O Corinthians atingiu ontem a histórica marca de 10.000 gols. Coube ao atacante Dentinho, autor do primeiro gol do jogo, a honra de anotar esse gol, segundo o levantamento do jornalista e historiador Celso Unzelte. Prestes a completar 100 anos, o Corinthians chegou a marca dos 10.000 gols depois de 5.152 jogos.
No futebol brasileiro, no entanto, essa marca não é inédita. Outros clubes já conseguiram atingir esse feito há alguns anos. Todos esses dados, porém, não são 100% confirmados pelos clubes. Afinal, existem muitas dúvidas em relação aos critérios. Alguns historiadores consideram gols em jogos não-oficiais, como de torneio início, outros em partidas do time B. Esse próprio levantamento do Corinthians, talvez um dos mais precisos entre os grandes clubes, não contabiliza 15 jogos.
De qualquer forma, considerando os dados disponibilizados pelos clubes, o Santos foi o primeiro clube brasileiro a chegar a marca dos 10.000. O meia Jorginho fez o histórico gol numa partida da Copa do Brasil (Villa Nova-MG 3 x 4 Santos), no dia 20 de janeiro de 1998. Pouco depois, foi a vez de o Flamengo chegar a essa marca. O meia Beto (Cachaça), fez o gol 10.000 do rubro-negro na vitória por 3 x 0 sobre o Cruzeiro, pela Copa dos Campeões, no dia 4 de julho de 2001. Já em 2007 foi a vez do Vasco. O lateral-direito Wagner Diniz, hoje na reserva do São Paulo, foi o autor do gol histórico na vitória por 2 x 0 sobre o Corinthians, pelo Campeonato Brasileiro de 2007, no dia 9 de agosto. Em 2004, o Palmeiras também marcou seu gol 10.000. O gol histórico foi feito pelo atacante colombiano Muñoz, na vitória por 3 x 0 sobre a Ponte Preta pelo Campeonato Paulista. Em 2006, o Fluminense também chegou a marca de 10.000 gols. Outros dois clubes também chegaram a essa marca pouco depois (Grêmio e Internacional). Porém, esses dados não são confirmados oficialmente pelos clubes.
A sensacional goleada do Santos sobre o Naviraiense, ontem, por 10 x 0, foi a maior do Peixe nos últimos tempos. Porém, não foi a maior da história. As goleadas por 12 x 1 sobre Ypiranga-SP (em 1927) e sobre a Ponte Preta (em 1959), ainda permanecem como as maiores da história santista. Com dois jogadores a mais desde os 33 minutos do segundo tempo, o Peixe poderia até alcançado essa marca. Assim como a maior goleada da história da Copa do Brasil. Em 1991, o Atlético-MG venceu o Caiçara-PI por 11 x 0.
Confira as maiores goleadas da história do Santos e também da Copa do Brasil:
Corinthians e Internacional jogam essa semana pela Copa Libertadores. Ambos em cidades com bastante altitude. O time paulista enfrentará o Independiente Medellín, da Colômbia, em Bogotá (2.640 m de altitude). Já o Colorado pega o Deportivo Quito na capital equatoriana, que está a 2.850 m acima do nível do mar. Em maio de 2007, a FIFA chegou a proibir jogos internacionais acima de 2.500 m, porém teve voltar atrás depois que países como Bolívia, México e Equador chiaram bastante. Pouco depois, o presidente boliviano, Evo Morales, chegou até a bater bola com Maradona na altitude.
O Colorado, pelo retrospecto histórico, deverá sofrer mais do que o Corinthians. A cidade de Quito, capital equatoriana, é uma das mais temidas pelos clubes. Lá, em 23 jogos, foram apenas 5 vitórias de times brasileiros. O aproveitamento de 28% é um dos piores de clubes brasileiros em cidades com altitudes na história da Libertadores. Veja o quadro abaixo com o aproveitamento dos brasileiros desde 1960 em cidades com altitudes.
Cidade
País
Altitude
J
V
E
D
Aprov.
Riobamba
Equador
2.750 m
2
0
0
2
0%
Manizales
Colômbia
2.153 m
4
0
1
3
8%
Quito
Equador
2.850 m
23
5
4
14
28%
Bogotá
Colômbia
2.640 m
2
0
2
0
33%
Cidade do México
México
2.240 m
14
4
4
6
38%
Cuenca
Equador
2.560 m
3
1
1
1
44%
La Paz
Bolívia
3.640 m
19
7
4
8
44%
Potosí
Bolívia
3.975 m
5
2
2
1
53%
Cochabamba
Bolívia
2.574 m
5
3
1
1
67%
Oruro
Bolívia
3.706 m
3
2
0
1
67%
Cusco
Peru
3.310 m
3
2
1
0
78%
San Juan Pasto
Colômbia
2.500 m
1
0
0
0
100%
Sucre
Bolívia
2.800 m
1
0
0
0
100%
Tunja
Colômbia
2.546 m
1
0
0
0
100%
Total
86
26
14
37
36%
x
Entre os cinco clubes brasileiros que estão nessa Libertadores, o Flamengo é o que tem o melhor aproveitamento jogando nas alturas (56%). O aproveitamento do rubro-negro, na história da competição, só não é melhor do que o do Grêmio (63%), entre aqueles que mais jogaram. Veja o retrospecto dos clubes brasileiros na altitude.
Autor de dois gols na vitória sobre a Ponte Preta, ontem, por 2 x 0, o atacante Washington chegou a marca de 44 gols pelo São Paulo em 76 jogos. Sua média de 0,58 gol por jogo é a 10ª maior na história do Tricolor. Aos 34 anos, o centroavante está disputando sua segunda temporada pelo clube. Em cinco campeonatos disputados, Washington foi o artilheiro do time em quatro deles: no Paulista de 2009 (12 gols), no Brasileirão de 2009 (17 gols), na Libertadores de 2010 (2 gols) e no Paulistão de 2010 (5 gols). O atacante só não fez mais gols do que Borges na Libertadores de 2009 (3 contra 5).
Muitas vezes criticado pela torcida, por perder gols incríveis ou pela falta de habilidade com a bola nos pés, Washington consegue muito vezes calar os críticos com gols. Nessa temporada, o atacante tem 7 em 12 jogos. No geral, Washington é 47º maior goleador na história do Tricolor. Se o artilheiro conseguir manter essa média de gols (0,58 por jogo), poderá terminar o ano como na lista dos 30 maiores artilheiros.
Veja a lista dos 10 maiores artilheiros na história do São Paulo na média de gols:
Pos.
Jogador
Média
Gols
Jogos
1º
Friedenreich
0.814
66
81
2º
Luís Fabiano
0.737
118
160
3º
Friaça
0.727
48
66
4º
Leônidas da Silva
0.663
140
211
5º
Luizinho
0.656
145
221
6º
Dodô
0.645
91
141
7º
Serginho
0.618
242
393
8º
Careca
0.595
112
188
9º
Albella
0.580
47
81
10º
Washington
0.579
44
76
11º
Toninho
0.565
86
152
12º
França
0.563
182
323
13º
Gino
0.515
232
450
14º
Pardal
0.508
58
114
15º
Sastre
0.449
58
129
a
Confira abaixo os maiores artilheiros do São Paulo na história:
Com o gol que fez ontem, no empate contra o Vélez Sarsfield (4 x 4), o veterano atacante Martín Palermo igualou o recorde de Roberto Cherro e tornou-se o maior artilheiro da história do Boca Juniors. Os dois ídolos do clube mais popular da Argentina têm 218 gols cada. Aos 36 anos, Palermo, que está sem sua segunda passagem pelo Boca, teve a chance de ultrapassar Cherro no mesmo jogo. Porém, acabou desperdiçando uma cobrança de pênalti. O zagueiro brasileiro Luiz Alberto, ex-Fluminense, participou dessa partida como companheiro de Palermo no Boca.
Artilheiro do Torneo Clausura, o Campeonto Argentino do primeiro semestre, Palermo tem grande chance de ser convocado pelo técnico Diego Maradona para disputar a Copa do Mundo de 2010.
