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18/09/2009 - 14:06

A CRISE

LONDRINA (and now…) – Pela primeira vez em 30 anos, Amir Nasr não tem como colocar seus carros na pista. Sua equipe está fora da etapa da Estoque no Rio. Contratos não cumpridos de patrocinadoes. E um de seus pilotos, Antonio Pizzonia, tem chances grandes, ou tinha, de ir aos playoffs. A história está no blog do Victor Martins. É a crise batendo na porta da categoria mais rica, sensacional e espetacular do Brasil, talvez do mundo e do universo conhecido pelo telescópio Hubble. A Medley está fora do ano que vem. A Eurofarma, pelo que ouvi falar, também está se mandando.

Mas é a melhor do mundo, como sempre diz a TV oficial.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): Stock Car Tags: ,
14/09/2009 - 07:33

DA SELVA

Antonio_PizzoniaSÃO PAULO (voltas e mais voltas) – Acabou passando batido aqui ontem. Mas vale a discussão: Antonio Pizzonia estaria apto a voltar à F-1? O velho e bom Jungle Boy, depois de passagens frustrantes por Jaguar e Williams, caiu no ostracismo e reapareceu dois anos atrás ao acertar para correr na Stock e, depois, na Superleague, vestindo as cores (ou falta de…) do Corinthians.

Tenho acompanhado as peripécias de Pizzonia pelo Twitter, onde é muito ativo. Brincadeiras que faz à parte (criou um personagem, um certo Slash, que parece coisa de adolescente, mas cada um se diverte como quer), por suas mensagens nota-se que ele tem vivido no eixo São Paulo-Manaus-Mônaco, se prepara bem fisicamente e anda de ótimo humor.

Ontem, como já havia dito à repórter Mariana Becker na Globo, confirmou que conversa com algumas equipes para 2010, como a Manor, que defendeu brilhantemente na F-Renault e na F-3 Inglesa quando surgiu, no fim dos anos 90, como grande prodígio brasileiro saído direto da floresta para o mundo.

Sua última mensagem foi muito otimista. Escreveu que estava surpreso porque tinha sido procurado por mais de um time, e que por isso estava em Monza no fim de semana. E admitiu, com a humildade necessária a todos que querem ser algo na vida, que chegou cedo demais à F-1 e “não estava preparado”.

Vamos ver que bicho dá.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): F-1 Tags:
08/08/2009 - 19:25

“FÓRMULA CACÁ”

SÃO PAULO (vixemaria) – Antonio Pizzonia ficou irritado hoje com algumas decisões da direção de prova na classificação da Estoque em Salvador. Descascou a categoria em seu Twitter. Disse que falta profissionalismo, que cada corrida é uma palhaçada e que sempre favorecem Cacá Bueno.

Cacá, até agora, não respondeu. Disse que prefere falar com Pizzonia antes.

Não se trata de um embate Pizzonia x Cacá. Trata-se, antes, do desabafo de um piloto com experiência internacional diante de tantas trapalhadas da categoria nacional.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): Stock Car Tags: , ,
28/06/2009 - 00:00

ALEGRIA

SÃO PAULO (nem precisa do Muricy) – Por outro lado, a corinthianada deve estar feliz. Se o time reserva perdeu para o Atlético-PR, Antonio Pizzonia vingou o alvinegro fazendo a pole para a abertura da Superleague em Magny-Cours. Enrique Bernoldi, que defende as cores do Flamengo, parte em sétimo.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): Automobilismo internacional Tags: , ,
23/06/2009 - 14:39

MENGÃO & TIMÃO

SÃO PAULO (mistério) – A Superleague, aquela dos times de futebol, começa sua segunda temporada neste fim de semana em Magny-Cours. Meio em cima da hora foram definidos os pilotos das equipes que representam times brasileiros. Enrique Bernoldi defenderá o manto rubronegro do Flamengo e Antonio Pizzonia segue sendo o louco do bando corinthiano.

