SÃO PAULO(a tempestade não veio) – O Ricardo Caruso me mandou essas fotos de um carro que aparentemente se chama Syrena. Lindo de morrer. Não sei a nacionalidade. Mas olhem dentro do cofre do motor: um dois tempos, três cilindros e etc. Motor de DKW. Alguém tem ideia do que seja? Fiquei intrigado com esse brinquedinho aí.
SÃO PAULO(bate bem) – Luis Mendes é o blogueiro que achou esta preciosidade de 1977, quando os carros a álcool começaram a ganhar as ruas do Brasil. Um pequeno quadro nos “Trapalhões” mostra a visão de Mussum da novidade. Impagável. Ainda mais porque tem um táxi DKW marrom estacionado ao fundo. Outros tempos. Em que a odiosa expressão “politicamente correto” não existia. E o país vivia numa ditadura…
SÃO PAULO(aguenta) – Mas, pessoalmente, prefiro os antiguinhos. Principalmente aqueles que têm nome. O Trabant é o símbolo de uma era, e espero que nunca desapareça da face da Terra. Há um esforço enorme para que isso aconteça. Mas é preciso resistir…
SÃO PAULO(cheia de) – Lembram daquele Fiat Uno com placas de Turim que fotografei no começo do ano em São Paulo? Mistério aina não desvendado. E nunca mais vi o carro. Agora apareceu mais um veículo misterioso, cuja foto foi enviada pelo Paulo Guedes. Trata-se de um caminhão Bremach, e a placa, pelos meus parcos conhecimentos da União Europeia, é da Alemanha. O nome parece alemão, mas uma rápida pesquisa na internet me levou ao site da marca, que na verdade é italiana — uma mistura dos nomes Brenna e Macchi.
O caminhão não parece antigo. Não muito, pelo menos. E essas placas europeias podem ser compradas pela internet. Eu mesmo tenho algumas. Como não dá para ver a traseira, pode ser apenas que o dono tenha feito uma graça na frente e o caminhão seja licenciado no Brasil. De qualquer forma, fica a curiosidade. A foto foi tirada perto do autódromo de Interlagos.
SÃO PAULO(existiu) – É uma “quase-lenda” a existência do Gavião, a perua Uirapuru feita pela Brasinca especialmente para a Polícia Rodoviária no final dos anos 60. Digo “quase”, porque embora não se tenha nenhum vestígio do carro, e teria sido apenas um, muita gente se lembra de tê-lo visto. Mas como desapareceu, entrou na categoria “lendas” do antigomobilismo brasileiro.
O Mario Souto-Maior mandou este vídeo, um pequeno trecho que eu achava ser do “Vigilante Rodoviário”, mas é de outro seriado, “Águias de Fogo” — como observaram os blogueiros nos comentários. Nele, o carro usado pelo Vigilante Carlos, que faz uma participação na série, não foi o conhecidíssimo Simca preto e amarelo. E parece que o cão também não era o famoso Lobo.
O Gavião aparece no filme, tirando qualquer dúvida sobre sua existência. O paradeiro continua desconhecido.
SÃO PAULO(não está só) – Que bárbara a história enviada pelo blogueiro Maurício Costa. O restaurador Ricardo Oppi já estava de olho nele, e acabou de pegá-lo para restaurar, a pedido de seu único dono. Falo desse Onça raríssimo da foto, carro fora-de-série feito pela FNM cuja produção conhecida, se não me equivoco (o Nasser vem aqui já, já…), não passou de uma dezena de unidades. Menos, talvez.
O único que vi pertence ao Roberto Nasser, que o perseguiu durante séculos até encontrá-lo e restaurá-lo. Se o Oppi estiver nos lendo, que entre em contato. Vamos mostrar essa coisa linda na TV.
SÃO PAULO(dois tempos na veia) - Sensacional! Um racha de Barkas carregando Trabis! Quer coisa mais dois tempos que isso? E o ronquinho? Hungria, claro… Aliás, uma Barkas desa não está totalmente fora dos planos (recado explícito para blogueiro que pertence à nobreza prussiana).
