Publicidade

Posts com a Tag Vinnie Del Negro

domingo, 15 de janeiro de 2012 NBA | 12:02

CLIPPERS VENCE NOVAMENTE E LAKERS VIRA FREGUÊS

Compartilhe: Twitter

O Clippers é melhor que o Lakers. E o Lakers é freguês do Clippers.

Pelo menos neste momento, o primo pobre de Los Angeles, aquele pessoal que deve habitar em áreas como South Central, fala mais grosso que a turma de Beverly Hills, onde residem os milionários da cidade do cinema.

O Clips venceu novamente o Lakers. Foi ontem à noite, no Staples Center de Downtown LA, e desta vez por 102-94. Foi o terceiro jogo entre ambos nesta temporada. Repetindo ontem à noite, nas outras duas os pobretões saíram vencedores também.

Três jogos, três vitórias do Clippers diante do Lakers nesta temporada.

E desta vez não há desculpa alguma por parte dos endinheirados. Kobe Bryant fez 42 pontos e está bem fisicamente. Se o Lakers jogou sem Steve Blake, o Clips pode retrucar dizendo que Mo Williams também ficou de fora.

Não há o que se discutir no momento: o Clips é melhor que o Lakers.

TROCO

Mas não se desesperem e nem se descabelem, torcedores do Lakers: o troco poderá ser dado no dia do aniversário da cidade de São Paulo. Em 25 de janeiro próximo os dois times voltam a se enfrentar no mesmo palco, mas o piso será outro e os torcedores, por isso, serão 100% amarelinhos.

O último embate entre eles será em 4 de abril. Isso na fase de classificação. E novamente com o mando do Clips.

O Lakers terá, pois, dois jogos para tentar amenizar sua inferioridade em relação ao subestimado parente. Até lá, terá que aguentar todo tipo de gozação vinda da cozinha da mansão.

ESPETACULAR

Com a reforçada que o Clippers deu nesta temporada, finalmente a gente está vendo uma rivalidade acontecer em Los Angeles. E ela poderá ganhar contornos emocionantes se os dois se enfrentarem nos playoffs.

Já pensou como será?

E se isso ocorrer… Garota, eu vou pra Califórnia!

Mas ao contrário de Lulu Santos, não vou viver a vida sobre as ondas, não vou ser artista de cinema e nem penso em ser star.

O meu destino será o Staples. E o que eu quero é estar ao lado das estrelas e ver o jogo acontecer.

A chances de os dois times se cruzarem nos playoffs é grande. Então, garota, acho que realmente eu vou pra Califórnia!

IMPACTANTE

Chris Paul não atingiu as quatro dezenas de Kobe Bryant na pontuação. Foi mais modesto: ficou nos 33.

Mas ficou nos 33 tentos porque teve que sair mais cedo do trabalho por conta de uma lesão no tendão da perna esquerda. Faltavam 4:01 minutos para o jogo acabar. Não voltou mais.

Foi logo após ele ter marcado seu 33º ponto e levado o marcador em 95-82 em favor de seu time. Randy Foye entrou em seu lugar e não deixou a peteca cair.

Foram 33 pontos, seis assistências e quatro rebotes. Uma atuação espetacular. Mamãe Paul, que estava na plateia, aplaudia expansivamente o filhote querido a cada jogada estrondosa.

CP3 mudou a cara do Clips. O time com ele é contendor de respeito. Mesmo com Vinnie Del Negro comandando (sic) a equipe no banco de reservas.

Agora, se CP3 (foto “LA Times”) tiver que ficar alguns jogos de fora por causa da contusão, a vida do Clips ficará bem complicada. Vencer será problema.

“Eu não sei o que aconteceu, nunca senti isso anteriormente”, disse Paul em relação à contusão. “Parecia uma cãibra. Vou ter que aguardar até amanhã (hoje) para saber o que de fato aconteceu”.

Tomara que não tenha passado de um susto.

SEQUÊNCIA

Com a derrota, o Lakers viu acabar sua sequência de vitórias na competição. Até ontem, os ricaços de Los Angeles tinham acumulado cinco triunfos consecutivos.

E com a derrota, caiu da segunda para a quinta posição na Conferência Oeste.

FIM

Foi o quarto jogo consecutivo que Kobe Bryant marcou 40 ou mais pontos. Ao contrário dos três anteriores, desta vez o Lakers perdeu. No revés de ontem frente ao Clippers, Kobe cravou 42.

Nestes quatro embates espetaculares, o maior jogador de basquete do planeta acumula média de 43,0 pontos. Mas como nos prélios anteriores ele não chegou a estes números extraordinários, sua média no campeonato cai para 32,0 pontos, pontuação que o torna o principal artilheiro da competição no momento.

Nestes quatro jogos com 40 ou mais pontos, KB arremessou um total de 121 bolas contra as cestas inimigas. Cobrou mais 48 lances livres. Isso dá um total de 169 arremessos.

Isso mesmo, 169 arremessos; e 169 arremessos em apenas cinco dias.

Então, por favor, vamos parar com essa história de que Kobe está jogando no sacrifício, que está com a munheca lesionada, isso e aquilo.