Palermo é hoje um dos maiores artilheiros de um grande clube do futebol mundial em atividade. Além dele, estão jogando ainda Raúl (Real Madrid), Del Piero (Juventus) e Totti (Roma). Confira abaixo a lista dos maiores artilheiros do principais clubes do mundo, além dos 12 maiores times do futebol brasileiro:
Clube
País
Maior artilheiro
Gols
Jogos
Período
River Plate
Argentina
Ángel Labruna
293
515
1939-1959
Boca Juniors
Argentina
Roberto Cherro
218
301
1926-1938
Martin Palermo
218
353
1997-2010
Independiente
Argentina
Arsenio Erico
293
332
1934-1947
Real Madrid
Espanha
Raúl
321
730
1994-2010
Barcelona
Espanha
Paulino Alcántara
357
357
1912-1927
Milan
Itália
Gunnar Nordahl (SUE)
210
257
1949-1956
Internazionale
Itália
Giuseppe Meazza
288
361
1927-1947
Juventus
Itália
Alessandro Del Piero
268
616
1993-2010
Roma
Itália
Francesco Totti
241
561
1993-2010
Benfica
Portugal
Eusébio
317
301
1960-1975
Porto
Portugal
Fernando Gomes
288*
342
1974-1989
Bayern Munique
Alemanha
Gerd Müller
398
453
1964-1979
Manchester United
Inglaterra
Bobby Charlton
249
759
1956-1973
Liverpool
Inglaterra
Ian Rush (GAL)
346
660
1980-1996
Arsenal
Inglaterra
Thierry Henry (FRA)
226
369
1999-2007
Chelsea
Inglaterra
Bobby Tambling
202
370
1959-1970
Corinthians
Brasil
Cláudio
306
554
1945-1957
Palmeiras
Brasil
Heitor
284
330
1916-1931
Santos
Brasil
Pelé
1091
1115
1956-1974
São Paulo
Brasil
Serginho Chulapa
243
401
1973-1982
Flamengo
Brasil
Zico
568
732
1971-1989
Vasco
Brasil
Roberto Dinamite
702
1110
1970-1989
Fluminense
Brasil
Waldo
314
403
1954-1961
Botafogo
Brasil
Quarentinha
308
444
1954-1964
Grêmio
Brasil
Alcindo
636
**
1963-1971
Internacional
Brasil
Carlitos
485
384
1939-1951
Atlético-MG
Brasil
Reinaldo
255
475
1973-1985
Cruzeiro
Brasil
Tostão
248
378
1964-1971
xx
* Em jogos pelo Campeonato Português.
** Número de jogos não disponível.
Com a vitória sobre o Novo Hamburgo, por 1 x 0, no último domingo, o Grêmio não só conquistou o título do primeiro turno do Gauchão, como atingiu ainda a marca de 46 jogos sem derrotas em seu estádio, o Olímpico, em Porto Alegre. Essa invencibilidade tricolor igualou a marca do rival Internacional, que permaneceu também 46 jogos em perder no Beira-Rio entre 1973 e 1975.
Mas essa sequência invicta do Grêmio não é a maior do futebol brasileiro. O Palmeiras, na década de 80, ficou nada menos que 68 sem perder no Parque Antártica. Mesmo sem conquistar títulos nessa época, a equipe paulista conseguiu manter essa grande invencibilidade. Vale ressaltar nesse período (entre 1986 e 1990), o Palmeiras fez apenas dois clássicos, um contra o São Paulo e outro contra o Santos. Nessa época, o clube utilizava ou o Pacaembu ou o Morumbi para enfrentar seus maiores rivais, incluindo também o Corinthians.
Relembre abaixo a sequência invicta do Palmeiras, no Parque Antártica:
A sensacional estreia do atacante Fernandinho entrou para a história do São Paulo. Autor de 4 gols na goleada do Tricolor por 5 x 1, ontem, em cima do Monte Azul, pelo Campeonato Paulista, o atacante está na lista dos jogadores que mais marcaram gols com a camisa do clube em um único jogo. E isso que ele jogou apenas no segundo tempo. A última vez que um jogador do São Paulo havia feito 4 gols foi em 2003, com o lateral-esquerdo Gustavo Nery, na vitória do Tricolor sobre o Bolton por 6 x 3, num amistoso realizado em novembro, na Inglaterra. No mesmo ano, o atacante Luís Fabiano havia feito 4 gols também na goleada sobre o São Raimundo-AM, pela Copa do Brasil.
Pelo Campeonato Paulista, a última vez que um jogador são-paulino havia feito tanto gol assim foi em 1992, quando o ídolo Raí marcou 5 gols na goleada sobre o Noroeste (6 x 0). Confira abaixo a lista dos jogadores que mais marcaram gols em um único jogo pelo São Paulo em toda a história:
Clube brasileiro que mais conquistou título da Libertadores e também o que mais participou do torneio, o São Paulo voltou a tropeçar fora de casa pela competição, mantendo seu mau desempenho como visitante. Até hoje, o Tricolor conquistou apenas 38,9% aproveitamento jogando fora de casa na Libertadores. Em 66 jogos, foram 18 vitórias, 23 empates e 25 derrotas. Entre os clubes brasileiros com mais de 10 jogos no torneio, o São Paulo tem apenas o 9º melhor aproveitamento como visitante. Na Colômbia, em seis jogos, o São Paulo perdeu três vezes (duas para o Once Caldas), empatou mais dois jogos e venceu apenas um.
O Flamengo, com 51,4% de aproveitamento fora de casa, é o clube brasileiro que mais se deu bem como visitante na história do torneio, seguido por Santos e Palmeiras. Confira abaixo o aproveitamento de todos os brasileiros como visitantes na Libertadores. Não estão sendo contabilizados os jogos em campo neutro.
O Corinthians divulgou hoje a lista de jogadores para a disputa da Copa Libertadores de 2010. Entre os 25, as surpresas foram os laterais reservas Moacir e Dodô, que desbancaram os gringos Balbuena e Escudero. A ausência do meia Boquita e do atacante Edno, pouco aproveitados pelo técnico Mano Menezes, já eram esperadas.
Historicamente, esse é um dos elencos mais fortes do clube para a disputa da Libertadores. Em 2006, ano de sua última participação, a equipe também contava com bons nomes como os argentinos Tevez e Mascherano, os meias Carlos Alberto, Roger e Ricardinho, e o atacante Nilmar. Porém, o time acabou eliminado logo nas oitavas-de-final pelo River Plate.
Em 2003, o time, que também foi eliminado pelo River Plate-ARG, contava com bons nomes. Entre eles, Liedson, Kleber, Vampeta, Doni e Fábio Luciano. Em 2000, ano em que alcançou sua melhor colocação na história (foi eliminado nas semifinais), o elenco do técnico Oswaldo de Oliveira era muito forte, com Dida, Vampeta, Marcelinho, Ricardinho, Luizão e Edílson. Nesse time, o volante Marcos Senna, hoje na Seleção Espanhola, era reserva. A grande ausência desse time de 2000, em relação ao de 1999, foi o volante Rincón, que na época foi jogar pelo Santos.
Em 1996, a maior contratação do time para a Libertadores foi o atacante Edmundo, que havia deixado o Flamengo. Ao lado de Marcelinho Carioca, Ronaldo e Célio Silva, o Animal era um dos destaques do time que acabou eliminado pelo Grêmio nas quartas-de-final. Já em 1991, o grande nome era o meia Neto, heroi da conquista do título brasileiro de 1990.
Confira abaixo a relação dos inscritos pelo Corinthians em edições anteriores de Copa Libertadores. Em 1977, não há registro da numeração dos atletas. Coloquei apenas aqueles que estiveram em campo.
O Santos alcançou, ontem, sua sétima vitória consecutiva no Campeonato Paulista ao bater o Mirassol por 2 x 1. A séria de triunfos na competição é a maior na história do Peixe desde 1968, quando a equipe de Pelé e Cia alcançou a sequência de 12 vitórias seguidas. A marca atingida ontem pelo time de Robinho é superou as maiores sérias de vitórias desde então (seis vitórias consecutivas em 1973, 1979, 1983 e 2006).
A sequência de sete vitórias do Santos de 2010 é a 10ª maior na história do clube em Campeonatos Paulistas. O recorde, de 12 vitórias seguidas, aconteceu quatro vezes: 1927, 1958, 1961 e 1968. Confira abaixo as maiores sequências de vitórias do Santos na história do Paulistão:
A freguesia do Atlético-MG diante do seu rival Cruzeiro nos últimos anos continua. A Raposa venceu o Galo hoje à tarde, no Mineirão, conquistando assim sua 12ª vitória sobre o arquiinimigo nos últimos 15 jogos. De quebra, a equipe do técnico Adílson Batista tirou a invencibilidade do Atlético-MG de Vanderlei Luxemburgo. Nos outros três jogos, os clubes empataram dois e o Atlético venceu um, no último Brasileirão, quando o Cruzeiro poupou vários titulares em razão da final da Copa Libertadores.
No Mineirão, aliás, o Cruzeiro vem mantendo seu retrospecto favorável sobre o Atlético-MG. Em 216 jogos, foram 78 vitórias da Raposa, 69 do Galo e 69 empates. No geral, porém, o Atlético ainda mantém vantagem. Pelo números do Atlético-MG, são 191 vitórias do Galo contra 155 do Cruzeiro. Já pelas contas da Raposa, são 175 vitórias do Atlétic0-MG e 154 do Cruzeiro.
Confira a lista dos últimos 15 clássicos entre Cruzeiro e Atlético-MG:
No próximo domingo, Vasco e Botafogo irão decidir a final da Taça Guanabara, o primeiro turno do Campeonato Carioca. A decisão entre as duas equipes será a terceira na história da Taça Guanabara. Em 1965, o Vasco ficou com o título. Naquele ano, porém, o torneio era disputado à parte do Campeonato Estadual. Em 1997, foi a vez do Botafogo ficar com o título. Naquela decisão, o técnico do Fogão era Joel Santana.
