SÃO PAULO(esses franceses) – Negócio é o seguinte: a Renault comprou parte da Avtovaz para agregar valor à sua combalida marca que faz Clios e Logans, e para espionar nossa tecnologia. Agora a Lada está em dificuldades temporárias e os caras não querem ajudar.
É simples. Invade Paris, derruba a torre Eiffel, arrebenta o Arco do Triunfo e acabou.
SÃO PAULO(apagão acontece, sem dramas, às vezes é bom ficar no escuro) – Na onda da eletricidade, o Jansle Rocha me mandou esta notícia sobre o 1º Workshop de Tecnologias de Veículos Elétricos, organizado pelo Instituto Nacional de Eficiência Energética e pela Associação Brasileira do Veículo Elétrico na CPFL Cultura, em Campinas. Sim, os carros elétricos estão na ordem do dia, tudo muito bom, tudo muito bem, mas… Que carrinho é esse desenvolvido pela CPFL? Alguém tem detalhes?
SÃO PAULO (boa) – Era especulação, agora está confirmado. A Renault vai ressuscitar a marca Gordini para batizar séries especiais do Twingo e do Clio, por exemplo. Aqui no Brasil, a Willys trocou o nome do Dauphine para Gordini quando mudou várias coisas no motor, chamando a atenção em sua publicidade para os “40 HP de emoção” do carrinho. No BestCars está toda a história do modelo por aqui, brilhantemente contada pelo Fabrício Samahá.
Para quem não sabe, carros feitos por Amédeé Gordini chegaram a disputar o Mundial de F-1 entre 1950 e 1956. Foram 40 GPs disputados e o registro de uma melhor volta no GP da Inglaterra de 1954 cravada por Jean Behra. Curiosidade: como os sistemas de cronometragem eram manuais, sem grande precisão, essa prova registra sete pilotos com a volta mais rápida da prova, todos com 1min50s cravados.
SÃO PAULO (essa doeu) – Como vocês sabem, não cubro indústria automobilística. Adoro dar palpites sobre carros e falo pelos cotovelos, sim. Mas não estou nem perto da turma especializada, que tem como figura de proa (adoro “figura de proa”) Jorge Meditsch, com passagens pelas principais revistas e jornais brasileiros e, hoje, à frente do site “AutoEstrada”. Assim, quando leio um texto de alguém como o Jorge com críticas tão severas a uma montadora, paro para pensar. Foi o caso depois de ler esta coluna aqui, sobre a Hyundai.
A marca coreana é representada no Brasil pela CAOA, que também já esteve ligada à Renault e outras marcas. A Subaru, por exemplo, é uma das que me lembro. E, nos últimos meses, o tom da publicidade que a CAOA usa para promover os Hyundai tem parecido, mesmo, meio exagerado. Tudo é melhor do mundo. A fábrica, que não existe, aparece em tudo que é anúncio. E olha que os caras gastam…
Meditsch desmente todas as afirmações das propagandas da Hyundai com dados concretos. Numa semana em que esculhambei aqui com as SUVs, entre elas as fabricadas pelos coreanos, achei que seria pertinente recomendar a leitura…
SÃO PAULO(tomara) – Mais uma nota “volkswáguica”, graças a notícia enviada pelo Diego Ximenez. Parece que a VW está disposta a comprar a Karmann, que está em processo de falência, fechadinha da silva em Osnabrück, como contei para vocês algumas semanas atrás durante a primeira escala do tour com Gerd rumo ao Leste. A foto abaixo foi tirada numa das portarias da fábrica.
Seria muito legal. Para preservar os empregos, antes de mais nada, e o nome e a história da encarroçadora, responsável por alguns dos carros mais belos já produzidos no mundo. E para afastar a tristeza da cidade, que essa eu notei nos olhos das pessoas, de verdade, quando passei por lá.
SÃO PAULO (mó orgulho…) – Feira Industrial de Hannover, que fique bem claro. Essa foto aí é de 23 de abril de 1978. Na Alemanha, o Brasil mostrava ao mundo seus carros a álcool, a alternativa encontrada para a crise do petróleo. A imagem pertence aos arquivos do governo alemão e foi enviada pelo André Scudeiro. Por onde será que anda essa Brasília?
