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17/07/2009 - 19:45

CAPETA: A HISTÓRIA COMPLETA

SÃO PAULO (parabéns quádruplo!) – Desculpem se volto ao tema, mas é que o resgate do Capeta e de outros três Willys do Museu de Caçapava me deixou muito feliz, mesmo. O portal Maxicar publica hoje a história completa da recuperação dos carros pela pena do herói dessa história, Roberto Nasser. Está aqui. Vale cada palavra.

O prejuízo foi razoável, roubaram muita coisa dos carros, mas eles estão a salvo, agora. Num museu em Brasília. O museu do Nasser e de todos nós.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): Museus & coleções Tags: , , ,

13 comentários para “CAPETA: A HISTÓRIA COMPLETA”

  1. Luiz Carlos Fortes Braga disse:

    Já imaginou daqui ha algum tempo voce chegar em Brasília,visitar a Fundação Memória do Transporte e,poder ver enfileirados,Onça,Democrata,Capeta!!!!!!!!!!!!!!isso não tem preço………………….!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  2. O que uma pessoa com conhecimento no assunto não é capaz de fazer? Dava tristeza ver as fotos do Capeta abandonado em Caçapava e em poucos dias ele já está digno de exposição!

    Parabéns ao Nasser e a todos os demais envolvidos no resgate do Capeta e dos demais Willys!

  3. Irapuã disse:

    Mais uma vez parabéns ao Dr. Roberto Nasser. Tal acervo não poderia estar em melhores mãos, onde será respeitado, preservado e principalmente acessível ao público, para que possa conhecer e admirar a evolução da indústria automobilistica nacional. Espero que os responsáveis pelo antigo museu de Caçapava se sensibilizem para fazer com que o que ainda resta das raridades possam ser também resgatadas e voltar à luz do dia para serem apreciadas.
    E nossa reverência à Ford pela iniciativa de resgatar parte de nossa história, principalmente quando vemos que o acervo do museu da Ulbra no RS está para ser leiloado e pulverizado por todo Brasil e talvez até exterior, para quem sabe nunca mais voltar a serem admirados, condenados à reclusão em garagens de colecionadores particulares. Nossa torcida para que uma outra empresa ou mesmo a própria Ford pudessem assumir a guarda e manutenção de tão espetacular conjunto de veículos clássicos e tão bem restaurados e preservados. Museus são instituições que não deveriam poder ser fechadas, sob qualquer pretexto ou motivo .
    Irapuã S. Pereira

  4. marcio vaza óleo disse:

    a parte interna do pneu está com barro….

  5. Claudio Pessoa disse:

    Sensacional Flávio!!! Essa história vale uma edição especial do Indiana Gomes.

  6. Luiz TTaquara disse:

    O texto fala de primeiro esportivo nacional. e o a no 1967.
    o Malzoni já não existia nessa época?
    abraços

  7. Fabio Luiz disse:

    Vc está certíssimo meu amigo, me permita chamá-lo assim, tb gosto muito de carros originais, queria seu email para te enviar fotos do meu carro, no aguardo, abraço.

  8. ALEX B. disse:

    Porra esse Nasser é duka, cara! Que espetaculo!

  9. Alfredo Gehre disse:

    Parabéns a todos os envolvidos neste resgate, inclusive vc. Flávio Gomes !

    Como foi dito acima merece uma edição do Indiana Gomes no LIMITE.

    AG

  10. Zé Maria disse:

    Complementando o que o márcio vaza óleo disse, parece que os pneus dianteiros são diferentes, o esquerdo sendo bem mais largo e de outro modelo que o direito.
    A confirmar.
    Bom final de semana a todos.
    Zé Maria

  11. renato powell disse:

    além do detalhe que postaram acima dos pneus (o que tem barro é radial, o outro é diagonal – lado direito) e não tinha percebido, existe tb o suporte da licença dianteira, preso ao pára-choque, na parte superior.

    capeta renasceu do inferno; literalmente

  12. roberto nasser disse:

    camaradas, obrigado pelas referencias. cada um na sua e a seu modo, tenho tido bons resultados na busca e salvação de alguns carros que marcaram nossa história. na prática, missão de todos e ganhamos todos.
    sobre o capeta. há diferenças entre pneus e rodas. o carro teve quatro das originais surrupiadas. sobrou a dianteira direita. as outras, são de gálaxie e estepe dos dois aero do museu.
    o suporte está torto – furtaram a plaqueta de identificação – mas é original, fixando por trás e por baixo, aparecendo através de corte no parachoques.
    estamos num projeto: ajude o capeta. alguns já aderiram, com partes ou serviços para a restauração.

  13. Roberto Busato Filho disse:

    Amigos, ontem vi o capeta no Museu do Automóvel em Brasília. É um carro magnífico. E mesmo com as décadas de maus tratos, ele parece plenamente recuperável. Parabéns ao museu e ao seu curador.

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