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05/10/2009 - 19:40

RELAÇÕES PERIGOSAS

bernieeeBRATISLAVA (cada um na sua) – Na Inglaterra, é grande o zunzunzum dos jornais sensacionalistas para tentar descobrir quem é a nova companheira de Bernie Ecclestone, que no fim de 2008 se separou da ex-modelo croata Slavica depois de 24 anos de casamento. Sobre o assunto, o respeitado jornalista Joe Saward publicou uma nota em seu blog abrindo uma boa discussão: devemos nós, que conhecemos sua identidade, revelá-la sabendo que todo mundo vai cair matando na moça porque ela é bem mais nova, insinuando que estão juntos só por dinheiro? Deve-se jogar alguém aos tubarões da iniquidade humana em nome de uma informação que não tem a menor importância, e só diz respeito aos dois e a suas famílias?

A resposta é: não.

Julgar homens ou mulheres que têm relacionamentos com pessoas bem mais novas ou bem mais velhas é de uma pobreza de espírito sem tamanho. Que Bernie e sua nova companheira sejam felicíssimos, e pronto. E daqui não sai mais nenhuma palavra.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): F-1 Tags:
13/08/2009 - 15:36

BOA NOTÍCIA

SÃO PAULO (mas é melhor esperar) – Quando for confirmado, será motivo de comemorações. Está quase tudo certo para que Montreal volte ao calendário da F-1. Sempre foi uma das corridas mais festivas da temporada, e parece que Bernie Ecclestone colocou os pezinhos de duende no chão e resolveu baixar seu preço. E se acontecer, estará corrigida uma injustiça histórica. Não tem cabimento a F-1 correr na China e no Bahrein e ficar fora do Canadá.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): F-1 Tags: ,
17/07/2009 - 18:45

ENIGMA DO DIA

SÃO PAULO (bom dia, tudo bem?) - Nossa, já escureceu… Bem, vamos blogar, porque hoje o dia foi cheio demais. Começando com um desafio que nem é tão difícil assim, mas os blogueiros vão contar a história. Que teste foi esse de Ayrton Senna, sob o olhar atento de Bernie Ecclestone, na Brabham?

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): Enigmas & desafios Tags: , , ,
24/06/2009 - 18:58

TO PIZZA OR NOT TO PIZZA?

SÃO PAULO (ficou enorme, nunca mais escrevo sobre isso!) – Passada a tempestade, ficam duas perguntas. Terminou tudo em pizza? Quem ganhou e quem perdeu, afinal?

Primeiro, é um equívoco acreditar que tudo não passou de um teatro e que era fácil adivinhar seu desfecho. Não. Houve possibilidades reais de ruptura e temores dos dois lados. Das equipes, porque seriam incapazes de montar um campeonato em tão pouco tempo. Da dupla FIA/Bernie, de perder o que sempre tiveram, o controle da F-1. As chances maiores eram de um acordo, sim. Porque ele era necessário. Se não houvesse, porém, estariam todos lascados. E cada lado sairia a campo para lutar por sua sobrevivência, um tentando matar o outro. É assim nas guerras.

Mas houve um acordo, a guerra acabou, e voltamos às perguntas iniciais.

Terminou tudo em pizza?

Bem, pizza, assim, do jeito que a gente conhece, a clássica “fica tudo como está”, não. Afinal, a F-1 de 2010 será outra. O ambiente todo mudou. Max Mosley não será mais o presidente da FIA. Sem ele no comando, os times/montadoras podem pensar um pouco à frente, em colocar na cadeira do rei do chicotinho alguém mais simpático às suas causas. Não há pizza aí. Além do mais, o Mundial terá três equipes novas, algo que não aconteceria de forma espontânea. Será um campeonato diferente, que agrega mais três independentes, equilibrando um pouco a relação fábricas x “garagistas”. Não, definitivamente, sob esse ponto de vista, não acabou tudo em pizza.

Mas…

Há algumas sutilezas que devem ser observadas nesse episódio todo, e é preciso voltar um pouco no tempo para tentar compreender cada passo dado pelos combatentes nos últimos meses.

