COLUNA 1
LONDRINA (certeiro) - Ontem não deu, estava na estrada. Então vai hoje o link da coluna Apex de Andre Jung, nosso batera-mor. Fala do escândalo, de Monza, de tudo. Ilustração da Marta Oliveira, que dispensa comentários.
LONDRINA (certeiro) - Ontem não deu, estava na estrada. Então vai hoje o link da coluna Apex de Andre Jung, nosso batera-mor. Fala do escândalo, de Monza, de tudo. Ilustração da Marta Oliveira, que dispensa comentários.
SÃO PAULO (quem KERS?) – Para manter a tradição, embora o dia esteja focado (argh) em outras coisas, segue o link para a coluna do Reginaldo Leme, que fala sobre a vantagem dos times que usarão o KERS em Monza. Afinal de contas, tem corrida e carro andando neste fim de semana, não?
Leiam lá, comentem aqui!
Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): Colunas Grand Prix Tags: KERS, Monza
Luca Badoer em 1995 no GP da Itália, em Monza, pela Minardi. A foto foi enviada pelo Humberto Corradi. Luca disputou sua última corrida em 1999, no Japão. Domingo, larga com a Ferrari em Valência.
SÃO PAULO (quem diria…) – É incrível o que está acontecendo na indústria automobilística americada. A GM pediu concordata e com a injeção de dinheiro do governo americano para que a vaca não vá de vez para o brejo, vai-se tornar uma enorme estatal. Uma espécie de Lada dos EUA.
Agora é preciso saber o que será da empresa no Brasil. Ouvi um cara hoje no rádio dizer que a operação brasileira da GM é das mais lucrativas, e que por isso nada vai mudar. Ao contrário, pode até melhorar, já que a matriz pode recorrer à engenharia da filial de São Caetano para desenvolver novos produtos, mais apropriados aos tempos bicudos do planeta.
Semana passada fiz uma matéria para o “Limite” da ESPN Brasil, que vai ao ar amanhã, sobre um belo GM, o Monza S/R. Esse vermelho da foto, que pertence ao Oswaldo, um simpático blogueiro. Exemplar de uma época em que a Chevrolet fazia coisas muito boas por nossas bandas. O Monza chegou a ser o carro mais vendido do Brasil por três anos seguidos, na década de 80. E não era baratinho.
O carro do Oswaldo é um brinco, tem toca-fitas Motoradio Albatroz digital e amplificador Tojo. Já estou namorando o dito cujo. O carro, não o Oswaldo. Sai pra lá, Oswaldo!
Foi minha pequena homenagem à marca, contar a história do S/R. Que quando teve lançado o modelo com motor 2.0 passou a ser o carro mais rápido do país em velocidade final, 191 km/h.
ATUALIZANDO…
Já que o assunto é GM, reproduzo e-mail que acabo de receber do blogueiro Felipe Holtz. Quer dizer que a Avtovaz vai tomar conta da Opel? Bom saber… Segue o texto:
“É sabido por todos o quanto você admira a indústria automobilística russa e talvez você goste de um pedaço da matéria publicada hoje no site Terra sobre a GM: “A montadora austríaco-canadense Magna chegou a um acordo com a GM no final de semana para salvar a Opel. De acordo com informações preliminares, a Magna pretende adquirir 20% da Opel, que junto aos 35% de seus parceiros russos somariam 55%. A GM manteria outros 35% e os 10% restantes ficariam com os funcionários da empresa. A Fiat, que fez um acordo com a Chrysler, também apresentou oferta pela Opel, assim como pelas operações da GM no Brasil e América Latina…” .
Parceiros russos, leia-se: banco Sberbank e a montadora Avtovaz. Ou seja, a montadora dos carros Lada será uma das principais acionistas da Opel. Hoje, o primeiro-ministro Vladimir Putin anunciou o desejo de ver uma Avtovaz renovada sob o manto tecnológico da Opel, sugerindo até um novo nome para a montadora russa: GM-AvtoVaz. Quem diria que um dos maiores ícones do capitalismo americano seria um dia controlado pelos russos. É a vida…”
Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): ESPN Brasil, Indústria automobilística Tags: Avtovaz, Chevrolet, GM, Limite, Monza, Monza S/R, Opel
SÃO PAULO (cautela e caldo de galinha…) – Essa foto é muito legal e publico sem nenhum motivo especial. Foi tirada em Monza, 1991 (Humberto Corradi mandou). Era a estreia de Michael Schumacher pela Benetton, depois do sucesso com a Jordan em Spa e da demissão sumária de Roberto Moreno. Eu estava nessa corrida. Naquela época, o mala do Sylvester Stallone ia a quase todos os GPs porque queria rodar um filme sobre F-1. E levava sempre a dona da pensão, a gigantesca Brigitte Nielsen. Ninguém dava bola para o Stallone, mas a mulher dele era toda paparicada.