Em decisões diretas entre os dois clubes, no entanto, não há tanto equilíbrio. Em sete finais, o Botafogo venceu seis e perdeu apenas uma, justamente aquela da Taça Guanabara de 1965. Além de conquistar o título da Taça Guanabara de 1997 sobre o Vasco, o Fogão ganhou ainda os títulos Cariocas de 1948, 1968, 1990 e 1997, além de um torneio amistoso, a Copa Rio-Brasília de 1996. Em 1966, pelo Torneio Rio-São Paulo, o Vasco seria campeão sozinho se vencesse o Botafogo. Porém, com a vitória do Fogão e o empate entre Corinthians e Santos, os quatros terminaram empatados e foram declarados campeões.
Em outras três oportunidades as equipes se enfrentaram em momentos decisivos. Em 1951 (Torneio Municipal), a vitória dava o título ao Botafogo e o Vasco estava fora da disputa do título. O Bota venceu por 3 x 0 e ficou com o título. Bangu e São Cristóvão ficaram na segunda colocação. No Campeonato Carioca de 1970, a vitória dava o título estadual ao Vasco, já que o Botafogo estava fora da briga. O Vasco ganhou por 2 x 1 e ficou com a taça. O Fluminense foi o vice-campeão. Já em 1977, pela Taça Guanabara, o Vasco bateu o Botafogo na última rodada e ficou com o título. O Flamengo foi o vice-campeão.
Confira abaixo as fichas das decisões diretas entre Vasco e Botafogo:
Final do Campeonato Carioca de 1948
BOTAFOGO 3 x 1 VASCO Data: 12 de dezembro de 1948 Local: General Severiano, Rio de Janeiro Renda: Cr$ 570.000,00 Público: 20.000 (18.321 pagantes) Árbitro: Mário Gonçalves Vianna Competição: Campeonato Carioca Gols: Paraguaio 2/1 e Braguinha 40/1; Octávio 5/2 e Ávila (contra) 7/2 BOTAFOGO: Osvaldo Baliza, Gérson e Nílton Santos; Rubinho, Ávila e Juvenal; Paraguaio, Geninho, Pirillo, Octávio e Braguinha. Técnico: Zezé Moreira VASCO: Barbosa, Augusto e Wilson; Ely, Danilo e Jorge; Friaça, Ademir Menezes, Dimas, Ipojucan e Chico. Técnico: Flávio Costa
Obs: Gérson abandonou o campo aos 10’ do segundo tempo, por contusão. O Botafogo atuou com 10 (dez) até o final
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Final da Taça Guanabara de 1965
VASCO 2 x 0 BOTAFOGO Data: 5 de setembro de 1965 Local: Maracanã, Rio de Janeiro Renda: Cr$ 72.927.380,00 Público: 115.064 pagantes Árbitro: Frederico Lopes Competição: Taça Guanabara Gols: Oldair e Paulistinha (contra) Expulsões: Paulistinha e Roberto VASCO: Gainete, Joel, Brito, Fontana e Oldair; Maranhão e Lorico; Luisinho, Célio, Mário e Zezinho. Técnico: Zezé Moreira BOTAFOGO: Manga, Joel, Zé Carlos, Paulistinha e Rildo; Ayrton e Gérson; Garrincha, Sicupira, Jairzinho e Roberto. Técnico: Daniel Pinto
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Final do Campeonato Carioca de 1968
BOTAFOGO 4 x 0 VASCO Data: 9 de junho de 1968 Local: Maracanã, Rio de Janeiro Renda: NCr$ 513.379,25 Público: 141.689 (120.178 pagantes) Árbitro: Armando Marques Competição: Campeonato Carioca Gols: Roberto 15/1 e Rogério 33/1; Jairzinho 14/2 e Gérson 22/2 BOTAFOGO: Cao, Moreira, Zé Carlos, Leônidas e Waltencir; Carlos Roberto e Gérson; Rogério, Roberto, Jairzinho e Paulo Cézar. Técnico: Zagallo VASCO: Pedro Paulo, Jorge Luiz, Brito, Ananias (Sérgio) e Ferreira; Bougleux e Danilo Menezes; Nado (Alcir), Ney, Walfrido e Silvinho. Técnico: Paulinho de Almeida
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Final do Campeonato Carioca de 1990
BOTAFOGO 1 x 0 VASCO Data: 29 de julho de 1990 Local: Maracanã, Rio de Janeiro Renda: Cr$ 10.795.500,00 Público: 35.083 pagantes Árbitro: Cláudio Garcia Competição: Campeonato Carioca Gol: Carlos Alberto Dias 34/2 BOTAFOGO: Ricardo Cruz, Paulo Roberto, Wilson Gottardo, Gonçalves e Renato Martins; Carlos Alberto Santos, Luisinho e Djair (Gustavo); Donizete, Valdeir e Carlos Alberto Dias. Técnico: Joel Martins VASCO: Acácio, Luiz Carlos Winck, Célio Silva, Quiñonez e Mazinho; Zé do Carmo, Marco Antônio Boiadeiro e Bismarck; Tita, Sorato e William (Roberto Dinamite). Técnico: Alcir Portella
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Final da Copa Rio-Brasília de 1996
BOTAFOGO 2 x 0 VASCO Data: 14 de julho de 1996 Local: Mané Garrincha, Brasília Árbitro: Luciano Augusto de Almeida Competição: Copa Rio-Brasília Gols: Túlio 27/1; Bentinho 13/2 BOTAFOGO: Carlão, Wilson Goiano, Alemão, Jefferson e André Silva; Souza, Otacílio, Marcelo Alves (Niki) e Bentinho; Mauricinho e Túlio. Técnico: Ricardo Barreto VASCO: Carlos Germano, Bruno Carvalho, Sídnei (Sandro), Alex e Cássio; Leandro, Luisinho, Juninho Pernambucano e Válber (Vítor); Alessandro (Brener) e Gian (Pedro Renato). Técnico: Carlos Alberto Silva
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Final da Taça Guanabara de 1997
BOTAFOGO 1 x 0 VASCO Data: 30 de março de 1997 Local: Maracanã, Rio de Janeiro Renda: R$ 912.915,00 Público: 88.404 (81.893 pagantes) Árbitro: Carlos Elias Pimentel Competição: Campeonato Carioca Gol: Gonçalves 32/2 BOTAFOGO: Wagner, Wilson Goiano, Jorge Luiz, Gonçalves e Jefferson; Marcelinho Paulista, Pingo, Djair e Aílton; Bentinho e Sorato (Dimba). Técnico: Joel Santana VASCO: Carlos Germano, Pimentel, Tinho, João Luís e Felipe; Luisinho (Pedrinho), Fabrício, Juninho Pernambucano e Ramon; Almir (Mauricinho) e Edmundo. Técnico: Antônio Lopes
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Final do Campeonato Carioca de 1997
BOTAFOGO 1 x 0 VASCO Data: 8 de julho de 1997 Local: Maracanã, Rio de Janeiro Renda: R$ 248.370,00 Público: 16.854 pagantes Árbitro: Sidrack Marinho dos Santos Competição: Campeonato Carioca (decisão) Gol: Dimba 33/2 BOTAFOGO: Wagner, Wilson Goiano, Jorge Luiz, Gonçalves e Jefferson; Marcelinho Paulista, Pingo, Djair e Aílton (Marcelo Alves); Bentinho e Dimba (Róbson). Técnico: Joel Santana VASCO: Caetano, Pimentel, Moisés, Alex e Felipe; Luisinho, Fabrício, Juninho Pernambucano (Luiz Cláudio) e Ramon (Brener); Pedrinho e Edmundo. Técnico: Antônio Lopes
A humilhante derrota do Palmeiras para o São Caetano, ontem, por 4 x 1, entrou para a história do clube como uma das piores em todos os tempos dentro de seu estádio, o Parque Antártica. Em Campeonatos Paulistas, essa foi a nona derrota por 4 x 1 do Palmeiras, em casa. A pior, no entanto, foi a de 4 x 0 para o São Paulo da Floresta, em 1931. No geral, o maior vexame do alviverde no Palestra Itália foi o 7 x 2 sofrido para o Vitória, em 2003, pela Copa do Brasil. O goleiro Marcos é o único remanescente daquela goleada que tambéma atuou na derrota de ontem. Marcos, aliás, participou também da goleada sofrida para o Vasco (em 1999) e para o Atlético-MG (em 2002).
