O peso de cada Estado no Colégio Eleitoral
CHICAGO (IL) – Nos Estados Unidos, o presidente não é eleito pelo voto popular, mas sim por um Colégio Eleitoral. Cada Estado envia um certo número de delegados para o colégio, baseado no tamanho da sua população. No total, o Colégio Eleitoral conta com 538 delegados (ou 538 votos) e, para ser eleito, o candidato precisa de pelo menos 270 votos.
No mapa abaixo, você vê como os votos do Colégio Eleitoral são distribuídos. Califórnia (CA), Texas (TX) e Nova York (NY), os Estados mais populosos do país, são os que têm mais delegados. Estados pouco povoados, como Montana (MT) e Dakota do Norte (ND), têm apenas três, o número mínimo de delegados.
Os Estados que devem votar em John McCain estão pintados de vermelho. Em azul estão os Estados que devem votar em Barack Obama. Os Estados pintados de amarelo são os “swing states”, aqueles em que a disputa é acirrada e ainda não é possível dizer quem será o vencedor.
Pelas contas da CNN, Obama tem 210 votos garantidos e 81 votos que tendem a ser de Obama. McCain tem 121 votos garantidos e 36 que tendem a ser do republicano. Os 90 votos restantes estão nos “swing states” e podem ser de qualquer um. Ou seja, o cenário parece muito positivo para Obama, segundo as pesquisas.

Fonte: CNN
O problema no mapa acima é que Estados populosos, mas pequenos, não aparecem direito e Estados grandes mas pouco povoados parecem ser mais importantes.
Por causa disso, o mapa dos Estados muda um pouco se levarmos em consideração o peso de cada um no Colégio Eleitoral. Nova York, por exemplo, é um Estado pequeno geograficamente, mas com uma população enorme. Portanto, no mapa proporcional ao peso no Colégio Eleitoral, NY aparece entre os maiores Estados.
Veja abaixo o peso de cada Estado no Colégio Eleitoral:


Primeira vez que me intero das eleições americanas na integra, que acompanho no Jornal Nacional e Fantástico e até busco no Google o resultado de cada Estado. Não concordo com o repaz que comentou sobre a preferência da Rede Globo pelo republicano John McCain, dessa vez achei bem nítido a preferência pelo Barak Obama.
Sinto pelos democratas a retirada da Hillary como vice, pra mim, é uma mulher de punho e teria sido ainda maior o número de americanos nas urnas e a diferença de delegados.
Sinto muito mais pelo nosso aprendiz Cesar, que deixou seus primeiros comentários após sair das fraldas e não está mais se expressando ou mesmo aprendendo . É sempre necessário reconhecer nosso erros.
Sou negra e acredito no Obama, não apenas pela cor da pele, mas pelos seus ideais e confiança que transmite. ACREDITO NUMA MUDANÇA, BOA, pq pior do q já está IMPOSSÍVEL.
Agora é torcer, pq após esses 8 anos de Era Bush, os americanos tomaram uma atitude, pq burrice mesmo foi a reeleição do Bush, e pra mim, se mexer nessa eleição que elegeu o Bush, vai feder.
Outra, NÃO existe americano suficiente, de “sangue puro”, que faça parte de uma massa, ali como aqui e acolá, misturou tudoo.
=]
a eleição de obama para presidente dos estados unidos da america foi um pequeno ato que pode mudar o mundo,pois até agora so viamos as grandes tragedias na africa (aids fome,guerras) agora temos obama como exemplo que tudo e possivel.
ai cesar acorda estamos no seculo 21 não existe diferença entre branco ,negros,amarelos.
obama vai e pinta a casa branca de cafe com leite e acabar com esse racismo
Andar pelas ruas de Nova Iorque nestes dias pós eleitorais têm sido fenômeno de alegria e ousadia inimagináveis nestas duas últimas semanas.
Por um lado, a obra prima da democracia, lição para países presidencialistas do mundo, onde existe um sistema onde todos podem , através do merecimento e esforço , chegar a postos revelantes da administração pública e da presidencia. Por outro lado, a idéia de que após o que sobrou da tragédia do período Busch, quem poderia aceitar o cargo de comandante supremo de um Império quase esfacelado ? Que o digam as instituições bancaŕias, imobiliárias, os fundos de pensão perdidos em aplicações insanas, crimes de colarinho branco que dificilmente serão esquecidos!
O contexto global criado neste período Busch , iniciado pouco após a tragédia de 11 de setembro, significava o apocalipse. Em outras palavras, que venha a Besta pois a Babilônia por aqui já passou e causou a confusão que aí está.
Para quem visita os arredores da Disney World, não se assuste, pois a qualquer momento pode encontrar uma branca de neve com anões na esquina pedindo esmolas. Os salários estão péssimos. Sabe-se inclusive que o Rato Mickey precisou voltar aos esgotos para encontrar comida> Já não se distingue aqui em Nova Iorque quem é Cristo ou quem é Barrabás. Nas igrejas, muitas senhoras se declararam cristãs, pois somente assim poderão crucificar alguém que tenha sobrado do Governo Bush;. Pois é …não deveriam ter matado o Sadam, … o castigo veio à cavalo…É a maldição do Islan.
A sociedade americana está em expectativa, como aquela que está em trabalho de parto, pois não sabe mais o que virá para completar . Recomeçar é a palavra chave, mas de onde? Só falta agora alguma catástrofe natural, como por exemplo uma invasão das águas pelos mares e oceanos nas áreas litorâneas, para submergir tudo. Mas merda não afunda, e com certeza ficará boiando na superfície alertando para que nunca mais se faça o que se fez em Wall Street.
Aliás, é pelas calçadas da Wall Street que caminham at ônitos antigos executivos desempregados, até a pouco bem pagos com recursos vindos da economia fantasma que era sustentada pelo sistema.
Talvez o ex-presidente jamais seja convidado para fazer palestra alguma em Universidades, excepto a terrorista do Paquistão.
Pois com seu nome , só poderia ser lançado um refrigerante explosivo: Beba Busch