SÃO PAULO (vai, ficou bonitinho…) – Alertado pelo twitteiro @danielcamargos, fui ver que história era essa de a Honda imitar os alemães e lançar sua versão trabântica de carrinho elétrico retrô. Está aqui o dito cujo, Honda EV-N, apresentado no Salão de Tóquio. Acho que ainda é protótipo.
Devo dizer que, às vezes, muito de vez em quando mesmo, dá até vontade de comprar um carrinho japonês.
HANNOVER(a caminho) – Um monte de gente me mandou a notícia, meio exagerada, de que os carros chineses chamados Geely (parece nome daquelas melecas parecidas com geleia para as crianças brincarem) vão substituir os Lada na frota da polícia de Cuba. É essa coisa pavorosa aí da foto.
Para não esticar a discussão, fiquemos apenas com a verdade única e absoluta: carro chinês é ruim. Pronto. Não vai substituir um Lada nunca.
SÃO PAULO(a gente espera) – O brother Marcelo Ferronato, ponta-de-lança do Grande Prêmio na Alemanha, foi ao Salão de Frankfurt e conversou com Klaus Schindler, diretor da empresa de miniaturas Herpa, que lançou o projeto do Novo Trabi e, agora, espera conseguir investidores para fazer o carro de verdade até 2012.
Ele disse que a ideia de fazer a versão pós-Muro do Trabi surgiu do sucesso de vendas das miniaturas do carro (eu devo ter contribuído com uma meia-dúzia). Conta Ferronato:
O carro exposto no Salão de Frankfurt é um conceito movido a energia elétrica. A bateria tem autonomia de 150 km e o motor tem 64 hp. A velocidade máxima é de 130 km/h. O Klaus pretende vender esse carro em 2012, mas não sabe se vai ser mesmo um carro elétrico. Tá até rolando uma pesquisa no salão sobre a possível volta do Trabant ao mercado. “Pode também ser normal, a gasolina ou diesel. Precisamos saber primeiro o resultado dessa pesquisa”, falou. Ele estima que o preço será de cerca de 20 mil euros. “Nos dois primeiros anos, esperamos vender alguns milhares. Se tivermos sucesso, vamos fabricar também um carro maior para a família, um cabriolet, uma pick-up e coisas parecidas. Mas isso depende das vendas. As chances de o Trabant voltar a ser fabricado são maiores do que 50%. Meus parceiros nesse projeto também acreditam nisso. Mas ainda estamos esperando os resultados da pesquisa para ver em qual direção iremos.”
O estande do Trabi era o menor do salão, mas segundo o Marcelo, o que teve mais gente por metro quadrado. Realista, o sujeito da Herpa. Mais de 50% de chances de fazer, o que significa que ainda há um longo caminho a percorrer. Mas se ele começar a vender miniaturas dessa versão, pode ser que ajude a financiar a brincadeira.
SÃO PAULO(correndo) – Acho que é a maior atração do Salão de Frankfurt, o novo Trabi. No fim, saiu mais bonito que a maquete exibida meses atrás. Se chama Trabant nT, tem motor elétrico de 63 hp e a Herpa, fábrica de miniaturas, está procurando investidores para, quem sabe, colocá-lo em produção a partir de 2012.
O modelinho apresentado usa a clássica combinação de azul com teto branco e é a versão peruinha. Optaram por uma reestilização da grade “nova”, a dos últimos carros, que saíram de fábrica com motor 4 tempos da VW. Tem só uma fresta do lado direito. O interior ficou uma graça. O Jason Vôngoli está lá e me mandou fotos. É lindo de morrer.
Não sei se o projeto vai adiante, mas se for, entro na fila.
SÃO PAULO(lindinha) – Daqui a pouco falarei sobre o Salão de Frankfurt e o novo Trabi. Merece post mais alentado. Tem muita coisa para falar de Trabi. E terei muito mais nas próximas semanas…
Mas pelo que estamos vendo, a moda é carro pequeno e elétrico, não? Abaixo a gasolina! Tudo bem. Os meus a gasolina eu já tenho. Se a partir de amanhã todos os carros do mundo tiverem de ser ligados à tomada, que sejam.
Este blog aqui especula sobre o que seria uma BMW-Isetta nos dias de hoje. Quem mandou foi o Augusto Sanchez. Ficaria muito bonita. Mostra que as linhas da década de 50, no fundo, se mantêm atuais. Mais bonita que o Smart. É só dar um tapa.
