iG
iBest BrTurbo

Publicidade

Publicidade

20/03/2010 - 01:36

SENNA, 50 (22)

SÃO PAULO (genial) – Todos os carros, desde o kart, numa animação espetacular enviada pelo Gustavo Melo. Pode ser até que, anos atrás, isso já tenha aparecido aqui. Mas e daí? Para marcar os 50 anos de Senna, é mais do que apropriado. Fora a qualidade do trabalho, excepcional.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): F-1 Tags: , , , ,
16/03/2010 - 16:51

OVERDOSE DE LOTUS

SÃO PAULO (coincidência) – E a KV, equipe de Takuma Sato na Indy, fechou com a Lotus malaia e com a Cosworth um contrato de patrocínio que passa a valer a partir da prova de São Petersburgo, a próxima etapa do campeonato. Segundo este link, a mim enviado por um amigo que tem uma concessionária Lotus na Tijuca, a pintura do carro do japonês já está definida e será assim. Na Indy, os motores são todos Honda, e alguém pode se perguntar o quê as marcas Cosworth e Lotus vão fazer por lá.

Bem, depois que a Sauber começou o campeonato da F-1 com motor Ferrari e BMW no nome, nada mais me surpreende.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): Indy, IRL, ChampCar... Tags: , , ,
16/03/2010 - 15:49

SENNA, 50 (13)

SÃO PAULO (belo carro) – Em 1987, Senna ia para seu terceiro ano na Lotus. Nos dois primeiros, motor Renault. No último, o primeiro contato mais forte com a Honda. Sua temporada foi decisiva para que os japoneses, digamos, recomendassem sua contratação à McLaren, que passaria a usar seus motores em 1988. A McLaren, que não era boba, aceitou. Apesar de já ter Prost.

Mas 1987 não foi o mais brilhante de Ayrton na Lotus quando se analisa apenas o quesito velocidade absoluta, no qual se destacara nas duas temporadas anteriores. Depois de fazer fez sete poles em 1985 e oito em 1986, conseguiu apenas uma com a Honda. Por outro lado, teve um campeonato mais consistente, com duas vitórias, em Mônaco e Detroit, e oito pódios no total. Fechou o Mundial em terceiro, com 57 pontos, atrás apenas da dupla da Williams, igualmente empurrada pelos incríveis turbos da Honda, Piquet e Mansell.

A foto foi tirada no Rio, com toda a tchurma da Lotus já patrocinada pela Camel. O companheiro de equipe, exigência da Honda, era o japonês Satoru Nakajima.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): F-1 Tags: , , , , ,
16/03/2010 - 13:12

BR DE VOLTA

SÃO PAULO (nos meus velhinhos, só Podium) – Depois de um ano e pouco de fora, a Petrobras volta à F-1 possivelmente a partir do GP da Espanha. Foi fechado um contrato de patrocínio com a Lotus de US$ 9 milhões pela temporada, mais o fornecimento da gasolina e dos lubrificantes. Ainda falta assinar, mas é questão de dias. A Petrobras foi parceira da Williams de 1998 a 2008. Fecharia com a Honda se esta permanecesse na F-1. A ideia da petrolífera brasileira foi, sempre, estar associada a equipe oficial de fábrica. A Honda desistiu, a Petrobras saiu.

Parece que mudaram de ideia, porque a Lotus é uma independente. Mas a F-1 também mudou, e hoje praticamente não há times de fábrica.

Muita gente vai falar besteira aqui. Vai malhar o governo e a empresa. Não tenho procuração para defender ninguém, mas digo o que acho.

A Petrobras é uma das maiores empresas do mundo e concorre, no mercado sul-americano, com outras gigantes que estão na F-1, como a Total/Elf e a Shell. Portanto, é um patrocínio como qualquer outro, e associar seu nome à F-1 é algo positivo quando se trata de uma companhia que atua num ramo em que tecnologia é importante. A Petrobras, embora estatal, está na briga pelos mesmos consumidores que as suas concorrentes privadas.

