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12/11/2008 - 12:31

INFINITO

SÃO PAULO (até mais, garoto) – Eu e meu carro de corrida sempre fomos de poucas palavras. Acho que pilotos e carros não gostam de falar muito em dia de corrida. Só o essencial. Vamos lá, garotão, e um tapinha no painel, era tudo que eu dizia antes de sair dos boxes. Depois, silêncio total até a bandeirada, e um boa, garoto, voltando aos boxes. Na posição que fosse, em geral a última, o que nunca me incomodou muito.

Nada me incomodava no #96, nem mesmo suas quebras, que foram muitas, a falta de velocidade nas retas, a dificuldade para subir aquelas pirambeiras da Junção e do Laranjinha, as milhares de bandeiras azuis que vi nestes últimos seis anos. Nada. Porque ele me ensinou algo que, talvez, só um carro de corrida saiba dizer.

O #96 me ensinou o que é o infinito.

Uma pista de corrida é isso, o infinito, não se sabe onde começa, nem onde termina, e a gente só pára uma hora porque alguém manda parar, senão seria o infinito literal, acelerando e acelerando até o fim dos tempos.

Mas depois a gente volta, retoma de onde parou, antes e depois são apenas pausas nessa corrida pelo infinito que só dentro do capacete se compreende.

Sempre fomos de poucas palavras, eu e esse carro, e depois do vamos lá, garotão, era só o silêncio do motor gritando, acho que já escrevi isso antes, é estranho o silêncio dentro de um carro de corrida, porque no fundo você está só, levando aquele monte de ferro e borracha a lugar algum, e ele te leva sem perguntar nada, à espera, talvez, apenas do boa, garoto.

Ontem à noite o #96 se despediu da cidade, de seu piloto e de alguns de seus amigos e torcedores. Caramba, um carro que tem torcedores… Sem nunca ter vencido uma corrida sequer, que pode contar nos dedos as ultrapassagens que fez, a antítese da competição.

Mas era, é, meu carro de corrida, aquele que mostrou para mim o prazer de correr pelo infinito, não importa a qual velocidade, e foi por isso que ontem, quando tive de colocá-lo no caminhão, depois de ver os amigos e torcedores no bar, saí acelerando feito um alucinado pelas ruas do bairro, sem dizer uma palavra, e ele saiu junto gritando feito outro alucinado, até que duas voltas no quarteirão depois o #96 subiu a rampa e eu disse a ele boa, garoto.

Foi uma noite festiva, porque na verdade estávamos lá para celebrar o que o carro conseguiu, reunir gente, fazer pessoas se conhecerem e manter viva a paixão pelo automobilismo, que é o que nos une, e não dar um adeus definitivo a ninguém. Não derramei uma lágrima sequer, porque não tinha mesmo motivos para chorar, fiz isso em silêncio na última corrida, sozinho lá na Reta Oposta, longe de todos, e ontem todos estavam lá para vê-lo aos sorrisos, e só me emocionei mesmo quando vi o seu Alfredo, companheiro de primeira hora, dando um tapinha e um suave beijo na sua capota antes de ir embora.

O #96 é um carro especial, mas só quem conhece carros especiais sabe do que estou falando. Eu não vestia sua camiseta ontem, como muitos, e lá pelas tantas o Dú me perguntou cadê a minha, e tudo que fiz foi apontar para o carro e dizer que minha camiseta é ele, o carro, é ele que me veste e me vestiu nestes últimos seis anos na busca pelo infinito, por todos os infinitos, dentro do carro a gente pensa em tudo isso, no amor infinito, na vida infinita, na pista infinita, na alegria infinita, no gozo infinito.

Só um carro de corrida faz isso, e por isso sou grato a ele.

Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): #96, Superclassic, farnéis Tags:

151 comentários para “INFINITO”

  1. Bonilha disse:

    Vai deixar saudades.

    Vida longa ao #96.

  2. Rodrigo Tossato disse:

    Bravo!!

  3. Rogério Mosca disse:

    Parabéns Flavio,
    sua diversão dentro do 96
    divertiu também muitas pessoas fora dele

  4. Marcelo Witt disse:

    Caramba, vai gostar assim do seu carrinho lá na… na… na… bom, vai gostar assim do seu carrinho aí mesmo onde você está!!! Isso sim é um relato de quem tem o carro como “companheiro” de corrida, e não como “instrumento” de trabalho. Essa talvez seja a infeliz diferença para os pilotos profissionais (infeliz para o lado deles, claro), pois para esses, o carro é realmente, “apenas”, um monte de lata e borracha…

  5. Felipe Wilhelms disse:

    Parabéns Gomes.

  6. Lago disse:

    aqui em curitiba tá frio prá caralho, mas essas imagens, esse som e principalmente este barulho final, e que barulho, levantou a moral. vamos prá chuva de novo, acelerar….

  7. Joao Paulo Itajai/ SC disse:

    Boa FG é por estas razões e emoções que me apaixonei pelo #96 e pelo Blog. Parabéns e que novas emoções venham do MEIANOV.

  8. Inacio disse:

    Linda as palavras de carinho ao #96, mas lembre-se que o #96 e o FG agora são um só…………até ao infinito………………..

  9. Jackie (Futura Fã do # 69) disse:

    No comments !!
    Lindo seu texto !!!
    Snif, Snif…

    Porém, agora temos o FEIOSO # 69 !!!
    Pé na tábua !!!!

  10. Joao Paulo Itajai/ SC disse:

    Já ia me esquecendo quero agradecer ao blogueiro Edison Guerra que atendeu aos meus apelos e ficou de me mandar o copia da corrida de Interlagos da F1, pelo menos meu patrão vai largar um pouco do meu pé. Obrigado Edison

  11. Marcel Pilatti disse:

    Lindo.

  12. Marcio disse:

    Fala Flavio, lindas palavras e um lindo clipe tb…nada mais justo. Só faltou uma salva de palmas no fim do video..

    Márcio

  13. Max - Olinda-PE disse:

    Não é só com um carro de corrida…

  14. PQP!!! Grandíssimo texto. Parabéns.

  15. disse:

    Ontem à noite o #96 se despediu da cidade,
    Mas era, é, meu carro de corrida, aquele que mostrou para mim o prazer de correr pelo infinito
    Só um carro de corrida faz isso, e por isso sou grato a ele.

    FG, copilando e rindo!
    É nós, a culpa é sua!
    O Jóca pegando o Caique no aeroporto, Caique emocionado.
    A culpa é sua.
    Canalha mór.
    Parabéns FG, mais um ciclo na vida.
    Agora em off. Se não fosse o Nene, dois “di menor” já estavam a postos para fazer o circuito das aves.
    Imagina Galvão narrando: Largaram da Canário, entrou de lado na Jacutinga, acelara na Inhambú. E chega inteiro após contornar a cura do Juruti!
    Meu, eu ví! hahaha

  16. Antonio Vieira disse:

    Flávio, nunca vi o 96 correndo, tive vontade, mas nunca consegui. Quase senti a tua mesma emoção, na verdade gostaria de senti-la. Foi uma despedida “clássica”, com todos os sentimentos que elas costumam despertar. Se te consola, e eu tenho certeza que é um grande consolo, eu sou um dos muitos fãs do 96 que nunca o viram correr, mas que vão conhecê-lo em breve, num lugar de destaque entre alguns dos grandes carros especiais do automobilismo brasileiro. Eu vou lá e vou ter a felicidade de bater no capô dele (posso?) e dizer: boa, garoto.

