iG
iBest BrTurbo

Publicidade

Publicidade
17/05/2009 - 17:17

ONDE É?

SÃO PAULO (não conto) – Essa aqui eu quero ver se vocês acertam… Onde estão o Corcel, a Rural, os Aero-Willys? Ótimo registro de 1969, enviado pelo Braulio Gerhardt. Única dica: essa cidade, há 40 anos, tinha 50 mil habitantes. Hoje, tem 400 mil.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): Enigmas & desafios Tags: , ,

49 comentários para “ONDE É?”

  1. Juka disse:

    É isso aí. Lembra Bauru, SP

  2. agenor disse:

    ARAÇATUBA..

  3. Alvaro disse:

    Incrivel mesmo era os carros conseguirem chegar até Porto Velho na década de 60, isso sim era um grande feito pra esses carros.

  4. Braulio Gerhardt disse:

    Lamentáveis os comentários preconceituosos de alguns blogueiros. Tem muita gente no Brasil precisando viajar mais e conhecer melhor o próprio país. Felizmente, aqui neste blog é uma minoria, pelo que eu pude perceber, uns 5% ou nem isso. Mas fora do mundo virtual, é bem mais que isso.

    Mas mudando um pouco o rumo da conversa, confesso que não esperava tantos acertos. Logo de cara, fiquei surpreso com o terceiro chute, o do José Carlos, porque Volta Redonda (que não tem nada a ver com Porto Velho) por acaso é a minha cidade natal. Então pensei “tem gente procurando pelo meu nome no Google”, eheh…

    Realmente os automóveis tinham grandes dificuldades pra chegar a Porto Velho até 1960, pois o acesso à cidade era feito somente pelo Rio Madeira, então os veículos chegavam lá pelo transporte fluvial. Para o transporte de passageiros, havia uma segunda opção, bem mais cara, que era o transporte aéreo.

    Em 1960, um sujeito fora de série chamado Juscelino Kubitschek abriu uma rodovia de Cuiabá a Porto Velho, com uma extensão de 1.500 km, em menos de 11 meses. A partir daí, ficou “menos difícil” chegar a Porto Velho. Mas os carros raramente chegavam rodando, o mais comum era que eles viessem sobre a carroceria de algum caminhão, esses sim, os verdadeiros heróis da conquista do Noroeste Brasileiro. Essa rodovia por vezes ficava intransitável, até que ela foi finalmente pavimentada, em 1984, logo após o então Território Federal de Rondônia ter sido elevado à categoria de Estado da Federação, em 1982. Então vejam que enquanto o Brasil ganhava o Monza, o Escort, o Santana e o Senna estreava na F1, Rondônia estava finalmente descobrindo o que era uma rodovia asfaltada. Foi nessa época que meus pais vieram pra Rondônia, e eu os agradeço muito por isso. E tenho enorme respeito a aqueles que vieram antes, quando tudo era muito mais difícil.

    De lá pra cá, a cidade não parou mais de crescer. Pra se ter uma idéia, esse lugar onde até pouco tempo atrás os veículos tinham dificuldades pra chegar, hoje possui uma frota superior a 100 mil veículos. Uma média de veículos por habitante superior a Belém e Manaus, as duas metrópoles da região Norte.

    Quem quiser ver algumas fotos mais atuais da cidade pode dar uma olhada no meu álbum no Flickr:

    http://www.flickr.com/photos/br364/sets/72157609943899281/

    Infelizmente não tenho nenhuma foto atual com o mesmo ângulo dessa de 1969. Mas vou providenciar…

  5. Rodrigo Moraes,

    Não sou defensor fanatico dos automoveis Norte Americanos, sempre elegi os Europeus como os melhores, mas nenhum conhecedor pode deixar de considerar que os EUA fizeram carros de qualidade no passado. E se tradição e know how acumulados valem alguma coisa, fizeram isso muito antes dos Japorongos, meio século antes de alguns deles começarem a clonar projetos dos outros. Os gringos sempre produziram automoveis ao seu modo, super dimensionados, geralmente de mecânica mais simples em relação aos Europeus, mas que eram fáceis de manutenção e duravam a vida inteira. Entendo que por não abrirem mão dos carrões, não se adequarem aos padrões modernos e eficientes e errarem redondamente nas suas famosas pesquisas de marketing, perderam mercado e hoje buscam tecnologia de marcas estrangeiras. Atualmente os caras perdem na produtividade até para o Mexico, razão pela qual estão ‘de quatro’ pedindo ajuda ao governo.

    Mesmo assim, me perdoe, não posso comparar produtos similares entre Toyota e Jeep, pois não há mesmo termos de comparação. Estamos fando sobre qualidade e prá poder dar ‘banho’ nesse sentido, é preciso ter rodado muito antes pelo mundo inteiro. Não se constrói esse quesito somente com base na experiência dos pioneiros.

  6. Rafael Tezari disse:

    Estou em dúvida entre Santos e Franca.

    É uma das duas.

    Em 1969 a população de Porto velho era de quase 90 mil habitantes.

  7. Braulio Gerhardt disse:

    Rafael Terazi e Guilherme,

    Em 1970, a população do MUNICÍPIO de Porto Velho era de 84 mil habitantes. A população da CIDADE de Porto Velho era de 47 mil habitantes.

    Naquela época, o então Território Federal de Rondônia tinha apenas dois municípios (Porto Velho e Guajará-Mirim). Dentro do município de Porto Velho, haviam vários distritos que anos mais tarde se tornariam cidades, como Ariquemes (onde eu moro), Ji-Paraná, Cacoal e Vilhena, esta última fica a 700 km de Porto Velho.

    Portanto, essa população de quase 90 mil habitantes referia-se ao município de Porto Velho, com todos os seus distritos, vilas, povoados e zona rural. A cidade propriamente dita, tinha pouco mais de 40 mil habitantes.

    Espero ter esclarecido a questão.

  8. Jean disse:

    Lages!

  9. Plácido São Bernardo disse:

    É a cidade de Bayeux, na Paraíba. O Aeroporto de João Pessoa fica lá (assim como o de São Paulo é em Guarulhos).

Deixe um comentário:

Antes de escrever seu comentário, lembre-se: o iG não publica comentários ofensivos, obscenos, que vão contra a lei, que não tenham o remetente identificado ou que não tenham relação com o conteúdo comentado. Dê sua opinião com responsabilidade!

Os campos com * são de preenchimento obrigatório






Voltar ao topo