Arsenal e a missão de incomodar
Nem nos seus melhores momentos o Arsenal de Sarandí deixou de ser uma equipe intermediária do futebol argentino. No entanto, pode incomodar bastante os que o desdenha (como eu estou fazendo agora). Afinal, a equipe já tem experiência em competições internacionais.
Leia também: Irregular no Apertura e sem goleador, Arsenal tenta surpreender
Destaco dois pontos positivos da equipe do papai Grondona. Um deles é o setor defensivo, onde atuam dois muito qualificados – Guillermo Burdisso – o irmão do Nicolás – e Lisandro López – homônimo ao atacante do Lyon, mas que também marca alguns gols. E como a equipe não possui um poderio ofensivo, a equipe aposta em contra-ataques com muita velocidade. E esta velocidade é a grande arma da equipe de Gustavo Alfaro.
As bolas paradas também podem dar dor de cabeça aos adversários, sobretudo, com a chegada dos dois zagueiros já citados.
No mais, pouco a destacar. A saída de Mauro Óbolo – para o Vélez – implicou na falta de um homem de referência. O que não é de todo mal, visto que ora a equipe joga com dois ora com três homens na frente, e tanto Zelaya, como Córdoba e Leguizamon guardam os seus.
Grupo: O Arsenal ter passado da pré-Libertadores não é surpresa alguma, mas no grupo com Boca Juniors e Fluminense não apostaria minhas fichas no Viaducto. Zamora é o mais fraco deste grupo.
Time base: Cristian Campestrini; Adrián González, Lisandro López, Guillermo Burdisso e Damián Pérez; Diego Torres (Carlos Carbonero), Iván Marcone (Luciano Leguizamon), Nicolás Aguirre e Juan Pablo Caffa; Jorge Córdoba e Emilio Zelaya. Técnico: Gustavo Alfaro.
Leia mais: Granate pronto para explodir!
Leia mais: De volta à Libertadores, Boca Juniors quer reeditar saga vitoriosa
Leia mais: Vélez Sarsfield quer voltar a ser Fortín