  17. Lindo.

    Peguei a trajetória do famosos carrinho já no final.

    Mas no soviético, o # 69, pretendo estar por perto sempre. Para compartilhar com você e sua turma o amor por este esporte.

    Posso dizer que emocionei vendo você se despedindo aquele dia lá em Interlagos. Foi sensacional.

    Obrigado a você e ao carro.

  18. Rodrigo Duarte disse:

    Flávio, você tem a incrível capacidade de fazer dos seus carros muito especiais, como se fizessem parte de você ou da sua família. Quase todo mundo considera um carro apenas um meio de transporte para te levar de um ponto x a um ponto y, e fora isso a maior preocupação é o preço dele e o status que ele te oferece. Para você, segundo minha percepção, seus carros são especiais e talves você fosse capaz de passar horas contando histórias de aventuras, quebras e emoções que viveu com os seus carrinhos. E o #96 com certeza deixou uma marca na sua vida. Se me permite, com todo respeito, vou compará-lo com a Portuguesa que apesar de nem sempre conseguir vitórias, de tão simpática agrada à todos os torcedores.
    Você conseguiu reunir torcedores de Ferrari, McLaren e Renault para torcer pro #96, e essa eu considero uma das suas maiores conquistas. Parabéns!

  19. Jorge VW carioca disse:

    Valeu Flávio, os nossos valores são só nossos e neste caso outros também assumiram como seus. Só o que deixamos e levamos desta vida, alegrias…

  20. Ricardo disse:

    E aí Gomes, belo vídeo, ainda estou trabalhando e ralando pra conseguir grana e também sentir essa emoção de disputar uma prova em interlagos, com qualquer carro que seja, só pra ter o prazer de disputar umas curvas e acelerar nas retas. Sua história e a do DKW 96 são mais um incentivo, e um legado, parabéns.

    Eu estava dando uma fuçada na net, e descobri que o grande premio de macau é esse fim de semana e que teremos só um brasileiro lá, o Fabio Carbone, me diga aí, esse grande prêmio tem essa importância toda mesmo???

  21. Ricardo disse:

    opa!! esquece o que eu comentei acima, estava olhando a lista de entrada de 2002 ahahahaahahah

  22. cesapar disse:

    Eu ouvi o 96 dizer a voce, Flavio; Meu coração sem valvulas ainda bate por voce, apesar de ter-me trocado por uma russa quadradona !!!

  23. Lucas - Jundiai disse:

    voce pode nao ter chorado, mas eu, que nunca vi o carro de perto, que só conheço suas historias pelo blog e pelos videos fiquei com um nó na garganta forte lendo seu texto e imaginando ele indo embora na carreta….

  24. Squa disse:

    Parabéns.
    Lindos, texto e vídeo, principalmente as aceleradas no final. Quem já sentou num carro de corrida sabe do que vc falou, sobretudo do silêncio.
    Começa agora a ser escrita a história do Meianov.

  25. Aurélio Neto disse:

    Sem palavras…
    FG, você é foda.
    #96, serás sempre o símbolo da blogaiada, boas férias!

  26. Eric disse:

    Você FG é phoda…..eu quase chorei agora……que momento mágico foi aquele ontem…..A pequena maravilha girando a 5000 rpm,berrando no quarteirão……aí a chegada ao guincho,com aceleradas bruscas,como convém a um “race car”…..
    Uma noite que nunca vou esquecer….foi do cacete.

    BOA GAROTOS!!!!!!!!

  27. pedro bresson disse:

    PQP, ficou doido demais o video. deu uma inveja gigante, hehe!

    o melhor que vc já colocou no ßlig até hoje.

    espero que o #69 possa te dar ainda mais alegrias e que o #96 descanse tranquilo em Passo Fundo antes de embarcar pra Ingolstadt.

    vc bem que poderia dar uma consultoria pro Rubinho. vai que esse papo de infinito convence a Honda e ele fica.

  28. Roberto Martinez disse:

    Parabéns, belo texto, bela despedida!

  29. mario c. jr. disse:

    A imagem é muito bonita, mas a música !
    Cairía muito bem um Rockabilly, um blues algo mais cadenciado, não esta música de procissão,.

  30. Fowler T Braga Filho disse:

    Poesia pura. O rei morreu, viva o rei ! … life goes on.

  31. Carlos Zarattini disse:

    wow!

    Desde que me conheço por gente que eu tento encontrar uma definiçao para “infinito”. Essa foi a melhor que já encontrei. Tenho certeza que vou me lembrar dela cada vez que subir em um kart daqui pra frente.

    Parabéns, Flavio, pra voce e pro #96.

  32. JPellison disse:

    FG, eu queria estar lá com vcs.
    Pena que moro longe!!!

  33. Santana disse:

    Boa Garoto!!!

    Flávio, você é mesmo um cara diferenciado! Um cavalo em alguns comentários e uma menina em outras palavras! Parabéns pela sensibilidade, você realmente conseguiu transmitir pra gente a importancia que esse carro tem para você…

    Abraço,

  34. Johnny disse:

    Fala Flávio, blz?
    cara visito diariamente o seu blog, mas nunca comentei nenhum post. Mas frente a esse eu não consegui ficar quieto.
    Demais o seu texto e o seu carinho pelo carro. muito emocionante! Parabéns!
    e boa viagem ao #96.
    Abraço

  35. Belo texto de despedida, uma grata sonata levemente melancólica, mas cheia de gratidão. Lindo como um Chopin.

  36. Acarloz disse:

    Sem condições de dizer nada…

    Parabéns pelo texto (e pelo carro, lógico)

    A. Carlos

  37. Edu Harmel disse:

    Belo texto… Acredito que todo aquele que já se sentou em um carro de corridas, seja um bom piloto ou qualquer braço-duro (tem hífem?) da vida, viu expressada nestas frases e neste texto o resumo daquilo que é a paixão pelo automobilismo e por um carro de corridas.

    Que o seu companheiro de jornadas seja bem acolhido em seu descanso de guerreiro e que venha o MEIANOV à luta, para tentar preencher a lacuna deixada pelo valente # 96.

    Vamos torcer por ele e por voce…

    P.S.: mesmo torcendo por voce, em breve pretendo te enfrentar no templo sagrado, mas de PUMA com boxer 1.6…

  38. Cássio Missiroli disse:

    Boooa, Flavio Gomes … Perfeito!

  39. Roberto Zuquim-SC disse:

    Disse muito bem do seu/nosso #96, FG.
    Ele já ficou na história, coração e mente de muita gente.
    Bon voyage!

  40. Não tive o prazer de conhecer o #96 ao vivo, mas aqui, distante e atrás dessa tela, aprendi a gostar dele, e a torcer pelo seu “dublê” de piloto, também.
    Belo texto Flávio, sempre consegue transmitir muito bem esse tipo de emoção. Tenho certeza que todos sentem bem esse momento, e mesmo que não tendam um carro de corrida, como esse que voz fala, amam automobilismo, e a comunicação torna-se fácil.
    Um forte abraço, torço agora pelo #69, e que o #96 descanse merecidamente.