Outro aspecto importante, que normalmente não é percebido. A presença no automobilismo de ponta exige produtos de ponta, e nos anos de F-1 a Petrobras ganhou uma reputação muito boa no meio. É algo que ajuda também internamente, com o aperfeiçoamento de técnicos e engenheiros que trabalham aqui.

A Petrobras tem atuação no automobilismo interno mais modesta, em termos financeiros. É fácil explicar. O automobilismo interno é uma bomba e não desenvolve nada. Talvez a Lotus não seja a melhor porta para voltar à F-1, mas com certeza há algumas vantagens nesse relacionamento. “Ah, e por que não patrocinam o Bruno Senna?”, perguntarão os mais histéricos. Porque o que determina onde a Petrobras vai colocar dinheiro não é apoio pessoal a ninguém, só por ser brasileiro. Há critérios técnicos, e eles são sérios. Tanto que, na Williams, não havia brasileiros titulares na época da parceria.

Portanto, nada a reparar.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): F-1 Tags: ,
11/03/2010 - 17:37

ONE COMMENT AND…

…one information. O comment, primeiro: estou gostando do estilo da Lotus, a máquina de fliperama é o máximo. A information, que foi antecipada ontem pelo blog do Fábio Seixas: a Petrobras vai mesmo fechar com a equipe, como patrocinadora e fornecedora. Mas gasolina, mesmo, acho que só para o fim da temporada. Leva tempo fazer tudo, testar e o escambau. E atenção: eu disse VAI FECHAR, não que fechou.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): F-1, One comment Tags: ,
12/02/2010 - 17:51

E PUR SI MUOVE!

SÃO PAULO (esquindô) - É curtinho, não esclarece muita coisa, mas é simpático o videozinho que a Lotus colocou no VocêTubo, com imagens do shakedown de Silverstone.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): F-1 Tags: , ,
12/02/2010 - 15:14

T127

SÃO PAULO (British Green is back) – E apareceu a margarida, agora oficialmente. A Lotus mostrou agora há pouco em Londres o carro que será pilotado pela dupla mais sem sal do grid em 2010, Trulli e Kovalainen. Tony Fernandes é o dono da nova equipe, que usa o nome da antiga graças à compra, anos atrás, dos direitos de uso da marca Lotus pela Proton da Malásia — é o governo do país que está entrando com a maior parte da grana necessária para a empreitada, e a Proton, fabricante de carros de passeio, é estatal.

Semana passada a “Autosport” inglesa já havia flagrado o carro fazendo o shakedown em Silverstone. É bonito. O grid estará bem colorido neste ano, com a volta do British Green que marcou o início da era de glórias da Lotus nos anos 60. O time carrega uma herança e tanto. O nome de batismo foi T127 (eu tinha visto errado, T172, corrijo agora). Vou chutar. T de Tony Fernandes? 1 de primeiro carro da nova equipe? Se fosse 72, como eu achei que era, poderia ser uma homenagem ao modelo mais marcante da história da Lotus, a preta do Emerson… Mas 27, juro que não sei.

O projeto é assinado por Mike Gascoyne, que teve bons momentos na categoria no final da década de 90 e início do anos 2000, mas acabou queimando o filme com uma péssima passagem pela Toyota, não conseguindo mais se firmar em equipes importantes.

Assim, são 11 as equipes que mostraram seus carros para 2010. Faltam a Campos e a USF1, que ainda não têm o que mostrar. Na pior das hipóteses, a primeira corrida do ano, no Bahrein, terá 22 pilotos na largada. É melhor que os 20 dos últimos anos. Mas é pior do que os 26 que se esperava.

lotus

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): F-1 Tags: ,
09/02/2010 - 15:16

EIS A LOTUS

autosportlotus

SÃO PAULO (esforço recompensado) – O pessoal da “Autosport” inglesa está de parabéns. De plantão em Silverstone, a revista conseguiu a primeira foto do carro da Lotus, que será oficialmente apresentado na sexta-feira em Londres. Fairuz Fauy foi o piloto encarregado do shakedown hoje. As cores: verde e amarelo. “British Green”. Mais Lotus, impossível.

