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	<title>Fábio Sormani &#187; Shaquille O&#8217;Neal</title>
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	<description>notícias sobre basquete no Brasil e no mundo</description>
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		<title>O VERDADEIRO SUPER-HOMEM</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 19:29:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Sormani</dc:creator>
				<category><![CDATA[NBA]]></category>
		<category><![CDATA[Anderson Varejão]]></category>
		<category><![CDATA[Dwight Howard]]></category>
		<category><![CDATA[LeBron James]]></category>
		<category><![CDATA[Nenê Hilário]]></category>
		<category><![CDATA[Shaquille O'Neal]]></category>
		<category><![CDATA[Tim Duncan]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando um grandão começa a intimidar um baixinho, qual a frase que nos vem imediatamente à cabeça? “Vá bater num cara do seu tamanho!”
Pois bem, na última quarta-feira, Dwight Howard deu um encontrão em Derrick Rose e o baixinho do Chicago levou, claro, a pior. Deixou a quadra e não mais voltou.
Perguntado sobre o incidente, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando um grandão começa a intimidar um baixinho, qual a frase que nos vem imediatamente à cabeça? “Vá bater num cara do seu tamanho!”</p>
<p>Pois bem, na última quarta-feira, Dwight Howard deu um encontrão em Derrick Rose e o baixinho do Chicago levou, claro, a pior. Deixou a quadra e não mais voltou.</p>
<p>Perguntado sobre o incidente, Howard respondeu: “Ele [D-Rose] bateu no homem de aço”.</p>
<p>Quem acompanha a NBA sabe muito bem quem DH se autodenominou Super-Homem, apelido que pertencia a Shaquille O’Neal. Mas como Shaq andava em baixa, a mídia aceitou o carnaval de Howard nos “All-Star Weekend” e transferiu a alcunha de Shaq para Dwight.</p>
<p>Ontem à noite os dois se encontraram em Cleveland. Antes de contar o que ocorreu no embate dos dois homens de aço, lembro que Big Daddy, quando chegou a Ohio, deixou claro: “Não haverá ‘double team’ em Howard. Eu nunca precisei disso para marcar ninguém”.</p>
<p>E completou: “Eu não considero que alguém esteja sendo homem comigo se não me marca sozinho”.</p>
<p>Bem, na contenda de ontem à noite, Shaq marcou individualmente a Howard e em momento algum usou do recurso da dobra na marcação. O mesmo não aconteceu quando DH o marcou; havia sempre alguém ajudando, fazendo a marcação dupla.</p>
<p>Ao final do jogo, Shaq bradou: “Digam-me quem é o verdadeiro Super-Homem!”.</p>
<p><strong>RESPOSTA<img class="alignright size-full wp-image-8755" src="http://colunistas.ig.com.br/fabiosormani/files/2010/02/SHAQ2.jpg" alt="SHAQ" width="648" height="522" /><br />
</strong><br />
Shaquille O’Neal teve sérios problemas para marcar Dwight Howard <em>(foto Reuters de ambos)</em>. Mas, realmente, ele o fez sem o auxílio de ninguém.</p>
<p>Até por isso, pelejou contra as faltas também. Cometeu cinco durante os apenas 19 minutos que locomoveu seus 147,4 quilos pra lá e pra cá.</p>
<p>Dwight Howard também se enroscou com as faltas. Como Shaq, fez cinco durante os 31 minutos que jogou.</p>
<p>Além de um quinteto de irregularidades, Shaq deixou a quadra com dez pontos, seis rebotes e um toco. Cometeu dois erros.</p>
<p>Howard marcou 19 pontos, apanhou 11 rebotes, deu uma assistência, dois tocos e cometeu três erros.</p>
<p>Na média, os números meio que se equivalem. Como Shaq foi homem e marcou Howard sozinho e a recíproca não foi verdadeira, a resposta para a indagação do grandalhão do Orlando é: o verdadeiro Super-Homem é mesmo Shaquille O’Neal.</p>
<p><strong>MORAL DA HISTÓRIA<br />
</strong><br />
Bater em Derrick Rose é fácil, por que Dwight Howard não foi macho e encarou Shaquille O’Neal?</p>
<p>DH caiu muitos pontos em meu conceito.</p>
<p><strong>O JOGO<br />
</strong><br />
Foi na bola e no pau. Além de ter vencido o embate pessoal contra Dwight Howard, Shaquille O’Neal também levou a melhor na disputa coletiva.</p>
<p>Sim, pois o Cleveland derrotou o Orlando por 115-106 e chegou à sua 13ª. vitória consecutiva. Fincou pé na primeira colocação do Leste e é também o líder geral da competição ao final do primeiro turno.</p>
<p>Mas o Cavs não chegou lá apenas por causa da coragem de Shaq. Chegou, principalmente, por causa da qualidade, da excelência, do esplendor de LeBron James.</p>
<p>‘Bron anotou 32 pontos, deu 13 assistências e apanhou oito rebotes. Quase um “triple-double”.  LBJ está exagerando neste momento do campeonato; é o melhor jogador da competição, ninguém duvida disso.</p>
<p>E se por ventura surgir questionamentos do tipo: será que ele aguenta o tranco até o final?, eu respondo: por que não? ‘Bron tem apenas 25 anos e é um cavalo de forte.</p>
<p>Ele tira de letra esta questão do cansaço.</p>
<p>Mais importante do que discutir isso é discutir o nível de seu jogo. Realmente, no momento, não tem pra ninguém.</p>
<p><strong>AUXÍLIO<br />
</strong><br />
Anderson Varejão também foi de uma valia imensa na vitória de ontem do Cleveland sobre o Orlando. Anotou 16 pontos e pegou quatro rebotes.</p>
<p>Poderia ter feito muito mais se não tivesse se enrolado com as faltas. Além disso, taticamente o jogo não se desenhou favorável para o capixaba.</p>
<p>Como o Orlando joga com quatro jogadores abertos e Dwight Howard, Mike Brown, técnico do Cavs, optou por esta formação também em boa parte do jogo, revezando Shaquille O’Neal e Zydrunas Ilgauskas em cima de Howard.</p>
<p>Além disso, J.J. Hickson estava inspirado: fez 20 pontos e marcou muito bem a Rashard Lewis. Por ser mais leve e mais rápido que Varejão, J.J. jogou 28 minutos contra apenas 15 do brasuca.</p>
<p>De qualquer maneira, enquanto jogou, Varejão mostrou uma vez mais que é o dono da posição de ala/pivô na seleção brasileira; indiscutivelmente.</p>
<p><strong>PIVÔ<br />
</strong><br />
Anderson Varejão é o nosso ala/pivô, enquanto que o pivô titular do quinteto brasileiro sem dúvida alguma é Nenê Hilário.</p>
<p>Ontem, o são-carlense entrou em quadra também. E teve uma árdua missão pela frente: marcar Tim Duncan; não apenas marcar, mas atacar também.</p>
<p>E o resultado final do embate entre ambos mostrou vitória do brasileiro.</p>
<p>Nenê cravou 20 pontos e apanhou nove rebotes. Deu ainda uma assistência.</p>
<p>Em contrapartida, Timmy anotou 16 e pegou sete rebotes. Deu ainda um toco.</p>
<p>Não é fácil duelar com Duncan, quem conhece o jogo sabe disso. Por isso mesmo, encarar Timmy e sair vencedor do confronto tem um sabor todo especial.</p>
<p><strong>AMARGO<br />
</strong><br />
Se Nenê Hilário venceu seu duelo particular diante de Tim Duncan, o mesmo não se deu com o Denver, que perdeu a partida para o San Antonio. Mesmo jogando em casa, o Nuggets não conseguiu segurar a força do alvinegro texano, que fechou a partida em 111-92.</p>
<p>De chatear, pois, pelo segundo jogo consecutivo, o são-carlense deixou a quadra como cestinha do time e do jogo. Isso significa que Carmelo Anthony ainda não está no melhor de sua forma.</p>
<p>Ser cestinha em um time que conta com Melo, das duas uma: ou você está arrebentando ou Melo está devendo.</p>
<p>Nenê tem jogado muito bem, como vimos, mas Melo anda devendo também.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-8753" src="http://colunistas.ig.com.br/fabiosormani/files/2010/02/DAVID-LEE.jpg" alt="Bucks Knicks Basketball" width="267" height="526" />SUBSTITUTO<br />
</strong><br />
À altura.</p>
<p>George Hill tem substituído muito bem a Tony Parker. Ontem, novamente por lesão, o francês não jogou, mas Hill deixou 19 pontos na cesta do Denver e ajudou o San Antonio a vencer sua primeira partida de modo convincente desde que bateu o Lakers, em casa, por 105-85, em 12 de janeiro passado.</p>
<p>Ou seja, havia 30 dias que o Spurs não deixava seu torcedor tremendamente feliz. Ontem o time de Gregg Popovich lavou a alma de seus fãs.</p>
<p>Não foi apenas Hill quem jogou bem. Tim Duncan, apesar de dominado por Nenê, fez 16 pontos. Do banco vieram DeJuan Blair e Manu Ginobili quem anotaram, respectivamente, 17 e 15 tentos.</p>
<p>Richard Jefferson, finalmente!, pontuou relativamente bem, 14, mesmo “score” de Roger Mason. Antonio McDyess fez uma dezena de pontos, indicando que o quinteto titular mais Manu e DeJuan tiveram um duplo dígito na pontuação.</p>
<p>Esse equilíbrio foi o segredo do sucesso do San Antonio.</p>
<p><strong>SUBSTITUIÇÕES<br />
</strong><br />
O comissário David Stern, presidente da NBA, tem a missão de indicar o substituto de um jogador quando ele se contunde e não pode participar do “All-Star Game”. Stern, informado das lesões de Kobe Bryant e Allen Iverson, tomou a seguinte decisão:</p>
<p>1) Para o lugar de Black Mamba ele indicou Jason Kidd;</p>
<p>2) Para a vaga de Iverson, David Lee <em>(foto AP)</em>.</p>