  41. Gustavo disse:

    Texto de infinita sensibilidade e bom gosto….só para combinar.

  42. Aloisio Gomes disse:

    Boa tarde Flávio.

    Belo texto e comovente o vídeo da digna e justa homenagem prestada a esse bravo #96, que ora se despede das pistas para ganhar um justo espaço dentre os carros especiais. Esse amigo merecia. Que o #69 seja da mesma estirpe e faça por merecer seu espaço junto aos corações dos leitores de seu blog. O #96 conseguiu. Bom descanso e até mais.

  43. Peixe disse:

    Certos carros realmente tem alma. Esse tem, com certeza.
    Um carrinho, conseguir ter a popularidade que tem, precisa ter alma, ter coração, ter carisma, e o #96 tem tudo isso!
    Parabéns Flávio, por ter um companheiro desses.

  44. Tuta disse:

    Sugiro como trilha para se ler esse post: The Distance, da banda Cake.

  45. Nante Marques Corrêa de oliveira disse:

    Bonito texto, belas palavras.
    Expressa bem o que esse carro representa pra você e para toda a blogaiada. Não poderia estar presente, sou de Porto Alegre, mas, pretendo ir conhecer o Museu do Paulo Travisan, e também conhecer o #96.

  46. Tuta disse:

    Esse tá no torrão gaúcho e daqui não sai mais! Tu vai ter que vir morar aqui no Sul, Miguelito. Mas tu poderá gostar, porque só dá louco por “auto” aqui.

  47. vitão disse:

    PQP, FG, precisava me emocionar a ponto de encher os olhos de lágrimas ? Que texto, meu ! Graças ao valente #96 e seu intrépido pilotinho, pequeno no tamanho, mas gigante na vontade, é que nós pudemos encontrar um um bando de malucos e alucinados, que se reune apenas com a finalidade de dividir histórias e conhecimento, no verdadeiro sentido da amizade. E recomendação ao Paulo pra que cuide muito bem do “nosso” carro de corrida (eu sei que está em boas mãos) !
    Notas do dia :
    1- muito bom encontrar a turma!
    2- Dú, a gente sacaneando o Carpinelli para construir mais autodromos no Estado de SP, e o FG vai e traça o novo Aves Moema Speedway . Pra que contratar o Tilken se temos o FG?!?!?
    3- Que bom saber que o FG é doido de pedra, assim não precisamos levá-lo tão a sério !
    4-Carrinho valente : além de dar um rolê pelos arrabaldes, ainda subiu sozinho a plataforma, como querendo dizer, olha, ainda estou bom e forte.
    5- eu juro que ouvi ele dizendo : “Vejo vocês em Passo Fundo, tchê! Até mais ! ” Nào era gritos de despedida não, porque ele vai encontrar um monte de veteranos e vai rolar o maior papo . Assistam ao filme “uma noite no museu” que vocês vão entender!

  48. Rodrigo Dias disse:

    Praticamente um Herbie o #96, não?

  49. Lucia disse:

    Nunca corri de carro, nem sei usar essa ferramenta…sou motociclista desde sempre, mas tenho um certo medo de velocidade…por isso, caminho…7 a 8 dias seguidos…lá também me encontro com o infinito…o meu #96 são meus pés mesmo! Mas pelo que escreveu, sei exatamente qual é o sentimento: andar, estar e movimento, não precisa ter um fim e muito menos um começo.

  50. vitão disse:

    PS : e a cereja do noite foi a famosa mala preta ! FG, solta um post por dia , o do Corvettão primeiro, Bite !!

    Ah, e avisa pra Renault cancelar o evento de 30/11 em SP, porque será a reação será blasé , um verdadeiro deja vu. O que é uma porcaria de F-1 depois do Decão ?

  51. Chico Bravo disse:

    Perfeito Flávio, perfeito. Disse tudo, o #96 é o máximo, e só.
    Abraço.

  52. Hugo Becker disse:

    Caramba, Gomes… eu não ligo muito pra outras categorias do automobilismo, minha paixão mesmo é Fórmula-1, embora eu também goste muito de carros antigos e tenha acompanhado a trajetória do #96 desde o seu nascimento até hoje, através do blog…

    Mesmo assim, esse texto de despedida encheu meus olhos de lágrimas…

    Ninguém precisa entender, por que pra muitos pode parecer excentricidade, mas a gente acaba realmente se apaixonando por coisas assim… coisas “pequenas” que fazem toda a diferença…

    Parabéns pelo carro, pela trajetória, pelas histórias, pelas vitórias pessoais e por este texto incrível.

  53. Rodrigo Moraes disse:

    10!

  54. Edu de PoA disse:

    Texto primoroso (primoroso é f…), vídeo incrível. Nunca vi o carrinho nas pistas, e nunca verei, mas vou visitá-lo em Passo Fundo, tão logo esteja instalado e pronto para receber visitas.
    Agora, vamos torcer pelo Meianov, apesar do piloto…..

    PS: Pode deixar que nós aqui no Sul vamos cuidar bem do 96.

  55. morpet disse:

    Muito bacana, legal!
    Se vc permitir vou colocar um link no meu blog, uma justa homenagem ao carro, e ao piloto também, por que não?
    Abs.

  56. Rogerio Tranjan disse:

    Parabéns Flavio,
    fico feliz de ter participado de várias corridas com o #96, várias com o Karmanga e algumas poucas com o Passat.
    Fico também muito contente de ter participado, de maneira indireta naquele nosso almoço, do início dessa nova era com o #69.
    Que o Deka descanse feliz lá no sul e que uma nova paixão, tão grande quanto essa, se inicie com o russinho #69. Como é mesmo o nome dele?
    Abraços,
    Rogério Tranjan
    Passat #44

  57. marcojetta disse:

    … e ponto final !
    Que venha o Lada.

    Abraços,
    Marco Antonio.

  58. Caracas Gomes…
    Poesia na veia! Legal.

    Como diria Ayrton Senna: “Ninguem nunca saberá o que um piloto sente… O capacete esconde sentimentos indescritíveis”.

  59. Tohmé disse:

    Cara, realmente quando você deu aquela ligada no carro, deu um breve arrepio.

  60. Silvestre Zanon disse:

    Boa, garoto…

  61. Paulo disse:

    Senhor Flavio Gomes,

    mandaste muito bem!!!!

    Abraço,
    Paulo

  62. fe disse:

    Lindo, lindo demais… Que continue, continue, seja realmente infinito. Love is all.

  63. Jorge Machado disse:

    Gostei do que li …………… Eu acho que o #96 te ensinou muito mais do que simplesmente ¨O que é o infinito ¨….. Carros além de personalidade tem ALMA e poucos tem a capacidade de perceber isto………… Ao #96 desejo boas férias na compania de outros carros especiais como ele , os quais são merecedores da nossa estima e admiração …. Vida longa ao #96 e Sucesso ao # 69 .

  64. disse:

    Caraca, agora que me liguei no vídeo.

  65. Rafael Ribeiro disse:

    Por textos como este que eu acesso este blog todo dia, várias vezes na ansiedade de novos posts. Parabéns FG pelo carro, qua não tive a oportunidade de conhecer ao vivo, mas acompanhei seus momentos aqui pelo blog.

  66. Théo do Palavrão disse:

    Puta vontade de não voltar mais aqui, sem o #96… =( dá notícias dele, FG, tipo “hoje lavei o #96 e apliquei uma GrandPrix nele…”
    Pra onde ele vai?
    Vou atrás!

