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	<title>Fronteira Livre &#187; Ásia</title>
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	<description>Blog da editoria internacional do Último Segundo</description>
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		<title>Voluntários traduzem The Economist para o chinês</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 11:39:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carolina Ribeiro Pietoso</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		<category><![CDATA[china]]></category>
		<category><![CDATA[the economist]]></category>
		<category><![CDATA[the new york times]]></category>

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		<description><![CDATA[O The New York Times publicou hoje uma matéria muito interessante sobre a tradução da revistra britânica The Economist para o chinês por um grupo de voluntários do país. O trabalho envolve cerca de 40 pessoas, que traduzem a publicação de capa a capa todas as semanas.
A prática é comum na China, onde traduções não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://colunistas.ig.com.br/fronteiralivre/files/2009/03/economist_chinese.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-6087 alignleft" style="float: left" src="http://colunistas.ig.com.br/fronteiralivre/files/2009/03/economist_chinese-150x143.jpg" alt="" width="150" height="143" /></a>O <a href="http://www.nytimes.com/">The New York Times</a> publicou hoje uma <a href="http://www.nytimes.com/2009/03/02/business/media/02economist.html?scp=1&amp;sq=chinese%20the%20economist&amp;st=cse">matéria</a> muito interessante sobre a tradução da revistra britânica <a href="http://www.economist.com/">The Economist</a> para o chinês por um grupo de voluntários do país. O trabalho envolve cerca de 40 pessoas, que traduzem a publicação de capa a capa todas as semanas.</p>
<p>A prática é comum na China, onde traduções não autorizadas são rapidamente publicadas na internet em um fenômeno que atinge principalmente produtos culturais como seriados, filmes e livros. </p>
<p>O grupo responsável pela tradução da revista se encontra no fórum <a href="http://ecocn.org/bbs" target="_blank">EcoCn</a> liderado pelo corretor de seguros Shi Yi, 39 anos. Para ele, todos ali têm em comum o fato de gostarem do &#8220;estilo da The Economist&#8221;.</p>
<p>Apesar de ser um grupo independente, o Eco Cn deixa de fora qualquer matéria que faça referência à China. As autoridades do país censuraram inúmeras matérias da revista nos últimos anos e como resultado disso alguns tópicos viraram tabu.</p>
<p>Taiwan, Tibet, Falun Gong e os protestos da Praça Vermelha, bem como artigos sobre a restrição chinesa à própria internet não têm vez na tradução. &#8220;Questões políticas são muito sensíveis por aqui e não queremos problemas&#8221;, disse Shi Yi em entrevista ao Times.<br />
 </p>
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		<title>Os heróis &#8220;invisíveis&#8221; dos atentados em Mumbai</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 16:41:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro Meireles Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		<category><![CDATA[atentado]]></category>
		<category><![CDATA[Índia]]></category>
		<category><![CDATA[Terrorismo]]></category>

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		<description><![CDATA[ O &#8220;The New York Times&#8221; publicou nesta terça-feira uma reportagem sobre os indianos e indianas que se sacrificaram para salvar a população durante os atentados na Índia.
A reportagem conta a história de Vishnu Datta Ram Zende, funcionário público que ganha US$ 300 por mês para anunciar os trens que chegam e partem de Victoria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://colunistas.ig.com.br/fronteiralivre/files/2008/12/india_attack_heroes_2.jpg" alt="" class="alignleft size-thumbnail wp-image-5661" /> O &#8220;<a href="http://nyt.com">The New York Times</a>&#8221; publicou nesta terça-feira uma <a href="http://www.nytimes.com/2008/12/02/world/asia/02heroes.html?hp">reportagem</a> sobre os indianos e indianas que se <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2008/12/02/mumbai_reverencia_herois_nascidos_do_medo__3100819.html">sacrificaram para salvar a população</a> durante os <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br///multimidia//galeria_de_fotos/2008/11/26/ataques_em_mumbai_184088.html">atentados na Índia</a>.</p>
<p>A reportagem conta a história de Vishnu Datta Ram Zende, funcionário público que ganha US$ 300 por mês para anunciar os trens que chegam e partem de Victoria Terminus, o maior terminal ferroviário do país. Assim que começou o tiroteio, Zende passou a instruir os passageiros para que deixassem a estação pelos portões opostos ao local onde os terroristas atiravam. A coragem de Zende ajudou a salvar dezenas de vidas.</p>
<p>São essas histórias que fazem parte do bom jornalismo, que o New York Times sabe fazer como ninguém. Leia a reportagem em <a href="http://www.nytimes.com/2008/12/02/world/asia/02heroes.html?hp">inglês</a> ou <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2008/12/02/mumbai_reverencia_herois_nascidos_do_medo__3100819.html">português</a>.</p>
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