Reproduzo a foto, que foi enviada pelo Twitter por um dos meus colegas ingleses da revista.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): F-1 Tags: ,
15/12/2009 - 21:03

O SEVEN BRASILEIRO

sevenbrasil

SÃO PAULO (buena suerte de novo, uai) – O blogueiro Paulo Roberto de Almeida, assíduo frequentador deste modesto blog, apresentou na Bienal do Automóvel de Belo Horizonte mais um Lotus brasileiro. Isso aí: uma recriação do Seven, do legendário Seven de Colin Chapman, que será fabricado por encomenda ao preço de R$ 52 mil. A criação é dele e de seu sócio Augusto Starling. Os detalhes do carro estão aqui. Alguns deles: pesa 480 kg, motor AP 2.0 de 160 hp central/dianteiro (ou o equivalente da Ford), freio a disco nas quatro, chassi tubular em aço carbono, câmbio Clark de cinco marchas e etc e tal. O prazo de entrega é de 90 dias.

O preço nem é muito salgado. Curti a baratinha.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): Indústria automobilística Tags: , ,
14/12/2009 - 09:45

SEM SAL

SÃO PAULO (ou pimenta) – Trulli vá lá, é a dose de experiência necessária. Mas Kovalainen? Essa será a dupla da Lotus para 2010. Totalmente sem graça. Eu estava apostando — e errei feio — em Kobayashi. Seria uma boa sacada da nova equipe, que poderia catar uns caraminguás no Japão. Kovalainen atrai qual tipo de patrocinador? Água mineral? Iogurte diet?

Em todo caso, é a primeira equipe estreante a confirmar oficialmente sua dupla de pilotos (a Virgin já tem os dois, mas o anúncio é só amanhã). E é um time que não precisa de dinheiro. Quase uma estatal da Malásia.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): F-1 Tags: , ,
12/12/2009 - 17:08

SOBREVIDA

SÃO PAULO (experiência é tudo) – Segredo de polichinelo, mesmo, é a contratação de Jarno Trulli pela nova Lotus. O anúncio oficial será feito segunda-feira. Deixou de ser segredo quando Tony Fernandes, o dono da equipe, disse que adora pilotos italianos. Aquelas dicas que não precisam ser repetidas.

E o fato é que os veteranos vão se arranjando. Nenhum se aposentou neste ano, e olha que a lista de candidatos à cadeira de balanço não é pequena, não. Palpite deste que vos bloga para a segunda vaga da Lotus? Kobaysashi. Me cobrem depois.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): F-1 Tags: , ,
09/12/2009 - 14:47

BUSINESS, BUSINESS

SÃO PAULO (não passa disso) – Começou hoje em Mônaco o Motor Sport Business Forum/Europe. Tony Fernandes, dono da tal de Lotus, foi um dos palestrantes. Ele é também dono da AirAsia (que atua no segmento de baixas tarifas). Vale a pena reproduzir alguns trechinhos do que ele e outros disseram, para se ter uma ideia de como a F-1, hoje, é encarada quase só como forma de fazer dinheiro, com o esporte relegado a um plano qualquer.

“Nós vimos a oportunidade à nossa frente [de entrar na F-1]. Ainda há muitas maneiras de fazer disso um bom negócio, e é um grande negócio para funcionar como plataforma para outros negócios.”

Numa frase, Fernandes usou três vezes a palavra “negócio”. Argh. De qualquer forma, parece que o nome Lotus não será vilipendiado.