  67. André Buriti disse:

    Grande carrinho, pelas alegrias que proporcionou, pela sua alegre torcida, a antítese da competição, o alemãozinho que subverteu a ordem das coisas, em que chegar em último é uma vitória ou uma alegria.

    Estou com nó na garganta, lágrimas nos olhos….e olha que eu nem estava lá pra ver de perto a despedida.

  68. Regis Oliveira disse:

    Grande #96…

  69. Rafa Barbosa disse:

    Belo texto Flávio!

    E parabéns por correr (literalmente) atrás do que vc gosta de fazer! A posição final nas corridas pouco valem frente a colocar um carro especial desses na pista.

    Parabéns mesmo!

    Abraços

  70. marcos vale disse:

    Olá Flavio, tudo bem ?
    Sou Marcos Vale frequento o site G.P , assim como seu blog a muito tempo, estive ontem na despedida do #96 com meu amigo Renato .
    Somos apaixonados por automobilismo.

    Estou aqui para te agradeçer, ontem vc foi muito atencioso, veio nos cumprimentar mesmo sem nos conhecer e sem precisar , Obrigado ! Abraços, boa sorte com novo carro.

    Estamos sempre one line!!

  71. Fernando Dalla Palma disse:

    Bacana FG, parabéns.
    Muito bonito o texto, e de certa forma sei o que vc sintiu.

    Meu falecido e amado pai, quando completei 18 anos me deu um fusca azul calcinha 79.
    Sarros e gozações infinitas, pelo carro (tem gente que não gosta de Fusca – coitados), pela cor (falavam que era carro da Sabesp), pelo preço (o rádio valia quase 20% do carro), enfim tudo.
    Tive que vender (quase 10 anos atrás), problemas de dinheiro, sempre ele, mas sempre ouvi que mundo é redondo e que dá voltas.
    Um belo dia estava em uma rua de terra, na bela Tomazina, cidade do interior do Paraná, quando observei um fusquinha vindo em minha direção, na hora disse para a minha mulher…é ele.
    Era, ele passou e sai correndo atrás, literalmente correndo atrás do que era meu, e depois de dois meses de negociação o meu companheiro voltou.
    No dia até chorei escondido (por isso sei o que vc sentiu), sem ninguém ver, só ele, como tantas outras coisas que só ele sabe.
    Esse morre comigo.

  72. Nick B. disse:

    Fla, meu querido.
    Chorei eu, aqui, agora, lendo esse texto lindo.
    Não há nada mais belo que poderia ter sido escrito ao #96.
    Eu não conheço o carrinho pessoalmente.
    Apenas de fotos e vídeos.
    Admiro-o muito.
    Acho-o lindo, charmoso, feliz.
    Tenho pelo #96 o carinho que se tem por algo que nos faz bem pela simples razão de existir.
    Também não me importava a sua colocação nas corridas da SC.
    Pouco me incomodava as escassas ultrapassagens, o fim de grid, essas coisas competitivas.
    A mim, o importante no #96 era o fato de ele existir e fazer bem não só ao seu dono, mas aos seus amigos e admiradores, dentre os quais humildemente me incluo.
    O que me bastava era saber que um legítimo representante dessa bela página da indústria automobilística mundial estava correndo no templo sagrado de Interlagos, junto de outras máquinas históricas, mantidas por esses adoráveis malucos que fazem tudo isso por uma simples razão: Paixão pelo automobilismo.

    Um dia, certamente, vou conhecer o #96.
    Seremos de poucas palavras.
    Talvez ele não diga nada. Apenas me olhe tal qual nas fotos e vídeos.
    Eu, agradecido, farei como o seu Alfredo.
    Darei um leve tapinha, um beijo suave na capota e direi: Boa, garoto!

    Abraços.

    Nick B.

  73. Marcel Marchesi disse:

    É, esse carrinho criou uma “família”……

  74. Ramon Dias disse:

    Desde de que passei a lhe acompanhar que aprendo…muito.
    Vc me deu mais uma lição, seu CANALHA!
    Saber viver, eis a lição.
    Boa, Garoto!

  75. Ricardinho disse:

    Parabéns Flávio pelo texto lindo, aliás sempre achei que você excreve muito bem, e também pelo clipe que ficou sensacional!!!

  76. Marcelo Kuba disse:

    Ontem anoite, pude conhecer pessoalmente o #96, foi emocionante, tirei umas fotos e fui embora, se der tempo vou imprimir uma pra vc autografar pra mim…
    Quase que paguei o maior mico aqui no trabalho por causa do teu texto…a emoção bateu forte…
    Valeu #96!!!

  77. Eric disse:

    E essa hora percorre solitario a estrada…na lomba de um caminhãozinho.
    Puta dó…..estou imaginando aqueles faróiszinhos redondos….

    E fico no aguardo de noticias,tipo,se chegou bem,a foto da chegada e da estadia no sul…..

    Põe um aperitivo da mala preta FG…..hehehehe

  78. Arquimedes disse:

    Putz… vai deixar muita saudade… Valeu #96

    Agora é hora de torcer pro #69 e que ele tenha o mesmo “carisma” do #96

  79. Léo Engelmann disse:

    O texto não deixa dúvidas. Tudo e todos os que são especiais têm vida própria.

  80. Douglas Fortes disse:

    Belo texto Flávio,o # 96 vai deixar saudade.
    que nem o ano passado ,esse ano vai Correr Flávio na Granja viana?
    abraço.

  81. Luís Almeida disse:

    Até em Portugal o 96 deixa saudades. Vou sentir a falta de o ver por aqui, pois habituei-me a este ser presença regular neste cantinho que visito com muito gosto..
    E antes de por aqui andar nem sabia o que era um DKW. Que pecado. Santa ignorância.
    Venha depressa o 69, que a malta vai habituar-se, eu vou habituar-me. Como dizia o poeta Fernando Pessoa trabalhando para o marketing da Coca-Cola: Primeiro estranha-se, depois entranha-se..
    Tudo de bom para o 96, para o 69, e também para si, caro Flavio Gomes.

    Luís Almeida

  82. Rogerio Gomes disse:

    E tenho certeza que o #69 não irá substituir o #96… isso porque o #69 irá construir sua própria história… e trazer talvez a mesma sensação de infinito… mas de outra maneira… com outro prazer…

    Nunca tente fazer uma substituição… pois eles sao insubstituiveis….

    Abraço….

  83. Ricardo Moura disse:

    FG, esse texto foi foda, de arrepiar.

    Nunca ví o 96 de perto, apesar de estar em SP também. Mas sempre alguma coisa de última hora atrapalhou meu planos de comparecer nos encontros em Interlagos. Mas sou fã do carro e seu.
    Acho que a visão romântica do automonilismo que vc tem é essencial. Porque autmobilismo é isso, tão abstrato quanto o infinito e sem paixão não dá pra viver esse esporte.
    Desejo boa sorte pro novo carro e que seja mais um capítulo maravilhoso nessa história que vc nos ajuda a acompanhar aqui no blog.
    FG, um abraço no coração!
    Ricardo Moura

  84. disse:

    FG, pronto, assunto resolvido.
    Jackie (Futura Fã do # 69)

    Bresson, me espanta vc. estar horas a nossa frente e não estar sabendo que o Rubinho continua na Honda, mas seguindo os passos do Shummy, vai andar de duas rodas, na categoria da
    http://www.honda.com.br/web/index.asp?pp=motos&id=73

    Vitão, o “Aves Moema Speedway” vai render.
    Multas e mais multas hahahah.