Nos últimos dez anos, essa é a sétima goleada sofrida pelo Palmeiras no Parque Antártica. Confira abaixo as maiores goleadas sofridas pelo Palmeiras no Palestra Itália desde 25 de janeiro de 1915, ano de sua inauguração:
Começa amanhã a semifinal da 46ª edição da Taça Guanabara com o clássico Fluminense x Vasco. Na quarta, Botafogo e Flamengo fazem o outro jogo. Disputada desde 1965, a Taça Guanabara já passou por diversas mudanças. No início, a Taça GB era disputada à parte do Campeonato Estadual e servia para apontar o representante carioca na extinta Taça Brasil. O torneio nacional foi disputado até 1969, mas a Taça Guanabara continuou sendo disputada separadamente do estadual do Rio até 1971.
A partir de 1972, o Campeonato Carioca começou a ser disputado com dois turnos e a Taça Guanabara passou a equivaler ao primeiro turno, dando vaga na final do campeonato. Essa fórmula foi mantida, praticamente, até 2000. Apenas em 1980 a Taça GB foi disputada à parte. Já em 1993 e 1994, houve final entre os times que mais pontuaram no primeiro turno. Desde 2001, a Taça Guanabara ganhou um novo formato, com dois grupos, semifinal e final. Desde então, em oito edições, apenas duas vezes os quatro grandes do Rio chegaram juntos à semifinal (em 2008 e agora, em 2010).
Desde 1965, o Flamengo é o maior campeão da Taça Guanabara com 18 títulos, seguido pelo Vasco (11), Fluminense (8), Botafogo (5), América (1), Americano (1) e Volta Redonda (1). Dessas 45 edições, 25 campeões da Taça GB foram também campeões cariocas no mesmo ano. Isso aconteceu 10 vezes com o Flamengo, 6 com o Vasco, 5 com o Fluminense e 4 com o Botafogo.
Entre os vice-campeões, o Vasco é o primeiro com 10 vices, seguido por Flamengo e Fluminense (9), Botafogo (8), América (5), Americano (2), Madureira (1) e Resende (1).
Confira abaixo os campeões e vices da tradicional Taça Guanabara:
Ano
Campeão
Vice
1965
Vasco
Botafogo
1966
Fluminense
Flamengo
1967
Botafogo*
América
1968
Botafogo*
Flamengo
1969
Fluminense*
Botafogo
1970
Flamengo
Fluminense
1971
Fluminense*
Botafogo
1972
Flamengo*
Fluminense
1973
Flamengo
Vasco
1974
América
Fluminense
1975
Fluminense*
América
1976
Vasco
Flamengo
1977
Vasco*
Flamengo
1978
Flamengo*
Fluminense
1979
Flamengo*
Vasco
1980
Flamengo
Americano
1981
Flamengo*
América
1982
Flamengo
Vasco
1983
Fluminense*
América
1984
Flamengo
Fluminense
1985
Fluminense*
Vasco
1986
Vasco
Flamengo
1987
Vasco*
Fluminense
1988
Flamengo
Vasco
1989
Flamengo
Botafogo
1990
Vasco
Botafogo
1991
Fluminense
Flamengo
1992
Vasco*
Flamengo
1993
Fluminense
Vasco
1994
Vasco*
Fluminense
1995
Flamengo
Botafogo
1996
Flamengo*
Vasco
1997
Botafogo*
Vasco
1998
Vasco*
Flamengo
1999
Flamengo*
Vasco
2000
Vasco
Botafogo
2001
Flamengo*
Fluminense
2002
Americano
Vasco
2003
Vasco*
Flamengo
2004
Flamengo*
Fluminense
2005
Volta Redonda
Americano
2006
Botafogo*
América
2007
Flamengo*
Madureira
2008
Flamengo*
Botafogo
2009
Botafogo
Resende
* Também conquistaram o Campeonato Carioca no mesmo ano.
Começa hoje a 22ª edição da Copa do Brasil. Segundo torneio de clubes mais tradicional na história do futebol nacional, atrás apenas do Campeonato Brasileiro, a Copa do Brasil teve sua primeira edição realizada em 1989. Desde então, em 21 edições, 12 clubes já levantaram a taça. Grêmio e Cruzeiro, com 4 títulos cada, são os maiores campeões.
Para a edição de 2010, a disputa pelo título da Copa do Brasil deverá ficar entre os grandes clubes, como Grêmio, Palmeiras, Santos, Atlético-MG, Vasco e Fluminense, que não querem desperdiçar a oportunidade de garantir já uma vaga na Libertadores de 2011. Desses clubes, Grêmio, Palmeiras e Vasco já entram em campo hoje.
Desde 1989, já participaram da Copa do Brasil 237 clubes. Para a edição de 2010, dos 64 participantes, 18 estarão estreando: América-AM, Araguaia-MT, ASSU-RN, Brasília-DF, Cerâmica-RS, Corinthians-PR, Ivinhema-MS, JV Lideral-MA, Luverdense-MT, Naviraiense-MS, Potyguar (CN)-RN, São Domingos-SE, São Mateus-ES, São Raimundo-PA, Tigres-RJ, Uberaba-MG, Votoraty-SP e Ypiranga-RS.
Confira abaixo algumas curiosidades na história da Copa do Brasil:
Campeões
Títulos
Clube
Edições
4
Grêmio
1989, 1994, 1997 e 2001
4
Cruzeiro
1993, 1996, 2000 e 2003
3
Corinthians
1995, 2002 e 2009
2
Flamengo
1990 e 2006
1
Criciúma
1991
1
Fluminense
2007
1
Internacional
1992
1
Juventude
1999
1
Palmeiras
1998
1
Paulista
2005
1
Santo André
2004
1
Sport
2008
Vices
Vices
Clube
Edições
3
Grêmio
1991, 1993 e 1995
3
Flamengo
1997, 2003 e 2004
2
Corinthians
2001 e 2008
2
Fluminense
1992 e 2005
1
Cruzeiro
1998
1
Palmeiras
1996
1
Sport
1989
1
Botafogo
1999
1
Brasiliense
2002
1
Ceará
1994
1
Figueirense
2007
1
Goiás
1990
1
São Paulo
2000
1
Vasco
2006
.
Técnicos campões e vices
Ano
Campeão
Técnico
Vice
Técnico
1989
Grêmio
Cláudio Duarte
Sport
Nereu Pinheiro
1990
Flamengo
Jair Pereira
Goiás
Sebastião Lapola
1991
Criciúma
Luiz Felipe Scolari
Grêmio
Dino Sani
1992
Internacional
Antônio Lopes
Fluminense
Sérgio Cosme
1993
Cruzeiro
Pinheiro
Grêmio
Sérgio Cosme
1994
Grêmio
Luiz Felipe Scolari
Ceará
Dimas Figueira
1995
Corinthians
Eduardo Amorim
Grêmio
Luiz Felipe Scolari
1996
Cruzeiro
Levir Culpi
Palmeiras
Wanderley Luxemburgo
1997
Grêmio
Evaristo de Macedo
Flamengo
Sebastião Rocha
1998
Palmeiras
Luiz Felipe Scolari
Cruzeiro
Levir Culpi
1999
Juventude
Valmir Louruz
Botafogo
Gílson Nunes
2000
Cruzeiro
Marco Aurélio
São Paulo
Levir Culpi
2001
Grêmio
Tite
Corinthians
Vanderlei Luxemburgo
2002
Corinthians
Parreira
Brasiliense
Péricles Chamusca
2003
Cruzeiro
Vanderlei Luxemburgo
Flamengo
Nelsinho Baptista
2004
Santo André
Péricles Chamusca
Flamengo
Abel Braga
2005
Paulista
Vagner Mancini
Fluminense
Abel Braga
2006
Flamengo
Ney Franco
Vasco
Renato Gaúcho
2007
Fluminense
Renato Gaúcho
Figueirense
Mário Sérgio
2008
Sport
Nelsinho Baptista
Corinthians
Mano Menezes
2009
Corinthians
Mano Menezes
Internacional
Tite
.
