Israel mostra suposta base do Hamas na escola da ONU
“Em uma guerra, a primeira vítima é sempre a verdade”. A frase, atribuída ao ex-senador americano Hiram Johnson em 1918, continua verdadeira nos conflitos atuais.
Após o ataque israelense contra uma escola da Organização das Nações Unidas, que deixou cerca de 40 mortos, o porta-voz do Exército de Israel afirmou que o local era usado por militantes do Hamas para o disparo de foguetes. O Hamas negou a informação e disse que todos os mortos eram civis.
Ontem, o Exército israelense divulgou um vídeo para diminuir a pressão internacional e tentar provar que a escola da ONU era realmente usada por milicanos do Hamas. O vídeo está disponível no site Israel National News. O problema é que o vídeo foi gravado no dia 29 outubro de 2007, mais de um ano antes do ataque de ontem.
Assista abaixo:
PS: vamos tentar manter um nível civilizado nos comentários, ok? Sou sempre favorável à liberdade de expressão, mas não posso deixar o espaço abaixo virar terra de ninguém, repleto de ofensas raciais desnecessárias.
Autor: Leandro Meireles Pinto - Categoria(s): Oriente Médio Tags: Hamas, Israel
Por favor, façam uma campanha para implorar aos governantes brasileiros (se é que temos isso) a pressionar Israel que pare de matar crianças, mulheres e idosos na Palestina.
Assim com os Estados Unidos usam de qualquer desculpa para se impor pela força das armas como fez com o Iraque, após mas de 10 anos de embargo da ONU. Israel está usando do mesmo pretexto.
E da mesma forma que a ONU se manteve impassiva mediante a covarde invasão do Estados Unidos ao Iraque tem se mantido impassiva mediante a covardia de Israel contra o povo Palestino.
Mas não é de se esperar coisa diferente. Basta lembrar a quase 25 anos ocorreu um dos mais covardes casos de crime de gerra da história da humanidade de inteira responsabilidade de Israel, a saber o MASSACRE DOS CAMPOS DE SABRA E SHATILA, em mais de 3600 palestimos (homens, mulheres, velhos e crianças) foram torturados, violentados, mutilados, esquartejados e mortos. E até hoje ninguem foi considerado culpado ou punido, muito pelo contrario, o então general Ariel Sharon, responsável pelos campos, tempos depois foi eleito primeiro ministro de Israel.
Oras chamar de teroristas pessoas que tiveram seu território invadido, que foram expulso de seus lares e que vivem num constante estado de sitio e que lutam por sua liberdade usando estilingues contra arma de ultima geração e no minimo desarazoado.
A prova dos Nobel
O grande intelectual muçulmano Adamgi já tinha alertado* para o défice educacional dos muçulmanos. Mas o panorama é pior do que se imagina. Bastava que ensinassem menos ódio e mais ciência nas escolas e o seguinte quadro comparativo dos Prémio Nobel da comunidade muçulmana com os da comunidade judaica seria bem diferente. Se a lista tiver erros ou omissões peço que os assinalem
A população muçulmana está estimada em 1.200.000.000 pessoas, isto é, cerca de 20% da população mundial. Receberam o Prémio Nobel, os seguintes:
Literatura: 1988 – Najib Mahfooz
Paz: 1978 – Mohamed Anwar El-Sadat; 1994 – Yaser Arafat
Física: 1990 – Elias James Corey; 1999 – Ahmed Zewail
Medicina: 1960 – Peter Brian Medawar; 1998 – Ferid Mourad
A população judaica está estimada em 14.000.000 de pessoas, isto é, cerca de 0,02% da população mundial. Receberam o Prémio Nobel, os seguintes:
Literatura: 1910 – Paul Heyse; 1927 – Henri Bergson; 1958 – Boris Pasternak; 1966 – Shmuel Yosef Agnon; 1966 – Nelly Sachs; 1976 – Saul Bellow; 1978 – Isaac Bashevis Singer; 1981 – Elias Canetti; 1987 – Joseph Brodsky; 1991 – Nadine Gordimer World
Paz: 1911 – Alfred Fried; 1911 – Tobias Michael Carel Asser; 1968 – Rene Cassin; 1973 – Henry Kissinger; 1978 – Menachem Begin; 1986 – Elie Wiesel; 1994 – Shimon Peres; 1994 – Yitzhak Rabin