SÃO PAULO(de perto) – A gente está acompanhando desde o início, não? Então vamos lá. A última sobre a venda da SAAB pela GM passa pela China. A Koenigsegg estava negociando com um grupo da Noruega para ajudar a financiar a compra, mas acabou arranjando grana com a BAIC chinesa. A notícia está aqui. Os chineses serão minoritários. O importante é que o DNA sueco seja mantido. E será.
SÃO PAULO (outro país) - Acho que já postei aqui, anos atrás. Mas sempre vale ver de novo. Filme de Jean Manzon restaurado pela Dana, gravado na Vemag em 1964. Ano em que nasci. Mostra um Brasil que já deixou de existir faz tempo.
SÃO PAULO(segura nóis) – Informa o solerte Vitor Matsubara no site da “Quatro Rodas” que está em estudo a criação, na Rússia, de uma joint-venture entre Avtovaz (Lada), Kamaz e Avtodizel para unir forças e arrebentar a boca do balão. Vai dar pena, mesmo, da concorrência.
A Avtovaz faz os melhores carros do mundo, a Kamaz faz os melhores caminhões do universo e a Avtodizel eu não sei o que faz. O nome da nova empresa seria Rosavto, um nome lindo. As marcas, claro, continuariam existindo de forma independente.
SÃO PAULO(gostaram?) – A Audi, no ano de seu centenário, anuncia uma ligeira mudança no seu logotipo. O novo está aí do lado. Neste link, uma comparação com o antigo. Há uma diferença nas argolas, que perdem um pouco de profundidade (não entendo nada disso, embora adore design) e ficam mais, digamos, chapados, e uma grande mudança na tipologia usada no nome Audi.
Não gostei da nova, ficou muito comum. As fontes antigas eram exclusivas da Audi e eram utilizadas pelo menos desde os anos 20, com pequenas variações.
Mas quatro argolas são quatro argolas. E os DKWs de nova geração continuarão tão bons quanto sempre foram. Essas mudanças só servem para torrar dinheiro da empresa, que precisa alterar todos seus impressos, luminosos, cartazes, programas de computador e o diabo a quatro.
SÃO PAULO(que coisa…) – Se fosse incluído na lista de carros novos mais emplacadas em julho, o Fusca ficaria em terceiro lugar no ranking nacional. É uma das surpresas desta matéria enviada pelo Leonardo Engelmann, que indica que o modelo da VW lidera disparado o ranking dos usados mais comercializados no país.
SÃO PAULO (que ótimo) – Está no Webmotors. A GM e a Koenigsegg fecharam acordo que vai transferir à pequena montadora de superesportivos suecos todas as ações da SAAB até o fim do ano. Assim, a gloriosa marca que nasceu fazendo aviões antes da Segunda Guerra sobrevive à sanha americana da GM, que nos anos 80 e 90 saiu comprando até fábrica de miniatura e bicicleta. A SAAB foi uma das vítimas e a GM, claro, não soube administrá-la. Chegou a montar carros da marca na Alemanha, e usou a planta de Trollhattan para fazer Cadillacs. Não tinha como dar certo.
SÃO PAULO(tomara que dê choque) – O Vitor Matsubara já tinha informado no site da “Quatro Rodas” e o blogueiro Felipe Mendonça reforça com a notícia do “The Independent”. O New Trabi, que será apresentado no mês que vem no Salão de Frankfurt, será elétrico. Ô mundão chato. Nada de fumaça e barulho. Tudo bem. Pelo menos é lindo.
Ainda bem que o meu está garantido…
E atenção blogueiros que moram na Alemanha! Quero receber fotos do carro antes que as agências publiquem!
SÃO PAULO(tudo igual) - Este filme é de 1937, produzido pela GM. Dica do Décio Oliveira, vemagueiro dos bons. Apesar do início meio bizarro, foi feito para explicar como funciona o diferencial de um carro. OK, dá para entender tudo. Mas sempre me pergunto… Como é que um engenheiro pensou nisso? Quem foi o primeiro? Putz, se o mundo dependesse da capacidade de raciocínio e invenção de gente como eu, ainda andaríamos a pé, nem a cavalo. Morro de medo de andar de cavalo.
SÃO PAULO(grife tem) – Depois de a Porsche dar um susto no mundo e comprar a VW, transformando todos os Fuscas do mundo em Porsches, a VW deu o troco e vai comprar a Porsche, transformando todos os Porsches do mundo em Fuscas. Eu nunca entendo essas fusões, mas o que importa no caso desta é que parece cada vez mais próxima a possibilidade de ser recriada, pela VW, a marca Auto Union. A informação foi passada por Vitor Matsubara-san.