A ver. Continuo achando essa categoria um dos grandes mistérios da humanidade.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): Automobilismo internacional Tags: , , , ,
12/04/2009 - 13:03

NA ESTOQUE…

SÃO PAULO (cota dominical) – Não assisti à corrida pela TV porque, ao contrário do que informa a patrocinadores e público em geral, a Estoque não tem suas provas transmitidas pela emissora oficial. Não neste ano, pelo menos. Sei lá qual o esquema que foi fechado, mas o fato é que apenas flashes das etapas de Interlagos e Curitiba (a de hoje) foram exibidos até agora — nesta manhã, eles pingaram entre um vôlei e uma reportagem sobre meia-maratona, entre um dueto Parreira-Zagallo e os gols do Maracanã. E a SporTV, braço por assinatura global, também não passou nada ao vivo.

Não estou, aqui, criticando a grade de programação global. Não tenho nada a ver com isso. Nem com as dificuldades que a Estoque teve, nesta temporada, para comprar o tempo na TV.

O que critico, e sempre, é a cascata, a mentira jornalística, a farsa destinada a ludibriar o torcedor. Até o ano passado, dizia a Globo, a Estoque era a melhor categoria de Turismo do mundo, melhor que a DTM, o WTCC e o BTCC juntos. Tinha os pilotos de mais alto nível do planeta, melhores que os da F-1, do WRC e da Indy juntos. “Onde veremos pilotos tão bons quanto Valdeno Brito, Duda Pamplona e David Muffatto na mesma categoria? Hein? Hein?”, perguntavam, já respondendo, os responsáveis pelas transmissões.

Bem, pelo jeito deixou de ser a melhor do mundo. Neste ano, merece migalhas no programa matinal de esportes e desafios internacionais, não tem cobertura, e quem acreditou que era a melhor do mundo que fique chupando o dedo, agora. Não por acaso, o carro de Valdeno Brito, o vencedor de Curitiba, não tinha patrocínios. Apenas uma mensagem de cunho religioso e a estampa do governo da Paraíba, que ajuda o piloto (assim como o governo amazonense, ou a prefeitura de Manaus, não sei direito, ajuda o Pizzonia).

E, pelo jeito, será assim a saga estoquiana na TV, neste ano.

Quanto aos patrocínios de governos a pilotos, estes deixo para vocês comentarem. Eu tenho uma opinião formada. Acho que empresas estatais que competem no mercado podem, e devem, anunciar. Não no automobilismo, especificamente, mas onde seus departamentos de marketing acham que é mais adequado. Também não vejo mal no apoio estatal ao esporte de base, olímpico ou não, desde que seja algo que tenha algum fundo social, ou visando o fomento à prática esportiva.

Mas um governo, assim genericamente, que não vende nada e que certamente tem coisas mais importantes a fazer com o dinheiro público, deveria se manter longe desses caprichos motorizados. O quê o governo da Paraíba ganha patrocinando um piloto? “Ah, promove o turismo local”, dirá alguém.

Conte outra. Não nasci ontem.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): Stock Car Tags: , , , ,
10/04/2009 - 12:47

MAIS UM BRASILEIRINHO

SÃO PAULO (pobrecito) - Em entrevista à “F1 Racing”, Nelsinho Piquet pediu mais apoio à Renault. Reclamou que as atenções são todas de Alonso, que o espanhol testou mais o carro, e que todos os azares da equipe encontram em seu carro abrigo seguro, e não no de Fernandito.

Já vi esse filme.

Nelsinho não tem sido um bom piloto de F-1, essa é a verdade. Foi bem nas categorias menores, mesmo não tendo sido campeão na GP2, e o fato de ter tido sempre a condição de primeiro piloto e equipamento de ponta não serve para dizer que “assim qualquer um”. Nem sempre. Mesmo com atenções e equipamentos exclusivos, o cara precisa ter qualidades para ganhar corridas e campeonatos. Não há notícias na história do automobilismo de pilotos horrorosos que tenham sido campeões com carros maravilhosos. Nem o contrário. O que prevalece é a média: carros bons pilotados por pilotos qualificados, em geral produzem resultados. Um atrai o outro.