<p>Lee tornou-se o primeiro jogador do NYK a participar do “All-Star Game” desde que Allan Houston e Latrell Sprewell jogaram em 2001.</p>
<p>Decisão mais do que justa, pois Lee é sem dúvida o melhor jogador do Knicks nesta temporada.</p>
<p><strong>FLERTE?<br />
</strong><br />
Por falar em New York Knicks, o time não flerta com Tracy McGrady. O time está mesmo de olho no jogador.</p>
<p>E pretende oferecer um longo contrato para o jogador, que atualmente ganha US$ 23.2 milhões do Houston para não fazer nada, pois a franquia diz que ele ainda se recupera de uma cirurgia no pé. É o maior salário da temporada.</p>
<p>A idéia é fazer um acordo com o jogador. Ou seja: o Knicks pega-o agora e assume o compromisso de pagar seu salário até o final da temporada; se T-Mac corresponder, um contrato de longa duração será oferecido a ele.</p>
<p>O que eu acho? É como participar de uma roleta russa.</p>
<p><strong>FOLGA<br />
</strong><br />
Hoje é dia de comer pizza com a patroa. Não haverá jogo algum.</p>
<p>Ela agradece.</p>
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		<item>
		<title>COMO NOS VELHOS TEMPOS</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 19:36:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Sormani</dc:creator>
				<category><![CDATA[NBA]]></category>
		<category><![CDATA[Anderson Varejão]]></category>
		<category><![CDATA[Kobe Bryant]]></category>
		<category><![CDATA[LeBron James]]></category>
		<category><![CDATA[magic johnson]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Jordan]]></category>
		<category><![CDATA[Shaquille O'Neal]]></category>
		<category><![CDATA[Zach Randolph]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem tem visto os jogos do Cleveland já reparou; quem pouco vê o time de LeBron James e Anderson Varejão em quadra eu afirmo categoricamente: Shaquille O’Neal está bem próximo de sua forma ideal e do entrosamento definitivo com o resto do time.
Foi peça fundamental na vitória do Cavs diante do Memphis por 105-89. Uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem tem visto os jogos do Cleveland já reparou; quem pouco vê o time de LeBron James e Anderson Varejão em quadra eu afirmo categoricamente: Shaquille O’Neal está bem próximo de sua forma ideal e do entrosamento definitivo com o resto do time.</p>
<p>Foi peça fundamental na vitória do Cavs diante do Memphis por 105-89. Uma surra, pois a diferença chegou a 28 pontos e quando isso se deu o técnico Mike Brown e os jogadores aliviaram.</p>
<p>‘Bron voltou a jogar uma barbaridade. Não pelos 22 pontos, mas pelas 15 assistências dadas, empatando seu recorde pessoal na NBA.</p>
<p>Nos rebotes, foram seis. Além deles, um desarme e um todo pra lá de espetacular pra cima de O.J. Mayo. Aliás, aquilo não foi um toco, foi um prego mesmo.</p>
<p>Espetacular.</p>
<p>Mas elogiar LBJ é falar o óbvio. Qualquer um faz.<img class="alignright size-full wp-image-8697" src="http://colunistas.ig.com.br/fabiosormani/files/2010/02/SHAQ.jpg" alt="SHAQ" width="389" height="579" /></p>
<p>Por isso, vamos nos ater em Shaq, como propus no início da nossa conversação. O pirulão veterano do Cleveland fez um primeiro tempo que lembrou os velhos tempos.</p>
<p>Foram nove pontos, 11 rebotes e quatro tocos. No segundo, passou mais tempo descansando do que em quadra; no total, jogou apenas 21 minutos.</p>
<p>Por isso mesmo, fechou a conta com 13 pontos, 13 rebotes e os quatro tocos já mencionados. Tivesse jogado com a mesma intensidade, poderia ter feito muito mais e, quem sabe, ter se aproximado — ou anotado — de um “triple-double”.</p>
<p>No geral, Shaq <em>(foto AP)</em> tem 11.7 pontos e 6.9 rebotes. Nos últimos cinco jogos, elevou sua média de pontos para 16.6 e a de rebotes para 8.4.</p>
<p>Isso em 25 minutos de permanência em quadra. Se ficasse mais&#8230;</p>
<p>Esse é o problema: será que Shaq consegue render bem se jogar mais do que 25 minutos por partida?</p>
<p>Creio que não; mas o importante é que mesmo com um tempo limitado, Big Daddy, como disse, começa a lembrar os velhos tempos.</p>
<p><strong>MAGIC<br />
</strong><br />
Kobe Bryant imita Michael Jordan. LeBron James diz abertamente que é torcedor do Chicago e que usa a camisa 23 em homenagem a Michael Jordan.</p>
<p>Muitos dizem que ele, e não Kobe, será o sucessor do Pelé do basquete. Sentar-se no trono é uma coisa, ter trejeitos é outra.</p>
<p>Kobe é o carbono de MJ — aliás, precisa dar uma maneirada e tentar disfarçar um pouco.Tem todos os trejeitos do maior de todos os tempos.</p>
<p>‘Bron, fã de carteirinha de Jordan, não se parece com Jordan. LBJ se parece mesmo é com Magic Johnson.</p>
<p>Não na força física; não é disso que eu falo. É na maneira com que tem jogado.</p>
<p>Como disse, LBJ, depois do episódio da dancinha contra o Chicago, parece ter amadurecido. Teve recaída na partida contra o Lakers, quando ficou, desnecessariamente, cantando um rap ao final da partida, mas de uma maneira geral tem-se mostrado um homem em quadra.</p>
<p>E o resultado é que nesta temporada está com médias de 29.3 rebotes, 7.1 rebotes e 8.2 assistências.</p>
<p>Pra você que não viu Magic Johnson jogar, era isso o que o camisa 32 do Lakers fazia. Pontuava, distribuía pontos e pegava rebotes. Era quase completo.</p>
<p>Entre os humanos, Magic talvez tenha sido o maior de todos.</p>
<p><strong>SHOW<br />
</strong><br />
Anderson Varejão foi um espetáculo à parte no jogo de ontem. Como tenho dito, não se deixe influenciar pelos oito pontos e seis rebotes.</p>
<p>O capixaba contagia o time de um jeito que nem mesmo LeBron James consegue se conter — muito menos os torcedores.</p>
<p>Mais uma grande partida do nosso brasuca, que deveria estar no “All-Star Game” na vaga de Al Horford se o ASG fosse um evento pra valer e não uma brincadeira.</p>
<p><strong>ZACH<br />
</strong><br />
O ala/pivô do Memphis teve uma noite apagada.</p>
<p>No primeiro quarto, 0/6 nos arremessos, quatro rebotes e um desarme. Terminou o tempo inicial com quatro pontos (2/9) e os mesmos rebotes e desarme.</p>
<p>Foi presa fácil de J.J. Hickson e Anderson Varejão. Não viu a cor da bola.</p>
<p>O mesmo se deu no segundo tempo, pois Zach Randolph terminou a partida com oito pontos (3/14), quatro rebotes, quatro roubos de bola e cinco erros.</p>
<p>Uma lástima.</p>
<p>Uma noite para ser esquecida.</p>
<p>Ah, sim, Hickson, a quem ele deveria vigiar, terminou a partida com 15 pontos (mais que o dobro de sua média) e oito rebotes (também o dobro de seu desempenho).</p>
<p>Como disse, uma noite para ser esquecida.</p>
<p><strong>ESCLARECIMENTOS<br />
</strong><br />
Por favor, não entendam como deboche ou ironia o que escrevi acima. É que muitos me acusaram (e não sem razão) de não estar vendo Zach Randolph em ação.</p>
<p>Não estava mesmo, pois dele praticamente tudo sei — imagino.</p>
<p>Mas como as críticas foram tão veementes, comecei a olhar melhor o craque do Memphis.</p>
<p>Outras análises virão no futuro.</p>
<p><strong>OLD TIMES<br />
</strong><br />
O Chicago voltou aos velhos tempos no jogo de ontem contra o Clippers. E voltou a perder para o time de Los Angeles.</p>
<p>Acreditem, o Bulls foi varrido pelo Clippers nesta temporada. Barba e cabelo, pois os angelinos venceram em casa e fora.</p>
<p>O Bulls voltou a mostrar ontem os velhos defeitos: precário nos arremessos de média e longa distância, o que acabou por facilitar a marcação do oponente, que fechou o garrafão e inibiu a ofensividade do Chicago.</p>
<p>Foram apenas 38.0% de aproveitamento nos arremessos (30-79), sendo que nas bolas de três foi ainda pior: 33.3% (5-15).</p>
<p>Foi o chamado “balde de água fria” nos 19.335 torcedores que lotaram o United Center, que foram pra lá bem entusiasmados depois que o time, fora de casa, bateu Phoenix, Houston, San Antonio e New Orleans.</p>
<p>Realmente, não dá pra acreditar nesse time e nesse técnico.</p>
<p><strong>RODADA<br />
</strong><br />
Os outros resultados de ontem foram:</p>
<p>Indiana 130-115 Toronto<br />
Orlando 99-82 Milwaukee<br />
New Jersey 93-97 Detroit<br />
Oklahoma 106-99 Atlanta<br />
Houston 119-97 Golden State</p>
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		</item>
		<item>
		<title>NADA AINDA; VDN CONTINUA NO BULLS</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 20:27:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Sormani</dc:creator>
				<category><![CDATA[NBA]]></category>
		<category><![CDATA[Anderson Varejão]]></category>
		<category><![CDATA[Joe Johnson]]></category>
		<category><![CDATA[Josh Smith]]></category>
		<category><![CDATA[LeBron James]]></category>
		<category><![CDATA[Shaquille O'Neal]]></category>
		<category><![CDATA[Vinnie Del Negro]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou aqui, em frente ao computador, acessando vários sites à espera de alguma notícia auspiciosa. Em outras palavras, espero ler em algum lugar a demissão de Vinnie Del Negro (foto AP).