Ninguém lesionado arremessa 42,2 bolas em média em quatro partidas se não estiver bem. E em cinco dias, repito, sem tempo de recuperação adequado.

Kobe está bem e ponto final.

Felizmente.

COMPLEMENTO

Deixo pra vocês complementarem a rodada. Portanto, se alguém quiser falar de outras partidas, fique à vontade.

Notas relacionadas:

  1. LAKERS VENCE MAS CONTINUA MAL
  2. LAKERS VENCE O JOGO DO ANO
  3. CLIPPERS DÁ UMA AULA DE BASQUETE PRA CIMA DO LAKERS
Autor: Fábio Sormani Tags: , ,

domingo, 13 de fevereiro de 2011 NBA | 13:16

CHICAGO: RECORDES PARA SE COMEMORAR

Compartilhe: Twitter

O Chicago fez ontem mais uma excelente vitória “on the road” ao bater o New Orleans, na Louisiana, por 97 a 88 (na foto AP, Carlos Boozer sendo marcado por David Andersen e Willie Green). Fechou sua segunda visita ao Oeste americano com recorde positivo. Venceu três de seus cinco compromissos.

Na “Circus Trip” realizada em novembro do ano passado voltou para a cidade dos ventos com um recorde igualmente positivo. Ganhou quatro de seus sete combates.

Contando jogos picados e estas excursões, o Chicago já fez 14 partidas no total contra times da Conferência Oeste. Venceu oito e perdeu seis, aproveitamento de 57,1 %.

Aparentemente, não é lá graaaaande coisa. Mas se formos levar em consideração que desde a época de Michael Jordan isso não acontecia, o resultado é extremamente expressivo e digno de comemoração por parte de seus torcedores.

Destas oito vitórias, cinco delas foram contra equipes com aproveitamento superior a 50%. Ou seja:

1)    Dallas (70,4%)
2)    Phoenix (51,0%)
3)    Memphis (52,7%)
4)    Utah (56,4%)
5)    New Orleans (58,9%)

Deste quinteto, Dallas, Utah e New Orleans fazem parte do G8 do Oeste. Ou seja: equipes que estariam classificadas para os playoffs caso eles começassem neste domingo.

As derrotas que vieram diante de equipes fortíssimas, como San Antonio e Lakers, não ocorreram por larga contagem. O Bulls perdeu para o Spurs por 103 a 94; nove pontos. Para o Lakers, por 98 a 91; sete.

Temporada passada, vocês bem se lembram, as derrotas eram vergonhosas: 25, 30, às vezes 35 pontos de vantagem para o adversário. Temporada passada, vocês bem se lembram, o técnico era Vinnie Del Nego.

Hoje o Chicago é treinado por Tom Thibodeau. Mudou da água para o vinho. Saiu um arremedo de treinador e entrou um treinador que pode ser, no futuro, chamado “The Coach”.

Como hoje são Phil Jackson, Gregg Popovich e Doc Rivers.

ANÁLISE

Dia desses eu escrevi que o Chicago não tem panca de campeão. Ainda acho que não tem. Deve cair nas semifinais do Leste. Ou para Boston ou para Miami.

Está desfalcado de Joakim Noah no momento; é verdade. Quando ele voltar a tendência é de melhora. E como este iG já publicou, isso deve ocorrer provavelmente na partida diante do Toronto, no Canadá, no dia 23 de fevereiro.

Ainda acho que o Chicago precisa fazer uma vitória contundente. A única expressiva que o Bulls fez fora de casa foi diante do Dallas. Naquele dia 19 de novembro, o time do Texas estava completinho da silva, com Dirk Nowitzki e Caron Butler em quadra.

New Orleans, Utah, Phoenix e Memphis, outras equipes com aproveitamento superior a 50%, não me parecem equipes com panca de campeão — assim como o Chicago. Então, é preciso relativizar estas vitórias.

Se formos olhar para Boston, Orlando e Miami, as três forças do Leste, o Chicago perdeu os dois jogos feitos em Boston. Não jogou ainda na Flórida nenhuma vez.

Então, fico aqui, cá com meus botões, esperando por mais algumas vitórias expressivas do Bulls fora de Chicago. Para ter certeza que o triunfo diante do Dallas, no Texas, não foi a exceção que confirma a regra.

DUELO

Desde que Derrick Rose entrou na NBA ele enfrentou Chris Paul em cinco oportunidades. E nas cinco saiu-se vencedor.

Isso mesmo: D-Rose jamais perdeu um duelo para CP3.

Ontem a história se repetiu. Desta vez em Nova Orleans.

D-Rose anotou 23 pontos, deu seis assistências, apanhou quatro rebotes e fez um desarme. Cometeu quatro erros e fez duas faltas. Tudo isso em 36 minutos.

CP3 anotou 15 pontos, deu as mesmas seis assistências, pegou dois rebotes e fez três desarmes. Cometeu dois erros e fez três faltas. Tudo isso em 38 minutos.

Com D-Rose em quadra, o Chicago esteve em média oito pontos na frente do New Orleans. Com CP3 em quadra, o Hornets este em média seis pontos atrás do Bulls.

Mesmo CP3 sendo freguês de caderneta de D-Rose, os dois são gênios da armação. E isso não significa que um seja melhor que o outro.