SÃO PAULO(belo brinquedo) – O azulzinho aí embaixo apareceu no sempre ótimo encontro de carros antigos do Forte de Copacabana no Rio, neste final de semana.
Atualizei o post depois de receber comentário do Nelson Cintra, o dono. Porque essa é a própria carretera Renault/Gordini que ele pilotava e fazia das suas nos anos 60. Quem mandou as duas fotos foi o Jason Vôngoli.
Na primeira está o carro durante a Taça Santos Dumont, em 27 de novembro de 1968, em Jacarepaguá. Era por essa placa do tigre da Esso que meu manager Luiz Salomônico entrava escondido no autódromo. Na frente dele, acho que vocês sabem quem, não?
Na segunda foto está o carro reconstruído com muito esmero e capricho, instrumentos de época, pintura no mesmo azul, o mesmo número e, segundo o Jason, um motorzinho que ronca bonito e com alegria. O Nelson o encontrou e fez tudo como era há 40 anos.
SÃO PAULO (quanto custa?) – Pode ser que anos atrás eu tenha colocado este link aqui, mas não lembro. Mr. Hugo Borghi, nosso colega da Classic Cup, foi quem mandou. E ficou com o dedinho coçando… Vejam que lindas réplicas do Porsche 906 nossos hermanos está fazendo aí do lado.
Será que é caro trazer uma joia dessas para cá? Alguém se habilita a pesquisar?
SÃO PAULO(fechando por hoje) – Gente, que história legal me conta o Rodrigo “Alma Imunda” Borges. Olha só.
“Um amigo meu, videomaker, baixista, maluco, uns 28 anos e fã de Belchior (mesmo antes do sumiço), vai embarcar hoje (sexta) numa aventura. Ele vai para Salvador buscar um Gurgel BR-800. Pega o Gurgel e vai de Salvador para Brasília. Ele estará em Brasília na segunda-feira. Porque foi em Brasília, num dia 7 de setembro, que o carro foi lançado, há 20 anos. De lá, ele volta pra São Paulo, orgulhoso e contente em seu novo carro. Achei demais. E tudo vai estar num blog e no Twitter, que ele pretende atualizar em tempo real pelo celular. E vai registrar em vídeo por um amigo que vai com ele. Pode ser que vire um documentário.”
Absolutamente sensacional. O nome do cabra é Danilo Lombardi. O blog está aqui. O endereço dele no Twitter é @destinobr800. A foto eu tirei de lá. Vamos seguir!
SÃO PAULO (estou me especializando em pedir desculpas) – Sorry, macacada. Isso não é hora de começar a blogar. Mas só quem vive nesta selva de asfalto entende como a cada dia que passa está mais difícil fazer mais do que… uma coisa por dia! Trânsito dos infernos, horas perdidas na rua de novo. Blergh.
Hoje fui gravar matéria para o “Limite” da semana que vem na oficina do Rodrigo Lombardi. O Rodrigo é presidente do Maverick Clube do Brasil. A pedidos da turma que vê o programa, o astro da vez será esse Maverick GT 1975, que pertence ao Leandro Parra. A dupla foi de uma simpatia ímpar e me deu uma aula de mavecões. Tinha mais três na oficina, na restauração. Coisa linda. A matéria vai ao ar na terça que vem.
Cheguei agora, deixa eu ver se o mundo ainda não acabou.
SÃO PAULO(ótimo) – Lembram do Puma DKW roubado semana passada em Porto Alegre? Pois recebo a notícia de que foi encontrado praticamente intacto, apenas um pouco sujo. Os ladrões acabaram levando o estepe, uma roda leve-ligeira que não será tão difícil assim de repor. Parece que ligaram o motor com uma chave de cadeado que se encontrava dentro do carro. Alguns antigos têm esses problemas de segurança, mesmo, e a gente não se preocupa muito porque acha que ninguém será canalha e burro o bastante para levar um clássico que não terá mercado, não se vende em qualquer lugar, a não ser que seja encomendado.
A gente acha, também, que ladrões não sabem dirigir carros antigos, o que em geral é verdade. Tenho dó de qualquer meliante que se arrisque e levar meus Ladas, ou DKWs. É capaz de o cara chorar antes de engatar a primeira marcha, se descobrir onde fica o câmbio. Mas fica a lição. É preciso tomar cuidado. Não vivemos na Suíça.