“Nós não reivindicamos nenhuma herança do passado da equipe, mas vamos fazer de tudo para não destruir o prestígio da marca. Temos um Conselho que vai proteger tudo que foi construído por Colin Chapman. Vamos celebrar a herança do nome Lotus e trabalhar com isso. Durante o GP da Malásia, muitos colecionadores e proprietários de Lotus vão levar seus carros para Sepang. É uma história fenomenal, uma marca fenomenal, e vamos honrá-la.”

A Proton, fábrica malaia de carros, é dona do nome Lotus e licenciou a marca para Fernandes montar seu time. Meta para 2010? Segundo ele, chegar na frente de uma equipe em especial.

“Quero derrotar Richard Branson [dono da Virgin, que vai dar o nome à Manor], já que trabalhei para ele, fomos sócios [em companhia aérea], e quero que ele fique atrás da gente no grid.”

Outro que falou muito em negócios no fórum foi Gerard Lopez (muito prazer), de uma certa Mangrove Capital Partners, um desses fundos de investimento que nunca compreendo o que fazem. O cara quer comprar a Renault (a equipe, não a fábrica inteira).

“São tempos de mudanças, e esses tempos são ótimos para entrar em algum negócio. Há uma chance de criar uma plataforma que tem mesmo de se reinventar. As oportunidades não são propriamente para se ganhar dinheiro com as corridas, mas sim de usar a F-1 como uma plataforma de negócios para outras oportunidades. A F-1 é uma grande plataforma de business-to-business.”

Não sei decifrar direito esse papinho financista, mas não gosto dele. Me dá a impressão de que esses caras só querem ter uma equipe para ter direito a um camarote no qual possam receber, entre taças de champanhe e copos de uísque e coquetéis de camarão, gente com quem possam fazer negócios, claro, e dane-se o que está acontecendo lá embaixo, na pista.

Sobre as montadoras que se mandaram da F-1, como Honda, Toyota e BMW, Lopez, o que quer comprar a Renault, acha que elas voltarão. Não as mesmas, mas a indústria automobilística não se resume às tradicionais.

“Não é a primeira vez que vão embora. Tenho certeza que outras vão ocupar seus lugares. Montadoras estão sendo criadas em ouros lugares. A próxima geração de montadoras [que entrará na F-1] não tem de vir necessariamente da Europa.”

Coreia, China e Índia na fita, é o que penso. Xing Ling Racing.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): F-1 Tags: , , , , , ,
04/12/2009 - 16:59

LOTUS MISTERIOSA

SÃO PAULO (e nas estatísticas?) - A misteriosa nova Lotus, essa baseada na Malásia, é tema da coluna Warm Up de hoje. Ler lá e comentar aqui, como de costume…

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): Colunas Warm Up Tags:
13/11/2009 - 14:37

A TAL DA LOTUS

SÃO PAULO (a ver) – Felipe Paranhos entrevistou no Grande Prêmio o sujeito que está à frente do projeto da nova Lotus, Tony Fernandes. O texto está aqui, e joga algumas luzes sobre esse projeto ainda meio esquisito de uma equipe malaia na F-1.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): F-1 Tags: ,
15/09/2009 - 15:31

QUEM SÃO ESSES CARAS?

SÃO PAULO (não é aquela) – O nome Lotus de volta à F-1 é legal, claro. Mas seria mais ainda se fosse a Lotus de verdade. Essa aí é mulambenta. Aliás, é meio mulambento (existe, “mulambento”?) esse processo de escolha das novas equipes levado a cabo pela FIA. Falta transparência e lógica técnica. Até agora, não dá para entender porque duas equipes de verdade, que já existem e vivem do esporte, não aparecem na lista das eleitas: Prodrive e Epsilon Euskadi. Pode ser que tenham desistido, com a queda do teto orçamentário. Pode ser que não queiram usar motores Cosworth. Pode ser qualquer coisa.