CP3, cinco anos na NBA, tem médias nesta temporada de 16,5 pontos, 9,7 assistências e 2,5 roubos de bola por partida. D-Rose, dois anos na NBA, tem 24,7 pontos, 8,1 assistências e 1,0 desarme por jogo.

São, como disse, dois gênios da armação (foto AP), que vão brilhar com muita intensidade por pelo menos uma década. Vê-los em quadra é um desmedido prazer.

RODADA

Na de ontem, a destacar apenas a vitória do Charlotte diante do Atlanta, na Geórgia, por 88 a 86, com grande atuação de Stephen Jackson: 32 pontos. Surpresa e tanto.

Na de hoje, dois jogos que vão nos deixar plantadas à frente da TV por muito tempo. O primeiro, às 16h de Brasília, é Boston x Miami; o segundo, às 18h30, é Orlando x Lakers.

VAMOS APOSTAR?

Eu acho que o Miami bate o Boston e o Lakers vence o Orlando.

Notas relacionadas:

  1. SHANNON BROWN FOGE DO “SCRIPT”; E LOS ANGELES LAKERS BATE O CHICAGO BULLS
  2. CHICAGO: UM PRESENTE PARA O NEW YORK
  3. CHICAGO, UM TIME SEM PANCA DE CAMPEÃO
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , ,

terça-feira, 28 de dezembro de 2010 Sem categoria | 23:23

BLAKE GRIFFIN, O QUE O FUTURO RESERVA PRA ELE?

Compartilhe: Twitter

O L.A. Clippers foi à capital da Califórnia e bateu o Sacramento por 100 a 99. Faz quase um dia, mas estou falando sobre isso agora por conta das mudanças no Esporte do iG (espero que vocês tenham aprovado).

Dos últimos cinco jogos, o Clips venceu quatro. Cresce de produção a cada rodada.

Blake Griffin, que será eleito o “Rookie of the Year” desta temporada (a menos que ocorra uma catástrofe), foi novamente um gigante: 24 pontos e 14 rebotes. Eric Gordon, ala-armador campeão do mundo com os EUA na Turquia em setembro passado, anotou 31 pontos. Ajudou muito.

Mas Griffin tem sido o cara. Ele veio do basquete universitário. Lá jogou apenas duas temporadas. Foi draftado em primeiro lugar no ano passado. Contundiu o joelho e perdeu toda a temporada passada.

Jogou dois anos no basquete universitário e ficou um ano parado. Até a bola subir nesta temporada, não tinha qualquer experiência na NBA — que é completamente diferente do basquete universitário. Não tinha qualquer experiência na NBA e nem em nível internacional.

E ainda por cima é treinado por Vinnie Del Negro.

Eu pergunto a vocês: o que o futuro reserva para Blake Griffin? Vocês podem me responder?

Depois que vocês responderem, eu continuo a falar sobre o assunto.

Notas relacionadas:

  1. ESPN MUDA JOGO A SER TRANSMITIDO NA QUARTA
  2. ESTREIA FORA DO SCRIPT
  3. É PARA SE TER MESMO PENA DE BLAKE GRIFFIN?
Autor: Fábio Sormani Tags: ,

quarta-feira, 14 de julho de 2010 NBA | 23:59

CLIPPERS, FUTURO DE T-MAC?

Compartilhe: Twitter

Muito parceiros deste botequim vivem me perguntando sobre Tracy McGrady. O que será feito de T-Mac nesta temporada? Ele vai jogar? Onde? Alguém se interessa mesmo por ele?

Sim, ele vai jogar. Se dependesse de sua vontade, seria no Miami, ao lado dos Três Magníficos. Mas parece que isso não será possível, pois o máximo que o Heat consegue oferecer a T-Mac é o mínimo. Ou seja: o “NBA Veteran Minimum”, que é de US$ 1.3 milhão por temporada.

McGrady quer mais do que isso. Acha que vale.

Mas eu acho um risco ofertar algo superior a esta quantia. Parece, no entanto, que surgiu um time na praça para oferecer uns trocados a mais: Los Angeles Clippers.

Como o primo pobre de Los Angeles perdeu Travis Outlaw para o New Jersey, seus dirigentes procuram outro “swingman” para o lugar vazio. Mas a oferta está condicionada à saúde do jogador; ou seja: a franquia está colhendo informações principalmente sobre o joelho de T-Mac.

Se estiver bom, um dinheiro será jogado em cima da mesa – e provavelmente ele irá pegar, pois será mais do que o Miami pode oferecer.

Importante: os planos de Vinnie Del Negro (isso mesmo, VDN é o técnico do Clippers!) para o jogador é usá-lo vindo do banco e não como “starter”.

Melhor coisa, pois assim tira-se pressão de seus ombros e diminuem as expectativas.

Temporada passada, em 24 partidas com a camisa do New York, T-Mac jogou em média 26:10 minutos por jogo. Fez 9.4 pontos e teve aproveitamento de 38.9% de seus arremessos, sendo que dos três foi de apenas 24.2%.

Notas relacionadas:

  1. UM TÉCNICO PARA O CLIPPERS
  2. VERDADES, MENTIRAS E RUMORES
  3. T-MAC É DO KNICKS!
Autor: Fábio Sormani Tags: , ,

segunda-feira, 3 de maio de 2010 NBA | 21:54

CHICAGO DEMITE VDN!

