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Posts com a Tag Tracy McGrady

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011 Sem categoria | 18:15

MIAMI ACERTA COM SHANE BATTIER. TYSON CHANDLER ESTÁ PERTO DE ASSINAR COM O NEW YORK

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Shane Battier postou em seu Twitter que acertou com o Miami. Baita contratação, pois Battier é uma espécie de Metta World Peace sem grife.

Tyson Chandler acabou de receber uma proposta de US$ 60 milhões em quatro anos do New York e parece que vai para o Knicks. O time da Big Apple usaria a cláusula de anistia dispensando Chauncey Billups (US$ 14,2 milhões). Esse dinheiro seria oferecido a Chandler.

Se isso acontecer, o Knicks não teria espaço em seu “cap” para tentar contratar Chris Paul. E então a gente se pergunta: pra onde vai CP3? Afinal, ele não condicionou sua ida ao Clippers e ao Golden State à contratação de Chandler?

FORÇA

Mas vamos falar de Shane Battier. O jogador, que pode jogar de ala e ala-armador, será de grande valia ao técnico Erik Spoelstra. Ele tanto pode descansar Dwyane Wade quanto LeBron James.

Mas é na defesa que Battier (foto) será importante. Em determinado momento do jogo, o Heat pode estar em quadra com D-Wade, Battier, LBJ, Chris Bosh e um mané qualquer. Ficaria muito forte.

Se CB1 for para o pivô, Mike Miller pode entrar no time e LBJ passaria para a ala de força. Ou então Mario Chalmers pode armar o jogo, D-Wade ficaria na posição 2, Battier na 3 e LBJ fazendo pivô com Bosh.

Enfim, como disse, uma baita aquisição do Miami.

Muito contribuiu para isso a participação do presidente do Miami, Nick Arison, filho do dono, Mick Arison. Nick era gerente do time de basquete da universidade de Duke quando Battier lá jogava, incluindo a temporada de 2001, quando a escola da Carolina do Norte foi campeã nacional.

Battier, que jogou a temporada passada pelo Memphis Grizzlies, postou em seu Twitter que o locaute foi importante, pois ele pôde refletir sobre a carreira e, consequentemente, para a vida. “Nas últimas semanas eu analisei vários cenários e vi que tudo apontava para que uma direção: a de vencedor”.

E pra ser vencedor e ganhar um anel, Battier escanteou propostas do Memphis, Houston e OKC e optou pelo Miami.

OBS

Mario Chalmers é “free-agent”, mas é restrito e não irrestrito. Ou seja: se o jogador receber uma proposta, o Miami tem o direito de igualá-la e ficar com seu armador.

Outro jogador que é FA restrito é Jeff Green, do Boston Celtics.

DESAPONTAMENTO

O Clippers imaginou que pudesse contratar Tyson Chandler e com ele Chris Paul. Como Chandler praticamente se acertou com o New York Knicks, o time angelino deve renovar com DeAndre Jordan e formar o núcleo de seu time nele, Eric Gordon e Blake Griffin.

NEGÓCIO FECHADO

Mas Caron Butler acabou de se acertar com o time angelino. Vai jogar três temporadas no primo pobre de Los Angeles e receberá em troca US$ 24 milhões.

Butler vale tudo isso? A gente nem sabe como ele está, pois sem Butler o Dallas foi campeão da NBA na temporada passada. Sim, sem ele, porque uma grave contusão no joelho obrigou-o a jogar apenas 29 partidas no campeonato anterior.

Depois, os donos de franquias reclamam que os times estão no prejuízo. Por conta de atitudes desse tipo que os times se afundam.

Por favor, me entendam: não estou dizendo que Caron não seja um grande jogador; não é isso. O que estou dizendo é que o ala é uma incógnita. E pagar US$ 8 milhões por temporada para um jogador que é um grande ponto de interrogação realmente não me parece nada inteligente.

CP3

O Boston não desistiu do jogador. Danny Ainge, gerente geral da franquia, pretende oferecer ao New Orleans Rajon Rondo, Jeff Green (assina e coloca no negócio) e dois drafts do ano que vem da primeira rodada.

Esses drafts são do próprio Celtics e outro que o time de Massachusetts adquiriu via Los Angeles Clippers.

Mas há um problema: esses dois drafts podem não ter peso algum, principalmente se o Clippers ficar entre os times que vão atingir os playoffs do lado do Oeste, neste momento fragilizado se comparado com o Leste.

Bem, mas esse é um problema do NOH. Quanto ao Boston, como Ainge pretende persuadir Chris Paul? Da seguinte maneira:

1) Mostrando a ele que Kevin Garnett, Ray Allen e Paul Pierce, juntos, ainda têm lenha pra queimar em uma temporada curta e, com isso, ganhar seu primeiro anel nesta temporada;

2) Mostrando a CP3 que na próxima temporada haverá um espaço no “cap” do time no valor de US$ 31,2 milhões, exatamente o montante dos salários de KG e Allen, que devem se aposentar assim que esta temporada terminar. Esse dinheiro seria usado para contratar Dwight Howard, que na cabeça de Danny Ainge disputaria esta temporada pelo Orlando e no ano que vem sairia com o passe na mão, usando linguajar do futebol.

Será que Ainge conseguirá convencer CP3?  E D12 também?

