MEIANOV, MEIO ASSIM…
SÃO PAULO (quase cozinhei) – Nossa volta a Interlagos depois de 200 anos, hoje, foi bem legal. O grid da Classic Cup estava recheado. Foram 34 na classificação e 32 na largada (Giordano teve problemas no câmbio e não largou, com medo do Meianov, e Steinbruch teve vazamento de óleo na volta de apresentação). A pole foi do Chambel, Passat D3, com 2min01s864. Larguei na gloriosa 29ª colocação, que é pior que a 28ª, mas melhor que a 30ª, pela lógica soviética do meu carro. O tempo no treino: 2min18s690, média de 111,849 km/h. Nada demais. Ruim, para dizer a verdade. Sinto certo cansaço no automóvel. E o piloto certamente não tem ajudado muito.
Minha largada foi OK. Tivemos duas voltas de apresentação por conta do óleo esparramado pelo Dodginho do Steinbruch na primeira. Foi ruim, porque do Pinheirinho até a entrada dos boxes ficou um rastro no traçado, atrapalhando todo mundo. Mas faz parte. É igual para todos, como se diz. Dizia que a largada foi OK. Acho que passei uns dois ou três, depois fui passado de novo, e lá pelas tantas estava brigando com o Fusca preto do Brunelli, macaco velho, rápido e experiente, e estava divertido.
Meianov estava meio indócil. O S do Senna era feito meio de lado, saltando sobre a zebra, o que é gostoso, mas pode acabar dando cagada. Não deu. A briga com o Brunelli era das boas, até que no Laranjinha ele abriu um pouco, deixou um espaço por dentro, entrei ali, ele retomou o traçado, não me viu e demos uma bela panca. O Fusca preto ficou carimbado na lateral esquerda do Meianov. Nenhum de nós rodou, porém, e fomos em frente.
Meu carro deve ter entortado os cornos, ficou meio difícil de guiar, e na oitava volta rodei na Junção, peguei óleo, perdi a traseira, mas voltei e fui até o fim. Pela classificação, terminei em 20º. Mas quando estava saindo do autódromo rolava um papo de que iriam desclassificar os cinco primeiros, que não teriam alternador. Não sei se aconteceu. Chambel ganhou na geral com grande facilidade, quase 25s à frente do Fábio Coelho, o segundo, com outro Passat AP.
Muita gente foi ao autódromo, e fica aqui um abraço especial à garotada de um dos grupos de Escoteiros de São Paulo. A maioria nunca tinha ido a Interlagos, e acho que eles se divertiram a valer. Distribuímos “cards” de nossos carros, tiramos fotos, foi o maior barato.
Na corrida, só para constar, 2min19s074 foi minha melhor volta. Para o ano que vem, precisamos buscar alguns segundinhos.


Flavio, bom dia!
Gostaria de saber como é possivel participar da classic cup?.
Obrigado!!
FG, agora que vocÊ graduou-se magna cum lauda na Motoboy Driving School ninguém mais vai te chamar de gentleman driver, porque você pode ser tudo menos gentleman ! Agora, manda o calendário da FASP para os camaradas de Togliattigrado , assim eles põe as prensas de lataria em regime 24/7 . FG ao volante perigo constante ! e quanto ao incidente informado pelo boca abrida do Cerega, sabe que os motoboys estão provocando acidentes propositais com carros importados (é verdade, eles escolhem um carro importado e acertam o veículo, para depois chantagear o dono, a polícia está investigando, é ´serio) . Pinta um LADA bem grande nos 4 cantos, assim o motobate fica com medo de contrair tétano e escolhe um alvo melhor. Quanto ao cansaço , tá precisando fazer um TO – total overhauling, principalmente na pecinha entre o banco e o volante….brincadeira.
E abraço a todas as testemunhas ( aquilo não é público ) e amigos, todos, Cerega com a sua espoletice, Joca com a sua memória irritante, e um longo etc, um abraço.
