FIM
PEQUIM (hi, London) - A China termina seus Jogos como campeã absoluta nas medalhas de ouro, com 51, mas perdendo para os EUA no total: 110 x 100. Assim, a imprensa americana dirá que os EUA ganharam, e o resto do mundo dirá que a China ganhou.
O que não tem a menor importância.
Serão muitos os balanços baseados em números, todos muito interessantes, que vão pipocar na imprensa especializada nos próximos dias: o crescimento de um país, a queda de outro, a relação medalha/habitantes, ouros per capita, recordes, PIB, IDH, tudo. Digo que são interessantes porque o esporte, em muitos casos, é o espelho de uma nação. E, normalmente, os países mais desenvolvidos acabam à frente daqueles que ainda têm coisas para resolver.
Oh, grande novidade.
A novidade é que não é sempre assim. O Brasil, por exemplo, terminou os Jogos de Pequim à frente da Dinamarca, da Suíça, da Finlândia e da Bélgica. Não quer dizer que seja um país mais aprazível para se viver do que esses todos. E ficou atrás da Jamaica, do Quênia e da Etiópia. Sendo muito sincero, eu não trocaria as ruas esburacadas da minha querida e problemática São Paulo pelas ervas jamaicanas, pelos rinocerantes quenianos ou pelo famélico landscape etíope.
O resultado final de um país numa Olimpíada indica, na maior parte das vezes, como ele se preparou esportivamente, e qual o grau de prioridade com que distingue certas modalidades. Só isso. A Dinamarca e a Finlândia, por exemplo, estão cagando e andando para os 100 m rasos ou para o futebol. Mas vai ver o que eles fazem nos Jogos de Inverno com esquis e patins. É tudo uma questão de prioridade.
Dos 204 comitês olímpicos nacionais inscritos para os Jogos, 87 foram agraciados com ao menos uma medalhinha. 55 ganharam medalhas de ouro. Sete ficaram com apenas um bronzezinho, e acho que cada um desses sete merece uma lembrança: Afeganistão, Egito, Israel, Moldávia, Ilhas Maurício, Togo e Venezuela. No total, foram distribuídas 958 medalhas, 302 de ouro, 303 de prata e 353 de bronze.
O Brasil ficou em 23º no quadro de medalhas, com três de ouro, quatro de prata e oito de bronze. Pelo critério de total de medalhas, as 15 brasileiras colocam o país em 17º. Igualou-se o recorde particular de Atlanta/1996, também com 15. Mas não o desempenho de Atenas em ouros, cinco.
Isso tudo, de um ponto de vista muito pessoal, também não tem a menor importância. Alguém haverá de dizer, se já não disse, que o Brasil foi demais, nunca chegou a tantas finais, está na cara que está crescendo “a nível internacional” e tudo mais. Alguém haverá de dizer que foi uma merda completa, que a ginástica foi um fiasco, que o judô deveria ter trazido um ouro, que a natação foi um embuste, tirando o Cesar Cielo, que o futebol foi uma vergonha e todo mundo terá razão, tanto aquele que achou que foi demais, como aquele que achou uma bosta.
Eu não achei nem uma coisa, nem outra.
Achei que um mês de China iria me encher o saco, porque ando meio impaciente, ultimamente, com quase tudo. Achei que um mês de China seria um transtorno que colocaria minha vida de ponta-cabeça, porque no fundo ando me preocupando com muita coisa irrelevante, ultimamente. Achei que um mês de China, no fim das contas, para quem já fez tantas coisas na vida, seria apenas isso: um mês num país que não me diz nada de especial.
Mas não foi.
Cheguei há pouco mais de 20 dias, e quando tento me lembrar desse distante dia 1, parece que foi em outra vida. O primeiro contato com o apartamento, com minha nova cama, meu novo banheiro, a vista da janela, a gaveta dos talheres, o açucareiro improvisado, o prato da manteiga, a torradeira, o café solúvel, a textura da toalha, a visita ao supermercado, o cálculo dos preços, a nova portaria, o novo elevador, a mão das ruas, os cheiros das calçadas, os sons das buzinas, o encontro com os colegas da TV, a primeira visão do Parque Olímpico, a imersão nos estúdios, o lugar na sala de imprensa, o gosto da comida, a chegada do trio, o pub da primeira noite, o restaurante da segunda, os bares da terceira, e grava, e escreve, e entrevista, e telefona, e vai até ali, e volta para cá, e encontra um, e encontra outro, e tudo começa a ficar familiar, uma nova vida vai se construindo a cada minuto, a cada visão pela janela do táxi, a cada caminhada sob o sereno da madrugada pelas alamedas de Chaoyang.
Como se vê, é muito mais do que um evento, mas um mergulho mesmo numa nova vida, em que não há dois dias iguais, porque eles são pautados por aquilo que não é a sua vida normal, um dia é um jogo, no outro é um salto, e depois um mergulho, e uma cesta, e um saque, e uma decisão, e um choro, e uma explosão de alegria, estamos aqui para isso, afinal. E quando o dia termina, e esticamos o dia ao máximo, esperando que mais novidades nos sejam apresentadas pelo acaso, porque só as agendas esportivas já não nos bastam, o sono passa a ser quase um estorvo, porque aí queremos mais e mais, sugar os dias até o bagaço, como sobreviventes de uma catástrofe nuclear que sabem que em algumas horas estarão deformados e mortos, e por isso cada segundo, cada um deles, tem de ser muito especial.