CENÁRIO

Leio na internet que o Houston Rockets não pretende gastar dinheiro nem com Tyson Chandler e nem com Nenê Hilário. Os dirigentes da franquia preferem pegar um pivô barato: Samuel Dalembert.

Pra onde irá Nenê?

Do jeito que as coisas estão caminhando, creio que ele vai ficar mesmo no Denver Nuggets. Uma pena.

ACORDOS

Atenção para os “free-agents” que já se acertaram para a próxima temporada:

Caron Butler — Assinou com o Los Angeles Clippers. Contrato de três anos em troca de US$ 24 milhões.

Tayshaun Prince — Renovou com o Detroit Pistons. Assinou contrato de quatro anos em troca de US$ 27 milhões.

Shane Battier — Assinou com o Miami Heat. Valores ainda não disponíveis.

Greg Oden — Renovou com o Portland Trail Blazers. Contrato de um ano em troca de US$ 8,9 milhões.

Tracy McGrady — Acertou com o Atlanta Hawks por uma temporada. Receberá o salário mínimo para veteranos: US$ 1,3 milhão.

Jonas Jerebko — Renovou com o Detroit Pistons. Vai receber US$ 16 milhões em quatro anos.

Jason Kapono — Assinou com o Lakers. Contrato de um ano em troca de US$ 1,3 milhão, o salário mínimo para veteranos.

Eddy Curry — Acertou com o Miami Heat. Um ano de contrato e vai ganhar igualmente o salário mínimo para veteranos: US$ 1,3 milhão.

TJ Ford — Vai para o San Antonio Spurs. Um ano de contrato e US$ 1,3 milhão (o mínimo veterano).

Mike Dunleave — Acordou contrato de duas temporadas com o Milwaukee Bucks. Valores não disponíveis.

Shannon Brown — É o mais novo jogador do Phoenix Suns. Assinou por US$ 3,5 milhões por apenas uma temporada.

Notas relacionadas:

  1. MIAMI NO CAMINHO CERTO, JÁ O CHICAGO…
  2. MIAMI E LAKERS SOBRAM, CONFORME O PREVISTO
  3. CHANDLER DIZ QUE DEIXA O DALLAS E TIME TEXANO PODE CONTRATAR NENÊ
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , , , , , , , ,

terça-feira, 27 de julho de 2010 NBA | 11:44

CHANCE DE T-MAC NO BULLS DIMINUI

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A chance de Tracy McGrady assinar com o Chicago diminuiu. O problema não é a saúde do jogador, que parece estar boa. O problema é que T-Mac não parece disposto a sair do banco e ser o que os americanos chamam de “role player”.

Ou seja: jogador com papel específico.

Ontem, depois do teste-treino que fez no Berto Center, o CT do Bulls, T-Mac disse, da boca pra fora, que não teria problema em ser esse personagem. Mas agregou ao seu discurso o seguinte: “Mas não é para isso que eu estou treinando. Penso que se eu fosse aquele jogador que vestiu o uniforme do Knicks na temporada passada, não haveria qualquer problema em eu vir do banco. Mas eu tenho treinado pra valer e não sou mais aquele jogador. Acreditem em mim”.

Com 31 anos, bem mais velho do que os principais jogadores do “roster” do Chicago, entre eles Derrick Rose, Joakim Noah, Ronnie Brewer, Taj Gibson e C.J. Watson, por exemplo, T-Mac teria sua importância no time, mas desde que resolvesse desempenhar esse papel de “role player”.

Mas parece que ele não está disposto a isso. E esta indisposição deixou indisposto Tom Thibodeau, treinador do Bulls, que pretende formar seu novo time com os garotos e mais Carlos Boozer.

T-Mac disse que seu principal objetivo neste momento é assinar com o Bulls. Não parece, pois se parecesse, sua fala seria outra.

Notas relacionadas:

  1. A SINA DO UTAH É PERDER PARA O BULLS
  2. BULLS, VITÓRIA QUE NÃO VEIO DO NADA
  3. BOOZE NO BULLS; LBJ NO BULLS?
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , ,

segunda-feira, 26 de julho de 2010 NBA | 12:52

T-MAC: DECISÃO É HOJE

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De hoje não passa. Tracy McGrady fará esta tarde seu último “tryout” com o Chicago. Se provar que seu joelho está bom e se provar que aceita sair do banco para ajudar o time em quadra, receberá um contrato para disputar a próxima temporada.

E não será milionário; e por dois motivos: o “cap” do Bulls não permite e T-Mac, assim como Shaquille O´Neal, não vale mais dois dígitos de salário.

Por isso, se assinar, ganhará algo em torno de US$ 2,5 milhões, muito abaixo dos US$ 23 milhões que faturou na temporada passada.

A desconfiança do Bulls quanto ao jogador procede. Afinal, T-Mac atuou em apenas 24 partidas na temporada passada vestindo as camisas de Houston e New York. Se formos contar os dois últimos campeonatos, foram só 59 pelejas.

Se você pensa que T-Mac é velho, engana-se. Tem apenas 31 anos. Só pra lembrar, quando Michael Jordan ganhou seu último título com a camisa 23 do Chicago, tinha 35 anos.

Mas ao contrário do Pelé do basquete, McGrady tem joelhos de vidro. Infelizmente; para ele e para o basquete, pois T-Mac em forma seria garantia de grandes espetáculos, de basquete bem jogado e plasticamente belíssimo.