Flávio, ontem vocês proporcionaram uma baita programa para várias gerações da minha família. Eu, meu pai de 73 anos e meus dois filhos de 10 e 7 anos. Divertimo-nos muito No final, meu garoto de 7 anos queria porque queria um autógrafo do Indiana (aquele da musiquinha de terça à noite) . Na hora “H” ele amarelou, ficou com vergonha. Coisa de criança. Na próxima ele toma coragem. Abraços e obrigado a todos os pilotos pelo grande sábado.
Peguei o final da “briga” no box 4 sobre a polemica vistoria, os fiscais alegando que os quatro primeiros estavam desclassificados pois os carros não tinham alternador e todos surpresos e putos com a ridícula decisão pois pelo que se sabe mais de 80% dos carros não tem e em nenhuma das 9 etapas realizadas os fiscais notaram isso?
Eu perguntei a um deles(fiscais) o porque de só repararem nisso agora e porque de não terem desclassificado nenhum outro carro nas etapas anteriores e ele me respondeu “cada vistoria é uma vistoria” , ou seja, não tem critério algum!!
Ai eu perguntei onde no regulamento consta que é obrigatório o uso do alternador e ele novamente respondeu “Tudo que não esta escrito é proibido” e quando perguntavamos alguma coisa que eles não tinham resposta mandavam agente reclamar na federação ou na torre, enfim, a briga deve se prolongar ao longo da semana, se for confirmada a desclassificação eu e meu chevette 56 herdaremos o segundo lugar, coisa que sinceramente eu dispenso pois ganhar no tapetão por causa de uma fiscalização tosca e sem critério seria totalmente sem graça e sem sentido.
Sobre a corrida foi muito legal, o grid estava lindo com 32 carros alinhados, os chevettes desta vez foram em numero reduzido, só metade deles, uma pena a quebra de motor do Adriano, estava e esta pilotando muito este ano, foi o grande destaque da nossa equipe e infelizmente vai ficar de fora da ultima etapa em dezembro.
Eu estarei lá com certeza.
Um abraço a todos.
Flavio,
Desculpe mais uma vez a brincadeira de “ameçar” bater na tua porta “carimbada” pelo Motoboy, lá no retorno: confesso que fiquei meio sem graça quando eu soube que voce tinha acabado de ser “estampado” pelo motoboy, ali mesmo. Me coloquei no teu lugar: eu fico puto da cara quando alguém bate no meu carro !!! Dava pra notar a tua decepção.
Foi muito legal estar em Interlagos, obra e graça do Hugo, que incentivou a minha ida junto com o Pedro, e poder alem de assitir a treinos e corridas, conhecer voce, o Saloma, o Regi, o Ceregatti, o Zullino, Joca, Nene, seu Luis, Della Barba, e o resto da turma (desculpem se eu esqueci alguém).
De quebra, tive a oportunidade rara de ter a minha Canon S5 regulada pelo Rodrigo Ruiz !!! Isto vale mais que autografo !
Grande Abraço
Antonio
Caramba. Taí uma dica . E eu conheço o RR desde priscas eras. Com a minha Cannon,, só sai merda. Na próxima vou alugar preu entender como essa droga funciona, pois até agora é só vexame a ponto de pensar seriamente em voltar a usar o olimpus 35. Duro será encontrar filme e depois um lugar pra revelar…
huáááááaá
No mais tudo dito. Sabado Show, show, show!!!!
Flavio, fiquei preso no trânsito do lado de fora do autódromo (devia ter esquema especial da CET em megaeventos assim) e quando consegui entrar, a Classic estava terminando. Mas deu para ver as corridas seguintes, curtir o tempo bom. E, mais importante, os filhotes gostaram desse negócio de carro. Queriam até entrar em um dos da Força Livre, mas fui chutado pra fora do boxe pelo fiscal. Faz parte… E o negócio do alternador vai render pano pra manga, com certeza. Abs
Putz, perdi essa… pelo menos foi por uma causa justíssima e para ver um resultado duca, duca, duca (dá-lhe Lusa, pau no Guarani, hehehehe…).