Compartilhe: Twitter

Rapaziada, a notícia não poderia ser melhor: Vinnie Del Negro foi despedido!!! David Aldridge, repórter da TNT, acabou de dar a informação.

Melhor ainda: o Chicago quer contratar Byron Scott. Tudo do jeito que eu gostaria que acontecesse e disse aqui neste botequim.

Agora só falta a franquia acertar com Dwyane Wade.

Se Coach Scott e D-Wade forem realmente contratados, a temporada 2010/11 será espetacular para o tricolor de Illinois.

Uau, que notícia boa!!!

Notas relacionadas:

  1. CHICAGO CHEGA AO FUNDO DO POÇO
  2. UMA VERGONHA CHAMADA CHICAGO
  3. CHICAGO QUER VDN FORA DO BULLS
Autor: Fábio Sormani Tags: , ,

quarta-feira, 28 de abril de 2010 NBA | 00:04

COMANDADO POR UM REI

Compartilhe: Twitter

Bem que o Chicago se esforçou. Deu um brilho adicional à série, vendeu caro a vitória neste confronto, mas vendeu. O Cleveland fez 96-94 agora há pouco na Q Arena de Ohio e com esse triunfo chegou a 4-1 na série, classificando-se para as semifinais. Mais um time do Leste a chegar lá, pois Orlando e Boston também já haviam se garantido.

Boston que será o adversário do Cavs nas semifinais. Mas disso nós falaremos mais tarde. Vamos falar do jogo de agora há pouco, jogo que aconteceu às margens do Lago Erie, um dos cinco grandes lagos da América do Norte. Jogo onde LeBron James só não fez chover. Na partida passada ele já havia cravado um “triple-double”; nesta, quase repetiu a dose: 19 pontos, 10 rebotes e nove assistências.

Mais do que isso, LBJ defendeu muito no final da partida. Fechava o campo de ação de Derrick Rose quando o talentoso armador do Chicago infiltrava para pontuar usando o cristal ou fazendo o “teardrop”, uma de suas especialidades. Mas ao encontrar LeBron pela frente, encontrava também a porta fechada.

Já disse neste botequim que King James joga um basquete mais maduro e mais solidário nesta temporada. Joga pensando mais no time do que nas câmeras de TV. E nesta vitória diante do Chicago isso ficou mais do que claro. ‘Bron fez realmente de tudo, como seus números mostram. Poderia ter chegado a novo “triple-double” se seus parceiros tivessem um aproveitamento um pouco melhor nos arremessos.

Se LeBron James foi muito bem, obrigado, o mesmo não dá para a gente falar de Anderson Varejão. O capixaba fez uma de suas piores partidas desde que aportou na liga norte-americana. Faltas bobas e uma perda de bola tola a 17.2 segundos do final, quando o Cavs vencia por apenas três pontos (95-92) e que poderia ter levado o jogo à prorrogação não fosse o Chicago um dos piores times nas bolas triplas.

(Abro esse parêntese para perguntar a vocês: o que foi aquilo que D-Rose fez naqueles 17.2 segundos? Que jogada Vinnie Del Negro armou? Coisa ridícula, para dizer o mínimo.)

Varejão compensou com sete rebotes, mas isso foi pouco perto do seu potencial e do que a gente sabe que o brasuca pode fazer. Nem mesmo seu jogo energético foi visto em quadra.

Mas, como a gente bem sabe, não dá para atuar bem todas as noites. Mas desta vez não teve problema, pois LBJ jogou por ele, por Varejão e pelo resto do time.

Notas relacionadas:

  1. LEBRON E O CAVS, UNSTOPABBLE
  2. LEBRON E O BOBO DA CORTE
  3. BULLS, VITÓRIA QUE NÃO VEIO DO NADA
Autor: Fábio Sormani Tags: , , ,

terça-feira, 20 de abril de 2010 NBA | 05:21

LEBRON E O BOBO DA CORTE

Compartilhe: Twitter

LOS ANGELES – Quando James Johnson torna-se a esperança do Chicago em conter LeBron James, definitivamente a série foi para o espaço. Johnson é um dos jogadores mais limitados da liga no momento. No entanto, foi destacado pelo técnico (!) Vinnie Del Negro, em boa parte do jogo, para marcar este que é o melhor jogador de basquete da atualidade.

LBJ logo de cara mostrou seu cartão de visita com uma enterrada humilhante para cima do grossão. Primeiro foi um drible desconcertante; Johnson caiu na ginga de LeBron e foi para o lado oposto ao do caminho seguido por LBJ. Ingênuo, tentou se recuperar e foi atrás do adversário. Pobre criança, tentou dar um toco em Lebron James!!!

Mesmo que conseguisse acertar a bola, não teria evitado a cravada que levantou a Q. Arena. E ainda bem que Johnson não conseguiu, pois ‘Bron poderia ter quebrado seu braço.

Esses foram os dois pontos mais bonitos dos 40 que LBJ fez na vitória do Cleveland sobre o Chicago por 112-102. Outros vieram; e vieram de todas as maneiras: chutes de curta, média e longa distância, lances livres e bandejas. Ao gosto do freguês.