Mas até agora, nada. Tudo como dantes no quartel de Abrantes.
Nego-me a falar sobre o jogo de ontem em Atlanta. Falar o que de um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou aqui, em frente ao computador, acessando vários sites à espera de alguma notícia auspiciosa. Em outras palavras, espero ler em algum lugar a demissão de Vinnie Del Negro <em>(foto AP)</em>.</p>
<p>Mas até agora, nada. Tudo como dantes no quartel de Abrantes.<img class="alignright size-full wp-image-8358" src="http://colunistas.ig.com.br/fabiosormani/files/2009/12/VDN.jpg" alt="Bulls Hawks Basketball" width="215" height="344" /></p>
<p>Nego-me a falar sobre o jogo de ontem em Atlanta. Falar o que de um time que novamente foi massacrado, desta vez por 118-83?</p>
<p>Falar que o aproveitamento nos arremessos, de míseros 36.4%, foi o mais baixo da temporada? Falar que o time cedeu 22 pontos ao adversário em contra-ataques? Falar que eles cometeram 19 erros durante toda a partida? Falar que o Bulls perdeu nove de seus últimos dez jogos? Falar que perdeu inclusive para o New Jersey, em casa, a equipe com pior aproveitamento nesta temporada? Falar que dessas nove derrotas, nove foram por goleada?</p>
<p>Nego-me a falar; prefiro comentar o Atlanta.</p>
<p><strong>QUARTO PODER<br />
</strong><br />
O Atlanta é um time certinho; nada além de um time certinho.</p>
<p>Bem treinado por Mike Woodson, o Hawks parece um relógio suíço dada a sua regularidade. Mas isso não é suficiente para levar uma equipe ao topo.</p>
<p>É preciso muito mais.</p>
<p>Falta ao time da Geórgia uma estrela capaz de desequilibrar, ganhar jogos impossíveis e consequentemente campeonatos. LeBron James cairia como uma luva no Atlanta.</p>
<p>Sim, pois estaríamos juntando a fome com a vontade de comer (nossa, meu segundo provérbio!, desculpem-me). O Hawks precisa deste jogador e LBJ precisa de um time como o Atlanta.</p>
<p>Al Horford e Josh Smith formam uma turma da pesada dentro do garrafão. Mike Bibby é um armador com elevado entendimento do jogo. E Joe Johnson poderia ser o Scottie Pippen de King James, que entraria na vaga de Marvin Williams, o mais fraco dos titulares do Atlanta.</p>
<p>Johnson, apesar de ser o quarto maior cestinha da história da franquia, atrás de Dominique Wilkins, Pete Maravich e Walt Bellamy, não tem carisma. Muito menos o poder dos grandes jogadores, capazes de levar equipes nas costas ao pote dourado.</p>
<p>Funcionaria como um fiel escudeiro de LeBron James. Seria, como disse, o Pip de LBJ.</p>
<p>Enquanto esse jogador não chegar (se é que um dia vai chegar), o Atlanta não passará de um time certinho, que vai chegar no máximo nas semifinais da Conferência Leste e tombar diante de Boston, Orlando ou Cleveland — pode até passar pelo Cavs num playoff que tudo dê certo, mas do Magic e do Celtics, nem pensar.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-8359" src="http://colunistas.ig.com.br/fabiosormani/files/2009/12/LBJ.jpg" alt="LBJ" width="242" height="345" />DERROTA<br />
</strong><br />
Por falar em LeBron James <em>(foto AP)</em>, o Cleveland voltou a perder. Ontem foi para o Houston, no Texas, por 95-85.</p>
<p>É a segunda derrota consecutiva da equipe, que na segunda-feira apanhou do Memphis por 111-109, na prorrogação. O Cavs não perdia dois jogos consecutivamente desde o início da competição, quando curvou-se diante do Boston (em casa) e do Toronto (fora).</p>
<p>LBJ anotou 27 pontos. Ele, Delonte West (14) e Anderson Varejão (10) foram os únicos jogadores a ter um duplo dígito na pontuação. Os demais&#8230; bem, os demais negaram fogo.</p>
<p>Mas negaram porque são ruins ou porque não conseguem jogar, sufocados pela intensidade do jogo de LeBron James?</p>
<p>Esta questão, para mim, não tem resposta — pelo menos momentaneamente. E já que hoje eu dei para ficar citando frases e provérbios, lasco mais um: esta situação parece-me aquela velha história do biscoito, que a gente não sabe se é fresquinho porque vende mais ou se vende mais porque é fresquinho.</p>
<p>Enquanto LeBron não ganhar um anel eu não encontrarei resposta para este enigma. Sim, para mim, LeBron James é um enigma.</p>
<p>Por favor, aos fãs de LBJ eu peço: não, não me queiram mal, é apenas uma dúvida que tenho; não é nada pessoal contra vocês ou contra o jogador.</p>
<p><strong>QI<br />
</strong><br />
Em defesa de LeBron James sai o pivô Shaquille O’Neal, um dos maiores na história da liga. Treinado por gente do calibre de um Phil Jackson e Pat Riley, Shaq disse o seguinte: “LeBron poderia ser treinador de qualquer time da NBA neste momento”.</p>
<p>E por que ele disse isso? Porque, no entender do grandalhão, LBJ tem um “QI fenomenal”.</p>
<p>E explicou: “Ele [LeBron] compreende todos os ângulos do jogo; todos os princípios defensivos; sabe como fazer seus companheiros jogarem melhor; tem uma leitura perfeita das jogadas defensivas dos adversários e como eles defendem cada jogador; e sabe não apenas de suas responsabilidades, mas de seus companheiros também”.</p>
<p>Pergunto: o anel foi encomendado para esta ou para a próxima temporada?</p>
<p>Não, não é deboche ou provocação, é apenas dúvida. Então, uma vez mais, eu peço aos fãs de LBJ: não, não me queiram mal, pois, como disse, é apenas uma dúvida que tenho; não é nada pessoal contra vocês ou contra o jogador.</p>
<p>Como disse acima, LeBron James é, para mim, ainda um enigma.</p>
<p><strong>CURIOSO<br />
</strong><br />
Não vi até agora nenhum jogo do Indiana na temporada. Estou curioso, até porque quero ver como está jogando Tyler Hansbrough <em>(foto AP)</em>, o ala/pivô que veio de North Carolina, meu time no college.</p>
<p>Olhando o “Box Score” da derrota de ontem diante do Portland, em Indianapolis, por 102-91, vejo que o camisa 50 do Pacers fez 13 pontos e surrupiou 11 rebotes, sete deles no ataque. Vejo também que foi o primeiro “double-double” na carreira de Hansbrough na NBA.</p>
<p>O desempenho do menino deixou-me feliz. Foi um belo consolo para um sofrido torcedor do Chicago, mas que ama North Carolina na mesma intensidade.<img class="alignright size-full wp-image-8360" src="http://colunistas.ig.com.br/fabiosormani/files/2009/12/TYLER.jpg" alt="Trail Blazers Pacers Basketball" width="399" height="344" /></p>
<p>De qualquer maneira, o Indiana vai de mal a pior na competição. Vem de seis derrotas consecutivas e é o último colocado na Divisão Central da Conferência do Leste.</p>
<p>No geral, só não é o lanterninha porque na conferência há times como Philadelphia, New York e New Jersey.</p>
<p><strong>TABU 1<br />
</strong><br />
Por falar em Philadelphia, o time perdeu seu segundo jogo consecutivo desde que Allen Iverson vestiu a camisa 3 da franquia. No debu, foi batido pelo Denver por 93-83; ontem, perdeu para o Detroit por 90-86.</p>
<p>Iverson não é culpado de nada, pois, antes de ele chegar, o Sixers já havia enfileirado nove derrotas. Somando-as com as duas da era AI, já são 11 prélios sendo surrado pelos oponentes.</p>
<p>É a maior sequência de derrotas no momento. É mole?</p>
<p><strong>TABU 2<br />
</strong><br />
O Lakers ganhou mais uma; foi a décima vitória consecutiva. A vítima: Utah, 101-77.</p>
<p>Os números mostram que houve um massacre, daqueles que os adversários do Chicago estão acostumados a impor ao time da cidade dos ventos.</p>
<p>Dez vitórias consecutivas, como eu disse. Mas, pergunto: o que de tão extraordinário existe neste cartel? Afinal, desses dez cotejos, apenas um foi fora de casa — e assim mesmo contra o Golden State, uma das equipes mais frágeis da liga.</p>
<p>Mas fiquem tranquilos: tem só mais um jogo em Los Angeles, marcado para amanhã à noite, diante do Sacramento. Depois disso, o time arruma as malas (finalmente!) e cai na estrada.</p>
<p>Cinco jogos estão marcados para esta primeira excursão do Lakers. Na ordem: Utah, Chicago, Milwaukee, New Jersey e Detroit.</p>
<p>Tudo baba, mas, fazer o quê?</p>
<p>Alguém disse que poderiam ter colocado o Boston? Foi isso o que eu ouvi?</p>
<p>Se foi, eu concordo.</p>
<p>A tabela do Lakers é uma mãe!</p>
<p><strong>NADA AINDA<br />
</strong><br />
Dei uma última vasculhada na internet. Vinnie Del Negro ainda não foi demitido.</p>
<p>Fora VDN!</p>
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		<title>RESERVA QUE INCOMODA</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 22:58:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Sormani</dc:creator>
				<category><![CDATA[NBA]]></category>
		<category><![CDATA[Anderson Varejão]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando Anderson Varejão foi para o banco, Mike Brown e LeBron James justificaram a decisão dizendo que o time precisava manter a força e a energia quando os reservas entrassem em quadra.
