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	<title>Flavio Gomes &#187; buggy</title>
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		<title>SELVAGENS</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jan 2009 22:47:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavio Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indústria automobilística]]></category>
		<category><![CDATA[buggy]]></category>
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		<description><![CDATA[NATAL (e vamos para o ar) &#8211; Infelizmente, não visitei a fábrica dos buggys Selvagem hoje. Felizmente, fez um sol danado e aproveitei muito bem o último dia por estas bandas. Motivo nobre para o cano, pois: as praias do Rio Grande do Norte.
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://colunistas.ig.com.br/flaviogomes/files/2009/01/selvagens.jpg"><strong><img class="alignright size-medium wp-image-115581" src="http://colunistas.ig.com.br/flaviogomes/files/2009/01/selvagens.jpg" alt="" width="300" height="225" /></strong></a><strong>NATAL</strong> <em>(e vamos para o ar)</em> &#8211; Infelizmente, não visitei a fábrica dos buggys Selvagem hoje. Felizmente, fez um sol danado e aproveitei muito bem o último dia por estas bandas. Motivo nobre para o cano, pois: as praias do Rio Grande do Norte.</p>
<p>Mas quero deixar de público aqui o agradecimento pelo convite feito pelo Marquinhos Melo, RP da Selvagem, prometendo que na próxima (e haverá muitas próximas, Natal é linda demais) vou à fábrica sem falta.</p>
<p>Aliás, a gente deveria falar mais de buggys aqui. Sei que não é um veículo inventado no Brasil, mas é óbvio que foi aqui que ele se &#8220;naturalizou&#8221;. Fortaleza e Natal, salvo engano, são as capitais mundiais dos buggys, e sobre eles tive uma verdadeira aula com o Péricles, nosso bugueiro, conhecido por aqui como Juízo — é que quando ele era mais jovem, tomou um tombo de moto e os amigos dizem que precisaram abrir a cabeça dele; quando fecharam, colocaram dentro um juízo de cobra&#8230;</p>
<p>Juízo é um grande contador de casos, e o primeiro que contou foi sobre Ayrton Senna. Diz que depois de conquistar o título de 1988, Senna veio passar uns dias em Natal e foi passear de buggy, claro. No meio de uma duna qualquer, pediu ao bugueiro para dar umas aceleradas. O que você faria se fosse o bugueiro? Bom, o cara é o Senna&#8230; Vai lá, &#8220;açuléra&#8221;! Ayrton andou cinco metros e atolou na areia. Deu risada, passou o volante de volta ao bugueiro e disse: &#8220;Cada macaco no seu galho!&#8221;. Anos depois, diz o Juízo, Senna apareceu na TV dirigindo um buggy numa de suas fazendas, ou na casa de Angra. Gostou do negócio.</p>
<p>Os buggys, falei isso em post sobre os Fuscas estacionários, sempre usaram mecânica VW a ar. Atualmente, essa realidade está mudando por conta do fim dos motores e das peças que ele precisa. Por isso, a nova geração deverá ter motores AP ou o motor do Fox, cujo nome não sei.</p>
<p>Eu não conhecia a Selvagem, e duvido que muita gente que não tenha vindo a Natal ou que não seja do Nordeste tenha ouvido falar da marca. Simplesmente porque seu mercado é Natal e ponto final. O que é ótimo: saber que estas cidades, tão distantes (e mais belas) que as do nosso Sul Maravilha, têm sua vida própria, seu mercado, suas particularidades. O Selvagem é apenas uma dessas.</p>
<p>Bem, preciso ir embora. O avião vai sair daqui a pouco. Amanhão, de volta à vaca fria. </p>
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		<title>BOMBRIL</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jan 2009 04:25:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flavio Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fusca & cia.]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://colunistas.ig.com.br/flaviogomes/files/2009/01/fuscareia.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-115531" src="http://colunistas.ig.com.br/flaviogomes/files/2009/01/fuscareia.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a><a href="http://colunistas.ig.com.br/flaviogomes/files/2009/01/fuscareia.jpg"></a></p>
<p><strong>NATAL</strong> <em>(acabando&#8230;)</em> &#8211; Quinta-feira, a convite do Marcos Melo, blogueiro do pedaço, devo visitar a fábrica de buggys Selvagem, que domina o mercado no Rio Grande do Norte. Depois falo deles. Antes, algo que me deixou encantado em Natal. Como se sabe, a VW descontinuou a produção de seus motores boxer a ar. Os últimos feitos no Brasil equiparam a Kombi até o fim de 2005. Depois disso, passaram a usar na Velha Senhora o 1.4 do Fox, ou algo do tipo. Refrigerado a água — crime exaustivamente denunciado aqui à época.</p>
<p>Buggys, no Brasil, pelo menos, sempre usaram motores de Fusca. O fim deles, claro, trouxe problemas aos seus fabricantes, que um belo dia foram avisados pela VW, que lhes vendia conjuntos mecânicos completos, de que a fonte secara. A Selvagem está estudando alternativas. Acredito que as outras fábricas também. Motores AP entre elas. O conjunto atual da Kombi é outra. No fim, tudo dá certo. O buggy que nos levou para passear terça-feira, do Juízo, tinha motor AP 2.0. Andava muito bem. O jeito que esses buggys enfrentam a areia fofa, apenas com tração traseira, é de deixar com inveja todos que estão no Dacar.</p>
<p>(Falando nisso, vocês estão acompanhando? Vi que tem gente se arrebentando de montão. Mas as paisagens são belas. Acho que o Dacar do Cone Sul vai pegar. Tomara.)</p>
<p>Mas o legal mesmo é saber que Fusca não acaba nunca, seus motores servem para tudo, são que nem bombril. Quem já veio a Natal e escorregou nas dunas para cair na água, ou desceu de cordinha para despencar numa lagoa, deve ter notado que para subir de volta os caras usam&#8230; Fuscas! Sem pneus ou carroceria, mas Fuscas. Vejam na foto. O cabra da peste tem pedal de embreagem, freio e acelerador à disposição. O motor é traseiro. Têm câmbio. Para quê? Trazer os turistas num carrinho sobre trilhos até o alto da duna, de onde eles despencam na água numa prancha de fibra de vidro, o esquibunda. Melhor do que qualquer motor elétrico, ou estacionário, ou qualquer coisa moderna. Fusca, mesmo.</p>
<p>Me explicou o cabra que o carrinho sobe em segunda. O que um dia foi uma roda, a esquerda traseira, puxa um cabo de aço. O freio é só atrás&#8230; A tambor, claro.</p>
<p>E assim os motores que mais sucesso fizeram na história continuam por aí, subindo e descendo gente. Uma história interminável.</p>
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