Não tenho detalhes sobre a recuperação do Puminha, se estava longe, perto, se andou muito, ficou sem gasolina, estava escondido, a polícia achou, alguém viu. Espero que o pessoal de Porto Alegre nos conte aqui.
SÃO PAULO(que coisa linda…) - Depois de 13 anos de muito trabalho, alguns desgostos e várias alegrias, meu grande irmão Davi Troncoso, de Brasília, conseguiu dar a primeira volta com sua perua Wartburg, no sábado. Foram 14 km de prazer e felicidade. Serão muitos mais daqui em diante, Davi! Você merece, amigão!
SÃO PAULO(acho que o inverno se foi) – Comunico à blogaiada que chegou sexta-feira a esta capital o novo rádio para meu carro, zerinho, na caixa, direto da DDR. Veio junto com chocolates que estampam um lindo Trabant 601 na embalagem. Agora a batalha vai ser para encontrar quem instale isso com zelo e capricho.
Quem mandou foi meu amigo nobre prussiano, Don Peter Von Wartburg, em viagem secreta ao Brasil.
SÃO PAULO(ajudemos) – Absurdo dos absurdos, roubaram ontem à noite em Porto Alegre um Puma DKW vermelho, esse da foto, segundo relato do Gabriel, filho de Teodoro Janusz, o dono do carro. Ele conta o que aconteceu:
“Por volta das 19h45 hs de ontem, 27 de agosto, estacionamos a nossa Puma DKW 1967, vermelha, placas pretas IKQ-5538, na altura do número 60 da travessa Meteoro, bairro Higianópolis, em Porto Alegre, onde se localiza a oficina de nosso preparador, Horst Dierks.
Às 20h50 fui dar uma olhada no carro e percebi que o mesmo não se encontrava mais no local. Acionamos a Brigada Militar, e falamos com dois fiscais de trânsito, que disseram ter visto o carro trafegando na av. Dom Pedro II em direção a Protásio Alves alguns minutos antes.
Até o momento o carro não foi encontrado. Sabemos que não pode ter ido longe, pois tinha pouca gasolina, estava vazando água e o motor era brabo demais para que qualquer um o dirigisse normalmente.
Gostaria de pedir para que você divulgasse sobre o acontecido em seu blog, já que muita gente o conhece, e
assim ficaria mais fácil achar o veículo, que é de extremo afeto do dono. Se oferece recompensa de R$ 3.000 (três mil reais) para quem souber da localização. Contato pelos telefones (51) 9319-9008 (Gabriel) ou (51) 9971-1881e 3347-4232 (Teodoro).”
Dado o recado, e espero que encontrem logo. De fato, não é qualquer um que dirige um DKW. Tem cara de coisa encomendada, sei lá. Peço ao pessoal do Sul que fique de olho. E qualquer notícia nova, por favor mandem para cá.
SÃO PAULO(aceita oferta?) - E aquele Auto Union Type D que foi leiloado uns dois anos atrás em Paris (e ninguém comprou) encalhou de novo… Desta vez, no leilão da Bonhams em Carmel, nos EUA, no fim de semana. Os lances pararam em US$ 6 milhões. Uau. E o dono (é um brasileiro, creio, aquele cara que corre de Historic F-1, filho do dono da Taito, que fazia máquinas de fliperama) quer mais.
Diz a matéria enviada pelo Alexandre Iervolino que 45 lotes não foram arrematados. O carro mais caro vendido foi um Duesenberg, por US$ 1.437.000.
SÃO PAULO (vamos atrás) - Nada passa em branco, mesmo numa cidade do tamanho de São Paulo… O blogueiro Evandro Moura clicou este raríssimo Lamborghini Miura sendo descarregado hoje pela manhã na rua João Cachoeira, no Itaim-Bibi. Com placas amarelas, do Rio.
SÃO PAULO (vamos ajudar!) – Um amigo pegou este carro para restaurar. Pouquíssimas pistas sobre o que venha a ser. Parece que se sabe apenas o ano, 1943. Está cheio de coisas absurdas, como o parachoque da Brasília. Parachoque tem hífen? Bem, vamos ver se alguém aqui joga alguma luz sobre o automóvel. Que é bem bonitinho, diga-se.