LeBron jogou muito. Mas jogou muito quando quis, principalmente no último quarto. Nos três anteriores, meio que ficou vendo seus companheiros jogarem. E eles não estavam dando conta do recado. Tanto assim que o Chicago teimava em ficar no encalço do Cavs — e em muitas oportunidades ficou na frente.

Veio o quarto derradeiro e LBJ anotou nada menos do que 15 pontos e comandou a vitória do Cavs no período e no jogo. E ponto final: King James, além dos 40 pontos, apanhou oito rebotes e deu igual número de assistências.

Ponto final também para o Bulls nesta série diante do Cleveland, que abriu 2-0. Foi o momento de superação do time neste confronto. Jogou tudo o que podia e mesmo assim não conseguiu vencer.

A diferença entre as equipes é grande demais. Talvez se o Chicago tivesse um time com o caráter de Joakim Noah pudesse vencer um, quem sabe dois jogos. Mas não tem.

Noah, 25 pontos e 13 rebotes, é um guerreiro incansável. Comprou briga com o time do Cleveland e por isso tem sido hostilizado pelos torcedores adversários. Tem tomado cotoveladas de Shaquille O´Neal e não desiste. Procura marcar LeBron James, quando os outros somem do mapa.

Sozinho não dá. Talvez se Noah fosse LeBron isso fosse possível. Mas ele não é, pois falta-lhe jogo, mas sobra caráter.

VERGONHA

O Denver perdeu o jogo para um adversário que estava desfalcado de dois de seus importantes jogadores do “frontcourt”. Primeiro foi o russo Andrei Kirilenko que se lesionou; depois o turco Mehmet Okur.

Mesmo assim, o Utah bateu o Nuggets por 114-111 e igualou a série em 1-1. Venceu porque o melhor armador da NBA na atualidade jogou tudo e mais um pouco. Deron Williams anotou nada menos do que 33 pontos e deu 14 assistências.

Provou que armador pode ser solidário e pontuador — algo que não ocorre com Jason Kidd, por exemplo. Armador que se preza não pode terminar uma partida com zero ponto. Armador que se preza tem que ter um duplo dígito na pontuação.

E esse é o caso de D-Will.

Seu companheiro inseparável, Carlos Boozer, foi igualmente grande: 20 pontos e 15 rebotes. Jogou por ele e por Okur. Fez de tudo um pouco.

Quanto ao Denver…

Carmelo Anthony chutou 25 bolas e bateu 15 lances livres. Das 25 bolas atiradas contra a cesta do adversário, apenas nove tiveram destino correto. Apesar de seus 32 pontos, o Nuggets perdeu.

Lembram-se quando eu disse que jogador que só enxerga a cesta adversária e mais nada tem a obrigação de pontuar bastante caso contrário leva o time dele para o brejo? Pois foi o que aconteceu. Com um aproveitamento de 36% nos arremessos, Melo afundou o Denver.

Não precisa ser muito inteligente para entender essa matemática.

JUSTA

Sim, foi justa a suspensão que a NBA impôs a Kevin Garnett. Um jogo e, com isso, ele não enfrenta o Miami esta noite, no segundo embate da série.

Vai fazer falta.

Eu pergunto: como é que um jogador experiente e metido a malandro pode ser tão pouco inteligente como foi KG naquele incidente com Quentin Richardson? Fosse de fato malandro, não teria feito o que fez e estaria em quadra no jogo de hoje.

Se o Celtics por um acaso vier a ser derrotado, este revés tem que ser computado na conta de Garnett.

VIAGEM

Parto esta manhã de volta para o Brasil. Estarei, portanto, fora do ar por um dia. Espero pela compreensão de vocês.

Quero agradecer a todos que me trataram bem aqui na Califórnia e também aproveito para dizer ao Trapizomba, grande amigo e parceiro deste botequim, que não entrei em contado com ele por absoluta falta de tempo.

Quanto a todos vocês que enviaram mensagens, eu não as respondi pelo mesmo motivo. No Brasil, tudo voltará ao normal.

Até.

Notas relacionadas:

  1. COMPARAR LEBRON A JORDAN É PIADA
  2. O SUFOCO DE LEBRON
  3. LEBRON E O CAVS, UNSTOPABBLE
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , ,

sábado, 10 de abril de 2010 NBA | 11:42

UMA NOITE DE SURPRESAS

Compartilhe: Twitter

Alguém cantou a bola nesse botequim: a qualquer momento o Miami iria dar uma pixotada. Pois bem, aconteceu ontem à noite. O time da Flórida vinha de nove vitórias seguidas, pegou o fraco e eliminado Detroit dentro de sua American Airlines Arena e perdeu por 106-99.

 Wade leva falta no garrafão - AP

Wade leva falta no garrafão - AP

O Miami esteve irreconhecível. Não conseguiu se impor de jeito nenhum diante de um adversário que está em reconstrução.

Em algumas vezes, é verdade, chegou a dar pinta de que poderia espantar a zebra. Um exemplo disso ocorreu a 7:54 minutos do final do jogo. Udonis Haslem acertou um “jumper” no seu melhor estilo e levou o Heat à frente no marcador em 86-85.

