GRANDE INGO
SÃO PAULO (pena que vai parar) – Ingo Hoffmann já pingou no Grande Prêmio seu Diário de Despedida da corrida de Londrina, e era meio esperado que ele se referisse ao texto anterior a esse, que gerou ótimas discussões neste modesto blog que vos fala.
O Alemão defende com o brilho de sempre seus argumentos e explica muito do que vem acontecendo com o automobilismo brasileiro nos últimos anos, ele que é personagem atuante de tudo que se passou por aqui pelo menos nas últimas três décadas.
Só me resta, pela ordem: 1) agradecer ao Ingo por ele não deixar de escrever no GP, embora não concorde com o tom que o dono do site, que por acaso sou eu, usa quando fala da Stock Car; 2) sugerir a leitura atenta do texto, pois é uma aula de história; 3) desejar a ele grandes corridas nesta fase final do campeonato, porque serão momentos muito emocionantes para todos que acompanham sua carreira; e 4) discordar energicamente quando ele diz que carro de corrida de verdade tem tração traseira, porque meu DKW tem tração dianteira, e se ele disser que o #96 não é carro de corrida, vai comprar uma briga interminável!
Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): Stock Car Tags: Diários de Despedida, Ingo
Eu queria mesmo era ver o Ingo pilotando o 96, ver qual tempo o bicho ia virar em Interlagos…
Esse é o cara.
O maior e melhor piloto de turismo do Brasil.
Sem dúvidas.
Grande Ingo.
A era dos dinos realmente esta em extinção….
Não pra encaixar ai mais uns 5 anos de pista na lista de coisas a fazer…
Uma duvida que me surge neste instante, não me recordo de como foi feito o anuncio da aposentadoria do Ingo.
Ele vai parar a Estoque (Com letras maiusculas pra ver se agrada), ou a carreira de piloto. Pois não gostaria de saber que não verei mas o ingo correndo de Rally.
PS. FG quando você dara o ar da graça no mundo do rally?
Uma particularidade, que identiquei desde os primeiros dos cinco anos que trabalhei com o Alemão, me fez admirá-lo de modo especial: ele fala o que pensa, na real.
Ingo, com a sinceridade que a experiência lhe permite, destoa do mundinho do automobilismo brasileiro, tão cheio de oba-oba. Via de regra, todas as categorias com as quais se tem algum vínculo são as melhores, as maiores, as mais ricas, as que têm as mulheres mais gostosas, as que mais interessam para os patrocinadores, as que dão um retorno fantástico… E por aí vai a farra.
O próprio Ingo toma Stock e Truck como referências principais. E as duas assemelham-se muito nisso. A sensação recorrente é a de que se está sob um decreto moral vetando observações de fatores negativos em espetáculos que são, sim, positivos, principalmente no caso destas duas competições.
Ingo consegue observar suas críticas à Stock Car e à GT3, categorias das quais ele próprio faz parte, com propriedade, sem denegrir qualquer esfera do evento, em criar melindres. O mito que seu nome sugere faz das críticas de Ingo um ponto de partida para a reflexão daqueles que têm mecanismos nas mãos para mudar, se assim quiserem, o rumo do evento e da competição.
Ingo mostra-se campeão, também, na maneira como trata os leitores e internautas que acompanham sua carreira. Nada de discursos prontos e afáveis, apenas sua pura opinião ou impressão.
Esse é o Ingo. Para sorte nossa.
Ingo, nota 10. 10 não, 17, fica melhor com vc.
Parabéns.
FG, viu só?
Quero ver o Ingo agora fazer um Diário de Despedida melhor que esse.
Que aula.
Se o Ingo tivesse sac*,podia correr ate os 60 facil.Boa forma fisica,profissional e foi uma judiação não ter conseguido seguir a trilha nos monopostos.Me lembro em 1980,em uma prova de F2 ,nos box de Monza ,o piloto italiano Alberto Colombo,em uma roda de pessoas do meio dizer,Ingo anda tanto quanto o Piquet.
Ótimo texto do Ingo. Parabéns!
Só esqueceu de questionar o porquê da implicância com o patrocínio de remédios. Que pra mim é uma babaquice, dinheiro é dinheiro, propaganda é propaganda. Automobilismo é movido a muita grana e eu não entendo pq laboratórios são menos dignos do que as marcas de cigarro e bebida.
Grande Alemão , que pena que vai se aposentar da Stock , vai fazer falta .
Parabéns Sr. Ingo Hoffmann !
O Sr. colocou as coisas no lugar, sem falsas argumentações ou subterfúgios.
Eu mesmo sou um crítico do modelo seguido pela Stock, amante que sou do automobilismo purista, porém sua explicação foi muito coerente e nos trouxe de volta à nossa realidade tupiniquim.
Fizeram o que era possível, e fizeram muito bem, sem o apoio e o envolvimento daqueles que deveriam mostrar o interesse no esporte e não cuidar dos interesses pessoais, como vem ocorrendo a anos com CBA, FASP e congêneres.
Tenho a esperança de vê-lo atuando em algumas provas de turismo ou endurance, pois sei que não conseguirá resistir.
Sorte nossa !
Um abraço
Antonio Carlos
Incrivel, realmente incrível esse cara!
O Ingo teve a paciência e a decência de esclarecer seu ponto de vista, sem tentar impô-lo, sobre quase tudo o que discutimos aqui, no melhor estilo “discordamos mas eu respeito”.
Se os caras da CBA tivessem metade dessas qualidades o automobilismo no Brasil poderia ser diferente.
Ingo, só tem uma coisa. Tudo bem que o que interessa é money, mas por que a Stock trata tão mal o público que se sujeita a ir assistir às corridas no autódromo? Por que de tanta primazia pela galera uniformizada? Caramba, quem curte a categoria de verdade sofre para poder ver a corrida enquanto que uns Zés, que não têm a menor idéia de quem corre no carro 17, não pagam ingresso e não compram álbum de figurinhas, ficam nos melhores lugares!
Outra coisa: a Stock, hoje, tem um poder inimaginável junto à CBA. Por que não pensar no público e fechar um acordo de longo prazo para a melhoria dos autódromos. Se a Stock disser que só corre em autódromo com estrutura X, a CBA vai correr atrás de todo tipo de parceria para manter a categoria itinerante. Esse lado social, do retorno da Stock em relação aos fãns, ainda é mínima. Aqui em Brasília a situação é caótica. Vão trinta mil assistir à corrida e são tratados feito cão. Não só pela CBA, como pela Stock
Em novembro, quando voltar aqui, dê uma voltinha durante o sábado pelas arquibancadas, onde estarei vendo todos os treinos, e veja se estou mentido. Tente ir ao banheiro, comer alguma coisa, lavar as mãos, beber água, sentar na sombra, escutar o narrador, acompanhar a classificação. Não é fácil não, amigo.
O Ingo consegue ser tão bom quanto o Gomes escrevendo, pena que o Gomes não consegue ser tão bom quanto o Ingo pilotando!!!!
E olha que estamos falando de profissionais mega-hiper-ultra-top em suas áreas de atuação.
Viu só! Tudo se acerta!
Texto de uma clareza impar. Parabéns ao Ingo pela redação clara e pela exposição dos fatos e ao Gomes pelo espaço democrático aberto à todos.
