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28/10/2009 - 08:18

BRASA NA FEIRA

SÃO PAULO (mó orgulho…) – Feira Industrial de Hannover, que fique bem claro. Essa foto aí é de 23 de abril de 1978. Na Alemanha, o Brasil mostrava ao mundo seus carros a álcool, a alternativa encontrada para a crise do petróleo. A imagem pertence aos arquivos do governo alemão e foi enviada pelo André Scudeiro. Por onde será que anda essa Brasília?

brasanhannover

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): Indústria automobilística Tags: ,

44 comentários para “BRASA NA FEIRA”

  1. BET0 disse:

    Foi pra garagem do Mussum…

  2. Flavio Almeida disse:

    FG, repare nas rodas dessa Brasilia, são um pouco diferentes das rodas que tinhamos aqui na mesma epoca, será que esse carro não foi um Corver…Alemão da nossa Brasa, claro que tinham alguma carroceria por lá ou mesmo um carro montado mas as rodas são diferentes isso são….

  3. disse:

    Deve ter ficado por lá mesmo, menos trampo.
    http://www.biavilela.com/vwsp2/index-deutsch.htm

  4. João Carrieri disse:

    Cacildis!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    Movido à Méééééé´!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  5. Carlos Zanettini disse:

    Eu sei com quem esta esta BRASA!!!!!!!!!!!!!!!!!,
    Sabe da aqule amigo que vai levar a BRASA o caixão?,
    Pois é dele esta brasa, logico desfarçada , mas esta com ele……………

  6. Essa Brasília, assim como muitos outros carros, protótipos e raridades da Volks do Brasil, está guardada num galpão na fábrica Anchieta. Ouvi dizer que a maioria dos modelos estão parados a tanto tempo que a camada de poeira já chega a ser grossa. Também falam que pouquíssimos desses carros continuam funcionando. Uma pena, dava pra montar um museu enorme…

  7. Baroni disse:

    Interessante, nem anidro, nem hidratado é ETÍLICO MESMO! Só colocar limão, açucar e bater. rsrsrs.

  8. Mirtes disse:

    Gomes, anteontem saiu aqui no rádio que a VW vai comprar a Karmann.

  9. Dado Miler disse:

    A demoninação “alcool etílico”esta correta…AEHC ( Alcool Etílico Hidratado Combistivel) e AEAC (Alcool etílico Anidro Combustivel)…Não parece as rodas do passat TS???Abs

  10. Dado Miler disse:

    Esqueci…Já é Etanol….

  11. Varlei disse:

    Estas rodas eram usadas nas brasilias exportação para o mexico,pode ser uma delas,notem que tem encaixe para calotas,esta não passava no teste do bafometro.

  12. antonio stricagnolo filho disse:

    Incrivel,tiveram a cara de pau de mandar para a Alemanha essa porcaria que nunca funcionou direito,só queria ver os caras tentando ligar essa porcaria debaixo daquele inverno de trincar borracha.

    • André S. disse:

      Os flex até hoje não evoluíram o suficiente, por ser em 78 é incrível!

  13. Gosto desse tipo de foto! Quando o comum era novidade.

    A Brasília, coitada, já não deve existir faz tempo…

  14. Fábio Aguilera disse:

    Eu me faço a mesma pergunta desde 1991… qdo a Brasília do meu pai sumiu da garagem de casa… :-/
    74/75, branca, linda. Estava com a gente praticamente desde zero km.

  15. disse:

    antonio stricagnolo filho
    Falou tudo.
    Aquela merda cinza, 4 portas e motor 1.300.
    FG. Deu stalo.

  16. renato powell disse:

    eu tinha uma brasilia branca, à alcool, 1980. roubaram-na em 1991. deve ter virado ultraleve. ainda me lembro da placa. aliás, me lembro da placa de todos os carros que passaram pela minha família ou pelas minhas mãos. a placa dela era: XL-9265 – RJ – Rio de Janeiro – que ela descanse em paz. foi roubada junto com um gravador de rolo daqueles Akai, na porta do teatro tablado (estava emprestada com meu irmão). se alguém souber do paradeiro dela, por favor, avise…

    :D

  17. Antonio Valdoski disse:

    Realmente, o motor refrigerado a ar da Voks, movido a álcool, ia fazer um sucesso incrível no inverno alemão.
    Aqui só esquentava depois de umas 5 horas rodando.

    • Breno Peixoto disse:

      Meu pai teve o primeiro fusca a álcool lançado no mercado. Era muito ruim pra pegar e esquentar. Era o preço do pioneirismo.

  18. Bianchini disse:

    Um tio meu teve uma LS a álcool. O “problema” é que ele morava no meio da Serra da Cantareira (na epoca muito menos desmatada que hoje, portanto mais fria) ,entrava no trabalho no Centro às 8 da madruga e para sair de casa tinha uma subida com inclinação semelhante à Ladeira Porto Geral.
    Solução empregada nas manhãs frias: ele levantava, ía na garagem, dava a partida na trapizonga, voltava, tomava banho, se vestia, tomava o café da manhã, e só então tinha certeza de conseguir enfrentar a subida, pois se o motor não estivesse quente não subia nem por decreto lei do finado Médici.

  19. Flavio Bragatto disse:

    Seja lá onde estiver, tomara que continue lá…

    VW à Ar (à alcool) nunca foram muito bons mesmo!

    A VW não teve sucesso com a idéia, porque era o carro errado para uma época errada onde não se imaginavam qualquer substituto para a gasolina e, efeito estufa era coisa de hippie cheio de LSD.

    Se fosse hoje, olhariam com outros olhos, mas não acredito que absorveriam a ideia do etanol.

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