Ainda bem que o filme não saiu. Ele acabou fazendo um tendo a Indy/Cart como pano de fundo, “Driven” (não lembro como se chamou aqui), que tinha até perseguição com um carro da Indy na rua. Uma das maiores porcarias de todos os tempos.
Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): F-1 Tags: Brigitte Nielsen, Driven, Monza, Schumacher, StalloneMONTEVIDÉU (no, please!) – A coluna Warm Up desta semana, publicada no GP com um dia de atraso, é sobre a vitória de Vettel em Monza, usando a corrida de Senna em Mônaco/1984 como parâmetro de comparação. Mesmíssimo tema de post de outro dia, então não sejam repetitivos! Se você já comentou lá, não precisa comentar aqui. Se já me xingou lá, não precisa me xingar aqui. Sacou?
Aliás, o melhor a fazer é não ler, para não despertar seus instintos mais assassinos…
Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): Colunas Warm Up Tags: Monza, Senna, VettelMONTEVIDÉU (pra começar o dia) – Vamos lá, sexta é dia de colunas no GP, a primeira é a do Reginaldo Leme, analisando a corrida de Monza e as chances de Hamilton e Massa.
Leiam lá, comentem aqui!
Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): Colunas Grand Prix Tags: Hamilton, Massa, MonzaMONTEVIDÉU (folga, só fugindo do país) – É perto, mas é longe. Aos poucos vamos colocando a casa em ordem. Começando com as notas dos pilotos no GP da Itália pela equipe do Grande Prêmio.
Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): F-1 Tags: Monza
SÃO PAULO (mais uma…) – Quem se mete a falar e escrever sobre F-1 no Brasil deve tomar alguns cuidados. Não criticar Ayrton Senna, por exemplo. É certeza de porrada por todos os lados. Ayrton, piloto excepcional e personagem enigmático, foi alçado à posição de santo informal por estas bandas do planeta, muito mais pela forma como morreu, uma espécie de mártir do esporte, do que por aquilo que fez nas pistas — proezas inacreditáveis, vitórias espetaculares, títulos inesquecíveis.
Tivesse seguido a carreira e passado pelos ciclos quase inevitáveis a qualquer esportista — a decadência técnica e o fim da linha, quando não se sabe bem a hora de parar, algo que acho que ele saberia escolher, porque não era bobo —, seria apenas um ídolo. Um grande ídolo, talvez o maior que o país já teve no esporte, mais até do que Pelé, porque Pelé não viveu seu auge numa era midiática como Ayrton e não teve uma emissora poderosa de TV a zelar por sua imagem, graças à amizade pessoal com a voz oficial das corridas (não é preciso insinuar nada aqui; Senna era muito amigo de Galvão Bueno, e isso resultava num viés indesejável das transmissões e coberturas da TV Globo que contrariava o bom jornalismo).
Ocorre que a idolatria a Senna, muitas vezes, passa dos limites. Vira devoção cega. Aí, não é só quem o critica que leva cacetada: basta não elogiá-lo, ou elogiar outros pilotos usando-o como parâmetro, mencionando seus feitos e procurando relativizá-los.
Aconteceu domingo por causa de Vettel. Escrevi que a vitória do alemãozinho em Monza foi um feito mais notável que o segundo lugar de Senna em Mônaco/1984, a corrida que o apresentou para o mundo. E mais notável também que a primeira vitória de Schumacher, de Benetton (equipe que já tinha vitórias no cartel), ou de Alonso, de Renault, ou de Fisichella, de Jordan.
Claro que as reações foram somente à comparação com Mônaco/1984. O tom chega a ser engraçado: “como ousa falar…”, “como tem coragem de dizer…”, “de onde você tirou que…”, “nunca alguém pode comparar nosso Ayrton com…”.
E aí, automaticamente, o elogio a Vettel vira uma crítica a Senna — o que é, evidentemente, um equívoco. A cegueira da devoção leva a isso.