Artilheiros
ANO
ARTILHEIRO
CLUBE
GOLS
1989
GÉRSON
Atlético-MG
7
1990
BIZU
Náutico
7
1991
GÉRSON
Atlético-MG
6
1992
GÉRSON
Internacional
9
1993
GÍLSON
Grêmio
8
1994
PAULINHO MCLAREN
Internacional
6
1995
SÁVIO
Flamengo
7
1996
MARCELO RAMOS
Cruzeiro
LUIZÃO
Palmeiras
7
1997
PAULO NUNES
Grêmio
9
1998
ROMÁRIO
Flamengo
LUIZÃO
Vasco
6
1999
PETKOVIC
Vitória
ROMÁRIO
Flamengo
7
2000
OSÉAS
Cruzeiro
10
2001
WASHINGTON
Ponte Preta
11
2002
DEIVID
Corinthians
13
2003
NONATO
Bahia
9
2004
DAURI
15 de Novembro-RS
10
2005
FRED
Cruzeiro
14
2006
VALDIRAM
Vasco
7
2007
ANDRÉ LIMA
Botafogo
DÊNIS MARQUES
Atlético-PR
VICTOR SIMÕES
Figueirense
5
2008
EDMUNDO
Vasco
6
2009
TAISON
Internacional
7
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Maiores goleadas
4/3/1991 – Atlético-MG 11 x 0 Caiçara-PI
28/3/2001 – São Paulo 10 x 0 Botafogo-PB
24/3/1993 – Internacional 9 x 1 Ji-Paraná-RO
28/4/1995 – Flamengo 8 x 0 Kaburé-TO
5/3/1996 – Sergipe-SE 0 x 8 Palmeiras
4/3/1997 – Portuguesa 8 x 0 Kaburé-TO
10/2/1998 – Vasco 8 x 0 Picos-PI
15/3/2000 – Interporto-TO 0 x 8 Bahia
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Jogadores com mais títulos
Danrlei – 1994 (Grêmio), 1997 (Grêmio) e 2001 (Grêmio)
Roger – 1994 (Grêmio), 1997 (Grêmio), 2001 (Grêmio) e 2007 (Fluminense)
Zinho – 1990 (Flamengo), 1998 (Palmeiras) e 2001 (Grêmio)
O Cruzeiro garantiu, ontem, sua classificação para a fase de grupos da Libertadores em grande estilo. A vitória por 7 x 0 sobre o Real Potosí-BOL foi a sua maior goleada em 12 participações na competição. Esse goleada, porém, não é a maior de um clube brasileiro no torneio sul-americano. Em 1962, o Santos massacrou o Cerro Porteño-PAR por 9 x 1 na Vila Belmiro. Coutinho (3), Pelé (2), Pepe (2) , Dorval e Zito marcaram os gols do Peixe.
Outras goleadas também acabaram marcando os clubes brasileiros em Libertadores. Em 1963, o Santos venceu o Botafogo por 4 x 0, no Maracanã, pela semifinal. Na Libertadores de 1984, o Flamengo bateu duas vezes no Santos por goleada: 5 x 0 no Morumbi e 4 x 1 no Maracanã. Em 1989, outra goleada em semifinal foi a do Internacional sobre o Peñarol-URU, por 6 x 2, no Beira-Rio. Já em 1993, o São Paulo aplicou a maior goleada em uma final na história da Libertadores ao bater a Universidad Católica-CHI por 5 x 1, no Morumbi. Em 2005, o Tricolor repetiu a dose ao golear o Atlético-PR por 4 x 0 na decisão. Em 1995, nas quartas-de-final, o Grêmio venceu o Palmeiras por 5 x 0, no Olímpico. No jogo de volta, o Palmeiras devolvou a goleada (5 x 1), mas acabou perdendo a vaga no saldo. Em 1999, o Corinthians bateu o Cerro Porteño-PAR por 8 x 2, no Pacaembu, pela primeira fase, com 5 gols do atacante Fernando Baiano.
Confira abaixo as maiores goleadas dos clubes brasileiros em Libertadores:
Autor de três gols na fantástica virada do Flamengo sobre o Fluminense por 5 x 3, hoje à noite, o atacante Adriano alcançou uma marca que apenas 11 jogadores do rubro-negro conseguiram em 98 anos de história do clássico Fla-Flu. Desde o primeiro clássico, em 7/7/1912, somente dois jogadores fizeram quatro gols no clássico: Pirillo e Zico. Os dois craques também já fizeram três gols em outras partidas. Zico, aliás, havia sido o último rubro-negro a anotar três gols no Fla-Flu, na goleada por 4 x 1 do dia 16/2/1986.
Adriano, 5 gols nos últimos dois Fla-Flu
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O atacante Adriano, que já havia feito os dois gols na vitória por 2 x 0 no último clássico, pelo Brasileirão, fez mais três hoje e igualou a façanha de Zico, 24 anos depois.
A sensacional virada do Flamengo serviu ainda para quebrar um jejum do rival Fluminense. O time de Cuca não perdia no Maracanã havia 10 jogos (a última derrota foi justamente para o Flamengo (2 x 0)) e também já não era derrotado há 15 jogos como mandante.
Outra importante marca alcançada pelo Flamengo nesse 5 x 3 foi que o rubro-negro aumentou para 9 jogos sua sequência sem derrotas para o Tricolor das Laranjeiras. A última vitória do Flu foi no dia 10/2/2008, pelo Campeonato Carioca. De lá, para cá, foram quatro vitórias do Flamengo e cinco empates.
Confira abaixo a lista dos jogadores que já marcaram três ou quatro no Fla-Flu:
Campeão invicto de 2009, o Corinthians ainda não perdeu pelo Campeonato Paulista em 2010. Assim, o time de Mano Menezes já alcança a marca de 27 jogos sem derrota pela competição. No ano passado, o alvinegro foi campeão com 13 vitórias e 10 empates. Nesse Paulistão, foram 2 vitórias e 2 empates.
A marca de 27 jogos sem derrota é a segunda maior na história do clube pelo Campeonato Paulista. Entre 1990 e 1991, o Corinthians ficou 40 jogos sem perder. No Paulistão de 1990, perdeu na primeira rodada para o Noroeste e depois ficou 34 jogos invicto, mesmo sem conseguir chegar à final. Em 1991, o clube perdeu somente na sétima rodada, alcançando a marca de 40 jogos sem derrota sob o comando do técnico Nelsinho Baptista.
Essa atual invencibilidade corintiana está valendo pela oitava edição da Taça dos Invictos, um prêmio criado nos anos 30 pelo extinto jornal A Gazeta Esportiva. Até hoje, o Corinthians é o clube que mais vezes ficou com a Taça dos Invictos ao lado do São Paulo: cinco (1956, 1957, 1988, 1990 e 2009). O Tricolor ganhou a taça em 1946, 1972, 1975, 2005 e 2007. O Palmeiras já ganhou quatro vezes e o Santos duas. Vale lembrar que a cada edição da taça dos invictos fica em posse definitiva com o clube que a conquistar por três vezes a cada edição. Nessa oitava edição, o São Paulo venceu duas vezes e o Corinthians é o atual campeão.
A última derrota do Corinthians foi pela última rodada da primeira fase do Paulistão de 2008, Noroeste 3 x 2, no dia 6 de abril. Como mandante, a última derrota do Timão pelo Estadual foi no dia 21 de março de 2008, justamente para o Palmeiras, seu próximo rival. Naquele dia, porém, a partida foi realizada no Morumbi. No próximo domingo o clássico será realizado no Pacaembu.
Confira abaixo a sequência invicta do Corinthians:
A esmagadora vitória do Vasco por 6 x 0 sobre o Botafogo, no último domingo, foi a segunda maior do clube cruzmaltino na história do “Clássico da Amizade”. Desde o dia 22 de abril de 1923, data do primeiro jogo, o Vasco já ganhou do rival 21 vezes por mais de 3 gols. A maior goleada foi no dia 29 de abril de 2001, pelo Campeonato Carioca, quando o Vasco aplicou um 7 x 0 no Botafogo, com três gols de Juninho Paulista, dois de Romário, um de Pedrinho e outro de Euller. Já a maior vitória do Botafogo no clássico foi um 5 x 0 , no dia 11 de junho de 1958, gols de Quarentinha (2), Paulinho Valentim, Garrinchinha e Rossi.
O Vasco também goleou o Botafogo pela segunda vez consecutiva no Engenhão, casa botafoguense. No ano passado, pelo Carioca, o Vasco venceu por 4 x 1. Outra curiosidade dessa última vitória do Vasco por 6 x 0 foi que o atacante Dodô entrou para o seleto grupo de jogadores que marcaram 3 gols pelo Vasco no clássico. Antes dele, apenas seis jogadores conseguiram tal façanha: Juninho Paulista (7 x 0, dia 29/4/2001); Russinho (6 x 3, dia 10/3/1927; e 4 x 2, dia 11/10/1925); Orlando Pinto (5 x 3, dia 8/6/1941); Maneca (4 x 1, dia 15/8/1953); Romário (4 x 3, dia 28/3/1988; e 5 x 3, dia 22/1/2006); e Roberto Dinamite (3 x 2, dia 25/8/1974).
Confira abaixo as maiores goleadas de cada clube no clássico:
Depois que perdeu para o Goiás, no dia 13 de setembro de 2008, pelo Campeonato Brasileiro, o Grêmio não foi mais derrotado em casa, no estádio Olímpico. Ontem, o Tricolor bateu o Caxias por 3 x 2, pelo Gaúchão, e chegou a marca de 40 jogos sem derrota em casa. A sequência é a maior do momento entre os clubes da Série A. O segundo time com a maior invincibilidade em casa, atualmente, é o Fluminense, que não perde no Maracanã há 14 jogos.
Nesse período de 40 jogos de invincibilidade, o Grêmio ficou sem perder, em casa, em três competições em 2009: Campeonato Gaúcho, Copa Libertadores e Campeonato Brasileiro.
