi 8/1, Robinho 14/1, Léo 16/1 (1 x 2), Didi 22/1, Robinho 28, Cícero 37/1; Preto 7/2 (4 x 3), Diego 18/2 e 20/2, William 35/2 e Fabiano 46/2 (4 x 7)

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Bahia 5 x 3 Atlético-MG (13/10/2002) - 3 viradas
Gols: Marques 9/1, Nonato 11/1, Gutiérrez 14/1 (contra) (2 x 1), Mancini 19/1 e Michel 46/1 (2 x 3); Valdomiro 10/2, Róbson 34/2 e Geraldo 44/2 (5 x 3)

.

Paraná 4 x 3 Cruzeiro (27/5/2007) – 3 viradas
Gols: Guilherme 43/1 e Joélson 46/1; Josiel 12/2 (2 x 1), Rômulo 22/2, Guilherme 29/2 (2 x 3), Josiel 36/2 e Éverton 37/2 (4 x 3)

.

Fluminense 5 x 4 Grêmio (16/11/2011) – 3 viradas
Gols: Rafael Marques 16/1, Fred 24/1 e Marquinhos 45/1; Fred 7/2, Rafael Sóbis 16/2 (3 x 2), Brandão 29/2, Adílson 30/2 (3 x 4) e Fred 33/2 e 35/2 (5 x 4)

Notas relacionadas:

  1. Grêmio x Cruzeiro: quem é mais copeiro?
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  3. Quem mais perdeu pênaltis nesse Brasileiro
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quinta-feira, 27 de outubro de 2011 Copa Sul-Americana, Estatísticas, História | 11:07

Com reservas, Vasco faz história na Copa Sul-Americana

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A goleada do Vasco, ontem, por 8 x 3, sobre o Aurora-BOL, pelas oitavas-de-final da Copa Sul-Americana entrou para a história do clube carioca. Mesmo atuando com um time repleto de reservas, o Vasco registrou sua maior vitória em torneios sul-americanos. Além disso, passou para as quartas-de-final da competição, sendo o único representante brasileiro na competição e ainda com chances reais de chegar mais um título na temporada.

Campeão da Copa do Brasil e líder do Brasileirão, o Vasco tinha como maior goleada em sua história por torneios da América do Sul um 5 x 1 sobre o Cerro Porteño-PAR, pela extinta Copa Mercosul. Naquele jogo, Viola, Paulo César, Paulo Miranda e Ramon, duas vezes, marcaram para o Vasco. Confira as maiores goleadas do Vasco em torneios sul-americanos oficiais:

05/10/1999 – Vasco 5 x 1 Cerro Porteño-PAR (Copa Mercosul)
25/02/1948 – Vasco 4 x 0 Municipal-PER (Copa dos Campeões Sul-Americanos)
27/04/1980 – Vasco 4 x 0 Deportivo Galícia-VEN (Copa Libertadores)
02/10/1996 – Vasco 4 x 0 Tolima-COL (Copa Conmebol)
18/02/1948 – Vasco 4 x 1 Nacional-URU (Copa dos Campeões Sul-Americanos)
22/11/2000 – Vasco 4 x 1 River Plate-ARG (Copa Mercosul)
12/04/2001 – Vasco 4 x 1 América de Cáli-COL (Copa Libertadores)

A goleada do Vasco foi também a maior dessa Copa Sul-Americana e também de um clube brasileiro no torneio, mas não foi a maior na história da competição. O recorde, desde 2002, é do Defensor, do Uruguai, que enfiou um 9 x 0 no Sport Huancayo, do Peru, no ano passado.

Veja a lista das maiores goleadas da história da Copa Sul-Americana:
16/9/2010        Defensor (URU) 9 x 0 Sport Huancayo (PER)
19/11/2009      LDU Quito (EQU) 7 x 0 River Plate (URU)
27/10/2011      Vasco (BRA) 8 x 3 Aurora (BOL)
20/8/2003        San Lorenzo (ARG) 6 x 0 Deportivo ItalChacao (VEN)
6/10/2010        Newell’s Old Boys (ARG) 6 x 0 San José (BOL)
10/10/2006      Colo Colo (CHI) 7 x 2 Alajuelense (CRC)
19/10/2010      LDU Quito (EQU) 6 x 1 Unión San Felipe (CHI)
31/8/2004        Cienciano (PER) 6 x 1 Carabobo (VEN)
30/8/2005        Universidad Católica (CHI) 5 x 0 Alianza Atlético (PER)

Na soma dos dois jogos, o Vasco terminou com um 9 x 6 sobre o Aurora (havia perdido na Bolívia por 3 x 1). Assim, o confronto registrou 15 gols em apenas duas partidas. Um recorde na história do torneio. Anteriormente, a maior marca havia sido a da 13 gols em dois jogos. Em 2006, o Colo Colo-CHI bateu a Alajualense, da Costa Rica, por 4 x 0, fora de casa, e ganhou na volta por 7 x 2. Naquele ano, o Colo Colo era comandado por Claudio Borghi (atual técnico da Seleção Chilena), e contava com grande jogadores, como Alexis Sánchez (que está no Barcelona-ESP), Matías Fernández (Sporting-POR), Arturo Vidal (Juventus-ITA) e Humberto Suazo (Monterrey-MEX).
Na história dos torneios sul-americanos, a goleada de 8 x 3, do Vasco, também não é a maior de um time brasileiro. O recorde pertence ao Santos, que em 1962 goleou o Cerro Porteño-PAR por 9 x 1. Na Libertadores, a maior goleada geral, no entanto, é do Peñarol, que em 1961 ganhou do Valencia-VEN por 11 x 2.
Essa goleada de 8 x 3 não é a maior do Vasco na temporada de 2011. No início do ano, o clube ganhou do América-RJ por 9 x 0 pelo Campeonato Carioca, no dia 12 de fevereiro.
Outra curiosidade é que o meia Juninho Pernambucano marcou mais um gol pelo Vasco em torneio Sul-Americano. O jogador, que já havia feito gol pela Copa Libertadores, Copa Mercosul e Supercopa Libertadores, marcou em mais um torneio oficial pelo Vasco, feito jamais alcançado por outro atleta do clube.

Notas relacionadas:

  1. Vasco tem pior média de público entre os grandes
  2. O Palmeiras e os brasileiros em semifinais da Sul-Americana
  3. São Paulo busca reverter a sina de fracassar diante dos brasileiros
Autor: Rodolfo Rodrigues Tags: , , ,

segunda-feira, 24 de outubro de 2011 Campeonato Brasileiro, História | 12:09

São Paulo próximo de recorde negativo no Brasileirão

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Sem técnico e sem vencer há sete partidas pelo Campeonato Brasileiro, o São Paulo está próximo de igualar um recorde negativo em sua história pela competição, desde 1971. Em 2005, quando era dirigido por Paulo Autouri, o Tricolor ficou 8 jogos sem vencer, alcançando o seu maior jejum de vitórias em Brasileiros.

Naquele ano, o time estava priorizando a reta final da Copa Libertadores e chegou até a cair para a 19ª colocação, na zona do rebaixamento na 19ª rodada.

No próximo domingo, o São Paulo irá enfrentar líder Vasco, em São Januário. Caso não conquiste os três pontos, chegará então a esse recorde negativo de oito jogos sem vitória. Atualmente, após a vitória do Cruzeiro sobre o Atlético-GO, o São Paulo detém o maior jejum de vitória no Brasileirão. A última vitória são-paulina no Brasileirão foi há mais um mês, no dia 16 de setembro, contra o Ceará (4 x 0).