Com a vinda de Shaquille O’Neal, imaginava o técnico Brown, o Cavs ganharia muita força interior e que, por isso mesmo, era o momento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando Anderson Varejão foi para o banco, Mike Brown e LeBron James justificaram a decisão dizendo que o time precisava manter a força e a energia quando os reservas entrassem em quadra.</p>
<p>Com a vinda de Shaquille O’Neal, imaginava o técnico Brown, o Cavs ganharia muita força interior e que, por isso mesmo, era o momento de fazer a mexida, colocando J.J. Hickson ao lado de Shaq. O novato iria aproveitar-se da presença do grandalhão e adicionaria pontos e rebotes que não conseguiria ao lado de Zydrunas Ilgauskas, que foi para o banco com a chegada de O’Neal.</p>
<p>A decisão ganharia força também porque no banco estariam Varejão e Zy, os dois pivôs titulares da temporada passada. Entrosados, entrariam em quadra com o jogo já em andamento e não deixariam o nível cair.</p>
<p>Mais ainda: com a contratação de Anthony Parker, Delonte West, que criou e teve uma série de problemas nesta pré-temporada, foi para o banco também. Assim, além do capixaba e do lituano, Delonte também faria parte do time reserva.</p>
<p>Ou seja: três dos titulares da temporada passada viriam do banco e, desta forma, num rodízio bem arquitetado, entrariam com a bola em movimento e o nível, como disse, não cairia.</p>
<p>Acontece que Varejão foi perdendo espaço. Ou melhor, minutos.</p>
<p>Iludiu-se quem pensou que a situação estava bem e sob controle. Hoje, em matéria publicada no jornal “Plain Dealer”, de Cleveland, Varejão falou sobre o assunto.</p>
<p>“Eu sempre disse que quero ser importante [para o time]. Quero dar tudo de mim num jogo e tentar ajudar o time. Se eu começo um jogo ou não, isso não importa. Para mim, a coisa mais importante não é começar um jogo, mas sim terminar”.</p>
<p>Varejão tem razão até a página nove. Não adianta nada terminar uma partida se você fica em quadra dez minutos por jogo.</p>
<p>O importante é você ter minutos consideráveis e terminar os jogos decisivos. Não adianta nada jogar um quarto inteiro se ele for um “garbage quarter” e adicionar minutos descartáveis à sua estatística.</p>
<p>A reserva incomodou Varejão — como ainda deve incomodar. É muito gostoso ouvir o locutor da Q Arena anunciar o time que vai jogar e ter seu nome entoado em elevados decibéis, seguidos de aplausos calorosos dos fãs.</p>
<p>Já que isso não é possível, dada a estratégia do treinador, que pelo menos ele fique em quadra tempo suficiente para jogar bola. E isso não estava ocorrendo.</p>
<p>Varejão tinha perdido, como disse, a posição e seus minutos.</p>
<p>Mas acontece que Hickson começou a ratear. Deixou de pontuar e apanhar rebotes.</p>
<p>Brown e LeBron certamente viram isso. Agora, mesmo vindo do banco, o brasuca tem mais minutos em quadra.</p>
<p>Seu nome não é mais gritado pelo locutor do ginásio. Mas com mais minutos, Varejão pode render mais e ter seu nome gritado pelos torcedores.</p>
<p>O fiel da balança pende mais para este lado.</p>
<p><strong>DESEJO<br />
</strong><br />
Em outra matéria, esta publicada no “Chicago Tribune”, Derrick Rose declarou que seu sonho é jogar ao lado de LeBron James na próxima temporada. Disse o armador do Bulls:</p>
<p>“É incrível vê-lo em quadra, especialmente nos contra-ataques. Ele é um grande jogador, não há como negar. É um líder”.</p>
<p>Perguntado sobre Dwyane Wade, filho de Chicago, como ele, D-Rose respondeu: “Qualquer um desses superstars [LeBron e D-wade] precisa vir para cá. Não me importa quem”.</p>
<p>E completou: “Mas um cara como ele [LeBron] seria demais. Ele faria o nosso time melhor”.</p>
<p>Com certeza, muleke, com certeza.</p>
<p>Mas para que esse sonha se torne realidade, vocês precisam jogar mais bola e mostrar para os dois que o Chicago não é uma barca furada — como eu penso que é.</p>
<p><strong>RODADA<br />
</strong><br />
Por falar em LeBron James e Derrick Rose, os dois se encontram logo mais em Cleveland, quando o Cavs recebe o Bulls.</p>
<p>A vitória diante do Detroit, anteontem, quebrou uma série de cinco derrotas consecutivas do time da cidade dos ventos. Foi no United Center; fora de casa o Chicago parece um time de moças.</p>
<p>É, mas alguém pode questionar o que eu acabo de dizer lembrando que o Chicago bateu o Cleveland em 5 de novembro passado dentro da Q Arena por 86-85. Verdade, mas era outro momento, especialmente porque o Cavs não tinha ainda engrenado.</p>
<p>Hoje está melhor. Venceu dez de seus últimos 12 jogos. Por isso, eu duvido que vá perder novamente.</p>
<p>Outro jogo que chama atenção será disputado em Nova Jérsei. O Nets, que até agora não venceu no campeonato (perdeu seus 18 jogos, no pior início de temporada na história da NBA), recebe o Charlotte.</p>
<p>O Cats é um time instável, mas parece estar se ajeitando com a chegada de Stephen Jackson, muito mais jogador do que Raja Bell. E Gerald Wallace tem, neste início de temporada, uma performance digna de Dennis Rodman nos rebotes.</p>
<p>E com uma vantagem: pontua também.</p>
<p>Kiki Vandeweghe estréia no comando do New Jersey. Tom Barrise não é mais o poderoso chefão: voltou a ser auxiliar técnico.</p>
<p>Todos estão empolgados com a tabela de jogos. Os próximos cinco adversários do Nets (Cats, New York, Chicago, Golden State e Indiana) têm aproveitamento inferior a 50%.</p>
<p>Pra mim, eles vão perder todas; sorry, Kiki.</p>
<p>Outro jogo legal de se ver é Oklahoma City x Boston. O Thunder é um time em franca evolução, enquanto que o Celtics é um time em franca recuperação.</p>
<p>Vem de seis vitórias consecutivas (ontem bateu o San Antonio, no Texas) e parece estar encontrando o basquete que todos acreditam que o time joga.</p>
<p>Ah, pra finalizar, vale o destaque: o Lakers pega o Miami. Quem adivinhar onde vai ser o jogo ganha um doce.</p>
<p><strong>RODADA<br />
</strong><br />
O Denver bateu ontem o Miami por 114-96, com 15 pontos, oito rebotes, quatro assistências e dois desarmes de Nenê Hilário. Anotem aí: nos últimos cinco jogos o são-carlense está com uma média de 4.6 assitências.</p>
<p>Chauncey Billups, armador do time, tem 6.1 por partida. Vejam que a diferença é pequena.</p>
<p>Nenê melhora seu jogo a cada rodada que passa.</p>
<p>Num jogo no pau, o Houston bateu o Golden State por 111-109.</p>
<p>Mas o destaque, como eu disse anteriormente, ficou por conta da vitória do Boston diante do San Antonio. O jogo no Texas foi dominado o tempo todo pelo Celtics.</p>
<p>A registrar a belíssima assistência que Rajon Rondo deu para Rasheed Wallace meter uma bola de três ao final do terceiro quarto. Um primor.</p>
<p>Vitória que firma o Boston como favoritíssimo ao título do Leste; derrota que mostra ao Spurs que o time ainda tem que fazer ajustes na equipe.</p>
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		<title>MANIA DE TREINADOR</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 18:10:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Sormani</dc:creator>
				<category><![CDATA[NBA]]></category>
		<category><![CDATA[Allen Iverson]]></category>
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		<description><![CDATA[No caso, americano. Quem assistiu ao jogo Chicago x Charlotte? Quem viu, deve ter constatado.
