BRASÍLIA, 1964
SÃO PAULO (em obras) – Pequeno trecho de “L’homme de Rio”, filme com Jean-Paul Belmondo rodado no Brasil nos anos 60. Esse trecho foi filmado em Brasília, que estava todinha em obras. A Willys deve ter entrado com algum. Bárbaras, as imagens. A blogaiada de BSB vai adorar. A dica foi do Fernando Linhares.
Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): Brasil Tags: Aero Willys, Brasília
Bem legal!!! Eu lembro do meu pai falar deste filme e que conhecia o ator.
Em obras vai ficar o castelo do Edmar Moreira………. Agora ganhou alvará.
sensacional esse resgate.
esse filme passava na TV nos anos 70.
acho q o diretor é o mesmo q fez ’salário do medo’ com yves montand, rodado na venezuela, dos caminhoneiros q transportam nitroglicerina pra apagar fogo num poço de petróleo – também espetacular.
Filme de causar inveja a qualquer 007…rs
Impressionante o quanto cantavam os pneus da época, no mais puro pó de Brasília, tinindo de novo…
E a fuga do mocinho, de bicicleta, no mais puro silêncio, é o extremo oposto do que se vê hoje, infelizmente.
hmm, não, o diretor não é o mesmo do outro filme q eu disse.
esse no br é de philipe de broca, o outro é de henri clouzot, franceses.
a wyllis tinha forte ligação com a frança (renault?alpine?), e o filme é produção francesa.
Me lembro bem, pois o diretor de iluminação Robert era amigo do meu pai desde quando ele morou na França, e quem é de Brasília vai se lembrar do Restaurante Spagnetta ( acho que era assim que se escrevia) ele ficava na W-3 Sul se não me falha a memória na 504 ou 505, e lá fomos todos nós da familia Costea jantar com o Ator Jean Paul Belmond e toda a equipe da filmagem, a convite claro do velho amigo Robert, e a Willys aproveitou e divulgou o lançamento do Aero 63 neste filme, inclusive eles usavam os Aeros para se deslocarem durante e fora das filmagens……boas lembranças e é bom que aparece vez por outra coisas pioneiras de Brasília.
Não sou de BSB, mas fico imaginando um revival, passando correndo pelo palacio de quem estiver de plantão, montado numa bike caquelenta e de Summer todo empoeirado e rasgado.
hahahah, tomava um monte de tecos na orelha…
Vou procurar esse filme pra alugar.
Ver o Aero Willys dar um salto, não tem preço.
O “mocinho” lavar a roupa no Paranoá também não.
Bom, o comentário dos pneus cantando na terra já fizeram. Só me resta um comentário: que falta faz uma trilha sonora decente.
a cidade era linda! e o projeto do entorno, foi avacalhado.
Estes lugares hoje são extremamente movimentados em BSB. Dá pra ver claramente o que é hoje a Rodoviária do Plano Piloto e outros lugares.
Legal identificar os lugares 50 anos depois e ver como realmente era um meio do nada com um punhado de prédios no barro vermelho. Imagina só os franceses chegando lá em 60?
Eu mandei o link desse vídeo faz um tempo, na época das fotos do Belvedere de Petrópolis, que aparece em um trecho do filme. Agora uma pergunta, onde o maluco tentou ir de bicicleta pelo lago?
SENSACIONAL!!! Dá de 10 em muitos dos atuais filmes de ação, e sem precisar de batidas de carro, explosões, armas fantásticas (nenhum tiro é disparado!). A cena inicial, no meio dos moderníssimos prédios desertos ainda hoje causa impacto, imagine-se o impacto que causou há 45 anos! E a perseguição dos Aero-Willys, apesar dos efeitos zero, é emocionante.
Lindo o Aero-Willys ‘60 “saia e blusa” no final, há anos que não vejo um!
Agora falou de Brasilia, mexeu comigo.
Adorei a cidade, dá a maior vontade de morar lá.
Bem distante dos vampiros que pousam na terça e decolam saciados na sexta, bem entendido.
Mas em meio a um museu a céu aberto, junto dos fantásticos brasilienses e pertinho do playground enorme que tem lá… Maravilha de 5.475 metros e traçado sem igual. O melhor do Brasil, hoje.
Queria um desses para mim.
Quem nessa época juntou uns trocados e comprou terrenos em BSB hoje teria mais do que uma mega-sena acumulada.
Cidade amada e abençoada por DEUS…sempre…
Muito bom! Só teve um erro de continuidade com a porta do Aero antigo aberta e quando ele passa de bicicleta já estava fechada.
Hahahahahahahah muito bom os carros cantando pneu na terra… sonoplastia ótima!
Mas o filme parece ser bom… como diseram ai em cima… de colocar inveja em qualquer 007!
Parece que o diretor de “007 – Cassino Royale” viu esse filme, mas não aprendeu muita coisa.