Confira os maiores jejuns de vitória em andamento no Brasileirão:

São Paulo –   7 jogos (5 empates e 2 derrotas)
Palmeiras - 6 jogos (3 empates e 3 derrotas)
Ceará - 5 jogos (2 empates e 3 derrotas)
Bahia – 4 jogos (3 empates e 1 derrota)
Coritiba - 3 jogos (2 empates e 1 derrota)
América-MG – 2 jogos (1 empate e 1 derrota)
Botafogo – 2 jogos (2 derrotas)

Notas relacionadas:

  1. Retrospecto negativo para Palmeiras e Muricy em Belo Horizonte
  2. São Paulo tem recorde negativo em clássicos após 74 anos
  3. Nos números, vantagem para o São Paulo diante do Palmeiras
Autor: Rodolfo Rodrigues Tags: , ,

quarta-feira, 19 de outubro de 2011 Campeonato Brasileiro, História, Técnicos | 10:18

Adílson Batista foi o pior técnico do São Paulo desde 1999

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Após a saída do técnico Muricy Ramalho, em 2009, o São Paulo vem ficando cada vez mais intolerante em relação ao seus treinadores. O primeiro deles, Ricardo Gomes ficou dois anos no comando do Tricolor e foi demitido após perder um Brasileiro (2009), um Paulista (2010) e ser eliminado da Copa Libertadores (2010). Gomes ficou 73 jogos como treinador do São Paulo no período.

Depois dele, foi a vez de Paulo César Carpegiani, que durou bem menos. Do final de 2010 até o início do Brasileiro de 2011 (perdendo aí um Paulistão e uma Copa do Brasil no caminho), Carpegiani ficou 47 jogos como técnico do São Paulo em sua segunda passagem pelo clube.

Já Adílson Batista, demitido no último domingo, durou apenas 22 partidas no comando do São Paulo. Desde 1998, quando Mário Sérgio ficou apenas dez jogos dirigindo o clube, o São Paulo não teve um treinador com tão pouco tempo de casa. Em relação ao desempenho, Adílson Batista também teve o pior aproveitamento desde Mário Sérgio, que conquistou somente 33,3% dos pontos em 1998. Com apenas 45,5% de aproveitamento, Adílson foi pior que seus 12 antecessores, desde Levir Culpi, em 1999.

Confira o retrospecto dos últimos técnicos do São Paulo:

Notas relacionadas:

  1. O pior São Paulo na história do Brasileirão
  2. Não sobrou técnico de 2009 nos clubes da Série A
  3. São Paulo tem seu melhor início em Brasileiros desde 1971
Autor: Rodolfo Rodrigues Tags: , , , , , ,

sexta-feira, 14 de outubro de 2011 Artilheiros, Campeonato Brasileiro, História | 08:49

Fred atinge melhor marca de gols em uma temporada pelo Flu

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Com os três gols marcados na vitória sobre o Coritiba, ontem, por 3 x 1, no Engenhão, o atacante Fred chegou a marca de 23 gols na temporada pelo Fluminense, consolidando-se cada vez mais como o artilheiro do time no ano. Atrás dele, vem Rafael Moura, o He-Man, com 19 gols.

Veja os artilheiros do Fluminense em 2011:

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Desde que chegou ao Fluminense, em 2009, o atacante Fred vem correspondendo e terminando o ano sempre como o principal goleador do time. Na primeira temporada, fez 22 gols. Em 2010, foi o artilheiro, mesmo ficando ausente por várias partidas, com 18 gols. Agora, em 2011, Fred chegou a marca de 23 gols.

Confira  os artilheiros do Fluminense, ano a ano:
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Com 63 gols marcados em 101 pelo Fluminense, Fred  subiu para o 32º lugar na lista dos maiores artilheiros da história do Flu desde 1902, ao lado de Machado. Mantendo essa média de aproximadamente 20 gols por temporada, Fred poderá, em 2012, talvez chegar entre os 20 primeiros.
Veja a lista dos maiores artilheiros do Fluminense em todos os tempos:
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Pelo Campeonato Brasileiro, Fred chegou a marca de 28 gols com a camisa do Fluminense. Agora, o atacante está empatado na sexta colocação, ao lado de Tuta, na lista dos maiores artilheiros do Flu na história da competição, desde 1971.

Veja a lista dos maiores artilheiros do Fluminense na história do Brasileirão:

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Notas relacionadas:

  1. Com Fred em campo, aproveitamento do Flu é bem melhor
  2. Fred já é o terceiro maior artilheiro da Copa do Brasil
  3. Damião chega a marca de 40 gols na temporada
Autor: Rodolfo Rodrigues Tags: , , ,

quinta-feira, 13 de outubro de 2011 Campeonato Brasileiro, História | 12:02

Os jogadores com mais de 100 jogos pelos grandes do Brasil

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Nos últimos jogos do Brasileirão, alguns jogadores alcançaram marcas importantes em relação ao número de partidas em seus respectivos clubes. Ontem, por exemplo, o goleiro Júlio César chegou a marca de 100 jogos com a camisa do Corinthians. Entre os 12 grandes clubes do país, 60 jogadores já chegaram ou ultrapassaram essa marca de 100 jogos.

Santos e Inter são os dois clubes que contam com mais jogadores velhos de casa. No Colorado, são dez jogadores que já vestiram a camisa do time gaúcho por mais de 100 vezes. Já no Santos, são nove, incluindo Neymar e Ganso. Entre esses 60 jogadores, quem mais vezes vestiu a camisa foi o goleiro Rogério Ceni, do São Paulo, com 1.007 partidas, seguido por outros goleiros: Marcos, do Palmeiras (530 jogos), e Fábio, do Cruzeiro (414 jogos). Entre os jogadores de linha, destacam-se os laterais Léo, do Santos (395 jogos) e Léo Moura, do Flamengo (358), além dos meias Felipe (320) e Juninho Pernambucano (312), do Vasco, e dos zagueiros Índio (311) e Bolívar (300), todos na casa dos trezentos jogos.

Outros três jogadores estão próximos também de alcançar a marca de 100 jogos nesse Brasileirão: Danilo (Corinthians), Rafael (Santos) e Dedé (Vasco). Confira abaixo a lista dos jogadores em atividade com mais partidas nos 12 maiores clubes do Brasil:

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Notas relacionadas:

  1. Que clube perdeu mais jogadores no Brasileirão 2009
  2. Jorge Henrique e Neymar próximos dos 100 jogos
  3. Xavi e os recordistas de jogos dos grandes clubes
Autor: Rodolfo Rodrigues Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

terça-feira, 11 de outubro de 2011 Campeonatos Estaduais, História, Público | 10:03

Pelo terceiro ano, Santa Cruz leva mais de 30 mil na Série D

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Um dos clubes de maior torcida no Nordeste, o Santa Cruz amarga sua terceira temporada na Série D do Brasileirão. O Tricolor pernambucano, que já participou de 20 das 40 edições do Campeonato Braisleiro da primeira divisão, sonha com dias melhores e vem sofrendo para resgatar seu prestígio. Mas nem por isso sua torcida o abandonou. No últimos três anos, o time de Recife vem levando, em média, mais de 30 mil torcedores por partida na quarta divisão do Campeonato Brasileiro. Vale lembrar que na Copa do Brasil desse ano, o Santa Cruz registrou o maior público da competição, levando 46.681 torcedores na vitória sobre o São Paulo, na segunda fase.
Atualmente, em cinco partidas disputadas em casa, no estádio Arruda, o Santa Cruz teve uma média de 36.618 torcedores por jogo. A maior em todas as quatro divisões do Brasileiro de 2011. No próximo domingo, o Tricolor irá jogar novamente no Arruda, no jogo de volta das quartas-de-final da Série D, contra o Treze-PB. No jogo de ida, em Campina Grande, os clubes empataram por 3 x 3. Um simples vitória ou empates (0 x 0, 1 x 1 ou 2 x 2) garantem o Santa Cruz na semifinal da competição e também na Série C de 2012. Nesse jogo, é esperado um público superior a 40 mil pessoas. Confira os públicos do Santa Cruz na Série D de 2011 até agora:

24/07/2011   Santa Cruz 0 x 0 Guarani de Juazeiro-CE  42.584
14/08/2011    Santa Cruz 1 x 0 Santa Cruz-RN 35.020
04/09/2011   Santa Cruz 1 x 0 Porto-PE 27.746
18/09/2011    Santa Cruz 2 x 1 Alecrim-RN 33.099
25/09/2011   Santa Cruz 1 x 0 Coruripe 44.642
36.618 (média)