“Sendo assim, bom para ambas as partes… Celso Russomano: Aqui e Agora!”
hahahahaha
Perfeita a coluna do Ingo, tive o prazer de conhecê-lo pessoalmente no cross-country e já tinha minha admiração, agora mais ainda.
As vezes precisamos abrir mão de várias coisas para atingirmos o objetivo final, a Stock é um sucesso graças ao entendimento do que o público espera, quando falo público não estou falando de pessoas apaixonadas como nós mas de pessoas normais que ligam a TV no sábado e assitem uma corrida inteira sem nunca tê-lo feito antes. Isso eles conseguiram, tá ai, pilotos sendo reconhecidos, cores, marcae e: patyrocinadores. Sem isso, vamos corre de cart pagando cada um o seu.
Simplesmente a melhor coluna que li nos ultimos tempos.
No mais, concordo com o Filipe Araújo quando ele diz que se vc não tem costas quentes, não assiste nada nos autódromos. Parei de ir aqui em Ctba pq os melhores lugares sempre são para torcida unicolor. O povo que gosta mesmo, que ia de churrasqueira e tudo quando podia, fica em lugares deploráveis. Aqui temos o cúmulo que no S do fim da reta, sempre tem um maldito banner de propaganda no alambrado. Ou seja, quem fica de frente para a curva, não ve nada, só a saída dela. Ou seja, nada de ultrapassagens.
Mais uma vez, Ingo, parabéns.
Realmente uma aula de história.
Fiquei muito feliz por ele continuar a escrever o Diário de Despedida.
Isto nos mostra o grande homem e piloto que ele é.
Obrigada, Ingo!
E aproveitando a oportunidade, peça a Rede Globo para mostrar a corrida toda, não só o primeiro colocado, porque na última corrida não vimos nem as ultrapassagens que você fez.
Coluna excelente, como sempre.
Só uma colocação: hoje a categoria (ao menos para mim) não é interessante. Existe a questão do ‘querer’ e do ‘poder’. Agora, porque não iniciar um trabalho/sondagem para utilização de motores distintos na categoria? Especificações definidas pelo regulamento, fabricação distinta, possibilitando futuramente a criação de diferentes ‘combos’, como ocorria na Fórmula Indy.
Acho que isso, se bem apoiado, é algo viável a médio prazo. E aí sim, traria a categoria para um conceito mais elevado junto aos verdadeiros amantes do automobilismo.
GRANDE INGO!
Contra fatos, não há argumentos! Que explicação lógica e primorosa.
Sempre fui fã do alemão na pista, desde os tempos da Brasília da Creditum, mas agora também sou fã do colunista.
Uma coluna permanente contando as histórias que muitos não sabem, com a qualidade de texto do Ingo seria muito bacana.
Votem no Ingo para uma coluna permanente!!
Agora o Filipe Araújo tem uma certa razão em relação a uma pressãozinha sobre os responsáveis pela infraestrutura para o público. Tá ruim!
Cara, não perco essa corrida de Curitiba por nada nesse mundo. Será com direito a pit pass para poder me despedir do alemão. Me lembro de um diluvio em 1998 onde largou em 33º e venceu!!!.
Grande alemão…você é f@#$ mesmo!!!!
Que elegancia não?
Coisa rara de se ver hoje em dia .. critica com fundamentos, justificativas.. enfim .. é um belo exemplo a ser seguido ..
Eu já torcia contra, agora que descobri que ele é um dos responsáveis pela idéia das bolhas, piorou.
Adorei a coluna do Ingo. Já era seu torcedor como piloto e fiquei feliz com suas honestas e sinceras explicações.
Eu gosto muito de automobilismo, gosto de campeonatos de Turismo mas pra mim a Stock (ou Estoque) perdeu um pouco a graça.
Já vi a Stock (ou Estoque) em Curitiba e em SP. É emocionante ver os carros ao vivo, ouvir aquela barulheira dos motores mas pra mim ela ficou igual à assistir uma partida de tênis, monótona demais.
Mas quero dar meus parabéns ao Ingo pela aula de história de corrida de carros no Brasil.
Valeu Ingo.
Também concordo com o Filipe Araújo.
Eu mesma deixei de ir a Jacarepagua/RJ por conta da infraestrutura que ficou péssima e também da turma do boné que ocupou os melhores lugares do autódromo.
No meu caso, que não colocava aqueles bonés na cabeça, pois sempre fui ao autódromo torcer pelos DINOSSAUROS, quase apanhando no meio dos cariocas que torciam, em sua maioria, pelo piloto da casa, só restaram os piores lugares.
Não tive outra alternativa a não ser desistir de ir e assistir pela TV.
Sem contar que treinaram a semana inteira para o F-1 ganhar dele com um Lancer EVO VIII em Interlagos,2004 ou 2005 se não me engano.
No dia da prova,domingão,me chove no templo…..Burti,mané,pediu a Williams sem pneus de chuva…..”Não precisa!!!
O que aconteceu???O Alemão deitou e rolou com o Lancer X-tudo AWD e Burti não passou….ui…..até rimou….deu até mal estar na FIA….hehehehehehe
O INGO no 96 em Interlagos? Acho que ele faz a pole… do GP de F1!!!! O cara so nao faz tempo com uma vassoura porque ela nao tem rodas nem motor se tivesse ele andava abaixo de 1.40 em Iterlagos com ela….. INGO MONSTRO DO AUTOMOBILISMO NACIONAL … AVE INGO!
FG, o Bruno Vicaria limpou a barra heim.
O cara é Jornalista, cliente vip da WarmupTur, e Public Relations.
Agora ele não precisa mais de adicional de periculosidade no salário qdo. for cobrir Stock, além de tudo vai ter o salário reduzido.
Flavio, viu só, o Ingo continua, e vc. economiza uns troco.
Ingo, vc como piloto é um excelente jornalista. Com certeza a melhor de todas. Parabéns pelo texto.
Sinceramente achei que vc fosse chutar a bunda do FG e do DKW quando encontrasse um dos dois na frente, mas não, fez exatamente o contrário e mostrou o que só a vida nos ensina.
Mais uma vez parabéns e obrigado pela aula de maturidade e experiência.
política é a arte do possível. Pragmatismo é isso que o Ingo mostrou e fez.
Sensacional … Parabéns ao Ingo , é o exato retrato de um excelente profissional. Sem dúvida foi o melhor diário de todos: sincero , honesto e direto : money rules, thats the game.
Olha Flávio….o cara vai largar a Stock e vai virar jornalista!
Te cuida FG!
(Gostei da conversa…e concordo que a TC 2000 é a categoria, e dá pra fazer por aqui sim…acredito na paixão meio bandida de nós automobilistas brasileiros – tem uns canalhas infiltrados querendo só dinheiro…eu sei!).
Quando acabar o diário de despedida, o FG tem que deixar o Ingo postar no blog de vez em quando….hehehehehehe
Maravilha, boas dicussões e com elegância. Eu gosto de assistir a stock, quando ia pra sampa trampar sempre que ficava no final de semana e tinha corrida em interlagos, tava nóis lá. Com ingresso mais barato que jogo da Portuguesa.
Valeu Ingo !
P%$# que pariu!!!!!!
O Ingo é O CARA mesmo! Vai ser ser sincero assim lá na China. Matou a pau!!!