Max comanda a F-1 desde 1991, quando assumiu a presidência da FISA, o braço esportivo da FIA. Esse órgão seria extinto alguns anos depois. Mas em 1993 Mosley foi eleito presidente da entidade principal, o que dá na mesma.

Bernie sempre foi seu aliado, especialmente quando, no final dos anos 90, a Comissão Europeia acusou a FIA de monopólio por controlar tudo que dizia respeito à F-1 sem dar chances a ninguém de participar do racha do butim. Em 2000, numa manobra até hoje considerada bizarra, a FIA (leia-se Mosley) repassou os direitos comerciais da categoria à FOM (leia-se Bernie) por 100 anos. 100 anos! Estava, de certa forma, descaracterizado o monopólio que a Comissão Europeia contestava.

E tudo seguiu mais ou menos em paz, com um Pacto da Concórdia assinado em 1998 por dez anos, quando a presença das montadoras na F-1 ainda era fraca. Em 2007, porém, quando o acordo deveria ser renovado (para quem não sabe, o Pacto rege todas as relações entre FIA, FOM e equipes, comerciais e regulamentares), o quadro era outro. As fábricas, que tomaram a categoria de assalto, tiraram o pescocinho do engradado e começaram a pleitear fatias maiores das receitas que, achavam, eram magras demais para elas, as donas do espetáculo.

O que Mosley e Bernie fizeram? Cooptaram a Ferrari, assinando um contrato paralelo com o time de Maranello dando direito de veto aos italianos em questões ligadas às regras. Com a Ferrari ao seu lado, montadora nenhuma estaria disposta a encher o saco da dupla. Dupla que, diga-se, nunca confiou nelas, as montadoras, sob o argumento, muito aceitável, de que elas não tinham compromisso com o esporte, mas sim com seus balanços financeiros. Não iriam entregar nada a corporações que no dia seguinte poderiam se mandar da categoria. E foi assim, com esse equilíbrio meio mambembe, que a F-1 sobreviveu até setembro do ano passado, quando foi criada a FOTA.

Luca di Montezemolo, que não é tido como gênio por seus pares — antes, tem a fama de meio bronco e midiático além da conta —, assumiu a presidência da associação das equipes. E a Ferrari, que sempre rezou pela cartilha da FIA, alinhou-se às fábricas que, de novo, queriam fatias maiores do bolo que Bernie sempre mordeu com apetite inversamente proporcional ao seu diminuto tamanho. Foi assim que começou a guerra. Porque, além de querer mais dinheiro, as equipes-montadoras tinham um medo.

Mosley, àquela altura, já havia lançado, talvez na melhor das intenções, as bases de sua F-1 popular, barata, controlada. Controle. Era isso que apavorava os times das montadoras. Não é um acaso o fato de que as duas únicas associadas da FOTA que ficaram com a FIA sejam equipes realmente independentes. Têm nas corridas sua atividade principal. Não prestam contas a ninguém, exceto à Receita dos países onde estão sediados.

Ferrari, Toyota, Renault, BMW Sauber, McLaren, Red Bull e Toro Rosso são, por assim dizer, “filiais” das matrizes que fazem carros e latinhas de energéticos. A Brawn é a exceção nesse grupo, cuja decisão de não correr para a FIA é, para mim, ainda um mistério. Essas sete se arrepiam só de pensar em ter alguém de fora controlando suas contas, digamos, pouco ortodoxas. O medo não era tanto do teto. Era de ter alguém escarafunchando livros e notas fiscais para fiscalizar seu cumprimento.

Esse era o ponto. Foi por isso que os ânimos se acirraram tanto.

Vencedores e vencidos?