A última vez em que o Santa Cruz participou da Série A do Brasileiro foi em 2006, quando terminou na última colocação e acabou rebaixado novamente. Naquele ano, o time contou com uma pequena média de 9.876 torcedores por partida no Arruda. Depois disso, porém, quando o time passou a se afundar, a torcida do Tricolor parece ter ficado cada vez mais ao lado clube. Em 2007, na Série B, o Santa Cruz foi o líder de público mesmo sendo rebaixado para a terceira divisão. Em 2008, na Série C, o Santa Cruz foi novamente rebaixado e mesmo assim teve a melhor média de público da competição. Confira abaixo os campeões de média de público nas quatro divisões do Brasileirão desde o início da era dos pontos corridos:

Notas relacionadas:

  1. Flu tem a pior campanha em sua história pelo Brasileirão
  2. Sem grandes, Série B tem queda na média de público
  3. Luxemburgo perde chance de ser recordista de invencibilidade pelo Fla
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segunda-feira, 10 de outubro de 2011 Campeonato Brasileiro, História | 10:22

Os jogadores mais novos e os mais velhos do Brasileirão

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Nesta 28ª rodada do Campeonato Brasileiro, o Grêmio colocou em campo sua nova promessa, o atacante Yuri “Mamute”, de apenas 16 anos. O jovem atleta entrou no segundo tempo na derrota para o Coritiba (2 x 0), e tornou-se o jogador mais novo a atuar nesse Campeonato Brasileiro. Com 16 anos e 4 meses, Yuri, por pouco, não bateu o recorde do atacante Jô, que em 2003 fez sua estreia pelo Corinthians, com 16 anos e 3 meses. Até hoje, Jô é o atleta mais novo a entrar em campo pelo Campeonato Brasileiro na era dos pontos corridos.

Yuri, do Grêmio, ficou longe, porém, de alcançar o recorde do boliviano Mauricio Baldivieso, até hoje o jogador mais novo a entrar em campo por uma partida de campeonato nacional, com apenas 12 anos. Em 2009, o filho do técnico da equipe, Julio César Baldiviesa, fez sua estreia pelo Aurora, com somente 12 anos. Mauricio Baldivieso segue no elenco do Aurora, que na semana passada bateu o Vasco pela Copa Sul-Americana. Baldivieso, em 2009, superou o recorde de outro jogador  jovem a atuar em um jogo de primeira divisão, Fernando García, que jogou aos 13 anos e 11 meses pelo Juan Aurich, do Peru, em 2001.

Em 2005, o atacante Cláudio, do Palmeiras, chegou a jogar com 16 anos e 1 mês e teria sido o jogador mais novo a entrar em campo pelo Brasileirão, na era dos pontos corridos. Porém, descobriu-se depois que o atleta havia adulterado seu nome e idade (era dois anos mais velho). Confira a lista dos jogadores mais novos e mais velhos a entrar em campo no Brasileirão, na era dos pontos corridos:

Mais novos (era dos pontos corridos):
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Mais novos (Brasileirão 2011):

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Mais velhos (era dos pontos corridos):

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Mais velhos (Brasileirão 2011):


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Notas relacionadas:

  1. Cruzeiro é o clube que mais utilizou jogadores no Brasileirão
  2. Os jogadores mais vezes rebaixados nos pontos corridos
  3. Quem mais perdeu jogadores nesse Brasileirão
Autor: Rodolfo Rodrigues Tags: , , , , , ,

terça-feira, 27 de setembro de 2011 Artilheiros, Campeonato Brasileiro, História | 17:40

Quem marcou mais gols em um só jogo do Brasileirão

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No último final de semana, o meia-atacante Diego Souza anotou 3 gols na bela vitória do Vasco sobre o Cruzeiro, por 3 x 0, fora de casa, pelo Brasileirão. Essa foi a primeira vez que o jogador atingiu tal marca pela competição. A marca, porém, já foi alcançada por outros jogadores no campeonato de 2011 por Ronaldinho Gaúcho, Liédson, Leandro Damião, André Lima e Ânderson Aquino.

Na era dos pontos corridos, o recorde segue sendo do meia Alex, que atualmente defende o Fenerbahce, da Turquia. Em 2003, o jogador fez 5 gols na vitória sobre o Bahia por 7 x 0, na última rodada do Brasileiro daquele ano. Desde 2003, apenas três jogadores fizeram 4 gols em um único jogo: Liédson, pelo Corinthians, mas em 2003, Keirrison, pelo Coritiba, em 2008, e Val Baiano, pelo Barueri, em 2009.

Na história do Brasileirão, o recorde de gols em uma única partida pertence a outro vascaíno. Em 1997, Edmundo fez 6 gols na vitória do Vasco por 6 x 1 sobre o União São João.

Confira abaixo os maiores artilheiros em um único jogo na história do Brasileirão e também quem fez 3 ou mais gols em uma única partida na era dos pontos corridos:

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.Brasileirão na era dos Pontos Corridos

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Notas relacionadas:

  1. Quem mais sofreu e quem mais aplicou goleadas em 2009
  2. Quem já marcou três ou mais gols pela Seleção
  3. Os gols mais rápidos da história do Brasileirão
Autor: Rodolfo Rodrigues Tags: , , , ,

sábado, 24 de setembro de 2011 Campeonato Brasileiro, Confrontos, História | 10:54

Cruzeiro e Inter defendem tabus diante Vasco e Atlético-MG

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A 26ª do Campeonato Brasileirão terá dois clássicos amanhã onde velhos tabus estão em jogo. Em Minas Gerais, o Cruzeiro, que realiza uma de sua piores campanhas na era dos pontos corridos, com apenas 38,7% de aproveitamento, defende um tabu diante do Vasco, líder do campeonato. Nos últimos 8 jogos entre as equipes, que já decidiram o Brasileirão de 1974 (Vasco campeão), só deu Cruzeiro, com 7 vitórias e um empate. No último jogo, em São Januário, a Raposa não tomou conhecimento do Vasco e venceu por 3 x 0, na estreia de Joel Santana, já demitido do Cruzeiro.

A última vitória do Vasco no confronto foi em 2006, 1 x 0, em São Januário, gol de Ramon. O goleiro Fábio, do Cruzeiro, é o único remanescente daquele jogo. Já em Minas Gerais, a última vitória do Vasco foi em 2000, por 3 x 1, no Mineirão, pela semifinal da Copa João Havelange. O Vasco, de Joel Santana, venceu por 3 x 1, com gols de Juninho Pernambucano, Euller e Romário. Sorín descontou para a Raposa, dirigida por Felipão. No geral, Cruzeiro e Vasco já jogaram 44 vezes, com 16 vitórias da Raposa, 15 empates e 13 vitórias do Vasco.

Já o clássico Internacional e Atlético-MG, o tabu é ainda maior. O Colorado não perde para o Galo há 15 jogos. A última vitória atleticana foi em 2002 (3 x 2, no estádio Independência, em BH). Em Porto Alegre, a última vez que o Atlético-MG bateu o Inter pelo Brasileirão foi há 25 anos, em 1986, quando ganhou por 2 x 0, com gols de Éverton e João Paulo. No Beira-Rio, aliás, o Inter leva grande vantagem sobre o Galo, com 13 vitórias, 10 empates e apenas 4 derrotas em 27 jogos. No Geral, a vantagem colorada também é grande. Em 54 jogos, foram 23 vitórias do Inter, 17 empates e 14 vitórias do Atlético. No último confronto, deu Inter também, com um 4 x 0, fora de casa, na Arena Jacaré, em Sete Lagoas. Curiosamente, o técnico do Atlético-MG naquele jogo era Dorival Júnior, que hoje comanda o Inter.