Foi isso, a minha Olimpíada. Não me comovi com recordes, mas me comovi com a noite calada das ruas de Pequim e com a maciez da pele de algodão nos bancos dos táxis que começavam e terminavam meus dias admiravelmente novos. Não me comovi com medalhas, mas me comovi com passeios que imagino terem sido longos por um parque onde algumas pessoas ainda andam de mãos dadas. Não me comovi com vitórias, mas me comovi com a simplicidade de um gesto, de um olhar e de um sorriso oriental. Não me comovi com derrotas, mas me comovi com a redescoberta da cumplicidade entre amigos velhos e novos.
Me comovi com os longos silêncios e com o reencontro comigo mesmo, com algumas lágrimas e gargalhadas que não julgava mais ser capaz de.
Me comovi porque aconteceram tantas coisas que eu achava que não aconteceriam mais.
Olho para o lado agora e tenho a impressão de que só eu tenho essas idéias distorcidas de algo que, provavelmente, não passa do que é. Que estou ficando piegas e bobo, que deveria fazer o que todos ao meu lado fizeram nestes dias, trabalhar mais, furiosamente, ver tudo, estar em todos os lugares, vibrar, socar o ar. E por isso fico de novo com a sensação de que fiz muito menos do que todos, muito menos do que poderia, muito menos do que deveria.
Mesmo assim, quando voltar levando tal remorso na bagagem, sei que vou chegar e sentir um vazio no estômago. Talvez o mesmo vazio que esta cidade vai sentir amanhã, quando tantas vidas que vieram até aqui com dia marcado para ir embora começarem a partir.
E as minhas 20 e poucas vidas novas de 20 e poucos dias diferentes em Pequim irão aos poucos se transformar em lembranças que com o passar do tempo ficarão esfumaçadas, difíceis de enxergar e de compreender, o que é uma pena, porque eu queria lembrar de tudo para sempre.
Autor: Flavio Gomes - Categoria(s): Pequim 2008 Tags: último post olímpico

Já que é pra se abrir,vai daqui uma menção honrosa para as Ilhas Mauricio por sua medalha de bronze e seu nome que desconfio é uma singela homenagem à minha pessoa.
abçs
Odeio despedidas. Seja Olimpíada ou Copa do Mundo, dá uma saudade e um vazio muito grande.
O mais legal de tudo é ver essa multidão de gente do mundo todo junto…ai, sei lá, fico sempre assim…”sentimentalóide”.
Flávio, a ESPN arrasou hj no Boa noite Pequim…amei tudo.
Como disseram, se lá em Pequim teve o Ninho do Pássaro, aqui no Brasil, pobre, sem cultura e sem noção, só há os NINHOS DE RSTO…e haja rato se lambuzando do poder vitalício que tem. Sai cambada de dirigentes aproveitadores…onde já se viu, onde foram parar 700 milhões de reais?
Se Confúcio vivesse nos dias de hoje e desse uma passadinha no Brasil, sei não, acho que daria um nó na cabeça dele!
´
É bom voltar pra casa.
Abraços da Karen
Maravilhoso o seu texto, eu particularmente não gosoto das olimpíadadas, nada contra, apenas não me chama a atenção, pra ser sincero, a última coisa que ainda me faz parar para assistir TV é a fila indiana do “Tio Bernie”.
Mas não podia deixar de ler o seu último post sobre as olimpíadas, pois adimiro muito o seu jeito de escrever, jornalista Flávio Gomes, e acredito, que quem gosta de olimpíadas teve uma cobertura ímpar por parte deste modesto blog.
Parabéns, a luta KONTINUA.
FG
O relato de sua experiência, p’ra variar foi dez.
Somos humanos, cada um tem uma reação ao que nos envolve. A sua foi curiosa, afinal é um pais comunista, mas dá p’ra ver que isto pode até funcionar para a economia, mas para o povo????
Os pitacos postados durante sua cobertura, foram p’ra lá de diferentes do que vimos na TV, mostrando um outro lado do show.
Parabéns, seu trabalho foi diferente e bom.
Valeu pela diversão da blogaida.
And now……… Voltemos a nossa paixão.
Carros, carros, carros….
RT
Amigo Flávio, tudo isso tem o singelo título de: “dor da partida”. Obrigado pela espetacular cobertura.
texto lindo Flávio.
Parabéns pela cobertura!!
abraçoss
Tá bom, volta logo pra cá-sa.
Coisa linda de texto, FG.
E pra quem conhece sua franqueza, sabe bem que cada palavra é verdadeira.
Obrigado por mostrar essa Olimpíada com olhos tão sinceros, tão particulares.
Parabéns pra voce, FG.
Grande cronista do cotidiano.