O caso de Piquet-pimpolho não é muito diferente, por exemplo, do de Hamilton. O inglês, desde que foi adotado por Ron Dennis, teve na McLaren o seu, digamos, “Piquet”. Se Nelsão-pai sempre deu do bom e do melhor para o filhote, o mesmo aconteceu com a McLaren, que amparou Lewis por anos a fio proporcionando a ele equipamentos que lhe dessem a chance de ser campeão. Hamilton devolveu a gentileza com títulos e vitórias, enquanto Piquezinho o fez até a F-3 Inglesa, e em bem menor escala na GP2.

O mundo da F-1 é diferente, e não adianta chiar. Tem piloto que chega e encaixa, mesmo sem ter um retrospecto nas séries de base assustadoramente bom. Foram os casos de Raikkonen, Massa, Kubica, Vettel e Alonso, para ficar em exemplos recentes. Não foram os casos de Pizzonia, Bernoldi e Zonta, para permanecer apenas nos nomes de brasileiros.

Portanto, a Piquet-filho não bastarão os queixumes. Ou anda direito, ou não anda. É simples e cruel assim. Seu pai sabe disso como ninguém.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): F-1 Tags: , , , , , , , , , , ,
09/09/2008 - 09:33

PIZZONIA NO TIMÃO

SÃO PAULO (frio demais!) – Como havia revelado Victor Martins outro dia em seu blog, Antonio Pizzonia será o piloto do carro do Corinthians na Superleague a partir da corrida de Nürburgring, dia 21. O anúncio oficial será feito amanhã às 11h no Parque São Jorge.

A Gaviões promete pressionar se Pizzonia não acelerar.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): Automobilismo internacional Tags: , ,
22/08/2008 - 10:39

O OURO DA MAURREN

PEQUIM (a história dela) – “Fazer história” é expressão que se usa muito na crônica esportiva, deu uma banalizada, como “sentiu a pressão” ou “o time precisa de uma referência no ataque”.

Mas no caso específico de Maurren Maggi, agora há pouco no Ninho, fez história mesmo, porque desde que Pedro Álvares Cabral descobriu o Brasil uma mulher brasileira nunca havia conquistado uma medalha de ouro em prova individual de Olimpíada.

Outra moça já havia, vá lá, feito história aqui, logo no começo dos Jogos, Ketleyn Quadros, com um bronze no judô. Foi a primeira brasileira a ganhar medalha, qualquer medalha, em competição individual.

Assim, temos a história sendo escrita por duas moças, Maurren e Ketleyn, nomes pouco comuns e de trajetórias idem. Maurren passou um bom tempo suspensa por doping, um caso esquisito atribuído, por ela, a uma pomada para depilação. Em muitos casos, eu diria que na maioria deles, atletas pegos em exames antidoping, em qualquer modalidade, têm enorme dificuldade para voltar a competir em alto nível. Não bastasse o tempo parado, há também a desconfiança dos colegas, a lembrança que sempre vem à tona, essas coisas.

Maurren voltou a saltar há pouco tempo e pouca gente acreditava nela. Foi, saltou e ganhou. Isso é bem legal, a menina está de parabéns. E só precisou pular uma vez, a primeira, 7,04 m. Foi o bastante. Ganhou da russa por um mísero centímetro.