O ala John Salmons, do Bulls, terminou o primeiro quarto com a mão quente: 14 pontos. Não fosse sua performance e o Cats teria aberto uma grande diferença ao final do período, que terminou em 28-26 para o time da Carolina [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No caso, americano. Quem assistiu ao jogo Chicago x Charlotte? Quem viu, deve ter constatado.</p>
<p>O ala John Salmons, do Bulls, terminou o primeiro quarto com a mão quente: 14 pontos. Não fosse sua performance e o Cats teria aberto uma grande diferença ao final do período, que terminou em 28-26 para o time da Carolina do Norte.</p>
<p>A 12 segundos do final do quarto em questão, o técnico do Chicago, Vinnie Del Negro, tirou Salmons do jogo, para descansar, claro. Em seu lugar fez entrar Janero Pargo. Deixou Salmons <em>(foto AP)</em> do lado de fora por 5min08seg.<img class="alignright size-full wp-image-8164" src="http://colunistas.ig.com.br/fabiosormani/files/2009/11/SALMONS.jpg" alt="Bobcats Bulls Basketball" width="236" height="344" /></p>
<p>Resultado: o Charlotte abriu uma diferença de nove pontos, 40-31. Salmons voltou correndo para a quadra, mas sem o ritmo do primeiro quarto.</p>
<p>Nos três seguintes, anotou 13 pontos. Terminou a partida com 27, mas se Del Negro não tivesse deixado-o mofando no banco de reservas por mais de cinco minutos, seguramente ele teria feito muito mais.</p>
<p>Por que fazer isso?</p>
<p>É mania de treinador; especialmente americano.</p>
<p>O jogador está bem, com a mão quente, pra que tirá-lo da partida? Pra descansar? Ora, há dois bons minutos disponíveis na troca de um quarto para o outro, suficientes para um refresco para o corpo e mente.</p>
<p>Além disso, Salmons não é um veterano como Shaquille O’Neal, por exemplo. Tem 29 anos e preparo para aguentar um jogo inteiro se possível.</p>
<p>Neste campeonato, seu melhor desempenho foi no cotejo de ontem, quando marcou os já mencionados 27 pontos. Depois desta marca, sua melhor exibição ofensiva foi na derrota diante do Miami, quando anotou 17 tentos.</p>
<p>Então, se o cara está inspirado, por que tirá-lo de quadra?</p>
<p>Mania de treinador; no caso, americano.</p>
<p>Mesmo assim, o Chicago venceu. Foi às duras penas, mas venceu: 93-90.</p>
<p><strong>RODADA<br />
</strong><br />
O Denver voltou a decepcionar seus fãs. A sova, agora, foi em Atlanta. O time do brasileiro Nenê Hilário foi derrotado por 125-100. Como disse, uma surra. O são-carlense anotou 12 pontos e pegou sete rebotes. O desempenho do Nuggets nos dois últimos jogos deixa-me com a pulga atrás da orelha quanto ao futuro do time nesta temporada.</p>
<p>O Boston venceu o New Jersey, fora de casa, por uma dezena de pontos de vantagem: 86-76. Mas foi difícil. O jogo foi parelho em sua maior parte e o Nets chegou a liderar o marcado em várias oportunidades. O time perdeu a inspiração ofensiva, mas a defensiva, como os números provam, não.</p>
<p>E o New York? Será que os caras não percebem que Mike D’Antoni é um treinador completamente sem inspiração — pelo menos no momento? O time perdeu ontem, mais uma vez na competição (a sexta, diga-se, contra apenas uma vitória), agora para o Milwaukee, por 102-87. Vocês acham que LeBron James vai trocar o Cleveland por uma franquia tão caída como o New York? Eu não acredito.</p>
<p>Quanto ao Memphis&#8230; bem, este merece um capítulo à parte.</p>
<p><strong>FIM DA LINHA?<br />
</strong><br />
O Memphis foi a Los Angeles e foi derrotado pela sexta vez no torneio — a quinta fora de casa. Tem apenas uma vitória na temporada.</p>
<p>Quem aproveitou para tirar uma lasquinha foi o Clippers: 113-110.</p>
<p>Mas não é apenas a derrota que preocupa. Allen Iverson pediu dispensa para resolver problemas particulares e disse não ter data para retornar.</p>
<p>A pergunta que não quer se calar é: voltará?</p>
<p>Duvido.</p>
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		<item>
		<title>OS DRAMAS DE CLEVELAND E SAN ANTONIO</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 13:52:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Sormani</dc:creator>
				<category><![CDATA[NBA]]></category>
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		<description><![CDATA[A temporada mal começou e em apenas seis jogos o Cleveland já perdeu dois deles em casa, exatamente o mesmo número de vezes em que foi dobrado diante dos fãs em toda a temporada passada. Nos outros 39 embates em sua Q Arena, o Cavs foi para o vestiário carregado nos braços da torcida.
Para que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A temporada mal começou e em apenas seis jogos o Cleveland já perdeu dois deles em casa, exatamente o mesmo número de vezes em que foi dobrado diante dos fãs em toda a temporada passada. Nos outros 39 embates em sua Q Arena, o Cavs foi para o vestiário carregado nos braços da torcida.</p>
<p>Para que isso ocorra novamente, o time de LeBron James não pode mais perder em seus domínios. É possível que isso ocorra?</p>
<p>Improvável, mas não impossível.</p>
<p>Mas não é isso o que interessa. O que importa é falarmos do jogo do Cavs, que realmente decepciona neste início de competição.</p>
<p>O time não funciona em quadra. A contratação de Shaquille O’Neal pouco ou quase nada adicionou ao time.</p>
<p>Talvez tenha-o deixado mais lento em quadra. Exatamente o que ocorreu em Phoenix.</p>
<p>Shaq, infelizmente, envelheceu. É vítima do tempo, como todos nós.</p>
<p>Tem freado o ritmo alucinante que LBJ imprime à equipe quando o time joga em casa e, com defesa consistente parte para a transição e nocauteia o oponente pela velocidade e eficiência de seu jogo.</p>
<p>Isso não tem sido visto como se via no campeonato passado. Shaq defende mal e é lento.</p>
<p>Seus números na derrota de ontem para o Chicago por 86-85 foram bons apenas nos rebotes: dez. Mas a pontuação foi mediana para que se valha a pena tê-lo em quadra: 14 pontos.</p>
<p>Anderson Varejão, por exemplo, teve números semelhantes: 12 pontos e 13 rebotes. Mas o jogo não fica concentrado no capixaba e ele, ao contrário de Shaq, não deixa o time em “slow motion”.</p>
<p>E mais: Shaq em quadra, atualmente, não é preocupação para o adversário. Dificilmente você vê o oponente fazer um “double team” (marcação dobrada) em cima do grandalhão.</p>
<p>Apenas um jogador é suficiente.</p>
<p>Será que Shaq vai naufragar também em Cleveland?</p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-8155" src="http://colunistas.ig.com.br/fabiosormani/files/2009/11/DOOR-CLOSED.jpg" alt="Bulls Cavaliers Basketball" width="400" height="257" />FELICIDADE<br />
</strong><br />
Em contrapartida, o Chicago levou às nuvens os seus torcedores. Ninguém, em sã consciência, poderia imaginar que o Bulls fosse vencer o Cavs — ainda mais em Cleveland.</p>
<p>Mas não é que o time venceu?</p>
<p>O final foi dramático. O tal do “double team” que eu disse há pouco que ninguém mais faz em Shaq, foi feito em LeBron James nos segundos finais da partida.</p>
<p>E o ala, ao tentar a bandeja para dar a vitória aos anfitriões, encontrou a porta fechada por Luol Deng e Joakim Noah <em>(foto AP)</em>. Perfeito.</p>
<p>LBJ deixou a quadra reclamando de falta — que significaria a cobrança de dois lances livres. Mas foi choro de mal perdedor.</p>
<p>O que eu vi foi uma defesa perfeita em cima de um dos maiores jogadores de basquete da atualidade. Isso King James deveria dizer e reconhecer o trabalho da dupla adversária.</p>
<p>Vitória justa de um time que não se deixou intimidar em nenhum momento pela força do adversário e nem pelo barulho da torcida. Vitória justa de um time que acreditou até o fim que era possível vencer.</p>
<p>Chicago 86-85 Cleveland. Inacreditável!</p>
<p><strong>IRREGULAR<br />
</strong><br />
O San Antonio também não empolga neste início de competição. Perdeu seus dois principais compromissos até o momento: Bulls, em Chicago, e Utah, em Salt Lake City.</p>
<p>Suas duas únicas vitórias em quatro partidas até o momento aconteceram no Texas: New Orleans e Sacramento. E, cá pra nós, dois times do bloco intermediário para baixo, o que não empolga ninguém.</p>
<p>A derrota de ontem na cidade do lago salgado por 113-99 preocupa os torcedores texanos. Afinal, o Jazz vinha de uma campanha de 1-3, com derrota até mesmo para o Houston (sem T-Mac e Yao Ming) em sua EnergySolutions Arena.</p>
<p>Carlos Boozer estava marcado pela torcida. Pegava na bola e era vaiado.</p>
<p>Até o jogo de ontem.</p>
<p>Na noite passada, Booz marcou 27 pontos, apanhou 14 rebotes, deu três assistências e dois tocos e ainda roubou duas bolas. E, mais importante de tudo, ajudou a controlar Tim Duncan, um dos maiores power foward da história da NBA.</p>
<p>A quinta-feira foi realmente atípica: os favoritos perderam; as zebras se deram bem.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>UM TIME REFÉM DE UM JOGADOR</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 15:23:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Sormani</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na rodada de abertura da NBA foram 38 pontos e oito assistências. Ontem veio um “triple-double”: 23 pontos, 12 assistências e 11 rebotes.