    FG, na hora do circuito, na madruga, veio a minha cabeça que um cara deve ter feito muito na vida isto, em cima de uma dois tempos, e com certeza ele estava a sua frente ontem só na escolta.
    O Veloz curtiu a parada!

  85. Gostei cara, muito legal essa prova em INTERLAGOS tenho vontade ver ,,,,,,,,,seu carro é muito 10 os 2 …………gostei da camiseta e do logotipo,,,,,apesar de termos discutido uma vez na net( afinal estamos numa democracia) …acho 10 e não entendo porque a CBA apóia a categoria .Esse presidente atual é bolha.ABRAÇOS e TB PARABÉNS PELO ALTO NÍVEL DO GRANDE PRÊMIO.

  86. Faruko disse:

    Assim são as coisas feitas com amor e dedicação, PARABÉNS!!!

  87. Jason disse:

    A vantagem de correr em uma categoria de antigos é que o carro não tem prazo de validade para voltar às pistas… Pode ser daqui a um ano ou dez, mas tenho certeza de que o #96 não foi definitivamente aposentado.

    Belo texto, pra variar.

  88. Tulyo Cruz disse:

    Prá frente..avante…rumo ao infinito!!!!

  89. Joaquim disse:

    Ontem à noite hão houve tristeza, havia um clima alegre meio esquecido de farnel no ar…
    Como costumava ser os do #96.
    Não havia tristeza porque o nove-meia nunca foi triste. Maroto talvez, às vezes nos provocava grandes expectativas e ansiedades, muitas delas infundadas, mas tristeza não.
    Não haveria de ser ontem. Ah, não ! ! !
    O #96 se despediu alegremente, no meio de uma molecagem de seu travesso piloto, assustando os transeuntes e levantando olhares reprovadores dos moradores de Moema, nas imediações da Canário com Lavandisca.
    Fez falar alto seu motorzinho dois-tempos, temperados com óleo e fumacinha azulada, numa agradecida despedida.
    Claro que nós, matuzas, convivas e convidados, nos emocionamos.
    Nos meus quarenta e poucos anos de janela vi muitos dos carros de corrida que adorava desapareceram sem deixar vestígios, tragados pelo obscuro anonimato dos fundos de quintais ou pela serra inclemente dos ferro velhos e desmanches.
    Não com o bom e velho #96…
    Se existe um Olimpo para os carros de corrida, o nove-meia está indo para lá.
    E quando chegar à companhia de Casari A-1, Fúria-BMW, Maverick Hollywood, Carretera Corvette #2, Heve P5, Polar Super Vê, entre outros, estes perguntarão:

    “Por que demorou tanto ? “

  90. Rodrigo Ruiz disse:

    Fico imaginando o #96 dando umas voltinhas por Moema… uma noite de terça-feira silenciosa e do nada o motor do #96 rasgando as ruas, ninguém entendendo nada… e Ladir na telinha falando “QUE MARA” kkkkkkkkkkk

    Vida longa ao #96 em Passo Fundo. Ele merece!!!

  91. Gilberto disse:

    Pombas.!

    Mestre Joaquim demora séculos pra postar aqui mas quando vem é pra arrebentar. Que comentário, me arrepiei !

  92. Ricardo disse:

    Gostaria de ter ido ontem mas tinha uma prova na faculdade… deve ter sido bacana!!

  93. D.Pierotti disse:

    Parabéns.

  94. junior disse:

    Caralho, que texto bonito. Sem viadagem e me desculpe as palavras, mas não encontrei outras mais adequadas

  95. RAFAEL JORGENS disse:

    Lindo texto.
    Trocaria a música por “i will remeber you”.
    Viajarei a sarandi – rs pra festas de fim de ano e tentarei ver o #96.
    Fui ……………….

  96. Jason urias disse:

    Flávio,

    eu arrepiei ouvindo o som do motor do 96 ao final do vídeo. Nunca imaginei que isso fosse acontecer.

    A transição da alta-lenta-morto é ducaralho!

  97. disse:

    Jóca que do aeroprto direto trouxe o Caique, que deu um show, de emoção e conhecimento.
    Foi uma noite mágica, e RR, nada de seu Ladir.
    A coisa foi a lá Corpélia, tipo. Prefiro não comentar!!!
    Para imaginar, o Eric, vindo do Capacete de Ouro, após ter recebido o premio de a NAVEGADA do ano, me aparece com uma mala preta. Jóca, ainda bem que vc. já tinha ido, pois o conteúdo da tal mala é de revolucionar a história da Indústria Automobilistica.

  98. Claudio Ceregatti disse:

    Infinito imortal inesquecível.
    O “i” latino diz não, é a afirmação da negativa.
    Mas não na boca do Flavio Gomes, que chamo de FG.
    Realizou o impossível, aglutinou os irrequietos irresponsáveis. Provou o improvável.
    Essa paixão que nos une a todos é inquestionável e ininteligível.
    Não somos capazes de explicá-la, não temos a menor condição de entende-la.
    Precisa aparecer um carro assim, com uma cara assim, pra gerar um fenômeno assim.
    E brindar a todos com um primor de texto desses, tão bom que dá até raiva, tão claro que parece mentira.
    Mas não é.
    Como vira e mexe digo, ainda bem, mas ainda bem mesmo que como piloto voce é um excelente jornalista, um excepcional cronista, esse poço de coerência incoerente.
    Se pilotasse como escreve seria Tazio, mas Tazio sou eu.
    Louco pra ser voce, Rosemeyer.
    Que escreve como Goethe.

  99. Adriano Silva disse:

    Bem, talvez agora você entenda porque o Barrichello quer continuar correndo… mesmo que seja de Honda.

  100. Sakki disse:

    É amor!

    Vida longa ao #96

  101. jung disse:

    que beleza, parabéns!

  102. Arthur Cerri disse:

    Muito bom o texto Flavio!
    O #96 tá vindo pra Passo Fundo, pro Museu, que certamente é o lugar perfeito para preservar as histórias e todos os ensinamentos deste carro.

  103. Torresmo disse:

    Ontem estava passando na Ricardo Jaffet e vi o 96# estacionado na frente de um lava rapido, que por sinal sempre tem alguns dkw’s parados lá

  104. Milton disse:

    Eu, proprietário de um dos ultimos videos do Coche, ex-Mecânico do mesmo, admiradore torcedor do carrinho, só tenho 3 palavras a dizer:
    I Miss you..96

    Ps: e serei sincero:muito eu havia lido sobre os velozes DKW de corrida dos idos anos 60…mas nunca havia OUVIDO um na minha vida toda… até conhecer esse veículo que levava, não somente um piloto, mas corações de uma legião.

    Descanse Dekinha.

  105. Roberto Zuquim-SC disse:

    Mestre J e o Comendattore mataram a pau!!!
    Comentários à altura do post.
    Esse blog é o máximo!
    (e o louco do Eric então?)
    Abraços.