Física: 1905 – Adolph Von Baeyer; 1906 – Henri Moissan; 1907 – Albert Abraham Michelson; 1908 – Gabriel Lippmann; 1910 – Otto Wallach; 1915 – Richard Willstaetter; 1918 – Fritz Haber; 1921 – Albert Einstein; 1922 – Niels Bohr; 1925 – James Franck; 1925 – Gustav Hertz; 1943 – Gustav Stern; 1943 – George Charles de Hevesy; 1944 – Isidor Issac Rabi; 1952 – Felix Bloch; 1954 – Max Born; 1958 – Igor Tamm; 1959 – Emilio Segre; 1960 – Donald A. Glaser; 1961 – Robert Hofstadter; 1961 – Melvin Calvin; 1962 – Lev Davidovich Landau; 1962 – Max Ferdinand Perutz; 1965 – Richard Phillips Feynman; 1965 – Julian Schwinger; 1969 – Murray Gell-Mann; 1971 – Dennis Gabor; 1972 – William Howard Stein; 1973 – Brian David Josephson; 1975 – Benjamin Mottleson; 1976 – Burton Richter; 1977 – Ilya Prigogine; 1978 – Arno Allan Penzias; 1978 – Peter L Kapitza; 1979 – Stephen Weinberg; 1979 – Sheldon Glashow; 1979 – Herbert Charle s Brown; 1980 – Paul Berg: 1980 – Walter Gilbert; 1981 – Roald Hoffmann; 1982 – Aaron Klug; 1985 – Albert A. Hauptman; 1985 – Jerome Karle; 1986 – Dudley R. Herschbach; 1988 – Robert Huber; 1988 – Leon Lederman; 1988 – Melvin Schwartz; 1988 – Jack Steinberger; 1989 – Sidney Altman; 1990 – Jerome Friedman; 1992 – Rudolph Marcus; 1995 – Martin Perl; 2000 – Alan J. Heeger
Economia: 1970 – Paul Anthony Samuelson; 1971 – Simon Kuznets; 1972 – Kenneth Joseph Arrow; 1975 – Leonid Kantorovich; 1976 – Milton Friedman; 1978 – Herbert A. Simon; 1980 – Lawrence Robert Klein; 1985 – Franco Modigliani; 1987 – Robert M. Solow; 1990 – Harry Markowitz; 1990 – Merton Miller; 1992 – Gary Becker; 1993 – Robert Fogel
Medicina: 1908 – Elie Metchnikoff; 1908 – Paul Erlich; 1914 – Robert Barany; 1922 – Otto Meyerhof; 1930 – Karl Landsteiner; 1931 – Otto Warburg; 1936 – Otto Loewi; 1944 – Joseph Erlanger; 1944 – Herbert Spencer Gasser; 1945 – Ernst Boris Chain; 1946 – Hermann Joseph Muller; 1950 – Tadeus Reichstein; 1952 – Selman Abraham Waksman; 1953 – Hans Krebs; 1953 – Fritz Albert Lipmann; 1958 – Joshua Lederberg; 1959 – Art hur Ko rnberg; 1964 – Konrad Bloch; 1965 – Francois Jacob; 1965 – Andre Lwoff; 1967 – George Wald; 1968 – Marshall W. Nirenberg; 1969 – Salvador Luria; 1970 – Julius Axelrod; 1970 – Sir Bernard Katz; 1972 – Gerald Maurice Edelman; 1975 – Howard Martin Temin; 1976 – Baruch S. Blumberg; 1977 – Roselyn Sussman Yalow; 1978 – Daniel Nathans; 1980 – Baruj Benacerraf; 1984 – Cesar Milstein; 1985 – Michael Stuart Brown; 1985 – Joseph L. Goldstein; 1986 – Stanley Cohen (& Rita Levi-Montalcini); 1988 – Gertrude Elion; 1989 – Harold Varmus; 1991 – Erwin Neher; 1991 – Bert Sakmann; 1993 – Richard J. Roberts; 1993 – Phillip Sharp; 1994 – Alfred Gilman 1995 – Edward B. Lewis
Qualquer coisa de muito grave e fundamental se passa na religião muçulmana. É preciso tomar precauções.
* http://www.myciw.org/modules.php?name=Forums&file=viewtopic&p=6755#6755
Já que a maioria aqui não estuda… Levarei o estudo até vc’s… Sei que os ignorantes têm preguiça de ler… Tentem não dói… vcs serão informados que esta terra vem passando de mão em mão, até q parou na mão dos ingleses e estes nos deram o estado de Israel (ninguém roubou.. pesquise no Google sobre ONU, Osvaldo Aranha(brasileiro)) devido todo nosso sofrimento e perseguições milenares dos invejosos… Nós merecemos… O modo de vida do Ocidente, a medicina o direito todas ciências devem muito aos judeus… Tipo Einstein, Marx, Freud, Spinoza, “Jesus”, Moises, Sabin (da vacina que salva muitas crianças), Bill Gates (mesmo sendo católico… tem sangue 100% judeu), Bob Dylan,Charles Chaplin, Salomão, Davi,Charles Darwin… muitos muitos e muitos
A História da Terra Santa
Estuda + sakamoto!… Tira este ódio do coração… tente ser imparcial… faz parte da sua profissão! Já esta ficando feio…
2126 a.C. – Deus chama Abrão para a terra de Canaã (Gn 12.1-3).
1913 a.C. – Deus estabelece uma aliança incondicional com Abraão e revela-lhe os limites da terra prometida a ele e aos seus descendentes para sempre (Gn 15).
1800 a.C. – Deus confirma a aliança abraâmica com Isaque (Gn 26.1-5).
1760 a.C. – Deus confirma a aliança com Jacó (Gn 28.13-15).
Egito
1728 a.C. – José é vendido como escravo no Egito (Gn 37.36).
1706 a.C. – Jacó (agora chamado Israel, Gn 32.28) e seus filhos mudam-se para o Egito (Gn 46.1-26).
1446 a.C. – O êxodo do Egito (Êx 14).
1406 a.C. – Início da conquista israelita de Canaã.
1375 a.C. – Começa o período dos juízes.
1050-930 a.C. – O reino unido (Saul, Davi e Salomão). Em 1000 a.C., Davi conquista Jerusalém e a torna a capital de Israel.
930-732 a.C. – O reino dividido (Norte = Israel; Sul = Judá). Jerusalém é a capital de Judá.
722 a.C. – A Assíria conquista o Reino do Norte (Israel).
605-586 a.C. – A Babilônia conquista o Reino do Sul (Judá) e destrói o Templo de Salomão. Início do cativeiro babilônico.
Do retorno até Herodes, o Grande
539 a.C. – Queda da Babilônia diante da Média-Pérsia (Dn 5).