Notas relacionadas:

  1. Cruzeiro é freguês do São Paulo no Mineirão
  2. Três tabus agitam a 15ª rodada do Brasileirão
  3. Cruzeiro vence o Galo pela 12ª vez nos últimos 15 jogos
Autor: Rodolfo Rodrigues Tags: , , , , ,

sexta-feira, 23 de setembro de 2011 Estatísticas, Futebol Europeu, História | 12:50

Porto defende invencibilidade de 44 jogos contra o Benfica

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Atual campeão português, o Porto perdeu duas peças importantes do time vencedor da temporada 2010/11: o técnico Villas-Boas, hoje no Chelsea-ING, e o atacante Falcao García, que foi para o Atlético de Madri por 40 milhões de euros. Ainda assim, o Dragão continua sobrando em Portugal. Nas cinco primeiras rodadas, venceu quatro jogos e empatou apenas um, liderando o torneio.

Campeão invicto na última temporada, o Porto vem de uma incrível invencibilidade de 44 jogos sem derrota pelo Campeonato Português. Foram 9 jogos sem derrota no final da temporada 2009/10 (aliás, 9 vitórias consecutivas),  30 jogos na temporada 2010/11 (27 vitórias e 3 empates), e mais cinco jogos na atual temporada, totalizando 44 partidas sem uma única derrota.

Hoje, porém, o time da cidade do Porto tem pela frente seu principal rival, o Benfica, no estádio Dragão. Até hoje, o Porto leva vantagem sobre o Benfica no histórico do confronto, com 85 vitórias contra 82 do Benfica. Pelo Português, são 60 vitórias do Porto contra 53 do Benfica. Jogando em casa, o retropescto do Porto é ainda melhor (47 vitórias, 18 empates e  apenas 12 derrotas).

Mas para chegar ao recorde de invencibilide no Campeonato Português, porém, o Porto deverá ficar ainda mais 12 jogos sem perder. Até hoje, o recordista é o Benfica, que ficou 56 jogos sem derrota entre 24/10/1976 a 28/8/1978. No Brasil, a maior série invicta no Campeonato Brasileiro é do Botafogo, que permanceu sem perder por 42 jogos nas edições de 1977 e 1978. Confira as maiores invencibilidades nos principais campeonatos europeus.

CAMP. ALEMÃO: Hamburgo, 36 jogos (de 30/1/1982 a 29/1/1983)

CAMP. ESPANHOL: Real Sociedad, 38 jogos (de 29/4/1979 a 4/5/1980)

CAMP. FRANCÊS: Nantes, 32 jogos (de 29/7/1994 a 15/4/1995)

CAMP. INGLÊS: Arsenal, 49 jogos (7/5/2003 a 16/10/2004)

CAMP. ITALIANO: Milan, 58 jogos (de 26/5/1991 a 14/3/1993)

CAMP. PORTUGUÊS: Benfica, 56 jogos (de 24/10/1976 a 28/8/1978)

Notas relacionadas:

  1. Porto segue na Taça de Portugal após 30 pênaltis
  2. Porto faz campanha brilhante e histórica em Portugal
  3. Campeonato Português estreia hoje com 143 brasileiros
Autor: Rodolfo Rodrigues Tags: , , , ,

quarta-feira, 21 de setembro de 2011 Campeonato Brasileiro, Confrontos, História | 09:36

No Morumbi, Corinthians não perde há 7 partidas para o São Paulo

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Clássico que vale a liderança provisória do Brasileirão (o Vasco só joga amanhã), São Paulo x Corinthians contará com outros grandes atrativos. Além da velha rivalidade do Majestoso, disputado pela primeira vez em 1936, o jogo de hoje à noite traz um clima de revanche, mas pelo lado são-paulino. O Corinthians, apesar da vantagem no confronto direito, vem em má fase (perdeu cinco dos últimos sete jogos), luta para voltar ao topo da liderança e não perder mais um técnico após um clássico contra o São Paulo.

O jogo de hoje será o 292º na história entre os dois clubes (veja aqui a lista dos jogos). Até agora, o Corinthians leva boa vantagem, com 112 vitórias, 92 empates e 88 derrotas. O alvinegro marcou 430 gols e levou 392 do Tricolor. Recentemente, os dois clubes conseguiram manter bons tabus. Entre 2003 e 2007, o São Paulo ficou 13 jogos sem perder para o rival. Já entre 2007 e 2010, foi a vez do Corinthians ficar 10 jogos invicto no clássico. Esse tabu, porém, foi quebrado esse ano, no Paulistão, quando o São Paulo venceu por 2 x 1, em Barueri, no jogo que marcou o gol 100 na carreira de Rogério Ceni.

O goleiro aliás, tem também um retrospecto negativo diante do Corinthians. Em 52 jogos, ganhou 17, perdeu 20 e empatou outros 15, levando 79 gols. O Corinthians é, justamente, o clube que mais marcou gols em Rogério Ceni.

Pelo Brasileirão, o Corinthians também leva a melhor em 47 jogos com 18 vitórias, 18 empates e 11 derrotas (51 gols a favor e 42 gols contra). Além disso, carrega uma invencilibidade de 8 jogos sem derrota para o São Paulo na competição (5 vitórias e 3 empates no período). A última vitória são-paulina no clássico, pelo Brasileirão, foi no dia 7/5/2006, quando venceu por 3 x 1 em São José do Rio Preto.

No último confronto entre as equipes, pelo Brasileiro, o Corinthians acabou goleando o São Paulo por 5 x 0, no Pacaembu, na maior goleada alvinegra na história do clássico, repetindo o placar de 1996, pelo Paulistão. Pelo lado são-paulino, a maior vitória também aconteceu em Brasileiros. Foi em 2005, quando o time bateu o Corinthians por 5 x 1, no Pacaembu. Naquele jogo, o árbitro era Wilson Luiz Seneme, o mesmo de hoje. Seneme esteve presente também na vitória do Corinthians por 3 x 0, no primeiro turno de 2010, no Pacaembu; na vitória corintiana por 2 x 0, na semifinal do Paulista, no Morumbi, que garantiu o alvinegro da final daquele ano; e também na vitória do Corinthians por 4 x 3, no Paulistão de 2010.

A goleada de 5 x 1 do São Paulo de 2005, aliás, causou a queda do técnico argentino Daniel Passarella. E derrubar técnicos do Corinthians vem sendo um especialidade do Tricolor. Na história, já foram 15 após o Majestoso. O último deles Ademar Braga, em 2006. Até o técnico Tite, que vem sendo alvo da crítica dos torcedores pelos maus resultados, já caiu após perder um clássico para o São Paulo. No início de 2005, pelo Paulistão, Tite foi demitido após a derrota por 1 x 0, com gol de Danilo, hoje reserva do Corinthians.

No Morumbi, palco do jogaço de hoje, as equipes já se enfrentaram 131 vezes, com 46 vitórias do Corinthians, 51 empates e 34 vitórias do time da casa. Atualmente, o Corinthians mantém um tabu de sete jogos sem derrota para o São Paulo no Cícero Pompeu de Toledo. A última vitória do São Paulo, no Morumbi, foi no Paulistão de 2007, quando venceu por 3 x 1. Desde então, foram três vitórias do Corinthians e quatro empates. No último jogo no Morumbi, pelo Brasileirão de 2010, o Corinthians venceu por 2 x 0, com gols de Elias e Dentinho.

O Morumbi também foi palco de algumas decisões entre Corinthians em São Paulo. Pelo Paulistão, o São Paulo foi campeão sobre o rival em 1987, 1991 e 1998. Já o Corinthians faturou o Estadual de 1982, 1983, 1997 e 2003 em cima do rival, além do Torneio Rio-São Paulo de 2002 e o Brasileirão de 1990. O alvinegro também levou a melhor em algumas semifinais, como no Paulista de 1999 e 2009, além da Copa do Brasil de 2002.

Entre os jogadores que disputarão o clássico hoje, quatro deles, pelo lado corintiano, já marcaram gol no clássico: Chicão (que deve começar no banco), Danilo, Jorge Henrique e Liédson. O Levezinho, aliás, foi o grande destaque no último confronto, quando fez 3 gols. O atacante, aliás, fez também um na final do Paulista de 2003. Já pelo lado são-paulino, Rogério Ceni já marcou três gols no rival, sendo dois de pênalti e um de falta. Luís Fabiano, que pode ser a surpresa do Tricolor hoje à noite, fez dois gols nessa final de 2003 também, um em cada derrota por 3 x 2. Outros que também já marcaram foram Dagoberto (dois gols) e Jean (um).