Conforme-se e alegre-se com esse seu talento excepcional, e por viver dele. Seria uma injustiça voce pilotar tão bem quanto escreve.
Ainda bem.
Pois se pilotasse assim tão bem quanto escreve, seria Campeão Mundial.
é …. a China lhe fez muito bem! Escreveu muito bonito, pois já pensei algumas vezes dessa forma também. Mas nunca consegui por no papel e, realmente, as lembranças vão se apagando. Não o sentimento! Parabéns!
PS: E o Massa ganhou!!
Muito bom o texto, Flavio.
E excelente cobertura. Não teve um único dia que eu não lesse todos os seus posts.
Essa sensação de ‘fim de festa’ é muito ruim. Parece que um pedacinho da gente vai embora e não volta nunca mais.
Parabéns pelos momentos vividos!!!!!! aqui na vida real o Massinha fez barba, cabelo e bigode hoje.
Senti sua falta junto com os canalhas da ESPN hoje, na despedia da equipe. Odeio quando o Trajano comanda essa palhaçada de juntar todos que trabalharam brilhantemente durante todo esse tempo para nos mostrar a cobertura mais legal e irreverente dos jogos de Beijin. Odeio porque bate uma saudade danada. E fico assim, como você, Flavinho, sentindo falta de tudo.
Você foi maravilhoso durante esse vinte dias. Com certeza esse será o comentário geral e eu serei apenas mais uma humilde blogueira a dar-lhe os parabéns pelo jornalista virtuoso que és. Já disse isso uma vez, e repito: um dia, quem sabe, quero poder escrever como você, para tentar melhorar como jornalista que sou. Você é o cara!
Um beijo enorme e boa viagem de volta!!!!
A minha memória é tão curta quanto a sua. Mas não faz mal.
Valeu Flávio. Parabéns.
Pelo menos entre uma e quatro vezes ao ano tambem tenho que ficar alguns dias ou mesmo semanas fora de casa, viajando a trabalho. Já faço isso há mais de 20 anos e algumas coisas que (penso que ) aprendi são: a melhor parte é sempre a volta para casa. O intervalo entre as viagens é aquilo que a gente chama de vida e as viagens em si são as “recargas” da bagagem da… vida.
FG, parabens pelos posts destes dias e tenha uma boa viagem de retorno.
Flavio,
Parabens!
Foi muito bom acompanhar, dia’rimente, as oimpiadas atrave’s do seu blog.
Voce tem uma visa~o muito especial de tudo ao seu redor.
Parabe’ns, novamente, excelente trabalho.
Abs.
Parabéns pela cobertura, tanto na TV, como na net e aqui no blog.
Caro FG
Para mim também tá esquisito. Este blog transformou a maneira de se acompanhar uma olimpíada para a blogaiada toda, e vou sentir falta.
Teu “desabafo” final mostra uma situação pela qual todos nós passamos um dia. O repensar das atitudes frente à vida, a questionar nossos valores, enfim, um conjunto de coisas que de repente passam a não ter a menor importância frente à outras. E é muito bom isto. Se possível fazer isto mais de uma vez. A gente sai renovado e com novos objetivos e desafios à serem enfrentados e novas conquistas que surgirão.
Bom retorno à SAMPA desvairada, suja, barulhenta, engarrada, mas única !
FG
Sua cobertura foi sensacional! A leitura diária do seu blog foi obrigatória p/ ver outra forma de enxergar a Olimpíada: real e divertida!
Esse ultimo post está maravilhoso!
Parabéns por tudo!
Flavio
Eu daria a minha vida para estar no seu lugar nesse um mês que vc ficou na China fazendo o que vc fez…
Apesar de ser um profissional da área de saúde e não ter a facilidade de me expressar, gostaria de manifestar toda minha admiração pela equipe olímpica brasileira e dizer que para nós, que temos sentimento brasileiro, VOCÊS, atletas, são, para nós “MEDALHA DE DIAMANTE”, pois para um país que só favorece atodos que não querem trabalhar nem estudar com uma “MEDALHA” de salário desemprego, salário gás, salário leite, …. PARABÉNS POR VOCÊS EXISTIREM!!!!!
Cara, tu é um poeta! Parabéns pela cobertura. E obrigado pelo blog!
Como um atleta que perdeu a corrida no tempo, mas ganhou na experiência: o tempo de vida pela sua densidade, não pelo seu cronômetro.
Sempre me pergunto por que seres humanos de todo o mundo impressionam-se tanto com o jogos olímpicos. São apenas uma fantasia, na qual todos – uns aos outros – fantasiam que estão maravilhados.
Parabéns pela cobertura Flávio, sempre procurando fugir do lugar comum e com posts interessantes sobre a Olimpíada; acho que a Olimpíada é isso, resultado do que se faz à médio e longo prazo pelo esporte e para isso, seria muito melhor que tivermos mais educação e respeito ao atleta em nosso país, não apenas em grandes competições, mas durante todo o ano.
