Alemanha e seus personagens
Pela Bundesliga, segue a boa sina de goleadas do caçula Hoffenheim. Desta vez, a vítima do líder do Alemão foi o Karlsruher: 4 a 1. O artilheiro Ibisevic fez mais dois e já desperta interesse de grandes clubes europeus, como a Inter de Milão.
No encalço, o Bayer Leverkusen. Na abertura da rodada, na sexta-feira, fez 2 a 0 no Wolfsburg e se manteve na vice-liderança. E quem aparece pela primeira vez na zona da Liga dos Campeões é o Bayern de Munique. Jogou para o gasto e venceu o Arminia Bielefeld por 3 a 1, no Allianz Arena, com boa atuação de Ribéry.
As decepções ficam por conta do Hamburgo, que de novo levou um 3 a 0 (é o 3º na Bundesliga), desta vez para o Hannover, e o Borussia Dortmund, que empatou em casa com o fraco Bochum e perdeu a chance de se aproximar dos líderes.
Deixando o futebol de lado, dois alemães foram os grandes personagens deste final de semana esportivo. E foi na Fórmula 1. O primeiro que apareceu, e por pouco não se tornou um heroi brasileiro, foi Sebastian Vettel, piloto da Toro Rosso, esse aí da foto, com toda pinta de “emo”.
O alemão ultrapassou Hamilton faltando duas voltas para acabar o GP de Interlagos, ficou na 5ª colocação, e dava o título do mundial de F-1 para Felipe Massa. Confesso que no momento da ultrapassagem me arrepiei todo e já me preparava para ver uma conquista histórica de um brasileiro.
Em entrevista após a prova, Vettel afirmou que não tinha noção da importância daquela ultrapassagem. “Eu não sabia em qual posição eu estava. Só tentei passar Hamilton como se fosse qualquer outro cara. E consegui. Definitivamente, eu não estava ciente de que influenciaria no resultado do campeonato. Não sabia se estava no pódio ou em sexto, sétimo, oitavo… O importante é que, no final, somei cinco pontos”, destacou.
Bem que podia ser o único protagonista do dia. Mas aí apareceu outro alemão: Timo Glock. O piloto da Toyota ocupava a 4ª colocação da corrida na última volta e, se cruzasse a linha de chegada nessa posição, daria o título a Massa.
Mas, por ironia do destino, na última curva, nos últimos metros, foi ultrapassado por Vettel e Hamilton. Simplesmente Inacreditável. Com a chuva intensa no autódromo, Glock não estava utilizando pneus para pista molhada e não conseguiu guiar o carro. Pelo menos foi o que ele disse. Quero acreditar que não foi marmelada.
“Faltaram poucos metros para o Massa ser campeão, mas já não era mais possível conseguir me segurar na pista. Peço desculpas, mas mesmo se tivesse ido para os boxes, Lewis ficaria na minha frente”, lamentou Glock que, no momento em que começou a chover, faltando 3 voltas, não entrou nos boxes e continuou com pneus de pista seca.
Um alemão quase foi heroi; o outro quase foi vilão; quase porque pediu desculpas, e guiar um F-1 na chuva, sem pneu de pista molhada, com certeza não é fácil.
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Autor: Mário André Monteiro Tags: Bayer Leverkusen, Bayern de Munique, Fórmula 1, Futebol Alemão, Hoffenheim, Ibisevic, Sebastian Vettel, Timo Glock


Nesta quarta, com Diego e Naldo em campo, o Werder suou a camisa para buscar a igualdade no placar contra os gregos. Os donos da casa mandavam na partida quando Mertesacker fez o primeiro gol do jogo aos 29 minutos. O Panathinaikos não se abalou e se impôs novamente. Tanto que aos 36 do primeiro tempo empatou com Mantzios. O próprio jogador fez o gol da virada aos 23 da etapa final. O time de Bremen ainda escapou de levar o 3º, mas o português Hugo Almeida, que pouco fizera na partida inteira, deixou tudo igual faltando 7 minutos para o término.


O meio-campista brasileiro Zé Roberto, pouco utilizado no Alemão, teve a chance de mostrar seu valor e atuou a partida toda. Mas foi mal. Não fez nada.