LeBron James (foto AP) segue jogando muito — e o Cleveland segue com os seus problemas: dependente até o último fio de cabelo do desempenho de LBJ.
Depois de ser derrotado em casa pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na rodada de abertura da NBA foram 38 pontos e oito assistências. Ontem veio um “triple-double”: 23 pontos, 12 assistências e 11 rebotes.</p>
<p>LeBron James <em>(foto AP)</em> segue jogando muito — e o Cleveland segue com os seus problemas: dependente até o último fio de cabelo do desempenho de LBJ.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-8099" src="http://colunistas.ig.com.br/fabiosormani/files/2009/10/LBJ2.jpg" alt="Cavaliers Raptors Basketball" width="270" height="344" />Depois de ser derrotado em casa pelo Boston no primeiro jogo da temporada (95-89), o Cavs voltou a se curvar diante do oponente. Ontem, cruzou a fronteira canadense e tombou no Air Canada Centre frente ao Raptors: 101-91.</p>
<p>Já é tempo de preocupação? Claro que não, o campeonato nem engatinha ainda, pois apenas duas rodadas aconteceram.</p>
<p>Mas a campanha atual do Cleveland é o avesso da passada.O que acontece com o Cavs?</p>
<p>Até agora não funcionou como time. Um dos principais problemas é a falta de encaixe no jogo de Shaquille O´Neal.</p>
<p>Ontem, Big Daddy jogou apenas 25 minutos. Nos instantes derradeiros do prélio, ficou no banco, vendo tudo acontecer em quadra.</p>
<p>Este é o grande reforço para a temporada? Deveria ser — mas até agora não é.</p>
<p>Eu ainda o vejo com paletó e gravata. Ou seja: está mais para um ex-jogador em atividade do que para alguém que possa dar ao Cleveland aquele salto de qualidade, capaz de colocar o time em situação de superioridade em relação aos seus dois grandes concorrentes nesta conferência: Boston e Orlando.</p>
<p>E a oscilação dos demais jogadores também contribui para o rendimento paupérrimo do Cavs neste começo de trabalho.</p>
<p>A prudência manda que a gente aguarde para ver como serão os contornos definitivos desse time. Afinal, o que vemos até o momento são esboços — e desanimadores.</p>
<p>Vamos, pois aguardar.</p>
<p>RODADA</p>
<p>Nenê Hilário debutou ontem; Leandrinho Barbosa também. E os dois deixaram a quadra vencedores.</p>
<p>O Denver bateu o Utah, em seu Pepsi Center, por 114-105. O são-carlense anotou 16 pontos, fisgou seis rebotes (três de ataque), fez dois desarmes e deu um toco.</p>
<p>Mas deixou a partida prematuramente, pois cometeu seis faltas. As faltas têm sido um grande adversário para Nenê; infelizmente, em muitas ocasiões ele se deixa vencer por esse temível inimigo.</p>
<p>Já Leandrinho e o seu Phoenix foram até a Califórnia e bateram o Clippers no Staples Center por dois pontinhos apenas: 109-107. Não importa, pois, ao contrário dessa bobagem do futebol que leva em consideração gols marcados e sofridos, o que conta é a vitória.</p>
<p>O paulistano saiu como titular. Antou 17 pontos e teve 50% de aproveitamento nas bolas triplas: 3-6.</p>
<p>Como sempre, não se intimidou em quadra. Quando a brecha surgiu, bola pra cesta!</p>
<p>A personalidade de Leandrinho no Phoenix é uma; na seleção brasileira é outra, vocês concordam?</p>
<p>CAPIXABA</p>
<p>Ao contrário do que ocorreu no jogo de estréia diante do Boston (nove pontos e sete rebotes), ontem diante do Toronto Anderson Varejão fez apenas dois pontos e apanhou dois rebotes.</p>
<p>Mas o toco que ele deu em Chris Bosh, quase ao final da partida, fez-me pular do sofá e dar um soco no ar, como Pelé fez pela primeira vez na Rua Javari na década de 1960, gesto que acabou copiado pelo resto do planeta — inclusive por Michael Jordan, naquela vitória inesquecível diante do Cavs, em Cleveland.</p>
<p>RODADA</p>
<p>Não vi todos os jogos de ontem — seria impossível. Portanto, sou todo ouvidos para ouvir relatos de quem viu, por exemplo, a importante vitória do San Antonio diante do New Orleans ou a estréia triunfante do Orlando frente ao Philadelphia. Vale destaque também a visita vitoriosa do Detroit a Memphis.</p>
<p>Mãos à obra, rapaziada!</p>
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		<title>DERROTA E VITÓRIAS EMBLEMÁTICAS</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 13:36:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Sormani</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-8087" src="http://colunistas.ig.com.br/fabiosormani/files/2009/10/cavs_RT1.jpg" alt="O'Neal e LeBron" width="270" height="364" />A temporada mal começou, mas não gostei do que vi em Cleveland. Sim, pois o que vi em Cleveland foi o mesmo Cleveland da temporada passada: dependente ao extremo de LeBron James.</p>
<p>Se o que vi não foi a) análise equivocada de minha parte; b) desajuste natural de uma primeira partida de campeonato, seguramente o Cavs não terá chance alguma de conquistar seu primeiro título de campeão.</p>
<p>É impossível um jogador, sozinho, fazer uma equipe conquistar um campeonato. Já disse aqui: nem mesmo Michael Jordan conseguiu isso.</p>
<p>Enquanto LeBron James fazia tudo no Cleveland (38 pontos, oito assistências, quatro rebotes, quatro tocos e dois desarmes), no Boston a tarefa foi dividida. Como sempre.</p>
<p>Ray Allen anotou 16 pontos; Kevin Garnett deixou 13 no aro do Cavs e pegou ainda uma dezena de rebotes; o estreante Rasheed Wallace, que saiu do banco como todos previam, marcou 13 tentos em seu debu; e Paul Pierce cravou 23 pontos e confiscou ainda 11 rebotes.</p>
<p>Enquanto LBJ fazia uma força danada para pontuar, Pierce, calmamente, anotou os últimos oito pontos do Boston e decretou a vitória do Celtics por 95-89.</p>
<p>Pierce joga sem fazer força – o mesmo eu não consigo ver em LeBron.</p>
<p>Foi o primeiro triunfo do alviverde de Massachusetts em Ohio desde 2004. Colocou-se um ponto final neste incômodo tabu que durava oito partidas.</p>
<p>Depois do jogo de ontem fiquei mais convicto ainda: se nenhum jogador do Boston se contundir durante a temporada, não vai ter pra ninguém no Leste.</p>
<p>Enquanto isso, no <strong>Oeste, </strong>o Lakers fez uma festona dentro do Staples Center.</p>
<p>A cerimônia de entrega do troféu e dos anéis aos campeões da temporada passada foi muito bonita. E com direito a participação de alguns (poucos) veteranos jogadores que ganharam títulos desde que a franquia mudou-se de Minneapolis para Los Angeles.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-8090" src="http://colunistas.ig.com.br/fabiosormani/files/2009/10/kobe2.jpg" alt="Kobe Bryant" width="300" height="451" />Magic Johnson, Jerry West, James Worthy, Norm Nixon, Michael Cooper, Jamaal Wilkes, A.C. Green, Rick Fox e Robert Horry estiveram presentes ao evento. Fiquei pensando enquanto via a festa: Shaquille O’Neal não deveria estar de terno e gravata junto com os outros veteranos?</p>
<p>Sei lá, acho que ainda estava contaminado pelo que tinha acabado de ver na Quicken Loans Arena de Cleveland.</p>
<p>Mas voltando a Los Angeles, o jogo foi legal. Dava para ver que o Lakers não iria perder, como não perde, venceu por 99-92, mas o Clippers não fez feio.</p>
<p>Ficou provado, pelo que pude constatar, que o tricolor angelino, com a presença de Blake Griffin, será um time e tanto para se ver e se apostar.</p>
<p>O destaque da partida acabou sendo Kobe Bryant. Ele anotou 33 pontos e fisgou oito ressaltos.</p>
<p>Mas não dá para não falar dos 26 pontos e 13 rebotes de Andrew Bynum. Bem como os 16 pontos e 13 rebotes de Lamar Odom.</p>
<p>Ron Artest teve uma estréia discreta: dez pontos, cinco rebotes e quatro assistências.</p>
<p>Kobe, Bynum, Lamar e Artest. Ah, sim, Pau Gasol não jogou por estar machucado.</p>
<p>Enquanto isso, em Cleveland, tudo nas costas de LeBron James. Se Shaq não tirar o paletó e a gravata, vai mesmo ficar para o ano que vem.</p>
<p>Mas, como disse acima, a temporada mal começou. Vamos, pois, aguardar.</p>
<p><strong>NOTINHAS<br />
</strong><br />
Não pude ver as vitórias do Washington diante do Dallas (102-91) e do Portland sobre o Houston (96-87). Se alguém assistiu e quiser nos informar o que aconteceu no Texas e no Oregon, nossos ouvidos estão atentos.</p>
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		<title>PALPITES FINAIS E A GRANDE NOITADA</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 11:20:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Sormani</dc:creator>
				<category><![CDATA[NBA]]></category>
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		<description><![CDATA[Bem, galera, finalmente a bola sobe hoje à noite. Foram quatro meses e meio de espera.
