A talentosa geração sub 21 da Alemanha não começou bem sua caminhada rumo ao bicampeonato europeu da categoria. Nesta quinta-feira, a jovem seleção germânica estreou contra a Holanda e foi derrotada por 3 a 2. Vale lembrar que a competição está sendo disputada em Israel.
Os holandeses abriram 2 a 0 no primeiro tempo, mas a Nationalelf mostrou poder de reação e buscou o empate na etapa complementar com gols de Rudy, aos três minutos, e Holtby, aos 36. Até deu a impressão de que a Alemanha pudesse virar o duelo, mas os holandeses marcaram mais uma vez aos 45 e decretaram o placar final.
O time alemão jogou com Leno, Sorg, Ginter, Thesker e Jantschke; Rode (Polter), Rudy, Herrmann e Holtby; Mlapa (Volland) e Lasogga (Clemens).
Próximo jogo pelo complicado grupo B é diante da Espanha, no dia 9 de junho. Depois, o desafio é contra a Rússia, dia 12. O Europeu sub 21 tem dois grupos de quatro equipes e somente os dois primeiros colocados de cada avançam à semifinal. Na chave A estão Itália, Israel, Noruega e Inglaterra.
Acabou a história de Michael Ballack nos gramados de futebol. Na verdade, o meio-campista já havia se aposentado ao final da temporada 2011/2012, quado ainda defendia o Bayer Leverkusen, mas nesta quarta-feira aconteceu a despedida oficial do “Capitano” dos campos.
E foi uma linda festa na cidade alemã de Leipzig. Mais de 45 mil pessoas foram ao estádio vê-lo em ação pela última vez e ovacionaram o ex-jogador, que ao final da partida deu um discurso bastante emocionado e não conteve as lágrimas. O placar final ficou em 4 a 3 para a equipe de Ballack – com direito a três gols do homenageado. O marfinense Drogba fez dois tentos do adversário.
Veja imagens da partida:
Michael Ballack
Equipes da partida
Ballack em ação no seu adeus
Ballack e Mourinho
Ballack é aplaudido antes do jogo
Ballack chora após o jogo
O time dos amigos de Ballack tinha Adler, Zuberbühler, Salihamidzic, Oliver Neuville, Hamann, Tetzner, Ulf Kirsten, Wörns, Mertesacker, Sidney Sam, Hertzsch, Jancker, Glöckner, Zecke, Frings, Schneider, Michael Schumacher e Klose. Já a equipe do “resto do mundo” contou com Jens Lehmann, Weidenfeller, Ricardo Carvalho, Mahdavikia, Essien, Kuka, Lokvenc, Malouda, Schürrle, Lahm, Lothar Matthäus, Berbatov, Shevchenko e Drogba.
Aos 36 anos de idade, o eterno camisa 13 encerra sua carreira sem nenhum título internacional – seja por clubes ou seleção. Ballack foi campeão alemão quatro vezes, venceu a Copa da Alemanha em outras três oportunidades e faturou três títulos do Campeonato Inglês, além de ter conquistado também um título da Copa da Liga Inglesa.
A carreira do meio-campista começou em 1995, defendendo o modesto Chemnitzer. Entre 97 e 99, Ballack se destacou com a camisa do Kaiserslautern e foi contratado pelo Bayer Leverkusen, onde brilhou e permaneceu até 2002, quando se transferiu para o Bayern de Munique. Ficou quatro temporadas no time bávaro e chegou ao Chelsea em 2006. Passou quatro anos na Inglaterra e voltou ao Leverkusen em 2010, onde parou de jogar na metade de 2012.
Capitão da Alemanha na Copa do Mundo de 2006, Ballack fez 98 partidas com a camisa da seleção nacional, tendo anotado 42 gols – ele é o 6º atleta que mais jogou pela equipe do país e o 8º maior artilheiro alemão.