Mas como sempre, bom saber que foi mais um baita sábado de diversão para todo mundo… até panca do Meianov teve…
Dezembro tentarei compensar as inúmeras faltas deste ano… até porque já tô sentindo falta de ver as incríveis carangas e seus intrépidos pilotos da Classic… e rever os bons e grandes amigos da blogaiada…
Boa a prova, bem melhor que a da f1 nas arabias, espero que ano que vem o meianov receba uns upgrades tipo difusor e motor ap. XD, brincadera espero poder assistir a cassic no ano que vem esse ano o trampo nao deixou,
ps.: como e que os caras correram sem alternador? nao sou mecanico mas acho so na bateria nao rola chegar ate o fim da corrida.
É só dar carga na bateria antes da corrida… assim ela aguenta cerca de 15/18 voltas.Todo mundo sabe disso, e todo mundo faz pois o regulamento é silente. Outro exemplo: tem um bando de D3 usa “blocante” por outro furo no regulamento… Lembra da polêmica da F1 com os difusores no começo do ano ? É a mesma coisa: saber ler o regulamento e tirar proveito dele.
em automobilismo, o que não é proibido é permitido. Simples assim. É a tal da unfair advantage do Roger Penske.
Tô que tô cansado demais, dói a planta do pé, as costas, rosto ardendo do sol de hoje e da lua de agora…
Hoje começou pouco mais tarde, às 5 e tanto da manhã. Tinha que chegar cedo pra emprestar meu capacete pro Milton, ex-LF atual GM, na sua primeira prova de regularidade, que começava lá pelas duas da tarde.
Pra garantir, bom chegar cedo, prefiro assim.
Como quando cheguei não tinha ninguem, então… e aí depois das primeiras… e o celular cronometra só dez, então pára, anota e… depois café do guarda, apaga faróis e então… e chegam bandeirinhas e o povo dos boxes mas ainda assim… então alguns boxes abrem e então mais duas só… que viram tres… que é mais um pouquinho… e os dois cachorros no meio da reta… e pára e tenta trazer pro carro mas fogem.. então acende a luz de combustível… e chega o povo e fervem pos pneus… e quando debaixo da aponta e sinalizam… pois é, fim capitulo matutino.
E começa mais um belo dia de sol, depois a CCC. Até choramos juntos hoje, a velharada e suas histórias, tudo garoto de 50, 60 ou mais um pouco. Bando sensacional de moleque velhos que o Alfredo Gehre juntou, maravilhoso e bacana demais.
Depois Michelle e seu show na Marcas e Pilotos, e um papão delicioso com Sua Excelencia Artur Bragantini e sua hist´rias de pista e de dor e de fé.
Spyder Race e outra bateria Marcas depois Stock gritando nas retas e de tarde Regularidade da FASP.
Chega Milton, chega Rodrigo, chega Eric e os tres virgens que saíram de sorriso pregado na cara.
namoradas, amigos, conhecidos e desconhecidos, alucinados e sennhores, medrosos, brações, cagões e malucos em profusão, inclusive o Lin (isso mesmo, Lin) de Manaus, que vem só pra acelerar um Adamo perfeito com um 1.9 injetado de respeito.
De Manaus até aqui e eu que sou doido?
Eric vence, Irineu venceria mas não deu, e Milton Rubinho vai pro pódium na estréia. Terceiro, meu capacete, meu pupilo maluco de pedra, pois de São Caetano a Interlagos de bike é pra quem ama, gostar muito é pouco.
O troféu quem deu fui eu. Fiz questão, pedi, deixaram. Aplaudiram, namorada, amigos, champagne de quinta com sabor de primeira – “a primeira” – e os Tres Virgens piraram, gozaram, deliraram de prazer perto do pódio, no final da tarde de um dia perfeito.