Notas relacionadas:

  1. NBA TEM TUDO PARA REPETIR FINAL PASSADA
  2. O MAIOR DE TODOS
  3. VIDA DE TORCEDOR
Autor: Fábio Sormani Tags: , ,

quarta-feira, 14 de julho de 2010 NBA | 23:59

CLIPPERS, FUTURO DE T-MAC?

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Muito parceiros deste botequim vivem me perguntando sobre Tracy McGrady. O que será feito de T-Mac nesta temporada? Ele vai jogar? Onde? Alguém se interessa mesmo por ele?

Sim, ele vai jogar. Se dependesse de sua vontade, seria no Miami, ao lado dos Três Magníficos. Mas parece que isso não será possível, pois o máximo que o Heat consegue oferecer a T-Mac é o mínimo. Ou seja: o “NBA Veteran Minimum”, que é de US$ 1.3 milhão por temporada.

McGrady quer mais do que isso. Acha que vale.

Mas eu acho um risco ofertar algo superior a esta quantia. Parece, no entanto, que surgiu um time na praça para oferecer uns trocados a mais: Los Angeles Clippers.

Como o primo pobre de Los Angeles perdeu Travis Outlaw para o New Jersey, seus dirigentes procuram outro “swingman” para o lugar vazio. Mas a oferta está condicionada à saúde do jogador; ou seja: a franquia está colhendo informações principalmente sobre o joelho de T-Mac.

Se estiver bom, um dinheiro será jogado em cima da mesa – e provavelmente ele irá pegar, pois será mais do que o Miami pode oferecer.

Importante: os planos de Vinnie Del Negro (isso mesmo, VDN é o técnico do Clippers!) para o jogador é usá-lo vindo do banco e não como “starter”.

Melhor coisa, pois assim tira-se pressão de seus ombros e diminuem as expectativas.

Temporada passada, em 24 partidas com a camisa do New York, T-Mac jogou em média 26:10 minutos por jogo. Fez 9.4 pontos e teve aproveitamento de 38.9% de seus arremessos, sendo que dos três foi de apenas 24.2%.

Notas relacionadas:

  1. UM TÉCNICO PARA O CLIPPERS
  2. VERDADES, MENTIRAS E RUMORES
  3. T-MAC É DO KNICKS!
Autor: Fábio Sormani Tags: , ,

segunda-feira, 12 de julho de 2010 NBA | 11:46

LEANDRINHO NO TORONTO; PÉSSIMA NOTÍCIA

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Alguns de vocês já sabem: Leandrinho Barbosa foi para o Toronto.

Triste para um jogador que fez sólida carreira no Phoenix, um time que freqüenta assiduamente playoffs, que já fez final de conferência e até da NBA.

Triste para um jogador que esteve na mira do Boston, o time que mais títulos conquistou na história da liga e onde LB teria tudo para brilhar.

Triste para um jogador que tem potencial grande e que poderia e merecia estar em um lugar melhor.

Ir para o Toronto é se afundar, pois o time canadense é time pequeno. De vez em quando faz algo de importante. Seu objetivo maior é apenas chegar aos playoffs. Se não passar da primeira rodada, não tem importância, pois ninguém imagina algo melhor do que isso.

O Raptors já teve grandes jogadores em seu “roster”, mas acabou perdendo-os porque os grandes jogadores sonham com o estrelato e com anéis.

Por lá já passaram Damon Stoudamire, Marcus Camby, Vince Carter e Tracy McGrady. Mais recentemente, Chris Bosh. Todos picaram a mula assim que puderam.

Só espero que esse negócio seja apenas uma ponte para que Barbosa aporte em porto mais seguro do que o Toronto.

Notas relacionadas:

  1. LEANDRINHO VIVE MOMENTO DIFÍCIL NA NBA
  2. O SIM DE LEANDRINHO
  3. BOSTON DE OLHO EM LEANDRINHO
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , ,

domingo, 21 de fevereiro de 2010 NBA, basquete brasileiro | 16:16

A VEZ DE SHAMELL

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O jornal “O Estado de S.Paulo” deste domingo traz uma matéria com Shammel Stallworth. Nela, o ala do Pinheiros manifesta uma vez mais seu desejo de defender a seleção brasileira.

O momento é mais do que propício. Nosso basquete não tem um jogador para esta posição que possa atuar com qualidade em nível internacional.

Nossa melhor opção é Guilherme Giovannoni, um atleta que passou toda a categoria de base atuando como pivô, pois ele tinha os atuais 2m02 de altura desde o infantil. Todos apostavam que Guilherme fosse crescer muito mais e que seria o nosso futuro como pivô.

Mas não foi isso o que ocorreu. Guilherme parou nos 2m02 e o jeito foi passá-lo para a ala. Só que seu basquete, na base, como disse, foi desenvolvido para ele ser pivô e não ala.

Inteligente e dedicado que é, Giovannoni foi superando, já maduro, as dificuldades inerentes ao aprendizado para a nova função. Hoje joga um basquete que o torna o nosso melhor jogador da posição.

Mas falta-lhe melhor poder de fogo. Guilherme defende bem, posiciona-se corretamente nos rebotes, sabe fazer bloqueios (tudo aprendido na base quando jogava de pivô), mas falta-lhe, como disse, poder de fogo.