Já falamos disso aqui alguns meses atrás. Falamos de novo. E quem sabe um dia eu compreenda esses negócios. Como é que pode a firma que tinha sido comprada comprar a compradora?
SÃO PAULO (cada vez mais…) – Está nos jornais de hoje. Peças publicitárias de produtos ligados à indústria automobilística, a partir de agora, terão de conter textos educativos, como nas propagandas de remédios, bebidas, cigarros. Carro, que era símbolo de liberdade, status, glamour, alegria, está sendo, a cada dia que passa, mais satanizado. É uma arma que mata, polui, congestiona as ruas das cidades. As pessoas gostam cada vez menos deles e os encaram como um mal necessário, apenas.
Os textos em si, esses não me incomodam. Acho até legal que se chame a atenção constantemente para o uso do cinto, a manutenção adequada, o respeito às leis, embora duvide de sua eficiência. Mas não é isso que está em questão. É, sim, essa demonização do transporte individual. Que está ajudando a levar as fábricas à loucura, sem saber o que fazer. Hoje, elas parecem ter vergonha de produzir automóveis. Só se fala em carro ecológico, sustentabilidade, emissão zero, como se fossem os carros os grandes culpados pela merda em que nosso planeta está se transformando.
Eu poderia usar outros exemplos, mas fico num só. Papel. Revistas, jornais, para que servem? Se hoje se lê e vê tudo eletronicamente? Quantas árvores são derrubadas diariamente para que seja produzido papel que vai virar lixo às toneladas? O que faz mais mal ao planeta, um automóvel ou o desmatamento? E a tinta e todos os produtos químicos gastos nas impressões? Poluem pouco?
Essa marginalização do carro está afetando também as corridas, me parece claro. Um blogueiro escreveu, num comentário sobre a saída da BMW, que as competições, hoje, estão se descolando daquilo que se produz na indústria automobilística. Nada do que se aprende nas pistas é passado para as ruas, porque o conceito de automóvel e transporte para o futuro muito próximo nada tem a ver com motor a explosão, performance, velocidade. Os engenheiros agora só se preocupam com carroceria feita com fibra de cenoura, combustível à base de extrato de brócolis, revestimento de bambu, essas coisas.
Compreendo a preocupação com o meio-ambiente. Faz todo sentido, não acho que se tenha de asfaltar a Amazônia. Mas acho que estão cometendo uma injustiça com o pobre do automóvel. E isso explica um pouco o desinteresse crescente por corridas. Tomam-nas como um desperdício sem sentido de combustível, brinquedo de gente endinheirada, alegam que elas não contribuem com nada, poluem, fazem barulho, assustam os passarinhos.
SÃO PAULO (canalhas) – O jornal moscovita “Vodomosti”, criado em 1999 pela mesma empresa que edita o “The Wall Street Journal” e o “Financial Times”, está em campanha escancarada pelo fechamento da AvtoVaz. Querem a falência da Lada! Pulhas! Sacripantas! Ostrogodos! Visigodos! Biltres! Nauseabundos! Velhacos! Lorpas!
O indigitado diário é contra a ajuda de 25 bilhões de rublos do governo russo a Togliatti. Mas deve ser a favor da compra da GM e da Chrysler pelo governo americano, e da ajuda estatal para salvar os bancos que voltaram a lucrar de modo indecente depois de inventarem a crise do ano passado, que permitiu sua capitalização com dinheiro dos contribuintes.
São todos uns cercopitecos mamelucos. O que são 25 bilhõezinhos de rublos, afinal? A Lada deve apenas US$ 1 bilhão, vende três vezes mais carros que a Chevrolet e emprega diretamente 130 mil pessoas. Fechar a Lada? Equinodermes desprezíveis.
Mas vamos resistir, claro. Na enorme Torre Azul, onde fica a administração da Lada, já estamos planejando o empastelamento do infame pasquim.
SÃO PAULO(velinhas) – 2009 é o ano do centenário da Audi. Por isso meus amigos de Ingolstadt estão enlouquecidos, e nem vou ao encontro de DKWs deste ano em julho na Alemanha, como no ano passado. A Audi não vai poder levar carros do museu e o evento vai ser prejudicado. Ano que vem a gente volta. Mas voltando ao centenário, a “Der Spiegel” fez uma pequena galeria de fotos que pode ser vista aqui (dica de blogueiro que não deixou o nome) para celebrar a data.