Por fim, apenas duas coisas realmente me comoveram nesses jogos: as delegações pequeninas dos países pequeninos e o pranto das meninas do futebol. Estas, sempre esmagadas sob o pé enorme do futebol masculino. No Brasil, porque em Pequim elas estiveram no degrau da prata, não do bronze…
Parabéns pela cobertura, feita de forma impar e impagável, como sempre…também pra variar, a ESPN Brasil deu um banho no resto. Valeu, e muito. Grande abraço e bom retorno.
Que pena que essa sua querida São Paulo é tão suja e violenta,e isso que causa uma tristeza em todos os paulistanos.
O triste deve ser isso,volta pra violência do cotidiano de São Paulo,onde estamos sujeitos a todo tipo de atrocidades.
Boa volta,mais cuidado,quando desçer aqui olhe pros lados.
FG,
Vimos como sempre a F1 no Lousão.
A trupe de sempre, com o Joaquim barbarizando nas histórias, de deixar muita gente de cabelo em pé.
Para imaginar, teve até roda de discussão da causa mortis do Gunnar Nilson.
Seu texto é complemento daquilo que comentamos.
O Flavio é foda com ph.
Parabéns FG.
oooooooo…. q textinho mais bonitinho… ehhehehheheh
isso ae bola pra frente, e nao tenha pena pela fumaca q vem sobre sua memoria, em geral ela apaga soh as coisas ruins… Por isso as memorias sao sempre tao doces, mas isso nao quer dizer q fique mais dificil de compreende-las pq mtas vezes acontece o contrario…
abracos.
Parabéns pela abordagem e pelo belo texto. Como sugestão penso que teu material olímpico daria uma revista bem interessante.
Muito bonito o seu comentário, Flávio.
Acho que o mais importante numa olimpíada não são as vitórias, os ídolos, essas coisas. O bonito numa olimpíada são 200 nacionalidades juntas, durante um mês, trocando experiência, numa grande miscigenação cultural.
Seu texto mostra um pouco disso.
Tenha uma boa viagem de retorno, e fique com Deus
texto excelente. uma das melhores coisas nessa olimpiada foi acompanha-la atraves do seu blog, sob uma otica diferente e muito pessoal. esse texto finalizando nao poderia ser diferente. ficou 10!!!
Parabens !!! Esperamos que nao tenha sido o ultimo a respeito das olimpiadas, pois depois que passa, vamos lembrando de alguns fatos ou tendo uma impressao de algo que nao temos no “calor” do momento…
um abraço !
Flávio, seus relatos no blog da vida em Pequim foram excelentes e com os vídeos que você postou no youtube vimos algo diferente de uma cobertura da olimpíada, especialmente a parte do parque que você gravou no domingo passado! Demais!
Parabéns pela cobertura! Boa viagem de volta!
Abraços!
o melhor texto sobre as olimpíadas…
Cada um com sua visão particular dos Jogos. Como sempre, a sua foi espetacular!
Eaiii Flavinho, PARABÉNSSS!!!
Show a cobertura do jogos.
Valeuuuu
Flavinho,
Lindo texto!!!
Parabéns pela cobertura.
Será quem vem um novo “Boto do rio Yangtzé???”
rs…
o brasil leva uma quantidade enorme de atletas,o absurdo que eu acho,o cara da maratona chegou 38 lugar e achou bom, sei la deveria ter uma delegacao menor,mas com mais qualidade,muitos dos atletas cairam na primeira fase eliminatoria……… a diferenca e essa,nao sei se deu pra entender
Valeu FG. Lindo demais seu texto.
Cada dia que passa melhoras mais e mais!
FG, tu tá sensível demais … Crise da terceira idade ?
Muito bacana o texto, parabéns! Conseguiu falar de coisas verdadeiras, humanas, sem ser piegas……
Parabéns pelo texto Flávio, se eu que fiquei aqui vendo pela TV já sinto um vazio, imagina quem viveu de perto e ‘in loco’ essa experiência , deve ser uma mistura de sentimentos bons por tudo que se viveu e ruim por tudo ter acabado . Imagino que ver a bandeira olímpica sendo baixada, a tocha apagada deve ter te dado um aperto no coração…aliás hj eu abdiquei da F1 só pra ver os últimos momentos da Olimpíada (a ‘emissora oficial’ da F1 preferiu Valência do que a cerimônia de encerramento que finalmente vi em um outro canal) . Afinal F1 tem todos os anos, uma Olimpíada não. Acho que vai ser difícil Londres superar esse encanto que os chineses deram ao mundo.
E espero que tu volte a cobrir um evento esportivo logo logo , em janeiro tem o Rally Dakar no Chile e na Argentina, todos aqui iriam celebrar mais uma cobertura como foi a de Pequim que pra nós tbm será inesquecível , se nos sentimos mais próximos de Pequim foi pelos teus vídeos e impressões aqui publicados . Foi um trabalho EXCEPCIONAL. Parabéns Gomes.
Parabéns Flavio, pelo seu trabalho. Medalha de ouro em literatura.
Estamos todos esperando ansiosamente por você.
bjos
Francamente, fica até irritante TER que elogiar seus rabiscos.
Nem pode ser diferente é claro. Vai escrever bem lá na academia pombas, pq tem um monte que usa o fardão sem merecimento.