  106. Rogério Magalhães disse:

    É… o #96 é como a nossa Lusa… aos olhos do mundo parece fraco e indefeso com seu pópópó, mas para quem mergulha em seu mundo, percebe não só o poder de aglutinação de todas as raças e credos em uma grande família, mas também seu imenso coração de leão, pronto a ir para a luta, nem que seja com o infinito enquanto este dure (como bem explicado no texto ao falar das bandeiradas que interrompem essa corrida ao infinito)…

    Acho que é por isso que me identifiquei com o #96… porque juntou um bando de doidos por corridas que não mede esforços para estar juntos graças ao denominador comum… mais ou menos como nosso time, FG…

    Pena que não pude estar ontem na despedida final… mas ainda farei uma visita ao “velho amigo” #96 em terras gaúchas… onde estará certamente bem ladeado por outros grandes companheiros de batalhas, muitas épicas, muitas apenas a reforçar o caráter de “um simples carrinho contra o mundo”…

    O #96 pulsa… e que venha o #69 para fazer sua própria história, sem substituições… a gente, a “massa” blogueira, estará com ele, certamente…

  107. Samuel - Puma GTI disse:

    Flavio, só você mesmo para fazer um homem chorar… Depois das emoções do Blue Cloud 2008, de ver de perto e dar um abraço no Marinho, de abraçar o Crispim, de chorar ouvindo o Bird falar do Jorge Lettry… de me emocionar vendo o Crispim segurar a mão da filha do Jorge… eu achava que já tinha me recuperado. Daí vem você com o infinito do #96, carrinho que eu conheci no Hotel Serraverde no ano passado, mas não tive a chance de ver correr. Isso não vale, viu ! É feio fazer um homem chorar. Longa vida ao #96 em Passo Fundo, com todos os colegas dele!

  108. Mario Della Nina disse:

    Aliáis, semana passada eu vi o 96 (será que era ele mesmo)
    parado na porta de em um lava-rápido perto do Ipiranga. Era ele mesmo Flávio??

  109. Eduardo Costa disse:

    Cara…
    Parabéns. Você conseguiu me emocionar.
    Não te conheço, nunca te ví, nunca ví o 96 mas através da leitura diária desse blog (que vicia, diga-se de passagem) você me levou p/ dentro dessa despedida.
    Parabéns, Flávio. E muito obrigado por dividir com todos nós um pouco da incrível história desse carro de corrida.
    E seja bem vindo o 69 !!!

  110. Saí de Santos e indo para Santo André resolver problemas infernais, sabe daqueles chatos, que parecem que nunca vão sanar, a idéia de ir começou a fortalecer!

    Havia escrito num dos post do Blig que iria, mas como dizer que ir e não ir já faz parte de minha fama, ir não era prioridade.
    Em Santo André decidi, que vão todos ao Inferno…

    Taquei mão no Nextel, localizei LucPec e o acionei.
    Feito, nos encontramos lá!
    E fui.

    Belo caminho do famoso contra-fluxo, Goiás de ponta a ponta em 10 minutos, mais 5 para alcançar a Bandeirantes, e míseros 10 para chegar ao Graal, antiga Rainha, padaria ao lado de Congonhas.
    Mas era cedo, comi algo ali que era mais, digamos, atraente $$$.

    Cheguei ao ex-Mercedes, um guincho plataforma com um carro sob uma lona prateada em frente a uma mesa com 6 ou 7 pessoas.

    Cheguei.
    De cara reconheci o Saloma. De boné e dando instruções.
    Carro ao manobrista me senti na Sala Williams.

    Mestre Joa, Seu Joaquim muito bem disposto, sorridente, com uma barriguinha que não lembrava que ele tinha.
    Mas quem sou eu pra falar em barriguinha!

    Edison Guerra, um dos meus primeiros amigos de Farnel.
    Aliás acho que o primeiro, lendo umas folhas no Hospitality Center que Prof. Cerega cismava de colar no primeiro grande farnel, Guerra e eu puxamos assunto até hoje.

    Fábio, o Nipo-Luso.
    Saloma do Blog…
    E pronto, paralisam-se os cumprimentos.
    Uma lona é retirada…
    Consegui ainda abraçar Dú Cardim, mas olhando pra plataforma.

    Sob olhares atentos de Saloma, ainda dando orientações, o rapaz da Plataforma e Nenê Finotti tratavam de baixar a rampa e “soltar o # 96”.
    Uma área já sem mesa, debaixo do telhado do bar, ou seja, lá dentro, do nosso lado, como que em casa entre amigos.
    Todos vão chegando, FG também, e com a família.
    Sim, mulher e filhos.
    Afinal, é uma reunião de família.

    Os 3 famosos capacetes, entre eles o CapaMug que vimos nascer sobre o teto, também estavam lá pro último tchau.

    Os meninos do FG no banco do carro com o pai dando instruções e contando o que era do lado de fora até que, suponho, um deles pediu…
    “Pai, liga ele!!!”
    Feito.
    Ligado e acelerado, claro!
    Após desligar, a piada do dono do bar mais do que evidente:
    “Se eu for multado pelo PSIU, vou botar na sua conta!!!”

    Meio que hora de ir embora, tipo fim de festa, hora de cantar parabéns, o último presente:
    FG, deu uma “Ceregatiada”, ligou o carro, embicou na rua, desviou da Plataforma e saiu Rua Canário à fora sem luzes e lanternas…
    Ouvindo, sorrindo e entre-olhando, ficamos nós atentos à despedida entre esses dois.

    Lá vem ele pela Lavandisca, ops, uma rua antes, vai ter que dar outra volta
    E ouvi-se o barulho da Déka Moema à fora!
    Pronto, lá vem pela Canário, desviando de outros carros, como valente que são, cortam a fila do semáforo pela direita e direto pra rampa da plataforma.

    Aplausos, o que mais…

  111. Gabriel 3 cilindros disse:

    Inesquecivel o dia de ontem FG, registrado e marcado. Depois ainda aquela mala preta então, nossa sem comentários, e 96# nos vemos no Sulllllllllll!!!!!!!!
    abs

  112. Acarloz disse:

    Aplausos para os comentários de Nick B e Mestre Joca, emocionantes.

    Falta o velho Brands no Mural !

  113. Alfredo Gehre disse:

    Valeu # 96 !
    Bela despedida ontem em Moema-SP. Hoje ilustrada e narrada magníficamente pelo seu “dono” !
    Nos veremos ainda.
    AG

  114. Edison Guerra disse:

    Uma noite ,sem dúvida,emocionante.Sem lágrimas,com ar festivo,muitos comentários sobre a proeza deste amontoado de metais e borracha,conseguir aglutinar tantos novos amigos,fazer com que muitos retornassem ao Templo depois de anos,curtir suas últimas aceleradas em solo paulistano pelo bairro de Moema,conforme descrito com propriedade pelo Caio, o de Santos,o ar com um misto de melancolia do FG pelo carrinho estar partindo para lugar distante do contato diário,mas ao mesmo tempo feliz por saber que o #96 estará repousando,com todo o mimo,ao lado dos grandes do automobilismo nacional em terras gaúchas.
    Ao Caio,o de Santos,fiquei muito honrado pelas suas palavras no comentário anterior,sobre ser o primeiro dos muitos amigos conquistados com o primeiro Farnel.
    Abraços a todos.