Bem, pelo comunicado oficial do Conselho Mundial, as equipes das montadoras (como estão sendo chamadas) não farão um campeonato novo, mandando em tudo, de cabo a rabo. Aí temos uma vitória da FIA. O regulamento, por outro lado, será o mesmo deste ano com algumas bobagens extras, como proibição de mantas térmicas nos pneus e fim do reabastecimento. Vitória dos times, que pediam estabilidade das regras. As equipes, por sua vez, vão reduzir seus gastos genericamente “aos níveis do início dos anos 90”. Vitória da FIA, mas neste caso apenas retórica, porque quero ver quem é que vai fiscalizar isso. O que veremos serão medidas práticas de economia, como equipamentos padronizados, motores e câmbios mais baratos etc. Mas elas, as equipes, continuarão aceitando a FIA como órgão regulador e fiscalizador das regras técnicas e esportivas, vitória da FIA de novo, que segue à frente da categoria como sua principal governante, algo de que Max não abria mão.

Mosley concordou em não concorrer à presidência em outubro, e aí temos uma vitória clara das equipes, que não o queriam mais no comando da federação. Mas todas se comprometeram a seguir os acordos comerciais da FIA até 2012, concordando em renegociar seus termos e estender o Pacto da Concórdia antes que ele expire. Mais um ponto para a FIA, e este é o mais importante.

Aí sim temos uma pizza das mais recheadas. Saborosíssima para Bernie Ecclestone, que no fim das contas é o grande vencedor dessa parada toda (alguém duvidava?). Afinal, o que todos queriam era controlar o dinheiro. E é ele que continua chefiando as finanças, dando as cartas, assinando contratos com TVs e promotores de corridas.

Para os times, de certa forma, tudo bem. A não-adoção do teto orçamentário permite que elas continuem gastando à vontade, sem controle externo. É uma espécie de compensação. Sem o teto, podem seguir com sua atual, digamos, liberdade financeira — que deixaria qualquer fiscal honesto do imposto de renda de cabelos em pé.

Assim, pode-se dizer que não há propriamente vencedores e vencidos, Ecclestone à parte. Nem Max foi à lona, nem os times ajoelharam diante da sede da FIA na Place de la Concorde pedindo perdão por seus pecados.

Cada um cedeu um pouco. A FIA continua fazendo as regras e Bernie segue com sua caixa registradora tilintando. As equipes e as montadoras não terão de se preocupar com situações constrangedoras caso alguém venha rebuscar seus livros fiscais. No que diz respeito àquilo que move o mundo, a grana, aí sim a redonda foi para o forno. E, a esta altura, a mozzarella já derreteu e todos comeram.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): F-1 Tags: , , , ,
12/05/2009 - 16:07

DE SAÍDA (2)

SÃO PAULO (será?) – Estou aqui com o comunicado emitido hoje pela Ferrari, ameaçando deixar a F-1 se passar a regra do teto orçamentário proposta por Max Mosley. Basicamente, para quem chegou de Marte hoje, a FIA quer estabelecer o máximo de 40 milhões de libras (dá quase 130 milhões de reais) como orçamento das equipes para o ano que vem. Quem topar vai ter várias liberdades técnicas, como mais tempo de uso de túnel de vento, possibilidade de mexer nos motores, testes, peças aerodinâmicas diferentes e sei lá mais o quê.

Quem não topar terá de correr numa camisa-de-força.

Com isso, teríamos dois regulamentos distintos: um para quem quer gastar menos, outro para quem quer gastar os tubos.

É uma sandice, evidentemente. Teríamos carros muito diferentes entre si e desempenhos igualmente díspares. Se com uma merdinha de um difusor a Brawn já voa em relação à Ferrari, por exemplo, imagine-se o que aconteceria se um carro pudesse, sei lá, usar uma asa flexível e o outro, não.

Na verdade, Mosley sabe que é uma coisa esdrúxula, e está forçando a barra para todos aceitarem e, assim, reduzir os custos e atrair mais equipes. É aspiração legítima, embora eu não consiga entender como ele pretende controlar os gastos de tanta gente em países distintos. Teríamos, por exemplo, um orçamento pré-determinado para a compra de macarrão e trufas? A Ferrari não poderia apresentar uma nota fiscal de trufas caríssimas e usar a grana para fabricar pistões de criptonita?

Não vai dar certo, é óbvio.