No que diz respeito às duas novas de hoje, Lotus Mulambenta e Qadbak Racing Tabajara, tem cheiro de lavanderia. A BMW, montadora séria que perdeu meu respeito ao desistir da F-1 de forma tão abrupta e covarde, informa oficialmente que a Qadbak Investments Ltd, “um grupo suíço que representa interesses de certas famílias do Oriente Médio e da Europa”, comprou o time. O contrato já foi assinado.

A Qadbak não existe no Google, mau sinal, e na Wikipedia é um verbete de meia-dúzia de linhas. ”Ficou conhecida em julho de 2009 quando comprou o Notts County FC”, diz a enciclopédia livre da net. O Notts é um clube da quarta divisão inglesa que leva a fama de ser o time profissional mais antigo do mundo, fundado em 1862, e a compra se deu através de uma subsidiária, Munto Finance, que por sua vez é ligada a grupos financeiros de Dubai. Sei.

A BMW informa ainda que os interesses do fundo Qadbak, originalmente baseado no Qatar, mas operado a partir da Suíça, serão representados Lionel Fischer, também suíço. Não sei quem é. A fábrica, na prática, se livrou do abacaxi. Vendeu ao primeiro que apareceu com dinheiro vivo, sem se preocupar muito de onde vem a féria. Passou o mico adiante. Não quer nem saber. O que será da equipe, a velha Sauber, é uma enorme interrogação.

Aí vem a Lotus, a nova Lotus, nas palavras de Mike Gascoyne, já escolhido como diretor-técnico. Ela será montada a partir da estrutura da Litespeed, uma equipe de F-3 na Inglaterra, com dinheiro da Malásia. Pelo que sei, a Proton, estatal que faz carros no país, tem os direitos de uso da marca. Acho que isso ainda vai dar rolo. O chefe da equipe será o malaio Tony Fernandes, dono da AirAsia, uma empresa aérea da linha “low price tickets” que patrocina a Williams.

Educado na Inglaterra, Fernandes (filho de “portugueses” de Malacca, ilha na Malásia colonizada pelos lusos desde os tempos das caravelas, onde ainda se fala português) sempre teve boas relações com os pica-grossas do governo malaio, e por isso sua companhia prosperou. Antes de comprá-la, foi executivo da Warner e trabalhou na Virgin de Richard Branson. Fernandes também tem uma cadeia de hotéis. É um milionário, daqueles que o capitalismo adora chamar de “empreendedor”.

Assim, de Lotus a nova Lotus não tem nada.

Fernandes pode ser apenas um aventureiro, como se achava que era Vijay Mallya, o dono da Force India. A F-1 nem sempre foi formada por garagistas, gente ligada ao esporte desde o berço. Já teve outros que encontraram na categoria um bom caminho para desaguar suas notas frias — como a turma do russo-canadense que comprou a Jordan, o grupo Midland, que durou pouco; vieram os “puristas” da Spyker e duraram pouco, também. E outros, ainda, que simplesmente gostam de corridas e conseguiram entrar nesse mundo fechado graças a suas fortunas pessoais. Mallya parece ser um desses, e está se revelando um bom dono de equipe, dedicado, apaixonado, como era Paul Stoddart — outro outsider que quando assumiu o controle da adorada Minardi, conseguiu manter acesa a chama da competição no time italiano. Como é “Didi” Mateschitz, da Red Bull. 

Nada impede que Fernandes acabe sendo mais um, posso estar sendo injusto no pré-julgamento. Mas não sei, não. A F-1 está se livrando das montadoras, isso é fato. Mais por causa delas, do que pela atual situação da F-1. BMW e Honda já saíram, a Renault está a um passo de, a Toyota é sempre uma dúvida. Elas vêm e vão, como sempre acreditou Mosley. Só que seu lugar está sendo ocupado por gente nebulosa. Esse grupo que comprou a BMW, por exemplo, não tem cara de ser coisa boa. Tony Fernandes, o amigo dos sultões, também não inspira muita confiança.