Outra curiosidade é que no elenco do Corinthians três jogadores já defenderam o São Paulo: o lateral-esquerdo Fábio Santos e o atacante Adriano (fora do clássico de hoje por lesões) e o meia Danilo (que deve começar no banco). Já no São Paulo, além do técnico Adílson Batista, apenas apenas Rivaldo defendeu o Corinthians no profissional. Lucas, só jogou por lá nas categorias de base, quando ainda era chamado de Marcelinho.

Notas relacionadas:

  1. Nos números, vantagem para o São Paulo diante do Palmeiras
  2. Corinthians iguala a maior goleada sobre o São Paulo
  3. Recordes positivos e negativos de Corinthians e São Paulo
Autor: Rodolfo Rodrigues Tags: , , , , ,

terça-feira, 20 de setembro de 2011 Campeonato Brasileiro, História | 08:47

Nos últimos três anos o líder da 24ª rodada não levou o título

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O Campeonato Brasileiro de 2011 chegou a sua 24ª rodada com um novo líder, o Vasco, que superou o Corinthians e pela primeira vez assumiu a ponta da competição. Com praticamente 2/3 do campeonato disputado, a briga pelo título e pela fuga do rebaixamento parece tomar forma. Mas muita coisa pode mudar daqui para frente. Se pegarmos as edições anteriores do Brasileirão por pontos corridos, a situação se alterou bastante nas últimas 14 rodadas, com 42 pontos em disputa. Nos últimos três anos, por exemplo, quem estava na liderança do Brasileiro nessa mesma altura do campeonato não ficou com o título.

Em 2008, o Grêmio, de Celso Roth, tinha seis pontos de vantagem sobre o vice-líder, Cruzeiro (49 a 43) e dez a mais do que o São Paulo (39 pontos e na 9ª posição). No final, o Tricolor paulista fechou o campeonato com 75 pontos contra 72 do Tricolor gaúcho e levou o tri. Dos 42 pontos em disputa, o São Paulo conquistou incríveis 36.

Em 2009, o Palmeiras, treinado por Muricy Ramalho, o mestre do Brasileirão por pontos corridos, perdeu a liderança e viu o Flamengo, que na 24ª rodada também estava dez pontos atrás e na 11ª colocação, ser o campeão. Nas últimas 14 rodadas, o Rubro-negro conquistou 33 pontos enquanto o Palmeiras fez 18 e acabou de fora, inclusive, da Libertadores.

Já no ano passado, o Corinthians, com um jogo a menos, liderava o Brasileiro com dois pontos a mais do que o segundo colocado Fluminense. Mas aí, o alvinegro perdeu quatro jogos e empatou outros três na sequência e viu o Tricolor carioca tomar a liderança. Depois, o Corinthians ainda conseguiu recuperar o primeiro lugar, mas faltando três rodadas foi novamente ultrapassado pelo Flu, que ficou com o título.

Outro ano em que o líder a 14 rodadas do fim não levou o Brasileiro foi 2005. O Inter, na 28ª rodada, estava a um ponto de vantagem do Corinthians, que acabou campeão. Já em 2003, 2004, com Cruzeiro e Santos, e em 2006 e 2007, com o São Paulo, os líderes a 14 rodadas do fim levaram o título.

Por outro lado, algumas situações também chamaram a atenção pela superação ou até mesmo pela queda brusca nas últimas 14 rodadas nas edições passadas. Em 2007, por exemplo, o Corinthians ocupava a 10ª rodada nessa mesma rodada de hoje (24ª) e acabou rebaixado. Nos seus últimos 14 jogos, o time somou apenas 11 dos 42 pontos e caiu para a Série B. No mesmo ano, o Flamengo, então o 14º colocado, arrumou forças para beliscar uma vaga na Libertadores.

Já em 2009, o Cruzeiro, então 13º colocado, com 32 pontos (mais ou menos como o Figueirense hoje), conquistou 30 dos 42 pontos, chegou na 4ª posição e ficou com uma vaga na Libertadores do ano seguintes. Já o Fluminense, com apenas 18 pontos e na lanterna do campeonato (hoje o lanterna América-MG tem 19), também deu uma bela arrancada no campeonato, conquistou 27 dos 42 pontos e escapou da Série B.

Confira abaixo a situação do Brasileirão faltando 14 rodadas para o seu final, assim como hoje. Em verde, os clubes que ficaram com o título no ano, em amarelo, os clubes que chegaram no G4 e foram para a Libertadores, em laranja, os clubes classificados para a Libertadores como campeões da Copa do Brasil ou da própria Libertadores no ano, e em rosa, os clubes que foram rebaixados.

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Notas relacionadas:

  1. Três tabus agitam a 15ª rodada do Brasileirão
  2. Corinthians tem melhor início dos últimos 10 anos
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Autor: Rodolfo Rodrigues Tags: , , , , , , , , , ,

segunda-feira, 19 de setembro de 2011 Campeonato Brasileiro, Estatísticas, História | 09:08

Lanterna do returno, Flamengo tem série negativa recorde

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Sem vencer há nove jogos no Brasileirão, o Flamengo alcançou uma marca negativa em sua história pela competição, desde 1971. Até então, o maior jejum de vitórias do Rubro-negro em Brasileiros era de oito jogos. Isso aconteceu três vezes: em 1971 (com o técnico Fleitas Solich), em 1994 (com Carlinhos e Edinho) e em 2004 (com Abel Braga). No Brasileirão de 2011, o Flamengo foi o time com a maior sequência invicta, ao ficar sem perder nas 16 primeiras rodadas, um recorde na história dos pontos corridos e também do próprio clube em um começo de competição.

Confira os maiores jejuns de vitória do Flamengo em Brasileiros:

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Agora, porém, o Flamengo acumula nove jogos sem vitória, na pior sequência em andamento no Brasileirão de 2011. Pelo péssimo desempenho, o time de Vanderlei Luxemburgo ocupa o último lugar na classificação do segundo turno do Brasileirão, com apenas um ponto em cinco jogos (conquistado justamente ontem, no empate contra o Botafogo). Veja a classificação do segundo turno do Brasileirão de 2011:

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Notas relacionadas:

  1. Cruzeiro lidera o returno e entra na briga pelo G4
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  3. Flamengo tem melhor campanha no ano desde 1979
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quinta-feira, 25 de agosto de 2011 Artilheiros, Campeonato Brasileiro, História | 08:50

Borges e os maiores artilheiros na era dos pontos corridos

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Autor dos dois gols da vitória do Santos, sobre o Fluminense, ontem, por 2 x 1, o atacante Borges isolou-se na artilharia do Brasileirão com 12 gols em apenas 15 jogos. Aos 30 anos, o centroavante está disputando seu sétimo Brasileirão pelo sexto clube diferente. Desde que estreou na competição pelo São Caetano, em 2004, com Muricy Ramalho sob seu comando, Borges já anotou 63 gols em Brasileiros, na era dos pontos corridos. Com Muricy como seu treinador, além de Santos e São Caetano, Borges viveu seu grande momento na carreira ao conquistar o bi do Brasileirão em 2007/08.

Com 63 gols, Borges figura agora entre os cinco maiores goleadores desde 2003, quando campeonato passou a ser disputado no sistema de pontos corridos. O maior artilheiro continua sendo Paulo Baier, que disputou todas as edições e anotou 86 gols. Em 2011, porém, o meia ainda não marcou. Dos jogadores em atividade, outro bem colocado é o atacante Alecsandro, do Vasco, autor de 67 gols (fez dois nesse Brasileirão).

