“The Economist” endossa candidatura de Obama
INDIANOPOLIS (IN) – “It’s time”. A influente revista britânica “The Economist” anunciou nesta quinta-feira seu apoio ao candidato democrata Barack Obama.
Em um longo editorial, a revista diz que a América “deve aceitar o risco e eleger Barack Obama como líder do mundo livre”. Mas a revista não é só elogios ao candidato democrata. “Nós sabemos que é uma aposta. Dada a pouca experiência de Obama, a falta de clareza sobre algumas de suas idéias e o previsão de um Congresso estridente dominado por democratas, votar em Obama é um risco. Mas é um risco que a América deve ter, dada a íngreme colina que deve escalar”, diz o artigo.
“Não há como negar que o currículo de Obama é ‘fino’ para o maior trabalho do mundo. Mas a forma excelente como ele comandou sua campanha é um grande conforto. Não apenas o fato dele ter sido melhor que McCain nos debates, mas é um homem que começou com pouco dinheiro e poucos aliados e venceu as duas maiores máquinas da política americana – os Clintons e a direita conservadora”, diz o texto.
Sobre John McCain, a revista diz que seu melhor lado foi deixado para trás nos últimos seis meses e seus pontos fracos exagerados ao longo da corrida eleitoral. A revista critica a posição do senador republicano quando abandonou a campanha para voltar ao Senado durante o ápice da crise economica e bate fortemente na escolha de Sarah Palin como candidata a vice-presidente. A idade do senador também é lembrada no texto da “Economist”. “Quantas empresas em crise trariam um chefe novo de 72 anos?”
Diferente do “The New York Times‘”, que endossa candidatos democratas desde Einsenhower, em 1952, a “Economist” já apoiou Ronald Reagan em 1980, ninguém em 84 e 88, Clinton em 1992, Bob Dole em 1996 (contra Bill Clinton), Bush em 2000 (contra Al Gore) e John Kerry em 2004, contra Bush. Ou seja, as posições da revista são muito mais baseadas em propostas e análise dos candidatos do que conflitos partidários.

Senhores,
O candidato a presidência dos Estados Unidos, Barak Obama, tem demonstrado competência em seus discursos e possui o perfil para comandar aquela Nação. Assim sendo, creio que os eleitores conscientes daquele Pais o elegerão na oportunidade que terão para votar no mesmo. Devemos abrir os caminhos aos jovens competentes, crendo que eles superarão as nossas expectativas.
RF
Toda unanimidade é burra !