No basquete, o jogador da posição 3 tem que ser definidor. Giovannoni tem um razoável arremesso triplo, mas seus chutes da zona morta não causam tanta preocupação nos adversários.

De todo o modo, dos que temos, disparadamente Guilherme é nosso melhor ala.

Agora surge a oportunidade de se convocar Shamell. O ala nasceu em Fresno, Califórnia (EUA). Jogou na Universidade de San Francisco, onde era chamado de “Big Time”pelos companheiros.

Jogou os quatro anos pelo “Dons”, o apelido da universidade. Ou seja: Freshman, Sophomore, Junior e Sênior.

Como calouro, teve média de 5.7 pontos nas 26 partidas disputadas na temporada. Como segundoanista, passou para 8.0 por jogo nas 29 pelejas em que entrou em quadra. Já como terceiroanista, melhorou ainda mais: 12.2 tentos por partida. No último ano, aumentou sua média para 12.6 pontos.

Formado, tentou a sorte na NBA. Não foi “draftado”por nenhum time da liga profissional.

Fez testes no Golden State e Sacramento, mas não deu certo.

Sem chance nos EUA, arrumou as malas e foi jogar na China. Na sequência, desembarcou em Araraquara.

Aqui no Brasil, além de atuar no extinto Uniara, jogou também no Paulistano, em Limeira e atualmente está no Pinheiros, como já disse.

Ah, sim, atuou na Croácia igualmente.

Casado há seis anos com a araraquarense Lucilene, tem dois filhos brasileiros: Shamell Jr e Jordan. Fala um português fluente.

Agora sonha em jogar pela seleção brasileira e entrar, por isso mesmo, para a história do nosso basquete como o primeiro jogador nascido fora do país a atuar por nosso selecionado.

Seu processo de naturalização está próximo de se encerrar. Terá condições para participar do Mundial da Turquia.

O que eu acho? Se eu fosse Rubén Magnano não pensaria duas vezes: convocaria Shamell imediatamente.

T-MACT-MAC

Tracy McGrady estreou ontem com a camisa 3 do New York. Foi tratado com muito carinho pelos torcedores do Knicks.

Estrela; T-Mac é uma das estrelas da NBA no momento. E os fãs ficaram entusiasmados com o que viram.

Eu só acho que Chris Duhon devia ter se mancado e passado a camisa 1 para McGrady (Foto AFP). Duhon é jogador comum que com o tempo vai desaparecer por completo; T-Mac é jogador que jamais será esquecido.

E como foi a estréia dele? Muito boa, especialmente em se tratando de um jogador que não jogou esta temporada, que estava fora de forma, sem ritmo de jogo e desentrosado com o time e com o técnico.

Fez 26 pontos (19 no primeiro tempo), deu cinco assistências, pegou quatro rebotes, roubou uma bola e cometeu três erros.

Por pouco não saiu vencedor de quadra. O Knicks teve a faca e o queijo nas mãos para bater o Oklahoma City.

Vacilou no final do tempo normal, deixou o jogo ir para a prorrogação e acabou sendo batido por 121-118.

T-Mac deixou a quadra exausto. Na prorrogação, pouco jogou. Aliás, dos 53 minutos disponíveis, atuou 32.

Se tivesse em forma, o New York não teria perdido o jogo de ontem de jeito nenhum.

RODADA

Os outros resultados da rodada foram:

Toronto 109-104 Washington
Chicago 122-90 Philadelphia (4ª. vitória seguida!)
Dallas 97-91 Miami
Houston 115-125 Indiana (que surpresa!)
Milwaukee 93-88 Charlotte
Clippers 99-89 Sacramento

Notas relacionadas:

  1. O BRILHO DE NENÊ
  2. LÓGICA TEXANA
  3. TABELA MAL FEITA
Autor: Fábio Sormani Tags: ,

sábado, 20 de fevereiro de 2010 NBA | 12:56

A GRANDE DECEPÇÃO

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Algumas pessoas torceram o nariz para a contratação de Antawn Jamison pelo Cleveland. Motivo: o jogador é baixo e o time vai sofrer nos rebotes quando ele estiver em quadra.

Na surpreendente derrota do Cavs para o Charlotte, ontem à noite, na Carolina do Norte (110-93), o Cats bateu seu oponente neste fundamento em 47-37. Jamison, no entanto, foi um dos reboteiros do time.

Pegou sete no total, mesmo número confiscado por Shaquille O’Neal e J.J. Hickson. Anderson Varejão (que teve uma atuação discreta) pegou apenas cinco.

Jamison tem 2m06 de altura. Amaré Stoudemire, que LeBron James gostaria que fosse o jogador contratado para a posição, tem dois centímetros a mais.

JAMISONA diferença praticamente inexiste. Tanto que ambos pegam o mesmo número de rebotes por partida: 8.7 para Stoudemire e 8.8 para Antawn.

Na pontuação, quase que o mesmo desempenho: 21.4 para o jogador do Phoenix contra 20.5 do atual jogador do Cavs.

Ou seja, os números são equivalentes. Mas, como a gente costuma dizer, há coisas que não aparecem nas estatísticas. Por exemplo: Antawn defende muito mais que Amaré.

O companheiro de Leandrinho é quase que um desastre quando o assunto é defesa. Aliás, vocês repararam que no Phoenix ninguém sabe defender? O que dizer de Steve Nash e Leandrinho Barbosa?