No passado, Mosley conseguiu o que queria sugerindo essas ideias doidas para, depois, negociar com todo mundo e chegar a soluções razoáveis. Mas no passado não existia a FOTA, a associação das equipes. Existia a FOCA nos tempos de Balestre, que era presidida por Bernie Ecclestone, e que deixou de ter função quando Bernie passou a comandar o negócio todo. Aliado a Mosley, ele resolvia o que iria passar ou não, em termos de regulamento. E comunicava aos times, que comiam em sua mão porque a chave do cofre era dele.

Com a FOTA, criada no ano passado, tudo mudou. Luca di Montezemolo é o presidente. Ele é a Ferrari. Sem Ferrari, o que seria da F-1?

E chegamos ao ponto inicial deste texto. A Ferrari está dizendo que sai se o teto passar. Já tem, como aliadas, a Red Bull, a Toro Rosso, a BMW Sauber e a Toyota.

O comunicado começa dizendo que nos três primeiros meses deste ano a fábrica italiana arrecadou 441 milhões de euros, apenas 3,2% menos do que no mesmo período do ano passado. O lucro foi de 54 milhões de euros, 8,5% menos do que nos três primeiros meses de 2008.

Apesar da crise, portanto, tudo corre bem pelos lados de Maranello.

Aí o texto diz que o “board” de diretores, depois de avaliar os ótimos resultados do trimestre etc e tal, examinou as últimas do Conselho Mundial da FIA, “que determinou que em 2010, pela primeira vez na história da F-1, o campeonato terá dois regulamentos baseados em um regulamento técnico arbitrário e em parâmetros econômicos”.

Diante disso, diz o corpo de diretores, se essa balbúrdia persistir, “a ininterrupta participação de mais de 60 anos da Ferrari, única que esteve em todos os Mundiais desde 1950, chegará ao fim”. E aí soltam-se os cães. A equipe diz que está decepcionada com os métodos da FIA, com sua recusa em ouvir os construtores, com a traição ao compromisso pela estabilidade da categoria estabelecido nos últimos 25 anos e tudo mais.

“As mesmas regras para todas as equipes, a estabilidade do regulamento, a continuidade no esforço da FOTA para reduzir os custos e o gerenciamento da F-1 são prioridades para o futuro. Se esses princípios indispensáveis não forem respeitados e as regras para 2010 não mudarem, a Ferrari não tem a intenção de inscrever seus carros para o próximo Campeonato Mundial de F-1″, continua o comunicado. E finaliza dizendo que seus fãs em todo o mundo haverão de compreender a decisão.

Bem, é a primeira vez que a Ferrari fala oficialmente em deixar a categoria depois do surto de Mosley em prol do teto orçamentário. A coisa começa a ficar séria. Não sei onde isso vai parar, mas imagino que Max vá negociar. Bernie acha que aos poucos, lentamente, em suas palavras, o teto vai desaparecer. Chegar-se-á a um acordo.

É o mais provável. Mas, até lá, vai ter briga. Ao final dela, alguém sairá muito fortalecido. Creio que as equipes. Max vai perder a força. E Ecclestone, como sempre, arrumará uma jeito de ganhar dinheiro com isso.

Bem, escrevi um monte para dizer a mesma coisa que, resumidamente, gravei hoje para a TViG. O vídeo está aí embaixo. Desconsiderem a falta de foco. Usei uma filmadora de Super-8 que acabou de chegar de Leipzig.


Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): F-1 Tags: , , , , ,
07/04/2009 - 14:36

BAÚ DO SIDNEY

SÃO PAULO (são várias, mas vou publicar uma só) – Finalmente! Sidney Cardoso estava nos devendo algumas coisinhas do seu baú mágico. Lembram da última série, as garotas de biquíni em Jacarepaguá? Eu disse, na ocasião, que se o Bernie Ecclestone visse isso hoje num autódromo, provavelmente abateria as meninas a tiros.

Bem, isso seria hoje. Porque nos anos 80, naquele escaldante e colorido autódromo de Jacarepaguá, até Bernie, então dono da Brabham, curtia uma F-1 mais alegre e desinibida. O Sidney conta que nesse encontro as moças pediram credenciais ao Bernie, que relutava em dar.