Sabe a F1? Nem vi, “inguinorei”. Tava ocupado demai sendo feliz e lembrando de Veloz HP, estava por lá hoje, pois de noite…
Escureceu, depois nublou, melhorou e a lua apareceu.
Um grupo pequeno ficou coma turma da FASP e do Toninho de Souza.
Aplausos efusivos à organização, marketing e lisura. Tudo de primeira, das placas aos troféus, do podium ao briefing.
Mas aí o povo foi embora, o Irineu foi de Puma e sobraram eu e o Nipo-Luso.
Entenderam minhas (más) intenções ou precisa desenhar?
Fui pedir mas não dava, naquele momento por algum motivo. Na verdade sabemos, mas não conto. Fica quieto, Japa! Mais do que de costume!
Nipo-Luso, o “Japa mais doido e famoso do mundo” (reportagem exclusiva na RG não é pra qualquer um…) suspirou aliviado, pensando estar livre da encrenca que o induzi sem querer querendo…Fica pra próxima, me aguarde.
Levei-o até o Metro São Judas. No caminho minha mulher ligou, expedindo o alvará de soltura. Até aí, “ia” pra casa mas então…
Voltei já abastecido. Ia fazer o que? Assistir o Fantástico? Fantástica era a lua sobre Congonhas já voltando…
Quem sabe o motivo do não já não tava por lá, quem sabe… Dei sorte, o empecilho já não existia e então, a Lua.
Essa mesma que vejo pela janela de casa, agora. Linda, redonda, brilhante e clara como o dia que nem chegou. Tingindo de azul profundo uma faixa de asfalto, com zebras novinhas, que parecem acesas depois que os olhos se acostumam.
Dois charutos. Primeiro lanternas, depois faróis apagados. Perfeito, perfeito, perfeito.
Deleite, prazer, cansaço.
Sono, curvas, retas, devagar.
Sem freios, no embalo, de leve, sem forçar.
Passeo de domingo, no playground.
Crianças como eu precisam brincar, se soltar. Sinto falta do balanço, da gangorra, da montanha russa.
Sinto muita falta de mim, perdido por aí nessa roda viva sem sentido e sem graça.
Mas me achei. Aí chorei depois sorri depois agradeci, e ainda nem entendi.
Perdido e machucado, sabia que estava por lá em algum lugar. Demorou pra achar. Foi bom demais e de repente estava lá comigo, de novo.
Como há muito não estava. Lembrei dos Tres Virgens de hoje e vi o quão feliz era, lembrei do Veloz HP de novo, por ali junto dos fantasmas do Templo, dos vultos noturnos azuis de luz de lua, de luz de paz.
Quem tava do meu lado era ele.
Se não estivesse tão cansado, depois do prazer e do gozo, ficava por lá até de manhã. Gozar é bom demais, vento na cara é tudo.
E com os pés doendo demais, “escoterei”.
Parei bem lá perto da toca da coruja, entrando naquele verde macio da grama pintada de azul. Tirei o tenis, as meias e piseiu na grama fria da noite, fresca, úmida.
E não achei nem a toca dessa vez, a coruja sumiu. Deve ter se mudado. Ou talves estivesse por ali, espreitando junto do vultos azuis.
Vamos pra cama tentar dormir, então.
Numa paz que há muito não sentia.
Obrigado a aqueles que estavam lá comigo, essencias etéreas, seres fugidios da Lua Cheia.
Cretino!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Por fazer a gente chorar………
Belo texto, com a sensibilidade e a paixão de poucos !
Estava fora de Sampa, por isso não fui, mas na última irei.
Abraços
Roberto Martinez
CE RE GA . . . . . esculachou ! ! !
Que lindo, pode certeza que ele em sua companhia.
Bjs., obrigada, Marilis.