Até por isso eu acho que o paulistano deveria sair do sol quente do deserto do Arizona e tentar crescer profissionalmente em outros ares. Mas deixa pra lá, o assunto não é a defesa de Leandrinho.

O assunto é Antawn Jamison (Foto Reuters), que ontem estreou com a camisa 4 do Cleveland, arriscou uma dúzia de bolas contra o aro do Cats e errou todas! Na primeira delas tomou um toco do veterano Theo Ratliff que foi uma vergonha.

Dessas 12 bolas, quatro foram de três. Deixou a quadra com dois pontos, frutos dos dois únicos lances livres cobrados durante a partida.

Além dos sete rebotes mencionados, deu uma assistência e fez uma roubada de bola.

Muito pouco, ou melhor, nada para quem foi objeto de tanta disputa. Foi a pior estréia de um jogador em toda a história da NBA!

Depois do jogo, no vestiário, banho tomado, cercado por vários jornalistas, um sem-graça Antawn Jamison tentava explicar o inexplicável, quando ouviu um grito.

— Não se preocupe, eles [repórteres] ainda amam você; afinal, você está em casa.

Era LeBron James (22 pontos, nove assistências, quatro desarmes e três rebotes), tentando animar o companheiro, que estreou, como disse, em Charlotte, a sua cidade.

Antawn sorriu meio que sem jeito e disse:

— Esta foi uma daquelas noites. Isso não acontecerá novamente. Eu prometo.

É o que a torcida do Cavs espera. Caso contrário, o barco afunda para desespero de todos. Dos dirigentes e principalmente de LBJ.

Quem torce pelo naufrágio é o New York Knicks.

APOIO

Quando LeBron James foi cercado pelos mesmos repórteres que cercaram Antawn Jamison, falou sobre a vexatória estréia do companheiro:

— Eu disse a ele: eu não me importo com quantos arremessos você vai errar, nós continuaremos passando a bola pra você. Aqueles arremessos você tinha que fazê-los [não foram forçados] e nós sabemos que você tem capacidade para acertá-los.

Bacana.

TABU

Foi a terceira vitória do Charlotte diante do Cleveland em três jogos nesta temporada. Ninguém conseguiu isso diante do poderoso Cavs neste campeonato.

Mas em termos de aproveitamento, o Denver também tem 100% contra o time de Anderson Varejão e LeBron James: dois jogos, duas vitórias.

LÓGICA

Alguém consegue entender um time que bate o Cleveland dentro da Q Arena de Ohio e no dia seguinte apanha do Washington, uma equipe desfigurada e, por isso mesmo, entre as lanterninhas da competição?

Pois foi o que aconteceu com o Denver.

O time de Nenê Hilário perdeu a partida de ontem por 107-97. E o culpado pela derrota dos colorados foi o ala Al Thornton, que debutou ontem com a camisa do Wizards, ele que veio do Clippers.

Thornton (Foto AP) anotou 21 pontos (7-12) e foi a estrela da contenda. Mas brilhou não apenas pela parte ofensiva; reluziu também — e principalmente — porque anulou Carmelo Anthony.Nuggets Wizards Basketball

Melo, que tinha anotado 40 pontos contra o Cavs, fez 23. Ou melhor: 7-20 nos arremessos.

Desta maneira a gente explica o que houve ontem à noite no Verizon Center da capital dos EUA.

DESEMPENHO

Nenê Hilário cumpriu bem o seu papel — como, aliás, tem sido costumeiro nesta temporada.

Anotou 17 pontos, apanhou nove rebotes (dois ofensivos), deu uma assistência, um toco e fez um desarme. Mas voltou a ter problemas com as faltas: foram cinco durante os 36 minutos em que jogou, o que acabou por deixá-lo um pouco suave na marcação em alguns momentos.

De todo o modo, como disse, cumpriu bem o seu papel.

AUSÊNCIA

Zydrunas Ilgauskas chegou ontem à tarde em Washington. Pela manhã, participou de uma ação social com seus ex-companheiros de Cavs em um hospital infantil de Cleveland.

Conversou por telefone, posteriormente, com Danny Ferry, seu ex-companheiro de time e ex-patrão. Depois, despediu-se do elenco do Cavs.

O Cleveland foi o único time do lituano em seus 12 anos de NBA. Agora vai vestir a camisa 17 do Wizards.

Sim, a 17 e não a 11, sua favorita (aliás, em homenagem a Arvidas Sabonis, seu grande ídolo). A camisa 11 do Washington foi levantada em homenagem a Elvin Hayes.

Por quanto tempo ele vai vestir a camisa 17? Não se sabe ainda; é possível que não por muito tempo, pois espera-se que a franquia e o jogador façam um acordo e ele receba parte do que tem direito até o final da temporada e seja dispensado.

Zy, obviamente, quer tudo, algo em torno de US$ 7 milhões. Não se sabe se o Washington está disposto a dar todo o valor; vai tentar negociar.

Mas deverá ocorrer um acordo.

Aí Zy volta para o Cleveland? Não se sabe também, pois o agente do jogador, Herb Rudoy, disse que dois outros times estão interessados no lituano: Denver e Dallas.

Mas não existe um elo fortíssimo entre Ilgauskas e o Cleveland? Existia, pois essa história toda deixou o jogador magoadíssimo.

