Obama e McCain viram piadistas no “Al Smith Dinner”"

BROOKLYN (NY) – Erramos quando falamos que o debate de quarta-feira foi o último encontro dos candidatos à Casa Branca antes da eleição. Na noite desta quinta-feira, Barack Obama e John McCain estiveram juntos no “Al Smith Dinner“, um jantar beneficente que acontece todo ano e a participação dos candidatos é tradição desde 1960.
No lugar de acusações políticas, os candidatos apareceram fazendo piadas sobre si mesmos e sobre o oponente. McCain iniciou seu discurso dizendo que trocou seu time de analistas por “Joe the plumber” e Obama afirmou que “sua principal qualidade é a humildade”.
Obama também fez piada em relação à idade de McCain, dizendo que o senador republicano se divertiu muito com Al Smith, que morreu em 1945, nos anos em que a Lei Seca não existia. Brincando sobre seu status de celebridade, Obama disse que “esmurrou um paparazzi” ao sair de um famoso restaurante. “Eu derrubei meu chá em cima do meu cachorro. Foi vergonhoso”, brincou.
O senador republicano John McCain também animou a platéia. “Nesta sala cheia de democratas, é bom saber que alguns vão me apoiar. É bom ver você aí atrás, Hillary!”, disse.
Assista ao discurso dos dois candidatos abaixo:
O “Al Smith Dinner” é um jantar beneficente que acontece todos os anos, desde 1945, em homenagem a Al Smith, ex-governador de Nova York e o primeiro candidato católico à presidência dos EUA. Desde 1960, quando Richard Nixon e John F. Kennedy discursaram no jantar, virou tradição que os candidatos à presidência fizessem uma aparição conjunta no jantar. O evento é patrocinado pela arquidiocesde de Nova York e levantou US$ 4 milhões para crianças carentes.
Autor: Leandro Meireles Pinto - Categoria(s): Eleição nos EUA Tags: iG nos EUA, John McCain, Obama
Embora o processo eleitoral ser muito confuso, nota-se que, pelas pesquisas, que o próximo presidente dos EUA deverá ser Obama. Para as demais nacões seria muito ruim a vitória de John McCain, haja vista que sua política certamente é a continuidade do atual presidente. Ou seja, invasão das nacões onde existem interesses econômico, com isso seus objetivos sao propagarem a guerra e ceifar vidas humanas.
A confiar nas pesquisas, mesmo descontando o prejuízo de 6% (isso também saiu de uma pesquisa…) oculto no racismo enrustido de vários eleitores que se declaram Obama mas não votam nele por ser negro, os EUA terão um presidente democrata.
Só espero que ele saia um pouco da mesmice neo-conservadora que varreu aquele país desde o Reagan, e se disponha a redistribuir a riqueza de fato, e não apenas na retórica. E que entenda que, ou os EUA aceitam o papel de líder regional das Américas (ao lado do Brasil, do México e da Argentina), e abandonam suas ambições imperiais sobre o mundo, ou vão acabar falidos e com os hunos (desta vez sino-hunos…) às portas de casa.
Se continuarem com sua aliança preferencial com a Europa, vão ver que, quando os russos recuperarem o status econômico e militar que tinham (daqui a uns 20 anos, mais ou menos), os europeus vão estar mais preocupados em fazer alianças com eles, para conter os asiáticos, do que com os EUA, e a América Latina não terá poderio econômico para dividir os ônus da defesa continental com eles, deixando as portas abertas para a China. Aí, ou guerra nuclear, ou guerra fria. A primeira não interessa a ninguém, e a segunda eles não têm mais como sustentar.
Vamos ver a que veio o Obama, afinal (até porque o McCain a gente já sabe: é a velha doutrina Monroe, em nível mundial).
obama na minha opiniao ganha de mcCaia, mas e aquela historia que os branco não se dão com os brancos.