538 a.C. – Ciro, o rei persa, permite o retorno dos judeus à sua terra (Esdras 1).
537 a.C. – Judeus retornam a Jerusalém sob Zorobabel.
516 a.C. – A reconstrução do Segundo Templo é concluída.
458 a.C. – Nova leva de judeus retorna a Israel sob Esdras.
445 a.C. – Artaxerxes I envia Neemias a Jerusalém para reconstruir os muros (Ne 2).
333 a.C. – Alexandre, o Grande, conquista a Pérsia, iniciando o período helenístico (grego).
323 a.C. – Morre Alexandre, o Grande. Seu reino é dividido entre seus quatro generais (Ptolomeu, Seleuco, Cassandro e Lisímaco).
167 a.C. – Antíoco IV (Epifânio) profana o Templo.
165 a.C. – Judas Macabeu lidera a revolta contra Antíoco, purifica o Templo e restabelece a independência sob a dinastia hasmoneana.
63 a.C. – O general romano Pompeu entra em Jerusalém, pondo fim à independência judaica; Júlio César é assassinado.
37 a.C. – Os romanos apontam Herodes, o Grande, como “rei dos judeus” e outorgam-lhe autoridade sobre a Judéia, Samaria e Galiléa.
De Herodes até Maomé
20 a.C. – Herodes inicia a reconstrução do Templo.
“6-5 a.C. – Jesus nasce em Belém.” rss
4 a.C. – Morre Herodes; César Augusto divide o território: Arquelau recebe a Judéia, Herodes Antipas, a Galiléia e Filipe, a Ituréia e Traconites (Nordeste da Galiléia – Lc 3.1).
26-36 d.C. – Pôncio Pilatos governa a Judéia.
“30 d.C. – Jesus, o Messias, é crucificado, ressuscita dentre os mortos e ascende ao céu.”
Massada
66-73 d.C. – Primeira insurreição judaica. Os romanos destróem Jerusalém e o Templo (70 d.C.), e atacam Massada, onde 960 judeus preferem cometer suicídio a se renderem (73 d.C.).
132-135 d.C. – Segunda insurreição judaica. O imperador Adriano reconstrói Jerusalém como uma cidade pagã e a denomina Aelia Capitolina. Rabbi Akiva lidera a rebelião e proclama como messias o líder militar Simon Bar Kochba. O povo judeu, que não tinha acesso apenas a Jerusalém, é disperso por toda a terra. Roma renomeia Judá, Samaria e Galiléia de Siria Palaestina, conhecida mais tarde como Palestina.
200 d.C. – Muitos judeus dispersos retornam.
312-313 d.C. – O imperador Constantino abraça o cristianismo.
330 d.C. – Constantino muda-se para Bizâncio, e dá-lhe o nome de Constantinopla (hoje Istambul, Turquia), mantendo o controle sobre a Palestina.
570 d.C. – Muhammad ibn Abd Allah [Maomé] nasce em Meca (Arábia Saudita).
De Maomé aos turcos otomanos
610 – Maomé declara que o anjo Gabriel mostrou-lhe uma tabuinha determinando que ele se tornaria um mensageiro de Deus [Alá]. Daí até sua morte ele passou a ter “visões”. Assim começou a religião muçulmana, o islamismo, que significa “submissão a Alá”.
622 – Maomé foge de Meca para Yathrib (que passou a ser chamada de Medina = Cidade do Profeta). Sua retirada é conhecida como Hégira (”hijrah”, em árabe = emigração). O calendário muçulmano começa nessa data – 1 d.H. (primeiro ano depois da Hégira).
630 – Os árabes omíadas tornam-se os primeiros muçulmanos presentes em Jerusalém.
632 – Morre Maomé.
639-661 – Governo árabe muçulmano. Apenas neste período de 22 anos a Terra Santa foi governada pelos árabes – mesmo então, como parte de um grande império.
661-1099 – Muçulmanos governam a Palestina. No entanto, não se trata de árabes, e sim dos abássidas, vindos de Bagdá, dos fatímidas, procedentes do Cairo, e dos seljúcidas, da Turquia.
Cruzadas
1099-1187 – As cruzadas católicas, sob o papa Urbano II, conquistam Jerusalém e massacram judeus e muçulmanos.
1187 – Saladino, um muçulmano curdo de Damasco, recaptura Jerusalém e grande parte da Palestina.
1244-1303 – Os mongóis da Ásia destituem a dinastia de Saladino. Os mamelucos muçulmanos e os mongóis lutam pelo poder. A presença dos cruzados termina em 1291 d.C.
1513-1517 – Os muçulmanos turco-otomanos conquistam a Palestina.
Dos turcos otomanos até os britânicos
1517 – Os muçulmanos turco-otomanos governam a Palestina como parte de seu império.
1840 – Governo turco completamente restaurado. Líderes ingleses começam a discutir a possibilidade de restabelecer o povo judeu em sua própria terra.
1822 – Judeus fazem aliyah (imigração) da Romênia para a Palestina.
1890-1891 – Uma grande massa de judeus proveniente da Rússia desembarca em Israel.
1894-1895 – Na França, o capitão Alfred Dreyfus é condenado por espionagem, em meio a um feroz anti-semitismo.
1896 – Theodor Herzl escreve Der Judenstaat (”O Estado Judeu”).
1897 – O Primeiro Congresso Sionista, convocado por Herzl, é realizado em Basiléia (Suíça). Mais de 200 participantes, de 17 países, criaram a Organização Sionista Mundial, que buscava “estabelecer uma pátria para o povo judeu em Eretz-Israel (a terra de Israel), assegurada pela lei”. O Congresso Sionista se reuniu todos os anos, de 1897 a 1901, e desde então se reúne a cada dois anos, até os dias de hoje.