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No segundo amistoso com o time reserva, a Alemanha até que não jogou tão mal contra os Estados Unidos, em Washington, mas foi derrotada por 4 a 3. O jogo foi marcado pelos muitos erros de marcação do sistema defensivo e pela falha bisonha do goleiro ter Stegen. E, claro, teve a zica da camisa verde, que não dá sorte nunca. É linda, mas já dá para aposentar.
O time germânico começou bem e quase abriu o placar com Mertesacker. Porém, foram os norte-americanos que saíram na frente. Aos 13 minutos, após cruzamento da direita, o atacante Jozy Altidore, sozinho no meio da área, acertou um belo chute de primeira para vencer o goleiro ter Stegen. Falha no miolo de zaga da Nationalelf.
Por falar em falha, o segundo gol dos EUA saiu num erro grotesco do arqueiro alemão. Aos 17, Höwedes recuou a bola para Stegen, que se enrolou todo no domínio e deixou ela entrar no gol. Deu dó. O camisa 1 do Borussia M’gladbach é jovem e um excelente goleiro, mas na seleção ele dá um azar danado.
Confere o lance no vídeo:
Mesmo levando dois gols em menos de cinco minutos, a Alemanha seguiu jogando melhor, mantendo mais a posse de bola, mas sem conseguir ameaçar o gol de Howard. Klose até chegou a balançar as redes, mas o árbitro marcou impedimento. E acertou.
Na segunda etapa, Löw mexeu no time e colocou Westermann, Wollscheid, Aogo e Kruse. A seleção continuou melhor que os EUA e conseguiu diminuir aos sete minutos, justamente em jogada de dois atletas que haviam acabado de entrar. Kruse cobrou escanteio e Westermann cabeceou firme para marcar o gol.
Quando o empate parecia próximo, os donos da casa ampliaram. Altidore cruzou da esquerda, mais uma vez a defesa ficou parada e Dempsey apareceu livre no meio da área para fuzilar. Quatro minutos mais tarde, o mesmo Dempsey arriscou de fora da área e marcou um belo gol. Stegen estava adiantado, na risca da pequena área, e não alcançou a bola.
A goleada estava feia, então a equipe tratou de deixar o placar menos vexatório. Aos 34, Kruse arriscou de fora e acertou o canto, diminuindo o prejuízo. Dois minutos depois, Sidney Sam finalizou cruzado, o goleiro dos EUA espalmou e Draxler marcou o terceiro gol alemão no rebote. Os minutos finais foram de pressão germânica, mas ficou nisso.
E o saldo destes dois amistosos que a Alemanha fez com o time reserva? Três jogadores agradaram bastante e podem até figurar nas próximas convocações, mesmo com a volta dos atletas de Bayern, Dortmund e Real Madrid: Jansen, Kruse e Sam. No duelo contra os EUA, os dois últimos entraram no segundo tempo e deram mais movimentação à equipe.
Por outro lado, ter Stegen ainda vai ter que ralar muito no seu clube para tentar voltar. Podolski foi bem no primeiro jogo, contra o Equador, mas não tão bem neste domingo. Schürrle também não aproveitou muito bem a chance de se firmar de vez na equipe.
Próximo jogo da seleção alemã é só em agosto, no dia 14, em amistoso contra o Paraguai, na cidade de Kaiserslautern.
Notas dos jogadores:
ter Stegen 3,0, Lars Bender 4,5 (Westermann 6,0), Mertesacker 6,5 (Wollscheid 5,0), Höwedes 5,5 e Jansen 6,5 (Aogo 5,0); Sven Bender 6,0 (Kruse 7,5), Reinartz 6,0 e Draxler 6,5; Schürrle 6,5 (Sidney Sam 7,0), Podolski 6,0 e Klose 5,0 (Nicolai Müller Sem nota)
A seleção alemã volta a campo neste domingo e faz seu último amistoso da temporada européia. Depois, a Nationalelf só entra em campo no mês de agosto. E para encarar os Estados Unidos, o técnico Joachim Löw terá os reforços de Klose e Sven Bender, que não atuaram na vitória do meio da semana passada diante do Equador. O meia Grosskreutz também era esperado, mas se machucou na final da Champions e virou desfalque.