Confira abaixo a lista dos maiores artilheiros do Brasileirão desde 2003:

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Notas relacionadas:

  1. Paulo Baier e os artilheiros dos pontos corridos
  2. Por que Muricy Ramalho é o rei dos pontos corridos
  3. Os melhores técnicos na era dos pontos corridos
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sexta-feira, 19 de agosto de 2011 Campeonato Brasileiro, História, Técnicos | 08:25

Luxemburgo perde chance de ser recordista de invencibilidade pelo Fla

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Com a goleada sofrida diante do Atlético-GO, por 4 x 1, ontem, no Engenhão, o técnico Vanderlei Luxemburgo perdeu a chance de se tornar recordista de invencibilidade como técnico do Flamengo em Campeonatos Brasileiros. Luxa estava invicto na competição havia 16 rodadas e com mais um jogo igualaria a marca de Cláudio Coutinho, que ficou 17 jogos sem derrota em 1980, ano do primeiro título Brasileiro do Flamengo.

Essa sequência de 16 jogos sem derrota em uma única edição de Vanderlei Luxemburgo é, no entanto, uma das maiores na história da competição nacional em uma única edição. A marca ficou próxima do recorde de invencibilidade na era dos pontos corridos, que pertence a Paulo César Gusmão, que ficou 21 rodadas sem derrota no ano passado, contando as passagens por Ceará e Vasco. No geral, em uma única edição, porém, Luxemburgo ainda estava longe de alcançar o recorde de Evaristo de Macedo que ficou 27 partidas sem perder pelo Santa Cruz no Brasileirão de 1978.

Além de ser o recordista de invencibilidade em uma única edição de Brasileiro, Evaristo de Macedo detém também o recorde de sequência invicta somando-se os campeonatos seguintes, com 33 jogos sem derrota entre 1973 e 1978. Luxemburgo, pelo Palmeiras, em 1993 e 1994, chegou a ficar 23 jogos sem derrota.

Confira abaixo as maiores invencibilidades dos técnicos na história do Brasileirão em uma única edição e também no geral.

Maiores invencibilidades em uma única edição:
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Maiores invencibilidades no geral:
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Notas relacionadas:

  1. Muricy leva vantagem sobre Luxemburgo no confronto direto
  2. Corinthians não perde há 20 jogos no Pacaembu
  3. Vanderlei Luxemburgo de volta ao topo do Brasileirão
Autor: Rodolfo Rodrigues Tags: , , ,

quarta-feira, 10 de agosto de 2011 Copa Sul-Americana, História | 09:14

São Paulo busca reverter a sina de fracassar diante dos brasileiros

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Nos últimos dez anos, o São Paulo participou de 12 torneios sul-americanos, entre Copa Libertadores e Copa Sul-Americana. Pela principal competição do continente, sagrou-se campeão em 2005, ano em que também levantou o título Mundial. Nas outras 11 edições, porém, o clube saiu derrotado e sucumbindo diante de equipes brasileiras em oito confrontos de mata-mata. As outras três eliminações foram diante do River Plate-ARG, Once Caldas-COL e Millonarios-COL.

Hoje, o Tricolor do Morumbi inicia sua trajetória na Copa Sul-Americana diante do Ceará, outro rival brasileiro em torneios sul-americanos. Longe da Copa Libertadores depois de sete anos seguidos de participações, o São Paulo quer aproveitar o curto caminho da Sul-Americana para garantir sua volta à Libertadores em 2012. Para isso, porém, deverá superar essa sina recente de cair diante de clubes brasileiros em torneios da América do Sul. Se passar pelo Ceará, o São Paulo irá para as oitavas-de-final, mas só voltará a enfrentar outra equipe brasileira na semifinal ou na final.

Confira abaixo as últimas eliminações do São Paulo em torneios sul-americanos:
2010 – Copa Libertadores – Eliminado pelo Internacional na semifinal
2009 – Copa Libertadores – Eliminado pelo Cruzeiro nas quartas-de-final
2008 – Copa Libertadores – Eliminado pelo Fluminense nas quartas-de-final
2008 – Copa Sul-Americana – Eliminado pelo Atlético-PR na segunda fase
2007 – Copa Libertadores – Eliminado pelo Grêmio nas oitavas-de-final
2007 – Copa Sul-Americana – Eliminado pelo Millonarios-COL nas quartas-de-final
2006 – Copa Libertadores – Perdeu para o Internacional na final
2005 – Copa Libertadores – Campeão, bateu o Atlético-PR na final
2005 – Copa Sul-Americana – Eliminado pelo Internacional na primeira fase
2004 – Copa Libertadores – Eliminado pelo Once Caldas-COL na semifinal
2004 – Copa Sul-Americana – Eliminado pelo Santos na segunda fase
2003 – Copa Sul-Americana – Eliminado pelo River Plate-ARG na semifinal

Notas relacionadas:

  1. Inter ou São Paulo voltarão a disputar o Mundial da Fifa
  2. O Palmeiras e os brasileiros em semifinais da Sul-Americana
  3. Nos números, vantagem para o São Paulo diante do Palmeiras
Autor: Rodolfo Rodrigues Tags: ,

terça-feira, 19 de julho de 2011 Campeonato Brasileiro, História, Técnicos | 11:54

Antônio Lopes e os técnicos recordistas no Brasileirão

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Aos 70 anos, o técnico Antônio Lopes assumiu o desafio de tentar manter o América-MG na Série A do Brasileiro. Seu começo não foi nada animador. Logo na estreia, levou de 4 x 0 do Ceará. Porém, mesmo com a derrota, o Delegado conseguiu uma façanha nessa partida. Afinal, chegou a marca de 24 Campeonatos Brasileiros disputados. Campeão em 1997, com o Vasco, e em 2005, com o Corinthians, Lopes fez sua estreia pela competição em 1982. Desde então, dirigiu 15 clubes diferentes (apenas Valdir Espinosa, Geninho e Leão treinaram mais equipes – 16 no total).

Com 464 jogos comandados até hoje, Antônio Lopes é o segundo técnico com mais partidas em Brasileiros, perdendo apenas para Vanderlei Luxemburgo, que soma 544 partidas. Ao disputar mais um Brasileiro, Lopes tornou-se também um dos três treinadores que disputaram todos os campeonatos na era dos pontos corridos (Muricy Ramalho e Cuca são os outros dois). Confira abaixo a trajetória de Antônio Lopes em Campeonatos Brasileiros e também alguns recordes dos técnicos na história da competição, que envolvem o Delegado.

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Notas relacionadas:

  1. Os recordistas de jogos na história do Brasileirão
  2. Os técnicos rebaixados na história do Brasileirão
  3. Quem são os melhores técnicos do Brasileirão
Autor: Rodolfo Rodrigues Tags: , , , ,

segunda-feira, 11 de julho de 2011 Campeonato Brasileiro, Estatísticas, História | 17:00

Flamengo tem melhor campanha no ano desde 1979

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Campeão carioca invicto, vice-líder do Brasileiro sem perder ainda e com uma derrota apenas no ano (para o Ceará, que o eliminou da Copa do Brasil), o Flamengo vive uma grande temporada em 2011. A equipe de Vanderlei Luxemburgo, em 34 jogos, conquistou 20 vitórias, 13 empates e teve apenas uma derrota.