SÃO PAULO (nunca vi) - Boa questão, a proposta pelo Dario Faria. Ele esteve no encontro de antigos na Luz, aqui em SP, e recebeu um cartão de visitas. Nele, a foto deste carro. Consta que é filho único de mãe solteira, exemplar uno e indivisível de uma criação de Rino Malzoni que teria sido feito para uso próprio. O detalhe são as quatro argolas na frente. Alguém já viu isso?
SÃO PAULO(tolerância zero) – Quem tem carro antigo, sabe. Além de um ou outro olhar de admiração e um ou outro sorriso que a passagem de um velhinho motiva, tem sempre as duas perguntas clássicas quando você para num farol. O cara do carro ao lado, geralmente à sua direita, faz um sinal, você é obrigado a se inclinar, abrir o vidro e escutar: 1) que ano é? 2) vende?
A primeira pergunta tem por objetivo assegurar ao cidadão o direito de se virar para o lado e dizer “te falei?” ao/à acompanhante. Se for mulher, é demonstração tola de erudição. As mulheres estão cagando e andando para o ano de um DKW ou de um Fiat 147. Se for homem, alguém dado às mesmas necessidades de demonstrar conhecimento amplo sobre a indústria automobilística, pode ser que se inicie uma animada discussão sobre o sentido de abertura das portas, o fato de ser a álcool ou a presença/ausência de frisos na tampa do porta-malas (portamalas, portammalas, sei lá).
A segunda pergunta, “vende?”, é retórica, porque o indigitado não vai comprar seu carro mesmo se você lhe disser que sim. Se não há um cartaz de “vende-se”, é porque não está à venda; se há, a pergunta torna-se desnecessária. Mesmo assim, o cara sempre pergunta “vende?”, esperando uma resposta para se virar ao/à acompanhante e dizer “se eu tivesse um dinheirinho sobrando, comprava” ou, em tom mais baixo, “esse cara tá louco, não vale a metade”.
Mas a resposta é sempre “não”, tirando do cara a chance de fazer seu comentário besta ao/à acompanhante, o que leva à terceira intervenção do vizinho do carro ao lado, quando o sinal está prestes a abrir, o que é um alívio. “Meu pai teve um desse. Vemaguet, né?”, ou a variável “Gordini, né?”, e não, não é Vemaguet, nem Gordini, provavelmente é um Belcar, e o cara ainda diz “três marchas, né?”, e não, são três cilindros e quatro marchas, mas aí o farol abriu e tchau.
Só que nada irrita mais do que quando o cara te pergunta “é econômico?”. Como é que alguém pode perguntar a alguém que está andando de DKW se ele é econômico? O que leva a tal pergunta? Será que o cara acha que eu tenho um DKW, ou uma Variant, porque é econômico/a? Se eu responder “sim”, ele vai vender seu Fiesta ou Corolla para comprar um DKW ou uma Variant, de modo a realinhar seu orçamento?
SÃO PAULO(bonitinho) – O blogueiro Fabiano Vieira, do Rio, informa que este carrinho está à venda no Mercado Livre. Trata-se de um Tupy. E o anúncio diz que apenas duas unidades foram feitas. Não conheço sua história. Mas é uma coisinha de museu, não?
SÃO PAULO(esse acabou) – Mas sempre tem um outro lado, não é? Esse é o Maverick que fazia parte do mesmo museu. Digo “fazia”, porque virou sucata. Era o carro do Raid da Integração Nacional, com uma história bonita, uma participação marcante.
Na foto aparece, olhando o carro com enorme tristeza, outro de nossos heróis, Og Pozolli, o pioneiro do antigomobilismo brasileiro. Ele esteve no museu com o Nasser para acompanhar o resgate dos quatro carros da Ford, entre eles o Capeta aí embaixo.
Capeta é quem deixou fazerem isso com o Maverick. Até dói.