É por essa (e tantas outras) que sou fã incondicional do “Alemão”.
Tive a oportunidade de conhecê-lo pessoalmente na abertura do Campeonato Catarinense de Terra este ano, em Chapecó, e além de ser um pilotaço da mais alta qualidade, é uma pessoa fantástica.
Sei que muita gente (assim como o Flavio) vai discordar que carro de corrida de verdade tem tração traseira, mas eu concordo. Cresci vendo “Dójão”, Maverick e Opala correndo na terra, e posso garantir, sem querer fazer propaganda de cartão de crédito que isso não tem preço…
No meu blog (www.poeiranaveia.blogspot.com) tem muita foto das antigas de corridas na terra, e quem quiser ver os duelos de CARROS DE VERDADE, entre lá e curta imagens belíssimas.
Um dia eu ainda queria ver o Ingo correr uma prova na terra aqui em SC. Ia ser a realização de um sonho…
PARABÉNS AO INGO POR SUA CARREIRA E MUITO OBRIGADO POR TUDO QUE VOCÊ FEZ PELO AUTOMOBILISMO!
PS: Acho até que uma pessoa como o Ingo deveria ser o presidente da CBA. Que tal, será que ele topa?
P.Q.P… !! isto q chamo andar em cima do giro !! E pé cravado o tempo inteiro !!
Parabéns q coluna !!
Sensacional…
Minha implicância com a Stock nem é por causa da bolha, mas sim, por causa do tratamento que o público normal recebe em detrimento da turma do boné. Também não gosto quando as provas viram demolition derby e acho que a direção deveria punir mais severamente quem abusa do bate-bate…
De resto, gosto da categoria e louvo o esforço de abnegados como o Ingo….
Puxa vida, fantástico o diário, como já disseram ai, o Ingo depois que parar com os diários podia ter um dia na semana pra uma coluna lá no GP, confesso que abriu muito minha visão quanto a stock car, não vou começar a assistir na tv por isso, mas entendi bem mais de como são as coisas. A piada fica por conta da CBA mesmo, se tivesse alguém como o Ingo no comando… outra história.
Abraço
Sensacional essa coluna do Ingo.
Bela aula.
O único problema mesmo, e que já que ele lê aqui eu gostaria que ele tivesse a oportunidade ler, é que o show é feito para a Rede Globo (nada contra quanto a isso) mas esquece do público “pagante” que gosta de assistir corridas nos autódromos.
A estrutura sempre foi zero, mas o povo se virava. Mas eu parei de ir quando proibiram entrar e estacionar o carro no estacionamento oficial (”só vip”, dizia o segurança), nos restando parar apenas nos caros estacionametnos improvisados do entorno, encerrando assim com os tradicionais churrascos matutinos que o pessoal fazia no topo da A. E que, com toda a presença de carvão, fogo e facas, não se via um incidente sequer, pois esse público não vai para torcer contra o outro como no futebol, vai para apreciar uma corrida.
Pode ser uma baita frescura minha. Mas eu perdi todo o tesão de acompanhar a stock, mesmo que pela TV, quando acordei as 5 da manhã para chegar cedo no autódromo e, na hora da abertura dos portões, ver que até a CET, com todo o esquema de trânsito já preparado, foi pega de surpresa com a mudança de procedimento e ficou de mãos atadas para dar uma orientação decente ao público. Depois de andar uns 10km totalmente “perdido” no entorno do autodromo, voltei pra casa e nunca mais vi uma corrida da stock ao vivo, nem pela TV.
De qualquer forma, mais uma vez parabéns ao Ingo. Pelo piloto que é, pela pessoa que parece ser, e por se empenhar por todo esse tempo para que o show (no bom sentido) pudesse continuar
O Alemão não é fraco, não.
Alem do grande piloto que é, sabe se expressar muito bem, se faz entender por todos, e numa explicação clara e abrangente contentou a todos os verdadeiros interessados no automobilismo brasileiro, os que estão a favor ou contra, os que gostam ou que não gostam da Estoque ou da Stock Car.
Brilhante coluna, no mesmo nível do grande piloto que Ingo é.
Felizes aqueles que como eu, puderam acompanhar a trajetória do Alemão, desde a Brasilia azulzinha da Creditum, até os dias de hoje, quando anuncia que vai parar com a categoria Stock Car.
Como o “home” ainda está em plena forma fisica e mental, espero continuar vendo-o dando aulas de automobilismo pelos autódromos da vida e de quebra escrevendo algumas linhas nos site e blogs.
Só temos a ganhar com o grande Ingo Hoffmann!
Pombas.!!
Bendita falta de assunto meu caro Alemão (me permite né? Voce pode até não saber mas somos quase íntimos e a “culpa” é sua…
Enfim, bem vindo ao clube dos que não gostam da estquetoc-toc.
Suas explicações esclarecem, mas continuo com a mesma opinião a respeito.
Ainda mais que a maioria quase absoluta dos patrocinios nada tem a ver com automobilismo.
Como vc escreveu, é a nossa realidade. Paciência.
Mas, faço coro ao FG com relação a carro de tração dianteira “não ser carro de corrida”…
PÔ Ingo, vc podia escrever “prefiro carro com tração trazeira” ou algo assim.
Eu prefiro tração dianteira e acho muito melhor.
O FG com seu novo bólido vai sentir saudades eternas do #96.
Francis,
Se o Ingo tiver juízo, não. Porque o problema não é só na CBA, tem as federações também. Todas juntas formam uma enorme teia…
Sobre a coluna, muito educativa. Coisas do Ingo, décadas neste esporte dá nisso. Experiência e ponderação, gente que sabe do que está falando.
E que ele não pare de correr, mesmo saindo da Stock!
Toda esta história extrapola e muito as fronteiras do automobilismo.
Foi uma lição de civilidade, lição de vida.
E, principalmente, sem frescura!
Faço minhas todas, absolutamente todas as palavras elogiosas endereçadas ao Ingo nos comentários.
O Ingo nos mostrou o outro lado da moeda.
Quem não tem cachorro caça com gato!
Quem não tem apoio de fabrica corre com tubular e bolhas.
Parabens, pela explicação!
Depois de acordar a cinco da manhã e viajar 120 kms mais algumas horas de espera e PAGAR o ingresso ,vem um segurança e diz que eu não poderia me sentar no no local que escolni por que estava reservado para pessoas “que não sabem nem o que é um carro de corridas” ou seja os genericos torcedores tihnam mais direito de escolha do que eu que foi o PRIMEIRO TORCEDOR a chegar no autodromo. Resumo : simplesmente não vou mais. GRAVO e se tiver algum comentario positivo assisto depois. Obviamente depois disso o interesse diminuiu. pensei que isto jamais iria acontecer pois sou fã de qualquer tipo de corrida. mas achei muita falta de respeito com quem quer simplesmente assistir um evento. Parabens para o Ingo.
Muita coragem e dedicação desses pioneiros do automobilismo, meus parabéns Ingo, Paulo Gomes e a todos que lutaram pelo automobilismo. Samucakart
Sensacional a coluna do Ingo. Além de muito bem escrita, tenho certeza que serviu para pessoas como eu, que sempre tiveram uma reserva com a Estoque, respeitar mais a categoria.
