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26/08/2009 - 23:29

IN TWITTER WE TRUST

SÃO PAULO (eu vi) – Bem, macacada, sem muito mais a escrever agora à noite (às vezes o cansaço bate), lembro apenas aos que não sabem, e àqueles que ainda não aderiram à nova ferramenta, que este que vos bloga também vos twitta. Isso mesmo, no Twitter, microblog de mensagens curtíssimas que complementa este blog, sou o famoso @flaviogomes69, para quem quiser, como se diz em “twittês”, me seguir. A página das minhas “twittadas” é essa aqui.

Nesta era de comunicações rápidas, tem sido bem divertido falar com a blogaiada — no caso, “twittaiada” — com outra linguagem e outro pique.

E até amanhã.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): Blog, Gomes Tags:
10/07/2009 - 17:25

TEDESCAS (4)

SÃO PAULO (surpreendente) - Rubens Barrichello e Nelsinho Piquet estão dando um verdadeiro show de interatividade no Twitter. Eu diria que hoje, depois de pilotar, “twittar” é a segunda prioridade deles. Rubens está tão animado que não esquece de seus fãs nem quando está dentro do carro. Vejam a foto que ele mandou hoje para sua página. Isso foi pouco antes de sair dos boxes para mais um treino.

É realmente uma revolução. Uma proximidade com o torcedor sem precendentes, e sem controle dos malas que fazem assessoria de imprensa das equipes. Um grito de liberdade. Os dois, agora, tentam convencer Felipe Massa a entrar no bonde “twitteiro”. Ele resiste, mas acho que vai acabar sucumbindo.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): F-1 Tags: , , , ,
03/07/2009 - 14:54

COLUNA 2

SÃO PAULO (tudo em 140 toques) – A febre do Twitter, que pegou os pilotos em cheio, é o tema da coluna Warm Up de hoje. Nelsinho, Barrichello, Montoya, Pizzonia, Kanaan, Danica, Papis, João Paulo de Oliveira, Tagliani… São alguns dos que estou “seguindo”, como se diz. Leia e comente! E siga os caras, ora!

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): Colunas Warm Up Tags:
30/06/2009 - 20:55

NELSONS

SÃO PAULO (histórica, não?) – A foto ao lado é cortesia do Twitter de Nelsinho Piquet, que está sabendo usar como poucos esta nova ferramenta de relacionamento na internet. Vamos ver quem adivinha o ano e o lugar… Ah, falando em Twitter, também estou lá. Aprendendo, ainda.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): F-1 Tags: , ,
17/06/2009 - 22:14

GOMES NO TWITTER

SÃO PAULO (pra que serve, mesmo?) – Mais sarna pra me coçar… Bem, acabei de criar uma conta no Twitter. Se não me equivoco, em 140 toques eu preciso dizer, de vez em quando, alguma coisa. Onde estou, o que estou comendo, para onde vou. É isso? Aí, algumas pessoas doidas vão me “adicionar” e seguir meus passos. E eu vou seguir os passos de outras pessoas.

Acho que é isso. Querem me seguir? Sigam-me!

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): Gomes Tags:
23/04/2009 - 11:11

TWITTER & TWEETER

SÃO PAULO (tudo muito rápido) – “Temos Twitter”, me avisou o Victor Martins outro dia. “Mais agudos?”, perguntei, a única coisa que me veio à cabeça. “Não, estamos no Twitter!”, replicou o incansável editor. Já me imaginei dentro de várias coisas, barriga de baleia, porta-malas de Landau, turbina de avião, mas dentro de um tweeter, jamais. “Não é tweeter, é Twitter!”, insistiu Martins, e desligou porque percebeu que seria inútil explicar.

Bem, estamos no Twitter, ou o Grande Prêmio está. É a mais nova moda da internet da última semana — aliás, nem é tão nova assim, mas digamos que é o “pós-blog”. Em sei lá quantos toques, você diz ao mundo onde está, manda a mensagem pelo celular, a comunicação é rápida, na verdade não sei direito para que serve isso. Mas estamos lá.

Um tweeter, porém, sei bem para que serve. Era legal colocar duas cornetas como essa da foto no tampão do Gol, ambas de pé, fazendo “shh-shh” a cada sibilada do vocalista. Tinha de ser Arlen, ou Bravox, ou Selenium, dependia do bolso. Tweeter saliente dentro do carro era bacana, indicava que o dono tinha alguma preocupação com a qualidade do som, pegava bem, possivelmente o toca-fitas era um Rio de Janeiro e o amplificador-equalizador, certamente, Tojo.

Nada que fizesse o carro tremer, como hoje, ou que ocupasse espaço no porta-malas, as entranhas expostas num posto de gasolina qualquer, esse exibicionismo meio inexplicável. Não. Som era isso: quatro falantes de bom tamanho, dois na frente e dois atrás, se possível com telinha de metal, um par de tweeters à vista, um Bosch, ou TKR, ou Pioneer no painel, um Tojo com seus discretos leds dando clima de boate no interior da caranga, algumas fitas K7 de grife (Memorex era a minha preferida, “metal”), o sanduba na janela, o vidro embaçado depois, as noites que passavam tão rápido e a gente não queria que terminassem.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): Grande Prêmio Tags: , , , , ,
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