Na foto de amanhã, vocês verão que elas conseguiram…

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): Baú do Sidney Tags: , ,
07/04/2009 - 13:05

LAVOU TÁ NOVO

SÃO PAULO (boa, Tuta) – A visão “tutal” do GP da Malásia, que aconteceu num horário em que desde os tempos de Noé chove. E forte. O blog do Tuta, figura assídua desta página, está aqui. Não é muito recomendável para menores, exceto acompanhados.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): F-1 Tags: , ,
05/04/2009 - 07:19

SEPANGADAS (8)

SÃO PAULO (antas) – Fui à Malásia umas oito ou nove vezes, sei lá. Todos os dias, por volta das 18h, chove. Chove forte, é uma região equatorial. Como Manaus, Belém. Talvez Bernie Ecclestone nunca tenha visto essa chuva. Porque nunca ficou num autódromo até tarde. Jornalistas ficam. Engenheiros e pilotos, também. Bernie poderia ter consultado alguém antes de marcar uma corrida em Sepang para as 5 da tarde. Todo mundo lhe diria que nessa hora chove muito.

Neste momento, cai o mundo sobre o autódromo. A corrida foi paralisada e está escurecendo. Estava na cara que isso ia acontecer.

Enquanto houve corrida, estava legal. Button soberano na ponta apesar da má lagada, Glock espertíssimo na escolha dos pneus para chuva e intermediários na hora certa, a Ferrari apostando na chuva três voltas antes de ela chegar, o que estragou a prova de Raikkonen (como erra, a Ferrari), Barrichello bem, dentro das circunstâncias, assim como Hamilton, Webber e Trulli — todos lidando com as incertezas sobre a quantidade de água que viria, porque que ela viria, isso era uma certeza. Heidfeld, dos que estão na pista, é o único que parou só uma vez. Quase um mágico.

O horário escolhido para essa prova foi uma irresponsabilidade absurda. Mas os pilotos e as equipes têm sua parcela de responsabilidade. Engolem tudo que Ecclestone impõe.

Vamos ver se a bagaça recomeça.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): F-1 Tags: , , ,
22/03/2009 - 15:44

FOTO DO DIA

SÃO PAULO (o tempo passa, o tempo voa) – Demais essa foto, não? Data imprecisa, mas Bernie ainda era dono da Brabham (o emblema da Parmalat no jaquetão de couro dá a dica) e Max Mosley devia enlouquecer suas amiguinhas sadomasô com essa vasta cabeleira loira. Quem mandou foi o blogueiro Alexandre Gomes.

O que será que estavam conversando, esses dois? Bernard, descolei umas minas mutcho loucas pra hoje à noite, Deixa disso, Max, a gente precisa pensar em ganhar dinheiro com esses carrinhos, Pô, você só pensa em dinheiro, a gente precisa aproveitar a vida, Nada disso, vamos ganhar uma grana antes e depois a gente aproveita, Ah, nem vem, você acha que eu vou ter coragem de fazer as coisas que faço quando ficar velho?, Vai, Max, claro que vai…

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): Foto do dia Tags: ,
20/03/2009 - 20:29

MAIS FEIOSO


SÃO PAULO (tudo de novo) - Mudam as regras, muda o comentário. Está no ar na TviG o feioso aqui falando mal do Bernie Ecclestone. Mas no fundo eu gosto dele.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): F-1, Vídeos Tags: ,
20/03/2009 - 19:35

VELHINHO MALUQUINHO

SÃO PAULO (conseguiu) – Ou Bernie está gagá, ou então quis aplicar mais uma travessura em todo mundo com a confusão desta semana na F-1. É a explicação para as idas e vindas da FIA com seu proposta que, segundo ela mesma, foi sugerida por Ecclestone, que teria tido o apoio das equipes. É o tema da coluna Warm Up de hoje.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): Colunas Warm Up Tags: ,
18/03/2009 - 15:46

É OURO!