Isso sem falar que ele não tem andado de amores com o técnico Mike Brown. Big Z não digeriu ainda o fato de o treinador não o ter colocado para jogar no dia em que ele iria bater o recorde de maior número de partidas disputada por um jogador em toda a história do Cleveland, fato que ocorreu apenas no jogo seguinte, frustrando a todos.

Zy é recordista não só de partidas do Cavs, mas também é o jogador que mais rebotes e mais tocos deu em toda a existência da franquia.

De qualquer modo, o idílio pelo Cleveland (instituição e cidade) é muito maior que a desilusão que o lituano sente no momento.

RODADA

Os outros resultados da rodada de ontem da NBA foram:

Philadelphia 106-94 San Antonio (sofre, JP!)
New Orleans 107-101 Indiana
Detroit 85-91 Milwaukee
Minnesota 94-100 Chicago (terceira vitória seguida!)
New Jersey 89-106 Toronto
Orlando 85-95 Dallas (Jason Kidd acertou duas bolas de três!)
Memphis 87-100 Miami (2 OT, 15-2 Heat na segunda prorrogação!)
Phoenix 88-80 Atlanta
Golden State 89-100 Utah (30 pontos de Carlos Boozer!)
Portland 76-96 Boston

ESTRÉIA

Tracy McGrady vai estrear hoje com a camisa do New York diante do Oklahoma City. Não sei qual será seu número, pois o 1 é de Chris Duhon. O jogo será em NYC.

Whatever.

O que interessa é que ontem, em sua primeira entrevista como um knickerbocker, T-Mac disse algo que chamou a atenção dos jornalistas, e depois de quem leu ou ouviu o que ele disse.

Disse T-Mac”

— Vou dizer uma coisa a vocês: eu ganhei muito dinheiro ao longo de minha carreira. Eu poderia me aposentar. Meus filhos ficariam muito bem. Dinheiro não é problema para mim.

E continuou seu discurso que foi na seguinte direção: futuro.

O que pretendia dizer T-Mac? Que se o New York contratar para a próxima temporada dois dos grandes jogadores que estarão na praça (LeBron James e Amaré Stoudemire, por exemplo), ele renovaria com o Knicks por uma quantia módica.

— Eu seria um idiota se não ficasse aqui.

Bem, com uma conta bancária obscena (ele mesmo disse isso, certo?) e sem a garantia de que algum time de ponta poderá contratá-lo para o próximo torneio, T-Mac, espertamente, diria eu, já começa a preparar a cama.

Posso estar enganado (e boa parte dos frequentadores deste botequim acham isso), mas o futuro de T-Mac, se não for o time da Big Apple vai ser um Clippers da vida.

Por isso o discurso, diria, politicamente correto e um esforço adicional que ele vai colocar nos 29 jogos que ele fará com a camisa do time de Nova York.

Que poderão ser os únicos ou aqueles que poderão garantir um futuro eufórico e sem depressão para este que um dia foi tratado como um hall of famer.

Notas relacionadas:

  1. O DESPERTAR DE UM GRANDE JOGADOR
  2. A SITUAÇÃO DE LEBRON
  3. PALPITES FINAIS E A GRANDE NOITADA
Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , ,

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010 NBA | 19:40

T-MAC É DO KNICKS!

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Escrevo este post às 20h. Há duas horas as negociações foram fechadas para esta temporada. Ainda é possível que pipoque mais alguma coisa aqui e ali, mas nada de vulto.

O mais importante é que o New York conseguiu o que tanto queria: Tracy McGrady. Foi numa baita troca envolvendo, além do Houston, também o Sacramento.

O negócio final ficou assim: o Knicks pega além de T-Mac o armador espanhol Sergio Rodriguez. Mandou para o Houston Jordan Hill e Jarred Jeffries. Para o Kings despachou o mico Larry Hughes.

Além de Hughes, o time da capital da Califórnia pegou também Carl Landry e Joey Dorsey, ambos do Houston. Dois bons jogadores, diga-se

O que significa tudo isso?

McGrady em ação McGrady em ação

 

Bem, a gente tem que entender que essas trocas nada mais são do que um jogo de xadrez. O Knicks, ao livrar-se de Hill e Jeffries, vai economizar quase US$ 10 milhões do “cap” da próxima temporada.

Apenas Eddy Curry, Danilo Gallinari, Wilson Chandler e Tony Douglas terão contrato em vigência com o time da Big Apple. Os quatro vão consumir cerca de US$ 20 milhões.

O “cap” para a próxima temporada não deve chegar a US$ 60 milhões (nesta, ele é de US$ 57.7 milhões). Há também a “Luxury Tax”, que deve ser no valor de US$ 10 milhões, o que aumentaria o “cap” para cerca de US$ 70 milhões.

Quer dizer: se não estou errado nas contas, o New York poderá gastar US$ 50 milhões na próxima temporada. Mas acontece que uma franquia não pode oferecer este valor, por exemplo, para apenas um jogador.

Há regras que proíbem isso. O acordo da NBA com a associação dos jogadores diz que atletas com seis anos ou menos de profissionalismo não podem pegar mais do que 25% do total do “salary cap”; os que têm de sete a nove anos de experiência estão limitados a 30%; e os que têm mais de nove anos de NBA podem amealhar 35% do “cap”.