  115. Marcelo Migliorini disse:

    esse texto nao tem palavras, apenas sentimentos… (lindos alias)

  116. EdisPJ disse:

    Ele pode até ter parado, ou dado um tempo, mas a história, a simpatia de todos, o fã-clube, história em quadrinhos, o cara pra tirar o pó e todo o resto, que acabou virando lenda… ou uma epopéia, isso vai ficar pra sempre. Parabéns ao #96 por ser o protagonista dessa história, a unir tantas pessoas, quase todas distantes umas das outras e que acabaram por encontrar algo que lhes unisse e, ainda, ao FG, por aceitar ser o coadjuvante desta máquina que cativou a todos. Bom descanso, #96, até breve…

  117. Que texto, Flavio. Emocionante.

    Pessoalmente, não falarei que o 96 deixará saudades. Ele, aquele pedaço de metal, no final das contas, virou muito mais do que isso. Difícil explicar, mas um singelo carro, simpático, lento, valente, conseguiu juntar fanáticos por automobilismo de todos os cantos, mesmo sem ganhar nada. Ele despertou um sentimento que poucas pessoas conhecem.. Nós trabalhamos, estudamos, ralamos muito, mas.. Naquela hora em que você entra pelo portão, passa por baixo da reta dos boxes.. Vem aquela enorme satisfação. “Eu estou em Interlagos. Não podia ser melhor.” Penso eu, a cada vez que desço do carro, e começo a ouvir aquele ronco dos motores.

    A partir daquele momento, tudo o que aconteceu ao longo das várias semanas é esquecido. Não há preocupações, dores de cabeça, nada. Apenas satisfação e amizade.

    Amizade que, mais uma vez, é indescritível. Não entendemos como, mas aquele carrinho nos fez grandes amizades. Aquele carrinho branco, parado no box, era o motivo de tantas pessoas começarem a conversar, conversar, conversar… E pensar que, por causa do DKW, eu e o meu irmão já viajamos uns bons 3000km atrás dele.

    Pois é, Flavio, a Deca não é só um carro. Um carro não faz tudo isso.

    Grande abraço, Flavio, e meus parabéns.

    RR-2

    PS: canaaaalha hahaha

  118. PS: O título do vídeo “Farewell, #96″ me deu arrepios.

  119. Antonio José disse:

    Este é um texto bastante incomum, sensível e que chega a transcender toda a linguagem automobilística que conheço.

    Bonito, cabível e até humano demais, já que é capaz de ilustrar o sentimento de um piloto em relação ao seu carro, mostrando que a integração entre ambos pode ir muito além de ‘propriedades’ tecnicas.

    Flávio, você consegue demonstrar que um carro de competição também possui alma, muito parecida com a de seu piloto.

  120. Caíque. disse:

    Uma Noite muito legal, revendo amigos e me despedindo do 96. Muito legal também os papos com o Alfredo, Guerra, Du, rever o Vitão, Tohme, Saloma, Eric, todos…valeu estar em Sampa ontem e agradeço ao amigo Juca por me levar junto e ver o FG dando umas esticadas no quarteirão.

  121. Caíque. disse:

    Não dá par esquecer do Fábio e suas Miniaturas…show!!!

  122. Fabio Morais disse:

    Puta texto, Kamarada Flaviov. Merecia estar no teu livro.
    É isso. A paixão por aquilo que faz ( e fez, no caso do #96) é que torna cada leitura tão agradável para os blogueiros.
    Parabéns. E sem choro, que o DKV não morreu, só tá guardado…

  123. Conde disse:

    Me emocionei . Boa Garoto !

  124. Ricardo Laika Autoba3 disse:

    Até mesmo eu que, começei a acompanhar o 96 somente em sua fase final, fiquei bastante emocionado com o vídeo….!!!

  125. gabriel mrques disse:

    Lindo!!!

  126. Flavio

    Pq vc tem o dom de fazer os outros chorar? Pq, hein? Já perdi as contas de qtas vezes eu chorei lendo o seu “infinito” blog… e vou continuar lendo… e vou continuar chorando de emoção…

    Nem a McLaren MP4/4 (1988) de Ayrton Senna é melhor do que o seu #96!!!!!! Nem o Hudson Hornet, do filme Carros, é melhor do que o seu #96!!!!

    NUNCA SERÃO!!!!

    #96 Eterno!

  127. Romeu disse:

    Uma despedida coerente com a grandeza da Deca #96.
    O carro com alma, com personalidade, metido e ousado, pois adorava desafiar os adversários mais fortes, mais robustos, mais bravos e mais bem nutridos.
    Enfrentou a todos, com hombridade.
    Não venceu, mas convenceu.
    Com a sua simpatia e o seu carisma, formou uma familia, juntou uma torcida, aproximou pessoas, fez amigos, aglutinou um bando de malucos, que se reuniam só pra ver as proezas de que era capaz pelas pistas.
    Despede-se sem tristeza, mas com a mesma alegria e admiração que proporcionava à sua torcida/familia, pelos autódromos infinitos que percorreu.
    Vai ter um merecido e digno descanso, ao lado de outras personalidades importantes, que contaram um pouco da história do automobilismo brasileiro.
    Vai lá #96, voce merece!
    Sempre que se conta uma boa história do nosso automobilismo, tem um DKW Vemag envolvido.
    Voce #96, não fugiu a regra.
    Tchau amigão, nos veremos em Passo Fundo.

  128. Ike Nodari disse:

    Sensacional. Eu tive uma única oportunidade de ver o Super #96 em ação e além disso, pude “vestí-lo”. Fotografei-o de todos os ângulos, internos e externos, e ali dentro do habitáculo me imaginei deslizando pelo asfalto de interlagos a bordo daquele “carrinho mágico”. Desde a minha infância pude acompanhar a saga da marca DKW nas pistas e foi de lá que surgiu a paixão. Não só pelas corridas mas, também, pelo carro. Você merece os parabéns por ter se mantido fiel à originalidade da mecânica, mesmo sabendo de suas limitações, para prolongar por alguns anos a mais a história competitiva da marca. Agora ele terá o seu discanso merecido, e melhor, em boas mãos. Assim como tantos outros blogueiros, confesso que me emocionei ao ler essa pequena dedicatória de despedida. Valeu FG, valeu bom e velho #96. Sorte ao novo. Um abraço emocionado de um eterno vemagueiro. Abraços

  129. Alexandre Gomes disse:

    =´)

    Vlw,#96!!!

  130. Thiago Azevedo disse:

    Belo texto, Gomes!
    O Deka é um carro diferenciado, mesmo! Não é à toa que tem vários fãs. E seus fãs são pessoas que realmente gostam de automobilismo.
    Vai dar saudades! Mas, eu vejo esse período como um passeio do Deka, uma viagem a um spa, a um lugar onde repousará tranqüilo, junto de uma turma de primeira, da diretoria! Estará muito bem, pode crer!

  131. Belair disse:

    Outro dia escreví aqui sobre o orgulho do FG na cobertura do GP e sua equipe,seus feitos,etc.
    Hoje, me dou o direito de escrever sobre o MEU orgulho; de conhecer todos aqui, seja pessoalmente ou através do que voces postam. Gente que escreve muito melhor do que alguns “imortais” de academia ( cada um deles sabe a quem me refiro) , gente que é economica nas palavras , gente que raramente se manifesta, gente que nem gosta de se manifestar…
    O catalisador dessa “química” em grande parte foi o #96.Ele foi descansar. Essa trupe toda fica,ligada,unida.Pronta para mais.
    Mesmo ausente ontem(não deu), é um puta orgulho estar entre vocês.TODOS ! Obrigado.