SÃO PAULO(lavou tá novo) – Recebo fotos enviadas por meu amigo ministro do STF, Rafael Linhares, que é também amigo do Roberto Nasser, nosso herói. Eis o Capeta! E o balde usado para tirar o pó dele.
Como sempre digo, pó não enferruja. Foi lavar o carro e ele começou a voltar à vida. Está sem volante. Mas tem um motor. O Nasser saberá, como ninguém, restaurar esse exemplar único, resgatado das ruídas do museu de Roberto Lee, em Caçapava.
SÃO PAULO(aos pingos) – Olha só, que parente distante! Esse carro aí, descobri hoje, é um Wartburg! Dá para acreditar? Feito em 1898, sob licença de uma empresa francesa. Será que era dois tempos também?
SÃO PAULO(inverno assim eu gosto) – Em setembro, Ferry Porsche, segundo filho de Ferdinand, o fundador (na verdade, Ferry era também Ferdinand, mas ficou mais conhecido pelo apelido), faria 100 anos. Imagino que homenagens como a deste link, de Portugal, vão acontecer em vários lugares. No Brasil, inclusive.
Se o pai foi o gênio criador das bases, deve-se a Ferry a transformação da Porsche numa fábrica de prestígio mundial a partir dos anos 40, logo depois da Segunda Guerra. Será que os porscheiros no Brasil farão alguma coisa para lembrar a data?
A foto que ilustra a nota é demais, não? A turma dos Porsches e dos Fuscas não terá dificuldade nenhuma para identificar o modelo. Quem mandou foi um amigo meu que fornece lubrificantes para a Porsche, o Rogério Gonçalves.
SÃO PAULO (quem saberá?) - Michael Jackson tinha um SP2. É uma das lendas envolvendo o popstar morto ontem, e também envolvendo este que é um dos mais belos VW já feitos em todos os tempos. Essa história de que MJ teria um foi publicada em 1998 numa edição especial da “4 Rodas”, conta o blogueiro Fernando Carvalho. Nunca foi confirmada.
SÃO PAULO(e o #96, entra?) - Dom Peter Von Wartburg, blogueiro tedesco de tradicional, mas decadente, família nobre da Prússia, que hoje faz bico como caminhoneiro, ainda sonha que sua família vai recuperar um castelo e umas terras na Saxônia. Elas, as terras, teriam sido tomadas por bárbaros visigodos no século VII e desde então a disputa está na Justiça. Já o castelo foi transformado num bordel em 1814, e a família Von Wartburg está processando a prefeitura de Leipzig por danos morais acumulados desde então, pedindo participação nos lucros.
Digo isso para justificar o teor dos e-mails que Von Wartburg me envia. Como essa lista dos 25 carros mais valiosos do mundo, garantindo que “quando recuperarmos nosso patrimônio, comprarei todos”.
Eu me contentaria com o Mini que foi de George Harrison, para ficar na linha beatlemaníaca de hoje.
SÃO PAULO(como o #96?) – Também recebi de vários blogueiros (estou tirando o atraso, hoje) a dica do artigo no portal Maxicar sobre o Rolls Royce de John Lennon, que hoje repousa num museu canadense em ótima forma. A história toda está aqui.
John comprou esse carro em 1965 e mandou pintá-lo com fundo amarelo e motivos cigano-pop-hippies. O carro foi com ele para NY e acabou sendo comprado num leilão depois de sua morte.
É muito legal ver uma máquina dessas preservada. Um Rolls que foi de Lennon é muito mais que um Rolls.
SÃO PAULO(onde fica o motor, doutor?) – A pedidos do vemagueiro Roberto Fróes, recorremos à blogaiada. Que carro é esse? A pergunta é simples. A resposta parece complicada. Vamos ver se alguém aqui tem alguma pista.
SÃO PAULO (esse cara é bom) – Vários blogueiros e blogueiras viram no Globo.com esta notícia sobre a mais recente aquisição do zagueiro Álvaro, do Inter. É uma picape Ford 1951, lindona, restauradona, brilhando, coisa fina. E diz que ele também tem um Fusca 1976.
É jornalista, dublê de piloto e escritor. Atua em jornais, revistas, rádio, TV e internet. “Um multimídia de araque”, diz ele. No Twitter, @flaviogomes69.