Enfim, coisas próprias do nosso Brasil.
Doces escritos que permitem aflorar sentimentos que a maioria quase absoluta, faz questão de esconder.
Ouso dizer que vc é, realmente, um cara feliz por inteiro.
E não tem vergonha de mostra-los.
Os percalços do dia a dia nada tem a ver com isso.
Parabéns cara, vc merece todos os elogios, sem frescuras porque é verdadeiro.
Bem vindo de volta, para com os teus; e com seus muitos amigos…
E na polemica do Padock, dei minha versão da história do Gunnar, conforme o Emerson contou. NãO bate com a do data-Joaquim. E agora?
Parabéns….pela sensibilidade e por mostrar uma China diferente…. tambem não me comoví pelo ouro das mal educadas do volei mandando -nos calarmos a boca, tambem não me comovi por recordes – são treinados para isso, cumpriram sua missão e não mer comoví pela perfomance do Brasil – a nossa vida continua como sempre. Bacana nesta olimpíada foi descobrir seu blog: isso foi ouro dos mais valiosos! de carro não entendo muito, mas gosto de literatura! Parabéns e obrigada!
Valeu Flavio! O texto maravilhoso de sempre.
Parabens pela sua cobertura dessa Olimpíada.
Foi muito bom acompanhar tudo por aqui, da maneira como voce nos enviou.
Uma visão totalmente diferente de todos os outros orgãos de comunicação.
Estivemos o tempo todo na China, sem ter saído daqui.
Medalha de Ouro pra voce!
Flávio,
para ser sincero, não gosto de comentar nada nestes blogs da vida, mas eu ainda acho que existe inteligência nesta nossa terrinha chamada Brasil.
Nada disso que esses “donos-da-verdade” tentam empurrar pela güela abaixo seus comentários ufânicos (credo inventei uma parola) , aliás sem sei se alguém lê essa porra.
Fico p.da vida e só confio em você, sabe o que falta realmente… em tufdo, não só hoje … aliás somos passionais d+ … MATÉRIA PRIMA DE QUALIDADE… em tudo. Pense bem, receita para tudo é fácil …. o que falta SÃO INGREDIENTES de qualidade.
Que droga … estou bêbado, chateado e com muita coisa na cabeça para falar, PRECISAMOS de matéria prima de QUALIDADE para sobressair. Saco vou parar … ciao fraleto
Gomes, ainda bem que acabou as olimpiadas, agora vamos falar de corridas, F1 essas coisas?
Mais sincero, impossível.
Obrigado pela cobertura sob o olhar de alguém que tem o olhar diferente.
Abraços !
Fabio Nigeriano.
Flávio, Parabéns pela cobertura. Passava o dia todo esperando chegar a noite para ir pra casa ler os seus textos da cobertura do dia. Como alguém mesmo citou num dos posts anteriores: você é um grande cronista do cotidiano.
P.s: Só não fique triste com o resultado da Portuguesa hj…
sds,
Samuel.
Parabéns Flávio , pelo texto e pela cobertura durante os jogos ,só segui as olimpiadas aqui pelo blog e francamente foi um pouco diferente das anteriores quando acompanhava pelos jornais ,foi muito mais divertido.
Este ano não coloquei a mão em papel algum para ler algo sobre os jogos ,um dia o jornal de papel vai acabar mesmo.
Putz… de arrepiar esse trecho:
“E as minhas 20 e poucas vidas novas de 20 e poucos dias diferentes em Pequim irão aos poucos se transformar em lembranças que com o passar do tempo ficarão esfumaçadas, difíceis de enxergar e de compreender, o que é uma pena, porque eu queria lembrar de tudo para sempre.”
Quantas vezes não me peguei pensando exatamente nisso e não conseguia exprimir isso em palavras.
Você é o cara, Flávio!
Tu eh piegas demais,,,,,, assim como eu… Comovente, o seu texto.
Emoção eh o que move o mundo. E viva a peguice!!!
A vida é assim mesmo, muitas vezes nos pegamos pensando, se fizemos de menos, se poderiamos fazer mais, etc…etc…
Mas não podemos esquecer que a vida é uma dádiva de Deus, mesmo que alguns não possam ter oportunidades de vive-la plenamente.
A sua viagem a China está acabando, a minha começa sexta-feira proxima, estarei rodando por várias cidades e empresas desse imenso pais que conheci um pouco mais através da Olimpiadas, da ESPN e desse blog que participo a tanto tempo.
POrtanto Flávio, sei que no final de setembro, estarei pensando em várias coisas como vc fez, mas tbm saberei que fui até a China e lá vivi um mês.
Parabéns pelo seu trabalho.
Anselmo / São Bernardo do Campo
VAMOS APELIDAR A MAUREEN DE ” MAUREEN MAGGICA”
Flavio. Na minha opinião a maioria destes atletas brasileiros errou a data de embarque para Pequim. Eles deveriam estar chegando daqui a 10 dias.
A minha sensação é de que os jogos olímpicos começaram ontem. No entanto, vinte dias já se foram. Foram vinte dias de alegrias e tristezas, mas tem razão o Sr. Gomes, as olímpiadas de Pequim já são estão no passado e olhando bem tudo já parece tão pequeno.