Mas estamos todos aqui, firmes e fortes – felizmente. Espero ver todos os parceiros de volta.
Ontem a gente falou sobre os destaques individuais. Hoje, vamos falar sobre as equipes.
Quais vão se destacar neste campeonato?
Vamos, pois aos posicionamentos dos times durante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, galera, finalmente a bola sobe hoje à noite. Foram quatro meses e meio de espera.</p>
<p>Mas estamos todos aqui, firmes e fortes – felizmente. Espero ver todos os parceiros de volta.</p>
<p>Ontem a gente falou sobre os destaques individuais. Hoje, vamos falar sobre as equipes.</p>
<p>Quais vão se destacar neste campeonato?</p>
<p>Vamos, pois aos posicionamentos dos times durante a fase de classificação. Pelo menos é assim que eu vejo antes de a bola subir.</p>
<p><strong>LESTE<br />
</strong><br />
1º.) <strong>Boston </strong>— O time manteve seu núcleo intacto. Muitos torcem o nariz achando que o trio de ouro do Celtics (Kevin Garnett, Paul Pierce e Ray Allen) está envelhecido. É verdade, mas nada que possa comprometer tanto assim o desempenho do time. Além disso, veio Rasheed Wallace com seu baita coração e uma enorme experiência. E no banco há um treinador diferenciado: Doc Rivers.</p>
<p>2º.) <strong>Cleveland </strong>— O entrosamento que o Boston tem, o Cavs não tem. Os grandes times são formados muito antes de a primeira conquista aparecer. Por mais que Shaquille O’Neal adicione experiência e qualidade ao time (e Anderson Varejão vai se aproveitar disso), a química ainda não deve ser a ideal para dobrar o Boston; pelo menos durante a fase de classificação. Quem sabe nos playoffs isso ocorra e Shaq e LeBron James <em>(ambos em foto AP)</em> se tornem como Lennon e McCartney.</p>
<div id="attachment_8076" class="wp-caption alignnone" style="width: 690px"><img class="size-full wp-image-8076" src="http://colunistas.ig.com.br/fabiosormani/files/2009/10/cavs.jpg" alt="LeBron James e Shaquille O'Neal, as armas do Cavs para tentar derrubar o forte Boston Celtics" width="680" height="635" /><p class="wp-caption-text">LeBron James e Shaquille O&#39;Neal, as armas do Cavs para tentar derrubar o forte Boston Celtics no Leste</p></div>
<p>3º.) <strong>Orlando </strong>— A chegada de Vince Carter, que eu, num primeiro momento, achei que não iria ser tão impactante assim, pode lançar o Magic num patamar ainda mais alto que na temporada passada. Pelo menos foi o que se viu na “Pre-Season”. E o time vai mesmo precisar disso, pois Boston e Orlando estão a todo o vapor. Dwight Howard, Jameer Nelson, Rashard Lewis e Vince Carter podem ser a nova versão dos Fab 4.</p>
<p>4º.) <strong>Atlanta</strong> — O time da Georgia está entrosadinho da silva – o mesmo entrosamento que eu acho que o Cleveland vai sentir falta no início desta temporada. Além disso, mais experiente ainda. Mike Woodson tem o grupo na mão. O ego dos jogadores fica sempre do lado de fora do ginásio. Todos trabalham e pensam em grupo. Há jogadores interessantes no elenco, como os armadores Mike Bibby e Joe Johnson, além dos pivôs Al Horford e Josh Smith.  O time ainda ganhou o reforço de Jamal Crawford, que vai aumentar o poder de fogo durante as partidas.</p>
<p>5º.) <strong>Chicago</strong> —Derrick Rose, Janero Pargo, Luol Deng, Tyrus Thomas e Joakim Noah deve ser o quinteto titular. No banco, boas opções, como John Salmons, Kirk Hinrich, Brad Miller e os novatos Taj Gibson e James Johnson. A saída de Ben Gordon será seguramente sentida, especialmente nos momentos decisivos. Mas não se esqueçam que D-Rose está um ano mais velho e mais experiente. O problema do time está no banco: Vinnie Del Negro, pelo menos para mim, não é confiável.</p>
<p>6º.) <strong>Washington</strong> — A franquia contratou Flip Saunders, um treinador experiente e que está acostumado a levar suas equipes aos playoffs. O grande ponto de interrogação fica por conta da saúde de seus jogadores. Gilbert Arenas estará 100%? E Antawn Jamison? Se os dois jogarem a maioria das partidas (Jamison, por exemplo, já ficará de fora três semanas), ao lado de Caron Butler esse time pode fazer um barulho legal. Mas eu realmente tenho dúvidas quanto a saúde deles.</p>
<p>7º.) <strong>Miami</strong> — Os analistas não estão botando muita fé no Heat. Também fico com um pé atrás, mesmo com Dwyane Wade no elenco. Ele não vai levar o time sozinho nas costas. É impossível; nem Michael Jordan fez isso no Chicago. D-Wade vai precisar de um bom apoio. Será que Michael Beasley poderá ser essa ajuda? Não se esqueçam que Beasley é imaturo e apronta quando menos se espera. Jermaine O’Neal tem um histórico preocupante de contusões. Sobre Mario Chalmers, pouco para ajudar Dwyane.</p>
<p>8º.) <strong>Detroit</strong> — O Pistons chega nesta temporada com um novo treinador: John Kuester. Novato como técnico principal, Kuester vinha trabalhando como assistente. Esteve no Cleveland nos últimos anos ao lado de LeBron James. Trabalhou também no Philadelphia na época de Allen Iverson. Mas o principal é que ele esteve na franquia, ao lado de Larry Brown, quando o time conquistou o título em 2004. Acho que foi a melhor aquisição para esta temporada, em que pese as chegadas de Ben Gordon e Charlie Villanueva. A saída de Rasheed Wallace será sentida, mas quem sabe Ben Wallace não possa compensar.</p>
<p><strong>PLAYOFFS</strong></p>
<p><strong><em>1ª. Rodada</em></strong><br />
Boston 4-0 Detroit<br />
Cleveland 4-0 Miami<br />
Orlando 4-2 Washington<br />
Chicago 4-3 Atlanta</p>
<p><em><strong>Semifinais</strong></em><br />
Boston 4-2 Chicago<br />
Cleveland 4-3 Orlando</p>
<p><strong><em>Final</em></strong><br />
Boston 4-3 Cleveland</p>
<p>Campeão = Boston</p>
<div id="attachment_8077" class="wp-caption alignnone" style="width: 690px"><img class="size-full wp-image-8077" src="http://colunistas.ig.com.br/fabiosormani/files/2009/10/lakers.jpg" alt="Kobe Bryant, o melhor jogador de basquete do mundo, é a esperança do Lakers na luta pelo bi" width="680" height="450" /><p class="wp-caption-text">Kobe Bryant, líder do melhor time da NBA, é a esperança do Los Angeles Lakers na luta pelo bicampeonato</p></div>
<p><strong>OESTE</strong></p>
<p>1º.) <strong>Lakers </strong>— Derek Fisher, Kobe Bryant, Ron Artest, Pau Gasol e Andrew Bynum. Tem time melhor neste momento? Duvido; creio que não. Ainda por cima, há no banco de reservas gente do calibre de Lamar Odom, sem contar que Shannon Brown dá sinais de que evoluiu. Adam Morrison fez uma baita “summer-season” e pode ser ótima opção de banco para os tiros longos. Ah, e por falar em banco, lá está Phil Jackson, o mais subestimado treinador da história do basquete nos EUA. E em quadra, claro, Kobe, the Black Mamba <em>(foto AP)</em>.</p>