Entre os 20 clubes que disputam o Brasileirão desse ano, o Rubro-negro é o que menos perdeu na temporada de 2011. Palmeiras e Botafogo, outros times que perderam pouco no ano, têm quatro derrotas. Já o Corinthians, líder invicto do Brasileirão, tem cinco derrotas. Veja a campanha dos 20 clubes da Série A em 2011:

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Com um aproveitamento de 71,6% no ano, o Flamengo tem um grande desempenho, o melhor das últimas duas décadas. Aproveitamento superior a esse, o Rubro-negro teve apenas em 1979, quando alcançou 80,9% (considerando três pontos por vitória, como hoje). Naquele ano, o Flamengo venceu 62 jogos e perdeu apenas 7 em 82 jogos. Até hoje, o Rubro-Negro nunca passou uma temporada sem derrota. Assim como agora, em 2011, apenas uma vez o Flamengo perdeu um jogo no ano. Porém, naquela época do amadorismo, o clube disputou só 16 partidas, com 9 vitórias, seis empates e uma derrota. Confira abaixo as campanhas do Flamengo por temporada, desde 1979:

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Notas relacionadas:

  1. Os vexames do Flamengo contra os paranaenses
  2. Flamengo realiza sua terceira pior campanha em Brasileiros
  3. Flamengo 2011 e os campeões cariocas invictos
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segunda-feira, 4 de julho de 2011 Confrontos, Copa América, História | 13:07

Venezuela vem equilibrando o confronto contra o Brasil

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Antigo saco de pancadas da América do Sul, a Venezuela vem melhorando seu rendimento no continente. Tanto pelas Eliminatórias, quanto pela Copa América. Em 1995, 1997, 1999 e 2001, a Seleção Vinotinto foi a última colocada na Copa América. Em 2004, ficou na penúltima colocação. Já em 2007, jogando em casa, foi a 6ª colocada. Nas Eliminatórias, a Venezuela foi a última no torneio que valia vaga na Copa de 1998, penúltima na 2002, e 8ª na de 2006 e 2010.

Históricamente, contra o Brasil, a Venezuela sempre foi um adversário fácil de ser batido. Entre 1969 (ano do primeiro confronto), até 2005, foram 17 jogos e 17 vitórias do Brasil, com 78 gols da Seleção Brasileira e apenas 4 da Venezuela. Desde 2008, porém, o time Vinotinto vem equilibrando o confronto com o Brasil.

Em 2008, num amistoso realizado no Estados Unidos, a Venezuela venceu o time comandado por Dunga por 2 x 0. Pelas Eliminatórias da Copa de 2010, o Brasil venceu por 4 x 0 na Venezuela, mas depois ficou apenas no 0 x 0, em casa. Ontem, na estreia da Copa América, outro empate sem gols. Assim, nos últimos quatro jogos, foram uma vitória para cada lado e dois empates, justamente nos últimos dois jogos. Resultados que servem de alerta para a Seleção Brasileira, que tem um jogador como Neymar, que vale mais do que todos os jogadores venezuelanos.

Confira abaixo os confrontos entre Brasil e Venezuela na história:

Notas relacionadas:

  1. Os tabus envolvendo o clássico Brasil x Argentina
  2. Quem já marcou três ou mais gols pela Seleção
  3. Brasil tem ótimo desempenho contra africanos
Autor: Rodolfo Rodrigues Tags: , ,

domingo, 26 de junho de 2011 Campeonato Brasileiro, Confrontos, História | 18:56

Corinthians iguala a maior goleada sobre o São Paulo

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Em 1996, o Corinthians bateu o São Paulo, de Muricy Ramalho, por 5 x 0, pelo Campeonato Paulista, alcançando a maior goleada sobre o rival na história do clássico. Naquele jogo, realizado em Ribeirão Preto, a estrela do jogo foi o atacante Edmundo, com dois gols.

Hoje à tarde, foi a vez de o atacante Liédson comandar o alvinegro em outra goleada histórica por 5 x 0 sobre o Tricolor. Autor de 3 gols, Liédson foi decisivo na partida que acabou com o aproveitamento de 100% do líder São Paulo no Brasileirão. Danilo e Jorge Henrique, completaram o placar de 5 x 0.

A última goleada no clássico havia sido em 2005, quando o São Paulo fez 5 x 1, também no Pacaembu, no jogo que marcou a demissão do técnico argentino Daniel Passarella. Pelo lado corintiano, a última vitória elástica ocorreu em 1999, quando fez 4 x 0, no Morumbi, na semifinal do Paulistão. Curiosamente, naquele jogo, o técnico do São Paulo também era Paulo César Carpegiani.

Confira a lista das maiores goleadas do clássico Corinthians x São Paulo:

26/6/2011 – Corinthians 5 x 0 São Paulo
8/5/2005 – São Paulo 5 x 1 Corinthians
6/6/1999 – Corinthians 4 x 0 São Paulo
10/3/1996 – Corinthians 5 x 0 São Paulo
10/8/1980 – São Paulo 4 x 0 Corinthians
3/6/1962 – Corinthians 5 x 1 São Paulo
26/8/1951 – Corinthians 4 x 0 São Paulo
16/4/1947 – Corinthians 5 x 1 São Paulo
1/1/1946 – São Paulo 5 x 1 Corinthians
15/10/1944 – São Paulo 4 x 0 Corinthians

Notas relacionadas:

  1. No Prêmio Craque do Brasileirão, São Paulo é o maior vencedor
  2. Os destaques de Corinthians 3 x 0 São Paulo e Vasco 2 x 2 Flu
  3. A incrível goleada do PSV por 10 x 0 no Holandês
Autor: Rodolfo Rodrigues Tags: , ,

quarta-feira, 15 de junho de 2011 Confrontos, Copa Libertadores, História | 12:14

Curiosidades sobre a final entre Peñarol e Santos

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A Copa Libertadores de 2011 começa a ser decidida hoje à noite, com o jogaço entre Peñarol e Santos. A competição sul-americana, que chega a sua 52ª final, conhecerá o campeão na próxima quarta-feira, dia 22, quando as equipes se enfrentarão no Pacaembu.

O Santos, bicampeão em 1962 e 1963, volta a brigar pelo título contra um clube com quem já disputou uma final. Em 2003, o time da Vila Belmiro perdeu a chance de ser tricampeão ao perder a decisão para o Boca Juniors-ARG, clube o qual havia vencido na decisão de 1963. Já o Peñarol, adversário de hoje, foi o rival do Santos na final de 1962.

Veja aqui outra curiosidades envolvendo a final de hoje noite:

- Peñarol e Santos já se enfrentaram cinco vezes pela Libertadores. Em 1962, na final, o Santos venceu por 2 x 1 no Uruguai e depois perdeu por 3 x 2 na Vila Belmiro. No jogo extra, em Buenos Aires, deu Santos (3 x 0). Já em 1965, pela semifinal, o Santos venceu por 5 x 4 no jogo de ida. Na volta, o Peñarol venceu por 3 x 2 e depois por 2 x 1, na prorrogação.

- Essa será a quarta final repetida da história. As outras foram Santos x Boca Juniors-ARG (1963 e 2003); Nacional-URU x Estudiantes-ARG (1969 e 1971) e River Plate-ARG x  América de Cáli-COL (1986 e 1996).

- Na final de 1962, os dois grandes nomes do Peñarol eram Pedro Rocha e Alberto Spencer. Pedro Rocha brilhou depois no futebol brasileiro, jogando pelo São Paulo. Já Alberto Spencer é o até hoje maior artilheiro da história da Libertadores, com 54 gols.

- O Peñarol é o maior campeão nacional entre os clubes da América do Sul com 48 títulos. Esse ano, porém, ficou na terceira colocação e viu seu maior rival, o Nacional, levantar a taça pela 43ª vez.

- Pentacampeão da Libertadores em 1987, o Peñarol teve como melhor desempenho, até então, alcançar às quartas-de-final em 2002, quando foi eliminado pelo São Caetano, nos pênaltis.

- O heroi do Peñarol no título de 1987 foi o atacante Diego Aguirre, hoje técnico do clube uruguaio. Aguirre chegou a jogar no Internacional e no São Paulo no início da década de 90.

- Já o técnico campeão pelo Peñarol em 1987 foi Óscar Washington Tabárez, que dirigiu a Seleção Uruguaia na Copa do Mundo de 1990 e recentemente na Copa do Mundo de 2010, quando levou a Celeste Olímpica à semifinal. Tabárez será o treinador da Seleção Uruguaia na próxima Copa América.

- Autor do gol da vitória do Peñarol sobre o Vélez Sarsfield, na primeira partida da semifinal, o lateral-esquerdo Darío Rodríguez é o capitão do time e o jogador mais velho do elenco, com 36 anos. Darío marcou um golaço na Copa do Mundo de 2002, na derrota do Uruguai para a Dinamarca por 2 x 1.