Amanhã é segunda, a vida continua como sempre.
FG obrigado por sua cobertura peculiar.
Belo texto! Existe gente que sabe usar tão bem as palavras, não?
Você sabe
…
Eu tinha uma idéia muito diferente da China.
Ao contrário de muita gente, um tanto quanto ‘deslumbrada’.
Se essas olímpiadas não foram das melhores para os brasileiros, para mim serviu bastante para ver bem que tipo de país a China é. (O caso da menininha que canta e não aparece é um absurdo)
Acompanhei os jogos e numa tarde quente aqui no Brasil, enquanto Pequim dormia, tive a oportunidade de assistir um programa muito bom sobre a China e uma chinesinha da minha idade, que demonstra bem a realidade que qualquer país iria querer esconder; chama-se “china blue”, vi que postaram algo a respeito em um outro tópico também aqui, mas sem o link seguinte. acho que todos que tiverem a oportunidade, devem ver do que se trata, ao menos.
http://video.google.com/videoplay?docid=-5054461327445069014&ei=Ji2ySK7jBZSUrgL31YnwDA&q=china+blue&vt=lf
Essa farsa de ‘está tudo bem, ocidente, veja como a nossa casa é arrumada’ pra mim já era. os manda-chuvas conseguiram incutir bem na cabeça do seu povo a relação entre esporte/vitória e nacionalismo.
Só lamento pela maior parte de toda a gente que contunua sofrendo na mão desses governantes pirados.
Tenho que reconhecer que o esforço feito foi dos maiores para passar uma boa imagem pro resto do planeta. mas do que adianta?
Deveríamos organizar umas vaquinhas e pagar para você continuar viajando, E escrevendo, claro. Mas você tem família e precisa voltar. Então boa viagem. E muito obrigado pelo belíssimo trabalho.
Você tem a sua versão para a morte do Gunnar ? A polêmica vai render…
Valeu.
É triste ver que a potência desportiva que o Brasil é não ter prioridades.
Um facto (acho que pode ser facto): se a selecção brasileira estava com a bola toda, depois do penta, porquê Filipão abriu mão da sua permanência na selecção? Prioridades! A CBF não tinha presente a prespectiva de um futuro brilhante.
É só um exemplo.
Porquê esses famélicos países estiveram a frente do Brasil? Pura e simplesmente prioridades.
Do meu nem vou falar. Aqui até mandaram nadador doente para Pequim. Aqui parece que faltam políticas.
Um abraço moçambicano.
Excelente cobertura!
Fim de olimpíada é como despertar em meio a um sonho maravilhoso… Dá aquela raiva misturada com lamento de não poder voltar a sonhar. Belo texto, Flavião! Olimpíada é magia pura!! Até 2014.
don gomes, se nao der um pau geral no servidor do ig e vc nao tiver backup do blig, vc vai se lembrar de tudo para sempre sim.
tá tudo, ou quase tudo, muito bem registrado. parabéns pela cobertura. vc é um cara emocional, antes de qualquer coisa. enxerga muito além do normal. dá mais valor pras pequenas coisas e gestos do que para coisas grandiosas e que valem dinheiro.
isso é viver!
volta logo. walter te espera. e nós tb com as palhacadas automobilísticas.
assista o filme Stalker do Tarkovsky. um espetáculo que tem a ver com o que vc viveu agora.
abracao,
pedro
EU NAO CONHECIA O SEU TRABALHO,GOSTEI MUITO, A OLIMPIADAS ACABOU,MAS VOU PROCURAR ACOMPANHAR O SEU TRABALHO,VALEU!!!!!!!! UM ABRACO DAQUI DO JAPAO
aproveita e trás uma lembrancinha para mim.
Cacildis Kamarada!!!
isso dever ser o famoso “Espirito Olimpico” que eu julgava ser mais um produto de marketing, mas lendo suas palavras e por vim de você, vou ter que rever meu conceito.
Daqui dos tropicos, ao menos para mim essas olimpíadas, me pareceram bem cinza, talves o cinza do comunismo chines, das proibiçoes, das mordaças; nao senti nessas olímpiadas “a marca” daqui de longe me pareceu tudo muito aceptico, nao teve a metropole com ar de cidadezinha como em Sidnei, nao teve todo o peso da Historia como em Athenas, mas enfim minha opinão nao conta muito, e talvez nem lida seja, essa olimíada conseguiu me deixar indiferente quanto ao seu fim, volta que estamos com saudades, Valencia ficou meio sem referencia sem seus comentarios.
Parabéns pelo grande trabalho e obrigado por toda a informação que foi capaz de nos repassar de uma forma tão objetiva e original, que pra mim é sua marca registrada.
Agora, os seus textos sobre os locais que visita são algo… eu me sinto quase como se estivesse visitando a China. Saí apenas duas vezes do país, sempre pra Argentina, e sei exatamente o que você está falando. Essa sensação de que uma, duas semanas parceram um ano é algo impagável na vida. É exatamente isso que acontece quando visitamos lugares diferentes e mudamos tudo na nossa rotina. Acabamos por ganhar um monte de dias de vida, mesmo que apenas no nosso imaginário.