1901 – O Congresso Sionista criou o Fundo Nacional Judaico (FNJ), destinado a levantar recursos para a aquisição de terras em Eretz Israel. O FNJ é o maior proprietário de terras em Israel (12,5% do território), tendo adquirido mais da metade dessa extensão antes do estabelecimento da nação.
1904 – Segunda onda de imigração de judeus, provenientes principalmente da Rússia e da Polônia.
1906 – A primeira escola judaica de ensino médio é fundada em Haifa e uma escola de artes é fundada em Jerusalém.
1908-1914 – Segunda aliyah de judeus vindos do Iêmen.
1909 – Tel Aviv, a primeira cidade totalmente judaica, é fundada na Palestina.
1910 – Fundação do kibbutz Degania.
1914-1918 – Primeira Guerra Mundial.
1917 – O general britânico Edmund Allenby conquista a Palestina, a leste e a oeste do Jordão, pondo fim ao domínio otomano. Em novembro, os britânicos publicam a Declaração Balfour, apoiando o estabelecimento de “uma pátria para os judeus”.
1920 – A Liga das Nações dá aos britânicos um mandato sobre a Palestina, com ordens de implementação da Declaração Balfour.
1925 e 1927- Nos vários territórios árabes, os sentimentos nacionalistas anticoloniais tomaram corpo: na Síria, entre 1925 e 1927; e na Palestina, entre 1936 e 1939. E onde há séculos existira uma perfeita convivência árabe com a minoria judia, iniciaram-se os primeiros atritos sérios.
Em 1937, em vista da situação explosiva entre árabes e judeus, o Governo britânico
chegou a considerar, pela primeira vez, a possibilidade de dividir a Palestina em dois
Estados: um judeu e outro árabe. Os árabes, contudo, não aceitariam.
1939- Com a eclosão da segunda guerra, uma onda de imigração clandestina começou a
desenvolver-se na Europa, cerca de 150 mil judeus, pelo menos, imigraram para a Palestina
entre 1939-48.
1945- Ben Gurion, comandou a luta contra o domínio britânico e Árabe. Atacaram o Hotel King David de Jerusalém, sede do estado-maior inglês. Entre judeus, árabes e ingleses, 91 vítimas seriam retiradas dos escombros.
1947 – ONU aprova a partilha da Palestina, com a criação de um Estado judaico e outro árabe. Israel aceita, mas os palestinos e os outros países árabes não
1948 – Israel declara independência e entra em guerra com países árabes. Como resultado do conflito, centenas de milhares de palestinos se tornam refugiados
1949 – Acordo de armistício expande território israelense. Jordânia passa a controlar a Cisjordânia e Jerusalém Oriental. Faixa de Gaza fica com o Egito
1964 – Criada a OLP (Organização Para a Libertação da Palestina)
1967 – Em nova guerra árabe-israelense, Israel derrota os países vizinhos, ocupa a faixa de Gaza e Sinai (Egito), Cisjordânia (Jordânia) e colinas do Golã (Síria)
1973 – Árabes atacam Israel no dia do Yom Kippur, mas são novamente derrotados
1979 – Com a mediação dos EUA, Israel e Egito assinam acordo paz. O Sinai é devolvido aos egípcios, que mantêm a zona desmilitarizada para garantir a segurança dos israelenses
1982 – Israel ocupa Beirute com o apoio de grupos cristãos libaneses para combater Yasser Arafat e seus seguidores palestinos. A OLP é obrigada a sair do território libanês e os israelenses, após o massacre de Sabra e Shatila, recuam para o sul do Líbano
1987-92 – Primeira Intifadah fica simbolizada por jovens palestinos lançando pedras contra tanques israelenses. Hamas é criado e o movimento palestino passa a ter também um caráter religioso
1993 – Israel e OLP se reconhecem mutuamente nos acordos de Oslo, que dá início a um processo que deveria culminar na criação de um Estado palestino. Israelenses, ao longo da década, se retiram de cidades palestinas, mas mantêm assentamentos. OLP tampouco coibi a violência de radicais palestinos que dão início a atentados suicidas
Julho de 2000 – Bill Clinton reúne Arafat e o premiê de Israel, Ehud Barak, para negociar a paz em Camp David. Os palestinos rejeitam proposta israelense para a criação de um Estado palestino por considerá-la inferior às ambições palestinas em relação ao território e à questão dos refugiados. Israel diz que era o máximo que poderiam oferecer
Setembro de 2000 – Começa a segunda Intifadah. Em vez de pedras, palestinos lançam uma série de atentados suicidas que culminam em respostas militares israelenses. Milhares são mortos nos dois lados ao longo dos outros três anos
Fevereiro de 2001 – O conservador Ariel Sharon é eleito premiê
2004 – Israel começa a construir muro para separar o país das áreas palestinas
Novembro de 2004 – Morre Arafat. Mahmoud Abbas é escolhido como sucessor
Setembro de 2005 – Israel completa retirada de assentamentos da Cisjordânia
Janeiro de 2006 – Hamas vence eleições, mas americanos e israelenses não reconhecem o resultado por considerar o grupo terrorista. Grupo islâmico e Fatah intensificam conflito interno palestino
Junho de 2006 – Hamas passa a usar estratégia de atacar Israel com mísseis a partir de Gaza. Militar israelense é seqüestrado. Israel lança mega operação militar contra Gaza que acaba ofuscada por ofensiva do Hezbollah na fronteira norte
Junho de 2007 – Após uma série de tentativas fracassadas de cessar-fogo, Hamas rompe com o Fatah e toma o poder em Gaza. Cisjordânia continua nas mãos do Fatah, que mantém negociações com Israel
Junho de 2008 – Israel e Hamas chegam a acordo para cessar-fogo
Dezembro de 2008 – Grupo palestino rompe trégua e volta a lançar mísseis contra o território israelense. Israel responde com operação militar e dicide destruir o Hamas antes q faça mais caquinha!