Confira abaixo as invencibilidades dos clubes da Série A atualmente e incrível sequência de 40 jogos sem derrotas do Grêmio no Olímpico:
O Porto, atual campeão da Taça de Portugal, suou para garantir sua classificação para as quartas-de-final da edição de 2009/10 do torneio. Ontem, na partida contra o Belenenses, o clube colocou em uma campo um time misto, sem o goleiro Helton e o atacante Hulk, e empatou por 2 x 2 no tempo normal. Na disputa por pênaltis, o Porto venceu por 10 x 9, após 30 cobranças (os clubes perderam 11 cobranças). O goleiro Beto, reserva do brasileiro Helton, foi o heroi do Porto ao defender seis cobranças.
Goleiro do Porto defendeu seis pênaltis
Esse número de 30 cobranças é um recorde na Taça de Portugal e um dos maiores na história do futebol. Até hoje, o jogo que teve o maior número de cobranças em disputa por pênaltis foi KK Palace 2 x 2 Civics, pela Copa da Namíbia. No dia 23 de janeiro de 2005, os clubes cobraram 48 pênaltis no total. O KK Palace venceu por 17 x 16. O segundo jogo com mais pênaltis batidos foi Argentinos Juniors 2 x 2 Racing, no Campeonato Argentino de 1988/89. No dia 20 de novembro de 1988, as equipes cobraram 44 pênaltis e o Argentinos venceu por 20 x 19.
Esse jogo entre Porto e Beleneses é o sétimo na história do futebol mundial, em torneios oficiais de primeira divisão e copas nacionais. Confira a lista:
Nos últimos dez anos, alguns clubes conseguiram alcançar a hegemonia nos campeonatos estaduais. Apesar de não serem os maiores campeões em seus estados, eles deixaram os rivais para trás, como o Vitória, o Cruzeiro e Atlético-PR. Em outros casos, porém, os maiores campeões conseguiram manter a hegemonia, como Corinthians, Internacional, Sport e Goiás. Já o Flamengo, maior campeão carioca da década, superou o Fluminense e agora é também o maior campeão da história do Campeonato Estadual do Rio.
Confira abaixo quais foram os clubes que conquistaram os estaduais na última década e quem está na frente em cada estado. Não estão computados os Supercampeonatos disputados em alguns estados em 2002.
Começa domingo a 27ª edição da Copa das Nações Africanas. O principal torneio de seleções da África será disputado na Angola e servirá como grande laboratório para os países africanos que estarão na Copa do Mundo. Apenas a África do Sul, país sede do próximo mundial, não irá participar da Copa das Nações. Costa do Marfim, adversário do Brasil na Copa, está no Grupo B, ao lado de Gana, outro país que estará na Copa do Mundo, Burkina Fasso e Togo.
No Grupo A, estão Angola (país sede), Mali, Malauí e Argélia (outro país garantido na Copa do Mundo). No Grupo C, estão Egito (atual campeão africano), Moçambique, Benin e Nigéria (mais um país que estará na Copa). Já no Grupo D, estão Tunísia, Zâmbia, Gabão e Camarões (outro país garantido na Copa).
Entre os favoritos ao título, estão Costa do Marfim, Camarões, e Egito, atual bicampeão da Copa das Nações, mas que acabou eliminado nas eliminatórias para a Copa do Mundo de 2010 pela Argélia. A seleção de Costa do Marfim, do técnico Vahid Halilhodzi, vem com grandes nomes para a disputa da competição continental. Entre eles Drogba e Kalou (Chelsea-ING), Eboué (Arsenal-ING), Kolo Touré (Manchester City-ING), Yaya Touré (Barcelona-ESP), Keita (Galatasaray-TUR). Já a seleção de Camarões, do astro Samuel Eto’o, atacante da Internazionale-ITA, tem também no elenco o experiente Geremi (Newcastle-ING), Song (Arsenal-ING) e Webó (Mallorca).
Até hoje, o Egito é o país que mais vezes conquistou a Copa das Nações Africanas. Atual bicampeão, o Egito já conquistou 6 vezes o torneio. Camarões e Gana, com quatro títulos cadas, vêm na sequencia na lista dos maiores campeões, seguidos pela República Democrática do Congo (ex-Zaire) e Nigéria, que têm dois títulos cada. Argélia, Congo, Etiópia, Costa do Marfim, Marrocos, África do Sul, Sudão e Tunísia têm um título cada.
O atacante Messi foi eleito hoje o melhor jogador do mundo pela Fifa. Essa é a primeira vez que um argentino leva o prêmio, que começou em 1991. Desde então, o Brasil (oito vezes) é o país que mais teve jogadores eleitos como os melhores do mundo. A França, por conta de Zidane, é o segundo país com mais prêmio (três). Portugal e Itália têm dois vencedores cada e Alemanha, Libéria, Holanda e Argentina têm um prêmio cada.
A escolha do argentino Messi acabou coroando sua temporada perfeita pelo Barcelona. Campeão de tudo o que disputou na temporada (Mundial de Clubes, Liga dos Campeões, Campeonato Espanhol, Copa do Rei, Supercopa Espanhola e Supercopa Européia), Messi foi o sétimo jogador da história a conquistar o prêmio da Fifa pelo Barcelona. O clube catalão é o maior vencedor da premiação, seguido por Real Madrid e Juventus, que levaram quatro vezes. Milan e Inter de Milão têm três prêmios cada. Já Manchester United, PSV Eindhoven e Paris Saint-Germain têm um prêmio cada.
Outra curiosidade é que o Brasil não tem um jogador entre os três melhores pelo segundo ano consecutivo. Das 19 premiações da Fifa para o melhor jogador do mundo, isso só aconteceu seis vezes (1991, 1992, 1995, 2001, 2008 e 2009).
Relembre abaixo todos os vencedores, além dos clubes e países que mais conquistaram o prêmio da Fifa.
Desde que o Campeonato Brasileiro passou a ser disputado no sistema de pontos corridos, o São Paulo é o clube com o melhor desempenho na competição. Em sete edições, o clube foi campeão em três delas (2006, 2007 e 2008) e terceiro colocado em mais três (2003, 2004 e 2009). Apenas em 2005 o clube não fez uma boa campanha (foi 11º colocado). Porém, naquele ano o clube priorizou a Libertadores e o Mundial de Clubes da Fifa, torneios em que acabou campeão. O Internacional, vice-campeão em 2005, 2006 e 2009, é o segundo colocado nesse ranking, 54 pontos atrás do São Paulo, e seguindo bem de perto por Cruzeiro e Santos.
Uma curiosidade é que apenas oito dos 36 clubes que já jogaram na série A na era pontos corridos conseguiram disputar todas as edições desde 2003. Justamente os oito primeiros do ranking de pontos: São Paulo, Inter, Cruzeiro, Santos, Goiás, Flamengo, Atlético-PR e Fluminense.
Já no ranking geral de pontos desde 1971, a posição dos quatro primeiros times também é a mesma, com o São Paulo na liderança, seguido por Inter, Cruzeiro e Santos. O Flamengo, campeão de 2009, superou o Palmeiras e pulou para o 5º lugar. Já o Corinthians aproveitou que o Vasco não disputou o Brasileiro e saltou para o 8º lugar. Até hoje, apenas três clubes disputaram todas as 39 edições do Brasileirão: Inter, Cruzeiro e Flamengo.
Veja abaixo o ranking de pontos dos clubes que jogaram a Série A e o ranking dos 30 primeiros clubes desde 1971.
Campeão Brasileiro pela sexta vez, o Flamengo conseguiu pela primeira vez conquistar o título nacional numa temporada em que já havia vencido o Campeonato Carioca. Em 1980, ano da conquista do primeiro Brasileirão, o Fla foi o terceiro colocado no Estadual, realizado no segundo semestre. Naquele ano, o Fluminense foi campeão sobre o Vasco. Em 1982, no bi do Brasileiro, foi a vez do Vasco estragar a festa do Rubro-negro. Na decisão, venceu o Flamengo por 1 x 0 no final do ano. Já em 1983, o Fluminense conquistou o Carioca vencendo também o Fla na decisão, realizada em dezembro. Em 1987, o Estadual foi disputado no primeiro semestre e só foi terminar em agosto. Na final, o Vasco venceu o Flamengo por 1 x 0. O título Rubro-negro, na Copa União, só foi conquistado em dezembro, sobre o Inter. Já em 1992, o Vasco foi campeão carioca no segundo semestre, depois de vencer a Taça Guanabara e a Taça Rio. O Fla terminou como vice-campeão naquele ano.
