GRANDE HISTÓRIA
SÃO PAULO (e agora, Fefê?) – Enviada pelo Fernando Carvalho, está no sempre ótimo AutoEstrada, de Jorge Meditsch & cia., a história sobre a verdadeira autoria do projeto do Fusca. Que não teria sido de Ferdinand Porsche, mas sim de um judeu húngaro de nome Josef Ganz, que acabaria sendo preso pela Gestapo e teria morrido pobre na Austrália.
Tudo isso está num livro de um holandês que promete contar toda a verdade sobre o carro mais popular de todos os tempos. O lançamento acontece no fim do mês em Zandvoort. Ainda não há previsão de edições em outras línguas, mas suponho que deve sair em inglês logo. Tomara.
Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): Fusca & cia. Tags: Ganz, Porsche
Oh que comovente, mais um judeu injustiçado..
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Esse papo me parece uma música que ouví outro dia da banda Tubaína chamada “Bauru X Big Mac”, que começa assim: “Não aguento mais americano paiêro / Contando mentira pro mundo inteiro / Povinho metido e muito picareta / Acham que são os donos do planeta”. Pois é, apenas mude-se o povo em questão. Ele não vai falar da enorme semelhança ente os Peugeot 402 e os Adler 1938???
Não acreditonisso sinceramente acho que no maximo, ele pode ter se inspirado nas formas, por que absolutamente o Fusca tem os conceitos do Ferdinand do pre hitler e sua guerra, ou talvez o tal projeto do cara tenha sido comprar por ele, o fato de ele ter morrido pobre não é novidade, o fundador da Chevrolet também morreu pobre assim como muito outros criadores de tantas coisas, que anos mais tarde foi escrito que eles teriam sido logrados por alguém, acho que isso é muito mais uma polemica criado para vender livro e alguém ganhar alguns mi em cima de dois caras mortos!
Jason, realmente, está corretíssimo e Alexander Gromow ex-Presidente do Clube do Fusca do Brasil e autor de livros e artigos sobre o assunto, conta detalhadamente esta história aqui:
http://www.maxicar.com.br/…/colunista_gromow_0809.asp
Engraçado…
Tudo isso que aconteceu na Alemanha nas decadas de 20/30 e 40 repercutirá para sempre na historia.
O meu Tio tem uma teoria engraçada sobre isso… ele fala que se os Judeus Ingleses não fossem tão agressivos contra a economia Alemã do “pós-primeira guerra mundial” talves essa historia fosse diferente.
O que seria do Mundo se os Judeus tivessem sido Aliados de Hitler???
Abraços
Imperador
Quem leva a fama é quem faz,e só quem tem a grana é que faz,e não é com intelecto que se consegue a grana,logo!?
Concordo com o Janson Vôngoli que foi direto ao ponto (não saiu pelo “curvello”…)!
Sobre este assunto também eu escrevi há algum tempo o artigo “Quem nasceu primeiro o ovo ou a galinha” que pode ser visto no Portal MAXICAR sob o link: http://www.maxicar.com.br/old/gromow/colunista_gromow_0809.asp
Neste artigo eu também falo de Josef Ganz (não omito a perseguição pelo fato dele ser judeu, não foi o único a ter que sair, foram muitos – cosas do Terceiro Reich), mas vale à pena dar uma olhada no contexto geral deste artigo para poder tirar as suas próprias conclusões sobre a gênese do Fusca e as “tentativas” anteriores.
É uma matéria de profundidade que de um modo claro e fundamentado relata a história anterior que culminou com o projeto de Ferdinand Porsche (que usou alguns princípios existentes e disponíveis para todos do meio e outros que ele inventou, como a suspensão com barras de torção). Se você quiser deixar um parecer há espaço para isto lá.
Depois que uma idéia deu certo aparecem muitos inventores, só o fracasso é que é órfão…
Agora virá mais uma onda de sensacionalismo em torno deste assunto! Amargamente temperado pelo ódio racista sob o codinome de “judeu – inventor do Fusca” (não contra os judeus, mas deles contra os alemães que construíram o Volkswagen de Hitler!), fora o revanchismo caduco. Um tipo de Sionismo-Reloaded aplicado à história do Fusca. Tipo James Cleveland “Jesse” Owens nas Olimpíadas de verão em 1936 em Berlim – só que ele não era judeu, era negro.
A história não se muda, e não deve ser “retocada” para este ou aquele matiz. Eu costumo dizer que o Fusca foi o presente de Hitler deu à Alemanha, pais que ele mesmo destruiu…
Independentemente da raça ou credo dos envolvidos, do regime político, dos dinheiros gastos, dos trabalhos escravos empregados durante a guerra, do inaceitável e tétrico holocausto, o Fusca emergiu das cinzas de uma fábrica em ruínas e conquistou o mundo. Ele, o carro, não foi usado como tal durante a Segunda Guerra Mundial, só depois e por obra e graça das forças de ocupação britânicas, que reconheceram naquela tecnologia algo de valor. Já para Henry Ford, que foi sondado para comprar aquele monte de entulho de Wolfsburg, aquilo “wan not worth a dime”… Ledo engano.
Durma-se com um barulho destes…