Não é por nada, mas ele , com a vivência que tem, arrasou.Tá tudo explicado, FG, agora tem que se render a ele…….se analisarmos bem, ele e tu estão na mesma situação……..são pessoas apixonadas por corridas, e como vc defende a sua situac’ tá certo ele de defender a dele.
Impressionante a elegância do Ingo diante da falta de respeito do Gomes.
Parabéns a ambos!
Tanto Ingo quanto Flávio são profissionais, inteligentes e competentes no que fazem. Ambos tem razão.
Realmente existe uma enorme diferença entre querer e poder.
Não é que eu não goste da Stock. É mais uma categoria de carros de corrida, a mais visível (o que ajuda na divulgação do automobilismo de competição em geral), é bem organizada, plásticamente bonita, etc.. e tal…
Ok, tem lá seus problemas como o dos bonézinhos, dopping não explicado e “outras cositas” mais. Mas dá para engolir, na esperança que se corrijam essas falhas no futuro.
O que me parece que irrita a todos, e o que me deixa mais puto da vida, é a embalagem marca Globo com a qual embrulham o pacote Stock! Embrulham a audiência junto.
Comentários ridículos e descabidos. Gritaria histérica dos comentaristas por qualquer bobagem que aconteça. Imbecilidades, como as “aulas” o Dr. Stock… Acho que são essas coisas que nos tiram do sério e fazem com que alguns passem a detestar a categoria. Ninguém gosta de ser tratado como retardado mental. Posso até concordar que os eventos são transmitidos em canal aberto para um público 99% ignorante do automobilismo. Mas mesmo quem não conhece, sente que algo está errado no exagero da “empolgação” de um Luis Roberto.
Soa falso… Uma transmissão mais sóbria, oferecendo informações mais técnicas e menos folclóricas, seriam muito mais bem vindas e bem aceitas. E não só para nós que conhecemos um pouquinho de carros e corridas não, mas também, para quem está começando a se interessar agora. Tudo o que é verdadeiro, vende melhor, até mesmo a Stock.
Isso sim é piloto brasileiro de verdade. Não desiste nunca!!!
Parabéns à vc Ingo, assim q se fala e escreve, enquanto vc se matou pra conseguir criar uma categoria de sucesso, existem pessoas que vivem de falar mal dos outros para sobreviverem, assim é a vida e mundo, o que importa é sempre estar em paz.
Corro no campeonato paulista de marcas e pilotos, apenas uma etapa ou outra, a idéia de ter uma categoria de multimarcas é maravilhosa, meu sonho, mas esse é o Brasil e assim continuará a ser, se estiver dando dinheiro e ibope para quem cria está bom, para os pilotos não resta nada… E para vc Ingo, restou a grande força que teve para fazer o que foi feito, um exemplo para nós!
abraços
INGO PARA PRESIDENTE DA CBA!!!!!!
VAMOS CHUTAR OS TRASEIROS GORDOS DESTES CARTOLAS QUE SÓ AFUNDAM O AUTOMOBILISMO!!!
O problema não é ter uma categoria de carros bolha. O problema é vender uma outra imagem ao torcedor. O mais esclarecido, que lê o Grande Prêmio, leu a coluna do Ingo, sabe disso. Porém, a grande maioria acha que ali tem um Astra correndo contra um Peugeot, e assim por diante. Já tive longas discussões com amigos meus que não aceitam que todos os carros são iguais apenas com as carcaças diferentes. Eles assistem e são fãs das corridas da Stock Car e até hoje brigam comigo que os carros não são padronizados. Eles estão sendo enganados. Seja pela Globo, pela organização, pelo que for. Mas eles estão sendo enganados. É isso que eu não admito.
Sem falar nos problemas de dopping não esclarecidos, que eu já ia me esquecendo.
Bem…vamos nós de novo…
Li a coluna do Ingo e sinceramente achei sensacional…a bagagem do cara é tanta que fica difícil para qualquer um não concordar com ele em relação a opção das bolhas e o formato da categoria, entretanto, acho que ele na condição que está para o automobilismo e para a Estoque deveria exigir do Col um pouco mais de respeito para com o público que se mata para prestigiar e nem sempre é correspondido. Há dois anos entrei nos boxes da Estoque em Interlagos SP, quando ví o Ingo disse a mim mesmo é hoje, mas decepção foi grande quando puxei assunto em ele não recebi atenção alguma.. e se vcs querem saber este é o perfil da maioria dos pilotos da categoria. Já estive na Nascar e acho que o pessoal aqui precisa aprender muito…mas mesmo assim sou fã do alemão desde que o vi fazendo teste no Copersucar em Interlagos..
Abçs
GRAAAAAAAAANNNNNNNNNNNDE INGO, só pediria uma coisa, é possivel fazer um novo Diario da Despedida falando sobre a corrida de Londrina? Já que é a ultima passagem sua por aqui na Stock, gostaria de ter o seu relato da corrida. Obrigado.
Putz! é um tapa na cara de realidade!
Parabéns pela categoria!
mas será que a CBA ( hahaha) não poderia usar esta exposição toda para promover uma categoria escola! Poxa peguem os carrops antigos, velhos, usados da F-BMW, F-Renault e façam provas juntas com a Stock! 12 , 16 carros já servem! se tem espaço para a Stock Light..o que custa! tem a de carrões e de formulas ageis! pronto! todo mundo lucra e partimos para o futuro! quem não consegue sucesso na formula, pode ir para a Stock Light quem tem sucesso arrisca a Europa! mas ai é pedir boa vontade demais!
o sr ingo e um sujeito bom carater e nao se acovardou atraz do seu sucesso e competencia
parabens pela sinceridade de opiniao em reconhecer os nossos comentarios que saosinceros e nao manipulados como em alguns sites e blogs da web
boa sorte e sucesso e pode contar com nossas opinioes que sao sinceras sem enfeites
amigo de verdade fala o que nos nao queremos ouvir
jc sete lagoas
Quando o Ingo fala em carros de corrida de verdade, ele deve estar se referindo, naturalmente, à máquinas com mais de 400cv. E nesse caso, os carros com rodas motrizes (somente)dianteiras não conseguem tracionar nem a pau. Por isso ele associa carrros de competição com tração traseira.
Olhem só! Neste “imbroglio” todo, o Ingo mandou bem (reconheceu os méritos do jornalista), o FG mandou bem (soube conduzir o assunto como poucos) e, principalmente, a blogaiada comentou ótimamente, mostrando um amadurecimento sensacional! Para quem acompanha os comentários neste blog desde o início, foi muito legal constatar isso!
Parabéns a todos!
PS. Não há o que discordar. Quem estraga a estoque, assim como a fórmula 1 é a RG.
Incrível Ingo!! Parabéns!! Só você pra escrever com tanta propriedade sobre este assunto!!
Fala Ingo,
Como não tenho seu e-mail, e como vc falou que lê os comentários aqui no Gomes, acho que esse é o único jeito de passar o recado.
Gosto muito do Gomes e de seus comentários. Não o conheço, mas pela sua honestidade intelectual num meio que depende muitas vezes de bajulações, respeito-o muito. Além disso sabe tudo de F1 que é minha paixão.
Mas, mesmo assim, acho que vc não precisava ter se explicado tanto nessa última coluna. Você é O CARA no automobilismo brasileiro e tem o respeito de todos. Respeito, aliás, que só aumentou com suas brilhantes colunas esse ano. Parabéns por toda a sua história de luta e vitórias.