Já que a maioria aqui não estuda… Levarei o estudo até vc’s… Sei que os ignorantes têm preguiça de ler… Tentem não dói… vcs serão informados que esta terra vem passando de mão em mão, até q parou na mão dos ingleses e estes nos deram o estado de Israel (ninguém roubou.. pesquise no Google sobre ONU, Osvaldo Aranha(brasileiro)) devido todo nosso sofrimento e perseguições milenares dos invejosos… Nós merecemos… O modo de vida do Ocidente, a medicina o direito todas ciências devem muito aos judeus… Tipo Einstein, Marx, Freud, Spinoza, “Jesus”, Moises, Sabin (da vacina que salva muitas crianças), Bill Gates (mesmo sendo católico… tem sangue 100% judeu), Bob Dylan,Charles Chaplin, Salomão, Davi,Charles Darwin… muitos muitos e muitos
A História da Terra Santa
2126 a.C. – Deus chama Abrão para a terra de Canaã (Gn 12.1-3).
1913 a.C. – Deus estabelece uma aliança incondicional com Abraão e revela-lhe os limites da terra prometida a ele e aos seus descendentes para sempre (Gn 15).
1800 a.C. – Deus confirma a aliança abraâmica com Isaque (Gn 26.1-5).
1760 a.C. – Deus confirma a aliança com Jacó (Gn 28.13-15).
Egito
1728 a.C. – José é vendido como escravo no Egito (Gn 37.36).
1706 a.C. – Jacó (agora chamado Israel, Gn 32.28) e seus filhos mudam-se para o Egito (Gn 46.1-26).
1446 a.C. – O êxodo do Egito (Êx 14).
1406 a.C. – Início da conquista israelita de Canaã.
1375 a.C. – Começa o período dos juízes.
1050-930 a.C. – O reino unido (Saul, Davi e Salomão). Em 1000 a.C., Davi conquista Jerusalém e a torna a capital de Israel.
930-732 a.C. – O reino dividido (Norte = Israel; Sul = Judá). Jerusalém é a capital de Judá.
722 a.C. – A Assíria conquista o Reino do Norte (Israel).
605-586 a.C. – A Babilônia conquista o Reino do Sul (Judá) e destrói o Templo de Salomão. Início do cativeiro babilônico.
Do retorno até Herodes, o Grande
539 a.C. – Queda da Babilônia diante da Média-Pérsia (Dn 5).
538 a.C. – Ciro, o rei persa, permite o retorno dos judeus à sua terra (Esdras 1).
537 a.C. – Judeus retornam a Jerusalém sob Zorobabel.
516 a.C. – A reconstrução do Segundo Templo é concluída.
458 a.C. – Nova leva de judeus retorna a Israel sob Esdras.
445 a.C. – Artaxerxes I envia Neemias a Jerusalém para reconstruir os muros (Ne 2).
333 a.C. – Alexandre, o Grande, conquista a Pérsia, iniciando o período helenístico (grego).
323 a.C. – Morre Alexandre, o Grande. Seu reino é dividido entre seus quatro generais (Ptolomeu, Seleuco, Cassandro e Lisímaco).
167 a.C. – Antíoco IV (Epifânio) profana o Templo.
165 a.C. – Judas Macabeu lidera a revolta contra Antíoco, purifica o Templo e restabelece a independência sob a dinastia hasmoneana.
63 a.C. – O general romano Pompeu entra em Jerusalém, pondo fim à independência judaica; Júlio César é assassinado.
37 a.C. – Os romanos apontam Herodes, o Grande, como “rei dos judeus” e outorgam-lhe autoridade sobre a Judéia, Samaria e Galiléa.
De Herodes até Maomé
20 a.C. – Herodes inicia a reconstrução do Templo.
“6-5 a.C. – Jesus nasce em Belém.” rss
4 a.C. – Morre Herodes; César Augusto divide o território: Arquelau recebe a Judéia, Herodes Antipas, a Galiléia e Filipe, a Ituréia e Traconites (Nordeste da Galiléia – Lc 3.1).
26-36 d.C. – Pôncio Pilatos governa a Judéia.
“30 d.C. – Jesus, o Messias, é crucificado, ressuscita dentre os mortos e ascende ao céu.”
Massada
66-73 d.C. – Primeira insurreição judaica. Os romanos destróem Jerusalém e o Templo (70 d.C.), e atacam Massada, onde 960 judeus preferem cometer suicídio a se renderem (73 d.C.).
132-135 d.C. – Segunda insurreição judaica. O imperador Adriano reconstrói Jerusalém como uma cidade pagã e a denomina Aelia Capitolina. Rabbi Akiva lidera a rebelião e proclama como messias o líder militar Simon Bar Kochba. O povo judeu, que não tinha acesso apenas a Jerusalém, é disperso por toda a terra. Roma renomeia Judá, Samaria e Galiléia de Siria Palaestina, conhecida mais tarde como Palestina.
200 d.C. – Muitos judeus dispersos retornam.
312-313 d.C. – O imperador Constantino abraça o cristianismo.