Seus textos quase nos fazem sentir essas sensações. O seu livro é repleto dessas “sensações”. Torço para que você um dia volte a cobrir as corridas de F-1 de novo “in loco”, só para que você possa escrever um volume dois do seu livro.
Grande abraço Gomes. Boa volta ao Brasil.
Simplesmente a melhor cobertura da olimpiada foi a sua.
Foi uma visão completamente diferente daquela rasgaçao de seda que estamos acostumados.
Posso dizer que 90% da olimpiada eu acompanhei pelo Blog e o resto, quando conseguia ficar acordado, pela espn.
Parabéns para você Flavio e para os medalhistas brasileiros.
O que ficou pra mim? As histórias do treinador abandonado, da vara perdida, e principalmente da total ineficiência do COB.
Fico imaginando como seria a abertura e o encerramento da olimpiada no Brasil.
Maravilhoso texto e cobertura dos jogos.
Só vc mesmo FG,o iluminado.
Confúcio já perguntava ao Gah…fanhots…..hehehe
-Quem é esse baixinho que já brigou com o grilo?
Gah….fanhévers respondeu:
É um piloto de Lada no Brasil…..e Confúcio mandou o tabefe nas antenas dele e retrucou:
-Ninguém é piloto correndo de Lada!!!!!!!!!!!!
Gah….puto da vida respondeu:
-É aquele do DKW #96!!!!!!!!!!!!!!
E Confúcio respondeu com uma bica nas balls:
-Isso é para vc aprender a não inventar mais histórias!!!!!!!!!Quem trocaria um DKW por um Lada?????
É incrível a facilidade de algumas pessoas de expressarem com as palavras os sentimentos , o cotidiano e a vida.
Você é uma delas.
bem melhor, do que ler o Mainardi.
véio… o texto é massa, mas acho que vc esta entrando em depressão, se já não está.
Como sempre, lindo texto.
Perfeito!
Seja bem-vindo de volta.
Sensacional este texto !!!
Parabéns !!!
Ah… A cobertura da ESPN Brasil, como sempre, foi espetacular !!!
abços
FG, se revele: você se apaixonou pela China.
Chovendo no molhado, parabéns pelo trabalho etc..etc..etc..
Nós pudemos matar as saudades do seu trabalho de Jornalista, etc..etc..etc..
Mas, creio que faltou juntar, Flávio, que voces viveram em um ambiente controlado durante essas 3 semanas, com Pequim esvaziada, obras paralisadas, gente às pencas sendo obrigada pelo governo a deixar a cidade para não fazer má figura.
Sei não, não me convenceu. Queria ver se tudo seria às mil maravilhas no dia a dia normal da cidade. Creio que sua impressões seriam bem outras.
Rs, já era de se esperar um texto com essa qualidade. Qualquer comentário que eu fizer aqui será mínimo. Portanto, resta-me apenas dizer “MUITO OBRIGADA” por nos proporcionar posts assim.
Agora, a respeito das Olimpíadas, lágrimas mesmo só com César Cielo. Destaco também Phelps, Isinbayeva, Bolt, Kobe Bryant & cia. e a dupla campeã de volêi de praia Walsh e May. Dá gosto de vê-los em ação!
Outros destaques: os impressionantes “Ninho de Pássaro” e “Cubo de água” (esse, meu favorito! Nunca vi coisa mais linda!). Não gosto de adjetivar, mas não tem jeito: monumentais!!!
A simpatia do povo oriental também não pode ficar de fora.
E agora, o que merece destaque total: a China conseguiu firmar-se como a principal potência esportiva mundial. O plano de 119 medalhas não foi atingido (eles perderam algumas medalhas certas, assim como outros favoritos). Mas isso pouco importa. O que importa é que o país deu uma lição de como se fabrica campeões.
Para se tornar um dia uma também potência olímpica, o Brasil tem muito o que aprender com o seu colega do grupo dos países emergentes.
Caro Gomes,
Acompanhei os Jogos basicamente por meio de seus relatos. E os considerei como ótimos. Exatamente porque você foi além. Além do ufanismo, além da performance, além do convencional. Estive na China junto com você. E não saí daqui do meu cantinho. Isso fez toda a diferença.
Não fique com remorso, mas jubile-se, pois você propiciou àqueles que não tiveram oportunidade de ir até a China de conhecerem um pouco mais desse imenso país.
Serei sempre grato a você.
Um abraço.
Beleza de texto, FG… aliás, no meio da mesmice e da turba ignóbil de nossos coleguinhas em coberturas como essa, é bom quando alguém destoa e traz outros lados, de coisas que, para a turba, parecem “viajadas”… bom seria se todos pudessem dar uma escapada da correria dos eventos e prestar atenção (e relatar) o que acontece por trás deles… e isso tu sabes fazer.
E quem dera se o espírito de superação mesmo desses pequeninos países que levaram só uma medalhinha de bronze (tira a Venezuela, que aquilo foi acidente) fosse o mesmo que renovasse a alma da nossa Lusa, ontem foi uma tristeza só. Mas não vem ao caso.