Um pitaco sobre a Stock: acho que tem muito “motorista” no meio de vocês. É ridículo como alguns simplesmente não toleram ser ultrapassados e dão no meio do outro carro qdo esse já tá terminando a curva dando um passadão por fora.
Isso dá um ar de amadorismo que não é bom e, no meu caso, desanima de ver algumas corridas.
Outra coisa, mantenham o Galvão longe das transmissões. Insuportável.
Abraços
Renato
Só para completar e esclarecer o e-mail, quis dizer que não vejo nenhum problema no fato de o carro ser bolha.
Pra mim, tanto faz o que está correndo, o que importa é como a coisa está sendo pilotada. Por isso acho que o problema da Stock são alguns motoristas, não o carro.
No mais, parabéns novamente ao Ingo pela coragem e lucidez e subscrevo o que li acima, INGO PARA PRESIDENTE DA CBA!
Olá Flavio,
Passei muito tempo sem postar comentários em seu blog, mas nunca deixei de acessá-lo. Mas hoje fiquei louco de vontade de escrever. Primeiro porque sou fã de carteirinha do Ingo. Sim, nós também temos um “Alemão” tão vitorioso e fantástico como a Alemanha tem Michael Schumacher. E tenho a honra de poder acompanhar a carreira passo a passo deste Monstro Sagrado que é o Ingo. Me sinto muito feliz e privilegiado de poder ter acompanhado e vibrado com cada um de seus 12 títulos na Stock Car. E segundo porque já deve ter dado para perceber que sou fã da Stock, categoria que acompanho desde seu surgimento, em 79.
Nenhuma categoria sobrevive a tanto tempo se ela não tiver um potencial, e a Stock que já passou por tantos altos e baixos, chegando ao cúmulo de correr apenas em Interlagos o ano inteiro, em 1988, agora ela triunfa e colhe os frutos que semeou nestes anos todos.
O Ingo foi muito, mas muito feliz, tanto na coluna passada, como principalmente na de hoje. É logico que todos nós que amamos o automobilismo gostariamos de ter uma Stock multimarcas, mas sobre isso o Ingo explicou muito bem. Do meu ponto de vista, eu respeito a opinião de todo mundo, mas vejo como uma grande bobagem essa história do cara que não se conformar que o carro que ele compra na concessionária não é o mesmo que ele vê nas pistas, na Stock Car. Aí eu pergunto: De que adianta meu carro de rua ser igual ao Stock se eu não posso fazer nas ruas e estradas o que ele faz nas pistas? Ter um carro de rua semelhante a um carro de corrida é como alimentar um sonho totalmente fora da realidade porque nem que se o Astra da Stock fosse o mesmo Astra da concessionária, ainda assim o de corrida teria inúmeras diferenças de desempenho, equipamentos, modificações que em nada tornaria o carro de rua igual. Portanto essa história de carro de rua igual ao carro de corrida é pura bobagem.
O que não pode é uma montadora fazer propaganda enganosa, do tipo: “o mesmo carro que você usa é igual ao da Stock”. Isso é inaceitável. Mas ainda que tenha acontecido esse tipo de propaganda, acredito que em nada interfere na compra de um carro novo, até porque, quem gosta e acompanha a Stock, sabe muito bem que lá o chassi dos carros é tubular e os motores V8. E quem não gosta de automobilismo jamais vai deixar se levar porque certa marca ganhou uma corrida ou campeonato. O cara vai e compra o carro que lhe é do sonho, ou então o qual ele teve alguma indicação, mas nunca baseado em desempenho de corrida.
Parabéns ao Ingo pela belíssima coluna, e se ele, por acaso, ler este comentário, tenha a certeza, Ingo, de que sou seu grande fã e que você fará muita, mas muita falta nas pistas.
Um abraço a todos.
realmente muito bom, esclareceu toda a situação da stock atual.
#96 não é carro de corrida, é lenda.
Meus parabéns ao Ingo! Acabou de mostrar mais uma vez que além de grande piloto é uma grande pessoa. Sempre evoluindo!
Li o texto (loooongo) do Ingo e foi legal conhecer a história da Stock. Li tudo, mas sinceramente, eu não gosto da Stock. 34 carros, mais da metade só fazendo número, acho um exagero. Assisto alguma coisa porque cortam até parte do treino da F1. Mas a corrida mesmo (da Stock) eu acabo dormindo.
O cara é realmente gente fina, soube responder às críticas com argumentos muito bem fundamentados.
Olha…..
FAN-TÁS-TI-CA, a Coluna do Ingo. Explicou sem enrolar….
MARAVILHOSA !!!!
Parabéns ao Ingo e ao Flávio. Como eu disse antes, cada um tem sua razão, continuamos amigos, estamos conversados e … desce mais uma beeemmmmm gelada…rsrsrs
Não podiamos esperar algo diferente vindo de vc,parabens pelo texto,e pena q dezembro tá chegando,se mudar de idéia ,é só chamar,tem uma vaguinha pra vc na truck com certeza.
grande abraço.
Grande Ingo mesmo,
O gomes polemizou e o Ingo escreveu de forma honesta de quem viver a realidade do automobilismo brasileiro.
Lembro que a GM sairia do campeonato e antes mesmo disso, o próprio Ingo mesmo sendo o melhor piloto da categoria, teve que se ver o brigado a correr em duplas para dividir os custos da Stock Car, lembro que em 1993/1994 o Ingo fazia dulpa com um piloto de nivel menor que o dele, o Angelo Giombeli, fazia isso para continuar correndo senão ficaria a pé.
o Ingo alem de fazer muito esforço para manter a categoria, ele é um pilotaço, vai fazer faltas as ultrapssagens que só ele sabia fazer, agora temos o Cacá Bueno que é seu fã e eu considero um cara ousado, o que chega mais próximo em termos de competência do ingo.
Parabéns Ingo pela sua contribuição ao automobilismo brasileiro, já pensou se vc não arriscasse no começo correndo de Brasilia??!!!!!
Pois é, devíamos ter uma Stock 2.0, para corrigir o erro.
Acho que hoje em dia, com sistema turbo de baixa pressão, dá pra tirar 350 cv de qualquer 2.0 mantendo peças baratas e manutenção tranquila, desde que limitem o turbo.
Considerando que o atual motor é V8 americano e passa por empresa que equaliza, dá para manter os custos iguais. E compensar a perda de 100 cv reduzindo o peso dos Stock e equilibrando mais.
Foi uma má decisão continuar com o motor 6 canecos em 99, um preconceito, e que gerou esses Stock atuais pesados, desequilibrados e lentos na pista.
Olhem para a Argentina, que tinha uma categoria principal, a TC, bolha com motorzão (mais fácil de achar lá que aqui) e depois fizeram a TC 2000 que arrasou, hoje nem lembram da TC original.
É o que podemos fazer, Ingo, os motores V8 e a tração traseira é o que vocês querem… o argumento básico é o mesmo. Se a Stock tivesse esses mesmos protótipos com motores mais próximos da realidade nacional, acho que teríamos menos gente reclamando.
Eu gosto demais de automobilismo e sempre me foquei em F1. Na minha idéia era melhor ser um especialista de uma categoria e usufruir todo prazer que ela dá do que comer todas e depois nem me lembrar o nome daquela que tinha a coisa atravessada.