330 d.C. – Constantino muda-se para Bizâncio, e dá-lhe o nome de Constantinopla (hoje Istambul, Turquia), mantendo o controle sobre a Palestina.
570 d.C. – Muhammad ibn Abd Allah [Maomé] nasce em Meca (Arábia Saudita).
De Maomé aos turcos otomanos
610 – Maomé declara que o anjo Gabriel mostrou-lhe uma tabuinha determinando que ele se tornaria um mensageiro de Deus [Alá]. Daí até sua morte ele passou a ter “visões”. Assim começou a religião muçulmana, o islamismo, que significa “submissão a Alá”.
622 – Maomé foge de Meca para Yathrib (que passou a ser chamada de Medina = Cidade do Profeta). Sua retirada é conhecida como Hégira (”hijrah”, em árabe = emigração). O calendário muçulmano começa nessa data – 1 d.H. (primeiro ano depois da Hégira).
630 – Os árabes omíadas tornam-se os primeiros muçulmanos presentes em Jerusalém.
632 – Morre Maomé.
639-661 – Governo árabe muçulmano. Apenas neste período de 22 anos a Terra Santa foi governada pelos árabes – mesmo então, como parte de um grande império.
661-1099 – Muçulmanos governam a Palestina. No entanto, não se trata de árabes, e sim dos abássidas, vindos de Bagdá, dos fatímidas, procedentes do Cairo, e dos seljúcidas, da Turquia.
Cruzadas
1099-1187 – As cruzadas católicas, sob o papa Urbano II, conquistam Jerusalém e massacram judeus e muçulmanos.
1187 – Saladino, um muçulmano curdo de Damasco, recaptura Jerusalém e grande parte da Palestina.
1244-1303 – Os mongóis da Ásia destituem a dinastia de Saladino. Os mamelucos muçulmanos e os mongóis lutam pelo poder. A presença dos cruzados termina em 1291 d.C.
1513-1517 – Os muçulmanos turco-otomanos conquistam a Palestina.
Dos turcos otomanos até os britânicos
1517 – Os muçulmanos turco-otomanos governam a Palestina como parte de seu império.
1840 – Governo turco completamente restaurado. Líderes ingleses começam a discutir a possibilidade de restabelecer o povo judeu em sua própria terra.
1822 – Judeus fazem aliyah (imigração) da Romênia para a Palestina.
1890-1891 – Uma grande massa de judeus proveniente da Rússia desembarca em Israel.
1894-1895 – Na França, o capitão Alfred Dreyfus é condenado por espionagem, em meio a um feroz anti-semitismo.
1896 – Theodor Herzl escreve Der Judenstaat (”O Estado Judeu”).
1897 – O Primeiro Congresso Sionista, convocado por Herzl, é realizado em Basiléia (Suíça). Mais de 200 participantes, de 17 países, criaram a Organização Sionista Mundial, que buscava “estabelecer uma pátria para o povo judeu em Eretz-Israel (a terra de Israel), assegurada pela lei”. O Congresso Sionista se reuniu todos os anos, de 1897 a 1901, e desde então se reúne a cada dois anos, até os dias de hoje.
1901 – O Congresso Sionista criou o Fundo Nacional Judaico (FNJ), destinado a levantar recursos para a aquisição de terras em Eretz Israel. O FNJ é o maior proprietário de terras em Israel (12,5% do território), tendo adquirido mais da metade dessa extensão antes do estabelecimento da nação.
1904 – Segunda onda de imigração de judeus, provenientes principalmente da Rússia e da Polônia.
1906 – A primeira escola judaica de ensino médio é fundada em Haifa e uma escola de artes é fundada em Jerusalém.
1908-1914 – Segunda aliyah de judeus vindos do Iêmen.
1909 – Tel Aviv, a primeira cidade totalmente judaica, é fundada na Palestina.
1910 – Fundação do kibbutz Degania.
1914-1918 – Primeira Guerra Mundial.
1917 – O general britânico Edmund Allenby conquista a Palestina, a leste e a oeste do Jordão, pondo fim ao domínio otomano. Em novembro, os britânicos publicam a Declaração Balfour, apoiando o estabelecimento de “uma pátria para os judeus”.
1920 – A Liga das Nações dá aos britânicos um mandato sobre a Palestina, com ordens de implementação da Declaração Balfour.
1925 e 1927- Nos vários territórios árabes, os sentimentos nacionalistas anticoloniais tomaram corpo: na Síria, entre 1925 e 1927; e na Palestina, entre 1936 e 1939. E onde há séculos existira uma perfeita convivência árabe com a minoria judia, iniciaram-se os primeiros atritos sérios.
Em 1937, em vista da situação explosiva entre árabes e judeus, o Governo britânico
chegou a considerar, pela primeira vez, a possibilidade de dividir a Palestina em dois
Estados: um judeu e outro árabe. Os árabes, contudo, não aceitariam.
1939- Com a eclosão da segunda guerra, uma onda de imigração clandestina começou a
desenvolver-se na Europa, cerca de 150 mil judeus, pelo menos, imigraram para a Palestina
entre 1939-48.
1945- Ben Gurion, comandou a luta contra o domínio britânico e Árabe. Atacaram o Hotel King David de Jerusalém, sede do estado-maior inglês. Entre judeus, árabes e ingleses, 91 vítimas seriam retiradas dos escombros.