E o time deverá ser diferente daquele que bateu os equatorianos, levando em consideração os treinamentos realizados antes do duelo contra os norte-americanos. O goleirão ter Stegen deve ter uma oportunidade no lugar de Adler, assim como Aogo, Reinartz e Schürrle. Lars Bender assume a lateral direita, e o zagueiro Höwedes vai jogar na sua posição de origem. E, claro, Klose lá no ataque, com Kruse ficando como opção na reserva.
O time deve ser esse: ter Stegen, Lars Bender, Mertesacker, Höwedes e Aogo; Sven Bender, Reinartz e Draxler; Schürrle, Podolski e Klose.
Palpite? Jogo difícil, ainda mais com a Alemanha toda desfigurada. Um empate fora de casa está bom demais: 2 a 2, dois gols de Klose. Aliás, Miro está apenas um tento atrás de Gerd Müller (68 a 67) e tem tudo para igualar ou passar a lenda alemã na artilharia de toda história da seleção.
A história do confronto Alemanha x Estados Unidos é curta e recente, já que as seleções começaram a se enfrentar somente a partir da década de 90. Até hoje, foram oito partidas, com seis vitórias alemãs e duas norte-americanas – a Nationalelf marcou 18 gols e sofreu 11.
Confira abaixo todos os jogos da história:
22 de março de 2006 Amistoso em Dortmund (ALE)
Alemanha 4 x 1 Estados Unidos
21 de junho de 2002 Quartas da Copa do Mundo, em Ulsan (COR)
Alemanha 1 x 0 Estados Unidos
27 de março de 2002 Amistoso em Rostock (ALE)
Alemanha 4 x 2 Estados Unidos
30 de julho de 1999 Fase de grupos da Copa das Confederações, em Guadalajara (MEX)
Estados Unidos 2 x 0 Alemanha
06 de fevereiro de 1999 Amistoso em Jacksonville (EUA)
Estados Unidos 3 x 0 Alemanha
15 de junho de 1998 Fase de grupos da Copa do Mundo, em Paris (FRA)
Alemanha 2 x 0 Estados Unidos
18 de dezembro de 1993 Amistoso em San Francisco (EUA)
Estados Unidos 0 x 3 Alemanha
16 de junho de 1993 US Cup, em Chicago (EUA)
Estados Unidos 3 x 4 Alemanha
Robben na foto do título com a camisa 4 do brasileiro Dante, que estava na seleção brasileira (clique e amplie)
A temporada mágica do Bayern de Munique está completa. A inédita tríplice coroa veio com a vitória por 3 a 2 diante do Stuttgart na emocionante final da Copa da Alemanha, no estádio Olímpico de Berlim, gols de Thomas Müller e Mario Gomez (2). Harnik anotou os dois tentos dos Schwaben.
O clube se tornou o primeiro alemão a conquistar a liga nacional, a copa nacional e a Champions League na mesma temporada. Na Europa, o Bayern é apenas o 7º time a alcançar o feito: Celtic-ESC em 1966/67, Ajax-HOL em 1971/72, PSV-HOL em 1987/88, Manchester United-ING em 1998/99, Barcelona-ESP em 2008/09 e Inter de Milão-ITA em 2009/10.
Mario Gomez marcou dois gols
Que venha o Mundial de Clubes, em dezembro!
E foi um jogaço para mais de 74 mil pessoas na capital da Alemanha. O primeiro tempo foi bastante equilibrado, com os goleiros Neuer e Ulreich trabalhando demais. O Stuttgart não se intimidou com a força bávara e conseguiu criar algumas boas chances de perigo. O Bayern também apareceu bem no ataque, como sempre.
O resultado começou a ser construído no fim da primeira etapa. Lahm foi derrubado na área e Thomas Müller cobrou o pênalti com categoria, aos 37 minutos. Na volta do intervalo, Mario Gomez ampliou aos três minutos, aproveitando assistência de Lahm, e marcou o terceiro do Bayern aos 16, após cruzamento de Müller.