SÃO PAULO (começo a gostar) – Em tempos de discussão sobre as medalhas do Bernie, o blogueiro Jawad Zurba Rahman, da Al Qaeda, conta que o “Top Gear” já fez isso anos atrás, e deu a lógica. O vídeo está aqui e merece ser visto. Uma prova de que o Bernie está certo!

Este vídeo, aliás, já foi postado aqui séculos atrás. Mas sempre é bom assistir de novo.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): Ladaland Tags: , ,
04/03/2009 - 16:28

GAGÁ

SÃO PAULO (pede pra sair) – Bernie Ecclestone vive em qual planeta, mesmo? Proibiu a USF1 de usar F1 no nome. A equipe terá de mudar para USGPE. O que é horrível. F-1 é marca dele, ok. Mas é, e isso desde muoto antes de ele registrá-la, quase que o nome de um esporte — não me venham dizer que é “automobilismo”, é Fórmula 1, mesmo, com suas características históricas e técnicas que vão além de um registro no departamento de marcas e patentes.

A frescura de Bernie equivale à uma fantasiosa possibilidade de a FIFA proibir os clubes de usarem “futebol” em seus nomes oficiais. O Botafogo de Futebol e Regatas, por exemplo, teria de mudar para Botafogo de Ludopédio e Navegação. O Grêmio seria Grêmio de Pé-na-Bola Portoalegrense.

Ridículo.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): F-1 Tags: ,
27/02/2009 - 12:47

COLUNA 1

SÃO PAULO (assunto esquecido) – Em sua coluna de hoje, Reginaldo Leme comenta a ideia das medalhas de Bernie Ecclestone, motivo para mais um pequeno embate com Max Mosley. Falando nisso, essa história das medalhas sumiu completamente do noticiário. Como eu previa, era só mais uma das traquinagens de Bernie.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): Colunas Grand Prix Tags: , ,
26/01/2009 - 11:58

TRÊS É BOM

SÃO PAULO (fome, fome…) – Bernie Ecclestone agora saiu com essa: montadoras que têm como fornecer motores para outras equipes também podem alinhar três carros no grid. Para que não se passe o vexame de 18 largando na categoria mais tudo do automobilismo mundial.

Sei que a ideia tem vários inconvenientes, mas sou simpático a ela. Sou simpático a corridas com muitos carros, em resumo. Como fazer isso não é problema meu.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): F-1 Tags:
26/12/2008 - 11:42

CONCORDO

SÃO PAULO (volta tudo) – É verdade que as declarações de Luca di Montezemolo se devem mais a uma recente troca de farpas com Bernie Ecclestone do que a qualquer outra coisa. Mas o presidente da Ferrari acertou na mosca ao dizer que a F-1 não precisa de mais “cenários bonitos” para correr. Ele chama algumas dessas pistas novas de “circuitos turísticos”. Quem sabe uma volta parcial às origens, com Estoril, Montreal, Imola e Paul Ricard de novo na cena no lugar de Bahrein, Sepang, Abu Dhabi, Xangai…

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): F-1 Tags: ,
01/12/2008 - 15:46

ZÉ DAS MEDALHAS

SÃO PAULO (vingará?) – Bernie Ecclestone insiste em “olimpizar” a F-1 e vai propor de verdade que o sistema de pontuação atual seja substituído por uma distribuição de medalhas como nos Jogos Olímpicos. Ouro para o vencedor, prata para o segundo colocado, bronze para o terceiro e batatas para os demais. Pior: pode ser que passe…

Fiz um rápido levantamento de como seria a classificação do Mundial deste ano, pelo “sistema Bernie de distribuição de medalhas”. Massa seria o campeão, Hamilton o vice e Raikkonen, o terceiro. Vejam:

1) Massa – 6 ouros, 2 pratas, 2 bronzes (10)

2) Hamilton – 5 ouros, 2 pratas, 3 bronzes (10)

3) Raikkonen – 2 ouros, 2 pratas, 5 bronzes (9)

4) Alonso – 2 ouros, 1 prata, 0 bronze (3)