Mas eles também não podem ultrapassar um determinado valor. Quer dizer, há que se esperar que a NBA defina o valor do “salary cap” da próxima temporada para saber exatamente quanto é que um time vai poder oferecer para um jogador.

De todo o modo, o New York, se tiver mesmo US$ 50 milhões para gastar, pode reservar US$ 30 milhões para duas estrelas. Por que não LeBron James e Dwyane Wade? Ou ‘Bron e Chris Bosh?

Os outros US$ 20 milhões seriam gastos para rechear o time. Por exemplo: renovar o contrato de David Lee, que termina ao final desta temporada, bem como o de Nate Robinson — que na verdade quer mais é sair de Nova York, mas com um cenário desses o baixinho pode até ficar.

Enfim, como disse, trata-se de um jogo de xadrez. E eu duvido que T-Mac apareça na próxima temporada vestindo a camisa do New York.

Quanto a Houston e Sacramento, o time texano deu uma ótima melhorada, especialmente ao pegar Kevin Martin. E o Kings terá à disposição, ao final da temporada, US$ 13.6 milhões do contrato de Hughes, que não vale nem 10% deste valor.

Notas relacionadas:

  1. VERDADES, MENTIRAS E RUMORES
  2. TABELA MAL FEITA
  3. TROCAS, E VEM MAIS POR AÍ
Autor: Fábio Sormani Tags: , , ,

NBA, Seleção Brasileira | 12:39

TROCAS, E VEM MAIS POR AÍ

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O Cleveland conseguiu reforçar seu garrafão como tanto queria. Não conseguiu, todavia, o objeto de seu desejo: Amaré Stoudemire. Acertou com Antwan Jamison.

Amaré tem mais presença de garrafão, mas, a meus olhos, Jamison é mais jogador. Conhece mais detalhadamente os fundamentos do basquete.

Fruto, claramente, de seu estudo em North Carolina. Por isso mesmo, creio que será mais útil do que Stoudemire. Posso estar errado, mas não creio.

Jamison faz um ala de força e um ala numa boa. Quebra o galho como pivô se preciso — mas não será, pois há gente demais para esta missão dentro do elenco do Cavs.

Jogando de ala, o técnico Mike Brown pode deslocar LeBron para a armação — e nesta posição ele rende muito também. E o resultado é que o time fica fortíssima nos rebotes: ´Bron, Jamison, Varejão e Shaq, por exemplo, com Mo na posição 1.

Zydrunas Ilgauskas foi embora. É agora jogador do Washington, que passou, como vimos, Jamison para o Cavs.

O Wizards vai fazer o “buyout” com Zy? Não se tem notícia sobre isso, pelo menos no momento. Se fizer e Zy voltar ao Cleveland, o Cavs vai ficar mais forte ainda, mas, como já disse, Brown teria que distribuir o tempo para cinco grabdalhões: Zy, Shaq, Varejão, Hickison e Leon Powe.

Vamos aguardar.

O armador Sebastian Telfair saiu do Clippers e aporta no Cavs. Sim, pois o negócio envolveu três equipes.

Além dele, Al Thornton deixou também o time de Los Angeles e desembarca na capital dos EUA. Já o Wizards mandou para o Clippers o ala/pivô Drew Gooden.

Sobre ao Washington, já disse, a franquia está limpando seu “cap” para reconstrução da mesma. E com tanto dinheiro em caixa, poderá partir para uma contratação de peso e cercar esse jogador de atletas de nível e transformar o Wizards novamente em um time competitivo.

Importante: pegou o primeiro “draft” do Cavs deste ano. Tá certo que não estará entre os primeiros recrutamentos, mas “draft” é “draft”.

Com a ida de Jamison para o Cleveland, todo mundo está dizendo que agora Stoudemire vai para o Miami, que mandaria para o Phoenix, entre outros, o armador Mario Chalmers.

Pergunto: pra quê? Se o Phoenix quer tirar proveito do Amaré, pegar um armador? O time já não conta com Goran Dragic?

Preciso pensar mais neste possível negócio.

Outra transação que estaria praticamente certa é a ida de Tracy McGrady para o Sacramento, que daria para o Houston Kevin Martin. Também preciso pensar melhor nesse negócio.

Martin é jovem e tem um potencial incrível. T-Mac é veterano, de vidro e afina nos momentos decisivos. Por que, então, esse negócio?

DA CHINA

Bem, a meu ver, um dos melhores negócios quem fez foi o Chicago. Mandou para o Milwaukee o fraquíssimo John Salmons e pegou Francisco Elson e Kurt Thomas

Esqueça os dois jogadores do Bucks. Pense, você torcedor do Bulls, que não se verá mais em quadra Salmons e, mais do que isso, o Chicago, com o fim do contrato de Elson e Thomas ao final desta temporada, terá cerca de US$ 20 milhões em caixa!!!

Com esse dinheiro, dá pra concretizar o sonho de se contratar Dwyane Wade, que é filho de Chicago. Derrick Rose, D-Wade, Luol Deng, Taj Gibson e Joakim Noah. Olha, dá pra voltar a sonhar.

Alguém falou aí em LeBron James? Esquece, ´Bron não sairá do Cleveland. Alguma coisa me diz isso.

Mas vamos aguardar.