Mas sempre que isso ocorria, Ben Gordon entrava em ação. O ex-armador do Chicago jogou o fino da bola. Anotou 39 pontos e jogou um balde d’água na quentura do Heat.

Desses 39 pontos, o mais importante é que a maioria deles veio no segundo tempo, nos momentos decisivos, como eu disse.

Na etapa final, o camisa 7 do Detroit encestou todos os seus sete arremessos triplos, todos os seus oito lances livres cobrados e anotou 26 pontos. Importante: 12 deles no quarto final.

Tayshaun Prince ajudou com 28 pontos e foi outro que a marcação dos anfitriões não encontrou em quadra. Ao contrário de Gordon, Tayshaun mostrou-se como um relógio suíço: funcionou direitinho o tempo todo.

O Miami perdeu uma série de nove partidas invictas, como eu disse. Foi a maior série invicta da equipe desde a temporada 2006/07. Foi dobrado pela última vez no dia 18 de março passado, frente ao Orlando, também em casa.

O Heat não chega a ser um Palmeiras, que tem pavor de seu Palestra Itália, mas dentre os oito melhores times do Leste, é a que mais perdeu em seus domínios: 17 reveses. Mais do que o Toronto, o oitavo colocado, que perdeu em 15 oportunidades em seu Air Canada Center.

Pra finalizar: com a derrota diante do Detroit e a vitória do Milwaukee frente ao Philadelphia por 95-90, o Heat caiu da quinta para a sexta colocação. E o Bucks passou a ocupar a posição que era do Miami.

Quer saber? Eu prefiro enfrentar o arrumadinho Atlanta do que o instável Boston. Se o campeonato terminasse neste momento, o Miami teria pela frente o time da Geórgia e o Milwaukee toparia o time de Massachusetts.

INCOMPREENSÍVEL

Por falar no Celtics, não vi o jogo; apenas o resultado. Como o Boston consegue a façanha de perder para o Washington, um dos piores times da liga, jogando dentro de seu TD Garden?

Incompreensível. Sim, incompreensível porque o Wizards tem uma campanha que só não é pior que a do New Jersey, o lanterninha do Leste.

O time foi para o vestiário ostentando uma vexatória desvantagem de 21 pontos ao final do primeiro tempo: 52-31. Tentou reagir no final da partida, quando ficou a seis pontos de igualar o prélio, a pouco menos de 50 segundos da buzinada final, mas não teve forças para reagir: perdeu mesmo por 106-96.

Por mais que a camisa pese e impressione, por mais que os nomes de quem as veste sejam fortes, o fato é que o Celtics parece que realmente sente o peso da idade.

Kevin Garnett é o exemplo, neste momento, mais bem acabado disso. Ontem, fez apenas oito pontos e pegou só quatro rebotes. Atuação digna de Zaza Pachulia e não do KG que entrará para a história da NBA como um dos melhores alas de força de todos os tempos.

Mesmo assim, como eu disse, prefiro pegar o Atlanta.

PERGUNTA

É impressão minha ou ao olharmos para Paul Pierce temos a sensação de estarmos diante de Ronaldo Fenômeno?

INCRÍVEL!

Mencionei a campanha do New Jersey. Disse também que ela é a pior dentre as 30 equipes que disputam a competição.

E não é que o Chicago conseguiu perder a série para o Nets!? Nas três vezes em que eles se encontraram, deu New Jersey: 2-1.

Uma vergonha. Mais vergonha ainda é manter Vinnie Del Negro como treinador principal de uma equipe que tem grande potencial. É desperdício puro.

Ontem, o time viu um novato deitar e rolar em quadra. Terence Williams veio do banco, jogou 49 minutos e anotou um “triple-double”: 27 pontos, 13 rebotes e 10 assistências. Liderou os anfitriões na vitória por 127-116 depois de duas prorrogações.

Após a partida, no estupefato vestiário visitante, Joakim Noah deitou falação pra cima de VDN. O pivô reclamou do fato de ter jogado apenas 12 segundos e ter pego só uma vez na bola durante a primeira prorrogação.

O treinador (?) disse que limitou em 35 minutos a atuação de Noah por causa de sua lesão no pé. O jogador não engoliu.

Este é o Chicago, que não consegue se manter entre os oito primeiros do Leste que irão para os playoffs. Cá pra nós, não merece mesmo.

PASSEIO

A maneira soberana com que o Dallas jogou diante do Blazers, em Portland, chamou a atenção. Parece time já preparado para os playoffs.

Venceu por 83-77, mas em momento algum do jogo, mesmo naqueles onde o time da casa encostava e parecia estar gostando do jogo, o Mavs se atrapalhou ou viu a perna bambear.

Isso jamais aconteceu. O Dallas, hoje, para mim, está mais preparado para enfrentar o Lakers do que o Denver.

Dirk Nowitzki fez ontem 40 pontos. Joga como joga Manu Ginobili neste instante do campeonato: o fino da bola.

O problema é a falta de pontaria de Jason Kidd. Não dá para um “franchise player” encerrar uma peleja tão importante como a de ontem com apenas dois pontos. Por mais que ele tenha dado 12 assistência, os “key players” têm que pontuar.