1947 – ONU aprova a partilha da Palestina, com a criação de um Estado judaico e outro árabe. Israel aceita, mas os palestinos e os outros países árabes não
1948 – Israel declara independência e entra em guerra com países árabes. Como resultado do conflito, centenas de milhares de palestinos se tornam refugiados
1949 – Acordo de armistício expande território israelense. Jordânia passa a controlar a Cisjordânia e Jerusalém Oriental. Faixa de Gaza fica com o Egito
1964 – Criada a OLP (Organização Para a Libertação da Palestina)
1967 – Em nova guerra árabe-israelense, Israel derrota os países vizinhos, ocupa a faixa de Gaza e Sinai (Egito), Cisjordânia (Jordânia) e colinas do Golã (Síria)
1973 – Árabes atacam Israel no dia do Yom Kippur, mas são novamente derrotados
1979 – Com a mediação dos EUA, Israel e Egito assinam acordo paz. O Sinai é devolvido aos egípcios, que mantêm a zona desmilitarizada para garantir a segurança dos israelenses
1982 – Israel ocupa Beirute com o apoio de grupos cristãos libaneses para combater Yasser Arafat e seus seguidores palestinos. A OLP é obrigada a sair do território libanês e os israelenses, após o massacre de Sabra e Shatila, recuam para o sul do Líbano
1987-92 – Primeira Intifadah fica simbolizada por jovens palestinos lançando pedras contra tanques israelenses. Hamas é criado e o movimento palestino passa a ter também um caráter religioso
1993 – Israel e OLP se reconhecem mutuamente nos acordos de Oslo, que dá início a um processo que deveria culminar na criação de um Estado palestino. Israelenses, ao longo da década, se retiram de cidades palestinas, mas mantêm assentamentos. OLP tampouco coibi a violência de radicais palestinos que dão início a atentados suicidas
Julho de 2000 – Bill Clinton reúne Arafat e o premiê de Israel, Ehud Barak, para negociar a paz em Camp David. Os palestinos rejeitam proposta israelense para a criação de um Estado palestino por considerá-la inferior às ambições palestinas em relação ao território e à questão dos refugiados. Israel diz que era o máximo que poderiam oferecer
Setembro de 2000 – Começa a segunda Intifadah. Em vez de pedras, palestinos lançam uma série de atentados suicidas que culminam em respostas militares israelenses. Milhares são mortos nos dois lados ao longo dos outros três anos
Fevereiro de 2001 – O conservador Ariel Sharon é eleito premiê
2004 – Israel começa a construir muro para separar o país das áreas palestinas
Novembro de 2004 – Morre Arafat. Mahmoud Abbas é escolhido como sucessor
Setembro de 2005 – Israel completa retirada de assentamentos da Cisjordânia
Janeiro de 2006 – Hamas vence eleições, mas americanos e israelenses não reconhecem o resultado por considerar o grupo terrorista. Grupo islâmico e Fatah intensificam conflito interno palestino
Junho de 2006 – Hamas passa a usar estratégia de atacar Israel com mísseis a partir de Gaza. Militar israelense é seqüestrado. Israel lança mega operação militar contra Gaza que acaba ofuscada por ofensiva do Hezbollah na fronteira norte
Junho de 2007 – Após uma série de tentativas fracassadas de cessar-fogo, Hamas rompe com o Fatah e toma o poder em Gaza. Cisjordânia continua nas mãos do Fatah, que mantém negociações com Israel
Junho de 2008 – Israel e Hamas chegam a acordo para cessar-fogo
Dezembro de 2008 – Grupo palestino rompe trégua e volta a lançar mísseis contra o território israelense. Israel responde com operação militar e dicide destruir o Hamas antes q faça mais caquinha!
gaza
A forma de mentir eh a mais destrutiva contra os civis, e o mundo endossa esse crime a favor do hamas
O brasil deveria seguir o exemplo da venezuela e expulsar o terrorista judeu embaixador do Brasil.
o hamas e um gropo terrosrista ,qual tratamento que devemos da ? alguem dispara forguete no seu pais, se coloque no lugar de israel o hamas e covarde usa o povo palestino como escudo humano eles saber que não tem a minima chance de guerria contra israel e o pior que temos dois visinhos falando besteras devemos ter cuidado (lula) para que depois não teremos de pagar um preço, é melhor fica na nossa….
O Hamas cutucou o Leão com vara curta, quer dizer , com seus foguetes e agora ao ser atacado quer escudar-se com a população civil. Se quer guerrear, vá agora e enfrenta o exército Israelense. Jogar foguetes contra a população Israelence é fácil, agora que sofre o revide, fica procurando refúgio na ONU.
Gente!!!! Vai escrever esse monte lá atrás da orelha da égua!!!
Por que não dão um copiar-colar na bíblia toda?
Quero ver quando todos os paises que rodeiam israel começarem a lançar foguetes, o que não vai demorar muito, o que os judeus irão fazer.
Ai eles entenderão que está na hora de mudarse para groenlandia. Lá é mil vezes maior, por que não vão logo?
Sou agnostico convicto. Quantos milhoes ja morreram por causa de crapulas como Moises, Josue, Cristo, Paulo de Tarso, Maome, Alexandre VI, Pio XI, Koumeini et alis?
Imagine que um vizinho encrenqueiro comece a jogar pedras em sua casa todos os dias, elas quebram vidraças, machucam seus filhos e lhe tiram o sossego.
Você como pessoa civilizada tenta conversar com ele pedindo que pare com as agressões, ele por outro lado fica irredutível e continua. O que você faria ?
Ficaria calado ou tomaria providencias ?
Eu acho que Israel até que demorou muito pra tomar “as providencias”.