Em resumo, sempre fui um defensor dos times independentes. A história da F-1 foi escrita por eles — Jack Brabham, Bruce McLaren, Wilson e Emerson Fittipaldi, Giancarlo Minardi, Frank Williams, Ken Tyrrell, Guy Ligier, Collin Chapman, e mais as fábricas que sempre apostaram nas corridas, como a Ferrari. Gente do ramo.

Quando começa a entrar muito dinheiro de Dubai e do Qatar, quando do nada surgem fundos de investimentos que representam “certas famílias” da Europa e do Oriente Médio, quando a grana não tem dono ou origem, dou-me o direito de achar que correr de Lada em Interlagos diz muito mais sobre o automobilismo do que ter uma equipe na F-1.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): F-1 Tags: , ,
15/09/2009 - 09:19

DIA QUENTE

SÃO PAULO (e eu atrasado) – Começou quente a terça-feira. Um grupo suíço de investimentos que representa famílias europeias e do Oriente Médio comprou a BMW Sauber poucas horas depois de a FIA anunciar que para seu lugar, no ano que vem, havia decidido aceitar a inscrição da Lotus, que não é a mesma Lotus d’antanho, mas sim o mesmo nome, sob controle de um grupo malaio.

Aí a FIA falou que se a BMW Sauber se safasse, arrumando algum comprador, correria também, consultando as equipes sobre a possibilidade de alinhar 14 times/28 carros no grid de 2010. E parece que é o que vai acontecer.

Está tudo no Grande Prêmio. Estou saindo para gravar na TV e na volta a gente analisa tudo com mais calma. O que posso dizer por enquanto é que adoraria, mesmo, ver um grid com 28 carros. Acho difícil todas essas novatas se organizarem a tempo, ainda mais que não há teto orçamentário. Mas seria muito legal, abrindo vagas para muitos pilotos.

Os próximos meses serão muito intensos no mundinho veloz.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): F-1 Tags: , ,
20/05/2009 - 16:48

FOTO DO DIA

O instantâneo é de 1973 e foi enviado por Humberto Correndo. Se você tivesse de escolher uma dupla atual da F-1 para reproduzir as carinhas, qual seria?

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): Foto do dia Tags: , ,
11/02/2009 - 16:49

E O LOUCO SOU EU…

SÃO PAULO (interna!) – Lembram de um episódio do Top Gear em que os caras levam um Lada para ser modificado na fábrica da Lotus? Pois bem. O blogueiro Fernando Bueno está fazendo um em SP! E com motor Lotus de verdade! A história toda está em seu blog. E merece ser acompanhada. Entre outras coisas, porque o motor Lotus que ele comprou era sabem de quem? Nelson Piquet!

E depois vocês me chamam de maluco…

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): Ladaland Tags: , ,
10/11/2008 - 19:44

CARS & GIRLS

Será que James pegou?

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): Cars & girls Tags: ,
10/07/2008 - 17:32

O CARRO DO TOMAS ENGE

SÃO PAULO (fumaça) – Assinada pelo Vitor Matsubara, oriundo desta casa jornalística, nota no site da Quatro Rodas conta que a Lotus vai usar materiais, hum, incomuns no interior do Eco Elise, algo que agradará muito a pilotos como Tomas Enge e outros que correm aqui no Brasil…

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): Carros Tags:
07/03/2006 - 00:49

E tome papel!

SÃO PAULO (o cara do Cometão não responde, alguém o conhece?) – Mais uma fera nos carrinhos de papel é o Sérgio Barbosa, cujas obras podem ser vistas clicando aqui. Ele faz carros nacionais, mas é um fã de Senna, e por isso o piloto brasileiro tem um destaque especial em seu portfólio. Foto da Lotus de 85 abaixo. De babar.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): De papel Tags:
Voltar ao topo