<p>2º.) <strong>Denver</strong> — O time de Nenê Hilário não aparece bem cotado na bolsa das apostas. Mas eu ponho parte de minhas fichas no time colorado. Manteve a base, pegou um moleque bom de bola como o Ty Lawson, que vai ajudar a dar um refresco para Chauncey Billups, e tem um treinador, George Karl, que consegue controlar egos e não cria atritos desnecessários com o grupo. Sua força de garrafão com o brasuca de São Carlos mais Kenyon Martin, Chris Andersen e Carmelo Anthony não se encontra tão facilmente na praça. É um dos melhores “froncourt” da liga. E Melo é um jogador diferenciado.</p>
<p>3º.) <strong>San Antonio </strong>— Tim Duncan ainda é Tim Duncan. Tony Parker ainda é Tony Parker. Mas e Manu Ginobili, será que ele será nesta temporada o Manu que a gente conhece e admira? Tenho dúvidas – acho que não. Os Três Tenores perdem sua força sem a força do argentino. Quanto as contratações, o time melhora muito com a chegada do veterano Richard Jefferson. Theo Ratliff vai ajudar Timmy a descansar, mas é em DeJuan Blair que a maioria aposta – principalmente Gregg Popovich, um dos melhores treinadores da NBA de todos os tempos.</p>
<p>4º.) <strong>Portland</strong> — É o time queridinho de todos nos EUA no momento. E não sem merecer. Nate McMillan vem lapidando o grupo com muita paciência há duas temporadas. Espera colher frutos nesta. Perdeu apenas um jogador em relação ao grupo passado: o espanhol Sergio Rodriguez foi para o Sacramento. O Blazers o substituiu por Andre Miller, veterano que quer ser titular. Pode? Brandon Roy será a referência do grupo em quadra. Uma melhora na campanha vai depender também muito da melhora do pivô Greg Oden. Ele se mostrou muito verde na temporada passada.</p>
<p>5º.) <strong>Utah</strong> — Jerry Sloan segue sendo um dos meus treinadores favoritos na NBA. Costuma tirar leite de pedra. Lógico que para isso precisa ter jogadores com qualidade. E ele os tem em Salt Lake City em Deron Williams, de quem sou fã de carteirinha, e em Paul Millsap. Resta saber qual será o grau de empolgação e comprometimento de Carlos Boozer nesta temporada. Se ele estiver envolvido como projeto, o Jazz poderá seguir mais adiante ainda do que esta quinta colocação. Não se esqueçam que no grupo ainda há Ronnie Brewer, Andrei Kirilenko e Memo Okur. Na temporada passada as contusões mataram o time. Mesmo assim, Coach Sloan não se curvou às adversidades.</p>
<p>6º.) <strong>Dallas</strong> — Josh Howard, jogador talentoso e de vidro, é o maior problema do time texano. As últimas notícias dão conta de que ele poderá perder as duas primeiras semanas da temporada. Sem ele, Dirk Nowitzki ficará sobrecarregado em quadra, pois Jason Kidd é um belíssimo ator coadjuvante; não tem roteiro para ser o principal. Shaw Marion também não passa de um ótimo ajudante, assim como Drew Gooden. Quer dizer: coadjuvantes há, atores principais faltam.</p>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-8073" src="http://colunistas.ig.com.br/fabiosormani/files/2009/10/BG-246x300.jpg" alt="Warriors Clippers Basketball" width="246" height="300" />7º.) <strong>Clippers</strong> — Blake Griffin<em> (foto AP)</em> deverá causar um grande impacto na equipe. O moleque dá mostras de que chegou preparado para o jogo da NBA. Em apenas 28 minutos de média nos primeiros sete cotejos como profissional, fez 13.7 pontos e apanhou 8.1 rebotes. Levou o time ao primeiro lugar no Oeste na “Pre-Season”. Mas o primo pobre de LA não se resume apenas a Griffin. Há jogadores bons e experientes como Marcus Camby (que será muito importante no aprendizado de Griffin), Ricky Davis e principalmente Baron Davis.</p>
<p>8º.) <strong>New Orleans</strong> — Não há mais Tyson Chandler; há Emeka Okafor. Muda alguma coisa. O técnico Byron Scott poderá seguir com seu roteiro, baseado num tripé com Chris Paul, David West e um pivô. Muito do sucesso do time nesta temporada vai depender também da saúde de Peja Stojakovic. Seria bom, também, que James Posey jogasse um pouquinho. Ajudaria – e muito.</p>
<p><strong>PLAYOFFS</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><em>1ª. Rodada<br />
</em></strong>Lakers 4-0 New Orleans<br />
Denver 4-1 Clippers<br />
San Antonio 4-0 Dallas<br />
Portland 4-3 Utah</p>
<p><strong><em>Semifinais<br />
</em></strong>Lakers 4-3 Portland<br />
Denver 4-3 San Antonio</p>
<p><em><strong>Final<br />
</strong></em>Lakers 4-2 Denver</p>
<p>Campeão = Lakers</p>
<p><strong>CAMPEÃO<br />
</strong><br />
Boston x Lakers é a minha previsão de final para esta temporada. Será a chance que o time de Los Angeles espera para vingar-se da derrota de há dois anos.</p>
<p>Conseguirá?</p>
<p>Creio que sim.</p>
<p>Pra mim, o Lakers ganha o título novamente – como ocorreu na temporada passada.</p>
<p>Mas será uma final e tanto, diferentemente do que aconteceu diante do Orlando. Creio que teremos sete jogos.</p>
<p>Pra cardíaco nenhum reclamar.</p>
<p><strong>AUSÊNCIA<br />
</strong><br />
Como vocês puderam ver, não coloco o Phoenix nestes playoffs. Faço-o com o coração partido, pois lá está Leandrinho Barbosa.</p>
<p>Gostaria muito que o time chegasse – e bem. Mas não acredito numa equipe dirigida por Alvin Gentry.</p>
<p>É pouco para uma franquia do porte do Suns. O time não funciona como time.</p>
<p>Steve Kerr apostou todas suas fichas em Steve Nash. Tenho dúvidas; acho que não vai dar certo.</p>
<p>Jason Richardson só tem olhos para a cesta, Grant Hill está velho e Amaré Stoudemire marca menos do que devia.</p>
<p>Por tudo isso, não acredito no Phoenix nos playoffs – muito menos em Leandrinho como melhor reserva, como alguns parceiros deste botequim apostam.</p>
<p>Espero estar errado.</p>
<p><strong>NOITADA<br />
</strong><br />
A bola sobe logo mais às 21h30 de Brasília. E com um baita jogo: Cleveland x Boston.</p>
<p>Um aperitivo e tanto, talvez uma mostra do que poderá ser a final da Conferência Leste.</p>
<p>Quem tem o pacote NBA League Pass vai assistir.</p>
<p>Meia hora mais tarde o Dallas recebe o Washington. Vai dar para a gente ter uma idéia do time da capital dos EUA e do que Flip Saunders já fez. Pena que Antawn Jamison estará de fora.</p>
<p>Ah, sim, quem tem o pacote NBA League Pass vai assistir.</p>
<p>Quando o relógio marcar meia-noite, o Portland enfrenta o Houston na Cidade das Rosas. Será que o Blazers vai jogar tudo o que se espera dele?</p>
<p>Quem tem o pacote NBA League Pass vai conferir.</p>
<p>Finalmente, à meia-noite e meia o clássico angelino entre Lakers e Clippers. Imperdível: o melhor time do campeonato (antes de a bola subir, é claro) diante de Blake Griffin e companhia.</p>
<p>Quem tem o pacote NBA League Pass vai se deliciar.</p>
<p><strong>CONCLUSÃO<br />
</strong><br />
Se você puder, não vacile: compre o pacote; não vai se arrepender.</p>
<p>O que é preciso? US$ 139.95 ou US$ 29.95 por mês pelo pacote da temporada regular. E uma conexão com um mínimo de dois mega de velocidade.</p>
<p>E mais nada.</p>
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