Quem tiver interesse em se informar tente achar o livro
” OS SÁBIOS DO MONTE SIÃO ” . Assim poderão conhecer a raça mais repugnante da terra , juntamente com os Americanos,
pois eles tambem são judeus.
Meu amigo dos outros, Você não trabalha não? Ficar contando
Histórias de 2000 anos atras. Nós estamos no seculo XXI. Não se admite mais HOLOCAUSTOS como voc~es inventaram. Procure ler o livro abaixo, que por sinal vocês tiraram do mercado.
Mas, quem tiver curiosidade pode baixar na internet.
Quem tiver interesse em se informar tente achar o livro
” OS SÁBIOS DO MONTE SIÃO ” . Assim poderão conhecer a raça mais repugnante da terra , juntamente com os Americanos,
pois eles tambem são judeus.
Boicote econômico a Israel pode não ser uma boa política. Fora alguns armamentos leves para os quais existem concorrentes à altura no mercado internacional, Israel não produz nada. Vive da polpuda “mesada” que recebe de banqueiros judeus em todo o mundo e do governo dos EUA. Como Israel está isolado do mundo árabe nas competições esportivas internacionais, considero que a Europa, continente ao qual Israel “pertence” esportivamente, deve ser o estopim do boicote que levaria ao isolamento similar ao qual passou a África do Sul, na época do apartheid. O público europeu deveria boicotar partidas de Israel pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de Futebol e da Euroliga de Basquetebol. Em toda e qualquer competição onde houvesse atletas israelenses, ginásios vazios! Seria um bom começo para obrigar Israel a respeitar as Leis internacionais.
Eu não consigo entender, os caras não tem emprego e por tabela não tem salario,saúde tá pior que a nossa, tem falta de agua potavel, tem falta de energia, tem falta de comida, agora cada cidadão desse país tem tres,quatro,cinco esposas que eles nem consegue ver o rosto, mais cinco ou seis filhos com cada uma delas, como parar isso, sem perspequitiva de um futuro, se tornam joguetes de terrorista, como os nossos carentes nas favelas nas mãos de traficantes , e ainda um agravante; se morrerem lutando vão habitar no céu com 40 virgens, voces imaginam ? não vai sobrar lugar para nós, vamos ter de ir pro inferno,pois no ceu não terá espaço…..
Fernando, seu comentário é lamentável – não discute o conflito. Com a sua URL na mão se fosse o moderador daqui, vc deveria ser localizado e preso por racismo e neonazismo – inafiançáveis em nosso país. Holocaustos não existiram? Provavelmente nem a Segunda Guerra? ou Hitler? -20 milhoes de russos mortos, 6 milhoes de judeus, milhares de poloneses provavelmente no livro que vc lê e estuda não existiram, né. Então pergunte para milhares de judeus idosos (vindos da Europa como sobrevivente) que tem no Brasil o que significa aquele numero marcado no braços deles igual marcação de boi que temos no Brasil, pergunta para eles onde estão os filhos que nunca mais foram encontrados após o final da guerra. Para um intelectual como vc, aquilo deve ser “tatoo” e os filhos devem ter viajado pro Caribe e perderam o contato nos ultimos 40 anos. Pensa para escrever. Nós vivemos em holocausto e guerra civil (nao podemos andar na rua a noite com bens que conquistamos trabalhando, pq alguem vai roubar e dar um tiro na nossa cabeça – isso é holocausto) muito piores que Gaza e Iraque e ninguem resolve. Chama a ONU tb para o Brasil….A população de GAZA elegeu um partido terrorista para comanda-los e expulsaram o partido legitimo (Fatah – que mantinha cessar-fogo) que na epoca tb causou 1000 mortes – ou seja Palestino x Palestino matam na mesma proporção – isso significa que pelo menos 50% da população – votos do Hamas – são pró-terrorismo.
Pessoal. Ninguém em sã consciência iria atirar em uma escola da ONU se não tivesse absoluta certeza de estar recebendo tiros de lá. O exército de Israel é treinadíssimo, não iria cometer uma barbaridade dessas. Só que sabemos que é estratégia do Hamas usar os civis e os prédios públicos e internacionais como escudo, visando intimidar os israelenses de atirar. No caso de eles atirarem, colocar a opinião pública internacional contra o país. O alto número de baixas civis tem esse dado como fundamento. Não defendo nem um lado nem o outro, estou apenas analisando. No meu blog comentei esse tema. Visitem marcobcosta.blogspot.com
Cruz credo, Barzilai Fonseca! você tenta escancarar sua cultura, mas me dá é aflição: desde quando a Bíblia serve de documento histórico? Ao ler que em “2126 a.C. – Deus chama Abrão para a terra de Canaã (Gn 12.1-3)” tive ímpetos de rir!!! Vc parece o abominável Pde Quevedo, que usa a bíblia até como prova científica. Quer dizer que vc acredita nestes contos da carochinha? Me poupe com tais argumentações! Partindo destas premissas, seria certo entregar o Brasil, os EUA e o resto das Américas aos índios? Afinal, não preciso recorrer à Bíblia alguma para saber que eles chegaram por estas bandas bem antes do que a gente. Voce entregaria o Brasil (se é que se considera ao menos um pouco só brasileiro, dentro de sua dupla cidadania, outorgada graças à sua religião???eles teriam mais direito do que o disperso “povo judeu”, se compararmos uma escala de 500 anos com + de 2000 anos atrás. E, levando em consideração o que disseram mais acima, a maioria dos israelitas não deve ter nem uma gotinha sequer de sangue hebreu ou de decendência mosaica: são russos, etc, etc!!! Terra aos Palestinos, seus legítimos donos!