Isto mudou com a Stock Car, hoje a acho emocionante e altamente seletiva e as palavras do Ingo Hoffman completaram minha idéia e aumentaram ainda mais o prazer de assistir e vibrar com esta categoria.
Parabéns Flávio Gomes meu herói do jornalismo, parabéns Ingo Hoffman por tudo que nos deu no automobilismo e agora também nas idéias e parabéns ao excepcional jornalista Bruno Vicária que me tranqüiliza para os próximos anos saber que teremos alguém com visão clara e intuitiva para nos reportar os acontecimentos destas categorias que tanto gosto.
Fica claro que o Sr. Ingo, além de exercer as funções de melhor piloto no automobilismo nacional(dodecampeão dessa categoria)competente e dignamente, também preenche lacunas que o jornalismo especializado e isento deveria obrigatóriamente informar.
A aula sobre a história da Stock e do automobilismo nacional, nos privou de texto(s) sobre a Entidade Ingo Otto Hoffmann, de acordo com o propósito da coluna “diário de despedida”.
Urge que os profissionais do jornalismo especializado assumam este papel com seriedade e isenção, sob o risco de nunca mais ter esta oportunidade.
Informar com isenção é competencia, opinar é posterior direito.
Em resumo ,” jornalistazinhos/fofoqueiros” de plantão:
CHUPEM que a CANA é DOCE!
É por essas e outras que sou fã do Alemão… E seu também Flavio!
Abraços
Tomara que falte assunto ao Ingo mais vezes.
Bendita falta de assunto.
Voltando a Stock o que acho que irrita mesmo é a forma como o evento é mostrado pela televisão, outro dia assistindo a uma das provas eu só ouvia o locutor dizendo…Cacá Bueno já é 10°, linda prova de Cacá Bueno que agora já é 9°, excelente recuperação de Cacá Bueno que já é 7°…E fiquei pensando…Quem é o primeiro colocado? Será que isso deixa feliz o patrocinador do 1° colocado? Na verdade o que irrita muito é o “PADRÃO GLOBO DE QUALIDADE”.
Ingo minha torcida é grande por uma vitória sua até o final do ano.
Abraço a todos.
PS – Flávio convide alguém da nova geração da Stock para escrever no GP.
Parabéns ao Ingo e ao Flávio por esse debate, debate esse que esclareceu muita coisa que, para quem está de fora, nunca fica tão claro.
Apesar de ter 26 anos ainda, me lembro que desde muito pequeno ia assistir a Stock em Interlagos e sempre me encantava ver o Ingo, o Chico e o Paulão “arrancando asfalto” e juntamente com a paixão que meu pai tinha por F1, fez com que eu me tornasse mais um fissurado nesse esporte.
Particularidades à parte, sempre torci pro Ingo sempre falava pro meu irmão quando pequenos: “Olha lá, o Ingo, o 17….ele é o cara!!!” e assim seguimos acompanhando a carreira desse mago das pistas…e mais ainda, pude participar da organização da Etapa do campeonato de Baja que aconteceu aqui em Itupeva e como eu ficava no meio dos trajetos pra coordenar os carros, pude ver que o Alemão toca não somente no asfalto, mas na terra também, e toca muito…além de ser um grande piloto é uma grande pessoa, simples e atencioso com todos os fãs que chegam para fotos ou breves papos.
Ingo, deixo aqui meus parabéns por tudo que já fez para o nosso automobilismo e pelo o que ainda fará.
Sou um grande fã seu.
Abraços, Ingo e Flávio.
Felipe Montanheiro.
Caro Flávio Gomes,
Abaixo o comentário que enviei ao Ingo:
Prezado Ingo,
Parabéns pela sua coluna “Diários de despedida: Londrina” e sua atitude em relação aos comentários do blogueiro Flávio Gomes.
Aproveito a oportunidade para agradecer e dar um testemunho.
Naquele distante julho de 1974, na inauguração do Autódromo de Goiânia, misturado com motocicletas, Divisão 1 e outras atrações, foi Você o responsável pelo espetáculo, com uma incrível Brasília azul da Creditum, que passava todo mundo, por dentro, por fora, proporcionando uma das corridas mais emocionantes que já vi. E o mais importante: Você está entre nós, correndo (e bem), agüentando críticas dessa meninada que se brincar, nem tinha nascido naquela época. Como não estão José Carlos Pace, Carlos Jacaré Pavan, Pedro Muffato, só pra citar alguns coadjuvantes daquele espetáculo.
Obrigado.
Obrigado por aquele e outros espetáculos ao longo desses 34 anos.
Obrigado pela paciência de explicar como as coisas aconteceram e acontece no Automobilismo Brasileiro. Morei fora um tempo e não consegui explicar aos estrangeiros como tínhamos Emerson Fittipaldi, Ayrton Senna e Nelson Piquet e o automobilismo aqui não consegue se organizar.
Não, Você não vai parar. Vai deixar de correr, porque já viu tudo e não tem mais nada a acrescentar ao seu emocional.
Vai sim, continuar presente, pra dar coragem e determinação a esses meninos, que como nós, tem gasolina nas veias e não pode com ronco de motor e cheiro de borracha queimada. Afinal, o show tem que continuar.
Quanto ao Flávio Gomes, é gente boa, escreve bem e é bem informado. Se servir como alento, já tem o castigo merecido, fruto talvez de alguma praga de mãe ou coisa parecida. É aquela mania de DKW e Lada. Drogas pesadas, dependência psíquica, cruz difícil de carregar.
Obrigado.
Wanderlei Pucci
Tels.: (61) 3033 3040 ou Cel. (61) 8179 0169
As palavras do Ingo foram ótimas, me fez ter um pouco mais de respeito pela stock e sentir uma admiração ainda maior pelo Ingo que é um dos poucos no Brasil que se preocupa com o automobilismo brasileiro …não adianta , ninguém chega a décadas de carreira como piloto por nada , só os fortes sobrevivem .
Valeu Ingo, parabéns pelas palavras, parabéns pela carreira, parabéns por sua simplicidade! Abraços!
Isso sim é piloto!
Parabéns pela coluna!
Falando sério. O Blog deveria lançar o INGO(com maiúsculas) como Presidente da CBA. Alguém do ramo, sério e competente só faria bem ao combalido Automobilismo no País.
Belas palavras do Mestre/piloto Ingo…
Lindo texto…
Mas acho que se tivessem usado os motores 2.0 GM, carros de rua, a categoria ia ser show…
Pois outras marcas possuem veículos com a mesma motorização…
E no quesito equalização de performance, seria só trabalhar com pesos…
Fizemos isto em SC na terra, com os gols…
Todos Aps claro…
Mas as carrocerias são diferentes e todas têm um peso específico…
No Gaúcho de turismo tbm é assim…
E têm Uno andando na frente de gol e corsa…
Vejo os comentarios da blogaiada e atento para um detalhe ao qual nunca havia direcionado os olhos, até por freqüentar os autódromos em áreas internas: o tratamento dispensado pelo público ao evento.
É louvável que a Stock Car prepare estruturas e bom trato às pessoas que compõem as torcidas organizadas, em sua maioria reunida pelos laboratórios farmacêuticos no trabalho que fazem junto a clientes e distribuidores, e que no fim são responsáveis pelo número notável de torcedores que apinham-se nos autódromos.