5) Kubica – 1 ouro, 3 pratas, 3 bronzes (7)

6) Kovalainen – 1 ouro, 1 prata, 1 bronze (3)

7) Vettel – 1 ouro, 0 prata, 0 bronze (1)

8 ) Heidfeld – 0 ouro, 4 pratas, 0 bronze (4)

9) Rosberg – 0 ouro, 1 prata, 1 bronze (2)

10) Piquet e Glock – 0 ouro, 1 prata, 0 bronze (1)

12) Coulthard, Trulli e Barrichello – 0 ouro, 0 prata, 1 bronze (1)

E aí? Curtiram?

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): F-1 Tags: ,
23/10/2008 - 13:09

GP DU SOLEIL

SÃO PAULO (bem capaz…) – Meu contato em Alexandria informa que os organizadores do GP do Canadá estão recorrendo a Guy Laliberté, dono do Cirque du Soleil, para salvar a corrida de Montreal. Para quem ainda não sabe, a etapa canadense do Mundial foi limada do calendário do ano que vem sem aviso prévio.

Aí, sabem o que aconteceu? Bernie Ecclestone aproveitou o gancho e pediu ao dono do circo para organizar e patrocinar um GP em… Las Vegas! Algo que, me informa a fonte egípcia, Bernie já tinha tentado antes e Laliberté não quis fazer.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): F-1 Tags: , , , ,
09/10/2008 - 15:48

ONE QUESTION

Como é que uma moça tão bonita pode ser filha de um baixinho tão feinho? Bem, como a maioria irá lembrar, a mãe é linda, também…

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): One question Tags: ,
26/09/2008 - 12:55

NO ESCURINHO (2)

SÃO PAULO (cada vez mais longe) – Duas notícias dadas por Bernie Ecclestone hoje em Cingapura. A primeira, sobre o GP da Índia, em Nova Déli. Será em 2011, não mais em 2010. A segunda, sobre as corridas na Ásia/Oceania. Bernie quer que todas sejam realizadas à noite.

O pessoal de Melbourne, Sepang, Fuji/Suzuka, Xangai, Bahrein e Abu Dhabi pode começar a fazer orçamento de lâmpadas.

Falando nisso, odeio lâmpadas e luminárias. Queimou uma no banheiro dos meninos, fui trocar, escapou a bagaça e não consigo prender de novo. Não existe nada mais tosco no mundo do que esses buracos no teto das construções brasileiras, cheios de fios parafusos que nunca entram no lugar certo.

Também odeio luminárias que têm reatores.

Por mim, o mundo seria iluminado por tochas.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): F-1 Tags: , , ,
08/09/2008 - 17:57

MISTÉRIO DESFEITO

SÃO PAULO (chega, vira o disco!) – Pronto, para acabar de vez com as discussões sobre o remoto GP da Bélgica, eis o que aconteceu, na visão do nosso genial Tuta dos Pampas: foi o Bernie!

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): F-1 Tags: , ,
30/07/2008 - 10:44

É FOTA

SÃO PAULO (agora vai) – Quer dizer que as equipes se reuniram em Maranello e resolveram fazer uma associação? Demorou… Chama-se FOTA, Formula One Teams Association. Vão brigar na FOM e na FIA. A questão é: quem vai mandar nesse negócio? A linha política será pró-montadoras ou pró-esporte? Arrisco a primeira, claro. Afinal, quase todos os times hoje nada mais são do que postos avançados das fábricas nas pistas. A intenção, me parece evidente, é bater de frente com Bernie no lado financeiro e de frente com Mosley (ou quem vier) no lado esportivo.

Vamos ver que bicho vai dar.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): F-1 Tags: , , , ,
04/07/2008 - 19:28

PINTS (5)

SÃO PAULO (pro gasto) – Com a criatividade em baixa, está no ar a coluna Warm Up de hoje, sobre o Mundial, o GP da Inglaterra, o fim de Silverstone, essas coisas… Ler lá, comentar aqui, como sempre!

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): Colunas Warm Up, F-1 Tags: , , , , , ,
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