Escolhi esse Typ-K, de 1923, para ilustrar a nota. Qualquer semelhança com o Belcar é isso mesmo, semelhança. Não tem nada de coincidência.
SÃO PAULO(esses chinos…) – Esse poderia ser o nome da trapizonga aí, apresentada ao mundo no Shanghai Motor Show e à blogaiada pelo blogueiro Sete. Trata-se de um esportivo ainda não em produção da famosíssima Tong Jian, e foi batizado de S11, com o S, no logotipo, lembrando um pouco um 9, o que nos remete imediatamente a 911, o número cabalístico da Porsche.
Notem que a frente é do Audi R8, assim como o perfil lateral. Traseira e interior foram, digamos, inspirados na Ferrari F430.
Mais um Xing-Ling dessa turma que copia tudo e não tá nem aí.
SÃO PAULO(depois coloco foto) – Só pra começar o dia, porque vou voltar no meio da tarde, deixo mais uma lista que um blogueiro mandou. A “Forbes” elegeu dez carros que mudaram a história, ou algo do gênero. Não tem DKW ou Lada, mas tem Trabant! A lista está aqui. Se quiser fazer a sua, à vontade. Mais tarde eu volto.
SÃO PAULO(por que não pegam esse cara?) – Mais uma do Du Oliveira, o irmão do Décio. Ele acaba de publicar em seu blog estudos com uma releitura do Opala e da Caravan. Simplesmente magnífico, o trabalho.
SÃO PAULO(todos lá) – A FEI expõe oito projetos de veículos a partir de hoje em seu campus, na abertura da 43ª ExpoMecAut, uma exposição de projetos de formatura do curso de engenharia mecânica. Tem picape, anfíbio militar, esportivo, carro para autoescola e muito mais. Os detalhes todos estão aqui. A FEI fica em São Bernardo do Campo. Ainda mando o Meianov para lá para ser estudado de perto…
Ah, como continuo sem conseguir colocar fotos no banco de dados do blog, o jeito é ver os protótipos no link acima.
SÃO PAULO(vivendo e aprendendo) – Grande novidade me manda Ricardo Divila, para mostrar que já na década de 30 essa história de superesportivos já andava passeando pela cabeça de engenheiros e montadoras. O desenho é de um GT Auto Union baseado na mecânica V16 do Type C, que nasceu nas pistas. O projeto tem claros traços de Ferdinand Porsche. Nunca foi produzido. Talvez porque tenha estourado a Segunda Guerra, talvez porque fosse, mesmo, algo muito além de seu tempo.
Em todo caso, nota-se que a McLaren não é propriamente uma pioneira no assunto…
SÃO PAULO(ô feriadinho…) - Ueba, boa notícia me mandam os amigos suecos do site que foi criado alguns meses atrás para acompanhar a agonia da SAAB, ameaçada de encerrar suas atividades graças à incompetência da GM, que comprou a marca anos atrás para fazer não se sabe o quê.
A pequena (no tamanho) Koenigsegg, fundada em 1994, que faz superesportivos na Suécia, mandou uma oferta de compra junto com alguns investidores da Noruega. A negociação pode levar alguns meses, mas é alvissareiro saber que, se for vendida, a SAAB ficará nas mãos de empresários do país, que saberão dar o devido valor à história da empresa.
Meu Monte Carlo agradece. Ele estava com medo de ficar órfão.
SÃO PAULO(é a vida) – Depois de a Lada comprar parte da GM, sei lá qual parte, tantas são as partes da GM, uma empresa chinesa que faz equipamentos para construção de estradas está comprando a Hummer, aquela dos jipões que nasceram para a guerra e foram parar nas ruas.
Nada mais idiota do que um Hummer, um carro com DNA bélico que não cabe numa garagem de gente normal, é enorme, gasta muito, atrapalha o trânsito e só serve para neguinho achar que é soldado. Uma estupidez sobre rodas, ainda mais nos tempos de hoje.
Aliás, comprar a Hummer é a cara dessa nova China, que não tem graça nenhuma.
É jornalista, dublê de piloto e escritor. Atua em jornais, revistas, rádio, TV e internet. “Um multimídia de araque”, diz ele. No Twitter, @flaviogomes69.