Não raro, são pessoas que, pela oportunidade que lhes cai no colo, acabam tendo seu primeiro contato com o automobilismo, ou mesmo que topam a parada por não terem opção mais atrativa para uma manhã de domingo.
Mas é inconcebível que o verdadeiro fã, o do churrasquinho, o que abandonas as cobertas ainda na madrugada para não pegar fila comprida nos portões do autódromo, seja relegado. Esse, sim, deveria ter tratamento vip.
De fato, não havia percebido até hoje que há esse detrimento, torço para que trate-se de uns poucos casos isolados. Mas está aí um ponto ao qual Carlos Col (que conduz a coisa toda com maestria, mesmo com a enxurrada de críticas que recebe) e sua equipe devem dispensar atenção especial.
Alguém já imaginou automobilismo de tão alto nível – como o que a Stock Car, na minha opinião, ainda proporciona – sem seu público fanático e fiel?
No quesito tratamento ao público, a Fórmula Truck, tão criticada por outros aspectos, dá uma lição a qualquer evento esportivo do Brasil.
Aliás, em seu texto, Ingo fez várias menções à Fórmula Truck.
Será que o convite que o Djalma Fogaça fez declaradamente no comentário aí acima é resultado da mesma impressão que eu tive?
O tempo dirá.
Dei meu braço a torcer…foi um tapa na minha cara…mas veleu a pena…é aquela história: ” as pinga que eu tomo todo mundo vê, mas os tombo ninguém vê…”
Adimiro mais este piloto…grande Ingo
Do ponto de vista de um piloto o texto do Ingo é muito interessante. Explica muita coisa. Para um amante do automobilismo, como eu, não muda nada. Continuo com a mesma opinião do Flávio Gomes.
Cada um faz o seu papel. O Gomes escreve e às vezes pilota; o Ingo pilota e às vezes escreve. E eu tenho apenas que ler a coluna do grande alemão brasileiro e dizer que a coluna foi do k-ralh… E como cada um faz o seu papel, o moderador que me modere.
Já conhecia toda a história exposta no último ‘Diários da Despedida’ sobre a evolução da Stock Car, contada pelo próprio Ingo numa entrevista dele para o site Autoracing.
Por isso, mesmo sonhando com uma categoria multimarcas, sempre Respeitei!!! e Compreendi!!! a filosofia da Stock, o esforço dos ‘dinossauros’, dos chefes de equipe, de seus promotores…em construir uma categoria na qual os pilotos brasileiros pudessem se profissionalizar por aqui, e não abandonar a carreira depois da falta de oportunidades no exterior (por falta de apoio financeiro). Prefiro ver piloto com talento, recheado de títulos na Europa, correndo na Stock Car do que administrando as empresas da familia.
Essa turma que construiu a Stock não tem culpa se a indústria automobilística nacional não se interessa pelo esporte a motor. Eles devem é ser parabenizados por não terem se acomodado com o quadro que dispunham (falta de interesse das fábricas e inércia das confederações) e correrem atrás de uma alternativa que consolidasse o automobilismo nacional.
É assim, enquanto existem pessoas que falam e falam, passam a vida falando e criticando, existem outras que correm atrás e executam, constróem, contribuem à sociedade ao longo de suas vidas…as primeiras passam a vida, e ao final, percebem que não construíram nenhuma obra, não deixaram nenhuma contribuição para o meio em que vive…
As críticas feitas à Stock Car, rebatidas pelo Ingo Hoffmann, não contribuem em nada para o desenvolvimento do automobilismo nacional, já que não passam de opiniões apaixonadas, levianas, desinformadas, carregadas de preconceito, de quem não participou e não acompanhou a luta para mater viva a categoria e o esporte a motor em nosso país.
Acredito (e torço para isso) que a Stock não seja uma categoria consolidada, mas em evolução. Alguns passos importantíssimos já foram dados, outros estão a caminho.
Assim, espero que o automoblismo no Brasil seja mais valorizado, reconhecido, divulgado e profissional para continuarmos a nos divertir com esse esporte que tanto nos apaixona, e na qual dependem tantas pessoas.
Excelente texto e além do ser excelente piloto, agurmenta de maneira inteligente. Muito bem colocado os argumentos, Flávio o Ingo é encardido na pista e tu arrajanste um cara mais encardido ainda com as palavras.
Camarada Gomes:
Você escreveu o que pensa, vendo de fora e deixou o Ingo mostrar como é, visto por dentro.
Beleza de debate, mas o texto do Alemão foi excelente, esclareceu um montão de dúvidas sobre o automobilismo, com a verdade nua e crua.
Parabens e obrigado INGO!!!
Eric, foi em 2005 que aconteceu isso em Interlagos. Estava lá, e demos muita risada.
Puxa vida Ingo, valeu, tá tudo explicado, agora só um detalhe que faltou você falar, que tal uma coluna oficial sua ano que vem, falando do automobilismo, principalemente Nacional e uns toques sobre a F1? Fica a sugestão, pois depois dessa aula, meu caro Alemão, sensacional. Só para constar, estava em 79 na primeira corrida em Brasília da estoque, saimos as 4 e meia da manhã do Caseb, um circuito improvisado onde tinha uns pegas brabos aqui em Brasília, o Nelson deve se lembrar, daí fomos para o autodromo pulamos a cerca de cochilamos, uma turma, todos com 15, 17 anos, para ver a estoque. Show Ingo.
O Alemão e o Flavito, juntos, tinha de dar nisso! Uma discussão saudável e esclarecedora!!
O Flavito fez o Ingo escrever “Estoque”… É o fim dos tempos…
O Flavito poderia escrever o Ladanoso nos Sertões pra peitar a Mitsubishi do Ingo!!! Ou se preferir me avisa que tem um Niva inteirasso vendendo aqui perto, bem equipado e sem exagero.
INSCREVER o Ladanos, INSCREVER!!!
Histórico, esclarecedor e sensat0, o texto do Ingo.
Entretanto, ele não tocou no ponto que realmente me incomoda e me revolta na Estoque Car: o show feito para convidados, os das empadinhas e bonés, que ficam nos melhores lugares, e que vão ao evento somente pelo “almoço grátis”. E, para os fãs de automobilismo, sobram lugares ruins e desorganização.
Aqui, em Brasília, na última vez que fui a uma corrida da Estoque, quase saí no braço com um segurança. Eu, pagante de ingresso, como vários outros “otários”, tivemos que assistir a 2 ônibus de um patrocinador de genéricos pararem na entrada dos pagantes, descerem várias pessas vestidas com as cores do patrocinador (2 ônibus CHEIOS, não esqueçam), e FURAR A FILA, enfiando essas pessoas nas arquibancadas de pagantes, na frente de todo mundo que PAGOU pra assistir!!! Xinguei, tentei brigar, argumentar, tudo o que estava ao meu alcance. Chamei até a polícia, que nada pôde fazer, por ser um evento particular. É o reflexo de um país de povo trambiqueiro e espertalhão.
E aí, caro Ingo, como ficam os entusiastas que atém tentaram apoiar a categoria, mas esbarraram na falta de profissionalismo e seriedade de quem a mantém?