Título garantido? Nada disso. O Stuttgart foi valente, acordou e assustou.
Harnik anota o segundo do Stuttgart
Aos 26 minutos, o austríaco Harnik subiu mais que a zaga do Bayern e anotou o primeiro gol dos Schwaben no duelo. Mais tarde, aos 35, o mesmo Harnik aproveitou rebote de Neuer para marcar o segundo do Stuttgart e colocar fogo na partida nos minutos finais.
No último lance do jogo, Tasci conseguiu ganhar da zaga do Bayern no alto e cabeceou no canto de Neuer, que fez a defesa para garantir o 16º título do time de Munique na história da DFB Pokal. O Stuttgart tem três conquistas.
Considerações: O Bayern teve razão ao reclamar da ausência de Dante nesta partida. O brasileiro fez muita falta ali no miolo de zaga, principalmente quando o Stuttgart foi para o tudo ou nada. O jogo marcou a despedida do volante Tymoschuk e do técnico Jupp Heynckes dos Bávaros. Além deles, Mario Gomez e Robben também podem ter feito a última partida com a camisa vermelha.
A final da Liga dos Campeões já aconteceu há quase uma semana, mas não dá para esquecer tão cedo o jogaço que Bayern de Munique e Borussia Dortmund fizeram em Wembley. Até porque estão circulando na internet dois vídeos bem legais sobre a decisão, com os gols e melhores momentos daquela partida. E em Lego, com narração e tudo mais.
Sem os jogadores de Bayern de Munique, Borussia Dortmund e Real Madrid (Özil e Khedira), além de Klose, a Alemanha conseguiu uma boa vitória por 4 a 2 diante do Equador, em amistoso realizado nos Estados Unidos. Todos os gols da seleção reserva foram anotados no primeiro tempo – Podolski e Lars Bender marcaram duas vezes cada. E o goleirão Adler brilhou lá atrás. Mas o time não foi bem, em especial na etapa final.
Os alemães começaram com tudo e deram uma ótima impressão. Logos aos 9 segundos (sim, SEGUNDOS), Podolski roubou a bola do zagueiro equatoriano e chutou por baixo do goleiro Banguera, abrindo o placar. E olha que quem deu a saída de bola foi o time sul-americano. Na sequência, aos quatro minutos de jogo, Sidney Sam deu um belo passe para Lars Bender ampliar.
O início fulminante não parou por aí. Aos 17 minutos, ótima trama de ataque pela esquerda e passe de Kruse para Podolski fuzilar e anotar o terceiro gol germânico. Aos 24, Lars Bender arriscou de fora da área e anotou o 4º gol da Nationalelf, seu segundo no duelo. Era um baile até então.
Depois dos 30 minutos, o Equador conseguiu igualar as ações e passou a atacar mais, exigindo boas defesas de Adler e enfiando, inclusive, uma bola no travessão. A mini-pressão surtiu efeito e quando o cronômetro marcava 44 minutos, Valencia recebeu livre na área e diminuiu.
O segundo tempo foi totalmente diferente do primeiro. A Alemanha simplesmente não jogou. Mais entrosado, o Equador partiu para cima e acuou o time de Joachim Löw no campo de defesa. Era um ou outro contra-ataque bem encaixado, mas sem oferecer perigo ao rival.
A segunda metade da partida foi um verdadeiro bombardeio para cima de Adler, que se virou do jeito que pôde e fez milagre com defesas espetaculares. Neuer que abra o olho, hein? Joachim Löw deve ter saído bem satisfeito com o goleiro do Hamburgo. Nos minutos finais, Ayovi cobrou falta da direita e marcou o 2º dos equatorianos, decretando o placar final.
Além do arqueiro, outros três jogadores aproveitaram bem a chance – analisando o primeiro tempo, claro, porque no segundo o time todo não atuou bem. Um deles é Podolski, que foi bem pela esquerda, voluntarioso e autor de dois gols. Lars Bender também anotou duas vezes e agradou. Já Sidney Sam, que fez sua estreia com a camisa tricampeã mundial, deu conta do recado e tomou conta do meio de campo ofensivo. Grande partida do jogador do Leverkusen.