O maior adversário do Dallas me parece estar mais em Jason Kidd do que no Denver, Utah, Phoenix… Sem contar o Lakers, claro.

RODADA

Os outros jogos de ontem foram:

Orlando 118-103 New York
Atlanta 107-101 Toronto
Cleveland 113-116 Indiana
New Orleans 103-114 Utah
Minnesota 88-97 Lakers
Oklahoma 96-91 Phoenix
Houston 97-90 Charlotte
San Antonio 99-107 Memphis

Notas relacionadas:

  1. NOITE DE DECISÕES
  2. A NOITE DOS JASONS
  3. A NOITE DO CAVS E DO DENVER
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , , , , ,

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010 NBA | 12:12

ACONTECE, ASSIM É O BASQUETE

Compartilhe: Twitter

Acontece com as melhores famílias. Alguém conseguiria imaginar que o Cleveland perderia o jogo de ontem à noite em Salt Lake City?

Eu não. Pra mim, quando a cinco segundos do final da partida Kyle Korver acertou uma bola dupla e levou o marcador para 95-94, o jogo tinha acabado.

O problema foi Zydrunas Ilgauskas ter ido para a linha do lance livre, alguém pode argumentar. Será que foi mesmo?

Acho que não, Afinal, o lituano tem um aproveitamento de 76% neste fundamento. Ele errou o primeiro, fez o segundo e levou o marcador para 96-94.

O Utah pediu tempo, armou a jogada (que não deu certo e eu digo por que mais pra frente) e acabou ganhando o jogo com um chute de três do novato Sundiata Gaines com o cronômetro zerando com a bola no ar.

Placar final: Utah 97-96 Cleveland.

O Cavs fez a marcação direitinho. Sobrou Gaines; a bola caiu em suas mãos e ele encestou o arremesso longínquo.

Foi apenas o quinto arremesso triplo de Gaines na temporada. E o primeiro embiroscado.

Como disse, acontece com as melhores famílias.

Sundiata Gaines, que veio da liga de desenvolvimento, manda pra dentro o arremesso de três pontos que derrotou o Cavs

Sundiata Gaines, que veio da liga de desenvolvimento, manda pra dentro os três pontos que derrotaram o Cavs

DEPRIMIDO

LeBron James foi para o vestiário fulo da vida. Deixou a quadra com números expressivos e um basquete de muita qualidade.

Anotou 36 pontos, sendo que 28 deles surgiram no segundo tempo. Pegou nove rebotes, deu seis assistências e roubou cinco bolas. Tudo isso em 40 minutos.

Fez sua parte.

Quem negou fogo desta vez foi Mo Williams. O armador do Cavs só fez dez pontos e teve um aproveitamento ruim nos arremessos: 4-12.

Foi disperso também nas assistências: apenas quatro. LBJ não encontrou no companheiro o eco de partidas anteriores.

Mais do que o lance livre perdido por Zydrunas Ilgauskas, a atuação ruim de Williams é que deixou o Cavs na mão.

CAPIXABA

Anderson Varejão jogou 36 minutos. Cumpriu o seu papel com louvor.

Com a energia habitual, fez oito pontos e pegou nove rebotes, sendo seis deles ofensivos — o que, aliás, tem chamado a atenção.

O capixaba está com médias de 8.4 pontos e 8.2 rebotes. Mas, como já disse aqui neste botequim, a estatística de uma partida não registra algumas coisas.

Entre elas a disposição de um jogador em quadra. E a vontade de Anderson Varejão é de nos deixar orgulhosos.

ZEBRA!

Deng contra Paul Pierce e Kendrick Perkins

Deng contra Pierce e Perkins

E não é que o Chicago ganhou do Celtics, em Boston? Juro, ganhou mesmo!

Resultado final: 96-83 para o Bulls. E não foi uma vitória conseguida na última bola.

Nada disso: o Chicago dominou o oponente do começo ao fim. E conduzido em quadra por Luol Deng, que anotou 25 pontos.

O que chamou a atenção foram os números do jogador no primeiro tempo: cinco arremessos duplos, todos corretos; seis lances livres batidos, todos convertidos.

Deng terminou a partida com 8-13 nos chutes de quadra e 9-10 nos tiros da linha fatal. Foi o cestinha do time e do jogo.

Embora prejudicado pela arbitragem, que se equivocou em duas de suas três primeiras faltas — o que o deixou no banco por mais tempo do que o técnico Vinnie Del Negro gostaria —, Derrick Rose conseguiu fazer ainda 17 pontos, apanhar oito rebotes e dar quatro assistências.

Achou pobre o número de assistências? Pois eu acho muito, uma vez que jogar ao lado de um monte de mãos-de-pau prejudica os números de qualquer armador neste quesito.

Por falar nisso, o Boston teve um aproveitamento de apenas 23.5% nos arremessos de três. Fez 4-17.

Quem abusou do erro foi o “brilhante” Brian Scalabrine: 1-5. Uma pitada de maldade, que o parceiro Marcelo, que confecciona o impagável “albinômetro”, vai concordar: Scalabrine é ridículo em quadra, jogando e desfilando.

O que significa aquele meião branco até os joelhos?

Não dá também para deixar de lado o desempenho de Ray Allen nas bolas triplas: 0-4.