Concordo com o Ingo. Para o desenvolvimento das corridas no Brasil, acharia interessante a CBA COPIAR (MESMO, NA CARA DURA) o modelo da Argentina. Fico abismado a quantidade de categorias que lá correm (vejam o programa VelocidadSur no SPEED) . Tem até categoria de turismo com carros V6 importados, correndo mercedes, ford, peugeot e outros. Sem falar nas categorias de protótipos. Dá uma vergonha …
Com argumentos escritos de maneira tão sincera e sem qualquer agressividade, certamente ele nos trouxe de volta a nossa realidade. Infelizmente a Stock ainda não conseguiu atrair a minha audiência, até porque fica a mercê dos horários determinados pela transmissora, mas pelo menos agora conseguiu o meu respeito. Parabéns ao Ingo e parabéns também ao Flávio, afinal não só proporcionou espaço à Stock Car neste que é disparado o maior e melhor site de automobilismo do Brasil, como divulgou as colunas do Ingo no seu Blog, fazendo seus leitores conhecerem todos os pontos de vista.
Sou fã incondicional de corridas, contudo, in loco, nunca mais. Talvez a Indy 500. No Brasil, não há respeito com os VERDADEIROS torcedores. Seria uma boa para o Alumão, nesse caminhada a Presidência da CBA(Cambaliante bizarra associação), tomar as rédeas desse desleixo para com os que tem sangue nas veias.
Concordo inteiramente com o grande Ingo, eu vejo a STOCK CAR por que gosto, não por que tenha Peugeot, Chevrolet ou Mitsubishi, assisto desde que tinha somente os vectras, qual a diferença de correr com motores todos iguais ou diferentes se a única coisa que vemos é a bolha.
Isto é que é uma VERDADEIRA unanimidade, em 100 comentários uma totalidade de manifestações de apreço, admiração, reconhecimento, concordância, e, incontestabilidade!!!!
É muito bonito de se ver (ler), e apesar de parecer algo fácil, bastando apenas competência, não o é. Isto é para pessoas especialíssimas, que merecem ser “endeusadas” em suas atividades.
PARABÉNS INGO!!!
100% UNANIMIDADE!!!!! (desculpem a redundância)
ele dá show com aquela lambo na gt3…
A idéia de comprar um Lada pra colocar na lanterna é genial: Veja o meu caso: ganhei uma maçaneta de dkw e saí procurando um dkw pra colocar na maçaneta. Depois de dois anos achei, não um, mas dois. Preciso agora de mais duas maçanetas….
Ningém tem uma lanterna de lada sobrando pra eu começar o meu???
`a destacar das palavras de mister ingo:
***”Porque se nós dependêssemos de órgãos oficiais, a categoria estaria morta, como também estaria morta a Fórmula Truck, que também vive em função do envolvimento das pessoas apaixonadas pela categoria, ou seja, não tem nenhum tipo de apoio de federação ou confederação, como existe em outros países.”***
quem sabe aposentado, com um pouco mais de tempo, ingo deixe de ser pai apenas da stock e adote o automobilismo brasileiro via presidências, primeiro da fasp para um expurgo geral, depois da cba para limpeza total.
torço e acredito que o alemão não deva ter estômago para aguentar a canalha, pelo que provavelmente sentaria o porrete na corja encostada.
jogo de cintura já mostrou que tem!
Pois é. A tão elogiada coluna do Ingo nada mais é do que a esmagadora opinião de seus leitores – sintetizada num texto organizado e agradável – que insistiam em dizer que automobilismo se faz do jeito que é possível fazer. Eu mesmo citei que estamos no 3o mundo e por isso não adianta sonhar em termos uma Le Mans Series tupiniquim, um Super GT nacional um WTCC brazuca, que por sinal, também citei na triste tentativa de implantarmos aqui o Superturismo Sudam. Flavinho, tomo a liberdade de parafrasear o Ingo. Não adianta nadar contra a maré.
O Ingo sempre foi um Ídolo para mim, muitas vezes fui à Intrelagos só para ver o Ingo nas provas de multimarcas, de BMW e de Stock Car. A Stock Car não me disperta tanto interesse, estive em Interlagos este ano, pois ganhei os ingressos de um patrocinador e aproveitei para levar o meu filho.
Com tudo que acabei de ler no Diário de Despedida do Ingo, dou o braço a torcer, é uma categoria heróica em um país que praticamente matou seu automobilismo, que não tem apoio das indústrias e não recebe ajuda do governo, ví o tempo passar diante dos meus olhos sem poder me tornar um piloto, que era meu sonho, e provavelmente vou ver novamente isso acontecer com meu filho. Se tivessemos o automobilismo brasileiro nas mão de pessoas como o Ingo, a história seria outra, teríamos várias categorias nas pistas, com apoio das indústrias e mídia, e poderíamos ver novos talentos surgirem.
Ingo, parabéns, por tudo que fez e ainda poderá fazer.
Polêmica saudável e uma coluna brilhante.Fica mais claro pra mim e acho q a todos que aqui frequentam, q é a paixão pelo automobilismo que move este esporte no Brasi. E não é uma coisa do automobilismo atual, mas sim da história do automobilismo neste país. Caras como o Ingo são Heróis de sobreviver aqui desta forma.
eric, per favore, sabe da existência de vídeo deste pega entre ingo x burti x mitsubishi x f-1?
Mas a guerra dos trocadilhos ainda não está acabada!!! Se a Stock, nas palavras do Gomes é Estoque, o “Blig do Gomes” é “Blog do Gomes” nas palavras do Ingo. E ele poderia esculhambar com algo do tipo “Blogue do Gomes” ou “Bligue do Gomes”, mas, como sempre, o Alemão é sempre muito polido.
Assim como o Ingo demonstra sua paixão pela Stock sera que não existe alquem que faça uma categoria de formula nesse mesmo modelo ?
Afinal hoje só existem , como o Ingo diz , a Truck e a Stock pela paixão de alguns abnegados.
Parabens Ingo por tudo o que voce representa para o automobilismo brasileiro
A coluna do Ingo, mostra o que a gente já sabe!
Cadê o investimento em automobilismo no Brasil?
Não tem.
Eu tive a oportunidade de ver a Stock Car em 2006 dos boxes, achei o máximo…alta competitividade, seja com bolha ou não.
Se o Ingo pudesse me ouvir,,,, modestamente eu iria dizer a ele pra quando sair da Stock criar uma categoria e ser presidente da mesma,,,,,,, uma categoria diferenciada show,,,,, exemplo,,,,, 05 Toyota Camry,,, 05 Audi A4,,,,, 05 Honda Acord,,,, 05 BMW 330,,,, 05 Mercedes C novos,,,, e 05 Jaguar S,,,,,,,,,, grid limitado a 30 carros sendo 05 de cada marca,,,,,,, todos equalizados com o mesmo peso e a mesma potência,,,,,,,,, imagine o show,,,,,,,,, imagine o desfile destas celebridades,,,, destes carros magníficos,,,,,,,,, é bem provável que o custo seria menor que o atual da Stock,,,,,,, pois vc pode resumir o final de semana a sábado e domingo e limitar os orçamentos por exemplo e o uso das peças,,,,,,,, o Ingo é o cara pra ser presidente e cuidar de uma categoria assim,,,,,,,,,,,,, valeu