Só agora, em 2009, é que o Flamengo teve o gostinho de celebrar as conquistas no mesmo ano. Depois de ganhar o Carioca sobre o Botafogo, em maio, o time consagrou-se campeão Brasileiro em dezembro. Desde 1971, outros nove clubes já conseguiram esse feito. Mas até hoje, apenas o Cruzeiro conseguiu, além do Estadual e do Brasileiro, ganhar ainda a Copa do Brasil. Isso foi em 2003. Confira quem já ganhou o Brasileiro e o Estadual no mesmo ano:
Palmeiras: 1972, 1993 e 1994 Internacional: 1975 e 1976 Fluminense: 1984 Bahia: 1988 São Paulo: 1991 Grêmio: 1996 Corinthians: 1999 Atlético-PR: 2001 Cruzeiro: 2003
Desde o início do futebol, lá no século XIX até a Copa de 1966, na Inglaterra, o futebol era jogado com a antiga bola de couro com gomos retangulares. Pesada, principalmente quando molhada, a bola chegava muitas vezes a machucar os atletas. Geralmente marrom, a velha bola de couro nem era vista como produto de marketing e comercialização. Só em 1970 é que essa situação começou a mudar. A empresa alemã adidas tornou-se a fornecedora oficial das bolas das Copas e a cada edição exibe um novo modelo, cada mais moderno. Na próxima sexta-feira, dia 4, será apresentada a bola oficial da Copa do Mundo de 2010 durante a cerimônia do sorteio dos grupos. Chamada de “Jabulani” ou celebrar em português, a bola traz a imagem do estádio de Johanesburgo, desenhado em onze cores, em homenagem aos onze jogadores de um time de futebol e também as onze línguas faladas no país e as onze comunidades sul-africanas. Outra característica é que a bola, com estrutura em EVA e paineis de TPU, tem apenas oito gomos.
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Veja abaixo a evolução da bola nos mundiais anteriores:
1930 Na Copa do Mundo de 1930, a bola de era feita de couro e tinham uma abertura por onde entrava uma câmara de ar de borracha. Essa abertura era depois costura com cadarço e isso era um tormento para os jogadores, que sofriam na hora do cabeceio. Quando molhada, o couro absorvia a água e a bola ficava com quase o dobro do peso. Alguns jogadores usavam faixas ou toucas na cabeça para aliviar o atrito na hora de cabecear. Na final da primeira Copa, uruguaios e argentinos desentenderam-se por causa da bola. Os donos da casa queriam utilizar a sua na final, mais pesada. Os argentinos não abriam de usar a bola fabricada por eles, mais leve. A saída, então, foi disputar um tempo com cada bola. No primeiro, a Argentina, com sua bola, ganhou por 2 x 1. No segundo tempo, com a bola dos uruguaios, o time da casa fez 3 gols, ganhando a partida por 4 x 2 e conseqüentemente a primeira Copa do Mundo.
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1950
A bola utilizada na Copa do Mundo no Brasil era da marca Superball, que chegou até a colocar algumas faixas nos estádios fazendo propaganda. Nessa época, a costura da bola já era interna e não havia mais a abertura e o cadarço. Seu couro, porém, continua pesado quando encharcado.
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1966
Chamada de “Special Edition”, a bola foi produzida pela empresa inglesa Slazenger. Foram feitas 300 dessa bola, que tinha 24 gomos, para o mundial todo de 1966.
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1970
Na Copa do México, a primeira bola utilizada foi a Telstar, ainda de couro, mas com cores e desenho completamente inovadores. Com hexágonos brancos e pentágonos pretos, a bola tornou-se um clássico do esporte.
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1974
Dois modelos foram utilizados na Copa da Alemanha: a Telstar, a mesma de 1970, e a Chile, que era toda branca.
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1978
Na Argentina, a bola ganhou um novo design, mais elaborado, e foi chamada de Tango.
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1982 A Adidas fez a Tango Espanha, e inovou com uma costura impermeável.
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1986
No México, a bola Azteca foi a primeira feita em material sintético, totalmente impermeável. O couro definitivamente fora aposentado.
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1990
Na Copa da Itália, o modelo Estrusco foi o primeiro com impermeabilização total, graças a uma capa interna de espuma de poliuretano.
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1994
A empresa alemã desenvolveu um novo material Questra, que era a espuma de polietileno, que tornou a bola mais rápida.
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1998
Na França, a bola Tricolore foi revestida com uma capa de espuma sintática, que servia para aumentar sua durabilidade.
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2002
Na última Copa do Mundo a novidade da bola Fevernova foi o design completamente diferenciado das demais bolas dos mundiais, com mais cores, e o material, que passou a contar com três camadas de espuma sintática. Essa tecnologia permitia um desgaste menor da bola ao final da partida.
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2006
A bola oficial da Copa de 2006 era chamada de Teamgeist (espírito de equipe em alemão). Com uma esfera perfeita, a bola é formada por apenas 14 gomos, se tornando mais lisa e com menos pontos de contato. Feita com mesmo material da Copa de 2002, a bola volta a contar com o predomínio das cores branca e preta.
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De
sde o início do futebol, lá no século XIX até a Copa de 1966, na Inglaterra, o futebol era jogado com a antiga bola de couro com gomos retangulares. Pesada, principalmente quando molhada, a bola chegava muitas vezes a machucar os atletas. Geralmente marrom, a velha bola de couro nem era vista como produto de marketing e comercialização. Só em 1970 é que essa situação começou a mudar. A empresa alemã adidas tornou-se a fornecedora oficial das bolas das Copas e a cada edição exibe um novo modelo, cada mais moderno. Na próxima sexta-feira, dia 4, será apresentada a bola oficial da Copa do Mundo de 2010 durante a cerimônia do sorteio dos grupos. Chamada de “Jabulani” ou celebrar em português, a bola traz a imagem do estádio de Johanesburgo, desenhado em onze cores, em homenagem aos onze jogadores de um time de futebol e também as onze línguas faladas no país e as onze comunidades sul-africanas. Outra característica é que a bola, com estrutura em EVA e paineis de TPU, tem apenas oito gomos.
Veja abaixo a evolução da bola nos mundiais anteriores:
1930
Na Copa do Mundo de 1930, a bola de era feita de couro e tinham uma abertura por onde entrava uma câmara de ar de borracha. Essa abertura era depois costura com cadarço e isso era um tormento para os jogadores, que sofriam na hora do cabeceio. Quando molhada, o couro absorvia a água e a bola ficava com quase o dobro do peso. Alguns jogadores usavam faixas ou toucas na cabeça para aliviar o atrito na hora de cabecear. Na final da primeira Copa, uruguaios e argentinos desentenderam-se por causa da bola. Os donos da casa queriam utilizar a sua na final, mais pesada. Os argentinos não abriam de usar a bola fabricada por eles, mais leve. A saída, então, foi disputar um tempo com cada bola. No primeiro, a Argentina, com sua bola, ganhou por 2 x 1. No segundo tempo, com a bola dos uruguaios, o time da casa fez 3 gols, ganhando a partida por 4 x 2 e conseqüentemente a primeira Copa do Mundo.
1950
A bola utilizada na Copa do Mundo no Brasil era da marca Superball, que chegou até a colocar algumas faixas nos estádios fazendo propaganda. Nessa época, a costura da bola já era interna e não havia mais a abertura e o cadarço. Seu couro, porém, continua pesado quando encharcado.
1966
Chamada de “Special Edition”, a bola foi produzida pela empresa inglesa Slazenger. Com 24 gomos, a bola era um pouco alaranjada. Foram feitas 300 bolas para o mundial todo de 1966.
1970
Na Copa do México, a primeira bola utilizada foi a Telstar, ainda de couro, mas com cores e desenho completamente inovadores. Com hexágonos brancos e pentágonos pretos, a bola tornou-se um clássico do esporte.
1974
Dois modelos foram utilizados na Copa da Alemanha: a Telstar, a mesma de 1970, e a Chile, que era toda branca.
1978
Na Argentina, a bola ganhou um novo design, mais elaborado, e foi chamada de Tango.
1982
A Adidas fez a Tango Espanha, e inovou com uma costura impermeável.
1986
No México, a bola Azteca foi a primeira feita em material sintético, totalmente impermeável. O couro definitivamente fora aposentado.
1990
Na Copa da Itália, o modelo Estrusco foi o primeiro com impermeabilização total, graças a uma capa interna de espuma de poliuretano.
1994
A empresa alemã desenvolveu um novo material Questra, que era a espuma de polietileno, que tornou a bola mais rápida.
1998
Na França, a bola Tricolore foi revestida com uma capa de espuma sintática, que servia para aumentar sua durabilidade.
2002
Na última Copa do Mundo a novidade da bola Fevernova foi o design completamente diferenciado das demais bolas dos mundiais, com mais cores, e o material, que passou a contar com três camadas de espuma sintática. Essa tecnologia permitia um desgaste menor da bola ao final da partida.
A bola de 2006
A nova bola oficial da Copa de 2006 será também da adidas e se chama Teamgeist (espírito de equipe em alemão). Com uma esfera perfeita, segundo a empresa alemã, a bola é formada por apenas 14 gomos, se tornando mais lisa e com menos pontos de contato. Feita com mesmo material da Copa de 2002, a bola volta a contar com o predomínio das cores branca e preta. Pelo regulamento da competição, a bola tem que a denominação “Fifa Approved” (aprovado pela Fifa), e marca da empresa patrocinadora deverá ter no máximo 50cm². Além disso, a bola precisa ter entre 68 e 70 cm de circunferência e pesar entre 410 e 460 gramas.