Schumacher foi demonizado por uma parcela dos torcedores brasileiros de F-1 porque superou todos os recordes de Senna. “Ele não conseguiria se Ayrton estivesse vivo…”, “o alemão é um safado, sujo e imoral…”, “com a Ferrari, até eu…”, “a equipe o protegia…”, e por aí vai. O carimbo de inimigo da nação vai demorar a sair de sua testa, como demorou com Prost, piloto do mesmo nível, feito do mesmo material.
O crime maior era (é) dizer que Schumacher foi melhor que Senna. Como Schumacher parou de correr, tal discussão, felizmente, esfriou. Agora o santo nome de Ayrton é evocado de novo para que se trace um paralelo entre ele e este jovem e impetuoso Vettel. Coitado, deve se revirar no túmulo diante de tanta histeria. Senna era tímido, e se tem uma coisa que nunca precisou, foi de gente para defendê-lo. A lembrança daquela corrida de Mônaco é natural, foi um desempenho tão raro quando o do piloto da Toro Rosso, é obrigação de qualquer um que fala/escreve sobre F-1 lembrar daquele episódio tão marcante.
Mas não pode, aquela foi a maior performance de todos os tempos e ponto final. “Como ousa?”.
Uai, eu achei a do Vettel melhor. Posso?
Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): F-1 Tags: Mônaco, Monza, Senna, Vettel
SÃO PAULO (tudo se explica) – Já deu sua passada no InfoRace hoje? O GP da Itália está inteirinho lá, uma lupa a corrida vencida pelo Vettel ontem, com dados que você não conseguiria enxergar a olho nu.
Trabalho de Marcelo Barboasa III, arquiduque da Moldávia, ferramenta exclusiva do Grande Prêmio — não existe nada parecido no mundo, o Marcelo ainda vai ficar rico com isso.
Veja, viaje, analise e comente tudo aqui.
Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): F-1, InfoRace Tags: MonzaSÃO PAULO (e agora?) - Terminou a quarta temporada da GP2, com a vitória do italiano David Valsecchi na corrida curta de Monza, hoje. Giorgio Pantano, que se sagrara campeão na véspera, terminou em quinto. O vice ficou com Bruno Senna, que não pontuou, mas contou com uma punição a Lucas di Grassi — 11º colocado na prova — para assegurar a segunda posição no campeonato.
Pantano fechou o ano com 76 pontos, contra 64 de Bruno, 63 de Di Grassi e 62 de Romain Grosjean — os dois últimos, vinculados à Renault. Mais três brasileiros correram neste ano: Diego Nunes (fez três pontos), Carlos Iaconelli e Alberto Valério (ambos ficaram no zero).
Bruno já anda falando em correr na GP2 de novo, se não arrumar nada na F-1. Lucas precisa dar um passo à frente, mas é difícil imaginar qual será. Dúvidas povoam as cabeças desses meninos. Quanto aos outros, Nunes, Iaconelli e Valério, gastaram dinheiro à toa.
Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): GP2 Tags: Bruno Senna, Di Grassi, Monza, PantanoSÃO PAULO (over) – Coluna que não acaba mais hoje no Grande Prêmio! A terceira do dia é do Reginaldo Leme, falando do GP da Itália e dando uma pincelada em Spa.
Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): Colunas Grand Prix, F-1 Tags: Monza, Spa
SÃO PAULO (voltou a voz) – Como sempre vendo tudo com outro olhar, está no ar a coluna Apex do Andre Jung, falando de Spa e de Monza. Sempre com as ilustrações inspiradíssimas de Marta Oliveira. Leia lá, comente aqui!
SÃO PAULO (quem ganhou?) – Descoberta de Thiago Arantes, narração muito legal de Murray Walker, que ainda dá seus pitacos nos microfones da rainha.
É a chegada do GP da Itália de 1969 em Monza. Quatro carros separados por 0s19. Ganhou Jackie Stewart, de Matra. Jochen Rindt, que fez a Parabólica na frente, ficou em segundo com Lotus. Jean-Pierre Beltoise (Matra) e Bruce McLaren (McLaren) vieram logo atrás.
Chegada assim não é todo dia que se vê.
Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): F-1 Tags: MonzaSÃO PAULO (estou atrasado, diria o coelho) – O blogueiro Ricardo Fernandes me manda este interessante link do Clube do Monza. Já imagino as gracinhas que serão postadas aqui, mas note: para quem acha que hoje somos moderninhos e tolerantes, imagine uma concessionária lançar hoje um automóvel semelhante com algum garoto-propaganda polêmico.
Éramos modernos e não sabíamos, essa é a verdade.
Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): Carros Tags: Chevrolet, Clodovil, Monza