Curiosamente, dos 277 atletas da delegação brasileira que vieram a Pequim, Maurren era a única com quem eu já tinha conversado na vida. Não que eu seja um seguidor xiita de provas na pista do Ibirapuera, ou especialista em Troféu Brasil. É que Maurren foi casada com Antonio Pizzonia, piloto da Jaguar pelos idos de 2003, quando ela estava suspensa. Sem nada para fazer, ainda namorada já acompanhava o amazonense a todos os GPs. Mulher muito bonita, mas calada e desconfiada, Maurren aparecia no mesmo ponto do planeta que eu, em média, a cada 15 dias. E nessa convivência acaba nascendo, no mínimo, um conhecimento mútuo — dei toda essa volta para dizer que somos o que se chama de “conhecidos”

Curiosamente, também, Maurren está na galeria de atletas que, algum dia, já pisaram no meu modesto escritório na avenida Paulista. De vez em quando um ou outro piloto aparece por lá para uma entrevista, coisas assim, e quando o Pizzonia foi mandado embora da Jaguar, quebrou o silêncio depois de alguns meses indo à sede da minha holding de uma sala só para contar o que havia acontecido na sua temporada de estréia na F-1.

A Maurren foi junto. Ela não estava dando entrevistas, depois da história do doping. Perguntei, ao final da conversa com o Antonio, se queria dizer alguma coisa. Ela falou que não, e os acompanhei até o elevador e, depois, ao térreo para me despedir, desejando a ambos boa sorte.

Lembrando daquele dia, eu poderia dar uma cascateada ótima aqui, hoje. Vejam se vocês não acreditariam:

“Maurren é uma das poucas atletas que conheço, e a única sobre quem posso dizer que vi nos olhos, um dia, a gana e a vontade de dar a volta por cima fazendo aquilo que tiraram dela: o direito de competir. Há cinco anos, esteve no meu escritório acompanhando o namorado, Antonio Pizzonia, e ficou em silêncio ouvindo a entrevista do piloto. Vi aquele brilho no seu olhar, apesar da quietude. Tenho uma poltrona retrô amarela em meu escritório. Amarela como o ouro que está no seu peito agora. Foi ela que Maurren escolheu para se sentar e esperar Pizzonia falar sobre corridas e sobre F-1. Naquele momento, olhei para ela e tive a certeza absoluta de que aquela carreira não tinha terminado, não. Seria retomada mais dia, menos dia, e com o brilho do amarelo daquela poltrona. Lembrei disso ao vê-la no pódio hoje, e me senti um pouco dono daquela medalha.”

Bom, o que aconteceu, na verdade, é que de fato ela ficou esperando o Pizzonia na poltrona amarela. Primeiro, porque é uma dama e a poltrona é confortável, de fato. E a única que temos. No mais, algumas poucas cadeiras de escritório, feias e sem graça alguma. Me lembro também que tirei minha jaqueta da poltrona, que serve de cabide na maior parte do tempo, para a Maurren se sentar.

E não lembro mais nada.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): Pequim 2008 Tags: , , ,
26/05/2006 - 15:38

Volta animal – II

SÃO PAULO (de fato, bem selvagem) – O contraponto à volta animalesca aí debaixo é essa aqui, do Pizzonia com um Jaguar de rua em Barcelona, começo de 2003. Ele tinha acabado de assinar com a Jaguar e levava jornalistas ingleses para uma voltinha no circuito da Catalunha.

No fim da reta, saiu de frente e… bye-bye.

Há quem diga que ali Pizzonia começou a ser demitido. Antes de estrear.

Cortesia do Calliari, de novo, o homem dos óculos de Joaçaba (SC).

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): Vídeos Tags: ,
30/03/2006 - 01:56

Fim de feira – II

RIO DE JANEIRO (ainde existe a Geneal?) – Cristiano da Matta não é o único. Acabo de ler no Grande Prêmio que Antonio Pizzonia vai correr em Long Beach pela Rocketsports. Mais um na “Bridgestone presents powered by não-sei-o-quê”, candidamente chamada aqui de F-Mundial.