O jogo foi uma pelada. Tecnicamente muito ruim.

Quem viu há de concordar.

Notas relacionadas:

  1. SÓ NO BASQUETE; SÓ NA NBA
  2. MAIS UMA DERROTA DO BASQUETE BRASILEIRO
  3. O QUE ACONTECE COM O BOSTON?
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , , , ,

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009 NBA | 12:32

LEBRON E O CAVS, UNSTOPABBLE

Compartilhe: Twitter

LeBron James e o Cleveland seguem muito bem, obrigado. Somaram ontem sua quinta vitória consecutiva, a décima nos últimos 11 jogos. O Cavs está “unstopabble”, como dizem os americanos.

A vítima da vez foi o fortíssimo Atlanta Hawks. Local: Philips Arena, na Georgia. Ou seja: vitória que se computa no cartel feita na casa inimiga. Placar final: 95-84

E de maneira incontestável, com uma defesa no último quarto que beirou a perfeição. Até então, o jogo estava igual no pau, completamente aberto. Era difícil dizer quem venceria a partida.

Foi então que o pessoal de Ohio resolveu fazer um trabalho defensivo espetacular. O Atlanta que o diga.

No quarto final, e diante de 20.150 torcedores (lotação máxima do ginásio), o Hawks ficou quase nove minutos sem pontuar. Sua primeira cesta foi feita por Josh Smith a 3:12 da última buzinada.

O placar, no início do quarto, mostrava Cleveland 75-74 Atlanta. Quando Josh completou a ponte-aérea iniciada Mike Bibby, o telão central dizia que o Cavs vencia por 85-74.

Deste ponto até o final da partida, houve um empate em 10-10 (o quarto terminou em 20-10 para o Cleveland) e o jogo acabou nos 95-84 mencionados no começo do nosso papo.

Incontestável, como disse.

LeBron James

VAIAS

Os torcedores do Atlanta que superlotaram o ginásio vaiaram LeBron James o tempo todo. Bastava King James tocar na pelota e ouvia-se “boos” vindos das confortáveis poltronas.

Sinceramente, não entendi por quê. Especialmente em se tratando do torcedor norte-americano, que não tem sentimentos hostis como se vê no resto do planeta.

Eles sabem reconhecer a qualidade, o talento, a genialidade de um jogador. Mesmo que ele seja do oponente. E aplaudem quando têm que aplaudir.

Mas não foi o que se viu ontem na Philips Arena. Não creio que tenha sido por esse motivo, mas o fato é que LBJ anotou apenas 14 pontos. Teve um desempenho muito ruim nos arremessos: 6-20; nas bolas de três, 0-5.

Completou seus números com dez assistências e oito rebotes. Mas o que ficou mesmo foi a mão fora da forma.

Acontece; como tenho dito, não dá para jogar bem todas as noites.

CAPIXABA

Anderson Varejão não se importou novamente em pontuar. Cumpriu com disciplina e determinação seu papel: apanhar rebotes, fazer corta-luzes, contagiar seus companheiros em quadra e, quando der, roubar uma bola aqui, outra ali, e dar um toco neste e naquele.

Anotou apenas três pontos, mas pegou oito rebotes. Deu duas assistências e fez um desarme.

Já vi nosso brasuca render mais em quadra. De todo o modo, foi aprovado.

BACK TO BACK

Ou, em bom português, a segunda consecutiva. Isso mesmo, o Chicago conquistou ontem sua segunda vitória consecutiva, diante do Indiana (104-95), após o GM da franquia, Gar Forman, não ter garantido Vinnie Del Negro no cargo de treinador.

Não entendo esta situação: o que espera a franquia para confirmar ou não VDN no comando da equipe?

Por falar nisso, outro que está com o cargo a perigo é Jim O´Brien, treinador do Indiana (o bobo da corte da vez), pois o time, como disse, foi derrotado pelo Bulls. Antes da partida, Larry Bird, presidente da franquia, garantiu que O´Brien não será degolado.

Será? Perder para o Chicago é espantoso. As consequências poderão ser danosas.

Muito desta nova vitória do Bulls se deve ao desempenho notável de Derrick Rose no segundo tempo. Neste período, D-Rose anotou 18 de seus 28 pontos e teve o controle da partida em mãos.

Jogou o que dele se espera. Se continuar assim, haverá luz no fim do túnel.

Destaque também para Tyrus Thomas, que se anotou apenas oito pontos, pegou 15 rebotes.

Del Negro, aliás, mudou a formação do time. Sacou John Salmons e no lugar dele colocou Kirk Hinrich.

Resultado: o time ganhou mais velocidade e criatividade. E as bolas passaram a cair mais; como isso, as vitórias voltaram.

RODADA

Os outros resultados da rodada de ontem foram:

Washington 98-110 Oklahoma City
Detroit 87-104 New York
Houston 108-100 New Orleans
San Antonio 117-99 Minnesota
Lakers 124-118 Golden State

Notas relacionadas:

  1. O BRILHO DE VAREJÃO NA VITÓRIA DO CAVS
  2. CAVS x CELTICS MEXE COM A NBA E OS EUA
  3. LEBRON E CAVS, NO PONTO
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , ,

  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. 3
  5. Última