As origens de Messi
O Canal +, da Espanha, está produzindo um documentário para contar as origens do craque argentino Lionel Messi, que foi novamente campeão da Europa, ontem. Para isso, uma equipe da emissora franco-espanhola viajou a Rosário, na Argentina, cidade natal do jogador, para conhecer seu bairro, casa, colégio, familiares e pessoas próximas, como professores, amigos e até o médico que iniciou o tratamento da enfermidade hormonal do atleta.
Confira abaixo, em duas partes:
3 Roberto Junior 30/05/2011 12:44
Muito obrigado, meu amigo! Mas, visitando feras que nem vc e Daniel Leite todo dia, fica fácil. A gente aprende um pouquinho. Abraço!
Marcelo Montanini 30/05/2011 15:22
Com certeza, aprendemos um com o outro.
Abraço!
2 Roberto Junior 29/05/2011 19:17
Sei lá, viu.
Particularmente, não entendo.
E explico o porquê.
Quando era pequeno, me achava o fera no videogame.
Enduro, depois Street Fighter, por fim Mortal Kombat.
Comigo ninguém podia.
Eu acreditava nisso.
E pensava que seria assim pra sempre.
Mas, aí, vieram meus primos.
Os joguinhos ficaram mais complexos.
E, eu, coitado, fiquei pra trás.
Quer dizer, fiquei ao lado.
Porque com eles decidi aprender.
A vida é assim, não?
A gente nunca é “o cara” o tempo todo.
No emprego, na faculdade, em qualquer lugar.
Pois, então, que resolvi trazer essa discussão pra cá.
Visto que o final de semana forneceu duas circunstâncias que fizeram esse blogueiro refletir.
Primeiro foi Messi.
Destaque da decisão da Liga dos Campeões, o argentino recebeu os mais variados elogios.
Alguns, talvez, um tanto hiperbólicos.
O principal, a eventual comparação com Pelé.
Não. Messi não é melhor que Pelé.
E nem entrarei no mérito de explicar não se tratar de uma comparação, mas de uma metáfora.
Mas, pergunto, por que Messi um dia não pode ser melhor que o Rei?
Indagação idêntica a que faço ao assistir a Sebastian Vettel pilotar um carro de F-1.
Ora, não pode o jovem alemão superar Senna?
E, de certa forma, isso seria até bom.
E não diminuiria em nada a genialidade dos maiores atletas de nossa História.
Porque, retomando a ideia, talvez assim deixássemos de acomodação.
Já que nos gramados o Brasil dos “volantes de contenção” teima em não tentar formar “príncipes”.
Já que nos autódromos – desculpem, que autódromos? – vivemos de cada vez mais raras exceções.
Ainda falta muito?
Sim, ainda falta muito.
Por causa dos títulos.
Das vitórias.
Do sucesso na Seleção.
E de todos os outros trocentos argumentos que li em blogs, para a maioria, “hereges”, que ousaram cair na tentação de prever um futuro grandioso para os meninos.
Mesmo que, um parêntese, ninguém tenha ficado com o mínimo de vergonha ao colocar Neymar em patamar semelhante ao de “La Pulga”.
Mas, enfim, e se Vettel, um dia, for melhor que Senna?
Pra mim, quanto mais gênios, melhor. Muito melhor…
Bom domingo!
Marcelo Montanini 29/05/2011 23:43
Concordo, parcialmente.
Confesso que não gosto muito de comparações e não podemos transformar idéias impostas ou criadas em axiomas. É perigoso, podemos cair em descrença quanto ao novo.
Mas gosto bastante dos seus textos.
Abraço!
1 Júnior 29/05/2011 18:58
Excelente Marcelo, excelente! Valeu pela informação e vídeos!
Marcelo Montanini 29/05/2011 23:44
Obrigado você pela visita, cara.
Volte sempre e fique a vontade para o que precisar.
Abraço.