- O Peñarol perdeu duas finais para clubes brasileiros. Além de ser derrotado pelo Santos em 1962, perdeu também para o Grêmio, em 1983. Em 1961, porém, venceu o Palmeiras, sagrando-se bicampeão na época.

- Com 5 títulos, o Peñarol tem a chance de alcançar o Boca Juniors e se tornar o segundo clube com mais conquistas da Libertadores. O Independiente-ARG é o recordista com 7. Já o Santos, se conquistar o tricampeonato, iguala o São Paulo, até hoje o clube brasileiro com mais títulos sul-americanos.

- Santos e Peñarol já se enfrentaram 20 vezes na história. O Peixe leva vantagem com 9 vitórias, 4 empates e 7 derrotas. O primeiro confronto entre eles foi justamente no Estádio Cententário, na final da Libertadores de 1962 (dia 28 de julho), com a vitória santista por 2 x 1. Já o último jogo foi em 1996, pela Supercopa dos Campeões, com a vitória do Santos por 3 x 0.

- Peñarol (em 1960) e Santos (em 1963), foram campeões invictos. Além deles, apenas o Independiente (1964), Estudiantes (1969 e 1970) e Boca Juniors (1978), também ganharam a Copa sem perder.

- O Peñarol detém o recorde de participações seguidas em Libertadores: 15 vezes, entre 1965 e 1979.

- O Peñarol é também o recordista de participações na Copa Libertadores. Até hoje, o clube uruguaio já disputou 39 edições, seguido pelo Nacional-URU (37), Olimpia-PAR (35) e Cerro Porteño-PAR (34).

- O Peñarol é o clube que mais chegou em finais de Libertadores, com dez decisões na história. Até agora, ganhou 5 e perdeu 4.

- A maior goleada da história da Copa Libertadores foi aplicada pelo Peñarol. Em 1970, bateu o Valencia, da Venezuela, por 11 x 2.

- Os uruguaios não chegam a uma decisão de Libertadores há 23 anos. A última vez foi com o Nacional, em 1988. Desde então, o melhor desempenho foi do Naci0nal, semifinalista em 2009. Nesses 23 anos, só não chegaram à final clubes da Venezuela e Bolívia.

- Caso seja campeão, o técnico Diego Aguirre poderá entrar no grupo seleto de campeões da Libertadores como jogador e técnico. Até hoje, apenas seis conseguiram essa proeza: Maschio (Racing/1967 e Independiente/1973); Ferreiro (Independiente/1964-65 e Independiente/1974); Cubilla (Peñarol/1960-61, Nacional/1971 e Olimpia/1979/90); Mujica (Nacional/1971 e Nacional/1980); Pastoriza (Independiente/1972 e Independiente/1984); e Pumpido (River Plate/1986 e Olimpia/2002)

- O Estádio Centenário, de Montevidéu, é o que mais recebeu partidas de finais de Libertadores. A final de hoje à noite será a 20ª da história.

- O árbitro de hoje, o paraguaio Carlos Amarilla, apitou seu primeiro jogo de Libertadores em 1998. Desde então, nunca chegou a apitar uma final de Libertadores. Amarilla apitou algumas semifinais: Santos 1 x 0 Independiente Medellín-COL (2003); São Paulo 0 x 0 Once Caldas-COL (2004); Cúcuca-COL 3 x 1 Boca Juniors-ARG (2007); São Paulo 2 x 1 Internacional (2010); Peñarol 1 x 0 Vélez Sarsfield (2011)

- Esse será o 72º de Carlos Amarilla em Libertadores. O paraguaio é o terceiro árbitro que mais apitou na história da competição, atrás apenas do colombiano Oscar Ruiz, que se aposentou esse ano com 80 jogos de Libertadores na bagagem; e o uruguaio Jorge Larrionda, que apitou com 75.

Notas relacionadas:

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Autor: Rodolfo Rodrigues Tags: , , ,

segunda-feira, 6 de junho de 2011 Estatísticas, História, Seleção Brasileira | 13:09

Lúcio e os recordistas de jogos pelas Seleções

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O zagueiro Lúcio, aos 33 anos, completou seu centésimo jogo com a camisa da Seleção Brasileira no amistoso do último sábado, contra a Holanda (0 x 0). Jogador da Internazionale, Lúcio estreou pela Seleção em 2000, na vitória contra a Colômbia, pelas Eliminatórias da Copa de 2002. No jogo, realizado no Morumbi, Lúcio teve como companheiro de zaga Roque Júnior, o autor do gol do time treinado por Emerson Leão.

Desde então, o zagueiro tornou-se titular da Seleção e, com a aposentadoria de Cafu, assumiu o posto de capitão do time. Desde 2000, o jogador foi o único chamado pelos últimos cinco técnicos da Seleção (Emerson Leão, Luiz Felipe Scolari, Parreira, Dunga e Mano Menezes).

Com 100 jogos, Lúcio está, agora, a apenas um de igualar o goleiro Taffarel, o terceiro jogador com mais partidas pela Seleção Brasileira. O zagueiro, porém, está longe de alcançar Cafu, que disputou 142 jogos. Mesmo que vá para a Copa do Mundo de 2014, quando terá 36 anos, dificilmente Lúcio chegará a essa marca, afinal o Brasil não deverá disputar mais tantos jogos até lá.

Confira a lista dos jogadores com mais partidas pela Seleção Brasileira:

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.No mundo, quase 200 jogadores já ultrapassaram a marca  de 100 jogos por suas respectivas seleções. Até hoje, os recordistas são o egípcio Mohamed Al-Daeyea e o zagueiro mexicano Claudio Suárez, ambos com incríveis 178 jogos. Entre os jogadores que estão na ativa, quem tem mais partidas hoje é o argentino Javier Zanetti, com 140 jogos.

Veja a lista dos jogadores com mais partidas pelas Seleções no mundo:

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Notas relacionadas:

  1. Cerca de 70% dos convocados de Dunga devem ir à Copa
  2. Villa e os maiores recordistas de gols pelas seleções
  3. Grandes artilheiros em ação nas principais seleções
Autor: Rodolfo Rodrigues Tags: , , , , ,

quarta-feira, 1 de junho de 2011 Confrontos, Copa Libertadores, Copa do Brasil, História | 12:30

Vasco busca vaga na Libertadores depois de 11 anos

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Campeão da Copa Libertadores de 1998, o Vasco começa hoje a decidir a Copa do Brasil, contra o Coritiba. O clube carioca busca o título inédito e também a vaga na Libertadores, a qual não disputa de 2001, ano em que venceu seus oito primeiros jogos mas acabou eliminado pelo Boca Juniors-ARG nas quartas-de-final. Naquela época, o Vasco, comandado por Joel Santana, contava com o craque Romário, além de jogadores como Juninho Paulista, Hélton, Euller, Pedrinho e Viola.

Entre os 12 grandes clubes do futebol brasileiro, apenas o Botafogo e Atlético-MG estão há mais tempo sem disputar a principal competição sul-americana. O Botafogo jogou o torneio pela última vez em 1996. Já o Galo, participou em 2000.

Por outro lado, o Coritiba também luta para retornar à Libertadores. O time paranaense, no entanto, jogou mais recentemente. Em 2004, o time disputou o torneio após ficar na 5ª colocação no Brasileirão de 2003. Dirigido por Antônio Lopes, o Coxa acabou eliminado na primeira fase em 2004. A curiosidade é que o goleiro do Coritiba naquela época era Fernando Prass, hoje no Vasco. Outros destaques daquele time eram o zagueiro Miranda (hoje no São Paulo) e o lateral-esquerdo Adriano (atualmente no Barcelona e na Seleção Brasileira).

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Confira abaixo a lista dos clubes brasileiros que estão há mais tempo sem disputar a Libertadores:

Notas relacionadas:

  1. Apenas três campeões da Copa do Brasil ganharam a Libertadores
  2. Atlético-MG pode voltar à Libertadores depois de 10 anos
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Autor: Rodolfo Rodrigues Tags: , , ,

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