Criado em 1956, pela revista francesa France Football, o prêmio Bola de Ouro (“Ballon d’Or”) premia os melhores jogadores do futebol europeu a cada ano. Porém, somente a partir de 1994 é que o revista passou a eleger jogadores não europeus no premiação. Desde então, apenas dois países de fora do Velho Continente conseguiram ganhar o prêmio. O Brasil, que levou cinco prêmios (Ronaldo, duas vezes, Rivaldo, Ronaldinho Gaúcho e Kaká) e a Libéria, com George Weah.
Hoje, foi a vez de mais um não europeu levar o prêmio: o argentino Lionel Messi, do Barcelona (clique aqui para saber mais detalhes). O atacante é o primeiro a conquistar o prêmio para a Argentina. Porém, lá no início da premiação, dois outros jogadores nascidos na Argentina também foram eleitos os melhores da Europa pela France Football: Di Stéfano, que naturalizou-se espanhol, e Omar Sivori, naturalizado italiano.
Até hoje, Alemanha e Holanda são os países mais premiados, com 7 eleitos cada um. A França vem depois com 6, seguida por Brasil, Inglaterra e Itália, que ganharam cinco prêmios cada. Entre os jogadores, os maiores vencedores são: Van Basten, Cruijff e Platini (3 prêmios cada) e Beckenbauer, Keegan, Ronaldo, Rummenigge e Di Stéfano (2 prêmios cada). Já entre os clubes, os maiores vencedores são os italianos (18 vezes), seguidos pelos espanhóis (13) e alemães (9).
Apontado como prévia da escolha da Fifa para o melhor jogador do mundo, que será feito no próximo dia 20, o prêmio da France Football quase sempre foi o mesmo da Fifa. Desde 1991, quando a Fifa passou a fazer sua premiação, apenas sete vezes o escolhido não foi o mesmo: em 1991 (Matthaüs foi eleito pela Fifa), em 1994 (Romário), em 1996 (Ronaldo), em 2000 (Zidane), em 2001 (Figo), em 2003 (Zidane) e em 2004 (Ronaldinho Gaúcho).
Confira abaixo todos os ganhadores da Bola de Ouro.
1956 - Stanley Matthews (ING), Blackpool (ING)
1957 - Alfredo Di Stéfano (ESP*), Real Madrid (ESP)
1958 - Raymond Kopa (FRA), Real Madrid (ESP)
1959 - Alfredo Di Stéfano (ESP*), Real Madrid (ESP)
1960 - Luis Suárez (ESP), Barcelona (ESP)
1961 - Omar Sivori (ITA*), Juventus (ITA)
1962 - Josef Masopust (TCH), Dukla Praha (TCH)
1963 - Lev Yashin (SUE), Dynamo Moscou (SUE)
1964 - Denis Law (ESC), Manchester United (ING)
1965 - Eusébio (POR), Benfica (POR)
1966 - Bobby Charlton (ING), Manchester United (ING)
1967 - Flórián Albert (HUN), Ferencváros (HUN)
1968 - George Best (IRN), Manchester United (ING)
1969 - Gianni Rivera (ITA), Milan (ITA)
1970 - Gerd Müller (ALE), Bayern Munique (ALE)
1971 - Johan Cruijff (HOL), Ajax (HOL)
1972 - Franz Beckenbauer (ALE), Bayern Munique (ALE)
1973 - Johan Cruijff (HOL), Barcelona (ESP)
1974 - Johan Cruijff (HOL), Barcelona (ESP)
1975 - Oleg Blokhin (SUE), Dynamo Kiev (SUE)
1976 - Franz Beckenbauer (ALE), Bayern Munique (ALE)
1977 - Alan Simonsen (DIN), Borussia Mönchengladbach (ALE)
2008 - Cristiano Ronaldo (POR), Manchester United (ING)
2009 - Lionel Messi (ARG), Barcelona (ESP)
Entre os brasileiros, além dos vencedores (Ronaldo, Rivaldo, Ronaldinho e Kaká), outros jogadores ficaram bem colocados desde 1994. Em 1997, o lateral-esquerdo Roberto Carlos foi o 5º colocado. Em 1998, Ronaldo foi o 3º e Rivaldo o 5º. Em 2000, o meia Rivaldo, então no Barcelona, também ficou na 5ª colocação. Em 2002, Roberto Carlos foi o 2º, atrás de Ronaldo. Em 2004, Ronaldinho Gaúcho foi o 3º e, em 2006, ficou em 4º lugar. Este ano, Kaká foi o melhor colocado, ficando na 6ª posição.
A 37ª rodada do Campeonato Brasileiro foi excelente para o Flamengo. Além de vencer o Corinthians (2 x 0), o Rubro-negro viu seu o São Paulo, seu maior rival na disputa pelo título, perder feio para o Goiás (4 x 2). O time do técnico Andrade pode ser campeão até com uma derrota (desde que todos os três outros candidatos ao título não vençam). Mas o mais provável é que uma vitória simples, diante do Grêmio, na última rodada, dê ao Flamengo seu 6º título Brasileiro, o primeiro depois de 17 anos.
Além de poder quebrar esse jejum de título e igualar o São Paulo em número de conquistas do Campeonato Brasileiro, o Flamengo poderá encerrar ainda uma escrita. Desde 2000, o campeão brasileiro não tem também o artilheiro da competição. Com 19 gols, Adriano divide a artilharia do Brasileirão de 2009 com Diego Tardelli, do Atlético-MG. O atacante Rubro-negro, poderá ser também o primeiro artilheiro do Flamengo na competição depois de Zico, em 1982.
Desde 1971, apenas 11 dos 37 campeões brasileiros conseguiram vencer a competição e ter ainda o artilheiro. Confira:
1971 – Dario (Atlético-MG), 15 gols 1974 – Roberto Dinamite (Vasco), 16 gols 1975 – Flávio (Internacional), 16 gols 1976 – Dario (Internacional), 16 gols 1980 – Zico (Flamengo), 21 gols 1982 – Zico (Flamengo), 21 gols 1986 – Careca (São Paulo), 25 gols 1995 - Túlio (Botafogo), 23 gols 1996 – Paulo Nunes (Grêmio), 16 gols, ao lado de Renaldo (Atlético-MG) 1997 – Edmundo (Vasco), 29 gols 2000 – Romário (Vasco), 20 gols, ao lado de Magno Alves (Fluminense) e Dill (Goiás)
Outra marca importante que o Flamengo deverá alcançar no Brasileirão 2009 será a de público. Hoje, o Rubro-negro tem a segunda melhor média da competição com 37.891 torcedores por jogo. O Atlético-MG é o líder com 40.594 torcedores. Na última rodada, o Flamengo deverá lotar o Maracanã com 80 mil pessoas. Assim, sua média irá para 40.100 torcedores. O Atlético-MG só conseguirá se manter na primeira colocação se colocar mais de 30 mil torcedores no Mineirão diante do Corinthians. Como o Galo já perdeu a chance de brigar pelo título e por uma vaga na Libertadores, é bem provável que o Mineirão não receba esse público.
A CBF divulgou hoje o nome dos indicados ao Prêmio Craque do Brasileirão 2009. O técnico Dunga, da Seleção Brasileira, e seu auxiliar, Jorginho, anunciaram os nomes dos três candidatos para cada posição, além dos técnicos, árbitros e as revelações do campeonato (veja aqui todos os indicados).
O Flamengo é o clube com mais indicações (9 no total). Na história, porém, o São Paulo segue como o clube com mais indicações ao prêmio Craque do Brasileirão, instituído pela CBF em 2005. Até hoje, já foram 37 indicações. O Flamengo, com os 9 indicados desse ano, subiu para o segundo posto com 23. Confira o ranking dos clubes com mais indicações ao prêmio Craque do Brasileirão entre 2005 e 2009:
São Paulo
37
Flamengo
23
Palmeiras
21
Internacional
17
Corinthians
14
Santos
13
Fluminense
13
Goiás
13
Grêmio
12
Botafogo
6
Vasco
6
Figueirense
5
Cruzeiro
5
Coritiba
3
Atlético-MG
3
Barueri
2
Náutico
1
Paraná
1
Paysandu
1
Vitória
1
Avaí
1
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Além de ser o clube com mais indicações, o São Paulo é também o time com mais prêmios conquistados até agora. São 19 prêmios, incluindo o de melhor jogador em 2006 e 2007, com o goleiro Rogério Ceni, e 2008, com Hernanes. O Internacional é o segundo clube com mais prêmios (7), seguido por Corinthians e Flamengo (6) e Fluminense (5). Relembre abaixo todos os ganhadores do prêmio Craque do Brasileirão da CBF:
É colaborador do iG Esporte e louco por estatísticas no futebol. Foi repórter da revista Placar (onde ainda faz diversos guias de campeonatos), do Diário Lance! e trabalha atualmente na Traffic Sports Marketing. É autor dos livros Datas do Futebol e Escudos dos Times do Mundo Inteiro.