Mertesacker também fez um bom jogo, assim como Jansen pela esquerda. Já Höwedes, atuando como lateral direito, ficou devendo. Ele não rende nunca nessa posição e só o treinador não consegue ver. Westermann esteve numa tarde desastrosa, perdeu quase todos os lances. Draxler e Kruse também ficaram abaixo da média.
Próximo jogo da Alemanha é no domingo, dia 2 de junho, contra os Estados Unidos.
Notas dos jogadores:
Adler 9,0, Höwedes 4,0, Mertesacker 7,0, Westermann 5,0 e Jansen 6,5; Neustädter 5,5 (Reinartz 5,0), Lars Bender 8,0 (Wollscheid Sem nota), Sidney Sam 8,0 (Schürrle 6,0) e Draxler 5,5 (Hunt 5,5); Podolski 8,5 (Nicolai Müller Sem nota) e Kruse 6,0 (Aogo Sem nota)
Nós reclamamos do péssimo nível da arbitragem brasileira e sul-americana, mas lá na Alemanha o pessoal também fica na bronca com os juízes. Olha só o que aconteceu na Oberliga Hamburg, uma espécie de 5ª divisão do futebol germânico, que é separada por regiões.
No duelo entre Buchholz e Altona, um jogador do Buchholz acertou um belo chute de fora da área e o goleiro do Altona fez uma grande defesa, espalmando por cima do gol. Porém, como o local também serve como campo de futebol americano, a bola pegou na trave do futebol americano, voltou para o jogo e, no rebote, saiu o gol. O árbitro validou o tento, causando revolta dos atletas do Altona.
Veja no vídeo abaixo:
Mesmo com o “gol fantasma” – como está sendo chamado o lance por lá – validado, o Altona conseguiu vencer a partida fora de casa por 3 a 2, terminando a competição na vice-liderança. Já o Buchholz ficou em terceiro. O grande campeão da regional de Hamburgo foi o Elmshorn.
A seleção alemã volta a campo nesta quarta-feira para um amistoso contra o Equador, nos Estados Unidos. Sem os jogadores de Bayern de Munique, Borussia Dortmund e Real Madrid (Özil e Khedira), o time de Joachim Löw estará totalmente modificado. Klose, Sven Bender e Grosskreutz, que também foram convocados, só vão atuar contra a seleção norte-americana, no domingo que vem.
Com algumas caras novas e atletas que não costumam ser convocados, é difícil prever qual time o técnico vai mandar a campo, mas ele treinou com a tradicional formação 4-2-3-1, com dois volantes, três meias ofensivos e um homem de referência na área. A provável equipe terá Adler, Höwedes, Mertesacker, Westermann e Jansen; Lars Bender, Reinartz, Draxler, Podolski e Schürrle; Kruse.
Desses, só Mertesacker pode ser considerado titular absoluto. Podolski já perdeu a vaga para Reus (ou até mesmo Götze) e, no gol, Neuer ainda é o preferido de Löw.
Palpite? Aposto em uma vitória alemã apertada, 2 a 1, com dois de Schürrle.
Na história, a Alemanha enfrentou o Equador apenas uma vez. Foi na fase de grupos da Copa do Mundo 2006, em Berlim, no estádio Olímpico, e a Nationalelf venceu por 3 a 0, dois gols de Klose e um de Podolski. Naquele jogo do dia 20 de junho, o time que entrou em campo foi esse: Lehmann, Arne Friedrich, Mertesacker, Huth e Lahm; Schneider (Asamoah), Frings (Borowski), Ballack e Schweinsteiger; Podolski e Klose (Neuville).
Mário André Monteiro é repórter do iG Esporte e, apesar da aparência, não é alemão - exceto para o porteiro do prédio e para o frentista do posto da esquina, que o chamam assim. Também não bebe cerveja. Mas adora o futebol tricampeão do mundo, segue de perto o que rola em terras germânicas e reproduz tudo por aqui.