  132. AndersonTS disse:

    O clipe é do cacete! Me parecia a abertura de Anos Incríveis, aliás, esses anos de corrida do 96 podemos dizer sim que foram anos incríveis! Agora, o garoto terá suas merecidas férias ao lado de outros grandes da história automobilística e também das pistas.
    Seu pupilo, o 69, vem com tudo pra mostrar que aprendeu com o mestre.
    E pra arrematar (em pé)…

    CLAP! CLAP! CLAP! CLAP! CLAP! CLAP! CLAP! CLAP! CLAP! CLAP! CLAP! CLAP! CLAP! CLAP! CLAP! CLAP! CLAP! CLAP!

    …boa, garoto!

  133. André Gil disse:

    Sabe, Flávio, nós, torcedores da Portuguesa, somos assim mesmo… mesmo estando em ultimo lugar, de sermos apenas meros figurantes (e doí falar isso) nos campeonatos, jamais deixamos de acreditar e amar as coisas simples, jamais deixamos de ser nós mesmos. O #96 foi a Lusa do Automobilismo, nunca ganhou nada, mas conseguiu ser o mais querido de Interlagos. Tanto é que só ele mesmo para ser atração de um museu. Boa sorte em sua nova jornada com o MeiaNov. E o video ficou show…

  134. vivi disse:

    belíssima homenagem!

    vida longa ao 96 e ao meianov

    beijos

  135. Cristiano Azevedo disse:

    PQP… Me arrepiei!!!

  136. Olavo Taube disse:

    Infelizmente eu não vi o #96 correndo, que me aguarde o #69!

    Belo texto Gomes, belíssimo!!

  137. Mauri Floriani disse:

    Gomes,

    Depois do texto “A Revolução dos Bravos”, foi o texto mais emocionante que já li.

    Simplesmente relata a emoção vivida de perto por uma grande paixão.

    E nos dois textos, você relatou suas duas grandes paixões: a Portuguesa e o #96.

    Parabéns, belíssimo texto!!!

  138. Fábio Dalri disse:

    Texto emocionante.

    Abraço!

  139. Fabiani C Gargioni disse:

    Realmente, só quem ama o automobilismo viaja literalmente no teu texto, somente quem acelera um carro de corrida sabe o que tu tá falando! Parabéns para vc, para o 96 e boas vindas para o meyanov ou meianov não lembro mais, um abraço.

  140. Pedro do Opala e do Kadett disse:

    Caramba, eu não conhecia a historia do #96, nem mesmo nunca fui interessado no DKW, mas esses poucos meses que frequento esse blog me fizeram adorar esse carrinho, e esse texto me emocionou bastante! Me imaginei me despedindo de um dos meuscarros… não seria nada fácil
    Parabens, Gomes, e parabéns #96 e a toda equipe que fez com que ele existisse.

  141. O CARRO, O AMIGO disse:

    Flavio, de tudo o que você escreveu até hoje, este texto foi o mais belo e útil, agor acredito mesmo que voc~e tem uma paixão pelo seu DKW, infelizmente não sabia desta despedida, trabalho ao lado do IG na amaury, e é automático quando passo lá, lembrar da figura do DKW e depois é que lembro de você. Parabéns Flavio, isto me inspirou a tão logo, comprar um carrinho que eu julgue especial, que eu tenha amor incondicinal pelo meu futuro carrinho, assim como voc~e tem pelo eterno DKW #96.
    Parabéns e vida longa a vocês dois.

  142. regi nat rock disse:

    Flavio:
    Vc pode imaginar minha frustação de não ter podido comparecer.
    O Dú me avisou de tarde e eu já estava compromissado sem chance de cancelar.
    Encontrar a gang sempre é muito divertido .
    Agora tenho mais um pretexto para dar um passeio no sul e conhecer – finalmente – o museu do Trevisan.
    O que esse carrinho fez/reuniu/apaixonou/divertiu/encantou a tantos não tem explicação racional.
    e QUEM SE IMPORTA COM ISSO?
    Ele está presente em corações e mentes de muitos.
    Eu estou dentre esses.
    Abraço.

  143. pedro afonso scucuglia disse:

    Lindo texto, Flávio. Lindo. Coisa de poeta. Coisa de quem rompe as barreiras – sejam elas quais forem – e alcançam o infinito. Nunca vi o 96. Mas já estou morrendo de saudades. Talvez, no caminho para a glória, ele esteja dizendo o que você disse: boa, garoto. E acrescentando, como Exupery: libertei-me dos grilhões da terra e dançei no ar com asas coloridas…

  144. Carmem disse:

    Só podiam ser seus: o #96 e esse texto.
    Falar o quê, depois de ler tudo isso?

  145. Marlon Maestri disse:

    Olá Flávio,

    Não sei porque não postasse meu último comentário, mas tudo bem, te perdoo. Agora o vídeo tá quase como tributo a Schumacher, mas valeu. O que seria de nós mortais se não tivessemos sonhos. É como um amigo meu jogando futebol. Quando faz um gol, comemora como se tivesse jogando no San Ciro ao lado do Kaka. Mas é isso, o grande barato da vida.

    Abraços

  146. Bruno Bariani disse:

    Flavio, fizeram o seu Lada 69 p/ um jogo de computador (GTR2)…

    Da uma olhada lá…

    http://www.nogripracing.com/gallery/showphoto.php?photo=42174

    O nome do piloto é Flavio Gomov, hahahahaahha

  147. Marilis_Irmã Veloz disse:

    Só você mesmo, Flavinho…que lindo !!!

  148. Armando Vieira disse:

    Valeu garoto….. bravo, 96. Obrigado por tudo que você fez, por trazer de volta o gosto pelas corridas, por despertar na gente aquilo que só um carro especial faz. Obrigado por trazer de volta a magia, o momento e até o cheiro dos bons tempos (na verdade, 2). Obrigado por mostrar, mesmo em sua simplicidade, quão grande pode ser um carro. Obrigado por tudo, principalmente por ter conseguido o que nenhum carro havia conseguido até então. Reunir, ao mesmo tempo, a velha guarda do automobilismo, e os novos que nunca haviam visto um DKW na pista.

    Obrigado, principalmente, por mostrar que, mesmo sem chances, sempre foi um vencedor. E essa característica, só os especiais tem. E você, sem dúvidas, é o mais especial deles.

    Até logo, meu amigo. E nunca se esqueça: Amigo é coisa para se guardar, do lado esquerdo do peito.

  149. O 96 saiu da atividade para entrar para a história, linda a crônica,FG , vc deve ter ficado igual pinto no lixo em Caxambú esse ano,hehehehehe,abraços do Maluhy.

  150. Braulio Gerhardt disse:

    O texto e o vídeo ficaram muito legais.
    A disputa com o Aero Willys (on-board) tava boa, hein! A ultrapassagem na Alfa no Mergulho também foi duca!
    Também gostei da foto com o skyline de Londrina ao fundo.

    Lindas imagens de um grande carro que deixa saudades e um punhado de admiradores.

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