O que vem ao caso é que tu tá de parabéns pelo teu trabalho. A gente é que tem de agradecer… valeu mesmo! E boa viagem de regresso…
Flávio muito bonito tudo o que disse, e imagino que a maturidade traga esses sentimentos todos, principalmente a obsevação e valorização do realmente importa emocionalmente a voce.
Esportivamente falando, entre tantos comentários, observações geográficas e sociais, etc… me parece que faltou comentar o que será que aconteceu com Cuba?, me parece que há muito tempo a Ilha não tinha uma participação tão apagada.
abraço
Celso
Belo texto, FG. Gostei muito do último parágrafo
E a medalha de ouro do Massa não conta ?
Parabéns pela cobertura. Revival dos diários de viagem.
Valeu FG, agora antes de embarcar dê um soco no ar e diga:
“Eu estive aqui e venci, pois fiz o que tinha que fazer”!
Parabéns a você e toda a equipe pelo excelente trabalho!
BOA VIAGEM!!!
O que me interessa saber é a relçao dinheiro investido no esporte / medalha. Isso seria interessante saber, quanto custa uma medalha olímpica ? E comparar o tanto que a gente investiu com os outros países, e descobrir o que já sabemos, que a gestão do dinheiro no brasil é péssima.
O movimento olímpico tem um marco. Antes e depois de FG! Abs, cara. Prazer participar deste negócio ao seu lado. Já te falei, mas é a melhor cobertura olímpica de todas as feitas! E mande meu abraço ao Bonfim.
RESPOSTA DO FG:
Exageros serão coibidos neste espaço. Bonfim retribui o abraço.
O que posso dizer para melhorar esse clima de fim de festa é: Parabéns pelo excelente trabalho ! Para nós que estamos acostumados com sua visão muito particular das coisas, foi muito especial acompanharmos as olimpíadas em ritmo de Blog do Gomes, especial, novo e gratificante…
Welcome back
Caramba FG, quando vc acerta, acerta mesmo!!
De DKW para LADA.
Ou seja, voltemos ao normal.
Com procuração da galera, lógico que sem os consultar!
FG, está intimado, no Paddock a fazer um Workshop de uma noite só.
Nos relatar a parada macro, o Lousão que se vire com as limas da pérsia, e o cardápio.
Mas teremos o prazer de ouvir as histórias, e o parabenizar por estar sempre atento e plugado no que essa galera nova veio a frequentar, não seu blig, mas como diz o Ceregga, Chupa Flavio.
Uma coisa, Londrina Classic em Outubro. O Paulo deu a ficha já.
Ceregga, imagina o quadradinho torcendo a massa plástica naquele miolo de Londrina!
Saloma, É contigo.
E Regi, não arraste mais nenhum PM nas praças de pedágio da Castelo.
Afinal, de que morreu Gunnar Nilson?
NB, se pronuncie! Pois nem imagina que rolou de histórias ontem domingo no Paddock.
Obrigado por nos levar a Pequim com você. Obrigado por sentir e nos deixar sentir tão parecidos.
Essa sensação de dias intensos que passaram é gostosa, é como uma paixão de verão, uma garota que foi a mulher de nossa vida por fugazes 3 ou dias.
Admiro você.
Flavio (sem acento), você deve estar cansado de receber elogios, mas, sem muito esforço, engrosso o coro da turma. Afinal, o que é bom tem que ser valorizado (sempre fazemos duras críticas a coisas ruins, não é verdade?).
Você sempre trazendo algo além dos fatos. Acompanhar a sua cobertura de um evento singular como as Olimpíadas foi enriquecedor. Faça as malas para Londres hein, por favor…
Sempre bom ler seus belos textos.
Abraços
O Afeganistão ganhou medalha??? Isso sim é uma proeza!!!!
Espero que você não se esqueça do Gah-Fang-Yotung…
Seu texto dispensa comentários, Flávio.
E é justamente isso que te faz diferente dos outros…
E que bom que tá de volta!
Beijo!
Dê
Gostei.
A Olimpíada é bom pra lembrar que somos (ou acho que ainda somos) o país do futiba.
E só. Que país ridículo que somos….
Seu blog, faz bem. Muito bem.
Um abração.
É uma boa hora para escrever outro livro…….rs
Bem vindo novamente.
abs
Vou jogar essa dúvida aqui para o FG ou alguém que souber poder responder …
Vi que o número de medalhas foi 302 de ouro, 303 de prata e 353 de bronze.
O número de medalhas para o 1º, 2º e 3º lugar não deveria ser o mesmo ou isso foi devido a empates?
Abraços
Flávio, não sabia que você escrevia tão bem. Pensei que você só falava besteiras..rsrs…Parabéns, seus textos foram os mais interessantes e humanos que eu li na cobertura das Olimpíadas.
Espetacular o texto.
Parábens.
É isso aí Gomes, parabéns pelo texto, ficou fantastico e com uma visão diferente das coisas.
PS: Lá vem o Massa!!!