Para quem foi piloto de testes da Williams tanto tempo, e teve tantas chances na F-1 — na Jaguar e na própria Williams —, para quem deu um pé em Briatore depois de ganhar 200 campeonatos na Europa, para quem pintava como grande nome brasileiro para o futuro, não é exatamente o fim que se imaginava para Antonio.

Aliás, outro de meus enganos jornalísticos. Rapaz, eu erro em quantidades industriais!

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): Indy, IRL, ChampCar... Tags: ,
01/03/2006 - 12:26

Todos juntos vamos

SÃO PAULO (só faltam as mulatas) – Acabo de receber um press-release do amigo Otazú sobre a possibilidade de criação de uma equipe verde-amarela na F-Mundial. Pilotos: Pizzonia e Bernoldi. Hospedeiro: a Rocketsports. Os donos do negócio: um grupo de empresários que, confesso, desconheço.

Reproduzo trecho do release:

O teste dos brasileiros faz parte do projeto Team Brazil, criado pelos empresários brasileiros Marcelo de Oliveira, Paulo Isper, Fernando Gomes e Renato Lopes, e imediatamente apoiado pela Rocketsports Racing, que visa aumentar a participação brasileira na Champ Car ao mesmo tempo em que divulgará a categoria no Brasil. “Este é um ano verde-amarelo, tanto pela participação brasileira na Copa do Mundo de Futebol, como pelo exercício de cidadania e liberdade com as eleições no segundo semestre. E como somos um país apaixonado por carro, queremos levar esta brasilidade para a Champ Car, levando representantes do Norte e do Sul do país, já criando uma sinergia para a volta do GP Brasil da categoria na próxima temporada”, declarou Oliveira, lembrando que Paul Gentilozzi é um dos três donos da Champ Car.

Que cazzo tem a ver a F-Mundial com a Copa e com as eleições? Forçou pouco a barra o sujeito ao falar de “sinergia” por conta de a dupla ser formada por um amazonense e um paranaense?

Bem, exageros à parte, os testes estariam marcados para os dias 9 e 10 em Houston. Aguardemos. Dos pilotos, pode-se dizer que têm currículo. Tiveram suas chances na F-1, que por um motivo ou outro não reverteram em carreiras sólidas. Se os EUA são a única alternativa para ambos, paciência. O problema é a categoria, que não me convence muito.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): Indy, IRL, ChampCar... Tags: ,
16/01/2006 - 21:12

PERGUNTAR NÃO OFENDE…

SÃO PAULO (daqui a pouco vou tomar um chopinho) – Alguns brasileiros que estavam em equipes boas e categorias idem sumiram do mapa, ou estão com seu futuro comprometido. Fica a pergunta: o que farão em 2006 Cristiano da Matta, Antonio Pizzonia e Augusto Farfus?

Cristiano foi mandado embora da Toyota em 2004, fez uma temporada ruim na volta à F-Mundial e agora desapareceu. De Pizzonia, depois de anos na Williams, ninguém mais fala na F-1. Farfus foi vítima da decisão da Alfa Romeo de deixar o WTCC.

Tudo bem que o grid da Stock é grande, mas não cabe todo mundo.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): Automobilismo brasileiro Tags: , ,
14/12/2005 - 01:57

Falando em Orkut…

…sem ter muito o que escrever, fiz uma breve pesquisa no Orkut para saber o número de comunidades de fãs/desafetos de alguns pilotos brasileiros. Apenas escrevendo o nome de cada um, encontrei 15 de Rubens Barrichello, 40 de Felipe Massa, duas de Antonio Pizzonia e duas de Ricardo Zonta, para ficar nos caras que estiveram na F-1 neste ano.

Dos campeões, Ayrton Senna reina absoluto com 216, seguido por Nelson Piquet com 15 e Emerson Fittipaldi com quatro.

O mais engraçado é que a maior comunidade do Massa é a dos que acham o piloto da Ferrari parecido com o Zacarias dos Trapalhões. E é mesmo.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): F-1 Tags: , , , ,
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