RODADA

Indiana 87-90 San Antonio
Orlando 116-91 Detroit
Washington 108-99 Minnesota
Toronto 102-109 Memphis
New Jersey 84-87 Miami
New York 109-115 Chicago
New Orleans 90-98 Utah
Milwaukee 99-127 Houston
Clippers 92-110 Atlanta

TREINADOR

O site “Eurobasket” noticia que o técnico espanhol Carlos Colinas vai dirigir a seleção brasileira feminina. E já no Mundial da República Tcheca.

Hortência, diretora das seleções femininas, nega a notícia.

O que eu acho? Desculpem-me, mas eu nunca ouvi falar do Sr. Colinas.

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Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , ,

terça-feira, 3 de novembro de 2009 NBA | 12:38

TABELA MAL FEITA

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Iverson em açaõ pelo time de Memphis

Iverson em ação pelo time de Memphis

Mais uma rodada sem molho. A NBA deveria prestar mais atenção na elaboração da tabela. Não tem cabimento um sábado e uma segunda-feira (ou seja, dois em três dias seguidos) serem permeados por partidas desinteressantes.

Charlotte x New Jersey: que atrativo(s) tem esse confronto? Comecei a ver o cotejo; mudei rapidamente. Por curiosidade – e dever profissional – busquei o resultado final: vitória dos anfitriões por 79-68.

Importante: o New Jersey está invicto nesta temporada; não ganhou de ninguém até agora.

Escanteei Nets e Cats e passei a ver New York x New Orleans. O Hornets não é nem de longe aquele esquadrão de há duas temporadas.

Dá pena ver Chris Paul jogando neste time. Esperava mais do New Orleans com Emeka Okafor, mas nada mudou em relação ao time que tinha Tyson Chandler.

Sei não, acho até que piorou. Chandler, embora tecnicamente inferior a Okafor, tem garra e não apatia, característica do ex-pivô do Charlotte.

O final foi um tanto emocionante, disputado. Paul, quase que sozinho, fez uma reviravolta na partida e levou o Hornets ao triunfo. Mas não deu: vitória do Knicks por 117-111.

Utah x Houston foi o embate mais atraente da rodada. E com final surpreendente: do jeito que o Jazz vem jogando, acho que vou quebrar a cara, pois o time não chega nos playoffs de jeito nenhum.

O Rockets calou a EnergySolutions Arena com suas bolas de três: 10-19. Em contrapartida, os caseiros estiveram com a mão deformada: 3-11.

Isso realmente fez a diferença.

O “rookie” Chase Budinger veio do banco, jogou 22 minutos e anotou 17 pontos. Foi sua melhor performance como profissional com a camisa texana.

Se mantiver este desempenho, pode ser ótima alternativa para Rick Adelman neste período sem Tracy McGrady. Segundo os doutores do Houston, T-Mac deve retornar no final de dezembro.

Tomara que sim, pois é muito legal vê-lo em quadra; é quase a excelência do jogo. Pena que ele não consiga contagiar seus companheiros.

Clippers x Minnesota confesso que eu nem vi. Nem mesmo a curiosidade em assistir Jonny Flynn me fez sintonizar este confronto.

Bem, fui informado e informo vocês (se é que vocês ainda não sabem) que o primo pobre de Los Angeles conseguiu sua primeira vitória no campeonato: 93-90.

Chris Kaman, 25 pontos e 11 rebotes, levou o moto-rádio pra casa. Destaque também para os 15 rebotes de Marcus Camby.

Finalmente, Sacramento x Memphis. Vi a contenda para ver Allen Iverson pela primeira vez com a camisa do Grizzlies.

AI saiu do banco, jogou apenas 18 minutos. Tem que ser assim mesmo, devagarzinho, respeitando o peso da idade e as dores pelo corpo cansado de tanta labuta.

Seus números: 11 pontos em 18 minutos; 5-9 nos tiros de quadra e nenhum lance livre batido – o que mostra bem como ele foi econômico; uma assistência, mas zerou nos rebotes, desarmes e tocos; cometeu dois erros e fez duas faltas.

Iverson disse não ter tido qualquer problema quanto a contusão; problema foi entender o jogo do técnico Lionel Hollins. “Deem uma olhada nas estatísticas e vejam que eu não fui um sexto homem”, disse o jogador depois da partida.

Calma; o cenário será outro daqui a algumas rodadas. Iverson vai adicionar qualidade ao time do Tennessee.

Mas o destaque do jogo ficou por conta do armador Kevin Martin: 48 pontos!!!

Deveria ter aberto nosso papo com isso, mas confesso que até agora não consigo acreditar que isso aconteceu. É verdade que houve duas prorrogações e que Martin jogou 52 minutos; mesmo assim, é ponto pra dedéu.

O jogo terminou com a vitória do Kings por 127-116. Foi também a primeira do time californiano na competição.

FINALMENTE

Até que enfim uma rodada imperdível. Vejam os jogos desta noite: Cleveland x Washington; Indiana x Denver; Philadelphia x Boston; Detroit x Orlando; Miami x Phoenix; Chicago x Milwaukee; Oklahoma City x Lakers; Dallas x Utah; Portland x Atlanta.

Pergunto: a NBA não poderia ter separado dois desses jogos e tê-los colocado na rodada de ontem?

Como disse,  a NBA deveria ter prestado mais atenção na elaboração da tabela.

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Autor: Fábio Sormani Tags: , , , , , , ,

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