Foi muito bom reencontrar os amigos, rever o Templo (odiei a pintura das zebras!), ver as disputas na pista, enfim, não existe lugar melhor para desestressar que prova da Classic Cup. Quem puder vir na próxima etapa, recomendo.
Quanto à questão da vistoria, se minha memória não falha (o Mestre Joaquim lembrará, com certeza) eu já lia sobre problemas semelhantes de aplicar o regulamento à risca ou não nas Auto Esporte nos anos 70… mudam as moscas, mas a vistoria continua a mesma.
Só comentar a habilidade do cara do passat vermelho se nao engano nº 37, na rodada do fusca branco, ocara passou um pelo de cada lado, entre o muro e o fusca, tinha certeza que ia bater….aparece na foto do velocidade on line, gostei…….
Flávio,talvez eu esteja enganado, mas até onde sei, o uniforme de escoteiro é cáqui. Os que aparecem na foto usam uniforme azul, que é de lobinhos (acho que é uma categoria para meninos sem idade para serem escoteiros).
Gostei da tua idéia de “buscar alguns segundinhos no ano que vem”. Tomara que vingue. O Meianov merece…
luiz, bom dia.
so pra esclarecer, os jovens da foto sao sim escoteiro, existem dois tipos de “uniformes” o tradicional caqui e este que estao usando que e chamado de traje, so para boa ordem os lobinhos vao dos 7 a 11 anos, os escoteiro sao divididos em duas turmas os que vao de 11 a 14 anos que sao os “escoteiros” e os que vao de 14 a 17 anos que sao os escoteiros senior, alem dos pioneiros que vao dos 17 aos 21 anos.
Flavio, so tenho a agradecer esta opurtunidade unica ao jovens que ate agora nao pararam de falar do evento e de sua recepção e dos autografos que pegaram. parece bobeira mas para eles e muito importante ter referencias boas para serem otimos cidadoes como voces.
mais uma vez obrigado a todos
carlos moura
Carlos,
obrigado pelos esclarecimentos. Aprendi mais um pouco sobre escotismo. Valeu!
Uma pergunta FG – o KG 77 do Henry não correu?
Cerega,
Que texto, cara!
Estou me roendo de inveja. Te odeio, vil Caim, irmão em armas!
Grande abraço,
Que nada, Mestre.
Tava tontinho de tudo enquanto estava lá, imagine quando escrevi, logo após chegar em casa, exausto e feliz…
Como o FG demorou a acordar, acordei na manhã de hoje ainda antes de sair.
E aí fiz correções e ajustes, surpreendido com o que tinha escrito. Acredite, faltou um monte de coisas a dizer, mas sinceramente nem lembro direito como escrevi isso…
Então “recortei e colei” esse texto aí em cima lá no Saloma, manager do FG que tambem dormia. Tá lá acertadinho.
E colei lá tambem o diálogo hilário do embate dos velhotes (velho aé a PQP!!) Zullino versus Mister M.
De mijar de rir. Leia lé que me desculpo cá.
Grande abraço, amigo MSC.
Mestre Joa, só tenho a acrescentar minha humilde e singela corroboração à sua tese acerca de tão soberba descrição (mais uma!) das intrépidas aventuras sorrateiras por cada centímetro do Templo Sagrado por parte de nosso digníssimo Commendattore… já pensava que o Nipo tinha sido agraciado com uma “aula” de Interlagos como um dia eu também fui, mas ele que se prepare, que pelo jeito ainda não escapa, hahahahaha…
Coisas que só a paixão pela velocidade e pelos carros que chegam a ela pode proporcionar… ações e relatos… a gente se contenta com os relatos que nos colocam como se dentro das ações estivessem…
Coisas que só gente boa das letras como FG, Cerega e Mestre Joa conseguem…
Joca, a inveja é a forma mais sincera de admiração. Como todos temos.
Já que você gosta, devia arrumar um carro de verdade pra correr. De preferência numa categoria de verdade.